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71. DESENGANOS


Fic: O Acordo Perfeito RxHrm- Fic completa by marja


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CAPITULO 71 – DESENGANOS


 


 


 


 


 


 


Era uma manhã chuvosa. Hermione acordou e se moveu, sentindo a cabeça latejar. Havia chorado muito tempo no dia anterior, e agora, sua cabeça parecia que iria explodir.


Sentia vergonha e constrangimento pela forma como agira. Sentia-se um lixo. Virou-se para o lado, querendo se afundar nas cobertas e esconder-se do mundo.


Estava quentinho na cama, e confortável demais para que se desse ao luxo de querer levantar. O dia estava começando lá fora, e estava tudo silencioso.


Era assim em dias de muita chuva. A correria para guardar as ferramentas, e os animais que pastavam, e então, não havia nada a fazer além de sentar e esperar.


Gemeu de contentamento quando sentiu um carinho na cabeça, em seus cabelos.


-Bom dia, Hermione.


A voz era morna em seu pescoço, e a arrepiou da cabeça aos pés.


-Bom dia – ela respondeu a voz muito rouca, pelo choro da noite anterior. Movendo-se na cama, ela notou que estava nua.


Muito justo, ele a colocara para dormir, e sendo Rony exatamente como era, se aproveitaria para tê-la nua, a seu lado. Não estava chateada, ele era assim. Não perdia uma boa oportunidade!


Os carinhos em seus cabelos continuaram,e ela ronronou.


-Já conversei com Suares – ele falou baixo, beijando seu pescoço  - Ele não dará a arma para Duran, mas insiste que aprenda a atirar.


-Muito justo –ela concordou, tremendo ao lembrar da emoção que sentirá na tarde anterior. – Eu...não queria envergonhá-lo na frente de seus empregados – escondeu o rosto no travesseiro.


-Não envergonhou – ele garantiu – Fiquei preocupado.


-Por quê? – ela girou para olhá-lo nos olhos. Estava apanhada em uma armadilha, pois estava agora em seus braços.


-Porque você é sempre durona  -ele brincou, roçando os lábios em sua bochecha – não gosto de vê-la chorar – ele acrescentou.


-Porque estou nua? – quis mudar o assunto e não sentir-se frágil novamente.


-Porque sou obcecado pelo seu corpo nu. – fez graça para fazê-la rir.


-Queria que os filhos de Juanita tivessem um destino diferente dos meus irmãos – ela disse baixando os olhos.


-Eles terão. Suares não é como seu pai. Não pretendia deixar Duran andar sozinho com uma arma. Sua idéia, era ensiná-lo a proteger a família, apenas quando ele próprio não pudesse fazê-lo.


-Eu...perdi o controle quando  vi o menino com a arma...foi assim com o meu irmão e poucas semanas depois estava morto.


-Vamos esquecer esse assunto, Hermione. O que aconteceu com sua família não se repetirá.


-Como pode ter certeza?  -ela questionou precisando muito acreditar nisso.


-Porque pretenso educar meus filhos e ensiná-los a pensar sempre na mãe e nos irmãos, antes de se meter em uma briga – ele disse sorrindo, mas com um ‘que’ sério no olhar.


-Rony...  –ela pretendia agradecer pela forma como estava sendo tratada, mas lhe fugiu as palavras.


-Diga –ele instigou adorando o modo como ela olhava para sua face, para seus lábios, desejosa de um beijo.


-Eu...hã...


Cada vez mais próximos, Rony praguejou quando o forte choro do bebê no quarto ao lado quebrou o momento e Hermione se afastou um pouco.


-Juanita está em casa, com os filhos, deixou o café pronto, e lilá alimentada. Não havia sentido em ficar aqui dentro e deixar os filhos enlouquecendo Suares! –ele riu e saiu da cama, pois já estava vestido a bastante tempo – não se atreva  a sair dessa cama.  –avisou antes de sair do quarto.


Deitada, ouviu o som dos passos até a porta ao lado, ouviu a porta ser aberta, e ouviu o som de vozes, que falavam amenidades. Ciumenta, esperou que ficassem em um silêncio que entregasse atitudes de amantes, como beijos, mas não ouviu nada, além dos passos que voltavam, e o do choro da criança que cessava.


Ele andou pela casa, e Hermione esperou.


Deveria se levantar, vestir e cuidar da casa, mas estava com preguiça.


Era algo novo, sentir preguiça.


Ouviu a porta abrir mas não abriu os olhos, preferiu o travesseiro macio. Rony se aproximou e ela sentiu o cheiro de pão quente, leite e manteiga. Seu estômago revirou.


Virou o rosto para o outro lado, nauseada.


-Está enjoada de novo?  -ele perguntou.


-Sim – respondeu.


-Juanita sugeriu que comesse  -ele avisou.


Normalmente Juanita sabia como acalmar seu enjôo matinal, só por isso deu ouvidos. Sentou-se na cama, cobrindo  o corpo com o lençol e olhou com desgosto para a comida.


-Ela está acordada? – perguntou mordendo um pedaço do pão quentinho.


-Acordou mais cedo, tomou o café e voltou a dormir – ele explicou observando-a comer. – Sequer se mexeu com o choro da neném.


-Quando ela vai embora? – perguntou engolindo a comida com sacrifício.


-Logo. Beba – ofereceu o copo de leite.


-Não precisa ficar aqui, pode ir trabalhar  -ela disse não querendo parecer que apreciava sua companhia e sua atenção.


-Não há muito o que fazer num dia de chuva como hoje – lembrou-a – podemos passar a manhã toda na cama, se você quiser – era uma sugestão maliciosa.


-Gostaria de ficar mais um pouco...- confessou – até o enjôo passar...


Rony conteve a vontade de rir e lhe dizer que só passaria dali a uns sete  meses, mas se conteve.


-Gostaria de uma massagem?


-Não é necessário – ela tentou não sorrir de sua decepção, devolvendo o copo e o prato vazio e se recostando nos travesseiros.


Havia um brilho de desafio em seus olhos e Rony adorou esse clima ameno entre eles. Tirou os sapatos e entrou na cama, sob os lençóis, para lhe fazer companhia.


Sua mão pousou sobre seu ventre, fazendo carinhos em sua barriga tão lisinha, sobre o lençol. Em poucos meses, essa mesma barriga estaria pesada e arredondada e Rony estava ansioso por isso. seu coração apertado de vontade de lhe contar a verdade.


Que esperavam um filho. Que em poucos meses seriam pais.


 Haveria uma criança com o sangue de ambos, Wesleys e Granger, e que ambas as famílias teriam continuação através dessa e de tantas outras crianças que viriam.


Que era o homem mais feliz do mundo ao saber que seriam mais que marido e mulher, dividiriam a maior responsabilidade do mundo, de criar um filho juntos.


-O que foi? – ela notou o momento que sua expressão mudou para algo profundo e intenso.


-Quero fazer amor com você – ele disse simplório, não exigindo, apenas pedindo.


Hermione afastou os olhos, pois não conseguia dizer não. Não assim, calma, serena, no conforto e no calor de seus braços. Era quase impossível...


-Não estou protegida – agarrou-se a essa verdade para não se render.


-Prometo evitar – ele resumiu, pois agora, ela conhecia muito do amor, e sabia exatamente a que se referia.


-Não me sinto bem  -tentou uma ultima vez.


-Seremos suaves – ele seduziu, correndo uma das mãos por seu braço, num carinho suave. – E breves.


-Vai achar que porquê cedi uma vez, irei ceder sempre – negou, se afastando de seus carinhos.


-Hermione! – ele riu – Não seja chata. Está chovendo, estamos na cama, sozinhos, sem nada para fazer...é um dia atípico!


-Então, irá se valer disso apenas quando chover? – provocou, mas ele riu.


-Não seja uma mulher má, Hermione. – ele apanhou sua mão e colocou sobre a calça, sobre a braguilha – Veja como estou, apenas de estar ao seu lado sem ser rejeitado...


Ela não tirou a mão, mas também não disse sim, ou fez qualquer tipo de carinho.


-Ficará chateado, mas não sinto a menor vontade – tirou a mão.


Era verdade, era estranho. Notando sua expressão sofredora pela rejeição, ela sorriu. Um sorriso misterioso que o encantou.


-Eu quero, mas não quero...é estranho.


-Me explique – disse um tanto ofendido em sua masculinidade.


-Sinto desejo, mas não sinto a menor vontade do ato em si  - foi franca como sempre em sua vida.


Rony engoliu a desfeita, e tentou não se incomodar, tentando lembrar a si mesmo que os hormônios de uma mulher grávida são confusos e se Juanita estivesse certa sobre Hermione padecer de todos os piores sintomas da gravidez, então, ele acabaria sofrendo junto com ela.


-Posso aguardar que melhore – disse com os resquícios de orgulho masculino que lhe sobrara intacto.


-Quando melhorar, não será tão fácil me convencer – lembrou-o.


-Como sempre, me desafiando. – ele respondeu no mesmo tom, acomodando-a contra seu ombro, ambos recostados nos travesseiros.-Hermione?


-Sim? – agora que havia comido, e o enjôo se acalmara, estava ficando sonolenta novamente.


-Desejo um filho – ele decidiu que era hora de tocar no assunto. Contar a verdade.


-Pois então, o tenha – ela disse indiferente. – Com outra mulher.


-Qual o problema de ser mãe? Achei que fosse o desejo secreto de qualquer mulher! – reclamou.


-Não sou qualquer mulher!


Incomodada pelo teor da conversa, se afastou, achando por bem fugir dele o mais rápido possível.


-Aonde vai?  -ele perguntou sentando na cama, e observando-a equilibrar o lençol enquanto vestia uma camisa longa e diáfana de algodão, colocando o vestido por cima, sem ligar para as roupas intimas.


-Vou ler – respondeu irritada.


-Ler? – ele também se irritou, achando um absurdo preferir os livros de Harry à sua presença!


-Porque não? – revidou, prendendo os cabelos em um coque na nuca, olhando-o com os olhos brilhantes, pois mexia com ela sempre que falava de filhos.


-Ao menos faça algo de útil, se não pode me tratar como um marido  -reclamou. – Faça algo para nosso almoço.


-E o que você deseja comer?  -ela ironizou com falsa expressão doce.


Rony pensou em dizer: adoraria lamber o gosto de sua pele, morder os bicos dos seus seios, sorver os líquidos de seu gozo e engolir os gritos do seu prazer. Mas Hermione não merecia ouvir, não quando ficava desse modo, intratável!


-Algo doce? – sugeriu para irritá-la ainda mais.


Antes de sair do quarto, dirigiu-lhe aquele olhar sujo que sempre o excitava. Mais tarde, pensou. Mais tarde daria um jeito de vergar sua vontade e subjugá-la! Por hora, se conformaria.


 


 


 


 


Hermione terminou o jantar, e chamou os meninos de Juanita para ajudarem a levar para o celeiro onde os empregados comiam. Cansada, sentou-se na cadeira, bebendo um gole de água.


Sentia-se tão cansada. Tão doente. Precisava ver um medico. E com urgência! Aquilo não era normal. Decidida a mandar um empregado chamar o medico na cidade, ela sorriu para o rosto arfante de um dos meninos, que não tinha mais que seis anos, e era gordinho, com fofas bochechas rosadas.


Ele deu o recado do padrasto e saiu correndo, e Hermione levantou-se num pulo em direção ao quarto, onde o preguiçoso Rony dormia sossegadamente, antes do almoço, aproveitando  o raro descanso.


-O que houve?  -ele perguntou, acordado, e se arrumando para ir trabalhar, apesar da chuva.


-Um dos homens está com febre e calafrios, pode ser uma peste. – disse assustada.


-Deve ser gripe  -ele desmereceu.


-Viveu sua vida longe, não sabe o efeito de uma epidemia! – havia pânico em sua voz. – Alguém precisa buscar um medico! Rápido!


-Eu vou  -ele disse abotoando a camisa.


-Está louco? Não pode ir até o galpão! Se for contagioso, pode morrer e todos os sacrifícios serão perdidos quando me tomarem a fazenda!


Em seu medo não notou sua magoa. Sacrifícios. Estar casada com ele era um grande sacrifício.


-Mande Suares ou outro – ela respirou fundo – Talvez eu também esteja contaminada, e é por isso que estou doente. – sentou-se na cama, engolindo em seco.


-Fique dentro de casa, Hermione – ele acusou lembrando-se do bebê. Não podia correr o risco de sua saúde ser afetada. Não agora!


-Se estou doente, não posso ficar aqui, posso contaminar outras pessoas! – desesperou-se.


-Seja lá o tem, não é contagioso, ou eu estaria doente também. Se acalme. E deite um pouco, está pálida.


-Mas, eu...


-Fique no quarto até sabermos o que está acontecendo – ele mandou – Lembre-se, se você perecer, eles me tomam a fazenda, e só Deus sabe o que outro fazendeiro fará com ela – tentou apelar, para que ela não saísse de jeito nenhum.


Assustada com a lembrança da ultima epidemia que assolara aquela região, e fizera muitos mortos, em poucos dias, Hermione obedeceu sem questionar.


Ouvia os movimentos no pátio, os homens agitados, mas não saiu.


 Era noite alta, quando Rony voltou.


Nervoso, ele tirou a camisa, e só então, olhou para ela.


-Não é uma epidemia. – comunicou – mas é preciso cuidado. Pode se espalhar. Separei os homens, os que estão com sintomas ficarão nos dormitórios. Os saudáveis, ficarão no celeiro onde servimos as refeições, é temporário, mas deve bastar para afugentar o risco de contaminação.


-Mas e Juanita? E as crianças? E nós?


-Ela cuidará da cozinha e das roupas, mas não terá contato com os homens, inclusive Suares, que ficará no celeiro. As crianças estão proibidas de sair de casa. E nos, ficaremos aqui, saindo o mínimo possível.


-E o médico?


-  Está a caminho  -respondeu cansado. Ele apanhou algumas roupas e voltou-se para ela contrariado  - Dormirei no quarto do segundo andar, posso ter apanhado algum vírus.


-Mas... – ela quis argumentar, mas não havia muito sentido.


Deixou-o ir.


Rony saiu do quarto, com a imagem de sua mulher, deitada na cama, aflita e sozinha, mas não havia outro jeito, não podia correr o risco de contaminá-la, mesmo que com uma simples gripe.


 


 


Na manhã seguinte, Rony sentiu a falta de Hermione ao seu lado, e saiu bem cedo. O médico havia chegado poucos minutos antes dele chegar ao celeiro.


Atendeu aos três homens que jaziam de cama. Depois de varias recomendações, foi embora. Aparentemente a razão não era tão preocupante, mas eram desolador suas conseqüências.


Um de seus empregados não parecia ter salvação, enquanto um mensageiro da fazenda de seu pai e de outras duas fazendas vizinhas, mandaram avisar que enfrentavam o mesmo problema.


Na cidade, a mesma coisa. O veio de água que passava atrás da Igreja da cidade estava contaminado. Alguns animais que beberam unicamente lá, morreram a seguir, e os homens que o fizeram, estavam doentes.


Por sorte, havia outros veios de água na cidade, e eles, contavam com o lago e outras nascentes de água pura. Ao menos não haveriam outras vitimas agora que a razão era conhecida.


De volta em casa, era meio da tarde, e sentia não ter mandado noticias. Juanita havia levado seus filhos para a casa principal, desesperada com a idéia de Ruanzito pegar a doença, pois estivera adoentado a bem pouco tempo atrás.


A cozinha estava barulhenta e Rony desviou de um dos meninos,  se perguntando por que Juanita não tinha filhas.


-Onde está Hermione? – perguntou desviando de dois meninos que brincavam embaixo da mesa e observando os dois meninos     que estavam brincando em cima dela!


-No quarto. Sorte dela, não precisa agüentá-los – disse irritadíssima – SAIAM DESSA MESA AGORA!!!! – berrou e as crianças desceram da mesa, correndo para a sala. – Oh, como gostaria que calassem a boca – ela resmungou.


-Hei – Rony falou bem mais ato que a gritaria – Chega de gritos aqui dentro! Se ouvir uma reclamação de sua mãe novamente,  coloco vocês de castigo! Entenderam?


Aparentemente sua voz rouca e alta, fez os meninos pararem e olharem para ele com obediência, até um deles começar a rir, enquanto um deles o mais gordinho e fofo, se aproximou e chutou sua canela.


Juanita correu atrás do menino, desistindo e furiosa gritando para ele que eles fossem para a sala.


-Suares é um santo – Rony disse lamentando a canela dolorida.


-Sim, ele é – Juanita concordou – nunca ergueu a mão para nenhum deles, mas também, nunca precisou. Eles o obedecem, basta um olhar, e eles obedecem.


-É mesmo? E porque não me obedeceram? – ele perguntou curioso.


-Não sei, mas é bom que descubra ou Hermione tomara a rédea da educação dos filhos – era uma observação que soou como ameaça.


Hermione o detestava, então, seus filhos o odiariam. Era bom  começar a pensar em como agir com autoridade...


-Durma aqui essa noite – ele disse – Suares não pode voltar para casa ainda.


-Acha...que ele está bem?


Apesar de sua expressão sempre forte, Juanita demonstrou grande fragilidade no olhar ao perguntar.


-Não está contaminado. Por garantia é melhor que fique com os outros. – ele acalmou-a.


-Certo.


Ela voltou sua atenção ao pão que amassava, mas havia algo mais lento e triste em seus movimentos. Sentia medo.


No quarto, Hermione lia calmamente, indiferente ao barulho das crianças, com Ruanzito brincando sobre a cama. Sua voz era calma, e em dado momento ela parou olhando para o menino que mordia uma pequena bola de pano, feita por Juanita.


-Não está prestando atenção, não é?  -sua voz era muito doce – Pois deveria, as mulheres gostam de homens que lêem, sabia?  -deixou o livro um pouco de lado, brincando com ele e rindo – homens que sabem declamar poesias...meu pai fazia isso...lia lindas poesias para minha mãe! Oh, não jogue no chão, vai sujar – ela riu quando o menino desceu da cama e apanhou a  bola, jogando de volta sobre a cama – Acho que não tem jeito, vai ser um homem sem modos! Mas quer saber...? –ela apanhou o menino e o trouxe para seu colo, abraçando-o - Tem algumas mulheres que gostam de brutamontes...


Rony sentiu o coração disparar. Era tão carinhosa, tão doce, e seria uma  mãe incrível.


-Esqueci de contar  -ele ouviu uma voz atrás de si, e virou-se para Juanita, que estava sussurrando  - Hermione sangrou essa manhã.


-Isso quer dizer...?


-Que talvez estivesse errada...


Dizendo isso voltou aos seus afazeres. Um engano não era incomum nesses casos. Ele olhou para o chão, sentindo-se como alguém que perdeu algo muito precioso.


 


 


 


 


AUTORA: ah, como sinto falta da Mi...sniff....sniff...sniff...betar é tão chatoooooooooo!!!!


E mais essa agora? Hermione não está grávida?


 


 


 

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