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8. Capitulo 8


Fic: A Caricia do Vento. - Concluida - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Quando o garçom retirou os pratos do jantar, Rony perguntou a Hermione:


 


- Quer um pouco de conhaque com o café?


- Não - recusou. E não pôde deixar de acrescentar, com voz tensa:


- Gostaria que não bebesse tanto, Rony.


- Não estou bêbado. - Os olhos se dilataram, com a censura. Depois, um sorriso de pretensa compreensão se espalhou por seu belo rosto. - Ah, é a nossa noite de núpcias. É isso que a está incomodando, não é? - perguntou com um leve ar de deboche. - Está preocupada que eu não vá dar no couro hoje, na cama?


Asseguro-lhe que nunca houve queixas a respeito, bêbado ou sóbrio.


 


A grosseria dele fez Hermione enrubescer de repulsa. Baixou os olhos para a mesa, detestando o que quer que fosse que estava transformando Rony num estranho.


 


- Rubores de donzela da minha noiva virginal. - Ronald riu.


- Rony, por favor! - sibilou Hermione, com raiva.


- Desculpe, meu amor - disse, dando de ombros. Mas não parecia arrependido.


 


O garçom voltou. Hermione quase soltou um suspiro alto quando Rony pediu a conta, ao invés do conhaque e do café. Novamente ele deu uma gorjeta exagerada, mostrando o maço de notas para todo mundo ver o seu gesto. A castanha tentou fingir que aquilo nada significava.


 


Quando voltaram ao quarto do hotel, Rony beijou-lhe o pescoço e sussurrou, roucamente:


 


- Creio que o tradicional é a noiva usar primeiro o banheiro... portanto, vá você na frente, minha bela.


 


A bagagem estava num descanso perto da porta do banheiro. Apanhando-a, Hermione hesitou. Não fora assim que imaginara a sua noite de núpcias. Ronald agia mais como um estranho do que como o seu amante, mas agora era tarde demais para arrependimentos.


 


Depois que saiu da banheira, retocou a maquilagem e afofou o cabelo castanhos. Havia somente uma camisola na mala. As mãos lhe tremeram quando a tirou da mala e enfiou-a pela cabeça. A camisola finíssima era ricamente bordada com renda no busto, duas alças finas sobre os ombros mantendo no lugar o véu transparente azul-turquesa.


 


Lutando contra a agitação no estômago, abriu a porta do banheiro e entrou no quarto. Hermione se deteve, petrificada, sem conseguir se mover. Ronald estava largado numa cadeira, uma garrafa de tequila numa das mãos e um copo na outra. Tirara o paletó e a gravata. A camisa estava semi-desabotoada, deixando ver um tufo de pelos ruivos. O olhar fixou-se na garrafa.


 


- Onde conseguiu isso? - indagou, sabendo que não havia bebida no quarto antes.


- Serviço de copa. - Rony fitava-a com olhos semi-cerrados, que ainda pareciam alerta. - Venha aqui - ordenou. - Quero olhá-la mais de perto.


 


Entorpecida, Hermione obedeceu, as pernas se mo vendo quase por si mesmas. A trinta centímetros da cadeira, parou e ficou imóvel para a inspeção. O olhar do marido moveu-se vagarosamente do rosto dela para os ombros nus, percorrendo o corpinho de renda da camisola até o vinco entre os seios, depois passando para as curvas cheias e empinadas, descendo para a fazenda finíssima que lhe envolvia a cintura, a barriga, os quadris.


 


- Vire-se - ordenou.


 


Novamente, Hermione obedeceu, o coração batendo como o de um coelho numa armadilha. A pele ao longo da espinha parecia arrepiar-se toda enquanto o olhar dele descia pelo seu corpo. Sentia-se como uma mercadoria que estivesse sendo inspecionada em busca de defeitos. Ouviu o barulho do copo e da garrafa sendo largados na mesa junto à cadeira.


 


- Nada mau - murmurou Ronald. Acariciou uma das nádegas arredondadas, e Hermione crispou-se ao seu toque. Não tinha nada da excitante magia anterior. - Não se preocupe. - Riu baixinho e virou-a para si. Pousou as mãos nos flancos dela, junto às costelas, esticando bem a renda fina do corpinho sobre o busto. - Ainda prefiro os seus lindos seios.


- Rony, não. - disse, com voz trêmula, nauseada pelo vinho e pela tequila que saturavam o hálito que atingia seu rosto.


 


Uma das mãos moveu-se até a ponta de um seio, onde um bico adormecido se delineava sob a renda.


 


Afastou o tecido e segurou a renda, enquanto Hermione arqueava os ombros, fugindo ao toque em seu seio.


 


- Este pedacinho de nada azul e sexy provavelmente custou uma fortuna - comentou o ruivo, negligentemente.


- Gosta da camisola? - perguntou Hermione, inspirando fundo e tentando disfarçar o curioso mal estar pela proximidade dele.


- Se gosto? Claro. - Soltando-a, Ronald caminhou até a mesa para tornar a encher o copo pousado ao lado da garrafa de tequila. Havia um pires cheio de fatias de limão sobre a mesa. - Vou lhe comprar uma dessas para cada noite da semana.


- Mas não é necessário - protestou ela, crispando-se intimamente.


- Provavelmente tem razão. - Tomou um grande gole antes de morder uma fatia de limão.


- É melhor que não use nenhuma roupa.


- Não beba mais, Rony. - insistiu ela, tensamente.


 


Por um instante, ele se irritou. Depois, seus braços estavam envolvendo-a, apertando-a.


 


- Tem razão de novo. Porquê beber esse líquido ardente quando posso provar a doçura intoxicante da minha mulher?

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