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5. Deixando cair a máscara II


Fic: Te amo Potter... do jeitinho que você é.... NOVO CAPITULO


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O salão estava maravilhosamente decorado. O teto era inexistente, mostrando um céu de cor negra e semeado de estrelas. Uma lua brilhava, iluminando um salão com tons de prata. As paredes estavam decoradas com cortinas feitas de folhas verdes, vermelhas, castanhas e amarelas, que cobriam também as janelas. O chão estava coberto por um tapete relvado, de erva verdadeira e, semeados pela sala, estavam várias árvores e bancos de madeira. A um canto, um tronco enorme, com uma fenda proporcional, continha a comida e a bebida.
- Minha… Nossa… Senhora… eu nunca vi nada assim!... – exclamou Anna, ajeitando sua máscara pra ver melhor.
Lilian e Eliza concordaram. Era simplesmente… fantástico… parecia um bosque verdadeiro. Nada tinha sido esquecido. E, por vezes, quem estivesse mais atento, conseguiria ver animais passeando, descontraidamente.
Os alunos estavam todos maravilhados. E maravilhosos. Suas fantasias eram das mais originais que se podem imaginar (pra uma visão de bruxo, claro…). Havia um Romeu e uma Julieta, uma polícia e um ladrão, um príncipe e uma princesa… mas, incrivelmente, ninguém se conhecia. Eles faziam pares sem saber quem eram.
- Droga…
- O que foi, Liz? – perguntou Lilian.
- Assim não vou saber como é que o */i*meu cachor*i*/… quer dizer, o Sirius… e os garotos, claro… tão fantasiados.
- Ora… esqueça… estamos aqui pra duas coisas apenas: juntar os dois apaixonados e pra nos divertirmos!
Elas se riram. Mas Lilian também estava cheia de vontade de ver a fantasia de Thiago. “Ah Lilian… se liga… você ODEIA ele, se lembra? Fica na sua…”
- Liz, Anna…
- Hum?
- Eu vou no banheiro… já volto, ta? – disse Lilian, depois de ter piscado o olho a Eliza.
- Ta…
Lilian se separou das duas e percorreu o salão, de maneira a que elas não a vissem. Se sentou num banco, bebendo algo fresco e ficou olhando o horizonte, perdida em pensamentos.
- Dorothy?...
Uma voz a fez despertar. Na sua frente estavam duas pessoas, que ela compreendeu serem dois rapazes, e qualquer um poderia fazer par com ela, pois eles estavam fantasiados de nada mais nada menos que Leão Medroso e Espantalho.
Ao ver aqueles dois, Lilian não pode deixar de sorrir.
- Sim… eu mesma… como me encontraram?
O Leão falou.
- Ora, não é muito difícil. Bastou procurar a menina mais linda dessa festa.
Lilian riu.
- Ta, sei… além de medricas é mentiroso…
Os três riram.
- Então e o que querem de mim?
- Saber qual de nós você quer para seu par…
Era o Espantalho quem falava.
- Ah, mas assim é injusto… - dizia Lilian, rindo.
- Porquê?
- Porque ta faltando o Homem de Lata…
- Mas ele ta logo ali, ó… ele que não quis vir com a gente… parece que é meio tímido… ou então, é veado…
Os dois garotos se riram.
- Então garotos, tenho muita pena, mas agora não posso responder. Terei que pensar… nos vemos depois, ta bom?
Lilian saiu dali e tentou se afastar daqueles dois. Talvez nem fosse tão mau ficar com um deles… um tinha olhos verdes, o outro olhos castanhos, cor de mel… é… era um caso a pensar…
Enquanto pensava nisso, os seus olhos pousaram num garoto fantasiado de príncipe, que passava suas mãos pelos cabelos pretos. “Ahá… te peguei!”, pensou. Ao chegar perto dele, viu que o garoto não era tão alto como de costume, mas ela estava de salto…
- Boa fantasia… pena que não combina muito com você, ne?
- D-desculpe?
- Sou eu… a Lilian…
- Não… n-não te c-conheço…
- Ah, não se faça de besta… eu sei que é você… - disse Lilian, cruzando os braços.
- N-não… q-quem é v-você?
- Ora… idiota! Se pensa que isso vai ficar assim, ta muito enganado, garoto!
Virou as costas a saiu, indo até ao sítio das comidas.

- Liz, você não acha que a Lily ta demorando?
- Hum…?
- Pô Liz, tou te perguntando isso faz um tempão! Por Merlin, você ta com a cabeça na lua?
- Hã… não… tou só… vendo uma… coisa…
- Ta… sei…
- Sabe, pensando agora, a Lily me disse que era pra você ir ter co ela no jardim…
- Mas ela não me disse nada…
- É… mas me disse quando tava indo no banheiro… acho que ela precisa mesmo falar com você… talvez ela confesse o seu amor pelo Thiago…
As duas riram.
- Portanto, vai…
- Mais…
- Vai!
- Ta bom… ta bom… eu vou…
Eliza nem reparou quando Anna saiu. Os seus olhos percorriam a festa, tentando encontrar uma pessoa. Mas não conseguiam. Até que o viu. Um Elvis Presley. Cabelos pretos. Olhos azuis. Era ele. Um sorriso inundou a sua face.
- Oi cachorrinho.
- Ta falando comigo?
- É… ta vendo aqui mais alguém?
Riram.
- Quem é você?
- Não ta me reconhecendo?
- Err… não… devia?
- Sou eu… a Liz…
- Me desculpe… deveria saber quem é você?
Sua cara se contorcia de irritação.
- Tem a certeza que não sabe quem sou?
- Não…
- Claro… mas se eu chegasse aqui te beijando, e te falando que te dou uma chance, pra depois você me colocar na sua infindável ‘lista’ de conquistas, você saberia quem sou, ne?
- AAHHH… */b*essa*b*/ Liz… já sei!...
Eliza sentiu uma onda de calor percorrer o corpo e deu um tapão no garoto.
- Eu… te… ODEIO! – disse Eliza, virando as costas e saindo dali.
- Pera aí… - disse o garoto, puxando ela por um braço, ao que ela tirou imediatamente.
- Nunca mais encoste um dedo sequer em mim, porque no dia em que você fizer isso, você vai-se arrepender de ter nascido, ta me entendendo, */i*cachorro*i*/?
Virou as costas e saiu dali, nem ouvindo o que o garoto tentava dizer.

Anna estava no jardim. A brisa nocturna passava por ela e, ao senti-la, fechava os olhos. Resolveu tirar a máscara, para senti-la melhor. Se sentou no chão e esticou os braços pra trás, pondo a cabeça pra cima, olhando a lua, sentindo o cheiro das flores e a brisa.
De repente, ouviu passos.
- Lily?... – murmurou – É você?...
Depois, tentou brincar.
- Dorothy! O Feiticeiro não esta aqui não!
E riu. Num instante, se assustou. Viu um vulto, uma espécie de… homem-lobo… e deu um grito.
- Não se assuste! – ele falou calmamente – Eu… sou…
E, ao vê-la ao luar, ficou sem fala. Aqueles olhos turquesa… aqueles cabelos pretos…
- Você é… o quê? – disse Anna, muito assustada.
- Sou… um garoto… - disse ele, se aproximando devagar – Não… não se assuste! Eu… não… faço mal…
Ela foi-se aproximando dele.
- Você… está aqui sozinha?
- É… tou… esperando uma pessoa…
- Sei… seu namorado…
- Não… uma amiga… eu… não tenho namorado…
- Não acredito que uma garota linda feito você não tem namorado.
Ela sorriu.
- Não tenho mesmo. Eu… gosto de um garoto, mas ele… não ta nem ai…
- Garoto bobo, esse…
Eles riram.
- Porque diz isso?
- Porque ele deveria ter olhos só pra você…
Sem dar por isso, eles estavam cada vez mais perto. Com o susto, Anna nem tinha lembrado de colocar a máscara.
- Você está fantasiado de…
- Mau… Lobo Mau…
Os dois sorriram.
- Já reparou que estamos fantasiados parecido? – disse Anna.
- É… parece que somos perfeitos um para o outro…
E, sem perceber, Anna estava encostando seus lábios naquele desconhecido, colocando suas mãos no peito dele, sentindo o seu coração acelerado, sentindo as mãos dele na sua nuca, na sua cintura, se sentindo envolvida num beijo doce, intenso, apaixonado, que a faziam sentir emoções dantes desconhecidas para si própria…
Ao se separar do garoto, sentiu suas pernas tremerem e teve um arrepio na espinha.
- Anna…
Aquela voz rouca a fez despertar.
- Remo?
A distância começou a separá-los.
- Anna? Como você…
- Remo? É você?
- Sou… Eu… você ta morena?
- Ah… coisa das meninas… você ta… original…
- Ah… coisa dos garotos…
Eles riram.
- Anna…
- Hum?...
- Há pouco… você falava de um garoto… tava falando de mim?
Anna baixou a cabeça.
- Eu…
- Ssshhh… - Remo colocou os dedos nos lábios da garota e ela se arrepiou de novo – Você quer saber uma coisa? Aquele garoto que você me falou me contou um segredo… ele ta louco por você…
Os olhos de Anna brilhavam.
- Então há um problema…
Remo levantou a sobrancelha.
- Sim… ele vai odiar saber que eu estou com você…
Um sorriso inundou a face de ambos, que deram um beijo apaixonado, tendo a lua como cúmplice.

Lilian bebia uma cerveja amanteigada e pensava, irritada, em como Thiago Potter era um idiota. “Ah, mas ele me paga. Ah se paga!”. Se sentindo observada, olhou para a sua direita. Um garoto a olhava. “Ah… Homem de Lata… o tímido…”. Ela devolveu o olhar. E ele nem piscou, continuou olhando fixamente. “Nossa… de tímido não tem nada…”. Ela viu-o vindo ter com ela.
- Oi Dorothy! – disse ele, levantando o copo, em gesto de saudação.
- Latinhas! – respondeu Lilian, com o mesmo gesto.
- Tou notando que ta irritada…
- Nossa… como adivinhou? – respondeu ela, com um sorriso meio que irónico, meio que divertido.
Ele sorriu timidamente.
- Me desculpe – disse Lilian – Você não tem culpa… foi um idiota, que tem o dom de me tirar do sério…
- Ora… não precisa explicar… se quiser, eu vou…
- Não… pode ficar… Eu fui meio grossa, mas… me perdoe… é que, nesse momento, tou precisando de alguém pra conversar… mesmo que seja um desconhecido…
Ele sorriu.
- Ta bom. Sr. Desconhecido, às suas ordens!
Lilian riu. Aquele garoto parecia ser bem bacana. E tinha um sorriso maravilhoso.
- Quer dançar, Latinhas?
- Vamo nessa, Do!
Uma música ritmada tocava e os dois dançavam animadamente. Dançaram, dançaram e dançaram. Lilian depressa esqueceu o idiota do Potter. Só conseguia ficar olhando aquele sorriso e aqueles olhos azuis.
- Algum problema, Dorothy? – perguntou o garoto, sorrindo.
- Não… porquê?
- É que da maneira como você me olha, parece que tou virando Hipogrifo…
Lilian corou.
- Me desculpe… eu não queria deixar você desse jeito…! – disse ele, pegando nas mãos dela, e olhando pra ela com uma expressão doce no olhar.
Lilian nem soube o que dizer. Estava hipnotizada. “Esse garoto… ele… ele me lembra alguém…”, pensava ela. E, nesse momento, falou sem pensar.
- Quer sair daqui?
O garoto sorriu. Pegou na mão dela e a levou pra fora dali.

Eliza estava sentada num banco quando alguém se sentou ao seu lado. Mas a irritação que ela sentia nem a deixava ver quem era. Só pensava numa maneira de se vingar de Sirius Black.
- Me desculpe, você me poderia dar uma informação?
Eliza se virou pra ver quem era. Ao seu lado estava um garoto com uma fantasia… bastante original…
- Claro que digo… diabinho…
O garoto tava fantasiado de diabo. Um diabinho de pele e cabelos vermelhos, com uns chifrezinhos despontando no meio da testa e um fato e um manto pretos. Os seus sapatos eram pretos também e tinham uma fivelinha em forma de caveira. Um rabicho brincalhão lhe saía por detrás do fato. Um anel com uma pedra preta se encontrava nos seus dedos, os quais agarravam um tridente que soltava faíscas. Ele estava… demais.
- Acho que você me encontrou, diabinho…
- Te encontrei?...
- É… fazemos o par perfeito…
- Mas… somos completamente o oposto!
- Nunca ouviu dizer que os opostos se atraem? – disse ela, sorrindo maliciosamente – Vem, vamos dançar!
Eliza pegou na mão dele e o levou pró meio do salão, onde todos estavam dançando.
Começaram a dançar uma música de uma maneira muito sensual… bem, Eliza começou dançando assim, e o garoto, passado um tempo, a seguiu. Ninguém parecia desconfiar, mas ela fazia isso por um motivo: o Elvis estava perto de onde ela estava, e ela fazia de propósito pra ele ver. Mas ele parecia nem se importar…
De um momento pró outro, Eliza deixou de se preocupar com ele e agora estava concentrada nuns olhos pretos que retribuíam esse olhar. A sua vontade era beijar esse garoto, mas ela pensava que era um estranho, e se fosse um sonserino, e se fosse um garoto horrível, ah, não poderia ser, ele parecia tão lindo… e se…. Quando percebeu, o garoto se estava aproximando e a beijou. Um beijo intenso, vibrante, arrebatador… Eliza correspondia a esse beijo, agarrando o garoto pelo pescoço… pareciam ser perfeitos um para o outro, sem haver, naquele momento, nada que mostrasse o contrário…








ta ai... desculpem parar a meio, mas tem que ser (n ta vindo ng m matar ne?)
obrigado por todos os que leram a minha fic ate agora.... agradeço os comentarios (sao poucos mas bons...)...
espero k m digam como ta ficando isso... agradecia k m dixexem se preciso mudar alguma coisa, nas personagens, na historia em si... gostariam k foxem sinceros... mas n sejam muito mauxinhos, afinal, essa e minha primeira fic!!!!
espero k gostem
muitossss beijuxxxxxxx

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