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20. O Segredo de Draco


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 20


O segredo de Draco


 


Draco entregou a carta à Hermione. Chega de mentiras, omissões. Ele escolhera outra vida muitos anos atrás. Toda escolha tinha suas consequências e abandonar os Comensais também. Não havia arrependimento nos olhos de Draco. Porém era muito cansativo ter que se reportar ao Ministério. Tinha uma dívida que nunca seria quitada.


 


Hermione passou os olhos pelo pergaminho.


 


Senhor Draco Malfoy,


Favor comparecer no dia de amanhã às 08h00 no Ministério de Magia inglês. Dirija-se imediatamente à minha sala...


 


 


A carta terminava com a assinatura do Ministro. Hermione passava os olhos rapidamente pelas palavras. Leu e releu e não conseguia entender nada.


 


- Desculpe, Draco, mas ainda não entendi... O que o ministro quer com você? Isso não explica... Quando você mudou de lado? Ninguém nunca soube nada sobre isso...


 


Era visível para Draco a confusão de Hermione. Nem ele sabia por onde começar. Tudo tinha sido muito mais fácil com Blás. Era difícil localizar em que momento ele virou-se contra tudo o que pensou um dia acreditar.


 


- Bom... É uma história longa. Nem sei por onde começar... – ele tinha os olhos mirando o chão. Hermione estava na cama. Ela foi ao encontro dele e o puxou para sentar-se na beirada do colchão.


 


- Eu confio em você.


 


Aquelas palavras significaram tudo para Draco. Confiança. Algo que nunca ninguém depositou nele. Respirou fundo. Encarou os olhos castanhos da namorada e começou seu relato.


 


****************************************************************


 


Gina estava cozinhando e Harry no banho quando ouvir alguém aparatar na sua sala. Gritou:


 


- Quem é? Estou na cozinha! Ah, oi, Ron! Harry deve estar descendo! Hoje é meu dia de cuidar da comida! Quer comer conosco?


 


- Quero... Ei, Gi,... Que história é essa do Malfoy com a Mione?


 


- Ué... Eles se apaixonaram, ele a pediu em namoro...


 


- Não é isso. Acredita mesmo que ele mudou?


 


- Qual sua preocupação? Vai me dizer que percebeu estar apaixonado por ela depois desse tempo todo?


 


- Não é nada disso. Só é estranho...


 


- O que é estranho? – perguntou Harry que acabara de entrar na cozinha. Cumprimentou o amigo com rápido aperto de mão e deu um beijo rápido nos lábios de Gina.


 


- Ah, amor. Ron acha estranho o Malfoy com a Mione.


 


- Você não acha, Gina? – perguntou Harry.


 


- No começo sim. Só que acredito que ele tenha mudado. Vai dizer que vocês não repararam o jeito que ele olha para nossa amiga?


 


Silêncio.


 


- É, amigo. Tua irmã tem razão. Ainda é difícil para eu aceitar. É difícil pensar que Malfoy mudou, mas parece que foi isso que aconteceu.


 


- Tudo bem, Harry – disse Ron – Só que como ele foi perdoado? Como foi inocentado? Depois daquela vez que o salvamos da Sala Precisa o cara sumiu! Somos aurores e não sabemos nada sobre o caso Malfoy! Isso é muito estranho.


 


- Nada a ver, irmãozinho. Com certeza existem muitas coisas que vocês não sabem. – Gina falava ainda sem virar-se fazendo feitiços que descascavam batatas e outro que enchia uma panela de água – Quer uma cerveja amanteigada?


 


Rony concordou e Harry serviu os dois. Gina recusou a bebida.


 


- Sinto falta dela, Harry...


 


- Como assim falta dela?


 


- Ah,... Sei lá. Não sinto como namorada. Mas íamos lá direto e agora... Nem lembro a última que nós saímos... Eu ia tanto a casa dela. Lembra quando dormíamos lá quase toda semana, Harry?


 


- Ora, Ron, é só falar com ela, né? – disse Harry após dar um gole e sorrir da cara de abandonado que o amigo fazia. – Espere uns dias. Fale com ela... Sem dúvida ela vai concordar em sair conosco... Ou só com você.


 


- Só cuidado, Ron – falou Gina olhando para o irmão – Agora ela é comprometida. Tenho certeza que se fosse na época que namoravam não ia curtir nada a ideia dela saindo com outro cara.


 


- Só que é diferente, Gina...


 


- E por que é diferente? – ela perguntou cruzando os braços. Harry há muito aprendeu a não se meter na briga dos irmãos e observava tudo calado.


 


- Ora... Porque sou amigo de Hermione desde os 11 anos. Concordamos em manter nossa amizade.


 


- Sei...


 


Dito isso, Gina serviu o jantar e a conversa dos três foi sobre quadribol e o jogo que estava marcado para acontecer dentro de uma semana.


 


****************************************************************


 


- Temos que agir logo, Natasha!


 


- Como deixou que chegasse tão longe?


 


- Não tive como fazer nada! A casa está preparada?


 


- Sim e os seus contatos?


 


- Estão prontos. Natasha, dessa vez dará certo.


 


- Eu sei, meu querido. Dará certo. O mundo ficará livre de trouxas e sangue-ruins. E ainda terei Draco para mim novamente.


 


****************************************************************


 


- Eu nunca tive opções em minha vida. Fui criado para ser um Comensal. Para ser esnobe e não aceitar nascidos trouxas no mundo bruxo. Meus pais sempre me ensinaram a pensar assim. Quem pensasse o contrário era afastado.


 


- Como Sirius e Tonks...


 


- Isso. Entrei em Hogwarts com a função de atazanar e provocar quem não fosse da Sonserina. E ainda estaria no mesmo ano que o ilustre Potter, o menino que sobreviveu. As minhas férias eram treinamentos e mais treinamentos para ser um comensal.


 


- Mas você não tem a Marca...


 


- Não... Eu receberia assim que matasse Dumbledore. Não consegui. Tive mais uma chance: pegar um determinado objeto que estava escondido na Sala Precisa. Eu não sabia o que era, mas devia recuperá-lo para Voldemort. Tudo foi muito rápido. Vocês sendo trazidos, sua tortura, vocês me salvando daquela sala em chamas...


 


- Você nos reconheceu?


 


- Sim... Impossível não saber quem era Potter. Claro que reconheci o trio.


 


- Mas, por que não nos denunciou?


 


- Não sei. Foi a mesma coisa que senti quando tive que matar o velho. Senti-me impotente. Algo mais forte dentro de mim impedia que eu agisse. Bom, resolvi que aquela não era minha vida. Naquela época ainda odiava Potter, Weasley, você, todos... Só que isso não significava dar minha vida por uma guerra travada por um louco que sobreviveu sei lá como.


 


- Foi só para tirar o corpo fora que se entregou? – Hermione perguntou um pouco decepcionada.


 


- Mione, preciso que entenda que eu era outro naquela época... Foi um ato egoísta, mas que eu salvou muita gente.


 


- Como? – A decepção nos olhos da garota era o que mais doía em Draco.


 


- Comecei a entregar comensais ao Ministério. Eles não sabiam por quem eram traídos. Passei relatórios de ataques pós-guerras, entreguei esconderijos, desmascarei bruxos que trabalhavam infiltrados no Ministério por ordem de Voldemort... Por favor... Não quero segredo entre nós. Aquele era um outro Draco Malfoy.


 


- É difícil, Draco - Hermione levantou-se. – Só que como eu disse, eu confio em você. Agora, precisa se apresentar regularmente ao Ministério?


 


- Sim... Eles querem alguma informação sobre estes ataques, mas não sei de nada. – o loiro levantou-se e puxou Hermione carinhosamente para um abraço.


 


- Preciso ouvir que me perdoa. Por tudo que já causei a vocês, aos seus amigos, àquilo que acredita. Você pode me perdoar?


 


- Claro, Draco. A partir do momento que comecei a envolver-me com você, notei sua mudança... Claro que ainda tem umas oscilações imprevisíveis de humor. – ele sorriu e ela o encarou – Estou apaixonada por você e farei de tudo para que todos saibam que Draco Malfoy ajudou a Ordem!


 


- Não, Hermione. Isso não. Por enquanto deixe assim. Eu tive meus motivos para ajudar. – Na hora Draco calou-se. Ele deixou escapar o que não queria naquele momento.


 


- Seus motivos? Como assim seus motivos? – Ela afastou-se – Ainda tem coisa escondida nesta história?


 


- Entenda... Nem o Ministro sabe disso...


 


- E vai manter segredo de mim também?


 


- Ah, Mione é tão difícil... – ele jogou-se na cama e deixou seu corpo cair. Mil pensamentos passavam pela cabeça do loiro. As mudanças estavam acontecendo muito rápido em sua vida. As ameaças que sofrera, as torturas, as maldições ainda estavam marcadas em sua memória. Não foi por puro egoísmo que traiu seus antigos aliados. As imagens passavam rápidas por sua mente. As lembranças do dia em que seu pai deu a tarefa a ser cumprida. Não foi por pura maldade que concordou em matar Dumbledore. Não foi simplesmente por covardia que sumiu da Inglaterra. – Sente-se aqui. Peço que não conte a ninguém tudo que falarei agora. Hermione assentiu e sentou-se na cama.


 


Draco iniciou, assim, sua narrativa.....


 


- Nós temos uma missão para você, filho. – Disse Lucio entrando na sala e interrompendo a leitura de Narcisa e Draco.


 


- Nós quem? – indagou o jovem Malfoy. A mãe não desviou os olhos do livro, mas seu ouvido captava tudo que se passava na imensa biblioteca.


 


- Eu e o Lorde, oras. Cumprindo esta tarefa poderá, enfim, unir-se aos Comensais. – O pai exalava orgulho. A mão de Narcisa tremeu, gesto que passou despercebido pelos dois homens que se encaravam. Draco não pensava em nada, para não correr o risco de ter seus pensamentos lidos por seu pai. Seria seu fim.


 


- Você acha que a única coisa que quero na vida é ser um Comensal?


 


- Não, Draco. Mas ser comensal é indiscutível.


 


- E que tarefa o grandíssimo Lorde reservou para mim?


 


- Matar o idiota de Dumbledore! – Lucio disse com orgulho. Poucos recebiam tanta confiança de Voldemort e poder executar tal tarefa era visto pelo mesmo como um mérito. Ao falar isso, Narcisa deixou seu livro cair. Os dois homens viraram – O que houve, Narcisa?


 


- Nada, nada. Apenas emoção por saber a confiança que o Lorde deposita em nossa família. – Mentiu. Lucio olhou desconfiado, mas se Draco era bom em oclumência, Narcisa era melhor ainda. Ela ensinava para seu filho nos poucos momentos que ficavam a sós. 


 


- Como? Eu devo matar Dumbledore?


 


- Sim. Tem alguma objeção?


 


- Não. Só que de que maneira eu teria possibilidade de matar o diretor de Hogwarts?


 


- Ouça o meu plano com atenção. Narcisa, faça o favor de se retirar.


 


De maneira silenciosa, ela saiu. Saberia pelo filho depois.


 


Lucio contou todo plano que foi completado por informações dadas (por exigência do pai) pelo jovem sonserino.


 


- Você quer que eu facilite a entrada de Comensais na escola?


 


- Sim. Vai dizer que não quer Potter e seus amiguinhos mortos? – Lucio desafiou. Draco calou.


 


- E se eu não quiser?


 


- Quanto você ama sua mãe? Quanto você quer poder retomar seus estudos?


 


- Não entendi suas ameaças.


 


- Ora, meu querido filho. – começou Lucio na sua constante ironia – Precisamos de você. Seja por bem, seja por mal. Com sua ajuda podemos invadir o castelo e matar seres indesejáveis. Sem sua ajuda, invadiremos o castelo. Você já disse como. Invadiremos o castelo e não sobrará nada daquele lugar. E, numa guerra, há mortes. Sem querer sua mãe pode ser atingida por um feitiço... Um erro de mira. – Draco levantou-se empunhando sua varinha, mas seu pai foi mais rápido e o derrubou com um cruciatus. Aproximou-se e murmurou, assim que seu filho conseguiu focar seus olhos:


 


- Então, amado filho, qual será sua escolha?


 


- Matarei o velho. – Draco deixou-se ficar no chão. Lucio saiu da biblioteca. Falou de maneira fria com sua mulher:


 


- Acho que ele precisa de seus cuidados. Tenho que cuidar de uns negócios. Não me esperem para o jantar. – Saiu sem esperar pela resposta. Narcisa ficou parada esperando seu “amado” sumir definitivamente e correu de encontro ao seu filho.


 


- Draco, querido. – Ela ajoelhou-se e colocou a cabeça do rapaz sobre suas coxas. – O que houve?


 


Ele então contou toda a conversa que teve minutos antes. Ela estava a cada palavra mais lívida. Não queria seu filho neste mundo. Tinha apenas um jeito dele livrar-se daquilo. Snape. Draco não poderia saber. Seu marido, tampouco.


 


O ano passou e Draco caiu em desgraça ao não conseguir matar Dumbledore. Foi perdoado apenas em nome da lealdade Malfoy. Mas, não antes de receber algumas torturas.


 


Ele gostava de Hogwarts. Apesar de importunar todos que encontrava, lá poderia ser quem não era na frente de seu pai. Sentia-se protegido. Não era uma sombra. Lá não tinha seu destino traçado. Seu carinho pela Escola aumentou ainda mais quando soube que Snape foi encarregado de matar Dumbledore em seu lugar. E, principalmente, em saber que o velho morreu tentando ajuda-lo.


 


Teve a oportunidade de entregar Potter, mas não teve coragem. Percebeu que seus atos em nada livrariam ele mesmo, a escola ou sua mãe. Foi salvo por aqueles que humilhou e xingou por seis anos. Tomou sua decisão: mudaria de lado. Mudaria de país. Faria o que fosse possível para acabar com aquilo que sempre achou que concordava. Com esta decisão começou a pensar por si próprio. Saiu da sombra dos discursos prontos de seu pai.


 


Assim que a guerra terminou, encontrou-se com o Ministro. Entregou-se, mas também disse que tinha muitos nomes. Pediu sigilo. Pediu que saísse daquele país que tanto amava. Seu pai seria mandado para Azkaban. Sua mãe, havia sido assassinada por Comensais.


 


Precisou provar que havia mudado de lado. Ficou detido no Ministério enquanto as informações dadas eram confirmadas.


 


Passou os últimos anos da sua vida assim. Entregando, de maneira discreta, todos comensais que conhecia.


 


Terminou a história. Estava exausto. Lágrimas surgiram em seus olhos. E chorou. Chorou um choro preso. Um choro que estava preso desde os seus 16 anos. Hermione deitou a cabeça dele em seu colo e não falou nada. Apenas sentia as lágrimas quentes dele morrerem em suas coxas. 


 


****************************************************************


 


A semana passou e Hermione estava totalmente recuperada. Recebeu a visita de Gina e Harry, mas Ron não apareceu. Ainda era difícil para o ruivo aceitar este novo relacionamento.


 


Sexta à noite, Hermione ainda estava jantando com Draco quando foram interrompidos pela já conhecida coruja de Rony. Draco franziu o cenho e Hermione fingiu que não percebeu. Após ler, ela olhou para o loiro que não tirava os olhos dela com sua indisfarçável cara de ciúmes.


 


- Calma, Draco. Ele apenas está querendo saber se nós iremos amanhã até a Toca. Lembra? O jogo de quadribol?


 


- Ah, sim... Nem comprei nada aquele dia. Quer mesmo ir?


 


- Eu gostaria... Tem tanto tempo que não vejo Molly e Arthur...


 


- Que horas?


 


- Às 11h. O jogo deve acontecer em torno do meio dia e depois almoçamos...


 


- Posso chamar o Blás?


 


- Acho que não terá problemas... Vou responder agora mesmo! – respondeu com animação.


 


- Beleza. Enquanto isso, eu aviso o Blaise.


 


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Draco e Hermione acordaram mais cedo para que ele pudesse comprar novos acessórios na loja Artigos de Qualidade para Quadribol. Depois, encontrariam com Blaise na mansão Malfoy e de lá iriam para a Toca pelo Pó de Flu.


 


Blás estava inconformado, mas decidiu ir. Poderia enfiam conhecer a pocilga onde os Weasleys moravam e ter mais um motivo para irritar aquele bando de ruivos.


 


Hermione chegou seguida por Draco e Blás. Este olhava com repulsa o ambiente. Já Draco sentia-se acolhido.


 


- Hermione! – Foi recebida por uma chorosa Molly Weasley. – Minha querida! Quanto tempo! Que saudades! Eu soube do que houve no Beco! Está recuperada!? Gina contou que o jovem Malfoy foi de grande ajuda! Draco, venha cá! – E deu um abraço apertado no rapaz que ainda estava imóvel diante de tanto carinho. Sabia do amor de sua mãe, mas esta, poucas vezes pôde abraçá-lo. – Obrigada por cuidar da minha menina, viu? – Ela olhava para cima, já que o loiro era bem mais alto que a matrona dos Weasley. Ela foi apresentada a Blás rapidamente – Vão lá fora... Todos já estão lá. Artur chegará apenas na hora do almoço. Querem alguma coisa?


 


- Não, obrigada Molly. – Respondeu Hermione indo com a dupla para o lado externo da casa. – Sigam-me. Tem um grande espaço onde os rapazes montaram um campo improvisado. Também tem um pequeno vestiário. Depois do jogo vocês podem tomar banho dentro da casa. Só não abram a porta do sótão. Acredito que o vampiro ainda mora por lá.


 


- V-vampiro? – indagou Blaise.


 


- Sim, mas ele não incomoda ninguém, desde que não seja incomodado. Venho aqui há muitos anos e nunca aconteceu nada. Ele, inclusive, foi de grande ajuda para nós. – Era muito bom para Hermione estar novamente naquela casa. A casa em que viveu grande parte da sua adolescência, onde superou a tristeza pela separação de seus pais, onde vivia seu primeiro amor e hoje grande amigo. Ao longe viu as vassouras rasgando os céus.


 


- Mione! – Gina gritou lá de cima. Uma chuva de ruivos veio do céu. Por um rápido instinto, Draco e Blás afastaram-se. Hermione foi cercada pelos amigos.


 


O primeiro a chegar foi Jorge:


 


- Ora, ora. Se não é minha monitora preferida! – E deu um longo abraço e um beijo estalado na bochecha da menina. Draco roia-se de ciúmes. Aquele bando de homens tocando sua namorada. Calou-se. Gui e Carlinhos foram mais discretos no cumprimento, já que não tinham tanto contato com a morena. Gina a abraçou, sendo seguida por Harry. Rony deixou-se ficar para trás. Queria poder abraçá-la com calma. Hermione estava com saudades do amigo. Assim que todos se afastaram ela foi de encontro a ele. Abraçaram-se. Ela sentia falta daquilo. Não, não sentia nada além de amizade. Só que os laços se estreitaram entre eles.


 


Ron abraçou a amiga. Quando soube do ataque, seu coração parou alguns instantes ao saber da tortura recebida pela amiga. Sussurrou de forma que só ela pudesse ouvir:


 


- Achei que te perderia.


 


- Isso nunca, Ron. Senti sua falta.


 


- E eu, a sua.


 


- Quero te ver mais, gatinha. – ela afastou, sem sair totalmente dos braços do amigo.


 


- Eu também. Vinho e pizza?


 


- Combinado! Na próxima sexta? – ela concordou – Acho melhor você dar mais atenção para o Malfoy ou eu cairei duro aqui no chão só com o olhar que ele está lançando.  – A garota riu e afastou-se dele com um beijo no rosto. Ele montou em sua vassoura e voltou para o aquecimento.


 


- Então, meninos, ali é o vestiário – disse apontando para uma casinha pouco afastada do local.


 


- Pode indo, Blaise. – o amigo nem pensou em negar. Era nítida a fúria do seu amigo. – O que foi esta agarração?


 


- Nada, Draco. Apenas faz muito tempo que não os vejo.


 


- O que você o Weasley ficaram conversando?


 


- Apenas estava com saudade dele, ok? Já te contei o que passamos no sétimo ano. Sou muito amiga de Ron. – ela passou a mão pelo rosto de Draco que começou a respirar com mais calma – Vem cá – Deu um beijo nos lábios do loiro e falou com a boca bem próxima dele. – Estou apaixonada por você, seu bobo. E nada, nem ninguém, fará que estes sentimentos mudem. Entendeu? – A morena não esperou por resposta e deu um beijo apaixonante no loiro que logo a aproximou ainda mais com um forte abraço. Após uns momentos, ela disse:- Agora vá se trocar.


 


Quando todos estavam prontos e aquecidos no campo improvisado começou o sorteio dos times. Gui falou:


 


- Bom, somos em oito jogadores. Que tal separar o grupo em dois e ficaremos assim: um artilheiro, um goleiro, um batedor e um apanhador de cada lado? – Todos concordaram. O grupo seria decidido por sorteio. Hermione foi responsável por escrever o nome de todos e depois sortear os grupos. Os grupos teriam alguns minutos para combinar estratégias de ataque e defesa.


 


Apanhadores - Harry e Draco


Batedores - Jorge e Blás


Goleiros – Rony e Gui


Artilheiros - Gina e Carlinhos


 


Foi dado início ao jogo. Na Toca eles nunca tinham juiz, já que todos jogavam limpo. Os balaços eram usados apenas como um obstáculo para os jogadores adversários. Só que, aquele dia, um juiz seria muito necessário.


 

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