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6. Capitulo 6


Fic: A Caricia do Vento. - Concluida - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Ele forçou o joelho entre as pernas dela, enquanto seu peso comprimia contra o colchão o corpo que agora se debatia. Hermione tinha consciência da força superior dele, e sabia que ele poderia dominá-la se quisesse.


 


Rony soltou uma risadinha abafada.


 


- Não vou fazer amor com você, pelo menos até que você me peça, lembra-se! Aliviou a pressão sobre o corpo; já não a comprimia. - Além disso, mesmo que possuísse o seu corpo, jamais me convenceria de que você é minha até estarmos casados. Talvez as suas regras antiquadas sejam contagiosas. Tem um vestido branco para usar na cerimônia, minha virginal Hermione? 


 


Ela se descontraiu, não mais se sentindo ameaçada por ele.


 


- Tenho um vestido branco, mas é de verão.


 


O brilho que estava acostumada a ver voltou aos olhos de Ronald Weasley.


 


- Não vamos nos preocupar com questões de moda. - Beijou-lhe a face, depois rolou para o lado, para deitar-se junto a ela. Constrangida, Hermione fechou a parte da frente da camisola, sem ver a expressão sardônica da boca de Rony. Ele pôs o dedo sob o queixo dela e virou-lhe o rosto. - Vai casar comigo no México amanhã, não vai? - Imediatamente, abriu um amplo sorriso. - Não amanhã, pois amanhã já é hoje, mas depois de amanhã.


- Ninguém poderia me impedir - murmurou Hermione, com um sorriso lânguido.


- Andei tomando umas informações hoje, quando estava de serviço. Para casar no México, só precisamos de identificação e visto de turista - explicou o ruivo sorrindo.


- Tenho toneladas de identificação - assegurou-lhe ela -, carteira de estudante, carteira de motorista, cartões de crédito, passaporte. Vamos ser felizes juntos, querido - suspirou, aninhando-se na curva do braço dele, olhando sonhadoramente para o teto. - Sei que vamos.


- Antes de tornarmos isso realidade, temos que nos casar. O que significa que temos que fazer certos planos. - Afastou-a suavemente e se sentou.


- Este é um caso em que uma posição horizontal não facilita o raciocínio.


 


Relutante, Hermione ficou semi-deitada, recostada nos travesseiros, enquanto Ronald se sentava ao pé da cama, de frente para ela. Depois de afastar uma mecha de cabelo que lhe caíra na face, a castanha enrolou-se mais seguramente na camisola.


- Quais são os planos? - indagou Hermione, certa de que ele já havia pensado em tudo antes de fazer-lhe a proposta. Ronald era meticuloso em praticamente tudo o que fazia.


- Primeiro, há a questão do transporte - começou. - A minha moto nos levaria e traria de volta economicamente, mas viajar quase a metade do Estado do Texas não seria muito confortável, não com você, eu e nossa bagagem. Por mais que eu deteste a idéia, a lógica indica que devemos levar o carro que seus pais lhe deram. Está no seu nome? Não gostaria que tivéssemos problemas na hora de cruzar a fronteira com ele.


- Está exclusivamente no meu nome - tranquilizou-o a moça -, certificado de propriedade, seguro... tudo.


- Se vamos viajar toda essa distância para casar, seria uma tolice não passar dois dias de lua-de-mel no México, certo? 


- Certíssimo. - Um amplo sorriso de concordância iluminou-lhe o rosto, os olhos cor ambar brilhando de prazer.


- Para onde vamos, no México? 


- Juárez.


- Juárez? - repetiu Hermione, assombrada. - Mas fica a um dia de viagem daqui. Por que não cruzamos a fronteira em Laredo ou Eagle Pass? Qualquer lugar seria mais perto do que Juárez.


- Fale baixo – recomendou Rony. - Estou bem a par das distâncias geográficas, mas há outras coisas a levar em consideração. Se seus pais descobrirem o que estamos planejando, e tentarem nos deter, vão imediatamente imaginar que, se formos cruzar a fronteira, escolheremos um dos locais mais próximos que você mencionou. Estou certo de que jamais ocorreria ao seu pai que eu seria tão "burro” a ponto de ir até Juárez. É um caso de psicologia ao contrário - finalizou, com a boca levemente retorcida numa expressão presunçosa.


- Pode ser que tenha razão.


 


Porém parecia-lhe que Rony estava tomando precauções desnecessárias. Não gostava do modo como ele insistia em pintar seus pais como vilões.


 


- Sei que tenho razão - disse ele, conclusivamente, e ela não tentou discutir. Rony parecia a Hermione um garotinho participando de um jogo, e ela sorriu em segredo à idéia. - De qualquer maneira - continuou Rony -, sei me virar em Juárez melhor do que em qualquer outra cidade de fronteira.


- Desde garotinha que não vou a Ciudad Juárez. Desta vez você pode bancar o meu guia e me mostrar os pontos de interesse - sugeriu.


- Com satisfação. - Havia um brilho provocador no olhar dele, enquanto a olhava de alto a baixo, vendo as curvas femininas acentuadas pela camisola escarlate bem ajustada ao corpo e as longas pernas expostas. - Desde que passemos a maior parte do nosso tempo curtindo outros prazeres


.


Estranhamente, as implicações do comentário dele não lhe estimularam o desejo. Na verdade, fizeram Hermione se sentir vagamente constrangida.


 


- Não podemos passar todo o nosso tempo num quarto de hotel. - Fez uma tentativa de dar de ombros, despreocupadamente. - Temos que sair para comer, de vez em quando.


- Pode ser - concordou Ronald, com um entortar de lábios levemente malicioso. Levantou-se da cama e afastou-se dois passos, de costas para Hermione.


- Mas isso nos leva a outro assunto.


 


A castanha inclinou a cabeça para o lado.


 


- Qual! 


- Dinheiro.


 


Ela enrijeceu o corpo. A briga que tiveram à tarde ainda era recente demais para que tivesse esquecido a amargura e o sarcasmo dele no tocante ao assunto. Baixou os olhos para os dedos, que agarravam a frente da camisola.


 


- Pensei que não fossemos mais falar nisso - disse Hermione, com voz baixa e tensa.


- Acredite em mim, não queria tocar no assunto. - Rony massageava a nuca, a voz sombria.


- Não vai ser fácil para mim dizer isso. Estou praticamente duro. - Soltou um suspiro fundo. - O pagamento desta semana foi todo para o aluguel. Tenho apenas alguns dólares no bolso até o dia do pagamento da semana que vem.


- Oh! - exclamou ela. Havia um mundo de compreensão naquela pequena expressão.


- Deus, como odeio isto - resmungou Rony, baixinho, depois endireitou os ombros. - Hermione, você tem algum dinheiro só seu... quero dizer, além do que vai herdar quando fizer vinte e um anos! Não quero que você vá pedir dinheiro emprestado ao seu pai. Me arrancaria as entranhas fugir para casar com você com o dinheiro "dele".


 


Sheila sentiu um espanto inicial. Ele estava lhe pedindo dinheiro. Sempre fora irredutível, de modo quase neurótico, em não aceitar nenhum dinheiro, por mais que estivesse apertado. Agora, queria usar o dinheiro dela para se casarem.


 


Era um bom sinal. Significava que conseguiria persuadir Rony a usar o dinheiro e a herança dela para promover a sua carreira sem que ele se sentisse culpado, achando que estava vivendo à sua custa. O futuro parecia tão cor-de-rosa! Seus pais ficariam chateados com a fuga para o México, mas a castanha sabia que voltariam a ficar do seu lado quando o casamento com Ronald lhes fosse apresentado como um fato consumado.


 


- Tenho o meu próprio dinheiro - disse -, uma caderneta de poupança que meu pai abriu para mim, e que está com quase dez mil dólares. Era para ser usado como uma lição prática do valor do dinheiro, para ser gasto com as minhas despesas pessoais este ano.


 


Rony virou-se parcialmente para olhar para ela.


 


- Mas é seu?


- Completamente, sem nenhuma outra assinatura na conta - assegurou-lhe Hermione.


- Ótimo. - Ele balançou a cabeça, vivamente - É o que usaremos então. Você poderá sacá-lo amanhã, e já teremos derrubado este obstáculo.


- E quanto ao seu trabalho, e às aulas? 


- Terei que faltar às aulas, e pedirei a Dino para avisar que estou doente. Nenhum problema, por esse lado. - Correu os dedos pela espessa cabeleira ruiva. - Ambos temos coisas para fazer, hoje. É melhor eu ir andando, para podermos dormir um pouco.


- Tem mesmo que ir? - suspirou Hermione.


- Desta vez. - Meneou a cabeça. - Encontro você hoje à tarde às quatro horas, diante do hotel, e poderemos decidir a que horas nos encontraremos, e onde. - Deu-lhe um leve beijo. - E lembre-se: nenhuma palavra dos nossos planos para pessoa alguma. Não quero correr nenhum risco de isso chegar aos ouvidos dos seus pais.


- Está bem - concordou ela, relutante.


- Não se esqueça de trancar a porta - disse. Depois deu um largo sorriso. - Pense só nisso, meu bem, daqui a pouco mais de vinte e quatro horas estaremos a caminho do México.


 


Um leve sorriso tocou os lábios dela. Quando ele retirou o braço dos seus ombros, Hermione sentiu frio. A sensação inquietante aumentou enquanto Rony sumia dentro da noite, e ela fechava e trancava a porta nas costas dele. Estava tremendo ao voltar para a cama. Nervosismo natural das noivas, disse Sheila consigo mesma.


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N/A: Mais um capitulo... espero que gostem. Vou postar mais ainda hoje! ^^


Beijos =*
Angel_S

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