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7. Capitulo 7


Fic: A Caricia do Vento. - Concluida - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Num quarto de hotel de Juárez, Hermione sorria ao telefone.


 


- É, foi o que falei, mamãe. - E repetiu a frase dita há segundos: - Rony e eu nos casamos no civil há vinte minutos.


 


Ronald Weasley estava de pé ao seu lado, com o braço envolvendo possessivamente os seus ombros. Hermione dirigiu o sorriso para o belo rosto do marido. O toque estava aquecendo a frieza confusa que a atormentara o dia todo. Nesse momento, toda a apreensão que tivera parecia tola.


 


- Não fique tão nervosa, mamãe. Rony e eu vamos ser muito felizes. Teremos uma lua-de-mel de dois dias em Juárez; depois, iremos para casa. A gente se amava demais para esperar.


 


Quando terminou as explicações, ela se virou para os braços de Rony, as mãos dele se fechando em suas costas, perto da cintura.


 


Ele passou a boca pela cabeleira gross, junto à testa da moça.


 


- Ficaram zangados?


- Não - respondeu Hermione, examinando a aliança simples de ouro no seu anelar. - Não houve recriminações graves, apenas um desapontamento tácito por não lhes termos contado antes.


- Fico feliz. - Rony afastou a cabeça para olhar para ela. - Fico feliz por você - continuou, para remover qualquer indicação de hipocrisia de que estivesse se importando por si mesmo.


- Eu também - concordou ela, antes que ele a beijasse.


- A próxima coisa a fazer - roçou com o nariz o canto dos lábios dela - é descer para a sala de estar do hotel e tomar duas margaritas para brindar o nosso casamento. De lá, podemos ir para o restaurante para um jantarzinho íntimo à luz de velas. Notei que você mal comeu quando paramos para almoçar, e não a quero desmaiando de fome logo mais à noite, Sra. Weasley.


- Sou eu, não é! Sra. Weasley - compreendeu Hermione com certa sobriedade. - Vou ter que me acostumar.


- É bom mesmo - advertiu ele, com simulada aspereza, apertando-a entre os braços por um instante ameaçador, antes de soltá-la completamente.


- Passe um pouco de batom e vamos descer. - Deu-lhe uma palmadinha no traseiro, quando a castanha virou-se para obedecer. - Espere um segundo puxou-a de volta, a boca num esgar pesaroso. - Estou de bolsos vazios. Se não quer que eu passe a noite de núpcias lavando pratos para pagar o jantar, vou precisar do dinheiro da sua caderneta de poupança. Dê-me logo tudo. Não há por que correr o risco de alguém roubar a sua bolsa.


- O senhor é que manda, Sr. Weasley.


 


Tirou da bolsa o envelope que continha o dinheiro e entregou-lho.


 


Tirando também o batom da bolsa, Hermione se dirigiu para o espelho e pintou os lábios com um vermelho pálido. Rony estava visível num dos cantos do espelho. Ela ficou olhando distraída enquanto ele rasgava o envelope e começava a contar o dinheiro.


 


Hermione sorriu de leve.


 


- Todos os dez mil estão aí - tranquilizou-o.


- O quê? O olhar parado se encontrou com o dela refleti do no espelho.


- Espero que não vá querer contar tudo. - Havia uma manchinha de batom num dos cantos da boca, e ela limpou-a com o dedo. - Estou ficando com fome.


- Não... não, claro que não - concordou ele, com ar distraído, e afastou-se do espelho.


 


Sua atenção voltou-se imediatamente para o maço de notas que tinha nas mãos. Como que fascinado, continuou a contá-las. Hermione sorriu para o reflexo, numa compreensão muda. Era provavelmente mais dinheiro do que ele jamais tinha visto de uma só vez. O olhar dela desviou-se para as mãos dele, e ela sentiu alguma inquietação pelo modo quase reverente com que ele manuseava as notas. Virou-se de vagar para fitá-lo.


 


Ronald levantou os olhos e enfiou rapidamente o dinheiro no bolso das calças. O ar de transe havia abandonado o rosto, e ele sorriu com bastante naturalidade.


 


- Está muito bonita, Hermione - disse Ronald.


 


A imaginação dela devia estar lhe pregando peças.


- Que bom que você acha - respondeu, com carinho. - Vamos indo! Depois de duas margaritas num estômago vazio, Hermione começou a ficar meio tonta. Ronald tomara o dobro sem parecer sofrer efeito semelhante. Na realidade, parecia ficar mais expansivo e extrovertido a cada gole do forte coquetel de tequila.


 


Pediu um quinto, e tirou uma gorjeta generosa do maço de notas para colocar na bandeja do garçom.


 


Hermione não pôde deixar de se sentir inquieta ante esse comportamento incomum.


 


- Nunca soube que você bebia tanto - disse, com forçada naturalidade.


- Não é todo dia que um homem se casa. - O olhar distante e sorridente era arrogante. - A ocasião exige comemoração - continuou, erguendo aos lábios a taça que continha a bebida supergelada.


 


No restaurante do hotel, Hermione morreu de vergonha da exagerada gorjeta de Rony ao maitre. Ele tomou a sua sexta margarita enquanto consultavam o cardápio. A castanha sugeriu um copo de vinho, junto com a refeição, e Rony pediu o vinho mais caro da casa.


 


Durante a refeição, um par de violonistas parou ao lado da mesa para fazer uma serenata. Ronald imediatamente enfiou a mão no bolso e puxou o maço de dinheiro, tirando uma nota alta. Mais uma vez fez questão de dar o dinheiro ostensivamente, e não de passar a nota discretamente para os músicos.


 


Quando os dois violonistas finalmente se afastaram da mesa, Hermione fez um comentário suave sobre aquela extravagância de mau gosto.


 


- Não precisa ser tão generoso, Rony.


- Estou feliz - defendeu-se ele, com um dar de ombros indiferente. - E quero que todo mundo esteja feliz. - Ergueu a taça num brinde. - Para você, Hermione, e nosso glorioso futuro.


 


O sorriso dela era forçado enquanto erguia a taça aos lábios. O vinho parecia-lhe amargo e desagradável. Tentou ignorar as apreensões que a atormentavam, e o comentário do pai de que Rony era louco por dinheiro. Ele simplesmente estava feliz, pensou, numa tentativa de racionalizar as ações dele.


 


Não tinha nada a ver com nenhuma sensação eufórica de poder por estar com tanto dinheiro no bolso.


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N/A: Mais um capitulo, espero que gostem. =)


 


Beijos =*
Angel_S

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