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1. Capitulo 1


Fic: A Caricia do Vento. - Concluida - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Um conjunto de pulseiras de ouro tilintou quando Hermione Granger fechou a porta do seu Mercedes azul. Ela virou-se na direção do hotel em que Ronald Weasley trabalhava, os cabelos ondulados e castanho movendo-se livremente junto aos ombros.



 


Não havia murmúrio de brisa. Para além da altíssima estrutura do hotel, as águas do rio Colorado represado pareciam lisas como um espelho. O pôr-do-sol do Texas deixava uma trilha longa e amarela sobre a superfície. O ar vespertino de fevereiro era fresco contra a face de Hermione.


 


O seu olhar cor de âmbar se desviou rapidamente para o relógio de pulso enquanto ela se dirigia para a entrada do hotel. Eram quase cinco horas.


 


Estava atrasada de novo. Deu de ombros, o que revelava que estava acostumada a que as pessoas esperassem por ela. Não era um gesto consciente.


 


A castanha não admitia que fosse mimada, embora reconhecesse que, como filha única, fora paparicada pelos pais amorosos.


 


Mas Rony não o fazia. Não conseguia dobrá-lo como fizera com os outros homens com quem saíra.


 


Talvez fosse este um dos muitos motivos da sua fascinação por ele. Agora, o ruivo ia ficar zangado com ela por estar atrasada, mas Hermione estava certa de que o faria esquecer esse aborrecimento.


Ao pensar nisso, um leve sorriso encurvou os seus lábios sensuais, pintados de rosa-pálido. Combinado com o brilho promissor dos seus olhos pintalgados de dourado, o movimento lhe dava um ar de prazer secreto, excitantemente misterioso aos olhos de algum observador casual.


 


Hermione já estava bem próximo à porta de entrada quando viu Ronald junto do prédio, ao lado de outro empregado do hotel. A luz castanha dos seus olhos era bastante acusadora quando ele a olhou fixamente. Não podia ter deixado de vê-la dirigir-se do estacionamento para a entrada, e no entanto não a chamara. Teria deixado que ela perdesse momentos preciosos procurando por ele lá dentro, para puni-la pela sua impontualidade.


 


Parada junto à porta, a castanha olhou para ele e ficou com a respiração presa. Os cabelos ruivos caíam com uma masculinidade descuidada. Uma virilidade espalhafatosa se estampava nas belas linhas do seu rosto, e havia uma sugestão de arrogância na rigidez do queixo. Alto, musculoso, a aparência de deus do sol faria disparar o coração de qualquer garota. O uniforme do hotel, um blazer castanho sobre um pulôver branco e calças escuras, acentuava o seu físico másculo.


 


Todas as vezes que Hermione o via, a reação era a mesma. Primeiro, havia uma vaga sensação de surpresa de que pudesse ter-se esquecido de como ele era espantosamente bonito, seguida por uma sensação de culpa por tê-lo deixado esperando, embora não intencionalmente.


 


Na verdade, os passos dela eram serenos, graciosos, quase descansados, impulsionando-a para frente. Seus lábios se abriam num sorriso encantador e com uma leve sugestão de pedido de desculpas. As pulseiras tilintaram de novo enquanto a garota jogava para trás o cabelo castanho ondulados.


 


- Desculpe o atraso, meu bem - falou, em voz baixa e cálida, destinada a acalmar a irritação dele.


 


Ronald Weasley não retribuiu o sorriso. Fez um breve gesto de cabeça para o colega de trabalho e tomou a mão de Hermione, apertando-a brutalmente.


 


Ela arquejou com a dor enquanto ele a puxava atrás de si para o lado do prédio.


 


- Rony, você está machucando a minha mão - protestou ela quando pararam, sem saber ao certo se ele tinha consciência da própria força.


 


Ele soltou os dedos doloridos dela imediatamente, as mãos agarrando-lhe os ombros enquanto a puxava bruscamente para junto de si.


 


- Não gosto que me façam esperar - resmungou Rony, a respiração quente indo de encontro aos lábios dela uma fração de segundo antes que a sua boca os esmagasse.


 


O beijo era uma combinação de castigo e domínio. Hermione lutou contra a tentativa de domínio dele, ao mesmo tempo em que se excitava com o seu jeito de posse. Os braços dele a envolviam para esmagar a sua ligeira rebelião, o calor se irradiando do seu abraço. Conquistada, a castanha jogou para trás a cabeça, para deixar que a boca vigorosa dele explorasse a linha sensível do seu pescoço.


 


- Desculpe - murmurou ela, de olhos fechados, enquanto uma fraqueza ardente se espalhava por seus membros. - Não me atrasei de propósito.


- É o que você sempre diz - resmungou ele.


 


Os dedos de Hermione deslizaram para dentro do blazer desabotoado, para poder abraçá-lo, sentindo o calor ardente do corpo e os músculos fortes dos ombros e costas. As mãos errantes dele se moviam sobre a cintura e os quadris dela, para melhor ajustar o seu corpo ao dele.


 


O cheiro almiscarado que se desprendia do seu queixo bem barbeado era inebriante. Hermione aspirou-o profundamente.


 


- Pediram-me que ficasse alguns minutos depois da última aula, e o tempo foi passando sem eu sentir.


 


Ele ergueu a cabeça.


 


- Qual foi o professor, desta vez? Não que tenha importância. Você é a queridinha de todos os professores - falou Rony, entortando levemente os lábios.


- Foi Benton. - Hermione ignorou a ligeira zombaria. - Tinha algumas sugestões a fazer sobre o esboço que apresentei para o tema deste semestre.


- E você me deixou esperando enquanto conversava com aquele ameixa-seca - acusou ele.


- Já pedi desculpas.


- Quem sabe eu deva descobrir o quanto você está realmente arrependida - disse Rony, com naturalidade, a luz escura do desejo iluminando seus olhos azuis.


 


Com uma risada abafada, ela afastou os braços que a envolviam, pousando as mãos no peito dele para forçar um ligeiro espaço entre eles. Sentiu a batida forte do coração dele sob seus dedos.


 


- Mas você tem que pegar no serviço daqui a alguns minutos - ressaltou Hermione, parcialmente cônscia de que não lhe havia dado exatamente um “não”.


- É - concordou Rony, baixando a cabeça para deixar a boca roçar na curva sensual dos lábios dela -, e fazer amor com você não é coisa que eu queira fazer com pressa.


 


Um calor interno escaldou as faces dela. Não de timidez, mas da tentação e medo imemoriais de explorar o desconhecido.


 


- Não fale desse jeito - murmurou ela.


- Eu podia me atrasar para o trabalho - acrescentou ele, sugestivamente, e o pulso dela se acelerou naquela estranha combinação de medo e excitação.


- Não - falou Hermione.


 


A boca do rapaz continuou a roçar-lhe os lábios, de modo excitante, até fazê-los tremer de desejo de serem beijados. Deliberadamente, Rony ignorou a sugestão. Incapaz de suportar o tormento da proximidade da sua boca sem receber o beijo, Hermione enroscou os dedos nos cabelos ruivos dele e forçou-o a abaixar a cabeça.


 


A iniciativa lhe foi tirada quando ele tomou posse dos lábios desejosos dela. O beijo continuou compaixão fogosa até que Hermione se sentiu envolvida em chamas. Seus lábios foram forçados a se separar pela exigência áspera da língua dele. A exploração sensual que ela fazia da sua boca transformou as chamas num incêndio incontrolável que parecia isolá-los do mundo, mas não era assim.


 


- Vamos, Rony! - chamou uma voz, baixa e impaciente. - Já passam dois minutos das cinco.


 


A fria realidade derramou-se sobre Hermione como água gelada, enquanto Ronald terminava abruptamente o beijo, erguendo a cabeça. Abalada porque alguém tinha testemunhado o abandono de seu comportamento, Hermione aceitou de bom grado o apoio dos braços do ruivo, deixando que ele a protegesse dos olhares estranhos.


 


- Vou daqui a alguns minutos. Diga ao patrão que já estou aqui, ajudando a dar partida num carro.


- Pode deixar por minha conta - a voz assegurou a Rony, num tom inegavelmente sugestivo. - Chame-me se precisar de ajuda.


- Não vou precisar de ajuda nenhuma - disse Rony, com uma risada arrogante.


 


O som dos passos foi diminuindo. Uma vaga sensação de repulsa fez com que a castanha se desvencilhasse dos braços do namorado. No entanto, a debilidade resultante da paixão avassaladora que ele acendera nela fez com que se afastasse apenas um pouco. Estava de costas para ele, que veio por trás dela, com as mãos pousando-lhe familiarmente na cintura.


 


 


Hermione enrijeceu-se, a despeito da dormência insatisfeita na boca do estômago. O leve toque das mãos dele parecia queimar através das suas roupas e chegar até a pele.


 


- Encabulada! - debochou ele, suavemente. - Tom apenas nos viu beijando. É só.


- Não é isso - disse a castanha, movendo a cabeça para o lado para negar a afirmativa dele.


 


Ronald imediatamente tirou vantagem do gesto para enterrar a boca nas madeixas sedosas, ao longo da' curva externa do pescoço dela. Os sentidos da moça reagiram prontamente à carícia, enquanto as mãos dele se espalmavam sobre seu estômago, puxando-a contra o peito musculoso.


 


- Acho que você não se dá conta do que faz comigo - sussurrou Hermione.


- O que eu faço com você! - Rony deu uma risada curta - Você não passa de uma provocadora, Hermione Granger - acusou ele bruscamente, os braços apertando cada vez mais a sua cintura, até que ela não mais pudesse ignorar a marca ardente do seu desejo de macho, forçando-se contra a sua pele. - Você promete com beijos, mas na hora de dar, você recua. Devia arrastá-la para um dos quartos do hotel e possuí-la agora.


 


A mão de Rony segurou-lhe a curva do seio.


 


- Não.


- Não vou fazê-lo. - Rony virou-a para olhá-la de frente, a expressão séria e levemente assustadora. - Mas houve diversas vezes nas últimas semanas em que você teria me deixado seduzi-la apenas com um ligeiro protesto, e não queira negar.


 


Um rubor de raiva subiu às faces dela. A confiança arrogante de que ele poderia possuí-la quando bem o quisesse irritou Hermione, porque ela tinha plena consciência de que provavelmente era verdade.


 


- Então por que não me seduziu? - perguntou, desafiadora.


- Porque, minha fedelha mimada - zombou Rony -, não vou satisfazer aos seus caprichos, como os seus outros namorados. Quando fizermos amor, será por convite seu, e não porque quebrei a sua resistência. Quando formos para a cama, vai ser porque você pediu, literalmente. Pouco me importa que seja antes ou depois de estarmos casados, mas você vai me convidar.


- Ora, mas que... - gaguejou Hermione, ante a presunção arrogante dele de que ela chegaria a suplicar-lhe.


 


Rony riu e cobriu com a boca os seus lábios desafiadores. A castanha resistiu alguns minutos, antes que o beijo agisse com a sua magia, e logo estava agarrada a ele de novo, esquecendo momentaneamente o orgulho.


 


Finalmente, ele levantou a cabeça, um brilho complacente nos olhos azuis, enquanto fitava a expressão embevecida no rosto que se erguia para ele. Lançou-lhe um dos seus sorrisos devastadores.


 


- Diga que me ama - ordenou Rony.


- Eu o amo - ela respondeu, obediente.


- E prometerá amar-me, respeitar-me e obedecer-me - recitou ele.


Ela já ia abrir a boca para repetir as palavras, porém a luz radiosa sumiu dos seus olhos ao lembrar-se da discussão com os pais.


- Sim - Hermione conseguiu responder, depois de vários segundos.


Rony notara a hesitação e leve mudança na expressão dela. Afastou a cabeça para examiná-la, cerrando os olhos.


- Falei com mamãe e papai sobre nós.


- E daí? - indagou ele.


- Acharam que é um pouco prematuro da nossa parte querer casar - declarou Hermione.


 


Ele soltou-a abruptamente e se afastou, o gênio estourado vindo à superfície.


 


- Não sirvo para você, foi o que disseram, não foi! - falou com selvageria, e nem esperou resposta. - Qual o problema? Sou pobre demais para a filhinha querida? Imagino que me critiquem por ter levado sete anos para cursar quatro anos de faculdade. Eu lá tenho culpa de não ter nascido de pais ricos como os seus, e de ter tido que interromper os estudos para trabalhar e juntar dinheiro para poder recomeçar!


- Rony, por favor. - Hermione tentou deter a sua exaltação. - Não é nada disso. Eles só acham que não é sensato da nossa parte casar agora. Você só vai se formar na primavera e...


-...e eles têm medo, se nos casarmos agora, de ter que nos sustentar... ou, mais especificamente, me sustentar! Imagino que pensem que vou casar com você por dinheiro. Sabe o que eles podem fazer com o dinheiro deles, não sabe!


- Não é exatamente o dinheiro. - Hermione estava dolorosamente cônscia de que falar em dinheiro com Ronald era como tocar num nervo exposto. - Eles acham que devemos esperar mais um ano para que você possa se formar e arrumar um emprego sem a responsabilidade de uma esposa. Um ano não é tanto assim, quando a gente se ama.


 


Os olhos claros dele a fitaram, penetrantes.


 


- Fale-me com franqueza, Hermione, os seus pais me aprovam como seu futuro marido!


 


Sem querer, ela hesitou. O pai deixara bem evidente que desaprovava Rony. Apenas a influência da mãe obtivera a concessão da espera de um ano.


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N/A: Eu sou apaixonada por esse livro, e por isso acabei decidindo adapta-lo para Dramione! hehehe. Espero que voces gostem da adaptação! Prometo postar com frequencia, pelo menos eu pretendo neh? =)


Beijos =*
Angel_S

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Comentários: 2

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Enviado por Bih Schwab em 19/12/2012

que livro é esse?? ^^
 

Nota: 1

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Enviado por Hermione Rosier Black Malfoy em 28/07/2012

eu gostei....estou ansiosa para ler os proximos

Nota: 5

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