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19. Capitulo 19 – Isabel!


Fic: O Despertar das Sombras


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Capitulo 19 – Isabel!


 


 


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Sábado. – 11h52min. – Hogwarts. – Corredor do Sétimo Andar.


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Harry Potter passara toda a manhã de sábado no interior da Sala Precisa pesquisando diversos feitiços que poderiam lhe ser úteis, feitiços que haviam sido esquecidos pela maioria dos bruxos, o moreno encontrou inclusive vários feitiços que ele nem ao menos conhecia, mas depois de algumas horas dentro daquela sala Harry dirigiu-se para o Salão Principal, afinal de contas já estava quase no horário de almoço e ele ainda tinha muito o que fazer durante aquele dia.


 


Mas no caminho para o Salão Principal o moreno cruzou o caminho com um bruxo ruivo e corpulento que tinha os cabelos cortados em estilo militar, os ombros do homem eram quase tão largos quanto os seus e ele possuía músculos mais do que visíveis, mas Harry concentrou-se nos olhos acinzentados do bruxo e sentiu a barreira de proteção que havia na mente do bruxo, no instante seguinte o moreno de olhos verdes já podia visualizar cada um dos pensamentos que aquele homem tinha, inclusive Harry descobriu o que ele estava fazendo ali no castelo.


 


O homem lhe acenou com a cabeça em cumprimento, mas Harry meramente continuou seu caminho até o Salão Principal sem olhar uma segunda vez para o bruxo, embora por dentro estivesse fervendo de raiva ao descobrir que Dumbledore mandara um Caçador de Recompensas pesquisar sobre ele as suas costas, mas Harry também não tinha muito com o que se queixar, afinal ele próprio esperara por aquela atitude vinda da parte do diretor.


 


Enquanto o moreno se sentava a mesa dos leões e em sua frente aparecia um prato com uma refeição farta, o moreno deixou seus pensamentos vagarem para o Caçador de Recompensas, ele havia descoberto mais do que deveria, ficara sabendo de coisas que os humanos jamais deveriam ter conhecimento, apenas aqueles que eram escolhidos pelos membros da sociedade podiam compartilhar informações, mas alguém dera com a língua nos dentes para o tal Nathan, esse alguém infelizmente teria de morrer.


 


O Caçador de Recompensas infelizmente também teria de ser silenciado, as regras da sociedade era bastante claras e rígidas naquele quesito, não havia alternativa, nesse preciso momento a própria sociedade já deveria estar sabendo do que acontecera e provavelmente estavam apenas esperando para ver se ele próprio tomaria alguma providência ou não, caso contrário eles mesmos iriam eliminar a ameaça.


 


Durante todo o almoço o moreno não conversou com ninguém, ele meramente limitou-se a comer sua refeição tranquilamente, mas mesmo assim manteve sua atenção completamente voltada para a mesa dos professores onde Alvo Dumbledore o encarava a cada segundo, parecia até que o diretor estava tentando resolver algum enigma complexo.


 


Seguido a esse pensamento o moreno de olhos verdes sorriu divertido ao lembrar-se de todos os becos sem saída que sua vida possuía, pelo menos a vida que ele havia construído para o mundo, a vida que um metamorfomago havia vivido por ele, o homem havia sido muito bem pago para se passar por ele e naquele momento esse mesmo bruxo deveria estar em alguma praia do Caribe com a memória sobre o que ele havia feito completamente apagada, eles não podiam se dar ao luxo daquele bruxo continuar se lembrando do serviço que fora pago para fazer, afinal de contas uma hora ou outra ele poderia acabar dando com a língua nos dentes.


 


Enquanto almoçava o moreno também percebeu que nenhum de seus “amigos” havia aparecido no Salão Principal, um sorriso ameaçou os lábios dele novamente ao saber que eles provavelmente ainda estavam engajados na pesquisa que ele ordenara que eles fizessem para a noite seguinte, seria no dia seguinte que ele saberia se eles eram bons ou não.


 


Assim que terminou de almoçar o moreno levantou-se de seu lugar e após lançar um olhar frio em direção ao diretor de Hogwarts ele dirigiu-se para fora do salão e sem se preocupar caminhou apressadamente em direção a Torre da Grifinória, depois de atravessar o quadro da Mulher Gorda, Harry subiu para o dormitório masculino do sétimo ano e em seguida caminhou rapidamente até sua cama.


 


Harry retirou as roupas que vestia e no instante seguinte um sobretudo negro já envolvia seu corpo, em poucos segundos o moreno já tinha uma Glock perfeitamente colocada no interior de seu sobretudo, sua espada estava posicionada em uma bainha que estava a suas costas e a varinha que ele usava estava no bolso interno do sobretudo, logo depois um capuz negro também envolveu a cabeça de Harry enquanto ele se virava e fechava os olhos.


 


O moreno concentrou-se no local ao seu redor, percebendo que não havia ninguém na Torre da Grifinória naquele momento, todos deveriam estar nos jardins aproveitando o sábado ou no Salão Principal terminando de almoçar, desviando seus pensamentos disso o moreno fixou seus pensamentos e os concentrou totalmente nas proteções que envolviam o castelo e a propriedade que cercava Hogwarts, no instante seguinte Harry Potter simplesmente desapareceu do interior do dormitório masculino.


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Sábado. – 14h12min. – Hogwarts. – Biblioteca.


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Na biblioteca estavam os amigos de Harry Potter, naquele momento eles estavam lendo uma variedade impressionante de livros que estavam empilhados em cima de uma mesa, surpreendentemente os grifinórios estavam até que se dando bem com Draco Malfoy e após os primeiros desentendimentos iniciais as coisas começaram a acontecer naturalmente.


 


A primeira pessoa que iniciou uma conversa normal com Draco Malfoy foi ninguém menos do que Luna Lovegood, afinal de contas ela era quem possuía menos rancor e ressentimento contra o sonserino.


 


Aos poucos as outras duas garotas também começaram a falar com o sonserino, no início palavras casuais sobre a pesquisa, mas aos poucos os assuntos foram evoluindo e quando eles finalmente terminaram as pesquisas e descobriram tudo o que fora possível nos livros e jornais da Biblioteca de Hogwarts todos já conversavam de maneira amigável, até mesmo Rony e Neville passaram a tratar o sonserino de maneira diferente, principalmente pelo fato do sonserino haver salvado a vida deles no ataque que houvera ao povoado de Hogsmeade.


 


- Acham que isso é o suficiente? – perguntou Hermione enquanto saíam da biblioteca com vários pergaminhos cheios de anotações sobre a vida do Lorde das Trevas e também sobre a Câmara Secreta de Slytherin.


 


- É tudo o que nós encontramos, Hermione. – respondeu Draco Malfoy em tom simples enquanto dava de ombros.


 


- Eu sei, mas nós ficamos com vários furos na história dele. – retrucou a Monitora-Chefe da Grifinória com seriedade.


 


- Olha, tenho certeza que o Harry vai saber reconhecer o nosso esforço e perceber que não poderíamos ter ido além do que descobrimos, não sem sairmos de Hogwarts. – disse Draco Malfoy em tom de voz firme e sério.


 


- Ele tem razão, Mione. – disse Gina em tom firme se colocando ao lado da amiga para poder olhar nos olhos dela. – Não temos como avançar na história de Você-Sabe-Quem apenas com os arquivos que existem aqui em Hogwarts.


 


- Que tal mudarmos de assunto? – propôs Rony de repente quando percebeu que Hermione iria retrucar e provavelmente se iniciaria uma discussão.


 


- E que tal irmos almoçar de uma vez, eu estou morrendo de fome. – replicou Gina em tom afetado fazendo todos rirem.


 


- Só que o almoço já deve ter acabado a essas horas. – disse Rony em tom levemente desanimado antes de abrir um sorriso largo e brilhante. – Mas nós podemos descer até as cozinhas do castelo e pedir par aos elfos nos servirem alguma coisa...


 


-Brilhante Rony. – exclamou Luna sorrindo abertamente naquele instante enquanto os outros meramente concordavam.


 


- Mas onde ficam as cozinhas de Hogwarts? – perguntou Draco em tom de voz curioso enquanto olhava para os grifinórios, percebeu os irmãos Weasley trocando um olhar maroto antes deles se virarem e dizerem juntos.


 


- No primeiro andar. – assim que eles disseram aquilo todos puseram-se a caminhar para o local indicado, onde eles poderiam almoçar finalmente.


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Sábado. – 13h55min. – Norte de Liverpool. – Inglaterra.


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Harry Potter apareceu silenciosamente atrás de uma casa próximo de onde o Caçador de Recompensas morava, por um instante o moreno meramente observou todo o local atentamente, viu vários vizinhos que naquele momento saíam de casa para passearem depois de terem almoçado e descansado por quase uma hora, mas também viu algumas mulheres limpando as casas ou os terrenos, soube imediatamente que aquelas eram as empregadas e faxineiras, mas o moreno ignorou completamente qualquer um deles quando começou a caminhar silenciosamente pela rua em direção de onde Nathan morava e onde ele também morreria.


 


Ele sabia que estava chamando muita atenção para si próprio com a roupa que estava vestindo, mas isso era irrelevante naquele momento, até porque Harry queria enviar um recado diretamente para Dumbledore.


 


Harry adentrou pelo caminho ladeado pelo pequeno jardim e por plantas trouxas que levava diretamente até a casa completamente branca, como o moreno não queria que Nathan conseguisse fugir lançou um feitiço Anti-Aparatação na casa ao mesmo tempo em que sacava uma Beretta 92F de dentro de seu sobretudo e ao mesmo tempo utilizava seus poderes para localizar o Caçador de Recompensas, encontrando-o no quarto nos fundos da casa, provavelmente ele estava fazendo as malas para poder desaparecer.


 


Não querendo chamar a atenção do Caçador de Recompensas de maneira desnecessária o moreno utilizou um feitiço não-verbal e sem varinha apontando a mão para a porta que abriu-se silenciosamente, em seguida Harry lançou um feitiço de silêncio em seus sapatos antes de entrar na casa de Nathan, o interior da casa era bastante simples, o lugar perfeito para alguém como um mercenário viver...


 


Sem se importar com a aparência do lugar o moreno dirigiu-se silenciosamente para as peças do fundo da casa onde ele havia localizado o Caçador de Recompensas, conforme o moreno se aproximava do aposento ele começou a ouvir barulhos abafados de coisas sendo jogadas ou colocadas de qualquer jeito, provavelmente Nathan estava com muita pressa e estava pegando estritamente o necessário antes de fugir dali.


 


A porta do quarto estava aberta e no momento em que visualizou a figura do Caçador de Recompensas um sorriso frio espalhou-se pelos lábios de Harry e em seguida o moreno simplesmente deu um passo para frente antes de atirar, o ruído surdo do disparo foi abafado pelo feitiço silenciador que o moreno sempre utilizava em suas armas, mas a bala acertou diretamente o joelho do Caçador de Recompensas que berrou enquanto caía ajoelhado e levava as mãos ao local onde fora atingido, mas em seguida Nathan já tentava pegar uma pistola que ele tinha em cima da cama, um novo disparo da arma de Harry e uma bala atravessou a mão de Nathan que gritou novamente enquanto caía sentado no chão ao lado da cama.


 


Com um movimento de sua mão esquerda Harry atraiu a pistola que estava em cima da cama até ele e depois a guardou em suas vestes, talvez aquela arma fosse útil em algum momento.


 


- Olá Nathaniel Stanislasky Scott. – cumprimentou Harry com a voz fria e sem vida, um arrepio e um tremor percorreram o corpo do Caçador de Recompensas ao ouvir aquele cumprimento debochado e frio.


 


- Quem é você? – perguntou Nathan enquanto trincava os dentes por causa da dor que os dois disparos haviam lhe causado. – E como sabe meu nome inteiro?


 


- Como eu sei seu nome não importa muito, mas quem sou eu? – perguntou Harry em tom de chacota antes de olhar cruelmente para o homem, mas o Caçador de Recompensas não podia observar as expressões que cobriam o rosto de Harry naquele momento, Nathan meramente podia ouvir a crueldade em sua voz. – Você andou fazendo muitas perguntas a meu respeito Nathan, perguntas demais e você obteve resposta para muitas dessas perguntas, mas o seu maior crime foi ter passado a informação adiante...


 


- Eu sou um Caçador de Recompensas, esse é o meu trabalho. – retrucou Nathan em tom frio enquanto olhava com raiva para o encapuzado a sua frente.


 


- Eu sei, mas você cometeu dois erros graves, meu caro Nathan. – murmurou Harry calmamente como se ele estivesse conversando com um velho amigo, o que fez Nathan tremer levemente. – Em primeiro lugar, você aceitou o serviço. E em segundo lugar, você mexeu com a sociedade ao falar sobre nossa organização e a sociedade não perdoa, eu não perdôo.


 


Enquanto falava Harry abria os envelopes que estavam em cima da cama logo ao lado de onde a pistola havia estado, ali encontravam-se as faturas do pagamento que ele recebera, dinheiro que poderia ser facilmente trocado no Gringotts, um sorriso enviesado curvou os lábios de Harry ao pegar os dois envelopes e os colocar no interior do sobretudo.


 


O moreno já havia rastreado toda a casa e não encontrara nenhuma câmera de vigilância trouxa ou mesmo aparelhos de escuta, não haveria nenhuma prova de som ou imagem que o ligaria a aquele lugar, apenas as balas gravadas com o símbolo de Hades.


 


- Você se meteu com Hades... – disse Harry voltando-se para o Caçador de Recompensas com sua Beretta 92F apontada para a cabeça do mercenário que engoliu em seco ao ouvir aquele nome e ter uma arma apontada contra sua testa. – E Hades não perdoa ninguém.


 


Foi um único disparo que acertou diretamente a testa do Caçador de Recompensas que nem mesmo pode reagir e após arregalar os olhos caiu duro para trás, em seguida o moreno ouviu sirenes ao longe e soube que os vizinhos haviam chamado a Scotland Yard ao ouvirem os disparos, mas ele não se importou, pois tinha alguns segundos ainda, em seguida ele guardou a Beretta 92F no interior de suas vestes enquanto com um aceno de mão fazia o corpo de Nathan levitar e se chocar contra a parede, no momento seguinte estacas de ferro surgiram no ar e se enterraram nos braços e pernas do corpo de Nathan que permaneceu pregado a parede no momento em que o moreno cancelou o feitiço, em seguida o sangue de Nathan começou a levitar e aos poucos grudar-se na parede do quarto até que formou algumas palavras, na verdade uma mensagem que ficaria bem clara para uma certa pessoa, as palavras eram claras.


 


 


Xeretas e Traidores São Mortos Sem Piedade.”


 


 


Com um sorriso de desprezo nos lábios o moreno desfez os feitiços de aparatação que ele havia colocado no local e desapareceu silenciosamente, menos de cinco segundos depois estalos de aparatação soaram do lado de fora da casa anunciando a chegada dos aurores que haviam detectado feitiços sendo executados em locais trouxas.


 


Os aurores entraram rapidamente na casa ao verem a porta aberta, no começo pensaram que se tratava de um ataque de comensais da morte, mas não havia marca negra no local, em segundos eles entraram no quarto nos fundos da casa e encontraram o corpo de um homem loiro pregado na parede e a mensagem escrita com sangue.


 


- Jacob e Smith, mantenham aqueles imbecis da polícia trouxa afastados daqui. – ordenou o auror que estava liderando aquele grupo e dois de seus subordinados imediatamente se afastaram dali para cumprirem as ordens.


 


- Caramba. – murmurou uma mulher de cabelos roxo escuro quando pousou os olhos no corpo do Caçador de Recompensas, Nymphadora Tonks havia coberto o lado dos fundos da casa antes de adentrar a casa. – Eu conheço esse cara.


 


- Conhece? – disse o líder do grupo em tom surpreso enquanto olhava para uma das aurors mais novas da corporação. – E quem é ele?


 


- O nome é Nathan, ele é um mercenário. – disse Tonks em tom baixo enquanto olhava para a mensagem fixamente.


 


- Foi Hades que o matou. – disse um dos aurores que estava analisando o interior do quarto a procura de pistas.


 


- Como disse? – perguntou o chefe em tom surpreso enquanto se voltava para o auror que naquele momento segurava uma cápsula de uma arma de fogo trouxa.


 


- Aqui Senhor, a marca de Hades. – disse o auror entregando a cápsula para o líder do grupo que pode ver claramente a foice da morte gravada no metal.


 


- Chamem Rufus aqui imediatamente, alguém também mande Dumbledore vir para cá o mais rápido possível. – ordenou o líder dos aurores em tom cansado, ele não era um gênio, mas podia dizer claramente que aquele seria mais um dos casos que não seriam resolvidos.


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Sábado. – 14h32min. – Liverpool. – Loja de Steve.


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Harry apareceu no interior da loja do traficante de armas que ele encomendara as coisas que ele achava que seriam necessárias para o que ele teria de enfrentar, embora ele achasse que talvez precisasse fazer alguns outros pedidos em breve.


 


O moreno viu o exato instante em que Steve percebeu sua presença no interior do local, a surpresa do comerciante de armas foi tamanha que o moreno precisou segurar a risada, mas o alerta que Steve aparentava significava que o comerciante de armas não o havia identificado, por isso retirou calmamente o capuz revelando seu rosto para o homem que pareceu respirar mais aliviado quando viu que o estranho encapuzado era um de seus clientes.


 


- Porque você não pode ser como todo mundo e entrar pela porta da frente? – perguntou Steve fechando a cara para seu cliente.


 


- Porque eu não sou como todo mundo. – respondeu com frieza lembrando a Steve com quem ele estava falando.


 


- Percebi. – murmurou o traficante de armas exalando um leve suspiro antes de se colocar ao atrás do balcão.


 


- Minhas encomendas chegaram? – perguntou Harry indo direto ao assunto enquanto se aproximava de onde o comerciante estava.


 


- Chegaram sim. – respondeu Steve com dureza antes de se dirigir para a porta e a fechar e trancar antes de começar a caminhar para os fundos da loja. – Me siga, por favor.


 


Harry seguiu Steve silenciosamente até uma espécie de depósito que havia nos fundos da loja do mesmo, enquanto caminhava as costas do comerciante de armas o moreno pegou uma mochila que havia em cima de um estande da loja e de maneira não-verbal lançou vários feitiços na mochila tornando-a capaz de suportar uma carga muito superior, sem contar que quem a carregasse nem mesmo sentiria seu peso.


 


- Aqui estão suas coisas. – disse Steve apontando para vários caixotes que estavam colocados em um canto da sala, o moreno aproximou-se com a mochila na mão e a colocou em cima de uma das caixas enquanto começava a abrir todas as caixas e verificar as armas uma por uma, após fazer a verificação da arma o moreno a colocava no chão logo ao seu lado e em poucos minutos havia uma pilha de armas prontas para serem usadas.


 


 


<a href="http://s549.photobucket.com/albums/ii384/Brunismann/?action=view&current=ArmasdeHarry.jpg" target="_blank"><img src="http://i549.photobucket.com/albums/ii384/Brunismann/ArmasdeHarry.jpg" border="0" alt="Photobucket"></a>


 


Em sua maioria elas eram fuzis e metralhadoras, sem contar outras duas metralhadoras de grosso calibre, em seguida o moreno começou a guardar as arma no interior da mochila que ele pegara na loja de Steve, o comerciante de armas ficou olhando assombrado a maneira como as armas iam desaparecendo no interior da mochila, era quase como se fosse magia.


 


Assim que terminou de guardar aquelas armas o moreno dirigiu-se para as que ainda estavam lacradas e em poucos minutos conferiu todo o pedido que havia feito, desde armas de baixo calibre como as pistolas que havia encomendado como as metralhadoras calibre .50, inclusive o napalm estava corretamente embalado e na medida perfeita que ele pedira.


 


Depois de conferir toda a mercadoria e constatar a qualidade dos equipamentos o moreno guardou tudo no interior da mochila e levantou-se colocando a mochila em suas costas e virando-se para o traficante de armas que ainda mantinha um olhar chocado em cima da bolsa.


 


- Eu nem vou perguntar como isso é possível. – murmurou Steve em tom baixo enquanto balançava a cabeça, o que fez o moreno sorrir ligeiramente para ele.


 


- Você não acreditaria se eu lhe contasse. – foi a resposta do moreno enquanto caminhava de volta para a loja, mas antes de sair do local ele voltou seus olhos para o comerciante de armas e disse. – Em breve eu venho encomendar algumas outras coisas para uns amigos.


 


- Vou ficar esperando. – murmurou Steve sabendo que ficaria mesmo, afinal aquela fora uma das melhores vendas que ele fizera nos últimos cinco anos.


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Sábado. – 20h13min. - Hogwarts. – Salão Principal.


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Naquele exato instante todos os estudantes de Hogwarts estavam terminando de jantar, a maioria deles conversava animadamente com seus colegas, mas na mesa da sonserina um certo loiro mantinha-se afastado de seus colegas de casa desde que ele se mostrara abertamente contra o Lorde das Trevas ao defender uma sangue-ruim e alguns traidores do sangue em um ataque que houvera na semana anterior ao povoado de Hogsmeade.


 


Draco sabia que poderia muito bem ir se sentar do outro lado do salão na mesa dos leões ao lado de seus novos amigos ou mesmo na mesa da corvinal ao lado de Luna, mas ele secretamente não se sentia preparado para por em risco a frágil cordialidade que havia surgido entre ele e os amigos do Potter, ele somente esperava que em breve não precisasse se preocupar mais com aquelas coisas, principalmente depois do dia seguinte.


 


Já na mesa da grifinória o grupo comia em um silencio tranqüilo que era frequentemente quebrado por comentários de um ou de outro, o restante dos integrantes da casa dos leões comiam animadamente, Harry mantinha-se em silêncio e apenas observava a reação de todos no Salão Principal, com uma parte de sua mente o moreno mantinha os olhos em seus amigos que comiam calmamente e conversavam sobre o dia seguinte mesmo que fosse em voz baixa, mas a maior atenção do moreno de olhos verdes estava voltada para a mesa dos professores.


 


Havia uma tensão palpável irradiando dos membros do corpo docente, na verdade a tensão vinha de apenas alguns deles, mas mesmo assim era visível que algo havia acontecido e que abalara psicologicamente o diretor de Hogwarts, o moreno somente se perguntava como quase ninguém parecia perceber aquilo.


 


Sirius e Remus conversavam em voz baixa enquanto Silvia e Snape observavam os alunos ao mesmo tempo em que trocavam palavras nada amigáveis com Dumbledore, eles pareciam estar tendo uma conversa muito séria com o diretor, Minerva McGonagall apenas prestava atenção aos três e ocasionalmente fazia alguns comentários.


 


O moreno de olhos verdes quase riu divertido quando viu na mente da Professora de DCAT o motivo da discussão, aparentemente o diretor de Hogwarts havia sido chamado até a cena do crime onde o moreno matara o Caçador de Recompensas de uma maneira que poderia ser considerada cruel por algumas pessoas, já Harry via aquilo como simplesmente necessário.


 


Mas toda a diversão e os pensamentos sombrios do moreno desapareceram de sua mente no momento em que sentiu uma presença mais do que poderosa aparecendo nos jardins da escola, aquela era uma presença mais do que conhecida por Harry que abriu um pequeno sorriso enquanto levantava-se de um pulo da mesa onde estava e começava a caminhar para as portas do Salão Principal, pelo canto dos olhos percebeu a palidez que havia no rosto de Alvo Dumbledore enquanto ele também se levantava e caminhava apressado para onde o moreno já se dirigia, mas Harry simplesmente ignorou o diretor enquanto abria com força as portas de entrada e saía para os jardins da escola e observava exatamente o que ele esperava ver.


 


Isabel estava parada no meio dos jardins de Hogwarts, mas o que deixou Harry surpreso foi ver que havia dois comensais da morte desacordados junto com ela, um de cada lado de onde ela estava de pé ereta.


 


Por um momento Harry quis repreender a garota por ter atravessado as barreiras Anti-Aparatação daquela forma com duas pessoas de reboque, mas em seguida balançou a cabeça sem se importar com aquilo enquanto começava a caminhar em direção de Isabel ao mesmo tempo em que sentia que os outros professores e os estudantes de Hogwarts estavam saindo pelas portas de entrada para poderem ver o que estava acontecendo.


 


- Cuidado Harry! – a voz severa de Dumbledore chegou aos ouvidos do moreno de olhos verdes que parou e olhou por cima de seu ombro para o diretor.


 


- Cuidado você velho! – a resposta era fria e firme, o que deixou Dumbledore desconfortável, principalmente por saber que a maioria dos estudantes e professores de Hogwarts os estavam observando naquele exato momento.


 


Harry aproximou-se vagarosamente de Isabel enquanto a olhava de cima a baixo verificando com os olhos se ela não possuía nenhum ferimento, o moreno não encontrou nenhum sinal de que ela houvesse sido atingida por qualquer feitiço recentemente, mas ainda assim não gostou de ver aquelas roupas esfarrapadas no corpo da garota, algo que ele pretendia mudar muito em breve, quando chegou a cerca de dois metros de Isabel o moreno parou enquanto a olhava diretamente nos olhos negros da Princesa Negra.


 


- Olá Isabel! – murmurou Harry em tom baixo enquanto a observava atentamente, o moreno percebeu a fadiga na expressão do bonito rosto dela, mas ela era orgulhosa mesmo não sabendo e o moreno não a constrangeu mencionando que ela provavelmente não agüentaria nem mesmo um minuto em um duelo com ele.


 


- Potter! – o sussurro sombrio da garota ecoou pelos jardins do castelo e de alguma maneira todos os presentes puderam ouvir a voz dela e chocaram-se com esse fato.


 


- Vejo que você decidiu aceitar minha proposta. – disse Harry em tom suave olhando de relance para o bolso da calça jeans da garota onde ele sentia que uma das horcruxes do Lorde das Trevas estava, mesmo que o objeto onde ela provavelmente escondera a cobra Nagini estivesse com um feitiço que ocultava a magia negra que ela possuía o moreno era capaz de sentir, era como se seu corpo todo reagisse a mera presença de Voldemort.


 


- O que você me oferece exatamente? – perguntou Isabel em tom de voz impassível, mesmo sabendo que não poderia pedir muito naquela altura do campeonato, ela já era considerada uma traidora entre os comensais da morte e se voltasse para eles Voldemort a trancaria em uma cela e a deixaria dopada até que o momento chegasse.


 


- Uma nova vida. – respondeu Harry com seriedade enquanto olhava para Isabel com tanta intensidade que a menina precisou desviar levemente os olhos dos dele, mas em seguida voltou a prestar atenção nas palavras dele. – Eu lhe ofereço tudo desde que você lute ao meu lado contra Voldemort e seus aliados. Você não me pertencerá, poderá fazer suas próprias escolhas e decidir seu destino, mas será minha aliada...


 


Isabel apenas encarou diretamente os olhos verdes do moreno a sua frente, sentia a sinceridade que vinha dele, instintivamente sabia que poderia confiar nele, não se perguntou porque sentia aquilo, mas simplesmente sabia que ele não a enganaria e principalmente, não a trairia.


 


Desviando os olhos de Harry Potter, Isabel olhou para as costas dele e pode observar os outros alunos da escola observando a ela e o moreno de maneira atenta, mas ela concentrou-se nos bruxos mais velhos, reconheceu um dos comensais da morte de Voldemort que estava olhando chocado para o que acontecia a sua frente, mas a atenção de Isabel voltou-se para o tal diretor da escola, o bruxo que ela surrara na semana anterior, ele parecia simplesmente não acreditar no que via e no que estava ouvindo, afinal a conversa dela e do moreno ecoava pelos jardins.


 


Em seguida Isabel olhou novamente para Harry Potter, ele permanecia observando-a seriamente e com intensidade, apenas aguardando pacientemente sua resposta, embora ela própria soubesse que não tinha mais escolha do que simplesmente aceitar o que ele estava lhe oferecendo que era inclusive mais do que ela própria havia esperado.


 


Com uma resolução súbita Isabel soube o que deveria fazer, Harry havia feito sua proposta a ela e em momento algum ele havia lhe exigido sua submissão, o que daria a ele poder sobre ela para sempre, mas os instintos de Isabel lhe diziam que ela deveria fazer um juramento para ele e de repente ela ajoelhou-se no chão enquanto as palavras jorraram dos lábios de Isabel, um juramento antigo e poderoso que não tinha volta, um juramento que Isabel nem mesmo conhecia, mas que fluía através de seus lábios como se ela sempre houvesse sabido aquelas palavras.


 


- A partir de agora eu pertenço a ti, sou tua desde o início de minha vida. Minha alma, meu corpo e minha vida te pertencem para você fazer o que quiser com elas... – a voz de Isabel era baixa e calma, mas mesmo assim revelava o poder que aquele juramento possuía, o moreno de olhos verdes ficou sem reação por um segundo ao ouvir as palavras saindo da boca de Isabel, afinal aquele juramento era antigo e poderoso, não havia como ser contornado ou desfeito. – Serei sua até o final dos tempos e cumprirei por livre vontade e escolha todas as suas ordens e desejos.


 


Uma luz prateada brilhou em volta de Isabel a envolvendo como se fosse uma espécie de aura e em seguida disparou para o corpo de Harry atingindo-o no peito, a luz prateada penetrou no peito do moreno e em seguida desapareceu.


 


- Por sua própria escolha você decidiu seu futuro e seu destino, agora você me pertence. – disse Harry em tom frio e poderoso. – A partir de agora você é minha, cumprirá a todos os meus desejos não importando quais sejam eles. Sua vida como Princesa Negra terminou, agora você faz parte do que acontecerá a este mundo. Você é minha.


 


Em seguida Harry estendeu sua mão direita a Isabel que a aceitou, então o moreno a ajudou a se levantar até que ficaram frente a frente, Harry sorriu levemente para a garota que retribuiu antes que ele se afastasse.


 


- Posso ver Nagini? – perguntou Harry em tom baixo para que apenas Isabel ouvisse suas palavras e em seguida ele observou como a garota retirava uma pequena caixinha do interior do bolso de sua calça jeans, Harry observou atentamente o objeto e sorriu antes de guardá-lo no interior de suas vestes. – Muito inteligente, Isabel. E quanto a eles?


 


- Um bônus. – murmurou a garota olhando para os dois comensais da morte que ainda estavam inconscientes.


 


- Obrigado. – respondeu Harry antes de se ajoelhar próximo ao primeiro comensal da morte e com um feitiço mudo o despertou, mas no momento em que o pobre homem abriu seus olhos teve a mente brutalmente invadida, o moreno penetrou nos pensamentos do comensal sem nenhum cuidado e em poucos segundos visualizou todas as lembranças e pensamentos que o comensal possuía, então o deixou de lado enquanto se virava para o outro comensal e fazia o mesmo processo com ele, em poucos minutos o moreno descobriu tudo o que os dois comensais da morte sabiam, incluindo os novos aliados que o Lorde das Trevas havia adquirido a poucos dias, bem como ao plano de ataque ao Ministério da Magia que ocorreria em breve.


 


Quando Harry largou o segundo comensal da morte no chão ele prestou atenção no estado em que os dois haviam ficado, eles encontravam-se completamente dementes, o moreno sabia que havia praticamente destruído a mente de ambos, mas realmente não se importava com o que acontecia com os vermes que seguiam Voldemort.


 


- O que acontece agora? – perguntou Isabel em tom curioso olhando para Harry, ela havia meramente observado enquanto ele invadia a mente dos dois comensais da morte.


 


- Primeiro eu vou ter de explicar sua presença dentro de Hogwarts, prefiro manter você perto de mim onde eu possa auxiliá-la no que for necessário do que deixar você sozinha em algum lugar qualquer... – disse Harry em tom calmo enquanto se aproximava de Isabel e em seguida sorria para a garota, naquele momento o moreno pegou uma pedra no chão do jardim do castelo. – Vou fazer uma chave de portal que vai levar você até uma sala especial, lá você ficará confortável enquanto eu providencio algumas coisas para você...


 


- Ok. – disse Isabel em tom simples e baixo enquanto via o moreno murmurar o feitiço em tom baixo e a pedra brilhava em um tom azulado.


 


- Te encontro daqui a pouco. – disse Harry entregando a chave de portal para Isabel que a segurou e em poucos segundos um brilho rodeou o objeto antes de Isabel simplesmente desaparecer dos terrenos da escola.


 


Harry virou-se e começou a caminhar em direção as portas do castelo sabendo muito bem que haveria muitas perguntas sobre o que havia acontecido, mas antes que ele batesse de frente com Dumbledore e os outros professores ele precisava pegar os papéis que ele encomendara com certas pessoas, afinal pagara muito dinheiro para conseguir que o nome de Isabel ficasse limpo, por isso ignorou os chamados de Dumbledore e dos amigos enquanto entrava pelas portas de entrada do castelo e em seguida se apressava a andar pelos corredores entrando por passagens secretas e fazendo com que fosse impossível que alguém o seguisse.


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Sábado. – 21h01min. – Jardins de Hogwarts.


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Os estudantes e professores ficaram o tempo todo apenas observando a conversa entre Harry Potter e ninguém menos do que a temida Princesa Negra, mas diferente do que todos eles pensaram a princípio a garota não atacara o grifinório, muito pelo contrário, os dois pareciam travar uma conversa mais do que amigável.


 


Eles conseguiram ouvir poucas das palavras que os dois trocaram nos jardins, mas nada deixou a todos eles tão chocados como o momento em que a terrível serva do Lorde das Trevas simplesmente ajoelhou-se perante Harry Potter e começou a falar algo em voz baixa para ele, em seguida a luz prateada que envolveu a garota e entrou no corpo do moreno de olhos verdes deixou a todos ainda mais estupefatos.


 


Ninguém sabia o que dizer perante o que viam, parecia que eles estavam chegando a alguma espécie de acordo e pelo pouco que conseguiram ouvir da boca de Harry Potter e da Princesa Negra puderam perceber que a garota estava desertando dos comensais da morte.


 


Durante todo aquele acontecimento os dois pareciam simplesmente ignorar os corpos dos dois comensais da morte que pareciam mortos ou no mínimo inconscientes, mas assim que a Princesa Negra levantou-se do chão Harry Potter aproximou-se dos comensais da morte e pareceu observar atentamente o encapuzado, primeiro um e depois o outro, isso não levou mais do que alguns instantes e praticamente ninguém entendeu o que estava acontecendo, muito menos quando o Potter simplesmente largou os comensais no mesmo lugar como se eles não fossem nada mais do que insetos, em seguida ele pegou uma pedra do chão e ninguém mais percebeu o que ele fez.


 


Apenas quando o brilho azulado indicou a ativação de uma chave de portal e a Princesa Negra simplesmente desapareceu dos terrenos da escola foi que os professores perceberam o que Harry Potter fizera com a pedra que pegara no chão do jardim, em seguida o moreno da grifinória atravessou os jardins e adentrou as portas do castelo sem olhar ou falar com ninguém, Alvo Dumbledore mesmo chocado indicou o garoto para Severus Snape que entendendo a deixa correu imediatamente atrás do garoto para segui-lo, mas depois de alguns corredores o professor simplesmente bufou irritado ao perceber que havia perdido o garoto de vista.


 


Nos jardins todos ainda encontravam-se bastante pensativos com o que acontecera, principalmente os professores que conversavam entre si e em voz baixa, todos eles tentando entender exatamente o que havia acontecido naquele local, Dumbledore estava com o cenho franzido tentando perceber e o que ele entendera de tudo aquilo era mesmo verdade ou se ele havia imaginado que a Princesa Negra havia jurado fidelidade ao Potter, pois ao contrário dos outros ele reconhecera a luz prateada que emanara da menina e chocara-se com o corpo do Potter, aquilo era um selo de juramento, algo assim ligava uma alma a outra eternamente e ele não conhecia ninguém insano o bastante para se submeter assim a outra pessoa, pois quem tivesse controle sobre o outro poderia fazer tudo o que desejasse com essa pessoa, desde ordens simples como também transformar a pessoa em um escravo sexual ou qualquer coisa parecida com isso.


 


Os estudantes cochichavam entre si sem saber exatamente o que havia acontecido ali nos jardins, alguns sussurravam aterrorizados que o Potter havia recebido uma proposta direta do Lorde das Trevas e a aceitara para se aliar as trevas.


 


Alheio a todos os murmúrios dos estudantes a sua volta, Ryan Cooper apenas observava a reação de Alvo Dumbledore, naquele momento o corvinal mal conseguiu disfarçar seu ódio pelo velho, mas ele sabia que precisava ir com calma, como Harry dissera ele não podia ser precipitado, mas riu levemente ao ouvir os absurdos que circulavam entre os estudantes naquele momento, embora os sonserinos que estavam ligados aos comensais da morte por parentes estivessem mais sérios e carrancudos do que o normal.


 


Ryan desviou seus olhos para os amigos de Harry, o grupo estava um pouco afastado dos outros alunos e eles conversavam em voz baixa, sorrateiro o corvinal atravessou a multidão em silêncio e colocou-se logo ao lado de Neville Longbottom e passou a prestar atenção ao que eles falavam, que como ele previra referia-se a Princesa Negra.


 


- Acho que ficou muito claro o que aconteceu ali, Ronald. – disse Hermione em tom sério olhando para o ruivo.


 


- Ah, qual é, Mione! – exclamou o ruivo incrédulo com o que havia ouvido de Hermione, ele achava tudo aquilo um absurdo. – Você acha mesmo que um cara como o Harry se aliaria a cadelinha de Você-Sabe-Quem?


 


- Eu não chamaria aquela garota dessa maneira Weasley, você pode acordar sem algumas partes do seu corpo. – Ryan disse em tom divertido fazendo com que Neville pulasse de susto ao perceber o corvinal logo ao lado dele, os outros também se viraram surpresos pela presença do garoto, afinal nenhum deles percebera a aproximação dele.


 


- Isso é alguma ameaça? – perguntou Rony levando instintivamente a mão a sua varinha enquanto olhava de maneira ameaçadora para o moreno.


 


- Não da minha parte Weasley, mas se o que eu vi for realmente o que eu penso, então seria melhor você moderar seu linguajar na frente do Harry ou então... – o corvinal não terminou a frase e deixou ela pendendo no ar, o que causou um arrepio gelado em Rony.


 


- O que você quer dizer com isso? – perguntou Gina em tom curioso olhando para o corvinal de maneira levemente interessada.


 


- Se querem entender perguntem ao Harry, se ele achar que vocês devem saber então ele irá contar. – respondeu Ryan no momento em que a voz de Dumbledore soou magicamente ampliada pelo Feitiço Sonorus.


 


- Atenção estudantes, voltem imediatamente para o interior do castelo e então vão para seus salões comunais... – a voz do diretor estava mais fria e séria do que o normal, o que fez os alunos ficarem surpreso e obedecerem imediatamente.


 


Aos poucos os alunos foram entrando no castelo e se encaminhando para suas salas comunais, mas um grupo de alunos estava cheio de perguntas em suas cabeças, perguntas que eles poderiam fazer no dia seguinte assim que se reunissem com Harry.


 


Nos jardins do castelo o diretor permaneceu observando conforme os estudantes entravam pelas portas de entrada de maneira lenta e vagarosa, mas quando os últimos alunos entraram no castelo o diretor virou-se e foi em direção de Sirius e Remus que haviam ido verificar o estado dos dois comensais da morte que naquele momento estavam deitados de costas.


 


- Porque vocês não os amarraram? – perguntou Dumbledore em tom sério olhando para Sirius Black e Remus Lupin.


 


- Porque não será necessário, Dumbledore. – retrucou Sirius em tom frio enquanto olhava par ao diretor com os olhos estreitos. – Os dois comensais da morte estão com a mente destruída, são vegetais nesse momento.


 


Dumbledore franziu os olhos e em seguida abaixou-se ao lado dos comensais da morte e olhou primeiro para um e adentrou na mente dele encontrando apenas confusão e vazio, em seguida fez o mesmo com o outro comensal da morte e encontrou as mesmas imagens disformes e confusas da mente do primeiro.


 


- Alguém usou legilimência de maneira brutal nesses dois, provavelmente Harry Potter. – comentou Dumbledore em tom vago no momento em que se levantava.


 


- Não podemos ter certeza de que foi o Harry, eles já podem ter vindo dessa maneira. – disse Remus em tom sério enquanto analisava os dois comensais da morte.


 


- Você sabe que foi ele Remus. – disse Dumbledore em tom incrédulo enquanto olhava para o lobisomem que apenas deu de ombros.


 


- Só estou dizendo que não podemos provar que foi ele que fez isso. – disse Remus em tom de voz indiferente.


 


- Isso não importa, são dois comensais a menos para nos preocuparmos. – disse Sirius com frieza enquanto sacava sua varinha e murmurava o Feitiço do Patrono, logo em sua frente surgiu um enorme cão que parou a sua frente, então Sirius murmurou a mensagem. – Mensagem para o Chefe dos Aurores. “Envie dois aurores para Hogwarts imediatamente, temos dois comensais da morte em estado catatônico, eles foram trazidos pela Princesa Negra.”


 


No momento seguinte o cão prateado saiu correndo pelos jardins e desapareceu em uma colina próxima, Sirius sabia que em poucos minutos a mensagem já estaria em Londres, portanto não demoraria muito para os aurores chegarem e levarem os corpos daqueles comensais da morte, eram corpos porque aqueles dois não passavam de casacas vazias.


 


- Acho que o Senhor Potter precisará nos responder algumas perguntas. – comentou Dumbledore em voz baixa enquanto ele e os outros professores esperavam pela chegada dos aurores, naquele momento Severus Snape atravessou as portas de entrada e se aproximou de onde o diretor e os professores estavam. - E então, Severus?


 


- Não consegui alcançá-lo. – disse Snape em tom baixo e frio, o que provocou uma leve risada em Sirius, mas o animago conseguiu disfarçar levando sua mão direita a boca.


 


- Não tem problema, Severus, amanhã conversaremos com Harry. – disse Dumbledore em tom baixo e decidido, o que fez Sirius e Remus arquearem as sobrancelhas ao perceberem o tom de voz utilizado pelo diretor, como se aquilo fosse acontecer por bem ou por mal, Snape e Silvia também se entreolharam sabendo que aquela situação não terminaria de maneira agradável, pelo menos não para o diretor de Hogwarts.


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


N/A: Bom galera, o capitulo ficou um pouco menor do que eu previa, mas se eu não postasse assim eu demoraria pelo menos mais uma semana para completar, então ele vai ficar dessa maneira, um pouco curto, mas no próximo eu prometo que será maior. Abraços.


 


Agradecimentos especiais:


 


Kaos StoneHange: Cara, desculpe a demora para postar, mas eu estava um pouco desmotivado com a fic, na verdade com todas elas, mas tem algumas que as idéias fluem mais livremente do que outras, na verdade os comentários estão ficando cada vez menos e eu como autor acho que as pessoas não estão gostando e tudo mais, são poucos os que comentam mais regularmente, mas desistir da fic acho não.. Vou continuar postando, nem que seja um pouco mais lento. Abraços...


 


Curopapo: Bem vindo a fic.... Fico satisfeito de saber que você está gostando das minhas fics cara. O Harry é foda mesmo, mas ele ainda não demonstrou praticamente nada do que pode fazer, tipo com exceção da luta entre ele e Voldemort e contra a Isabel, mas de resto ainda vai rolar muita coisa... O Dumbie vai apanhar pra burro antes de morrer, não se preocupe. Abraços.


 


rhaorhao: Já percebi que você ultimamente está aparecendo em varias fics minha, fico feliz de estar agradando tanto assim, espero que continue... Quanto ao lance dos elfos, eu ainda não tenho tudo planejado, acho que a história vai rolando pela minha cabeça, então vamos ver no que vai dar... Abraços.


 


Carolzynha LF: Seja bem vinda a essa fic, fico feliz por você estar gostando... Eu prometo que vou me esforçar par apostar nessa novamente o mais rápido que der, não se preocupe que dessa vez não vai demorar tanto. Abraços.


 


Edna Marques: Fic atualizada, espero que me desculpe pela demora... Fico feliz por você achar a fic tao boa. Abraços.


 


Willian Itiho Amano: Capitulo postado cara, espero que goste. Abraços.


 


James V Potter: Fico feliz que tenha gostado do capitulo anterior cara.. A Reação furiosa do VOldie no próximo capitulo, infelizmente... Isabel vai estar com eles durante o treinamento, mas sinceramente, será que ela realmente precisará participar? Talvez sim não é mesmo, acho que o Harry conhece alguns feitiços que ela não sabe... Abraços cara.


 


Anderson potter: A Isabel vai ter mais poder sim, muito em breve na verdade... Sirius, Lupin e Ryan estarão envolvidos com o Harry com toda a certeza cara, a Isabel não brinca em serviço, fugiu e levou dois presentes para o Harry. Abraços.


 

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Comentários: 3

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Enviado por SAULO em 05/09/2014

Pelo jeito este autor morreu!!!

Nota: 5

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Enviado por Xexa em 23/07/2013

Estava a gostar tanto da historia é uma pena teres deixado de por novos capitulos

Nota: 5

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Enviado por Thali Soares em 31/07/2012

Gostei bastante da historia, pena que faz tempo que você não posta nenhum capitulo...
Estou lendo lendo todas as suas historias pois gostei do modo como você escreve, espero que você volte logo a postar mais capitulos.
Um abraço!

Nota: 5

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