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13. Treinamento


Fic: Lady Ginevra


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Capítulo 13


Gina não viu seu marido até a hora do jantar. Quando desceu a escada para o salão, os homens já estavam sentados diante das duas mesas. Nenhum deles se levantou. Harry ainda não tinha chegado. Tampouco estavam Remus e o padre MacKechnie. Os serviçais colocavam compridas vasilhas com carne sobre a mesa; sentia-se no ambiente o cheiro de cordeiro e uma onda de náuseas pegou Gina desprevenida. Acreditou que o súbito mal-estar se devia ao comportamento dos soldados: agarravam punhados de comida das vasilhas antes que as colocassem diante deles. Não esperaram que o lorde chegasse ou o sacerdote para benzer a comida.
Já era suficiente. Se a mãe de Gina fosse testemunha de uma conduta tão lamentável teria um ataque do coração. Gina não queria que a envergonhassem diante de sua querida mãe. "Morro antes! — pensou — Ou mato um par de MacLaurin!" Eram os piores, embora, certamente, os MacBain se esforçassem para ficarem no mesmo nível.
Megan viu a Senhora de pé na entrada do salão. Chamou-a e, pensando que Gina não podia ouvi-la pela algazarra que faziam os homens, cruzou o salão para lhe falar.
— Tomará o jantar? — perguntou-lhe.
— Sim, claro.
— Milady, não tem bom aspecto. Sente-se bem? Está pálida como a farinha.
— Estou bem. — mentiu Gina inspirando profundamente em uma tentativa de apaziguar seu estômago revolto — Por favor, me traga uma tigela grande. Uma que esteja rachada.
— Para que, milady?
— Talvez tenha que quebrá-la.
Megan achou que tinha entendido mal e pediu que repetisse o pedido. Gina moveu a cabeça:
— Entendeu-me bem — lhe assegurou.
Megan correu à despensa, pegou uma pesada tigela de porcelana de uma prateleira e correu para levar a Senhora.
— Esta está trincada. — disse — Servirá?
Gina fez um gesto afirmativo.
— Afaste-se, Megan: podem saltar lascas.
— Sério?
Gina primeiro tentou chamar os soldados. Sabia que não a ouviriam por cima de semelhante algazarra, mas preferiu fazer uma tentativa de comportar-se como uma dama. Em seguida, bateu palmas, mas nenhum dos soldados levantou o olhar.
Desistiu de ser gentil. Ergueu a tigela e o jogou através do salão. Megan abafou uma exclamação. A tigela se espatifou contra as pedras da lareira e caiu no chão feita em pedaços.
O efeito foi o que Gina esperava: todos os presentes se voltaram para ela. Olhavam-na silenciosos e surpresos, e Gina se sentiu extramente satisfeita.
— Agora prestem atenção, queria lhes dar várias instruções.
Várias bocas se abriram e Sirius começou a levantar-se, mas Gina disse que ficasse sentado.
— Atirou a tigela de propósito? — perguntou Collin.
— Sim. — respondeu a senhora — Por favor, me escutem: esta é minha casa e lhes agradeceria se seguissem minhas regras. Primeiro e principal, nenhum de vocês começará a comer até que o lorde esteja sentado e lhe tenham servido a comida. Fui clara?
Quase todos os soldados assentiram embora alguns MacLaurin parecessem irritados. Gina não fez conta. Viu que Sirius sorria e também o ignorou.
— E se nosso lorde não vem jantar? — perguntou Niall.
— Nesse caso, esperarão que a Senhora esteja sentada e lhe sirvam sua comida antes de começar a comer — respondeu.
Depois do último enunciado, ouviram-se numerosos protestos e Gina se propôs ter paciência.
Os homens voltaram para as tigelas.
— Não terminei de lhes dar minhas instruções — exclamou.
Outra vez, a voz da Senhora se viu abafada pela algazarra.
— Megan, vá me buscar outra tigela.
— Mas, milady...
— Por favor.
— Como quiser.
Em menos de um minuto, Megan lhe entregava uma segunda tigela e, imediatamente, Gina o jogou contra a chaminé. O barulho incitou outra vez a atenção geral. A essa altura, vários dos soldados MacLaurin a olhavam hostis e Gina pensou que um par de ameaças seria uma justa compensação.
— A próxima não jogarei contra a lareira. — afirmou — Se não prestarem atenção, atirarei na cabeça de um de vocês.
— Queremos comer, milady — gritou um soldado.
— Primeiro, quero que me escutem. — replicou a senhora — Escutem com atenção: quando uma dama entra no salão, os homens ficam de pé.
— Interrompeu o jantar para nos dizer isso? — gritou Collin com uma risadinha nervosa e dando uma cotovelada no seu vizinho de mesa.
Com as mãos na cintura, Gina repetiu a instrução. Em seguida esperou. Satisfez comprovar que, por fim, todos os soldados estavam de pé.
Sorriu satisfeita:
— Podem sentar-se.
— Acaba de nos dizer que nos levantemos — murmurou outro MacLaurin.
Senhor, que lerdos eram! Tentou dissimular sua exasperação.
— Quando entra uma dama ficam de pé, e quando lhes dá permissão, voltam a sentar-se.
— E quando a dama entra e sai outra vez em seguida?
— Levantam-se e em seguida se sentam.
— Me parece um aborrecimento — assinalou outro MacLaurin.
— Ensinarei boas maneiras embora isso os mate — afirmou Gina.
Sirius começou a rir, mas um olhar severo da senhora o deteve.
— Por quê? — perguntou Niall — Para que necessitamos bons maneiras?
— Para me agradar — alfinetou Gina — Nas mesas de minha casa não haverá mais flatulências.
— Não podemos arrotar? — perguntou Sirius, atônito.
— Não, não podem! — exclamou Gina, quase gritando — Tampouco podem fazer outros ruídos grosseiros.
— Mas, milady, é um cumprimento. — explicou Niall — Significa que a bebida e a comida nos parecem boas.
— Se gostarem apreciarem a comida, se limitarão a dizer a seu anfitrião — indicou Gina — E já que tocamos nesse assunto, direi que me resulta extremamente ofensivo ver que um de vocês rouba a comida do prato do vizinho. Isso terminará agora mesmo.
— Mas, milady...! — começou Collin.
Gina o cortou:
— Não chocarão as taças entre si quando fizerem um brinde. — afirmou — Assim se derrama cerveja.
— Fazemos de propósito — explicou Sirius.
O semblante de Gina expressou assombro e Niall se apressou a lhe explicar:
— Quando brindamos, queremos que parte da cerveja verta nas taças dos outros: desse modo, se em uma delas há veneno, todos morreremos. Não entende, milady? Fazemos para ter certeza de que ninguém nos armará uma trapaça.
Gina não pôde acreditar no que ouvia. Acaso chegavam a tal ponto as suspeitas entre os MacLaurin e os MacBain?
Os MacLaurin tiveram a ousadia de lhe dar as costas e Gina ficou furiosa pela grosseria. Além disso, elevaram a voz para abafar a da senhora.
— Megan!
— Já vou buscá-la, milady.
Gina ergueu a jarra no ar, girou para a mesa dos MacLaurin e estava a ponto de jogá-la quando alguém a arrebatou. Ao voltar-se, viu Harry junto a ela, com Remus e o padre MacKechnie a seu lado.
Gina não soube quanto tempo fazia que estavam ali, mas o semblante perplexo do padre MacKechnie indicou que devia fazer o suficiente.
Sentiu que ruborizava. A nenhuma esposa agradava ser surpreendida gritando como uma harpia nem jogando coisas para fazer com que prestassem atenção. Mas Gina não deixaria que o desconforto a detivesse: já tinha começado e, Por Deus que terminaria!
— Em nome de Deus, esposa! O que é o que está fazendo?
O tom rouco e a expressão de Harry a fizeram encolher-se. Tomou fôlego e disse — Mantenha-se à margem. Estou dando instruções aos homens.
— Pelo jeito, ninguém lhe presta atenção, milady — assinalou Remus.
— Disse-me que não interferisse...? — começou Harry, muito atônito para continuar.
Gina aproveitou o sentido do que Harry queria dizer.
— Certamente, não quero que interfira. — admitiu, para em seguida voltar-se para o Remus — Ou me prestam atenção ou sentirão meu aborrecimento.
— O que acontece quando se zanga? — perguntou o soldado MacLaurin.
A jovem não lhe ocorreu nenhuma resposta apropriada e em seguida recordou o que Harry tinha respondido à mesma pergunta.
— É provável que mate alguém — se gabou.
Tinha certeza de ter impressionado Remus com essa afirmação; acrescentou um gesto de assentimento para ocultar que estava alardeando e esperou a reação do homem.
Não foi a que esperava.
— Milady, colocou a túnica errada: hoje é sábado.
De repente, quis estrangular Remus. Atrás dela soou um forte arroto e Gina reagiu como se lhe tivessem cravado algo nas costas. Soltou uma exclamação, arrebatou a jarra de mãos de Harry e girou para os homens.
Harry a deteve antes que pudesse causar dano. Jogou a jarra para Remus e fez girar a Gina para que o olhasse.
— Pedi que não interferisse — murmurou Gina.
— Gina...
— Este é meu lar ou não?
— Sim, é.
— Obrigado.
— Por que me diz obrigado? — perguntou Harry, desconfiado: não tinha dúvida de que Gina trazia uma carta na manga. O brilho de seus olhos demonstrava isso.
— Aceitou me ajudar — disse a jovem.
— Não, não é assim.
— Sim o fez.
— Por quê?
— Porque esta é minha casa, não é verdade?
— Outra vez?
— Harry, queria ter as mãos livres com respeito ao manejo da casa, pode ser? — murmurou.
O homem exalou um suspiro. Maldição, não podia lhe negar nada! Nem sequer tinha certeza do que era que aceitava, mas assentiu.
— Quantas tigelas e jarras jogará?
— Todas as que forem necessárias — replicou Gina.
Gina girou e correu a colocar-se diante da cabeceira da mesa dos MacLaurin.
— Por favor, Remus, tome um extremo e, você, padre, se for tão amável, o outro. Eu me adiantarei e abrirei as portas. Cavalheiros, — acrescentou com o olhar fixo nos soldados sentados diante dessa mesa — por favor, colaborem levando seus bancos. Não demoraremos muito tempo.
— O que pretende fazer? — perguntou Remus.
— Levar a mesa para fora, ora.
— Por quê?
— Quero fazer os MacLaurin felizes. — explicou — Agora fazem parte do meu clã e desejo que se sintam à vontade.
— Não queremos ir para fora. — exclamou Collin — O que a fez pensar que era isso o que queríamos? Recentemente me outorgaram a honra de comer com o lorde. Quero ficar aqui.
— Não. — replicou Gina sorrindo, coisa que confundiu ao soldado.
— Não?
— Fora se sentirão muito mais a vontade, pois ali não terão que obedecer nenhuma das regras da minha casa. Para falar a verdade, vocês comem como animais e bem podem comer junto com eles. Dumfries ficará contente de ter companhia.
Todos os MacLaurin olharam para Remus. Este olhou para o lorde, viu que fazia um gesto afirmativo e aclarou a voz. Remus teria que esclarecer as coisas para a Senhora.
— Milady, acredito que você não compreenda a situação. Este feudo pertenceu ao clã MacLaurin há tanto tempo já que ninguém lembra.
— Agora me pertence.
— Mas, milady... — começou Remus.
— O que quer dizer a senhora com a terra lhe pertence? — perguntou Niall.
Gina juntou as mãos; Harry deu uns passos e se colocou ao lado dela.
— Terei grande prazer em explicar, mas só uma vez, de modo que, por favor, tratem de me acompanhar. — disse Gina — Seu rei vendeu esta terra. Estão todos de acordo com isso?
Esperou os soldados assentiram.
— O rei John me entregou o feudo. Todos aceitam isso?
— Sim, é obvio. — disse Remus — Mas...
Gina não o deixou terminar.
— Por favor, me perdoe que o interrompa, mas estou impaciente por concluir a explicação.
Dirigiu-se outra vez aos soldados.
— Vejamos... E prestem atenção, por favor. Não queria ter que repetir. Quando me casei com seu lorde, a terra passou a seu poder. Vêem que simples é?
Pousou o olhar sobre Collin e este assentiu para agradá-la. Gina sorriu. De repente, o salão começou a girar e Gina piscou tentando focar o olhar. Agarrou-se a borda da mesa para conservar o equilíbrio. Invadiu-a uma onda de náuseas que desapareceu tão rápido como tinha chegado. "Deve ser a carne. —pensou — Esse cheiro tão desagradável me adoece."
— O que dizia, moça? — insistiu o padre MacKechnie, radiante de satisfação pela coragem que demonstrava a Senhora diante aos homens.
— Pergunto-me o que é que a enfureceu tanto.
Gina não soube quem tinha feito a pergunta, que veio da mesa dos MacBain. Girou o olhar para eles e respondeu:
— Outro dia, Megan disse algo que me surpreendeu. — disse — Pensei muito e ainda não compreendo por que fez semelhante comentário.
— O que foi que eu disse? — perguntou Megan, correndo a colocar-se no extremo oposto da mesa dos MacLaurin para estar de frente para a Senhora.
— Disse-me que a cozinheira faria com gosto algo que eu lhe pedisse, porque é uma MacBain e sabe que não deve queixar-se. É obvio, perguntei-me o que quis dizer, mas acho que agora compreendo. Na realidade acredita que Molly agradece que lhe permita viver aqui, estou certa?
Megan assentiu.
— Na verdade, deveria estar agradecida.
Os soldados MacLaurin assentiram todos ao mesmo tempo.
Gina moveu a cabeça.
— Acho que estão equivocados. — disse — Os MacLaurin não têm nenhum direito sobre o castelo nem as terras, e isso, cavalheiros, também é um fato. Acontece que meu marido é um MacBain, acaso esqueceram?
— O pai dele era o lorde dos MacLaurin — interveio Remus.
— Mesmo assim, é um MacBain. — repetiu Gina — E foi muito tolerante. É muito mais paciente que eu. — acrescentou com ênfase — Mas, deixando isso de lado, acredito que os MacBain foram muito generosos ao permitir que vocês, os MacLaurin, ficassem. Na realidade, detesto tocar num assunto tão delicado, mas acabo de receber notícias importantes e tenho que pôr ordem em minha casa. Ficaria muito triste que partissem, mas se as regras forem tão difíceis de aceitar e se não puderem entender-se com os MacBain, acredito que não há muitas alternativas.
— Mas os estrangeiros são os MacBain — balbuciou Collin.
— Sim, é verdade — afirmou Remus.
— Eram. — disse Gina — Já não são. Acaso não entendem?
Não entendiam. Gina se perguntou se se mostravam teimosos ou só tolos e resolveu tentar explicar-lhe uma vez mais.
Mas Harry não permitiu: a fez retroceder e se adiantou.
— Aqui o lorde sou eu. — recordou aos soldados — Eu dito quem fica e quem vai.
Remus se apressou a assentir:
— Podemos falar com franqueza?
— Sim — respondeu Harry.
— Todos nós lhe juramos lealdade. — começou — Entretanto, não nos sentimos leais a seus seguidores. Estamos fartos da guerra e queremos nos refazer antes de ir outra vez à batalha. Mas um dos MacBain provocou uma guerra contra o clã MacInnes e agora se nega a manifestar-se e a admitir a trasgresão. Isso é uma covardia.
Sirius se levantou de um salto.
— Atreve-se a nos chamar de covardes?
"Deus querido! — pensou Gina — O que foi o que desatei?" Outra vez se sentia chateada. Certamente, lamentava ter falado. Dois dos MacLaurin se levantaram e, pelo jeito, Harry tampouco tinha intenções de deter a discussão. Tinha uma expressão impávida, quase aborrecida, sem fazer caso da atmosfera ameaçadora.
Por fim se produzia um confronto e Harry estava satisfeito com isso. "Deixarei que cada guerreiro dê rédea solta à ira e em seguida lhes direi o que é que acontecerá. — pensou — Os que não estejam de acordo com minhas decisões poderão partir."
Por desgraça, Gina parecia inquieta pelo que estava acontecendo. Tinha o rosto completamente branco e retorcia as mãos. Harry decidiu mudar a discussão para fora e estava a ponto de dar a ordem quando a esposa deu um passo adiante.
— Sirius, Remus não o chamou de covarde. — gritou, voltando o olhar ao soldado MacLaurin — Você não sabe por que já tinha partido para a casa do pai de Hermione MacKay. — disse precipitadamente — Meu marido perguntou a cada um de seus seguidores se havia... estado envolvido com Hermione e todos negaram conhecer a moça.
— Mas todos disseram a verdade? — disse Remus.
— Em resposta, perguntarei algo. — replicou Gina — Se lorde MacInnes culpasse um MacLaurin e todos vocês dessem sua palavra a seu lorde de que não eram responsáveis, esperariam que acreditasse?
Remus era bastante perspicaz para saber a que apontava a pergunta e assentiu a inapetência.
— Tanto meu marido quanto eu temos absoluta confiança nos MacBain. Se eles disseram que não tocaram Hermione MacKay, assim deve ser. Não compreendo, senhor, como pode dar mais valor à palavra de um tirano como MacInnes que a de um de nós?
Ninguém teve uma resposta imediata para essa pergunta. Gina sacudiu outra vez a cabeça. Sentia-se muito mal. Ardia-lhe o rosto e tinha os braços arrepiados. Quis apoiar-se contra seu marido, mas se conteve, pois não queria que soubesse que não se sentia bem para não inquietá-lo. Por outro lado, tampouco queria passar o ano seguinte na cama, e conhecendo a obsessão de Harry pelo descanso tinha certeza de que era isso o que aconteceria.
Resolveu subir ao quarto e lavar o rosto. Sem dúvida, a água fria a reanimaria.
— Agradeceria que todos vocês refletissem sobre o que acabo de explicar. — pediu — Não posso aceitar brigas em minha casa. E agora, se me desculparem, irei para o quarto.
Virou-se, mas em seguida se deteve e girou outra vez.
— Quando uma dama sai do aposento, os homens ficam de pé.
— Já começamos outra vez! — sussurrou um MacLaurin em voz tão alta para que Gina o ouvisse.
— E então?
Os homens se levantaram e a senhora sorriu, satisfeita. Virou-se para ir e, de repente, o salão começou a girar. Não tinha no que agarrar até que tudo ficasse em seu lugar, como devia estar.
— Chamou-me covarde, Remus — murmurou Sirius.
— Sirius, se isso for o que acredita, pois que acredite — replicou Remus.
— Quais são as importantes notícias que, segundo a senhora, acaba de receber?
— Harry? — chamou Gina com voz débil, mas audível para Harry.
O lorde se voltou.
— Sim?
— Segure-me.

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