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2. - about me and my boys.


Fic: my so called life. - chapter 4 finally on!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Decidi andar pela pista. Sozinha. Val e Roman entenderam que só assim Daniel se aproximaria de mim. Se ele se aproximasse. Se ele conseguisse enganar a Megan.
A música facilitava minha caminhada ritmada. Várias pessoas já dançavam. Várias pessoas que eu conhecia de vista, a maioria do quinto ou sexto ano. Crianças. Ou não... Ben e Logan não pareciam crianças. Nem Abby na roupa de prostituta que ela vestia. O vestido azul muito curto e com as costas extremamente abertas a faziam parecer uma figurante do filme “Uma Linda Mulher”.  Bebi mais um gole do meu vinho para conseguir engolir aquela coisa ridícula.
Quando “Killing me softly with his song” começou a tocar em uma batida mais dançante, Roman me achou na pista e foi dançar comigo. Modéstia à parte, ninguém era melhor que nós duas. Tanto que facilmente foi formada uma roda a nossa volta. Eu fingi que não percebi, dançava com os olhos entreabertos e, quando abertos apenas olhava para Roman.
- Que vergonha! – Roman disse quando percebeu e me pegou pela mão e me tirou de lá.
- Ah Roman, qual é, o que é que tem? – Eu perguntei.
- Ah, eu fico sem graça ou! – Ela respondeu.
- De que? De ser uma das meninas mais gatas daqui e de saber dançar? Deixasse-os ficar olhando. Eles só estavam olhando mesmo. – Disse.
- Ah não ou, vergonha. – Ela me disse pegando outra taça.
- É por isso que você ainda está na pré-escola dos relacionamentos. – Eu disse.
- Você tem razão... Eu não discuto e saio de perto quando o Daniel está chegando. – Ela disse se virou e saiu andando.
Mal me virei eu dei de cara com Dan.
- Oi! – Eu disse assustada.
- Oi. – Ele respondeu sorrindo. – Então, o que foi aquilo?
- Na pista? Haha, eu sou a “Dancing Queen”, lembra? – Eu disse fazendo-o lembrar da vez que nos conhecemos.
- É verdade. Vejo que não perdeu os velhos hábitos. – Ele disse.
- Eu só conservei os bons. – Respondi.
- E o que eu sou? – Ele me perguntou.
- Um hábito. Comprometido. Com outra pessoa. – Eu disse e me virei.
Ele puxou meu braço delicadamente, mas com força o suficiente para me fazer parar de andar. Ele caminhou e parou atrás de mim.
- Nós... O que quer que seja que nós temos... Não acabou. – Ele sussurrou no meu ouvido.
Eu virei meu rosto, deixando meus lábios apenas alguns milímetros de distância dos dele.
- Devia ter acabado na hora que percebi que seu nome não podia ser Jude Law. – Eu disse e saí andando.
Megan, que viu tudo, foi tirar satisfações comigo.
- O que foi aquilo? – Ela me perguntou.
- Pergunte ao seu namorado, ele que te deve satisfações.  – Respondi e continuei andando.
- Mas ele mente para mim, Belinda. – Ela me seguiu.
- E daí? Como se eu me importasse. – Eu respondi. – Não é da minha conta.
- É sim! – Ela disse. – É tudo culpa sua.
- Culpa minha? – Parei de andar e caminhei até ela, que havia parado um pouco atrás. – Pare de achar que isso é culpa minha. Eu não menti para ninguém. Ele me conheceu Belinda Hepburn, 16 anos, solteira. Era tudo que eu era naquela época. Ele claramente não era nem o Jude Law, nem tinha 20 anos, nem era solteiro, como ele havia me dito. Pare de achar que eu sou a vadia que destruiu seu relacionamento, eu não sou. Eu sou só a vadia que pra variar estava na hora errada e no lugar errado.
- O que você fez? – Ela me perguntou.
- Como assim?
- Estava tudo bem e um dia, no meio do filme ele diz: “Eu traí você. Foi uma vez. O nome dela é Belinda, ela é da Sonserina” e por mais que você não atenda os telefonemas dele, não responda as mensagens dele ele continua. O que é que você fez? – Ela me perguntou.
- Porque “o que eu fiz”? Talvez quem tenha feito algo tenha sido você, perdoando a traição dele, o fazendo achar que podia fazer isso que você o perdoaria toda vez? Ou que sei lá, você havia perdido a graça por tê-lo perdoado com tanta facilidade. O erro não foi meu e eu estou fora da sua área Megan. Honestamente? Eu não gosto de você, do jeito como você se comporta... Você é tudo que eu mais repudio, tudo que eu nunca gostaria de ser. Você é sem defeito e isso deve ser cansativo. – Eu disse. – Talvez seja isso. A perfeição é cansativa.
- Eu não sou perfeita. – Ela disse.
- Pelo menos aparenta. – Respondi.
- Então o que ele quer é uma garota sem limites, que dança e bebe o quanto quer e que tem uma família destruída? – Ela me perguntou cínica.
- Você não sabe nada da minha família. – Respondi e saí de perto.
Procurei incansavelmente um cigarro na bolsa e fui para o terraço pensar como é que Daniel insistia em me ligar e me mandar mensagens com a Miss Perfeição ao lado dele. Eu já lhe havia dito que eu era problema. Eu também já sabia que ele não ia largá-la totalmente. Ele era um filho da puta acomodado.
Acendi o cigarro e olhei para baixo, observando os carros que passavam na rua.
- Você não devia estar aqui. – Uma voz masculina me disse.
Eu me virei e vi Victor, que eu conhecia apenas de vista, parado a alguns passos de mim. Victor era um dos donos da boate.
- Eu precisava fumar. – Disse como desculpa.
- Você não devia fumar também. – Ele disse se aproximando e parando ao meu lado.
- Eu sei. – Eu disse.
- E porque fuma? – Ele me perguntou.
- Cigarro é mais barato que uma arma.  E eu não iria para a cadeia. – Eu disse sorrindo.
Dei a última tragada e apaguei o cigarro no chão.
- Vou voltar para a festa. – Eu disse.
- Qual seu nome? – Ele me perguntou.
- Belinda. – Eu dissse.
- Victor. – Ele estendeu a mão e eu a apertei.
- Eu sei, você é amigo da Mel. – Eu disse.
- Você é amiga dela? – Ele me perguntou.
- Não, da Linda, irmã dela. – Eu disse. – Nós estudamos juntas no quinto ano, meu intercâmbio. Nós fomos apresentados na festa do pai delas.
- Eu deveria ter me lembrado de você. – Ele disse.
- Ou pelo menos prestado atenção em mim. – Eu disse, sorri e caminhei de volta para a festa.
Encontrei Val e Roman dançando na pista e caminhei até elas.
- Eu acabei de conversar com meu amor platônico. – Eu cochichei para Roman.
- COMO ASSIM?! – Ela gritou.
- Disfarça Roman, disfarça! – Eu disse beliscando-a.
- O que é que aconteceu? – Val se preocupou.
- Ela conheceu oficialmente o Victor. – Roman disse à Valerie.
- Finalmente! – Ela levantou a taça e brindamos.
Continuamos dançando. Queria ignorar os olhos de Dan sobre mim, mas era quase impossível.
- Vou sentar um pouco com os meninos. Esse salto está me matando. – Eu disse às meninas.
Caminhei até a mesa onde Logan e Ben estavam sentados. Logo percebi Dorian, o irmão tão-bonito-quanto de Daniel.
- Salto altos são a mais bela tortura do mundo! – Eu reclamei e me sentei entre Ben e Dorian.
- O presente dos estilistas para nós, homens. – Logan disse e eu fiz careta.
- Quero ver qual será o presente que vocês, homens, me darão por estar morrendo de dor em cima desse salto. – Eu disse e, após uma breve pausa eu voltei a falar: - Eu estava falando de uma massagem nos pés, seus pervertidos.
Todos eles riram e eu revirei os olhos.
- Vocês são todos iguais! – Resmunguei.
- Ah, e vocês não? – Dorian me perguntou.
- Não mesmo. – Respondi e ele continuou me olhando. – Eu pelo menos não me incluo na categoria das “garotas comuns”.
- É, não vou dizer que você está mentindo. – Ben me defendeu.
- Viu? – Eu disse para Dorian.
- Convença-me. – Ele me disse.
- Para quê me dar o trabalho? Você é como os outros... – Eu disse.
- Não sou. – Dorian me disse.
- Convença-me. – Revidei.
- Mais uma discussão feminista de Billie. – Benjamin disse. – Antes de você começar a dizer mil coisas, só um minuto...
Ben se levantou e me puxou.
- Preciso de sua ajuda. – Ele disse.
- O que foi? – Perguntei.
Ele respondeu lentamente, para que pudesse mudar sua frase conforme eu reagisse.
- Você por acaso acharia ruim se eu tentasse beijar a... Roman? – Ele me perguntou e fez uma caretinha no f Inal.
Eu ri.
- Graças a Merlin! – Respondi. – Pelo menos você vai estar com alguém que presta!
- Mesmo? – Ele me perguntou incrédulo.
- E ainda estaria me fazendo um favor também! – Disse. – Vai lá e não volte enquanto não completar essa missão!
- Você é a melhor ex-namorada do mundo, sabia? – Ele me disse e me deu um beijo na bochecha.
- Sim. – Respondi e voltei para a mesa. – Ah, beije-a de surpresa, funciona melhor com ela.
Logan havia saído, estava conversando com uma garota no balcão. Dorian ainda estava lá, portanto me sentei ao seu lado.
- Conversa com o ex-namorado? Você é como as outras. – Ele me disse.
- Conversa com o ex-namorado que é meu amigo sobre a garota que ele quer beijar. Eu não sou como as outras. – Eu respondi.
Ele riu.
- Você quer meu irmão, você é como as outras. – Ele me disse provocativo.
Dessa vez eu sorri.
- Eu dispensei seu irmão. – Eu disse e bebi um gole do vinho.
- Você não é mesmo como as outras. – Ele disse.
- É, poucas ex-namoradas aconselham o ex-namorado sobre garotas. – Eu disse.
- Acho que a única garota que faz isso. – Ele disse.
- Provavelmente. Acho que sou melhor para o Ben como ex-namorada do que como namorada. – Eu disse.
- Por quê? – Ele me perguntou.
- Eu não sei. Eu era bem irritante como namorada. Como ex a gente faz piadinhas e eu arranjo garotas para ele. – Eu disse.
- Talvez ele não te achasse irritante. – Ele me disse.
- Acredite em mim, se eu me achava irritante, imagine ele. – Disse.
- Bem, faz sentido. Mas talvez seja exagero seu. – Dorian disse.
- Eu sou exagerada, é verdade. Mas creio que estou apenas repetindo o que me disseram que eu era, como agia. Eu não percebia que era um porre com o Benjamin. Se percebesse, pararia.  – Eu disse.
- Então você não fazia o que você fazia por mal? – Ele me perguntou.
 - Claro que não! Eu amo o Ben. – Respondi.
- Ama? No presente? – Ele me perguntou.
- Eu nunca deixei de amá-lo. Só que agora ele é só um amigo. – Disse. – Entendeu?
- Mais ou menos. – Ele me respondeu. – Isso tem alguma coisa a ver com meu irmão?
- Seu irmão não tem nada a ver com nada! – Respondi.
- Para com isso Belinda... Eu sei de tudo. – Ele me disse.
- Você sabe a versão dele. E não me chame de Belinda, quase ninguém me chama de Belinda. – Disse.
- Então me conte a sua versão, Billie. – Ele me disse.
Eu não falaria nada, mas a quantidade de vinho que eu havia tomado começava a fazer efeito.
- O que você quer saber? – Perguntei apoiando os cotovelos na mesa e me inclinando para perto dele.
- Ele diz que te quer e você diz para voltar para Megan. – Ele me disse. – Por quê?
- Se ele me quisesse ele... Ele não estaria com ela. Ele só me diz tudo que diz por que sabe das minhas convicções. – Eu disse.
- E quais são elas?
- Eu não separo casais. De propósito. – Eu disse.
Ele riu e eu o achei bonito. Tudo bem, eu já o achava bonito. Naquele momento eu o achei mais bonito que Daniel.
- Eu acho que... – Ele disse se inclinando para perto de mim. – Que ele é um babaca.
- Ah, é? – Perguntei.
- Sim. Megan é uma chata. – Ele me disse.
Eu ri.
- E você é muito mais bonita que ela. – Ele disse afastando um pedaço da minha franja, que havia caído no meu rosto.
- E você é como todos os outros. – Eu disse.
- Não, não sou. – Ele disse. – Eu não vou tentar te beijar.
Eu fiquei surpresa e franzi o cenho.
- Ah, não? – Perguntei. – Hm, bom saber. Em respeito ao meu suposto caso com seu irmão?
- Não. Eu não vou te beijar porque se eu fizer isso, e eu estou realmente com muita vontade de fazer, você vai achar que eu sou igual aos outros. – Ele me disse.
- Então você vai controlar um impulso para permanecer com seu orgulho intacto? – Perguntei.
- Não. – Ele disse. – Eu não quero que você tenha uma má impressão de mim.
- Eu estou ansiosa para ver como você vai provar que é igual aos outros. – Eu disse. – Será que... Vai ser indo embora com a Eve?
- Não mesmo. Isso foi uma ofensa, meu gosto para mulheres é muito bom. – Ele disse.
- Como Abby? – Eu indiquei com a cabeça a garota que nos olhava fixamente.
- Merlin... Ela me assusta, juro! Ainda mais vestida desse jeito. – Ele me disse.
- Achei que homens gostassem de mulheres vestidas... – Eu ia dizendo quando ele me interrompeu.
- Alguns gostam. Eu prefiro que as minhas não se pareçam figurantes de “Uma Linda Mulher”. – Ele disse.
Soou bem mais engraçado do que quando eu pensei.
- Então você gosta de mulheres cobertas? Que tal uma burca? – Perguntei.
- Não disse coberta. – Ele se defendeu. – Um decote, uma saia curta, claro que eu gosto disso. Mas tem como usar tudo isso sem ficar vulgar. Ela está vulgar, eu acho isso feio.
- Estou começando a achar que você é um pouco diferente da maioria. – Eu disse.
- Eu te disse. – Ele falou.
- Não se sinta tão lisonjeado. Eu disse “um pouco”. – Conclui.
- Eu não me sinto lisonjeado por coisas que eu já sei que eu sou. – Ele me disse.
- Você é um pouco irritante, sabia? – Eu lhe disse.
- Não é que eu sou irritante. É que você está acostumada com outro tipo de homens. – Ele me disse.
- Você é um garoto. – Eu disse sorrindo.
- Não, não sou. – Ele me respondeu.
- Você é mais novo que eu. – Eu disse.
- Isso não impediu você de namorar o Ben. – Ele me disse.
- É diferente. – Eu disse. – Quando namorei o Ben eu ainda era uma garota.
- E agora você é o que? – Ele me perguntou.
- Uma jovem adulta, não percebeu? – Respondi.
- E meu irmão, o que é? – Ele me perguntou.
Eu me aproximei dele e ele se inclinou para perto de mim.
- Um estúpido que não para de olhar para cá. – Respondi.
Dorian riu ao mesmo tempo em que eu sorri e me afastei dele.
- É, pelo menos esse você acertou. – Ele me disse.
- Eu amo essa música! – Eu disse me levantando.
Estava tocando Tik Tok, da Ke$ha e eu fui dançar com Val, já que Roman havia sumido (eu desejei do fundo do coração que ela houvesse sumido com Ben). Dorian ficou me olhando de longe e rindo. Eu ria de volta. Sem querer percebi que Victor também me olhava. Sorri para ele, ele sorriu de volta. Voltei meus olhos para Dorian e lá estava Abby em cima dele.
Eu ri da cara de desesperado que ele fez para mim e fui ao seu resgate.
- Oi Abby! – Eu disse abraçando Dorian. – E aí, o que está achando da festa?
- Boa. – Ela respondeu e voltou seus olhos para Dorian. – E você, Dorian, gostando?
 - Sim. Principalmente da companhia. – Ele disse e me abraçou.
- Engraçado, achei que você gostava do outro Witter. – Abby me perguntou.
- As pessoas sempre te confundem com seu irmão, Dorian? – Eu perguntei para ele.
- Sim... Claro que eu sou mais bonito. E sortudo. – Dorian disse.
- Claro... Entendo. – Abby disse.
- Eu preciso fumar. – Disse. – Vamos comigo até o terraço?
- Claro. – Dorian disse.
Nós subimos até o terraço sem nem mesmo dizer nada à Abby. Afinal ela não merecia nada por ser uma Stalker maluca!
- Eu te devo uma. – Ele me disse enquanto subíamos.
- Uma bem grande, ok? – Respondi.
Ele riu.
- Porque você fuma? – Ele me perguntou assim que eu acendi o cigarro.
- Eu gosto. – Respondi.
- Não que você não fique linda fumando. Você fica. – Ele disse me fazendo rir. – É só que...
- Que é um vício. Que faz mal e que vai me matar. – Eu lhe disse.
- Por aí. – Ele me disse.
- Eu sei tudo de tudo isso. – Lhe falei.
- E porque não para de fumar? – Ele me perguntou.
- Porque eu não tenho uma boa razão para isso. – Eu falei.
- Ainda. – Ele me disse.
- É, pode ser. – Respondi.
Ficamos calados enquanto eu fumava, o único barulho era da nossa respiração e das minhas tragadas.
Era bom ele por perto, mesmo quando nós não precisávamos conversar.

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