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12. Capítulo XII


Fic: Senhor das Terras Altas CONCLUIDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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– Uma amaldiçoada Delacour em minha casa — resmungou sir James. — Nunca pensei que um dia isso fosse acontecer.


Gina girou os olhos ao sentar-se na frente dele à mesa. Celebrara a manhã com um sorriso, o corpo ainda quente pelo amor feito com Harry e o apetite aguçado. Depois de um banho, chegou à sala grande para o caíé-da-manhã. Nem mesmo a presença do pai de Harry à mesa estragaria seu bom humor. Infelizmente James sempre tentava acabar com seu bom humor.


Nas duas semanas em que estava casada com Harry, sir James revelara uma verdadeira habilidade em deixá-la com raiva.


— Não sou uma Delacour -— ela disse, pela milésima vez. — Sou uma Weasley. Delacour apenas pelo casa­mento. — Gina pegou uma tigela de mingau de aveia e pôs um pouco de mel.


— Pelo casamento você é uma Potter.


— Ótimo, sou uma Potter. Isso significa que não sou uma Delacour, não é?


— Você é uma mulher insolente.


— Sim, eu sou. — Gina começou a comer o mingau, infeliz porque James ainda não terminara a refeição e ela teria que suportar sua presença por mais algum tempo.


— Meu filho terá que ter uma mão firme com você. — Sir James serviu-se também de mingau e mel. — Ele precisa ensiná-la a ter respeito e obediência.


— Gostaria de vê-lo tentar.


Contrariado, sir James meneou a cabeça ao pôr um pe­daço de pão na boca.


— Bem, pelo menos você serve a um propósito. Harry não age mais como se não soubesse para que serve certa parte do homem. Você deve ser capaz de lhe dar alguns filhos, embora pareça pequena e magra demais. Isto me lem­bra porque eu não quis mais arrumar esposa.


— O senhor não tem outra esposa porque ainda está ca­sado com a que fugiu daqui.


Gina percebeu, pelo olhar do sogro, que ele havia se esquecido completamente da mulher.


— Oh, aquela... — ele resmungou. — Ela apenas me deu um filho e me traiu com um maldito Riddle.


Discutir com James que a traição era resultado da hipo­crisia seria completa perda de tempo. Gina ignorou as pa­lavras do velho líder.


— Outro filho, não é? O senhor nunca teve filhas?


— Sim, tive três. Uma se casou com um Guthrie e uma com um Kinnaird. Pensei que fosse conseguir uma ou duas alianças, mas as moças logo ficaram ao lado dos maridos contra o próprio pai. Um pequeno engano e todo meu tra­balho foi inútil. A outra filha fugiu com um Riddle. As mu­lheres sempre traem o homem, mesmo quando o homem é o amado pai. — Ele fungou e pareceu prestes a derramar algumas lágrimas.


Gina bufou ante o show falso de emoção e não ficou surpresa quando ele voltou a olhar para ela com atenção. Esperava que os maridos das três filhas tivessem provado ser homens melhores que o pai. E também duvidava muito que tivesse sido apenas um erro que acabara com a aliança selada pelo casamento.


Como duvidava que sir James dissesse a verdade, achou inútil perguntar que erro fora cometido. Entretanto, tinha quase certeza de que aqueles casamentos não tivessem aju­dado Harry a consertar os danos provocados pelo pai. Infe­lizmente, não havia tido nenhum casamento entre um Riddle e um Potter. Apenas muita sedução ou furto das mu­lheres Potter.


— Por que os Riddle continuam pegando suas mulheres?


— Eles não têm muitas mulheres — respondeu Lily, ao sentar-se perto de Gina para se servir de mingau. — E têm muitos inimigos, também. Alguns desses inimigos entraram nas propriedades quando os homens estavam ausentes, mas isso foi há cerca de quinze anos. Eles eram brutais — Lily estremeceu. — Matavam homens e mulheres, jovens e ve­lhos, e crianças. Poucos escapavam. Algumas mulheres fo­ram pegas, mas não sei se alguma vez houve tentativa de resgatá-las.


— E os bastardos os ajudaram — acrescentou James.


— É verdade — concordou Lily. — Ficaram famosos por isso.


Sir James meneou a cabeça e olhou para Gina.


— Desse modo, é melhor que você fique entre os muros de Scarglas. – Ele se levantou e começou a caminhar. — Você é só osso e cicatrizes, mas um Riddle não é muito exi­gente.


Gina olhou para o sogro com muita vontade de aplicar-lhe um bom chute.


— Esse homem faz qualquer mulher ter vontade de gritar e de se descabelar — Gina resmungou, notando que Lily olhava para ela de um modo estranho. — Estou com restos de mingau entre os dentes?


— Não. – Lily sorriu, e balançou a cabeça. — Creio que o velho líder está começando a gostar de você, como nunca gostou de ninguém.


— Gostando de rnim? O homem nada faz além de olhar para mim, resmungar e me insultar. Isso é gostar?


— Ele conversa com você, Gina, do mesmo modo como conversa com os rapazes. James não conversa com as mu­lheres dessa maneira.


— Ele conversa com você do mesmo modo como con­versa comigo — retrucou Gina, mas percebeu que Lily tinha razão. James não conversava com as mulheres como fazia com os homens.


— Sim, ele fala comigo porque estou aqui há muito tempo e cuidei dele várias vezes quando foi ferido, embora com as outras mulheres ele fale de outro modo. Ele apenas fala o que elas devem fazer e as ignora, ou tenta seduzi-las para levá-las para a cama. Acho que às vezes ele nem sabe o nome delas.


— Não tenho certeza de querer que você me convença de que James é mais do que eu penso que ele é.


— Isso levará algum tempo. Até você se acostumar, mas eu começo a pensar que talvez ele tenha algum sentimento mais profundo. Não muito, mas James gosta dos filhos.


— Não acredito nisso. Vi como ele reagiu ao ver Simon ferido. Nem piscou ao pensamento de que o rapaz pudesse estar morto. E, ao saber que estava apenas ferido, tampouco quis saber a gravidade dos ferimentos.


— É claro que não. Você estava lá perto dos homens e ele não podia mostrar sentimentos perto dos rapazes. Mas ele visitou Simon todos os dias para contar-lhe velhas lendas ou ler para ele. Também visitou Harry. Pensei a respeito e cheguei à conclusão de que ele sempre visita os rapazes quando eles se encontram feridos ou doentes. Descobri que visita os jovens e também os netos. Além disso, há o fato de que ele sustenta todas as crianças que gera. Duas de suas crianças morreram e ele visita suas covas regularmente.


Gina ficou um pouco chocada. Esses fatos demonstra­vam que James tinha alguma afeição pelas crianças que ele punha no mundo com tanta falta de responsabilidade. Por isso nenhum dos seus filhos deixava de gostar dele ou guar­dava algum ressentimento. Isso implicava também que, ape­sar de suas fraquezas e esquisitices, ele tinha desenvolvido algum tipo de afeição.


— Ele sabe o nome de todos os filhos? — Gina perguntou.


— Todos os nomes e todas as idades. Mas não tem certeza dos nomes de cada mãe.


Isso era interessante, pensou Gina, enquanto tomava um gole de sidra gelada. Sir James poderia não ser muito bom pai, mas talvez não fosse tão mal como ela pensava. O fato de não se lembrar dos nomes das mães das crianças não era de se estranhar. O conceito que ele fazia das mulheres era muito baixo. Apesar disso, Gina achou que deveria obser­vá-lo melhor e mais de perto. Um homem que recorda os nomes e idades de tantos filhos talvez não fosse tão ruim.


Quando ela e Lily terminaram a refeição, decidiram que o dia estava bom para trabalharem nos jardins. Gina des­cobrira que o serviço de jardinagem era muito agradável. Tinha lidado com plantas anteriormente, mas eram as flores que mais a interessavam. Era um pouco estranho encontrar tanta variedade de flores em um lugar daqueles, povoado por homens grandes e morenos.


Eles tinham dado plena liberdade a Lily e ela criara um paraíso de beleza, pensou Gina, enquanto trabalhava nos canteiros, enterrando as sementes.


Enquanto trabalhava, Gina ficou pensando o que fazer com o marido. A paixão que eles partilhavam era quente e doce. Amavam-se todas as noites e freqüentemente, também de manhã. Seria fácil aproveitar simplesmente o que acon­tecia e deixar os problemas de lado. Gina suspeitava que outras esposas agradeceriam de joelhos se recebessem do esposo o que Harry lhe oferecia. Parecia egoísta desejar mais, mas ela desejava.


Gina queria amor. Amava Harry de todo o coração e queria ser amada também. Ingenuamente, pensara que, amando-o do jeito que ela o amava, ele simplesmente retri­buiria. Pensava também que tamanha paixão era um passo para o amor. Isso também era ingenuidade, pois era sabido que no homem paixão nada tinha a ver com amor. Levara duas semanas para perceber sua ingenuidade, mas agora ti­nha entendido.


O problema era ela não saber se havia alguma coisa que pudesse fazer. Harry não era exatamente frio com ela du­rante o dia, mas parecia haver uma parede entre os dois, uma parede que ela não conseguia quebrar ou transpor. Ape­sar da paixão que partilhavam, quando Harry deixava a cama ele se tornava o homem que tinha sido antes de se tornarem amantes. A única diferença era que ele não fugia mais dela, pelo menos não de maneira óbvia.


Ela parecia não fazer parte da vida dele durante o dia. Cada vez mais Gina achava que era nada mais do que a mulher que esquentava a cama dele e que poderia lhe dar filhos legítimos, isso despertava em Gina sentimentos maus. Sentia-se mais como uma amante do que como espo­sa. De algum modo tinha que mudar isso. pois sentia como se uma chaga tivesse sido aberta em seu coração.


A fome desvíou-a dos seus pensamentos e do jardim. Lily fora visitar uma mulher na vila que estava prestes a dar à luz. Sentindo-se estranhamente sozinha em uma casa cheia de pessoas, Gina dirigiu-se até o quarto, parando para pedir que uma criada lhe preparasse o banho. Na realidade, sentia falta de Nathan a seguindo por toda parte. E isso, ela pensou, era uma triste indicação da realidade do seu casamento.


Quando o banho estava preparado, Gina entrou na água quente e suspirou de prazer. Imersa nos pensamentos sobre o marido e sobre seu casamento, ela trabalhara mais do que o costume no jardim. Descansou a cabeça na borda da ba­nheira e deixou o calor da água cuidar das partes doloridas do seu corpo. Cerrando os olhos, desejou que o banho tam­bém lavasse as feridas do seu coração.


Harry entrou no quarto e parou abruptamente, o olhar fixo em Gina, que estava adormecida na banheira. Sem tirar os olhos dela, fechou a porta e trancou-a. Vinha do rio, onde tinha nadado rapidamente para tirar o suor e a poeira adqui­ridos no treinamento dos seus homens, e procurava por uma camisa limpa. Decidiu que a camisa poderia esperar e foi para o lado da banheira.


Céus, como ela era bonita, Harry pensou, olhando para Gina. Estavam casados há duas semanas e ele ainda ficava tremendamente excitado só de olhar para ela. Muitas vezes, durante o dia, tinha vontade de procurá-la, conversar com ela, se assegurar que ainda estava lá, mas sempre lutava contra esse desejo. Aquela não seria maneira de um homem agir. Não era digno. Se ele a caçasse para fazer amor com a frequência que queria, perderia seu autocontrole.


Tudo era muito novo, Harry pensou ao ajoelhar-se ao lado da banheira. Nunca fora recebido com amor nos braços de uma mulher e nunca sentira tanto desejo por mulher nenhu­ma. Bellatriz era bonita, mas tudo não passara de mentira, uma armadilha. Ele pegou a esponja e o sabonete e percebeu que nunca poderia duvidar da paixão de sua esposa.


 


Começou a banhá-la, começando pelos pequenos e lindos pés. E sorriu quando, ainda dormindo, ela franziu o cenho e resmungou alguma coisa. Terminara de lavar suas pemas e começara a lavar o braço esquerdo quando Gina abriu os olhos. O rubor que coloriu seu rosto o fez sorrir.


— Harry... — Gina protestou. — Posso me lavar sozinha.


— Não. Estou gostando — ele declarou, ao passar a es­ponja nos seios dela. — Você não devia dormir no banho, Gina. Pode se afogar. — Pondo a esponja de lado, ele en­saboou a mão para continuar a lavar seus seios.


— Acho que estão bem limpos, agora. — Gina não es­tranhou ao perceber um ligeiro tremor na sua voz. O toque do seu marido a excitava demais. — Acho que você tem mais o que fazer além de me dar banho.


— Sim, eu tenho, mas seja gentil com seu marido e dei­xe-me terminar. Nunca assisti uma mulher se banhando.


Essa declaração silenciou os protestos de Gina. A ideia de partilhar com Harry uma coisa que ele nunca partilhara com outra mulher era irresistível. Banindo o constrangimen­to, o desejo correu solto. Então, Harry passou a mão ensa­boada no meio das pemas dela e Gina não teve mais con­dições de raciocinar. Entregou-se completamente ao prazer do toque do marido.


Gina perscrutou o marido através dos olhos semicerra-dos. Ele tinha o mesmo olhar que Gina via sempre: um olhar de desafio. Também parecia muito excitado, prova de que não podia ficar perto dela sem desejá-la. Isto era muito reconfortante e dava-lhe coragem para enfrentar qualquer problema. Lentamente, Gina levantou-se e observou Harry engolir em seco. Ela sorriu docemente e saiu da banheira.


Harry logo a envolveu com uma toalha de banho. Por algum motivo, Harry não estava agindo de acordo com o desejo que fazia seus olhos brilharem. Gina não perguntou o porquê, suspeitando que não iria gostar da resposta ou que não a entenderia.


O instinto lhe sugeriu que ele estava guardando as ener­gias para a noite e talvez também para a manhã. Ele também poderia pensar que fazer amor com a esposa no meio da tarde poderia chocá-la. O interlúdío do banho fora excitante e satisfatório, mas não tanto quanto o que ela sentia nos fortes braços de Harry e nem o êxtase que tomava conta dos dois.


Não fazendo nenhum esforço para esconder seu corpo, Gina começou a enxugar-se. Enxugava-se e torcia para atrair Harry. Se a respiração ofegante dele fosse sintoma de desejo, ela estava tendo sucesso, apesar de nada saber sobre a arte da sedução. Gina estava admirada por expor-se, mas decidiu que quinze dias de paixão partilhada com Harry a fizeram esquecer um pouco suas cicatrizes.


— Gina — Harry disse, tentando disfarçar a rouquidão da voz. — O que você está fazendo?


— Estou me enxugando, – ela respondeu olhando para ele, satisfeita de que ele estivesse usando apenas culote. Era óbvio que viera para o quarto a fim de se trocar. — E pro­vocando você — ela acrescentou. — E parece que está fun­cionando.


—- Estamos no meio do dia.


Depois de olhar o brilho do sol através da pequena janela, Gina sorriu para ele e desamarrou o cuíote.


— Como você é perspicaz, marido.


— Senhoras de respeito não fazem sexo no meio do dia. – Como ele não fez nenhum movimento para impedi-la, apesar das palavras, Gina tirou-lhe o culote.


— Nossa Mione nunca me disse nada a respeito dessa regra.—Ela se ajoelhou na frente dele e terminou por tirar-lhe as botas.


Gina aproximou a cabeça do membro do marido e bei­jou-lhe a cicatriz que quase o castrara.


— O que você está fazendo, Gina? — Harry perguntou, soltando um gemido.


— Nossa Mione me ensinou várias coisas que podem ser feitas entre marido e mulher.


— Ela lhe contou essas coisas?


—  Sim. Suas primas a ensinaram. Você não está gos­tando?


— É claro que estou gostando. Acho que mais do que você.


— Quero retribuir todo o prazer que você me propicia.


Apesar de todos seus esforços e de todos os anos de abs­tinência, Harry sabia que não poderia gozar dessas delícias por muito tempo. Gina sabia certas coisas teoricamente, mas não tinha nenhuma experiência. Desse modo, ele a ergueu pelos braços e a levou para a cama, e deitou-se sobre ela.


Com a mão tremula afastou-lhe as pernas e percebeu que a esposa estava pronta para ele. Penetrou-a, decidindo que ia se controlar o suficiente para lhe dar pleno prazer. Para seu alívio, Gina não precisou de muito tempo. E, quando ele sentiu suas pernas ao redor do seu corpo, apressou os movimentos e ambos chegaram ao clímax ao mesmo tempo.


Gina se agarrou a ele quando Harry soltou o corpo exau­rido sobre ela. Todo o corpo de Gina ainda tremia e ela se pôs a pensar como ele não percebia que haviam nascido um para o outro.


Na mentalidade dos homens, não havia relação entre pai­xão e amor, mas sem dúvida nenhuma, Harry tinha que re­conhecer que os dois se encaixavam com perfeição. Talvez fosse necessário mais tempo, mas Gina estava ficando im­paciente e temia que isso a fizesse agir de maneira que o afastasse em vez de aproximá-lo dela.


Harry se ergueu, apoiando-se nos cotovelos e beijou-lhe a boca. Não tinha certeza do que devia fazer ou dizer. Olhou para Gina, viu suas faces enrubescidas e se tranquilizou. Ela tampouco sabia se isso era certo ou não.


— Seu irmão sabia o tipo de coisa que sua esposa ensi­nava a você? — Harry perguntou, suspirando aliviado ao vê-la sorrir para ele.


— Ela me ensinou muitas coisas, mas não sei se Rony tinha conhecimento. Pelo menos ele nunca demonstrou. Vo­cê não gosta que eu saiba de certas coisas?


— Se eu fizer objeções. você não fará mais nada e eu não sou tonto a esse ponto. — Ele beijou-a novamente e saiu da cama. — Talvez eu precise aprender certas lições. — Harry sorriu enquanto se vestia. — Acho que eu tinha ideias erra­das sobre como uma senhora casada deve atuar na cama.


—  Você não deve ter ideias mais estranhas do que as ideias que meu irmão tinha. – Gina saiu da cama e pegou o lençol para se cobrir, como se de repente tomasse cons­ciência de sua nudez. – Toda a vida meu tio ensinou men­tiras a ele. Meu tio era um homem que urdiu a morte em toda a nossa família e que tentou até matar nossa Mione. – Vendo a curiosidade nos olhos do marido, Gina continuou a contar a história enquanto se vestia. Falou da deslealdade e da perfídia do tio.


Harry ficou tão chocado com o que acabara de ouvir, que em silêncio calçou as botas e foi abraçar a esposa. O pensa­mento do que o tio de Gina havia feito, tentando matar toda a família e de como poderia ter obtido sucesso não fosse a coragem de Rony o apavorou. Ficara chocado só de pensar que poderia passar sua vida sem ter Gina com ele. E ficou feliz por nunca ter dito a ela sobre sua desconfiança. Depois do que ela passara, suas dúvidas a ofenderiam.


— Agora ele está morto —- Harry disse, para aplacar o medo que percebera na voz da mulher.


— Sim, assassinado por uma prostituta que dormia com meu irmão.


Gina tentou não valorizar demais o forte abraço que ele lhe dava. Devia ser apenas para confortá-la pelas velhas me­mórias que haviam aflorado.


— Seu irmão manteve a prostituta por perto depois de casado?


O choque na expressão de Harry agradou Gina. Ela po­deria demorar a descobrir tudo sobre o homem com quem se casara, mas poderia contar com sua fidelidade.


— Sim e não. Ela ficou perto, mas nunca mais foi à cama dele. E foi enforcada depois que Mione provou que fora ela, e não Rony, que matara nosso tio.


— Esse apoio da mulher é uma coisa boa — Harry de­clarou, ao tornar-lhe a mão para conduzi-la para fora do quarto. — Era dever dela, mas é muito mais doce se dado espontaneamente.


Quando Harry parou de falar e apertou-lhe a mão delica­damente, Gina sentiu uma alegria muito grande. Seria difícil conduzir seu marido pelo caminho que ela queria. Infeliz­mente, não podia domar seu próprio coração e nem o desejo que sentia por ele. Seu objetivo de conquistar o coração de Harry ia requerer muito mais planejamento e esforço.


 N/a: FELIZ 2010 A todosss. Eu seiq ue devia ter atualizado antes, mas aqui ta uma correria danada. Semana que vem posto mais um
Bjao a todos

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