Hermione riu alegremente da visão de Snuffles, o enorme cão negro, também conhecido como um sinistro, latindo loucamente e correndo a toda velocidade depois de uma revoada de pombos muito brancos.
Ele era bonito, simples assim, não havia outra palavra para descrevê-lo. O pelo grosso, negro como ébano, e os tempestuosos olhos azuis, sem mencionar os dentes longos e afiados, língua surpreendentemente flexível...¹ Pare com isso! Ela brigou e riu, abaixando a cabeça e apertando os olhos. Ela ainda não conseguia parar de rir como o Cheshire Cat. ²
Ela se assustou, mas depois relaxou, quando Harry envolveu sua cintura em um abraço, enquanto Remus estendeu uma grande toalha de piquenique, colocando a comida sobre ela. O dia estava ensolarado e o céu estava perfeitamente azul, excelente para um piquenique. Sirius disse que seria assim, mas todos eles suspeitaram que ele só queria caçar uns pombos pelo parque.
Harry apertou seus braços ao redor dela e riu contra sua bochecha. “Você parece tão mais feliz ultimamente, Hermione”. Ele disse simplesmente enquanto assistiam Sirius correndo depois de outra revoada. “Você sabe, Ron é meu amigo, mas ele nunca será certo pra você. Ele é simples, com o emocional de uma colherinha, ele sempre foi. Mas eu sempre soube que você precisaria de mais, um homem de profundidade, de paixão.”
Hermione virou-se em seus braços e olhou para o homem alto, seus óculos estavam sentados confortavelmente na ponta do nariz e seu cabelo negro desgrenhado estava balançando com a brisa. “Harry,” ela disse calmamente, “Aonde você quer chegar?”
Ele riu maliciosamente, seus olhos verde-esmeralda faiscavam. “Eu não quero chegar a lugar algum, amor,” ele respondeu beijando a ponta do nariz dela. “Eu só quero que você saiba que eu te amo, e que eu sempre estarei aqui, ao seu lado, não importa o que aconteça.”
Hermione lhe deu um sorriso aguado, ela sempre se perguntou de que lado do abismo ele havia se sentado desde o rompimento com Ron, e agora ela sabia. Ron seria sempre amigo dele, mas Harry ficaria sempre na dele. “Obrigada”, ela disse.
“E...” Harry continuou, “não importa quem você tenha escolhido para estar com você,” os olhos dele cintilaram sobre Sirius e depois de volta para ela, “nunca pense que eu ficarei triste ou pensarei menos de você...”
“Há quanto tempo você sabe?” Hermione se jogou para trás e assobiou depois de perceber do que ele falava.
Harry sorriu, “Mais ou menos uma semana, um pouco mais, talvez.”
Hermione bufou e sentou, e ele sentou-se com ela. A sobrancelha de Harry levantada de preocupação. “Não é o que você está pensando, Harry.”
“Oh! Então você não está fazendo sexo inacreditavelmente bom com Almofadinhas?” Remus brincou com a voz divertida, rindo do grito escandalizado de Hermione. “Ah! Qual é, Mione? Eu já vi esse olhar antes, muitas vezes.” Mas, no momento em que o rosto de Hermione caiu, Remus tentou corrigir o erro. “Não, aquilo saiu errado. Eu quis dizer...”
“Esqueça,” Hermione disse suavemente, afastando o nó de decepção que aparecia. Um sorriso tocou seus lábios quando sentiu Harry dando uma cotovelada em Remus por trás dela, sabendo que eles estavam trocando palavras silenciosamente. “Vocês vão parar de falar de mim com os olhos pelas minhas costas?” Ela devolveu, e riu do absurdo que acabara de falar.
“Amor, Remus disse aquilo de forma errada...”
“Não, ele não disse.” Hermione disse calmamente, “É verdade. Veja, eu não sei o que o seu clubinho de costura decidiu que está acontecendo entre Sirius e eu, mas você está errado. Eu estava me sentindo...” ela tossiu, tentando encontrar as palavras adequadas, “Indesejável, depois do rompimento com Ron.” Ela riu amargamente, “Não que eu tenha me sentido tão desejável com Ron. Mas a verdade é que eu precisava sentir que eu ainda era uma mulher e, bem, quem melhor para fazer isso que Sirius? É só um caso, só durante o verão. Então, pare de procurar pelo 'romance do século', porque você não vai encontrar isso aqui. Eu sou uma nerd, um rato de biblioteca em uma looooonga linhagem de mulheres.”
Ela sentiu Remus e Harry olhando um para o outro, ambos incrédulos. Os dois suspiraram quando começaram a rir, ruidosamente. “Eu não preciso disso”, ela murmurou e foi se levantar, com reais intenções de ir batendo os pés todo o caminho para casa. Mas ela foi puxada de volta pelos dois homens. “O que é?”
Harry serpenteou seu braço ao redor da cintura dela e afastou uma mecha de cabelo para atrás da orelha. “Você não tem ideia do quanto você é linda, não é?”, ele murmurou.
Remus afagou carinhosamente a curva entre o pescoço e o ombro de Hermione. “Merlin, Hermione, eu daria tudo para que você olhasse para mim do jeito que você olha para ele. Se eu soubesse que você...” ele deixou a frase suspensa, mas não havia como confundir o desejo em sua voz, e a respiração dela ficou presa na garganta, muito consciente do quão perto eles estavam.
Ela olhou para Snuffles e tentou não suspirar quando ele se transformou no bruxo alto e carismático de quem ela se aproximara bastante nas últimas semanas. Ele parecia uma perdição naqueles jeans apertados e naquela camisa branca semi-aberta e com as mangas enroladas até os cotovelos. Seus olhos cruzaram com os dela e um sorriso lento passou por seus lábios cheios, seus olhos aquecendo, mantendo-a cativa, fazendo-a sentir-se leve e seu coração palpitar.
“Olha aí,” Remus murmurou com a voz rouca. “Eu posso nomear dez homens que dançariam com um dementador de boa vontade para que você olhasse para eles desse jeito, querida.”
“Eu não sou uma garota boba, Remus. Eu já sei como essa coisa vai funcionar.” Ela lambeu os lábios, sentindo os olhos piscarem enquanto assistia ao bruxo de cabelos negros se aproximar. “E não vai ser como naquele romance da Jane Austen que você tem lido. Então, me deixa.”
Remus se inclinou para mais perto, passando um braço ao redor dos ombros dela e sorrindo para Sirius, cujos olhos estreitaram-se para os dois. “Você acha que eu vou me ater ao jeito como você olha para ele?”
Hermione olhou para ele com os olhos cheios de confusão. Ela estava para começar a elaborar a situação quando Sirius caiu na toalha. “Tudo bem com vocês três?” Ele perguntou, olhos estreitos mirando os dois homens abraçando Hermione enquanto ele agarrava uma garrafa de água na cesta e bebia. Hermione mordeu o lábio para a maneira como a garganta dele pulsava a cada gole, seguido por uma única gota de água que escapava para seu queixo mal barbeado.
“Com certeza, Almofadinhas, só estamos deixando essa adorável dama saber o quão maravilhosa ela é”, Remus disse, rindo presunçosamente do jeito que os olhos de Sirius estreitaram-se mais, se é que isso era possível.
Hermione corou e se afastou, rindo quando Harry beijou sua bochecha calorosamente.
“É isso mesmo?” Sirius perguntou sombriamente sem olhar para Hermione, mas encarando seu velho amigo, que apenas levantou uma sobrancelha em desafio.
Harry assentiu com a cabeça e deu mais uma apertada nela. “Ron foi uma peste e Hermione é uma gatinha,” ele disse e riu, “Mas teimosa pra caralho.”
Hermione bufou e se esquivou. “Eu não sou!” Ela resmungou cruzando os braços infantilmente. “Além disso, se eu não fosse tão turrona, você teria sido expulso depois do terceiro ano e Sirius ainda estaria naquele véu.”
“E é isso que nós amamos em você, Hermione”, Remus riu. “Meu Deus, eu acho que você gostava do Sirius menos ainda do que a Lily gostava, mas você nunca desistia, mesmo quando nós tínhamos perdido todas as nossas esperanças.”
E, então, Sirius olhou para cima. “Você não gostava de mim?”, ele disse calmamente, com olhar de cachorro que caiu da mudança, fazendo com que ela tivesse vontade de aninhá-lo e beijá-lo ao mesmo tempo.
“Bem, você não exatamente gostava de mim também, Sirius”, ela disse com calma; seus olhos pedindo a ele que entendesse. “Ao menos eu tive o tato de guardar para mim mesma. Você me chamava de CDF, de sabe tudo, e dizia que eu queria impedir Harry de se divertir,” ela riu amargamente e olhou para baixo. “Eu me lembro de pensar que você falava como Severus.”
Sirius ficou de pé, ultrajado pela última frase dela. Ele levantou a mão em réplica e, mais uma vez, incapaz de pensar em algo apropriado, rapidamente transformou-se em cachorro e voltou a caçar pombos.
Hermione riu, cobrindo o rosto com a mão; ele era muito sexy quando estava zangado. “Eu achei que ia sair vapor das orelhas dele”, ela sacudiu a cabeça, “Agora, olhem, eu não sei em que conto de fadas vocês querem me enfiar, mas está errado. Essa não é aquela história. Eu nunca seria irresponsável o suficiente para me apaixonar por Sirius Black, e ele simplesmente nunca se apaixonaria por mim. Logo, me deem um descanso.” Ela bufou novamente quando ambos os homens sorriram e pegaram outra garrafa de água na cesta.
~*~*~
Os quatro caminharam em silêncio pelo Beco Diagonal, Remus e Harry entre Sirius e Hermione, nenhum deles olhando ou falando com o outro. O constrangimento era tão grande que Hermione tinha certeza que podia usar o feitiço o Sectumsempra do Snape nele. Ela desviou um olhar para Sirius, bem a tempo de vê-lo olhando para uma ruiva alta e estonteante e riu. “Ah sim, garotos,” ela zombou silenciosamente, “Nós somos o típico casal Bennet e Darcy.”³
Eles continuaram e Hermione sentiu um calor, como se ela estivesse sendo observada. Ela se virou bem a tempo de ver Sirius desviar o olhar e sentiu suas bochechas enrubescerem. Ela rolou os olhos e continuou a caminhar. Porque diabos ele não podia simplesmente agir como um homem e falar com ela? “Ah sim,” ela se enraiveceu silenciosamente, “Por que isso seria a coisa madura a se fazer, e nós não podemos ter O Sirius Black agindo como um homem da sua idade.”
“Bem!” Remus bateu as mãos e andou em direção a eles. “Essa é a minha parada, senhores. Seus olhos pararam em Hermione e ele levantou sua mão e a beijou. “Senhorita, eu espero vê-la em breve.” Com uma última sobrancelha levantada, ele se virou e caminhou em direção à Travessa do Tranco.
Os três remanescentes caminharam silenciosamente, até que Harry de repente avistou a “Artigos de Qualidade para Quadribol” e deu um suspiro, que pareceu um grito de alívio, e cobriu a boca, em choque. Depois de um momento murmurando uma desculpa sobre precisar comprar uma vassoura nova, apertou a bochecha de Hermione antes de sair correndo.
As pessoas passavam enquanto Hermione e Sirius estavam frente a frente, porém ambos olhavam para os próprios pés, nenhum queria ser o primeiro a começar. Quando começaram a falar os dois deixaram escapar a mesma coisa, “Eu sinto muito, eu...” ela sinalizou para ele começar.
Sirius se aproximou e colocou as mãos nos ombros dela, “Eu sinto muito por ter te chamado de CDF.” Ele disse, parecendo triste e envergonhado de sua atitude em relação à Hermione quando mais nova.
Ela sorriu e cobriu as mãos dele com as dela. “Sinto muito por ter te chamado de imaturo e irresponsável”.
Sirius acariciou a bochecha dela com seu polegar e se aproximou um pouco mais. “E aquela observação em relação ao Ranhoso?”
“Ah, não. Eu me referia àquilo”, ela brincou e riu da maneira como o seu rosto se escureceu e seus olhos estreitaram-se. O sorriso radiante de Hermione voltava enquanto ela penteava com os dedos uma mecha de cabelo que estava no rosto de Sirius, que mordeu o polegar dela, fazendo beicinho. “Você sabia que você fica linda quando está com raiva?” Ela gemeu quando ele passou os braços ao redor dela e a puxou para junto de si, antes de, habilmente, deslizá-los para o beco mais próximo e prensá-la contra a parede de pedra.
“Vai ser mais fácil partir depois que nós terminarmos esse 'acordo', se você me odiar?” ele rosnou asperamente em seu ouvido, com a voz um pouco partida. “Você vai simplesmente partir e esquecer tudo o que aconteceu nessas últimas semanas?” Hermione olhou para cima, chocada pela emoção crua em sua voz rouca. Seu estômago virou e ela tremeu. Será possível que... Não, é claro que não, mas…
“Sirius?” A voz de Hermione tremeu e ela se sentiu confusa pelas emoções movendo-se pelo rosto bonito dele. Por que ele não podia dizer? Dizer o que ele queria dela, dessa...
Mas antes que ela pudesse fazer a pergunta, Sirius tomou a boca dela em um beijo apaixonado, que fez com que sua cabeça parecesse leve. Ele era amaldiçoadamente bom naquilo. Ele enfiou as mãos atrás dos joelhos dela e a levantou sem esforço, então ela estava equilibrada contra a parece com as pernas entrelaçadas ao redor da cintura dele e sua saia levantada acima dos quadris. Os lábios dele continuavam a devorar os dela, mesmo enquanto suas mãos rasgaram a calcinha pequena e abriram seu cinto e calças.
“Mione?” Ele pediu, sua boca estava a quase um centímetro da dela, ambas abertas e ofegantes de desejo, “Me diga que você não vai esquecer.”
Ela sorriu, ofegando ao sentir o pau duro tão próximo de sua entrada quente e úmida, ela podia sentir seu baixo ventre implorando por ele. “Nunca, eu nunca vou esquecer do que você me faz sentir... Eu...” mas ela nunca terminou, suas palavras foram substituídas por um gemido estrangulado quando ele impulsionou-se dentro dela com força, gemendo com entusiasmo no ouvido dela.
Sirius a tomou com força, as investidas longas a faziam dar solavancos quase dolorosos contra a parede de pedra. Seu membro rígido bombeava repetidamente e impiedosamente, preenchendo e esticando seu corpo frágil, machucando-a e emocionando-a. Isso é o que ela queria o todo aquele tempo, o que ela sabia que Ron nunca poderia lhe dar. Paixão, força e controle – tão brutal e primitivo que só poderia vir de um homem como Sirius.
A boca dele costurava um caminho por sua garganta e ombros, apenas para refazer o caminho de volta e tomar sua boca novamente, o tempo todo, resmungando, gemendo, rosnando o prazer que ele obtinha do corpo dela. Amando a maneira como ela se arqueava contra ele e implorava por mais. E ele lhe deu mais, libertando a luxúria obscura que ele sempre conteve por não querer assustar ou machucar a mulher com quem transava.
Mas ela amou isso, quis mais e ele lhe deu, com um “Fuck, yes!” partido contra sua garganta, ele investiu com mais força e mais fundo, bebendo seu gemido de prazer e revelando a onda de liberdade que ele sentiu e, pela primeira vez, ele pôde entender aquelas primeiras respirações ofegantes que Aluado sempre tomava antes de se transformar, uivando para a lua cheia.
Os dedos de Hermione lutavam contra o muro enquanto seu corpo flutuava e o nó quente e apertado em sua barriga se apertou ainda mais. Ela sentiu as pontas dos dedos quebrando-se enquanto ela tentava agarrar-se à parede atrás dela. “Por Deus, Sirius, por favor,” ela implorou, tão perto de sua conclusão, mas ainda incapaz de alcançar. Ela o sentiu balançar-se mais firmemente contra a parede e levando a mão bem entre eles.
Hermione sentiu um sorriso largo contra sua bochecha no momento em que seus dedos experientes começaram a circular seu clitóris. “Goze para mim,” ele arfou contra seu ouvido, sua respiração quente soprando asperamente. “Goze pra mim, Brown-Eyes. Me deixa sentir essa sua boceta me apertando, baby. Nada mais doce – Minha bruxa…” E o mundo dela explodiu, estrelas vermelhas preencheram sua visão e seu corpo pulou e arqueou enquanto se perdia nas ondas que fluíam através dela, da cabeça aos pés.
Sirius conseguiu abafar o grito de Hermione com sua boca quente, o orgulho correndo por ele enquanto ele a sentia gozar em seus braços. E ele estava lá com ela, cavalgando seu clímax mesmo quando o seu próprio o sacudiu, seu próprio grito foi abafado na boca dela, chocado, enquanto dava tudo de si para ela quando nunca quis dar para outra.
Depois, eles ficaram ali parados, arfando por alguns momentos. “Você vai?” Hermione perguntou, sem ar. “Você vai me esquecer depois que eu for embora?”
Os olhos de Sirius fecharam quando seu queixo descansava no dela, e ele sabia a resposta. “Nunca. Eu nunca poderia esquecê-la, minha menina de olhos castanhos.” Ele se afastou com os olhos brilhando e com o sorriso largo. “Posso cantar a música?” e ele riu quando ela bateu em seu braço, rindo também.
Quase ao mesmo tempo, eles se deram conta de onde eles estavam, e olharam para ver as pessoas no fim do beco. Eles estava longe o suficiente para ficar fora de vista, a não ser que alguém realmente forçasse a visão. “Ah meu Deus!”, Hermione chiou com os olhos arregalados pelo o que eles tinham acabado de fazer.
Sirius riu e acariciou sua face e queixo. “Eu não sei o que você está fazendo comigo, Mione.” Ele murmurou, “Mas não ouse parar! Puta que pariu, Brown-Eyes, eu esqueci completamente de onde nós estávamos.”
“Você – você acha que alguém viu?” ela disse com a voz tremida.
“Nah! Se eles tivessem visto, estariam torcendo e jogando dinheiro” Ele disse, beijando sua linha do queixo.
“Você é tão mau.” Ela bateu nele de novo e deixou a cabeça cair sobre seu ombro, rindo, adorando o fato de ele estar rindo junto a ela, chovendo beijos em seus cabelos.
* * *
Notas
- Eu, às vezes, tenho a impressão de que a autora dessa fic é zoófila. Credo. Vale lembrar que essa fic é uma tradução.
- Cheshire Cat = Gato Maluco, do livro Alice no País das Maravilhas.
- Elisabeth Bennet e Mr. Darcy do romance “Orgulho e Preconceito” da Jane Austen. Um dos meus livros favoritos, se você nunca leu, não sabe o que está perdendo.
- Se alguém me perguntar que música é essa que ele quer cantar no final do capítulo, eu não sei. A autora não fala. Mas eu imaginei uma que tem mto a ver com esse capítulo. “Don’t you forget about me” do Simple Minds. Um “crássico” dos anos 80. http://letras.terra.com.br/simple-minds/559023/traducao.html
* * *
N/A: Eu poderia encher uma página inteira com explicações e pedidos de desculpas pela demora. Muitas e muitas coisas mesmo aconteceram que me fizeram atrasar esse capítulo. O final do ano foi uma correria louca para mim e quando eu finalmente tive tempo pra recomeçar a escrever o capítulo o PC estragou. Por sorte eu não perdi o que já tinha feito. Enfim... DESCULPAS!!! Não quero mais me atrasar tanto pra postar. Espero que tenham gostado desse capítulo.
Sinceros agradecimentos à beta reserva, Perséfone Black, que betou em 20 minutos só pra vocês terem o capítulo logo. Obrigada linda!
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N/B: Oi, Perséfone Black falando! Como é bom estar no msn e dar uma de beta reserva! Kkkkkkkk' Deus do céu, esperar esse tempo todo valeu muuuuuito a pena. Esse capítulo está magnífico! Vem cá, o Remus não quer dar uma passadinha aqui em casa, não? Kkkkkkkk' O Sirius já tem dona, né? Uashuahsuahushaush' Tradução perfeita, parabéns, amiga! Beijos!