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12. Decepção


Fic: A MISSÃO --Quando ódio pode virar amor -


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Bom queria pedir desculpas pela demora absurda para postar....ja expliquei tantas vezes mas agora consegui escrever...

Como faz muito tempo q naum escrevo, peço desculpas se o cap naum estiver tão bom, mas agora ja esta tudo estruturado ate o cap final....

Espero que gostem...

Aprecie com moderação...rs


Cap dedicado a Carol, minha mguxa q me incentivou a voltar a escrever...



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Ao entrar  na casa o cheiro de mofo era indescritível , preenchia todo o ar, infectava tudo ao redor. Era como um alerta, o tempo que Hermione  Draco estavam juntos parecia um sonho, alem disso Draco também estava cumprindo a promessa feita a sua avó, mas aquele cheiro relembrou que estavam em uma missão e o quão perigosa ela era.


O chão estava limoso, meio escorregadio,  em alguns pontos havia parafina velha, e tocos de vela por todo lado.  Não havia dúvidas de que alguém estivera a pouco tempo ali.


Foi um balde de água fria chegar ali e não encontrar ninguém. Vasculharam todos os cômodos e eram muitos, mais nada encontraram a não ser poeira e mofo.


Já passava quase 24 horas que haviam saído de Londres e não haviam comido nada ainda, foram para a cozinha a procura de algo para comer mas só encontraram restos de pães amanhecidos e um odor muito forte, acre e putrefato, depois de olharem mais atentamente encontraram um rato morto em um canto. Hermione saiu apressada da cozinha com as mãos sobre a boca. Draco foi ao seu encontro mais antes que pudesse perguntar-lhe qualquer coisa ela olhou para seu ombro e deu um grito.


- Redu-du... –  Apavorada ela mal conseguia lembrar da magia certa.


- REDUCTO! – Draco exclamou e a enorme aranha que estava no ombro de Hermione explodiu em milhares de pedacinhos, Malfoy já esperava por um agradecimento, mas quando olhou para Hermione encontrou uma expressão furiosa.


- Porque você fez isso! – Exclamou Hermione espumando de ódio.  – Eu ia matá-la!


A raiva dela o pegou desprevenido e ele atacou como era seu costume; com ironia e sarcasmo.


- Ah sim, você iria matar como? Aos berros? Ou gaguejando?


- Seu estúpido! Idiota! Essa viagem toda aqui foi uma idiotice, perdemos esse tempo todo pra que? Para achar uma casa velha e mofada? Pra ver ratos, aranhas e sabe Deus mais o que?


_ Nunca pensei em ouvir isso de você Hermione. – E falando isso Draco saiu da sala em direção aos quartos da casa.


 


Meia hora depois de ter dito tudo aquilo Hermione já estava arrependida, Malfoy lhe contou uma história pessoal, uma coisa marcante na vida dele e ao menor sinal de erro ela descontou sua frustração nele.


Saber e admitir que errou é fácil, difícil é pedir desculpas, colocar a cara a tapa, o que mais preocupa nesse caso é a reação do outro, porque uma vez que sabemos que o erro é nosso, tudo que a outra pessoa disser é verdade e teremos de engolir . Hermione chegou na porta do quarto que Malfoy estava, bateu algumas vezes mas não obteve resposta.


_ Draco, preciso falar com você...


- Pra que? Pra me xingar mais?


_ Abre, por favor! – Implorou Hermione.


- Vá embora por favor, não quero conversar.


- Eu sei que errei, desculpe, só queria falar com você.


A porta se abriu e Hermione encarou Draco, ele estava com os olhos injetados e vermelhos, como de alguém que chorou a pouco tempo. Ao vê-lo assim Hermione não agüentou e começou a chorar e lhe dar  suaves beijos por toda a face.


- Me perdoa!- Ela olhava para seus olhos, em um pedido mudo de desculpas.- Eu que fui uma idiota, não é desculpa, mas estou nervosa, nunca havia enfrentado uma missão com tanta dificuldade, alem disso, o nosso romance também me deixa confusa, nunca senti algo tão forte por alguém Draco, tenho medo de me iludir, de você me decepcionar como o Rony fez comigo, nesses anos todos eu sempre aprendi a me defender, eu nunca consegui me entregar e confiar em alguém, sempre era eu que comandava, que ordenava, até mesmo com o Rony, não estou acostumada com parcerias...


- Tudo bem Mione. – Mas Draco ainda continuava amuado.


- Por favor Draco, me xinga, grita comigo, mas não fica assim, impassível...


- Só estou decepcionado, mas você já se explicou, é só cansaço também, ninguém nunca acreditou em mim, nem na escola, muito menos na cadeia, minha vida inteira tive que conviver com pessoas duvidando de minhas ações e de minhas intenções, só não esperava isso da mulher que eu amo.


_ Da mulher que eu amo? Você disse amo Draco? _ Hermione perguntou estarrecida, atônita.


- Sim, a mulher que eu amo.... você não percebeu ainda Hermione? Estou completamente apaixonado por você, não sei o que vai ser de mim quando você for embora...


- Eu não preciso ir embora Draco...


- Você ficaria comigo? – Perguntou Draco, com seu rosto iluminando-se.


- Sim. – Nesse momento o mundo todo pareceu sumir, tudo que podiam ouvir eram os corações de ambos e com um beijo apaixonado eles terminaram a discussão.


 


Depois disso os dois decidiram vasculhar a casa mais uma vez antes de irem embora. Por volta das 11 da noite no canto de um dos quartos encontraram um papel todo amarrotado, com euforia abriram e encontraram uma planta de uma casa muito grande, e cheia de anotações de entradas, saídas e rotas de fuga.


_ Uma pista! – Exclamou Hermione toda ansiosa.


_ Isso é muito mais que uma pista Hermione. _ Disse Draco sombrio.


_ Como assim?


_ Eu sei perfeitamente onde é isso...


- Como você pode conhecer, nunca vi esse papel antes, você já havia visto? – Indagou Hermione confusa.


_ Não, eu nunca vi o papel antes.- Hermione ia começar interrompe-lo, mas ele continuou._ Conheço o papel porque isso é a planta da Mansão dos Malfoy. – Terminou Draco num tom de derrota na voz.


 


Malfoy não acreditava que o tempo todo a sua casa estava servindo de QG do inimigo. Ele não queria voltar la, parecia que algo ruim estava prestes a acontecer, mal ele podia saber o quão certo ele estava.


 


 


 


Aparataram um quarteirão antes da mansão. A sensação de algo errado não saia de dentro de Draco, era como uma sirene, insistente, irritante e incomoda.


_ Hermione, não estou gostando disso, parece que algo ruim vai acontecer...


_ Draco, não podemos desistir agora. _ Puxando a mão de Draco partiram para a lateral da mansão.


Até aquele momento não haviam encontrado nenhum empecilho e isso era muito estranho. Quando estavam a 1 metro dos muros, o silencio era opressor, Draco então decidiu ir primeiro, Hermione estava relutante quanto a isso, mas ele fez questão de protegê-la. Quando ele cruzou o perímetro do muro um barulho ensurdecedor começou, foi tudo tão rápido quanto um borrão, no segundo seguinte ao barulho um estampido muito alto ocorreu e o corpo de Draco foi jogado para trás e subiu aos céus por muitos metros antes de cair desajeitadamente no chão.


Hermione foi correndo ao encontro do corpo inerte e desacordado de Draco mas antes mesmo de chegar foi apavorante ver o chão sendo tingido de vermelho cada vez mais rápido pelo sangue dele. Quando pegou a cabeça dele em seus braços o medo invadiu-a por completo, no peito dele havia um buraco, com bordas irregulares e uma profundidade absurda, havia muito sangue saindo e seu rosto começou a ficar enxágüe. Além do buraco havia inúmeras lacerações por toda a extensão do peito dele.


Chorando e fazendo uma prece silenciosa pela vida do seu amado Hermione aparatou a procura de ajuda.


                        



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 Deve estar com erros, mas vou verificar novamente,,,,


Bru Black 

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