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21. O sequestro


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 21


O sequestro


 


 


Hermione sentou-se em uma arquibancada improvisada. Ela observava de longe a conversa dos times. Percebeu quando Draco e Zabini ficaram mais para trás conversando. Ela não podia ouvir, mas parecia uma rápida discussão...


 


- Draco... Você vai mesmo deixar este pobretão do Weasley ficar de papo com sua garota?


 


- Não tem nada a ver, Blás.


 


- Se eu fosse você ficava de olho, hein?


 


- Pare de falar besteiras!


 


- Não estou falando besteira. Você sabe. Eles são grifinórios. Os dois se conhecem há quanto tempo? Desde o primeiro ano de Hogwarts, cara! Sem ofensas, mas sem dúvida ela perdeu a virgindade com este Weasley. Estas coisas marcam uma mulher.


 


Draco parou e segurou o braço de Zabini.


 


- Que quer dizer com isso, cara? Ela deixou claro para mim que eles não têm mais nada.


 


- Vai sonhando. Garotas como a Granger casam com o primeiro amor. Mas pode deixar que cuidarei dele para você. – A frase: garotas como a Granger casam com o primeiro amor  ecoou na mente de Draco e ele não ouviu o último comentário de seu amigo. Ele nunca havia parado para pensar nisso. Aquele sentimento que habitava seu peito era novo para ele. Mas, não para Hermione. Ela já havia sinceramente amado alguém. Alguém que ainda estava em sua vida. Draco apenas voltou a si quando fogos estouraram dando início ao jogo.


 


Hermione tentou, por alguns segundos, localizar o pomo de ouro. Tentativa inútil. Viu que Harry e Draco rondavam o céu observando qualquer movimento suspeito. A bola estava na posse de Gina, que com um rápido lance jogou a bola em direção às balizas acertando uma delas.


 


Gui pegou a bola e lançou diretamente para Carlinhos, mas um balaço mudou a direção da bola. Jorge sorriu para os irmãos no time adversário, enquanto Gina recuperava novamente a posse da bola e a lançava para marcar um gol. Dessa vez, Gui foi mais rápido e lançou novamente a bola para seu irmão que num lance marcou um gol para seu time.


 


Hermione torcia para os dois times, mas queria que Draco conseguisse apanhar o pomo. Lembrava-se dos jogos de Hogwarts e o quanto torcia contra. Agora queria compensar isso. Seus olhos desviaram para Ron que defendia a maior parte das goles.


 


A bola estava na posse de Ron quando ele lançou para Gina. Ela voava com perfeição dirigindo-se com rapidez em direção às balizas do time adversário. Os olhos de Hermione foram desviados pelos movimentos bruscos de Harry e Draco. Eles perseguiam algo invisível para Hermione, mas ela tinha certeza de que eles haviam encontrado o pomo. Jorge e Rony gritavam para Harry apressar-se em capturar. Gina lançou a bola, mas seu irmão estava atento à jogada e pegou a goles.


 


Harry e Draco aproximavam-se do pomo. A mão de ambos esticada. Porém, a perseguição foi interrompida por um barulho e um estridente grito de Hermione. Os dois apanhadores só viram o corpo de Rony caindo desacordado que não se chocou no chão, graças a um feitiço de levitação feito por Hermione. 


 


Todos voaram em direção ao chão. A cabeça de Rony possuía um grande corte. Sangrava muito. Jorge foi direto em direção ao Blás.


 


- Por que fez isso? Enlouqueceu?


 


Os outros irmãos também se juntaram. Gina tentava ajudar Hermione a estancar o sangue. Harry e Draco juntaram-se momentos depois à confusão.


 


- Gina, sem que sua mãe perceba, pegue tudo o que precisamos. – A ruiva ainda estava em choque ao ver o estado do irmão – Vá, Gina! Rápido! E vocês parem com esta gritaria! Pelo menos até eu estancar este sangue. Preciso de silêncio. Depois façam o que quiserem com este aí – disse apontando para Zabini. Draco aproximou-se de Hermione. – Saia daqui! Você sabia de tudo e não fez nada para impedir! – Os olhos dela cheios de lágrimas. Sua mão tocando o corpo já frio e ainda desacordado de Ron. Limpou os olhos e se concentrou. Não podia distrair-se agora. Todos estavam concentrados em Hermione e logo Gina chegou correndo trazendo poções curativas. Draco aproveitou e puxou Zabini para o canto:


 


- Por que fez isso?


 


- Foi sem querer, cara!


 


Draco olhou desconfiado, mas foram interrompidos por murmúrios de Ron. Aproximaram-se novamente, Hermione havia colocado delicadamente a cabeça dele sobre alguns panos que Gina havia trazido. O sangue já havia sido estancado, o corte foi fechado e a ruiva terminava de limpar o rosto do irmão. Hermione deitou-se ao lado de Ron quando ele começou a abrir os olhos. Ron sentia-se um pouco tonto e as imagens distorcidas. Aos poucos conseguiu focar sua visão e enxergar um par de olhos castanhos o fitando. Ele conhecia aquele olhar de preocupação:


 


- Acho que estou bem, Gatinha. – ele tentou se mexer.


 


- Não se mexa, por favor. Ainda não sabemos se houve algum ferimento interno. Precisa ir ao Hospital.


 


- Não fique assim... – ele falou tentando passar inutilmente calma à ex-namorada.


 


- Fico sim. Sabe que te amo, né?


 


- Sim, eu sei. Sabe que te amo também.


 


Draco ouvia tudo calado e extremamente irritado. Hermione levantou-se:


 


- Um de vocês pode acompanhá-lo ao Hospital? Estou esgotada...


 


- Sim, eu acompanho – falou Carlinhos


 


- Vou avisar a mamãe – completou Jorge. Todos começaram a dispersar, mas Harry ainda olhava irritado para Zabini e se aproximou.


 


- Por que fez isso, seu filho da puta?


 


- Calma, Harry – disse Gina.


 


- Foi sem querer! – exclamou o moreno.


 


- Não foi. – todos olharam para Hermione. – Eu vi os dois – e apontou para Draco e Blás – conversando antes do jogo começar. Pareciam estar discutindo alguma coisa.


 


- Hermione, não é nada disso... Você entendeu errado! – Draco disse aproximando-se da namorada.


 


- Acho melhor vocês irem embora... – Draco tentou se aproximar, mas foi impedido por Zabini.


 


- Vamos, cara. Eles que pensem o que acharem melhor. Sabemos da nossa inocência. – rapidamente os dois juntaram suas coisas e aparataram.


 


- Mione... – falou Gina.


 


- A culpa foi minha. Eu que insisti que viessem.


 


- Calma, amiga. Rony está bem. Deve ter sido um mal entendido. Malfoy não faria nada disso. – Gina falou consolando a amiga.


 


- Você acha que ele não teve nada a ver?


 


- Olha, Hermione, acho que o Malfoy já provou estar bem diferente.


 


A garota corroeu-se de culpa. Decidiu ir para sua casa, tomar um banho e esfriar a cabeça. Havia sido injusta com Draco, nem dera tempo de ouvir o que o loiro tinha a dizer. Aliás, ela nem devia ter desconfiado dele.


 


Chegou em sua casa e tentou distrair-se com outras coisas. Leitura, televisão, vinho, cerveja... Olhou o relógio: 23h48. Era tarde, mas precisava falar com ele. Aparatou em frente à mansão e tocou a campainha. Uma vez, duas, três... Até que um elfo abriu a porta e começou a dizer sem nem olhar quem era:


 


- É uma completa falta de educação atrapalhar o sono do meu senhor! Qu... Ah, senhorita Granger... Desculpe... Senhorita, aconteceu alguma coisa?


 


- Eu preciso falar com... – Ela foi interrompida pelo já conhecido mau humor de Draco.


 


- Mas, o que é isso? Quem ousa me perturbar essa hora? – O loiro agradeceu por ter com quem extravasar sua raiva.


 


- Desculpe aparecer tão tarde... – Hermione falou sem conseguir encarar Draco e este estancou. Não esperava Hermione.


 


- Entre. Deixe-nos a sós, Cody. – assim que o elfo saiu continuou – então...


 


- Vim aqui para me desculpar...


 


- Que merda, Hermione! Nada do que eu faça adianta, não é? Sempre serei o Malfoy de Hogwarts!


 


- Não... Acredito que tenha mudado!


 


- Acha que isso é fácil para mim? Ouvir que você ama o Weasley e ficar quieto? Só que eu fico! Não tive nada a ver com aquele balaço! Você nem quis me ouvir!


 


- Eu sei... Por isso estou aqui, Draco. Desculpa...


 


- Você nunca vai confiar totalmente em mim... E eu nem sei por que o idiota do Weasley fica te chamando de “gatinha”. – ele deixou seu corpo cair no sofá. Hermione se aproximou ajoelhando sob os pés do loiro.


 


- Claro que confio em você. E esse negócio de gatinha é uma brincadeira nossa... Não é uma cantada. Ninguém pode saber disso, ok?


 


- Saber do quê?


 


- Do que vou te contar... Lembra quando estávamos no segundo ano e a câmara secreta foi aberta?


 


- Sim e daí?


 


- Bom, daí que desconfiamos que você fosse o responsável...


 


- Eu?


 


- Sim... Então pensamos em um jeito de tentar descobrir. Precisávamos falar com você.


 


- Nunca que eu falaria com vocês...


 


- Pois é... Então eu tive uma ideia... A poção polissuco.


 


- Polissuco? Você estava no segundo ano... Nunca conseguiria fazer esta poção!


 


- Pois eu consegui. Harry e Ron foram disfarçados de Crabbe e Goyle. Eu também iria...


 


- Como? Vocês conversaram comigo? Fingindo serem outras pessoas? – ele levantou-se. Hermione foi atrás.


 


- Era outra época... Sabe disso. Os meninos conseguiram entrar com você no salão da Sonserina ouviram tudo o que tinha a dizer, mas nada que comprovasse que você era o responsável...


 


- Aonde você quer chegar?


 


- Bom... Eu também ia, mas ao invés de cabelo eu coloquei na poção um pêlo de gato... E aí... Bom,... Fiquei um tempo na enfermaria até que voltasse ao normal...


 


- Gato? Então vocês infringiram várias regras!


 


- Sim, mas estávamos querendo capturar o responsável...


 


- Eu falei para seus amigos que eu queria que você fosse morta...


 


- Sei disso, mas é passado. Tínhamos nossas desavenças.


 


- Ron te chama de “gatinha”...


 


- ... por causa desse episódio. Você pode me perdoar?


 


- Claro...


 


- Ainda estou brava com seu amigo.


 


- Ele garante que não foi por querer... Vem cá... Eu não conseguia dormir.


 


- Nem eu... – Ela o abraçou e depois se beijaram. Estavam sedentos de desejo.


 


Hermione começou a beijar o rosto de Draco e tirou rapidamente e camiseta que ele usava. Sentia o peito nu encostar contra o seu e então ela se desfez das próprias vestes.


 


- Estava com saudades...


 


- Eu também... Não consigo ficar sem você por muito tempo.


 


Os dois andaram até chocaram-se com uma mesa. Draco tirou sua calça. Ele estava excitado. Hermione sentia. Draco tinha urgência em tê-la. Ele a virou de forma possessiva, beijando as costas e passando as mãos por todo o corpo de sua namorada.


 


Hermione apoiava as mãos na mesa, gemendo pelo toque. Ela tentava se virar, mas ele não deixava. Draco deslizou seus dedos para a vagina de Hermione. Ela já estava molhada. Ele retirou e começou a tocá-la por cima da calcinha.


 


- Pare de me provocar, Draco.


 


- Quer realmente que eu pare?


 


- N-não... – Ela só conseguia gemer... Tinha dificuldade em articular palavras. Com força ela arrancou a única peça que o impedia de senti-la por completo. Enfiou dois dedos com força em Hermione, ela gemeu mais ainda. Chamava pelo nome dele.


 


- Peça...


 


- Draco...


 


- Peça,... O que você quer?


 


- Coloque seu pau dentro de mim... Faça-me sua...


 


Draco sorriu. Só o cheiro dela já o deixava louco. Sentir que ela estava molhada por causa dele, excitava-o mais ainda. Colocou seu pinto dentro dela. Segurou-a. Uma mão em cada seio. Puxava-a com força e desejo. Hermione mexia sua cintura acompanhando o movimento.


 


Ele gozou primeiro, sendo seguido por ela. Draco conjurou cobertas e deitaram no chão da sala.


- Desculpe meu ciúme... Estou fazendo o possível para controlá-lo.


 


- Desculpe por ter desconfiado de você... Isso nunca mais acontecerá.


 


Abraçados caíram num profundo sono.


 


Mais uma semana passou e Ron recuperou-se totalmente. Não precisou ficar internado, mas deveria tomar durante um tempo uma poção cicatrizante. Hermione teve uma semana corrida. Chegavam ao hospital bruxas e trouxas que sofriam graves acidentes. O tratamento dos trouxas era mais demorado já que precisavam de um bom feitiço de memória.


 


Draco também trabalhava muito. A encomenda de pedidos havia aumentado e seus dias de descanso eram ocupados com trabalho. Não pôde ver Hermione. Eles apenas se correspondiam por coruja. Mas ele teve uma ideia. Domingo de manhã iria até a casa da morena levando uma grande cesta de café da manhã.


 


Hermione trabalhou até tarde na sexta. Chegou em casa de madrugada e nem teve tempo de trocar de roupa. Caiu na cama e dormiu.


 


- EI, acorda dorminhoca...


 


- Draco?


 


- Não... Rony... Vamos Mione, já passou do meio dia!


 


Ela assustou com o horário e levantou rápido. Havia dormido muito, mas há muito tempo não sentia seu corpo realmente relaxado.


 


- O que faz aqui, Ron?


 


- Pensei que poderíamos almoçar juntos... Faz tempo que não curtimos um dia assim...


 


- Certo... Draco terá que trabalhar hoje...


 


Os dois então prepararam um almoço juntos. Bebiam vinho e conversavam. Hermione ria das aventuras românticas de seu amigo. Almoçaram, assistiram filme e pediram pizza para o jantar. Beberam mais uma garrafa de vinho  enquanto assistiam filmes.


 


Hermione foi para cama, cansada. Havia se divertido muito. Nem se lembrava da última vez que passou momentos tão agradáveis com seu amigo. Ron também foi deitar em seu quarto. Achava estranho dividir a cama com a amiga, agora que ela namorava. Tirou sua roupa, ficando apenas de cueca e dormiu.


 


Ron acordou assustado e percebeu que era a campainha tocando. Estava prestes a gritar para Hermione abrir, mas percebeu que o chuveiro estava sendo desligado. Ele, então, foi até a porta e viu Hermione surgir no corredor, ainda molhada, enrolada numa toalha branca.


 


- Pode deixar que eu abro. Quem é a essa hora? – perguntou abrindo a porta.


 


Draco segurava uma cesta com sucos e ouviu vozes lá dentro. Devia ser o rádio ou a tal da televisão ligado. Não estava preparado para o que viu. A voz masculina aumentava e Draco viu um ruivo vestindo apenas uma cueca abrir a porta da casa de SUA namorada.


 


Empurrou a porta com força e deparou com Hermione enrolada em uma toalha. Jogou a cesta no chão. Ele estava mais vermelho que o cabelo da família Weasley.


 


- Calma, Draco. Não é nada do que está pensando.


 


Ele foi na direção dela, tomado pela raiva. Ela afastou-se assustada.


 


- Ei, Malfoy, calma! – Ron tentou se aproximar, mas foi acertado por um soco no nariz.


 


- Não é o que estou pensando? O que eu deveria pensar, Granger? O que posso pensar se chego na casa da MINHA namorada domingo às oito horas da manhã e encontro seu amigo filho da puta usando apenas uma cueca e você enrolada em uma toalha?! – ele gritava enquanto avançava até ela. Hermione parou quando se encostou à parede. Os olhos dele estavam escuros.


 


- Sei o que parece... Ele apenas passou a noite aqui... Nem dormimos no mesmo quarto...


 


- Acho melhor você se acalmar, Malfoy...


 


Draco respirou fundo e Hermione intercedeu.


 


- Deixa que eu cuido dele, Ron. Vá embora.


 


Ele afastou-se da namorada sabendo que faria alguma besteira se continuasse tão perto. Estava tomado pelo ódio. Raiva. Aquele ciúme possessivo que não o deixava pensar.


 


- Só vou me trocar e já volto... – Ela virou-se quando viu o loiro bufar. – Que foi?


 


- Na frente daquele ruivo idiota você fica assim? Enrolada numa toalha branca.


 


Hermione fingiu que não ouviu e trocou-se rapidamente. Sabia que ele tinha razão... Não gostaria nada de encontrar uma mulher, ex-namorada, abrindo a porta da casa dele vestindo apenas roupas íntimas.


Chegou à sala e sentou-se ao lado dele no sofá.


 


- Está me traindo?


 


- Claro que não. Escute-me primeiro, antes de sair falando besteira. Você tem toda razão de estar assim. – Hermione disse de uma vez a última frase e ele a olhou surpresa. – Eu errei não avisando que Rony passaria a noite aqui. Só que... Para mim é difícil mudar certas coisas, mas é preciso. Namoro com você agora...


 


- Que merda, Hermione! Queria te fazer uma surpresa... - e olhou para cesta que agora jazia no chão – E quem recebe a surpresa sou eu! O que acha que senti quando vi o Weasley praticamente pelado abrindo a porta da sua casa?


 


- Não consigo nem imaginar... Espero que possa me perdoar. Conversarei com ele... Só entenda que é difícil para mim cortar relações com meus amigos. Passamos por muita coisa juntos.


 


- Não estou pedindo isso. Apenas quero que aceite que algumas coisas não podem continuar como eram. Não namora mais com o pobretão. Você é minha agora e é muito difícil ver a mulher que eu amo dividindo intimidades com outro homem. – Ele falou tudo muito rápido, mas Hermione ouviu algo que ele nunca tinha tido antes. Draco pareceu não perceber até que encarou os olhos dela e repassou as palavras que acabavam de sair de sua boca.


 


- Como? A mulher que você o quê?


 


- Que eu amo. Eu amo você, Hermione Granger. – Ela sorriu ao ouvir aquelas palavras... Pulou no colo dele, abraçando e beijando todo o rosto do namorado.


 


- Eu também te amo, meu loiro esquentadinho! Estou perdoada?


 


- Sim... Vamos tomar o café da manhã. Não sei você, mas estou morrendo de fome.


 


Arrumaram as coisas no chão mesmo, após se amarem loucamente. Naquele dia, Hermione mandou uma coruja para Ron, explicando que algumas coisas precisariam mudar no relacionamento deles.


 


A relação de Draco e Hermione estreitou-se ainda mais. Agora seus amigos, Harry e Ron, apareciam por lá apenas na presença de Draco. Muitos jantares aconteciam dividindo-se entre as várias casas. Zabini visitava Draco, mas o loiro evitava que seu amigo encontrasse com Hermione.


 


Os aurores estavam atolados em trabalho e não conseguiam prender nenhum suspeito. Os ataques não eram em grande escala, não apresentavam nenhuma linha de ataque aparente.


 


Draco já estava cansado de se reportar ao ministro. Ele não sabia de nada. Já fazia muito tempo que não havia recebido nenhuma convocação. E, por não ter a Marca, não sabia se ela ainda era usada.


 


No Hospital St Mungus, pacientes chegavam com doenças desconhecidas, trouxas sofrendo alucinações, bruxos que haviam perdido parentes,... 


 


Hermione chegou à sala de descanso e atirou-se sobre uma cadeira:


 


- Chega! Preciso de descanso! Os aurores não descobrem nada, Gina?


 


- Não, Mione... Sem pistas. Que tal marcarmos de beber uma cerveja hoje no Três Vassouras?


 


- Em plena quarta-feira?


 


- E por que não? Aposto que Harry e Ron toparão. Fale com Malfoy!


 


- Certo... Vou passar lá agora... – dizendo isso foi ao saguão de saída para aparatar. Chegou à casa do loiro e viu que estava uma correria por lá, também.


 


- Atrapalho? – Hermione perguntou aparecendo na sala de pesquisas. O sorriso de Draco respondeu.


 


- Que surpresa! – disse dando um beijo nela – Vamos ao meu escritório.


 


- Que tal tomar uma cerveja hoje?


 


- Com seus amigos?


 


- Sim... Só para relaxarmos um pouco. Que tal?


 


- Depois você dorme aqui? – ele disse puxando a morena para mais perto.


 


- Isso é uma chantagem? – perguntou sorrindo.


 


- Não... – respondeu com o típico sorriso irônico. – Pego você no Hospital às 19h.


 


- Certo. Agora preciso ir. – deu um beijo no namorado.


 


- Já?


 


- Sim... Vou passar em casa e pegar uma roupa. Não vou cheirando poção e hospital.


 


- Certo... A noite então a gente conversa melhor. – ele disse passando a língua pelos lábios da namorada. Ela passou a mão pela barriga até chegar ao pinto dele. Draco arrepiou-se com o toque. Mesmo por cima das vestes ela sabia deixa-lo maluco.


 


- A última coisa que quero fazer a noite é conversar com você. – Ela apertou com um pouco de força o membro já duro. – Até mais tarde.


 


- Você vai embora e me deixar assim?


 


- Vou... – Beijou rapidamente os lábios dele e aparatou.


 


Draco suspirou. Sentou em frente à sua escrivaninha para disfarçar seu estado e chamou Cody.


 


- Sim, meu senhor.


 


- Avise aos estagiários que farei meu almoço agora.


 


- Sim, meu senhor, mais alguma coisa senhor?


 


- Não, Cody...


 


A noite chegou rápida. Hermione tomou um banho e arrumou-se rapidamente no Hospital. Gina havia saído mais cedo. Draco a esperava com um pequeno pacote na mão.


 


- Oi, Draco.... Presente?


 


- Sim... Espero que goste... – Draco entregou o embrulho dando um beijo nos lábios da morena. Ela abriu o embrulho e viu uma delicada corrente de ouro branco com um pequeno pingente.


 


- É lindo! Como sabia que meu patrono é uma lontra? – disse Hermione segurando o pingente. Colocou a corrente, retirando a de coração que ganhara tanto tempo antes por Rony.


 


- Seus adoráveis amigos.


 


Eles aparataram e chegaram ao bar. Harry, Gina e Ron já ocupavam uma mesa ao fundo. Sentaram-se e começaram a falar sobre qualquer coisa que os distraísse das últimas notícias.


 


- Licença, pessoal... Preciso ir ao banheiro...- disse Gina. – Quer ir, Mione?


 


- Não, querida.


 


- Ok, eu não quero beber nada por enquanto... Quando eu voltar eu decido.


 


Estavam conversando alegremente quando Ron ficou mudo, olhando um ponto. Draco e Hermione estava de costas, então viraram para ver quem era. Draco falou:


 


- Olá, Blás. Tudo bem?


 


- Tudo.


 


- Resolveu aceitar meu convite e beber alguma coisa hoje?


 


- Não, Draco. Estou a trabalho. Vejo que realmente abraçou esta ideia de juntar-se à traidores do sangue.


 


- Cala a boca, Zabini! – disse Ron. Ele foi pegar sua varinha, mas Zabini foi


mais rápido e apontou sua varinha para Hermione.


 


- Nem pense nisso, Weasley.


 


- Calma aí, pessoal! – disse Draco.


 


- Você fez uma escolha, Draco. – Nesse momento vários homens encapuzados entraram com as varinhas em punho. Zabini ainda apontava para Hermione – Todos em pé. Agora!


 


As pessoas do bar foram todas imobilizadas. Gina estava saindo do banheiro quando percebeu uma movimentação estranha e se escondeu. Não sabiam da presença dela...


 


- Saiu sem sua namoradinha, Potter?  - perguntou um dos homens.


 


- Sim.


 


- Joguem as varinhas no chão. – disse a mesma voz sem rosto.


 


Blás aproximou-se de Hermione e disse:


 


- Você vem com a gente, sangue-ruim!


 


- Ela não vai a lugar nenhum, Blaise! Que porra está havendo? – ele puxou Hermione para perto de si.


 


- Meu amigo, você acha que tem escolha... – Com um aceno de cabeça um dos Comensais gritou:


 


- CRUCIUS! – o feitiço atingiu o peito de Rony que caiu no chão. Gina não sabia como atacar. Estavam em maior número e seus amigos, desarmados.


 


- Pare com isso, Blaise! – gritou Draco.


 


- Draco, meu amigo, deixe de besteira... Venha, Granger. – Hermione avançou em direção ao grupo, mas foi impedida pelo namorado.


 


- Eu já disse que ela não vai.


 


- E eu já disse que ela não tem escolha – com outro assentimento a maldição atingiu Harry. – Podemos continuar isso a noite inteira minha cara. Venha.


 


Draco tentou impedir mais uma vez. Ela soltou-se olhando para os amigos.


 


- Eu preciso ir... Não há escolha...


 


Blás agarrou o braço de Hermione e sem delicadeza nenhuma a puxou para si. Um barulho distraiu alguns Comensais, Gina lançava feitiços não-verbais e logo invocou as varinhas que estavam na posse de seus inimigos. Draco deu continuidade à batalha.


 


Blás havia saído levando Hermione, só poderiam aparatar do lado de fora. Draco o seguiu.


 


- BLÁS! Por quê?


 


- Porque eu nunca mudei. – ele segurava Hermione pelo braço. Assim que Draco apontou a varinha, o moreno colocou Hermione na sua frente como escudo. – Vamos, Draco... Una-se a nós...


 


- Eu mudei de lado há muito tempo.


 


Blás apontou a varinha para cabeça de Hermione.


- Solte-me agora, Zabini!


 


- Não faça nada, Blás... A questão é comigo... Solte-a!


 


- Agora a questão envolve a sangue-ruim também. – Hermione continuava gritando e ele lançou um feitiço para calá-la. Zabini apontou sua varinha novamente para Draco. – Como eu te disse uma vez... Ela é bem gostosinha. Na época de Hogwarts dividíamos garotas... – Zabini passou a língua pelo pescoço de Hermione que começou tremer mais ainda. Draco olhou para a namorada. Estava desesperado.


 


- Não ouse tocar nela, Zabini.


 


- Zabini? Sabe, Natasha tinha razão. Você não sabe valorizar as pessoas que te apóiam.


 


A porta do bar foi aberta e os três grifinórios apareceram, mas ficaram paralisados.


 


- Olha só, Granger. Fora o Potter... Falta só eu, para provar o seu sabor. Mas prefiro fazer isso com mais privacidade... – E num rápido floreio da varinha desapareceu.


 


- NÃOOOOOOOOOOO – gritou Draco! – Temos que ir atrás dele... Desgraçado! O tempo todo! – Ela lançava feitiços destruindo tudo o que via pela frente. Ron aproximou-se por trás.


 


- Nós vamos achá-la, Malfoy.


 


 


 

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