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10. Capitulo 10


Fic: A Caricia do Vento. - Concluida - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A alça frágil da camisola escorregou do ombro ao toque dos dedos de Rony. Uma costura lateral se rasgou quando ele puxou para baixo o corpinho rendado para revelar a pujança dos seios. Pegou brutalmente o que estava mais próximo à sua mão, enquanto a camisola larga caía ao chão, aos pés dela.


 


- Rony, você está me machucando! - protestou Hermione, contra a massagem dolorosa no seu seio.


 


Ele parou e esmagou-lhe os dois seios contra seu peito, os pelos crespos arranhando a pele sensível dela.


 


Agarrou um punhado de cabelos castanhos, puxando-os pela raiz, até que Hermione arquejou. Os lábios estavam imóveis, vítimas fáceis para a boca brutal dele. Rony os tomou num beijo quente e úmido, ferindo a sua maciez. A castanha foi incapaz de repeli-lo quando a língua explorou todos os recantos da sua boca. Forçou-se a não resistir, e conseguiu corresponder debilmente às exigências ardentes dele.


 


Tomando Hermione no colo, Ronald carregou-a até a cama e deitou-a nas cobertas já dobradas. Ela respirava ofegantemente. Ele ficou parado diante dela, fitando seu corpo despido na cama. Hermione permanecia imóvel. Ficou olhando enquanto ele se despia, a mensagem transmitida para o seu cérebro num borrão irreal. Era um pesadelo, algo que estava acontecendo com outra pessoa, não com ela. Se fechasse os olhos, quem sabe acordaria e encontraria o Rony com quem pensara ter-se casado, ao invés desse estranho indiferente.


 


Baixou os cílios por uma fração de segundo, erguendo-os bruscamente quando a cama cedeu ao peso dele. Engoliu o grito abafado que subiu à sua garganta enquanto ele acomodava o corpo nu na cama ao seu lado, fechando uma das mãos sobre a saliência do seu seio.


 


Mordiscando brevemente o ombro branco, ele enterrou o rosto na curva do seu pescoço. Mas logo abandonou qualquer tentativa de excitar e estimular o desejo de Hermione. E as tentativas dela de fingir eram de dar pena. Estendeu os braços abertos acima da cabeça, enquanto ele se deitava sobre ela.


 


- Por favor - pediu, obstinadamente, recusando-se a suplicar -, seja meigo comigo.


 


Ele abriu à força as pernas dela para penetrá-la.


 


- Relaxe, porra. - ordenou, irritado.


 


Ao sentir a pontada lancinante de dor, Hermione começou a gritar, mas a boca dele cobriu a dela para abafar o som, até que ela mal podia respirar. Possuiu-a como um javali no cio, rolando para o lado quando ficou satisfeito.


 


Lágrimas de vergonha e de um estranho sentimento de degradação inundaram as faces dela, já úmidas pelas lágrimas iniciais de dor. Sentiu-se usada, "usada”, diminuída de alguma forma por um ato que deveria ter sido a consumação do amor deles.


 


Debilmente, a castanha tentou afastar-se do corpo masculino ao seu lado, mas os músculos trêmulos e doloridos não lhe obedeciam.


 


Apoiado num cotovelo instáveis, numa posição semi-sentada, Ronald olhou-a com um ar cinicamente divertido.


 


- Mas que diabo, por que está chorando?


 


Se tivesse sido bondoso para com ela, se tivesse dito uma só palavra de carinho para compensar o modo grosseiro e indiferente como a usara, Hermione poderia tê-lo perdoado. Poderia ter posto toda a culpa na grande quantidade de álcool que ingerira.


 


Ao invés disso, enxugou vivamente a umidade das faces com as costas da mão, o orgulho vindo à tona para disfarçar a necessidade de uma mão carinhosa, mesmo a de Rony.


 


- Por nada - retrucou Hermione.


- Ainda bem. - Ele virou-se para o outro lado. - Deus, estou cansado - murmurou, com um suspiro.


 


Dali a minutos, Rony roncava, a bebida finalmente fazendo efeito. Hermione desejou que o cansaço tivesse tomado conta dele mais cedo, antes. Saiu da cama, ignorando a ardência dolorosa da sua região genital. Sem ter consciência da nudez, foi até a janela do hotel que dava para a rua lá embaixo.


 


Havia gente nas calçadas, garotinhos pedindo esmola.


Hermione Jane Granger sempre se considerara uma realista. Jamais esperara ouvir pássaros cantando ou sinos tocando. Nunca pensara ter qualquer ilusão romântica sobre o amor. Agora, percebia que tinha.


 


Seu organismo estava chocado, suas emoções abaladas pelo conhecimento carnal de um homem, um homem que era seu marido. Hermione imaginara que sentiria dor e uma certa dose de desprazer, mas não esse nojo e rejeição que a varriam. O sexo não era uma união íntima de dois amantes. Era uma violação, um ato compulsório de subserviência à vontade de um homem.


 


Ronald Weasley a possuíra egoisticamente para o seu próprio prazer e satisfação. A pergunta mesquinha permanecia: teria sido por causa do porre que tomara? Seria diferente quando estivesse sóbrio? Quanto do nojo que ela sentia agora era uma reação exagerada a uma experiência traumática? E quanto era justificado! O frescor do ar noturno perpassou pela sua pele nua. A castanha afastou-se da janela, confusa e incerta.


 


A camisola transparente jazia no chão. A moça hesitou, depois apanhou-a e enfiou-a pela cabeça. Quem sabe na manhã seguinte a lembrança dessa experiência se abrandaria, e tudo ficaria bem de novo.

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