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1. Prólogo


Fic: Phantom - Requiem for the Phantom - Mais um cap novo on!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Já se sentiu como se estivesse indo direto para uma cova de leões? Já pensou que a sua vida está condenada? Já se imaginou morrendo de várias formas diferente? Bom, eu já! Cada vez que eu olhava para aquela marca em meu braço eu me lembrava do meu destino. Todas as vezes que eu pensava que a minha vida poderia ter um rumo diferente aquela marca me trazia novamente para a realidade. Aquela marca negra. Aquela que me aprisionava as minhas obrigações. Aquela que decidia o meu destino e me condenava. A mesma marca que deveria sempre se manter oculta. Sempre escondida, como prova da minha vergonha. Ela deveria ficar escondida como as marcas em meus pulsos.



Eu sempre quis saber como é sonhar. Sempre quis ter uma noite de sono na qual eu não acordasse suando frio e com medo. Eu sempre via as minhas companheiras de dormitório dormirem sossegadas. Tinha inveja de olhar para elas e ver suas pálpebras cerradas com a suavidade e leveza de um anjo. Todas tão angelicais, e tão julgadas também. Mas nada parecia afeta-las, o orgulho sonserino sempre falava mais alto, além é claro de seus milhões de galeões que estavam devidamente guardados em Gringotes. Todas vindas, assim como eu, de família rica e pura. A diferença entre mim e elas? Elas amam suas famílias, eu, bom eu odeio cada integrante da minha. Outra diferença é que, com exceção da Parkinson, nenhuma delas sabia ao certo o que estava acontecendo fora dos muros de Hogwart’s. Elas não tinham a menor idéia do inferno que estava sendo viver na Inglaterra e em alguns países da Europa, já que o Lord das Trevas estava sendo cada vez mais cruel e cada vez menos discreto em seus assassinatos e atentados. E isso me irritava cada vez mais.


Voldemort estava se infiltrando em Hogwart’s através dos alunos, principalmente através dos sonserinos, que como todos sempre julgaram, eram mais interessados nas artes das trevas. Mas essa não era bem a verdade. O que Voldemort não sabia era que na sonserina a maioria não passava de covardes procurando um jeito fácil de subir na vida. Claro, havia exceções, como eu e mais um certo grupo de quinze alunos. Mas nenhum de nós estava preparado para aquilo. Eu não estava preparada. Eu nunca iria imaginar que a minha missão se tornaria o motivo de estar a beira da morte, como agora. Eu nunca iria imaginar que a ferida em meu peito estava aberta justamente para impedir que os planos de meu mestre fossem concretizados. Eu nunca iria imaginar que eu morreria para que ele vivesse. Eu nunca iria imaginar que amaria alguém. Essa não é a minha história, mas sim a dele, e eu preciso que alguém me ouça agora, porque o sangue que está se esvaindo pelo meu peito não me dará muito tempo. Eu preciso que vocês saibam que ele não é o culpado por tudo isso, que ele não é o culpado pela minha morte e nem pela a de seus amigos, eu preciso que depois que eu me for, vocês o amem assim como eu o amo. Porque se ninguém entender o porque das atitudes dele a minha vida o sacrifício dele terá sido em vão. Por favor, me escutem, tentem esquecer os seus princípios por um momento, tentem não deixar que seu julgamento seja influenciado por princípios e preconceitos. Deixem que eu os leve pelo o meu mundo para que possam entender o que realmente essa guerra foi. Eu espero que após tudo isso, vocês possam respirar aliviados por terem a certeza que o mal foi vencido, mesmo que para isso sacrifícios tenham sido feitos. Meu nome é Scarlet Valentine e eu vou contar a vocês como que Harry Potter se tornou um ser extremamente poderoso e cruel. O final? Eu não sei, na realidade eu estou a beira da morte e não sei como será o desfecho disso tudo, mas eu sei no que eu acredito, mas me respondam uma coisa: A quem foi proibido ter sonhos, será permitido ter fé?

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