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32. Epílogo


Fic: Minha Pequena - Pesadelo Pessoal nova fic ATT


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Epílogo


 


Era estranho pensar que a guerra havia acabado, ainda mais com o sentimento de perda que tantas mortes provocavam. Como havia imaginado alguns dos amigos que antes da batalha, vira sentados, tensos, à espera de uma deixa, não estavam presentes para comemorar a vitória, e, enfim, a paz.


Quando Harry viu o corpo de Olívio Wood estirado no chão do salão de entrada do castelo, ao lado dos corpos de vários outros Rebeldes que ele sequer conhecera, um frio lhe arrebatou por inteiro e ele não pôde evitar que os olhos se enchessem de lágrimas.


Mas Olívio não fora o único, Cho Chang, que lhe ajudara, com um simples sorriso, a enfrentar a verdadeira barreira de dementadores no início da batalha, também estava com seus olhos orientais cerrados para um sono sem volta. Além dela, Tonks e Remo. Ver o corpo dos dois foi demais, os joelhos de Harry cederam e encontraram o chão de mármore com um baque surdo e doloroso.


E como se não fosse o bastante, ao longe estavam todos os Weasleys e um Draco Malfoy deslocado, mas aceito que sustentava Gina, extremamente pálida, mas ainda sim com forças para chorar, chorar a morte de seu segundo irmão mais velho, Carlinhos morrera ao cair de cima de um dos dragões que trouxera.


Quando Harry pensou que não fosse mais capaz de chorar descobriu, através de um cansado Neville, que Hagrid também morrera. Foi a partir deste momento que Harry e todos os outros que estavam bem o bastante para andar e falar, e não estivessem dando os primeiros socorros aos feridos, começaram a organizar tudo, mandar os feridos em segurança pelos navios com os marinheiros para que fossem medicados no hospital mais próximo, mandar os comensais para Azkaban e para tal recebendo a ajuda da aeronáutica francesa e seus caças entre outras coisas necessárias para realmente acabar com a guerra.


-Harry...


Os olhos cansados e não mais emoldurados por lentes do moreno pousaram sobre o rosto impecável de Hermione.


-Sim?


Perguntou com a voz fraca, estavam todos na sala da sede da Ordem, com exceção de Sirius e McGonagall que foram na sede do profeta diário anunciar a derrota do Lord das Trevas e finalmente a vitória dos Rebeldes. Um clima de cansaço alívio e tristeza dominava o ambiente, Draco estava sentado na ponta de um dos sofás, Gina estava a seu lado com a cabeça pousada em seu ombro, os olhos inchados, mas respirava tranquilamente, o cheiro de algo que com certeza seria uma refeição reforçada vinha da cozinha, refeição sendo preparada pela Sra.Weasley que para não voltar a se entregar às lágrimas fora trabalhar, Rony abraçava Luna pelas costas estando os dois olhando pela janela enquanto sussurravam uma conversa séria. Gui ninava Victorie em seus braços, enquanto lágrimas esporádicas escapavam de seus olhos algumas de alívio outras de tristeza, Fleur por sua vez fazia o mesmo com Elisabeth enquanto sussurava uma canção de ninar com sua bela voz. Hermione passou os olhos por todos e voltou a olhar para Harry, jogado em uma poltrona ele a olhava com emoções diversas no olhar, ela se agachou em frente a poltrona.


-O que acontecerá comigo? – a morena perguntou com um misto de confusão e medo no olhar – Estive ao lado dele por anos Harry, era seu braço direito, e não será preciso muito para que o novo governo descubra isso.


-Eles não vão prendê-la Hermione – falou Harry convicto, os olhos determinados – você mudou de lado muito antes da guerra acabar, lutou na guerra ao nosso lado e protegeu nosso segredo sofrendo as piores torturas nas mãos do próprio Tom, eu vi você Hermione, você estava quase morta quando a encontrei!


O moreno antes jogado na poltrona se colocou inconscientemente ereto, falava olhando para os olhos verde azulados da mulher. Todos na sala fizeram silêncio e olhavam para os dois com cada um dos músculos tencionados, a voz melodiosa de Fleur se perdeu no ar.


-Matei muitas pessoas Harry, mais do que muitos dos melhores comensais juntos. Eles não vão ignorar isso.


-E também não vão nos ignorar Hermione – a voz embargada e rouca de Gina soara com um leve quê de indignação e confiança – você e Draco mudaram de lado, nós somos testemunhas disso, Draco enfrentou o próprio pai e Deus sabe o que você sofreu para nos proteger e nós definitivamente não somos mal agradecidos, vamos defendê-la até onde for necessário.


Dizendo as últimas palavras com segurança, Gina olhou nos olhos de Hermione, Draco abaixou os olhos com um leve sorriso no rosto e apertava uma das mãos da ruiva agora sentada também ereta e confiante no sofá.


 -Acho que temos credibilidade o bastante para exigir o carnaval que quisermos ao novo governo não concorda? – perguntou Rony numa tentativa esforçada de descontração e numa aceitação completa a Hermione – nós vimos o que você fez e que eles não se atrevam a ignorar isso.


-Você salvou hoje muito mais vidas do que tirou, - começou Gui olhando para Victorie como se referisse à própria filha – não corrige o que fez, mas demonstra que mudou assim como todo seu arrependimento e céus, quantos bruxos passam por Azkaban sem sentir um pingo de arrependimento do que fizeram? Se isso não for o bastante então me digam o que é.


Enquanto os olhos brilhantes de Hermione passaram de Gina para Rony e Gui eles foram enchendo de lágrimas que não demoraram a cair, ela não pôde acreditar que eles a aceitavam, que a defenderiam até onde fosse necessário e em quão maravilhosa era a sensação de se sentir protegida e até amada.


-Obrigada. – disse ela num fio de voz limpando as lágrimas dos olhos e exibindo um sorriso tímido e extremamente grato, levantou-se do chão e caminhou até Fleur, pegando uma adormecida Elisabeth dos braços da loira e olhando para aquele rostinho inocente e alheio a tudo o que ocorrera ela sussurrou no pequeno ouvido da menina – Obrigada.


 Hermione sorriu para aquele rosto que a ensinara novamente a amar, ela simplesmente não podia mais imaginar sua vida sem aqueles pequenos e brilhantes olhos azuis.


Elisabeth se mexeu se aconchegando no ombro de Hermione e exibiu um sorriso de quem possui sonhos limpos e tranqüilos, sonhos de uma criança. Harry se levantou da poltrona se posicionando as costas de Hermione e olhando de uma forma tão afetuosa para Elisabeth que as mulheres da sala sorriram involuntariamente e os homens tinham, por alguns segundos, a impressão de que o moreno era verdadeiramente o pai de Elisabeth.


Foi a primeira imagem que aquela família gravou na mente de todos, e de repente, Hermione percebeu que estava tudo bem.






Quatorze anos depois






-Que coisa... – começou Sirius pulando da vassoura com os cabelos grisalhos completamente bagunçados, mas um ar jovial nas faces rubras – você está melhor do que eu já fui!


Um ar de resignação invadiu sua face, com algumas rugas, mas ainda sim muito charmosa, quando ele observou uma Elisabeth de quinze anos pular de sua Firebolt07 com um enorme sorriso no rosto.


-Diga isso ao Ted! Ele insiste em dizer que batedor não é posição para uma garota.


Disse ela frisando a última palavra com um desgosto explícito. Passou as mãos pelo cabelo castanho curto e repicado tentando tirar a franja dos olhos de um azul intenso.


-E não é mesmo, ainda mais uma de seu tamanho!


Disse o garoto de cabelos azuis e olhos violeta se aproximando de braços cruzados, um sorriso jocoso nos lábios. As bochechas de Elisabeth já coradas pelo vôo assumiram uma coloração ainda mais forte ao ver o jovem de dezessete anos se aproximar. Sirius fingiu não perceber a reação da garota que, com língua ferina, logo respondeu a provocação:


 -Não sou baixinha, você é que alto demais! É mais alto que o tio Draco! Daqui a pouco já vai passar o tio Rony! E eu tenho quase um metro e setenta!


Disse ela tentando parecer displicente e com sucesso, Ted riu abertamente e disse:


-Um e setenta? Nem percebi!


-Ah! – Elisabeth fez uma pose indignada sem dar atenção a Sirius que saia despercebido do jardim e entrava na casa dos Potter – Diz isso só por que sou nascida trouxa!


Provocou ela sorrindo, Ted revirou os olhos enquanto tentava organizar os cabelos castanhos de Elisabeth desordenados pelo vento.


-Claro! Logo eu, neto de um trouxa e filho de um lobisomem, pode crer, sou a pessoa mais preconceituosa da face da terra! Além do mais, você é mestiça.


-Minha avó era bruxa! Mas meus pais trouxas, o que me torna uma nascida trouxa.


-O que te torna uma filha ingrata! – começou Harry com seus cabelos negros batendo nos ombros e carregando uma grande travessa que trouxera de dentro da casa e depositou em cima da enorme mesa que surgira no jardim – Seu pai é bruxo e sua mãe uma vampira, esqueceu?


Disse ele terminando com um sorriso travesso e jogando os cabelos crescidos para trás. Elisabeth sorriu e foi até o pai estalando um beijo com seus lábios rosados na face do homem que a abraçou com extremo carinho.


-Por que eu nunca tenho uma câmera fotográfica em mão quando acontecem essas cenas?


Perguntou uma Hermione muito resignada recostada à grande porta dupla que dava acesso ao jardim, assim que os dois a olharam ela sorriu e se juntou às pessoas que mais amava, abraçou Elisabeth sorrindo e Harry lhe beijou os lábios de leve.


-Você não tem, mas eu tenho Mione – disse Rony sorrindo após o flash assustar a família – apesar de que só apareceu o cabelo do Harry na foto.


Terminou o ruivo segurando a foto e sorrindo logo em seguida entregando a foto aos três que deram algumas risadas com os cabelos esvoaçantes de Harry que a todo momento cobriam seu rosto.


-Já disse pro tio Harry cortar os cabelos, já estão maiores que os da Lizzie!


Disse Ted provocando Harry e rindo logo depois com a cara que o padrinho fizera, enquanto Draco, Luna, Sirius, Gina, o Sr. E a Sra.Weasley os gêmeos e Gui entravam no jardim acompanhando a discussão.


-Ora Ted, só por que você não ficou bem de cabelos compridos não quer dizer que tenha que estragar com a felicidade dos outros!  


Disse um Harry muito debochado e todos os presentes riram.


-E meu pai também não tem culpa de eu gostar de cabelos curtos, são práticos e super charmosos!


Disse Elisabeth balançando os próprios cabelos enquanto falava, ela não pôde esconder um sorriso ao ver os olhos de Ted perderem um pouco o foco quando ela fez o movimento, mas a reação do jovem também não passou despercebida por Hermione e Harry, o moreno olhou carrancudo para o afilhado e Hermione deu uma nada sutil cotovelada nas costelas do marido que se sentou numa das cadeiras que estavam em volta da mesa ainda mais carrancudo, Hermione e os outros tentaram esconder suas risadas enquanto Lizzie e Ted continuavam a discussão completamente alheios aos adultos.


-Boa tarde! – disse uma sorridente Victorie entrando de mãos dadas a seu namorado Henri, um jovem de cabelos e olhos castanhos e um sorriso invejável – Papai cadê a mamãe?


-Com Angelina e Clarice chamando seu irmão e seus primos.


Disse Gui cumprimentando Henri de forma extremamente polida. Por mais que Fleur o adorasse pelo simples fato de Henri ser francês Gui era extremamente ciumento e colocava Luke, o filho mais novo, sempre ao lado da irmã.


-Lizzie!


Victorie foi cumprimentar a “prima” ao mesmo tempo em que oito adolescentes ou crianças entravam no jardim acompanhados de uma risonha Fleur e Angelina e Clarice, as esposas, respectivamente, de Jorge e Fred.


-Admita Chris, eu ganhei!


Disse um garoto de treze anos, cabelos vermelho fogo e vivos olhos verdes para um outro de cabelos pretos curtos, mas olhos igualmente verdes.


-Aha! Nem em seus sonhos!


Respondeu Chris extremamente debochado.


-Esse é o meu garoto! – disse Jorge abraçando o garoto de cabelos vermelhos enquanto Angelina ria do marido – O que foi que ele ganhou?


-Christian e Adam apostaram quem conseguiria ficar mais tempo com a mão naquele bloco de gelo, quem ficasse mais tempo ganharia uma caixa de sapos de chocolate.


Disse Camille revirando os olhos castanhos e jogando os cabelos louros platinados para trás displicente.


-E é óbvio que não conseguem dizer quem foi o vencedor!


Completou Lionel colocando os braços sobre os ombros da irmã mais nova que o olhou sorrindo, Camille bagunçou os cabelos platinados do irmãos de forma gentil e ele lançou os olhos acinzentados indignados contra a irmã.


-E alguma vez eles conseguem?


Perguntou Becky, irmã gêmea de Lionel arqueando a sobrancelha ruiva com um ar de escárnio nos olhos cinza.


-É óbvio que o meu filho ganhou!


Disse Fred batendo fortemente as costas de Chris que deu alguns passos para frente e arqueou a sobrancelha negra como a da mãe, Clarice.


-John, filho, vem aqui!


Disse Luna para o filho mais novo que a contra gosto teve que aquentar as reclamações da mãe enquanto ela arrumava sua roupa amassada.


-Mamãe, chega! Assim vou ficar pior que o tio Percy!


Reclamou o garoto bagunçando os cabelos loiros e piscando os olhos azuis para o pai que lhe sorriu em apoio.


-Ai! – Rony gritou com o tapa que levou no braço - Luninha querida, meu amor, meu anjo, não precisa de tanto! Nosso filho tem onze anos, deixe-o brincar e se divertir.


-Só por que eu me apaixonei por você mesmo com esse estilo descabido não quer dizer que o meu filho tenha que ser assim.


Disse Luna indignada.


-Então é ciúmes? Não quer que eu faça sucesso com as garotas?


Perguntou o garoto com um sorriso narcisista na face.


-Ora saia das fraldas antes, realmente acha que conquistaria alguém?


Perguntou Natalie debochada ao irmão enrolando um cacho inexistente do cabelo ruivo liso, ela piscou um dos olhos azuis para a mãe que não pode evitar rir com a verdadeira tromba que John fizera.


-Luke! Onde estava que não estava na cola de sua irmã?


Perguntou um Gui muito enciumado ao filho de cabelos ruivos curtos e dono dos olhos azuis mais intensos o sorriso mais charmoso e a voz mais sedutora dos jovens ali presentes.


-Papai, preciso me preocupar com minhas próprias conquistas agora não acha?


Perguntou o garoto sorrindo displicente e dando uma piscadela para a irmã que lhe sorriu de volta. Gui ficou tão emburrado quanto Harry ficara antes, mas a verdade é que haviam tantas pessoas falando ao mesmo tempo e tantas pessoas rindo que Gui não segurou suas feições emburradas por mais de dois segundos, não num ambiente como aquele, com tantas pessoas aliviadas e satisfeitas com tantos sorrisos verdadeiros e tantos corações apaixonados mesmo depois de mais de dez anos de casamento ou apenas sentindo um novo amor começar.


Se um dia haveria outra guerra? Nenhum deles sabia, e preferia simplesmente não pensar sobre a possibilidade. Harry curtia a paz que quase lhe custara a vida com sua filha e o amor que era para a vida inteira, ele finalmente podia curtir a sensação do que era ter uma família e uma família muito maior do que imaginaria ter, com irmãos sobrinhos e até um afilhado que ele sabia que não demoraria muito para se tornar seu genro, mas só de pensar que tinha uma filha para sentir ciúmes já se sentia incrivelmente feliz.


Hermione usava seus poderes raríssimas vezes, a verdade era que as únicas regalias as quais ela realmente usufruía eram o poder de andar sob o sol livremente e não depender mais de poções para não precisar beber sangue, no resto do tempo ela simplesmente vivia, sentia, amava, coisas que quinze anos atrás, lhe eram completamente proibidas e que agora ela simplesmente não podia pensar na possibilidade de viver sem.






N/A:


Acabooooooooooooooouu!!


Estou em estado de choque. Eu não acredito que acabou! Ok estou emocionada pessoal, esta é minha última N/A pra MP e isso me deixa um tanto nostálgica.


Um final bem feliz apesar das mortes né pessoal? Sei que Tonks e Remo não mereciam, mas infelizmente na guerra não morrem apenas pessoas boas certo? E meu pensamento foi: Ou eles ou o Sirius e como o Sirius já havia passado doze anos e mais um ano em Azkaban eu acho que ele merecia viver o restinho da vida dele feliz ao lado de uma bela mulher, e se me permitem dizer, gosto de pensar que ele tenha ficado com a Cissa, acho que de alguma forma os dois mereciam ser felizes, ela pelo marido que teve e ele pelos anos em Azkaban. Não pude matar nenhum dos gêmeos pra mim se um morre o outro também morre e seria demais para meu coração de escritora, por isso o Carlinhos.


A adaptação da história de Rapunzel deu um pouco de trabalho, mas eu gostei do resultado final, confesso que sou apaixonada por contos de fadas e Rapunzel sempre foi, de longe, minha história favorita, portanto espero que tenham gostado do resultado.


Sobre os filhos, só pra que não restem dúvidas:


Fred e Clarice: Christian


Jorge e Angelina: Adam


Rony e Luna: Natalie e John (homenagem ao primo da Mione)


Gui e Fleur: Victorie e Luke


Draco e Gina: Lionel, Becky (Rebeca) e Camille


Harry e Hermione: Elisabeth


Por que Harry e Hermione não tiveram mais filhos? Considerem como uma compensação ao fato de Harry estar vivo e enxergando (Sim eu quase o matei e depois quase o deixei cego), além do que acho que Hermione não iria querer correr o risco de ter filhos vampiros, é uma coisa naturalmente humana que as pessoas tenham medo daquilo que é mais forte ou desconhecido delas. E não sei vocês, mas eu gosto da imagem que eles fazem como família. Ah! Eu adorei dar três filhos ao Draco! Sabe aquela coisa filhinho de papai mimadinho? Eu tive que mudar de alguma forma, logo ele que sempre tirava sarro da família enorme dos Weasley foi o que mais teve filhos de todos. =]


Não sei como finalizar, é a segunda fic que termino e isso me dá muito frio na barriga! Acho que vcs sabem como foram importantes pra mim não é mesmo? Sabem como autores são cem por cento dependentes dos leitores né? Devo essa fic a vocês galera! Foram como anjos pra mim, só tenho o que agradecer!


Mil beijos, morrerei de saudades e até a próxima!


Poly_Malfoy.

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Comentários: 1

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Enviado por Lady Midnight em 05/02/2013

Parabens pela fic! Foi uma ideia super diferente, Hermione não só "do mal", mas também uma vampira. Acho que deu muito certo e a fic ficou interessante, fugindo que tudo que é obvio. Parabens :)

Nota: 5

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