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20. Godric Gryffindor e Rowena Rav


Fic: A VIDA DE UM MAGO H-G -


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap. 20 Godric Gryffindor e Rowena Raveclawn



Tô ferrado, pensou, o que ela faz a essa hora no salão comunal? Deve ter sentido minha falta, e a mulher gorda e o Jack devem ter em entregado. E agora, como vou passar por ela sem me meter em encrenca? Ficou pensando em várias maneiras mirabolantes de voltar ao seu quarto, mas todas caíam por terra no mesmo problema: o quadro se movendo sozinho.Ficou pensando em como sair do problema, e disse ao Dobby para ficar de olho no mapa, para qualquer movimento dela ou de algum professor.

Meia hora depois, ainda com muita dor de cabeça, Harry pergunta a Dobby:

- Dobby, ela ainda não se mexeu ?

- Não mestre Harry Potter, Dobby não tirar olho dela. Qualquer movimento aviso o mestre - disse o elfo sem tirar os olhos do mapa.

- Certo, vou dormir um pouco. Me avise qualquer novidade.- disse deitando na cama que os elfos improvisaram após seu desmaio.

Já eram seis e meia da manhã quando Dobby acordou Harry muito ansioso

- Mestre, mestre, senhor, ela saiu do salão.

- Obrigado Dobby, agora tenho que correr.

Harry pegou o Mapa do Maroto e a capa e saindo correndo como nunca tinha corrido antes, os portões da entrada do castelo ainda estavam sendo abertos pelo zelador quando ele parou e deu uma olhada no relógio, ainda por baixo da capa de invisibilidade, e viu que faltavam dez minutos para as sete da manhã, e correu mais ainda chegando ao retrato da mulher gorda. Esperou alguém abrir a passagem, o que não demorou nem um minuto, e o quadro da mulher gorda se afastou, dando passagem a Olívio Wood, que ia tomar, café pois tinha uma reunião marcada às sete e meia com ele e Milla. Aproveitou que o quadro abriu e entrou no salão comunal. Disse a senha num sussurro e Jack abriu sua passagem. Retirou a capa no quarto e disse:

- Jack, apareça!

- Como vai Harry? - disse Jack sorrindo.

- Bem. Você sabe se a Srta. Stivens esteve à minha procura? - disse aflito.

- Esteve. Ela dormiu no salão comunal à sua espera. - respondeu Jack.

- Tô ferrado. O que você disse a ela quando ela perguntou por mim?

- Que eu não poderia falar se estava aqui ou não. - disse Jack, sorrindo ao ver o sorriso de Harry.

- Obrigado, Jack, você me tirou de uma fria – respondeu Harry aliviado.

- Mas não fique tão contente, a mulher gorda disse que você tinha saído de manhã cedo e não tinha voltado ainda - disse Jack nervoso com a atitude dela – sabe, ela nunca soube ficar com aquela língua dentro da boca.

Harry começou a andar de um lado pro outro muito nervoso, pensando seria expulso e como sairia daquela enrascada. Ele admitiu pra si mesmo que precisava de ajuda, mas de quem?

Jack acompanhava triste Harry andando de um lado para o outro, nervoso, resmungando baixo, e ele sem poder ajudar. Quando Harry parou de repente, sorrindo, um sorriso se formou em Jack no mesmo instante em que o garoto disse:

- Eu sou Harry Potter Gryffindor - no mesmo instante uma porta se materializou em uma parede próxima à cama, ele entrou correndo à procura do quadro de seus avós. Olhava tudo com a boca aberta era uma sala maior que o salão comunal. com prateleiras que iam até o teto, cheias de livro e pergaminhos cuidadosamente arrumados, estantes com pequenos Box com vários ingredientes para poções caldeirões com detalhes em ouro e pedras preciosas. Tinha até uma área com uma pequena pista de corrida, e ao centro desta alguns aparelhos antigos de musculação. Atravessou a pista dando de frente a uma passarela muito comprida para treinar duelos , que pulara para não gastar tempo. Dando a volta na mesma quando viu os quadros de seus avós sorrindo para ele .

Os quadros estavam pendurados, um em cima de uma lareira com um sofá grande vermelho em forma de semicírculo à sua frente com almofadas aos pés e uma pequena mesa de centro. Atrás do sofá ficava o outro quadro, o de sua avó atrás de uma mesa de pedra clara amarelada trabalhada com pedras preciosas com um corvo negro em cima dessa no canto direito com as asas semi-abertas. Seus olhos eram duas pedras preciosas amarelas, mesa essa que tinha três cadeiras muito confortáveis negras.


Rowena andou até o quadro em cima da lareira e abraçou Godric, que estava com um enorme sorriso. O sorriso de Rowena não ficava atrás. Harry chegou perto, estava sorrindo também. O seu problema com Milla por um momento sumira. Chegou mais perto parando em frente ao quadro.

- Olá meu neto, é uma prazer te conhecer. - disse Godric radiante com o peito estufado.

- Oi vô e vó – disse Harry sorrindo.

- Assim você mata esse quadro aqui de alegria, garoto, você viu meu bem, nosso neto, um outro bruxo na família - disse orgulhoso.

- Esperamos muito esse dia, querido, mas é uma pena que estejas com um problema - disse Rowena serenamente - Mas não te preocupes, iremos ajudá-lo sempre.

As palavras de sua avó lhe fizeram dar um pulo e imediatamente disse:

– Quando vi vocês fiquei tão feliz que me esqueci do problema. Eu fiquei a noite toda fora do colégio e uma monitora sabe... - mas fora interrompido por Godric.

- Nós ficamos sabendo da situação, Jack nos avisou. A mulher gorda contou que você não estava no castelo. Você tem correr na mulher gorda e falar: “Eu descendente do criador desta casa, te ordeno que apague todos os registros meus passados e que não registre os futuros” aé e só você falar à monitora que se esqueceu de pedir para apagar os registros passados, mas que já resolveu agora pela manhã e que estava com dor de cabeça e pediu para não ser incomodado. - disse sorrindo - Agora corra garoto, volte depois com tempo.

- Obrigado, vô e vó.Volto sim, assim que terminarem as aulas do dia - disse saindo correndo em seguida.



Camila parara na porta do escritório da Prof.ª Minerva. Não sabia se entrava ou não, chegando ali ficou na dúvida se poria ou não Harry em uma fria no seu primeiro dia de aula. Ele perderia muitos pontos para Grifinória, podendo até ser expulso, após alguns minutos trançando na frente da porta entrou nervosa.

- Olá senhorita Stivens, em que posso ajudar? - perguntou a Prof.ª Minerva, que estava escrevendo em um pergaminho em sua mesa.

- Prof.ª McGonagall... o Sr. Potter ...ele saiu ontem pela manhã do salão comunal e ainda não voltou - Ela não queria entregar, mas a preocupação de ter acontecido alguma coisa falou mais alto.

- A senhorita tem certeza de que ele não voltou? - perguntou Minerva, já se levantando aflita.

- A mulher Gorda me avisou que ele não tinha voltado ainda, já o Sr. Jack não quis me dizer nada - falou nervosa.

- Vamos ao salão, pra mim ele terá que falar! – disse Minerva autoritária, saindo com Mila ao seu encalço rumo ao salão comunal da Grifinória.

Chegando ao retrato da mulher Gorda, Minerva disse:

- Olá, querida, o Sr. Potter voltou ? - perguntou uma aflita Minerva.

- Olá, infelizmente não posso responder - disse a mulher triste.

- Que disparate é esse? - perguntou Minerva com uma cara de surpresa.

- O Sr. Potter me proibiu de registrar suas entradas e saídas, respondeu.

- Mas eu sou a diretora da Grifinória, você tem que me responder - disse se refazendo do susto com autoridade.

- Não posso, ele como herdeiro tem esse direito. Nem o diretor pode
mudar isso. - disse tristonha, pois estava louca para fofocar.

- Coração de dragão - disse uma Minerva muito nervosa, vira que seria inútil discutir com o quadro, que levantou dando passagem.

- Sr. Jack,vai me dizer que também não pode dizer onde está o sr. Potter ? – perguntou ríspida.

- Olá, professora, o Sr. Potter deixou um recado para a senhorita Stivens. Disse que estaria aguardando na sala de reunião dos monitores – falou sem expressão.

Minerva saiu dando passos rápidos até a sala dos monitores. Chegando lá, encontrou os Srs. Wood e Potter conversando animadamente.

- Sr. Potter! - disse autoritária.

- Professora... - disse Harry com cara de inocente.

- Sr. Potter, que história é essa de proibir a mulher gorda de registrar suas entradas? - perguntou visivelmente contrariada.

- Ah, ela te falou... ontem eu estava voltando ao quarto para escrever uma carta eu tropecei e bati a testa no chão - disse mostrando o galo, fingindo que estava envergonhado – e muitos alunos que estava perto começaram caçoar de mim... eu fiquei com muita vergonha, queria sumir. Quando estava chegando na mulher gorda, eu me lembrei que a senhorita Stivens saberia que eu estaria no quarto, aí eu perguntei à mulher gorda se teria como ela não avisar que eu estava lá... ela falou que não tinha problema, somente por eu ser o tal herdeiro, e hoje de manhã eu pedi pra apagar tudo quanto era registro meu e não registrar nunca mais.-disse olhando para o chão se esforçando ao máximo para fechar sua mente com medo da professora ver que estava mentindo descaradamente.

Minerva contou até dez antes de responder. Ela, como professora da época dos marotos, sabia que era uma mentira descarada, e o pior é que não conseguia ver através de legilimência se ele estava mentindo ou não.

- Muito bem, senhor Potter, é um direito seu, eu não vou questioná-lo. Só quero que saiba que sumir não resolve os problemas e muito menos é atitude de um grifinório - disse se retirando sem se despedir dos demais, que assistiram a cena sem acreditar em uma só palavra de Harry.

A reunião era sobre como e quando Olívio teria que anunciar os testes. Não durou dez minutos.

- Tudo resolvido, agora vou tomar meu café. Meu primeiro horário é nove horas, até mais - disse Harry se levantando. Percebeu que não comera nada desde o café da manhã do dia anterior.

- Eu te acompanho, Harry, minha primeira aula é para aqueles lados, você vem Stivens? - disse Olívio.

- Vá na frente, Wood, eu queria falar um minuto a sós com o sr. Potter - disse fria. Harry pensou: Ela não caiu, eu minto muito mal to frito.

- Tudo bem, até mais - disse Wood saindo.

- Até - disse Harry desanimado.

Sentou na cadeira em frente a ela e perguntou inseguro:-Tudo bem?

- Se você acha que passar a noite no salão comunal imaginando o que poderia ter acontecido com você e se eu devia ou não avisar os professores, com risco de perder pontos para Grifinória, além de você ser expulso por minha causa está tudo bem, então está tudo bem. Agora inventa outra, porque essa de você estar no quarto não colou! - disse bufando.

- Espera um pouco quem te nomeou minha babá? - disse Harry com uma falsa raiva. No fundo ele gostou do fato dela estar preocupada com ele. Pena que ele sabia que era por causa do cargo de monitor.

- Eu não pedi para você vigiar meus passos, e pelo que eu sei o seu cargo e o meu são iguais, então, se você acredita ou não o problema é todo seu. Essa conversa acaba por aqui, senhorita Stivens! - disse se levantando e indo de encontro à porta.

No meio do caminho escutou ela dizer com raiva:

- Vou ficar de olho em você, “Sr. Potter”.- atravessou a porta sem ao menos olhar para trás.


Foi tomar café pensando em como faria para tirar ela do seu pé; sentou-se à mesa de café ao lado de Rony e comeu as delícias do maravilhoso café da manha daquele castelo.

Seguiram juntos para a primeira aula dupla, que era de DCAT. Pegaram mesas na frente da mesa do professor, e Rony ficara falando sobre as trapalhadas dos gêmeos, que este ano estava impossíveis, pois já tinham pegado até detenção após soltarem quatro bombas de bosta em baixo da mesa de Sonserina.

- Bom dia, turma, meu nome é Remus Lupin - disse indo em direção à sua mesa, e com um gesto de varinha escreveu no quadro seu nome.

- Bom dia –falou a turma.

- Primeiro queria saber o nome de todos antes de começar a aula - disse sério e começou a fazer a chamada.

A aula fora só teórica, o que desapontou quase todos ali, menos uma aluna que estava na mesa ao lado de Rony e Harry, uma morena clara cabelos castanhos que ganhara vinte pontos nessa primeira aula. Harry pensou que ela estava com um problema no braço, que ficava praticamente levantado a aula toda.

Saiu da aula comentando com Rony:

- Cara, quem é aquela garota que não parava de levantar o braço? Como que no primeiro dia de aula a menina já sabia tudo?

- É uma sabe-tudo, você vai ver. Ela não deve dormir na biblioteca porque não deixam - disse Rony rindo, mas parou com o encontrão da própria garota, que não gostou nada de ouvir os dois caçoarem dela.

- Ih ela escutou - disse Harry.

-Você acha? - disse Rony irônico, juntando seus livros que caíram no chão.

Cortaram caminho por uma passagem secreta sugerida por Harry, e na metade do caminho do salão comunal encontram com os gêmeos correndo, e com uma cara de alívio pararam ao lado deles.

- Olá Harry... - disse Fred tentando controlar a respiração.

- Olá Roniquinho... - disse Jorge recuperando o fôlego.

- Não me chame assim - disse um Rony da cor de seus cabelos.

- Olá, por que essa correria toda? - perguntou Harry caminhando entre os dois.

- Digamos que estamos...

- Conversando com o monitor...

- Chefe da Grifinória...

- Há uns dez minutos...

- Ahh... e andando, não correndo. O que...

- Você bebeu hoje...

- Cicatriz ?

Quando viram o zelador indo para o lado deles bufando todo molhado, Rony disse:

- Aprontaram de novo e tão querendo que o Harry encubra vocês, heim? -disse Rony encarando os irmãos.

- Ora... Ora olha só quem eu encontro aqui perto da área do crime: os gêmeos do inferno - disse Filth com um sorriso maligno.

- Muito me admira um funcionário de Hogwarts tratar dessa forma ofensiva um aluno que está quieto e acompanhado de um monitor-chefe como testemunha. Acho que se não se retratar agora contarei diretamente ao diretor, Sr. Filth. – falou Harry sério.

O sorriso do homem sumiu dando lugar a uma carranca quando viu o distintivo, e com a menção de contar ao diretor sobre como tratara aqueles pestes se apressou a falar:

- Mil perdões, senhores Weasley, eu estou tendo um dia difícil. Ensoparam o segundo andar e quando eu estava lá limpando me molharam todo. Eu estava perseguindo quem fez isso há alguns minutos e as primeiras pessoas que eu vi foram vocês e me descontrolei - disse fingindo arrependimento.

- Sem problemas Sr. Filth...- disse Fred aliviado.

- O senhor sabe que nunca faríamos... - disse Jorge com cara de inocente

- Uma coisa dessas com o senhor...

- Desculpas...

- Aceitas...

- Tudo bem, senhor, não passaram ninguém aqui que nós tenhamos visto - disse Harry passando pelo zelador controlando para não rir do mesmo, sendo acompanhado pelos outros, que também segurando para não rir. Rony já não estava agüentando estava com rosto todo vermelho de tanta força que fazia para não rir da cara de quem comeu e não gostou do zelador.

- Ah, e que isso...disse Jorge.

- Não se repita...disse Fred.

Rony e Harry entraram na primeira sala que viram e dispararam a gargalhar, seguidos dos gêmeos.


- Valeu Harry... disse Jorge rindo com a mão na barriga.

- É, valeu mesmo... o que você... disse Fred sentando no chão se acabando de rir.

- Fez com o Filth merecia... disse Jorge

- Um prêmio de melhor... disse Fred

- Ator, isso nos dá esperança... disse Jorge

- Nos monitores... disse Fred

- ECA!!! - disseram os dois juntos.

Após pararem de rir Harry teve uma idéia. Ficou sério e disse.

- Tenho uma proposta a fazer para os dois, ou melhor para os três.

- E o que seria... disse Jorge

- Filhote de trasgo... disse Fred

- Rony, veja se não tem ninguém escutando.

Rony abriu a porta e viu uma turma de alunos da Corvinal vindo na direção dele e disse:

- Tem um bando de corvinais vindo Harry.

- Certo, então, hoje à noite às dez no salão comunal, e apareçam, é importante. Agora vamos - disse Harry em um tom que não aceitava argumentação.

- Harryzinho cheio... disse Jorge

- De mistério mas... disse Fred

- Nós vamos... disse Jorge

- Certo, Harry, às dez - disse Rony

Após o almoço teve aula dupla de história da magia, que era dada por um fantasma nada entusiasmado, nosso herói teve que reunir toda sua vontade para não cair de sono na entediante aula.

Ao término da aula não esperou Rony, correu para o seu quarto para conversar com seus avós.

Ficou conversando com eles durante quase duas horas. Assuntos banais e sobre a vida de Harry. Godric ficou maravilhado quando ficou sabendo que o neto era mestre das armas, e disse que mesmo ele sendo tinha técnicas que ainda poderia ser aprendidas e que ele começaria onde ele havia parado, pois a perícia de Salazar era pior que a dele. Rowena ficou mais ainda pela rapidez de raciocínio do neto, por ter resolvido a questão da poção em pouco tempo, e sem que nenhum outro bruxo ficasse sabendo da mesma. Ele ficou sabendo que Sr. Jack era que tomava conta da entrada do salão comunal e que Godric havia pedido para ele para tomar conta do quarto que seria de seu neto e que ajudasse e informasse a eles tudo o que acontecia.

Jack, que aparecera em um pequeno quadro perto da lareira, disse que os Weasley estavam à espera de Harry na porta do quarto.

- Diga que já estou indo, Jack - disse Harry. No mesmo instante Jack desapareceu do quadro.

- Vou ter que sair para resolver alguns assuntos eu volto depois – disse sorridente.

- Quando quiser, querido - disse Rowena carinhosa.

- Ficaremos esperando, garoto - disse Godric sorrindo.


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