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Visualizando o capítulo:

3. Aula Particular de vôo


Fic: Sempre haverá um amanhã


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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OBS: Gente mil desculpas por demorar tanto a postar o novo capítulo... Mas é q eu estava viajando!
Queria agradecer de todo o coração ás pessoas que estão lendo a minha fic...
Eu tenho 13 anos e acho que a ajuda de vocês opinando na minha fic é muito importante!
Continuem lendo e eu vou postar o próximo capítulo talvez até hoje
Comentem!
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Capítulo 3

Uma aula particular de vôo


Luna estava tão fora de si que nem se deu conta de aonde ela iria e muito menos que tinha alguém a seguindo...
A notícia ainda martelava em sua cabeça e alguns trechos da carta ainda estavam passando diante dos seus olhos azulados como flashes “... seu pai... atacado... está no Sr.Mungus... seguidores de Você-sabe-quem”...
Isso tudo não fazia sentido, talvez ela só estivesse em um pesadelo que não deixava ela acordar...
Mas o vento frio a fez voltar para a realidade, não fora um sonho, seu pai realmente estava no hospital para doenças e acidentes mágicos.
E se ele morreria? Esse pensamento passou pela sua cabeça como um balde de água gelado, como ela iria ficar? Será que ela teria que deixar Hogwarts? Será que então ela iria ser jogada em um orfanato? Essas perguntas zumbiam em sua mente por um bom tempo, até ela se dar conta onde ela estava: estava no campo de quadribol, sentada na arquibancada.
Mas não iria ter jogo de quadribol nenhum, ela nem sabia o porquê que os seus pés a levaram até ali, mas já que não tinha ninguém por perto (aparentemente) ela recomeçou a chorar. Chorava por seu pai, pelo que poderia acontecer com ele, também chorava por ela e de um jeito ou de outro as suas lágrimas também tinham um certo pontinho de medo.
Passado séculos (assim parecia para ela ), ela sentiu uma mão quente e firme tocar o seu ombro.
Assustada ela se virou para trás e se deparou com dois olhos que, embora cinzentos, transbordavam de carinho e também de preocupação.

-Lovegood, você está bem?- perguntou Cedrico, em um sussurro.

-Diggory, eu... – Mas as palavras falharam e uma lágrima escorreu pela sua face.

- Ei, Lovegood, não precisa chorar. - Cedrico limpou a sua lágrima com o dedo e depois falou numa voz muito calma mas ao mesmo tempo firme:

-Quer desabafar?

-Aham - foi só o que Luna conseguiu dizer, antes de se dar conta, ela contou todo o conteúdo da carta que recebera de sua tia sem respirar para fazer uma pausa. Cedrico por sua vez, escutava com atenção e uma ligeira ruga se aprofundou em sua testa á medida que Luna terminava de contar tudo.
- Nossa Lovegood, agora eu entendo que você esteja triste. Meu pai também já foi atacado, como você deve saber, ele faz parte do ministério e os comensais da morte vêm atacando realmente muitas pessoas que tem contado com o ministro. Mas ele se recuperou plenamente e já está trabalhando de novo. –acrescentou ele rapidamente ao ver os olhos de Luna se encherem com compaixão e medo.

De repente Luna percebeu que o nó que ela tinha na garganta até pouco tempo se desfizera e se sentiu muito grata a Cedrico por ele ter ajudado nisso.

-E então? Você vai ou não vai se levantar?- essa pergunta ecoou na cabeça de Luna até ela se dar conta que estivera perdida em pensamentos o suficiente para não perceber que Cedrico se levantara ( ele estava sentado ao seu lado durante a conversa) e estendia a sua mão para Luna. Esta, a segurou e Cedrico a levantou dando um leve puxão em seu braço.

Os olhos de Luna caíram sobre o campo de quadribol e ela pensou o quanto seria bom se sentir leve e solta pelo ar, como um pássaro. Sim, ela queria voar para longe dos problemas.

-Você sabe voar?- perguntou de súbito, Cedrico.

-Não, mas eu... –

-Gostaria de aprender?- interrompeu a Cedrico.

-Hã?! Sim mas eu... –

-Certo então, espera aqui que eu vou descer para o vestiário para pegar duas vassouras escolares. - e Cedrico desceu a arquibancada determinado e muito feliz, ele precisava distrair Luna para ela não precisar pensar tanto no ataque do seu pai.

Luna ficou ali, imóvel, vendo a silhueta de Cedrico se afastar e perguntou para si mesma de supresa se Cedrico saberia ler seus pensamentos, porque era assim que tudo parecia ser. Nem ao menos Harry em quase quatro meses de namoro conseguira fazer ela se sentir assim. Mas eu amo o Harry! Disse uma voz em sua cabeça e ela deu um sorriso, sim, ela amava Harry Potter com todas as suas forças.
Mas ela não teve mais muito tempo para pensar nisto, porque Cedrico estava lá embaixo, no campo, acenando freneticamente para ela descer e ir até ele. E foi isso que ela fez.
Chegando no campo, Cedrico empurrou em sua mão uma das duas vassouras que ele segurava e Luna percebeu que a vassoura era bastante velha e acabada.

- É com isso que você voa nos jogos de quadribol?- perguntou ela espantada, Cedrico parecia sempre tão rápido nos jogos que não dava para acreditar que ele andava em uma vassoura quase se esfarelando.

-É com vassouras que eu voou sim, mas a minha não é tão acabada como estas, acho que com uma dessas eu não conseguiria apanhar nenhum pomo de ouro , nem que ele estivesse em câmera lenta.- ele sorriu para Luna e ela vendo um sorriso tão doce e meigo não teve como evitar, sorriu em resposta .
Mas então Cedrico se ergueu na vassoura, deu um impulso do chão e momentos depois já estava voando acima de Luna os cabelos balançando em rítimo do vento.

-Venha até aqui, é só dar um impulso e você já vai estar aqui. – gritou ele para ela poder ouvir-lo.

Luna obedeceu, e deu um forte impulso, talvez forte demais. Porque ela subiu em alta velocidade e se não fosse por Cedrico que a segurou pelo seu casaco, Luna já estaria provavelmente, no fim da floresta negra.

-Aonde você vai com tanta pressa, Lovegood?-perguntou Cedrico com um ar de riso entre os lábios.

-Para o outro lado da floresta negra, se você não percebeu-disse Luna com firmeza, mas logo ela também estava rindo de sua suposta pressa.

- E então o que você está achando em voar?- perguntou Cedrico, seu riso desaparecera e foi substituído por um sorriso calmo.

- É ótimo eu me sinto livre, como se os problemas não pudessem alcançar essa altura.

E Luna fora sincera, ela realmente se sentia assim, mas não sabia se o fato dela estar tão calma atribuía-se ao fato dela estar perto de Cedrico, a sua calma parecia emanar de todas as partes do corpo do rapaz e contagiar todas as pessoas que estava por perto.
Mas então ela se lembrou de novo de seu pai e ela não queria chorar perto de Cedrico, não queria que ele pensasse que ela era fraca então, tomada por este sentimento, ela disse:

-Está meio frio, eu vou voltar para o castelo.

Então ela pousou no campo e quando estava desmontando a vassoura, Cedrico pousou do seu lado.

-Eu te acompanho então.

-Não, Diggory, eu queria ir sozinha até porque eu não vou para o salão principal, eu vou para a sala comunal da Corvinal.

E Cedrico, vendo que os olhos de Luna se tornavam a se encher de lágrimas ele apenas disse:

-Certo, então. - um pouco frio de mais do que ele queria.

-Hum, você não está chateado né?-perguntou Luna, incerta.

-Claro que não, eu entendo que você queira ficar sozinha só uma coisa, se cuida ok?

-Ok-disse Luna um sorriso no rosto, mas que não combinava muito bem com os olhos que já estavam quase transbordando de lágrimas.

-E, Diggory mais uma coisa: Muito obrigada por tudo.

-Ao seu dispor, madame – disse Cedrico e fez uma reverência muito cômica á Luna que deu um sorriso muito doce para ele e se virou para voltar ao castelo.

Quando Luna estava dentro do saguão principal ela ouviu uma voz conhecida chamar o seu nome...

Continua...

OBS: ficou maiorzinho este capítulo né?! Mas eu não gostei muito dele não... escrevam para eu saber o que eu posso melhorar na minha fic e como 
Comentem...

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