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Fic: O amor fala mais alto que o sangue 3. - Cap 26 e 27 ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Bônus


 


 


 


Seis meses depois da formatura...


 


A neve que caíra na noite anterior mudou completamente a paisagem daquela manhã de sexta. As janelas e telhados das casas estavam cobertos por uma densa camada branca de gelo, e os galhos secos das árvores balançavam conforme o forte vento soprava. Definitivamente, aquela não era uma manhã boa para sair de casa.


Entretanto, para aqueles que não tinham o privilégio de ficarem na cama até mais tarde e aproveitarem o restante do dia em frente à lareira, tomando uma boa xícara de chocolate quente, aquela manhã era como outra qualquer, ou seja, era um dia de trabalho.


Rose Weasley agora fazia parte do seleto grupo de funcionários do Ministério, o que significava que não teria a chance de passar mais um tempinho extra em sua cama quentinha, e seria obrigada a enfrentar aquele dia frio.


Agora a filha mais velha de Rony e Hermione trabalhava no Ministério ao lado de seu primo Alvo. Os dois eram estagiários agora e trabalhavam no nível 2, local que por coincidência também trabalhavam seus pais.


- Eu realmente desconfio que Merlin tá me fazendo pagar algum pecado. – Alvo comentou com Rose.


O castigo ao qual, segundo ele, Merlin o submetera, era passar a tarde trancado no arquivo geral junto com sua prima, arrumando as pilhas de relatórios que lá se encontravam e procurando outros documentos a mando de Harry e Rony.


- Acho que nós dois estamos pagando por algum pecado então. – Rose comentou com um sorriso – Eu me pergunto como em um local onde só trabalham bruxos, consegue ser tão bagunçado. Quero dizer, os trouxas ainda têm desculpas por não terem auxílio da magia, mas e quanto aos membros do Ministério? Por Merlin, toda essa bagunça é injustificável, e ainda por cima me faz lembrar o quarto do Hugo.


Alvo riu com o comentário da prima. Ela tinha razão quanto ao fato daquela bagunça ser sem motivo, afinal de contas, com um simples floreio da varinha as coisas poderiam voltar aos seus lugares rapidamente, contudo, o jovem Potter desconfiava que o objetivo de toda aquela bagunça era testar os nervos dos estagiários e ainda divertirem os seus superiores (que no caso é válido lembrar que eram seus próprios pais!).


- E aí, tem planos pra mais tarde? – Alvo perguntou, enquanto verificava uma pilha de papéis, em busca de um documento.


- Vou jantar com o Scorpius na casa dele.


- E vai contar a ele que foi aceita na Escola Preparatória de Especialistas em Magia? – Alvo encarou a prima com um sorriso enviesado – Vamos lá, faz três dias que você recebeu a carta da EPEM e você quer se tornar uma Inominável, então porque não acaba logo com essa tortura e conta de uma vez?


Rose suspirou profundamente e deixou os ombros caírem em sinal de cansaço.


- Não é tão simples, Al! – ela explicou – A escola fica no norte do país, a mais de 2.000 km daqui. Eu teria que morar sozinha e me focar totalmente nesse objetivo. Não é como ir pra Hogwarts, entende? Eu não vou apenas aprender Feitiços, Poções e estudar para passar nas provas. Eu vou ter que pesquisar origens, descobrir encantamentos, criar poções venenosas e descobrir eu mesma o antídoto... Eu terei que ser realmente uma...


- Especialista. – Alvo completou a frase da prima – E ainda não vi problema nenhum nisso. Scorpius ficará orgulhoso por você ter entrado na EPEM! Aliás, ele e Vincent ficarão orgulhosos, já que até onde eu sei, a Sophie também foi aprovada.


- Sim, ela foi... – Rose encarou o primo com um misto de frustração e tristeza – Você entende que ir pra essa escola significa deixar minha casa e meu namorado pra trás? Eu não posso fazer isso! Mamãe terá um ataque dos nervos se eu disser que vou morar sozinha! Imagina quando a vovó souber então, ela vai...


- Ficar orgulhosa de você! – Alvo a interrompeu mais uma vez – Qual é Rose, vamos lá! Pare de inventar desculpas. Admita de uma vez que você está com medo de crescer e enfrentar a vida sozinha. Não é nenhuma vergonha isso, sabia? Todo mundo sente medo quando está diante de algo novo, é natural! Garanto que até nossos pais ficam assustados de vez em quando, mas eles não desistem por causa disso. Além do mais, fugir não vai tornar as coisas mais fáceis pra você, acredite.


Rose ficou em silêncio por alguns instantes e então saiu do local em que estava e foi até o primo, lhe dar um abraço apertado.


- Eu já disse que minha vida seria uma droga sem você? – ela perguntou.


- Oh já! – ele respondeu, enquanto afagava as costas da prima – Mas é sempre bom ouvir.


- Você é meu melhor amigo, Al. Obrigada por tudo, de verdade! – Rose se afastou do abraço, para dar um beijo no rosto do primo.


Alvo sorriu.


- Isso significa que vai contar ao Scorpius sobre sua aceitação?


- É... Acho que está mesmo na hora de crescer.


 


 


 


 


***


 


 


 


 


O frio não é um fator impeditivo para pessoas determinadas que costumam se exercitar. Por esse motivo Scorpius e Vincent sobrevoavam os terrenos da Mansão Malfoy, fazendo manobras com suas vassouras de última geração, apenas para manterem a forma.


- Cara, eu realmente não tenho ideia de como Rose irá reagir quando contar a ela sobre jogar pela União de Puddlemere – Scorpius disse. Agora Vincent e ele voavam emparelhados e numa velocidade lenta, para poderem conversar – Tenho medo da forma que ela vai reagir a isso.


- E você vem falar de medo pra mim? – Vincent perguntou – Passou pela sua cabeça loira que eu vou ter que enfrentar o furacão Sophie? Cara, eu não sei se você já reparou, mas aquela menina quando não gosta de alguma coisa lança um olhar que seria capaz de matar um basilísco!


Scorpius riu.


- Você não acha melhor jantarmos todos nós, e juntos contarmos a elas? Deve ser mais fácil assim.


- E mais perigoso também! – Vincent observou – Já imaginou se as duas ficam furiosas com a ideia da nossa mudança e decidem lançar sobre nós a ira feminina? Enfrentando uma só temos chances de sobreviver, reflita.


- Você tem razão! É melhor contarmos a elas separadamente, e haja o que houver, não pode passar de hoje. Temos que enviar uma coruja com a resposta amanhã, já adiamos demais.


 


 


 


 


***


 


 


 


 


É impressionante como as horas passam rápido quando duas pessoas precisam de mais tempo para elaborarem um discurso a respeito de uma grande decisão. Talvez tenha sido por isso que Scorpius ficou alarmado quando olhou no relógio e percebeu que em breve Rose estaria em sua casa. Já eram 19h00min e ela não costumava se atrasar tanto.


Quando havia marcado o jantar, Scorpius insistira em ir buscar Rose para acompanhá-la, mas ela insistiu que não havia problema nenhum em aparatar na mansão e que ele não precisava se preocupar, já que ela sairia do trabalho, correria até sua própria casa para se trocar e depois o encontraria.


- Ok Willy, tudo pronto pro jantar, certo? – Scorpius perguntou mais nervoso que o normal. Em qualquer outra ocasião ele não estaria dando voltas pela sua sala, mas naquele momento, isso parecia acalmá-lo.


- Oh Scorpius, meu menino, meu senhor, tudo pronto para o jantar como o senhor pediu. – Willy, o fiel elfo doméstico dos Malfoy respondeu – Willy tem permissão de perguntar por que o menino não pára de rodar?


Scorpius não queria, mas acabou rindo e balançou a cabeça num sinal positivo.


- Eu estou um pouco preocupado, apenas isso. – Scorpius respondeu. Naquele momento, ele viu pela janela uma figura ruiva aparatar em seu jardim – Willy abra a porta, Rose chegou.


Era impressionante como a presença de Rose tinha um efeito anestésico. Se antes Scorpius estava ansioso e parecia que ia ter um ataque cardíaco, agora, sabendo que Rose estava ali, se sentia calmo.


- Bem vinda, amor! – Scorpius caminhou até Rose, que agora estava no hall de entrada, e a puxou para seus braços – Senti sua falta! – admitiu.


Rose sorriu e ergueu a mão para acariciar o rosto de seu namorado.


- Não mais do que eu senti. – ela disse e então se colocou na ponta dos pés para beijá-lo.


O beijo não durou muito, pois Vincent apareceu descendo as escadas, meio desesperado.


- Oi casal! – ele os cumprimentou – Tchau casal!


Rose riu e encarou o amigo.


- Nossa, pra que tanta pressa?


- Eu marquei de encontrar a Sophie, e acho que estou meio atrasado. Então, caso seja a última vez que os veja, saibam que vocês são grandes amigos! – Vincent disse e saiu correndo pela porta da frente, aparatando rapidamente do jardim.


- Eu queria saber como ele consegue ser assim... – Rose disse, observando a porta por onde o amigo havia acabado de passar.


- Ah amor, desista! Faz 18 anos que somos melhores amigos e ainda não descobri como ele consegue essa façanha.


Os dois riram e então seguiram para a sala de jantar, onde a mesa estava posta e completamente farta.


- Eu acho que minha mãe exagerou um pouquinho quando pediu pros elfos prepararem nosso jantar. – Scorpius concluiu, enquanto puxava uma cadeira para que Rose se sentasse.


- Acho que não é mais surpresa que minha sogra costuma exagerar um pouquinho às vezes. – Rose disse com um sorriso.


Scorpius até concordaria com esse fato, se Rose não tivesse usado a expressão “às vezes”. Sua mãe exagerava sempre, e isso não era novidade pra ninguém.


Ao sinal de Scorpius, os elfos serviram o jantar, que obviamente estava delicioso. Ele e Rose durante a refeição conversaram sobre coisas tolas, a fim de evitar o que precisavam contar um ao outro.


Mas é claro, que não é possível adiar as coisas por muito tempo, por isso que depois da sobremesa, os dois voltaram para sala de estar, onde a lareira ainda estava acesa.


Houve um minuto de silêncio, enquanto os dois se aconchegavam na poltrona em frente à lareira, até que finalmente decidiram que era hora de contar sobre suas cartas.


- Nós precisamos conversar! – eles disseram ao mesmo tempo, e arregalaram os olhos em surpresa.


- Po... Pode dizer você primeiro! – Rose gaguejou sem querer.


- Primeiro as damas! – Scorpius sorriu de leve.


Rose pigarreou um pouco e respirou fundo. Não era nada fácil contar ao namorado que fora aceita em uma das melhores escolas de especialistas do mundo... Assim como também não era nada fácil explicar que precisaria se mudar se quisesse estudar lá.


- Scorpius, eu já comentei com você a respeito da EPEM? – Rose perguntou – No mundo trouxa poderia ser comparada a uma universidade. As pessoas que são aceitas nessa escola podem escolher uma ou até mais matérias para estudar a fundo e se tornar um especialista. Podemos fazer experimentos de Poções, Feitiços, essas coisas, e as pessoas que estudam lá têm o acompanhamento de bruxos renomados.


- Eu conheço essa escola. Sophie comentou uma vez comigo e com Vincent a respeito... Se na me engano ela queria entrar. – ele respondeu casualmente.


- Pois é... E ela conseguiu, acredita? – Rose disse – E bom...


- Bom o que?


Rose olhou fundo nos olhos de Scorpius para encontrar a coragem que nela lhe faltava. Sentia-se forte quando encarava aquela imensidão azul-acinzentada.


- Eu também fui aceita para lá.


Nem Rose, e nem qualquer pessoa que estivesse desesperada com o assunto, poderia esperar a reação vinda de Scorpius.


Ele simplesmente a pegou nos braços e a beijou profundamente, como se ela tivesse acabado de dizer que salvara o mundo ou coisa parecida.


- Meu amor, parabéns! – Scorpius disse assim que os dois se separaram para poderem respirar – Por que não me contou que havia se inscrito lá? Estou orgulhoso de você! Hermione e Rony devem estar nas alturas.


Rose sorriu concordando. Era bom que Scorpius tivesse recebido tão bem essa notícia, já que a próxima não seria tão agradável assim.


- Eles estão sim. – ela garantiu – Mas amor... Não é só isso.


- É o que então, amor?


- A EPEM fica no norte do país. Bem distante de onde moramos, e para cursar eu teria que me mudar. Morar sozinha, sabe? Bom, tecnicamente não sozinha, já que se a Sophie conseguir contar ao Vincent, iremos morar juntas, mas do mesmo jeito, entrar naquela escola significa que preciso sair daqui, e bom... Eu não vou a lugar nenhum se você disser que não acha isso uma boa idéia.


Scorpius sorriu e então acariciou o rosto da menina com a ponta dos dedos.


- Rose, você precisa saber que a única coisa que eu desejo é que seja feliz. – ele disse – Pedir para que não fosse para essa escola seria tirar de você um sonho. Eu sei o quanto lutou para isso e imagino quantas noites de sono deve ter perdido preocupada se seria ou não aceita. – Scorpius dizia tudo, sem desviar o olhar do rosto de Rose, que agora estava visivelmente emocionada – Você deve ir para lá sim. Eu nunca me oporia a isso, ainda mais agora que sei que Sophie estará lá com você.


- Você não... Você não se importa mesmo?


- Não vou negar que me assusta um pouco saber que você está em uma cidade nova, cheia de desconhecidos, principalmente por que até onde eu sei que no bairro mais próximo da escola vivem alguns trouxas e você precisará ter o dobro de cuidado, mas é o seu sonho e eu não serei egoísta a ponto de impedi-lo.


Dessa vez foi Rose quem puxou Scorpius para um beijo intenso. Ela mal podia acreditar no que acabara de ouvir e só queria agradecer por ele ser tão compreensivo.


- Nossa, acho que darei mais discursos assim. – Scorpius brincou – Essa notícia foi maravilhosa, amor. E acho bom que você esteja preparada pra me receber todo final de semana em sua casa.


- Seu bobo! Por mim eu trancava você dentro da minha casa e não deixaria mais sair! – ela disse, dando lhe dando um selinho rápido – Bom, agora acho que é a sua vez de falar o que queria me contar.


Por um segundo, um simples segundo, uma sombra passou pelo olhar de Scorpius. Nos minutos que estivera ocupado idolatrando Rose e sua alegria, esquecera-se completamente que precisava falar a respeito do trabalho oferecido pela União de Puddlemere.


- Então, Rose, você conhece a história da União de Puddlemere? – Scorpius perguntou.


- Segundo o livro Quadribol Através dos Séculos, esse time é o mais antigo da Liga Britânica e Irlandesa, tendo vencido vinte e dois campeonatos, além de duas taças européias. – Rose respondeu prontamente – Ele foi fundado em 1163 e é um dos times mais famosos e renomados da atualidade. É claro que os números de vitórias podem ter sido alterados um pouco, já que...


- Tá bom amor, eu já entendi que você conhece o time. – Scorpius disse com divertimento – Como você mesma mencionou, esse time é bem antigo e também bastante famoso e costuma contratar apenas jogadores que considerem os melhores do momento.


- Tá explicada então a vontade do Hugo de entrar para esse time. – Rose comentou.


- Sim... – Scorpius concordou – Bom, eu vou parar de enrolar e dizer de uma vez, certo? Há três dias, Vincent e eu, recebemos uma proposta de trabalho da União de Puddlemere. Eles nos querem no time e precisam que nós enviemos a resposta no máximo até a próxima quarta.


A reação de Rose espantou Scorpius. Ele esperava que, no mínimo, ela gritasse ou tivesse um ataque porque o time tem sede em Puddlemere, uma cidadezinha que ficava na fronteira do país com a Irlanda, bem longe de onde ela iria morar. Mas, ao invés disso, Rose se colocou de pé e sacou a varinha, o que assustou bastante o rapaz, pois não estava preparado para um ataque.


- Amor, fica calma! – Scorpius pediu, levemente desconfortável – Tá tudo bem, eu não aceito. Não precisa me azarar por isso.


Rose o encarou confusa.


- Você ficou maluco? – ela perguntou e logo em seguida entendeu o nervosismo de Scorpius – Seu bobo, eu saquei a varinha pra convocar um pergaminho e uma pena, para que escreva aceitando a proposta!


Scorpius piscou algumas vezes e então se colocou de pé, parando em frente à Rose e a segurando pelos ombros.


- Você tem certeza disso? Você sabe que a sede do time fica em...


- Puddlemere, uma cidade fronteiriça, que fica muito longe do local onde vou morar. É, eu sei. Mas isso não significa que não deve aceitar a proposta. – ela disse – Scorpius, faço suas as minhas palavras. Eu também só quero te ver feliz e, por Merlin, jogar pela União de Puddlemere sempre foi seu sonho! Eu nunca pediria pra você dar as costas ao seu sonho por mim, seria egoísmo e eu me odiaria por isso!


Scorpius sorriu e então puxou Rose para um abraço apertado, retirando-a do chão e a girando no ar, tamanha era sua felicidade.


Rose apenas riu e envolveu os braços em torno do pescoço do namorado. Ela também estava imensamente feliz.


- Acho que já passamos por coisas piores que essa distância, e agora percebo o quanto fui tola por ter enrolado tanto para te contar isso. – Rose comentou. – E além do mais, não precisamos nos preocupar com os milhares de quilômetros que vão nos separar. Quero dizer, se fossemos trouxas, precisaríamos nos preocupar com as passagens de avião, mas, para nossa sorte, em nosso mundo há meios mais rápidos e seguros de se viajar.


- Louvada seja a aparatação! – Scorpius brincou – Eu te amo, Rose!


- Eu também te amo, Scorpius! – Rose disse, com um grande sorriso no rosto – Sempre e para sempre!


Scorpius sorriu e segurou o rosto de Rose entre as mãos, aproximando seus rostos e a beijando suavemente.


Como já era de costume, os dois perderam a noção do tempo enquanto se beijavam. Era muito fácil para os dois esquecerem-se do mundo e se focarem apenas um no outro.


Foi com certo sacrifício que os dois se separaram, novamente para respirar. “Maldita necessidade humana!” os dois pensaram, e se assustaram ao ver que não estavam mais sozinhos na sala.


- Eu já disse que vocês são muito assanhados? – Vincent comentou – É sério, é só virar as costas por um instante e aí estão vocês se agarrando. Deveriam ter vergonha!


- Como se você e eu não estivéssemos fazendo a mesma coisa há alguns minutos. – Sophie comentou.


Rose e Scorpius riram e foram se sentar próximos aos amigos, que já haviam se aconchegado no sofá.


- Bom, pra você estar sorrindo e vivo até agora, creio que contou a Sophie sobre sua ida para Puddlemere, certo? – Scorpius perguntou.


- Correto! – Vincent respondeu – E minha amada loira veio com uma bomba, dizendo que vai morar com a Rosecreide em outra cidade, para estudar na EPEM! Cara, você consegue imaginar essas duas juntas por mais tempo? Uma pegando as manias da outra? Estamos ferrados!


- Verdade, eu não tinha parado pra pensar nisso. – Scorpius fingiu espanto – Rose, você tem certeza que não prefere morar sozinha? Sabe como é, você já é um pouco, ahn... Como posso dizer...


- Maligna? Cruel? – Vincent sugeriu.


- Eu ia dizer estressada, Vincent, não precisava exagerar! – Scorpius disse entre risos – Então, se você morar com a Sophie que também não é o que podemos chamar de “pessoa tranquila”, creio que não sobrará muito de mim e do Vincent quando formos visitá-las e vocês duas estiverem na TPM.


As meninas até pensaram em revidar, mas estavam muito ocupadas rindo do falso pânico dos seus namorados.


- Imagino que vocês dois vão morar juntos também, estou certa? – Rose perguntou.


Scorpius e Vincent se entreolharam. Eles ainda não tinham pensado nesse detalhe.


- Para falar a verdade, Rosecreide, agora que você falou, acho que seria uma boa idéia. – Vincent disse – Nós passamos tanto tempo preocupados com suas reações, que esquecemos de pensar nesse pequeno detalhe.


- Claro que não pensaram, amor, vocês são homens e nunca se preocupam com os detalhes! – Sophie deu de ombros – Mas, agora que temos isso resolvido, amanhã vocês dois precisam mandar uma resposta positiva ao time, enquanto Rose e eu precisamos dizer “sim” para nossas vagas.


- É verdade! – Scorpius concordou – Sabe de uma coisa? Eu acho que agora finalmente vamos começar nossas vidas. Sem pais, sem Hogwarts... Nós quatro finalmente vamos conhecer a vida real.


- E isso assusta você? – Rose perguntou.


- Não muito... Enquanto eu tiver você ao meu lado e amigos em que eu possa me apoiar, acho que não tenho nada a temer. – Scorpius respondeu com sinceridade – Temos uns aos outros e é isso que importa, certo?


Rose, Sophie e Vincent balançaram a cabeça em concordância. Scorpius estava mais que certo. Eles não precisavam temer a mudança enquanto estivessem juntos, e, além do mais, se quisessem realmente descobrir o que é a vida, uma hora precisariam deixar as casas de seus pais e enfrentar o mundo, para conhecer os verdadeiros desafios de ser adulto.


Finalmente chegara a hora de se mudarem. Se estavam preparados para isso? O tempo é quem vai dizer, mas por hora o importante é saber que naquele momento eles perceberam que estavam preparados para todas as responsabilidades que a decisão da mudança lhes traria.


Era hora de crescer.


 


 


 


 


 


 


 


 


 


~~


 


 


 


 


 


 


 


 


N/A: Hey lovers!


Own, vcs não sabem o quanto tô feliz em ter voltado a ter tempo para escrever *-* Tava com saudade desse mundo das fanfics.


Enfim, hoje eu tô sendo muito boazinha ok?! A postagem do bônus estava prevista apenas para o sábado, maaaaaaaaaaas graças a Cecília Potter que deixou um comentário tão emocionado, fiz uma pequena mudança de planos e postei agora.


Como puderam perceber, o bônus se passa poucos meses após a formatura e explica a mudança que eles terão que fazer. Eu não queria que ficassem perdidas durante os capítulos, então decidi explicar o que houve para que eles fossem morar tão afastados.


O primeiro capítulo da fic está sendo escrito, e vai ser uma espécie de “geralzão” sabem? Vocês de cara já vão ver Rose e Sophie na nova cidade; Scorpius e Vincent no quadribol; Dan, Demi e Felicity; enfim, vou tentar dar uma pincelada rápida sobre a vida de cada um nos dois primeiros capítulos, e apresentar-lhes os novos personagens da melhor forma.


Até sábado tento terminar o 1º capítulo, certo?!


Vou indo nessa, e mais uma vez digo para agradecerem a Cecília pela postagem antecipada.


Aos novos(as) leitores(as) sejam bem-vindos!


As minhas fiéis e antigas leitoras (e amigas também!) sejam bem-vindas de volta.


Finalmente chegamos à parte final da saga: O amor fala mais alto que o sangue.


Divirtam-se *-*


 


 


Até breve!


 


XoXo,


Mily.

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Comentários: 1

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Enviado por MP__Potter em 19/08/2012

Menina,nao consigo parar de ler Susa fics!!!!! Vc é demais!!!!!

Nota: 5

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