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1. O Halloween de 81


Fic: E como seria se....


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Era uma tarde ventosa de outono. Descendo a rua do cemitério, após alguns quarteirões podia se ver um sobrado branco, de um tamanho razoável. As janelas estavam fechadas, bem como as portas. Nos jardins folhas amareladas rolavam com o vento. A frente da casa, um carvalho e um jardim de tamanho considerável, um caminho de pedras levava a varanda da frente.


Um homem descia a rua. Sua pele era muito clara, seus olhos eram azuis, um azul muito profundo. Seus cabelos eram negros sedosos e caiam sobre seu rosto, seu corpo não deixava a desejar, era musculoso e alto. Ele descia a rua despreocupadamente, mãos nos bolsos, olhos fechados


Ele parou em frente o sobrado e empurrou o pequeno portão de ferro. Seguiu pelo caminho de pedras. Subindo na varanda ele bateu a porta. Logo ouviu-se movimentação dentro da casa, cinco minutos depois uma a porta se abriu. Atrás dela uma mulher ruiva, de corpo estruturado, olhos verdes, ela sorriu para o visitante e o deixou passar.


–Feliz Halloween Sirius. – disse a ruiva fechando a porta.


–Pra você também Lily – disse Sirius. – Onde está o Tiago?


–Babando pelo Harry, estão na sala. – disse a ruiva, indo em direção a cozinha – Sirius, cuida pro Tiago na quebra nada.


Sirius entrou na sala e vislumbrou o amigo segurando o filho sobre a pequena vassoura de brinquedo que ele, Sirius, dera. O amigo ria feito uma criança. Quando Tiago viu o amigo sorriu e foi até ele com o filho sobre os braços.


-Almofadinhas!! – cumprimentou Tiago.


-Pontas! Então como vai a paternidade? – perguntou Sirius sentando no sofá.


-Tirando as fraudas... Hey Harry assim não! – disse Tiago, Harry havia pegado os óculos do pai e agora os chacoalhava no ar. Tiago repôs seus óculos no rosto.


Tiago era um pouco mais baixo que Sirius, mas ainda sim alto e musculoso, seus cabelos eram negros espetados, olhos castanhos esverdeados.


Os dois conversavam sobre o tumulto que Voldemort estava causando, o trabalho que os aurores tinham para capturar os comensais e sobre assuntos da ordem.


Tiago passava a mão pelos cabelos freqüentemente, os bagunçando mais. Lílian estava no andar de cima tentando fazer o filho adormecer. Sirius e Tiago continuavam a conversa até que a ruiva desceu. Logo os três se sentaram à mesa e jantaram. No final da noite, Sirius se levantou do sofá onde conversavam e foi em direção ao hall.


-Onde você vai dormir Sirius? – perguntou Lílian levantando a sobrancelha.


-Bom, eu... Hum... Em uma pensão. – respondeu ele.


-Ora que bobagem Almofadinhas! – retrucou Tiago.


-Eu vou pegar os cobertores e travesseiros, você monta o sofá cama Ti? – perguntou Lily ao marido.


Lílian subiu as escadas e logo voltou com dois travesseiros e cobertores. Tiago já havia montado a cama. Sirius agradeceu os dois amigos. Lílian e Tiago insistiam que não era nada. Assim eles se despediram e foram dormir.


Na manhã seguinte Tiago acordou e não viu a esposa ao seu lado. Com o coração apertado, ele desceu as escadas correndo e chamando por Lílian, que apareceu correndo ao pé da escada.


-O que houve Tiago? – perguntou ela assustada.


Tiago ainda ofegante a abraçou forte. Lílian confusa o abraçou também, depois de alguns segundos. Tiago olhou no rosto da esposa com lágrimas nos olhos.


-Meu amor, o que houve? – perguntou Lílian mais preocupada ainda.


-Eu... Eu achei que tinha te perdido Lil... – Lílian abraçou o marido carinhosamente, o consolando.


Depois de acalmar-se Tiago se sentou a mesa com Lílian. Ambos estavam passando o tempo como na época de Hogwarts, como se nada os ameaçasse. Mas isto não era uma verdade.


O mundo bruxo passava por dificuldades. Um novo bruxo das trevas que se intitulava Lord Voldemort aterrorizava a todos. Massacres ocorriam com uma freqüência assustadora. Crianças ficavam órfãs, pais perdiam seus filhos, o St. Mungus estava lotado, todos se sentiam perdidos no caos.


 Os dias na casa eram sempre os mesmos, aconchegantes. Lily e Tiago freqüentemente colocavam o filho na cama entre eles, o medo de perdê-lo era grande.


Uma manhã de dezembro Tiago levantou-se cedo. Dando um beijo na face da mulher e passando a mão pelos cabelos negros do filho ele desceu a sala de estar. Pegando exemplar d’ O Profeta Diário ele começou a ler o jornal. As noticias não eram boas, nunca eram ultimamente. Todos os dias saiam notas de assassinatos, desaparecimentos, invasões e outros atos terroristas.


A lareira faiscou, levantando a sobrancelha, Tiago se aproximou do móvel. Logo um fogo verde subiu, ele já sabia o que era. O Ministério. Sem erro logo o rosto de Santeson, chefe da sessão dos aurores, pareceu por meio da rede de Flú, avisando Tiago que eles precisavam dele em uma missão na Irlanda, aparentemente alguns do aliados do Ministério estavam agindo estranhamente. Anotando todas as informações necessárias ele se despediu e disse que dali vinte minutos estaria no Ministério.


Subindo rapidamente as escadas Tiago começou convocar o que achou necessário para a mala e se trocar. Quando estava quase partindo após terminar o bilhete para Lily a mulher apareceu na porta da cozinha com uma expressão muito triste, Tiago sabia que ela odiava essas missões muito longas.


Tiago se encaminhou até a ruiva e a abraçou forte. Lílian apertou o peito do marido e deixou escapar um soluço, levando consigo algumas lágrimas. Tiago apertou mais o abraço, queria que ela soubesse que eles ficariam bem. Depois de alguns minutos abraçados, Tiago levantou o rosto da esposa e, delicadamente afastando seus cabelos ruivos do rosto, Tiago a beijou.


-Ficara tudo bem Lily, logo acaba... Eu volto pra você minha ruivinha... Tchau – e saiu pela porta deixo Lílian às lágrimas. 


Os dias passavam em Godric’s Hollow, mas na casa dos Potters, as coisas estavam mais calmas. Eliza freqüentemente visitava Lílian as amigas ficavam juntas, Harry adorava Eliza, ela fazia caretas que arrancavam gostosas gargalhadas do pequeno bebê.


Eliza Lewis era a melhor amiga de Lílian, elas tinham estudado juntas Hogwarts, ambas eram cobiçadas. Eliza sempre fora mais atirada e extrovertida que Lily, portanto ficara com mais rapazes, continuava solteira. Era uma escritora respeitável d’ O Profeta, mas não achava um rapaz que a completasse. Nos tempos de escola Lílian acreditava que a amiga alimentava uma paixão por Sirius, embora agora com afastamento ela não sabia se isso perecia.


Nos dias próximos ao Natal, Lílian teve que trabalhar dias diretos no hospital, Eliza se ofereceu para ficar com Harry, mas Lílian ficou com pena da amiga, e lhe disse que cuidar do Harry dias seguidos era cansativo demais, então Lily o levaria ao St. Mungus alguns dias, e Eliza cuidaria dele em outros. A amiga concordou. E isso foi por duas semanas, até o Natal.


Na véspera de Natal Tiago ainda não havia voltado isso preocupava Lílian ela passou a noite com o filho na sala. Com um ano e meio já podia se ver a semelhança entre Tiago e Harry o menino tinha todos os traços do pais exceto os olhos, seus olhos eram iguais os de Lily.


Harry brincava no chão próximo a lareira com seu hipogrifo de pelúcia, batia o no chão feliz. O bebê olhou para a mãe que observava o fogo pensativa. Harry, ainda com o pequeno brinquedo na mão engatinhou até ela, erguendo seus braços em pedido de colo. Lílian apanhou o filho no colo e o olhou lembrando-se do Maroto. Harry como se entendesse a tristeza da mãe passou sua pequena e desajeitada mão no rosto dela. Lílian deixando escapar um suspiro abraçou forte o filho, e lá eles ficaram abraçados. 


No dia seguinte Lily acordou e se viu deitada no sofá e a seu lado Harry.Ouviu barulhos na cozinha e com o coração disparado correu para lá. Tiago estava ao fogão tentando fazer panquecas, a cozinhas estava lastimável, tinha farinha e ovos para todos os lados. Os cabelos muito negros de Tiago estavam brancos. Lílian foi até ele e o beijou. Ambos ficaram abraçados até Harry abrir o berreiro. Naquele dia eles comemoraram como adolescentes, se abraçaram, fizeram guerra de neve, se beijaram e outras coisas também, obviamente naquela noite Harry dormiu no berço.


Na manhã seguinte eles foram a pequena igreja local que ficava subindo a rural em frente ao cemitério. Tiago tentava manter-se sério diante das travessuras do filho, Lílian lhe lançava olhares reprovadores. Ao fim da missa de Natal eles saiam da igreja quando os Changs lhes chamaram, Lily sorriu e foi até eles. Cumprimentaram-se e começaram a conversar, eles comentavam sobre a guerra e sobre filhos também sobre os tempos de escola e o que cada colega estava fazendo da vida agora.


Eles caminhavam juntos pelas ruas.


-Ruivinha minha vida ta tão perfeita!! – comentava Tiago com um sorriso enorme.


-Hehe... parece uma criança Tiago, porque comentou isso? – perguntou a ruiva.


-Oras! Porque é verdade! Hey Lily, aposto como Harry vai ser apanhador! Exatamente como o pai e vai aprontar muitas... – sonhava ele acordado enquanto Lily destrancava a porta. 


-Ele vai ser monitor! – falou ela decidida.

-Credo!! Não joga uma maldição dessas no menino Lílian ! – esbravejou Tiago.


-Maldição? – perguntou ela levantando a sobrancelha.


-É, quero dizer não que tenha problema você ter sido – corrigiu Tiago rápido enquanto ela subia as escadas batendo os pés. – Lílian! Espera...


Quando ele chegou ao quarto foi acertado por um coberto e um travesseiro. Lílian bateu a porta e a trancou, deixando Tiago um tanto confuso. Ele pegou o cobertor um pouco irritado e foi até o sofá cama e o montou. Deitado sozinho ele ficou emburrado, porém se consolou com as memórias da noite passada e assim adormeceu...

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