Cap 5 – Riscos
Tinha que pensar rápido, não poderia exitar, vacilar um momento sequer, muito menos deixar suspeitas, perceberem que mentia descaradamente. Não poderia correr o risco de ser descoberto. Mas precisava de um aliado, alguém que conhecesse seu segredo, mas quem? A única pessoa hoje, ligada a seus pais seria Minerva e Draco Malfoy,mas McGonagall era respeitada e querida por todos da Ordem e muito querida por sua mãe, Malfoy era somente um gancho para se sustentar entre os Comensais, incluso seu pai; e nos dias de hoje, dependendo de que lado ele ficasse ambos seria necessários para provar sua lealdade. Minerva poderia infiltrá-lo em Hogwarts. Poderia encobrir seus passos, poderia ajudar à Draco, à Harry... Tinha que se encontrar com Minerva ainda hoje.
Sabia onde ia e tinha determinação de conseguir seu primeiro passo. Teria que se disfarçar bem, fingir como nunca, usar as artimanhas dos sonserinos e a coragem dos grifinórios para alcançar seus objetivos. Estava novamente nos terrenos de Hogwarts. Cruzou seus portões sem ser barrado, caminhou lentamente formando uma boa história em sua mente, com planos A, B e C para o caso de uma emergência. Conhecia algumas passagem secretas dentro e fora do castelo que poderia usar em caso de fuga ou para se esconder. Realmente estava pronto. Quando cruzava o pátio de entrada uma figura já conhecida cruzou seu caminho, o que era esperado.
- Quem é você jovem rapaz e como conseguiu entrar pelos portões de Hogwarts? – falou de forma grosseira e sem educação nenhuma, como era de praxe do zelador de Hogwarts,
- Bem eu fui... Quer dizer, eu serei um aluno daqui a alguns meses... Eu vim conversar com a diretora Minerva McGonagall? Vim de Durmstrang...
- Sinto muito meu rapaz, a professora McGonagall não se encontra em Hogwarts no momento, mas o Diretor Snape talvez possa recebê-lo.
- Diretor Snape?
- Sim, ele acabou de ser nomeado.
- Mas foi com Minerva McGonagall que eu conversei sobre minha mudança para cá.
- Então terá que vir outro dia se não quer falar com o Diretor Snape.
Seu sangue gelou. Minerva já havia sido deposta e seu pai já receberá a nomeação do Ministério. Teria que conversar com Dumbledore ou contar seu segredo a Minerva se quisesse entrar em Hogwarts.
- Muito obrigado então Sr...?
- Argo Filch.
- Até mais. Mas não volte até ser convidado
Realmente aquele cara continuava o mesmo palerma e doido de sempre... – pensou Cam. Se ele não percebeu algo de estranho, então muita gente nem vai me perceber...
Quando andava de volta a vila ouviu um som de aparatação e se virou na direção do som. Minerva.
- Professora Minerva, com sua licença.
- Sim meu jovem... Mas eu o conheço?
- Ainda não, mas vamos ser muito próximos no futuro.
- Como assim... Qual seu nome criança?
- Cameron, meu nome é Cameron Grant, mas você costumava me chamar de pentelho e às vezes de Cam. E como pode ver eu deixei de ser criança já tem um tempo.
- Grant... Não conheço nenhuma família com esse nome. Isso é alguma palhaçada! Saiba que não tenho tempo a perder com brincadeiras de mal gosto...
- Isso não é uma brincadeira ou algo do tipo professora. Vim aqui no intuito de que consiga que eu seja matriculado regularmente em Hogwarts nesse ano.
- E porque gostaria de vir estudar aqui? Não sabe o que está acontecendo na Inglaterra? Que aquele-que-não-deve-ser-nomeado retornou do inferno e está dominando todo o mundo mágico?
- Sim eu sei bem o que está acontecendo e sei como vai terminar.
- Você realmente quer que eu perca...
- Deixe-me contar minha história e depois a senhora toma sua decisão, pode ser? Onde podemos conversar sem sermos ouvidos e interrompidos? Se quiser tenho um pouco de veritasserum aqui…
Quase vinte minutos depois...
- Pelos céus de Avalon! Isso não pode ser... Uma viagem no tempo... São muitos anos... Seu pai deveria está maluco quando o deixou fazer essa peripécia.
- Sinto, mas meu pai nunca teve e não terá idéia de que eu fiz isso.
- Como assim... Não foi Severo que te mandou aqui?
- Meu pai está morto Minerva... e é por isso que eu estou aqui.
- Severo Snape morto? O que aconteceu?
- Vou ser breve e sucinto, pois eu não quero ficar lembrando disso... meu pai se matou depois que minha mãe morreu.
- Oh Morgana! Sinto muito Cameron... não sabia que Severo pudesse ser assim... mil desculpas e meus sentimentos.
- Você já sentiu sua morte, e de minha mãe também, não se martirize por isso.
- Mas, você falou que Severo é seu pai e me provou isso. Me explicou que Severo ainda é um comensal da morte e que nada deve mudar. Mas e sua mãe? Você fala dela mas não me disse quem era?
- Eu só peço que não se assuste ou fique indignada. Isso é passado, quer dizer, futuro que não deve ser mudado, pois senão eu não vou nascer, tudo bem!
- Não estou gostando disso, mas continue.
- Bem minha mãe foi conhecida como a melhor bruxa de sua época, além de outras coisas... acho que você a chamava de pupila...
- Oh céus! Hermione Granger é sua mãe!?
- Só por acaso...
- Oh Merlin... O que Severo aprontou...
- Eu disse para a senhora não ficar indignada e nem se assustar. Meu pai se apaixonou por ela após a guerra depois que tudo acabou.
- Ele é muito mais velho que ela, ela é uma criança! Ele está com Vold...
- Minerva! Minha mãe já é maior de idade agora... e eu não vou conversar sobre a vida deles com você. Acontecerá, tem que acontecer senão eu desapareço. E saiba que Hermione amou meu pai até o dia em que morreu. Éramos uma família feliz e unida. Eu só preciso que me ajude a ficar dentro do castelo, preciso falar com Dumbledore e tentar ajudar em algumas coisas. Vou ter que fingir minhas amizades e gostos. Sou um grifinório. O chapéu seletor vai teimar em não me colocar lá igual da ultima vez. Tenho que ser selecionado para a sonserina para que meus planos corram bem, e tenho que ser do sétimo ano.
- Você quer muitas coisas meu jovem, mas temos que convencer o novo diretor de que você pode estudar em Hogwarts, e isso será difícil.
- Por isso preciso falar antes com Alvo. Tenho certeza que ele deliberará a meu favor.
- Então vamos agora. Talvez tenhamos chance de entrar. Severo teve que sair mas deve chegar logo. Qualquer coisa já vá pensando em uma desculpa boa para seu pai.
- Ele sempre soube quando eu mentia. – Por isso vou precisar de você.
- Então se você é filho de Mione deve saber onde eles devem estar agora, não é?
- Como posso saber onde estão? Minha mãe contou apenas como tinha sido essa época, o que fizeram, por onde foram, mas agora, hoje, saber onde devem estar é primordial. Mas não o sei. Pra facilitar algumas coisas e tentar salvar a vida de algumas pessoas devo tentar descobrir.
- Eu sei querido, mas não vai ser fácil nem os comensais, nem a Ordem sabem onde eles estão se escondendo. Eles simplesmente sumiram depois do casamento.
- Faltam alguns dias para o início das aulas e podemos mandar recados pela rádio pirata que os Weasleys fizeram, mas não podemos alterar muitas coisas, pois eles precisam passar por tudo isso para serem as pessoas que eles serão no futuro. Tenho que esperar até o dia em que Harry vai destruir Voldemort para colocar meus planos em ação, até lá, devo ser mais um na multidão mais um aluno puro-sangue em Hogwarts.
- Talvez possa ver alguns nomes e catalogá-lo entre os novos alunos, talvez um dos meus parentes que moram na França ou na América?
- Meu sotaque pode atrapalhar...
- Sim, sim, mas posso dizer que seus pais são ingleses que se mudaram para a França ou para os EUA por medo, mas que você quis ficar perto de mim ou alguma coisa parecida...
- Sim, alguma coisa parecida com isso me parece bom. E pode ser até melhor. Que tal falar que repudiei meus pais por tentarem fugir? Isso pode depor a meu favor...
- Vejo que é tão ardiloso quanto seu pai, não é meu caro... Talvez possamos usar isso também.
- Como vê, não nego o sangue, e então, devo voltar aqui juntamente com os outros alunos ou devo permanecer aqui?
- Temos que conseguir com que seu pai permita que você fique. Você não tem material para o ano letivo, muito menos uniforme. Temos que ir a Homesgrad para resolver esse imprevisto, mas antes, vamos enfrentar seu pai.
- Isso vai ser interessante Minerva.
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Estavam de frente a gárgula que dava passagem a sala do diretor quando esta se moveu deixando passar Argo Flitch.
- Professora McGonagall, vejo que encontrou nosso estranho visitante...
- Sim, mas foi ele que me encontrou, Argo. O diretor está em sua sala com alguém?
- Não senhora.
- Então vou vê-lo...
- Fique por aqui querido, se precisar venho chamá-lo.
- Ficarei.
Minerva subiu as escadas e bateu à porta. Ela abriu-se sozinha, como todas as vezes.
- Com sua licença Diretor.
- Sim professora McGonagall, o que quer?
- Não quero fazê-lo perder tempo, por isso vou direto ao ponto. Antes que tomasse posse como diretor, havia convidado meu afilhado para estudar aqui em Hogwarts.
- E ele acaba de chegar...
- Sim, acabamos de nos ver. Os pais deles se mudaram há alguns anos e ele estudava em outra escola. Como veio ficar comigo achei que poderia...
- Quer que ele estude aqui... veio pedir minha permissão, não é?
- Sim.
- E em qual ano ele seria matriculado?
- No sétimo.
- E por um acaso ele é sangue-puro?
- Sim, seus pais são bruxos.
- E qual é seu nome?
- Cameron Grant.
- Grant? Não há família na Inglaterra que seja bruxa e que se chame Grant.
- Não existe pois o pai dele é americano. Sua mãe era inglesa.
- Era?
- Ela morreu ano passado.
- E...
- Diretor, eu só estou pedindo...
- Eu sei o que me pede Minerva, mas estou pensando se está me enganando, e está colocando um espião entre os alunos ou se realmente esse garoto veio estudar.
- Não sei porque mentiria, sabendo que poderia encontrar a verdade rapidamente. Eu, muito menos Cameron somos espiões. Você saberia se fossemos, já que conhece tanto sobre o assunto.
- Isso não deixa de ser verdade. Sabe que gostaria de conversar com ele antes de tomar minha decisão. E se encontrar alguma coisa de errado você sabe o que acontecerá, não é? Não pode ganhar nada me enganado Minerva.
- Não vejo necessidade de enganá-lo Severo Snape, não tenho nada que esconder. Sabe muito bem porque continuo aqui...
- Sim, eu sei o por que... Seu juramento a mim foi algo significante para permanecer aqui.
- Então, posso chamá-lo?
- Sim, pode.
Logo que Minerva saiu, uma voz conhecida de Severo chegou a seus ouvidos.
- O que pensa sobre isso, meu caro?
- Não há nada em que pensar Alvo. Ela mente. Sei bem que seu irmão está na França e não é casado. Não entendo quem é esse garoto e o que veio fazer aqui. O que me diz.
- Para ser sincero, não faço idéia do que Minerva está fazendo. Talvez esteja apenas protegendo esse garoto.
- Preste atenção nele Alvo. Talvez umas gotas de veritasserum seriam de grande utilidade...
- Espere Severo. Vamos ouvir, depois podemos agir.
Duas batidas na porta e Severo fez um movimento com as mãos para que ela fosse aberta.
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Duas Batidas na porta e essa se abriu. Entrou com receio, mas sem demonstrar nervossismo, seu pai sentia o cheiro de medo a quilômetros de distância. Teria que enfrentá-lo com toda a máscara de comensal que ele deveria mostrar nestes dias, a mesma máscara que viu nos seus últimos dias de vida. Buscou a mesa do diretor e não o viu. Olhou em volta e nada. Andou alguns passos a frente e sentiu sua presença, mas não se exaltou, apenas esperou. Um voz em barítono soou as suas costas.
- Senhor Grant...
- Diretor...
- Snape, me chame de diretor Snape. – Snape andou em silêncio até encontrar sua mesa, sentando. Cameron permaneceu no mesmo lugar. Intrigado por não ter assustado o garoto fez sinal que ele se acomodasse em uma das cadeiras a sua frente.
- Obrigado. – Respondeu sem tirar os olhos de seu pai. Lembrou-se automaticamente de quando viu seu corpo imóvel na enfermaria. Mas foi tirado de seu pequeno delírio quando escutou novamente sua voz.
- Como não costumo fazer rodeios vamos direto ao assunto. E o alerto à não tentar mentir. Sei muito bem que Minerva só tem um irmão e este está na França e por um acaso ele não possui filhos, assim você não poderia ser seu sobrinho...
- Sou seu afilhado, não seu sobrinho, apesar de que ela me trate mais do que isso. Minha mãe quis que ela fosse responsável por mim. Elas eram muito apegadas.
- Eram?
- Sim minha mãe morreu há um pouco mais de um ano.
- Eu começo a duvidar dessa história, Sr. Grant. Minerva manteria contato estreito com alguém que ela gostasse tanto, não acha?
- Se meu pai aprovasse esse contato isso até poderia ser verdade. A última vez que vi Minerva foi no natal em que fiz dez anos. Mudamos-nos e meu pai cortou relações com a família da Inglaterra. Achava que eram fracos de caráter. Pelo menos era o que dizia.
- E onde ele está agora?
- Preso em uma prisão especial nos EUA. Tive que fugir antes que me pegassem. Por isso pedi ajuda a Minerva.
- Uma história fascinante Sr. Grant. Quase sinto pena pelo senhor.
- Mas não precisa senti-lo, Diretor Snape. Não posso me ligar a coisas tão pequenas. Vim atrás de mudanças. Não sou um covarde como meu pai. Não fujo daquilo que não entendo.
- Não está mentindo para mim...
- Porque teria esse trabalho sabendo que o senhor descobriria minhas mentiras rapidamente.
- Sabe bem que o mundo bruxo não é mais o que era na época do antigo diretor, não sabe.
- Sim eu sei. Dumbledore foi um grande bruxo, pena que não pude conhecê-lo. Minha mãe falava muito bem dele. Ela o conheceu a muito anos.
Automaticamente Severo olhou para o quadro de Dumbledore ao seu lado, mas não disse nada. Aquele menino parecia muito mais que demonstrava e se seus instintos estavam certo, como sempre estavam, havia algo ali.
- Muito bem, Sr. Grant. Espere lá fora. Logo nos falamos e direi minha decisão.
Cameron levantou-se e sem mais saiu da sala. Respirou fundo e desceu a s escadas. Encontrou Minerva o esperando.
- E então, conseguimos?
- Com Severo Snape nunca podemos estar certos de nada.
- Acho que ele vai consultar Alvo...
- E possível.
- Então vamos esperar.
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Com a porta fechada, Severo enfeitiçou toda sala.
- Então você conheceu a mãe desse garoto Alvo...
- Se você tivesse lembrado de perguntar o nome dela talvez eu me lembrasse.
- Esse garoto me deixou incomodado. Ele me lembra alguém, mas ao mesmo tempo...
- Ele me deu a mesma impressão. Mas sinto que protegemos um inocente, não um espião.
- Por que tirou essa conclusão tão brilhante?
- Por causa dos olhos dele. Ele não desviou os olhos de você, mas quando saia me olhou profundamente. Eu só vi um olhar desse em uma pessoa.
- Em quem?
- Uma jovem muito talentosa e extremamente corajosa. E bela.
- E ela tem um nome por um acaso?
- Infelizmente não me lembro. Mas quem sabe eu não me lembre depois. Mas você poderia fazer isso quando for dizer ao Sr. Grant que ele é bem vindo à Hogwarts.
- Tem certeza que devemos deixá-lo entrar. Os outros podem ver como uma bondade de minha parte, um ato de fraqueza. Ou até mesmo buscar respostas que devem ficar escondidas como os dois querem que fiquem.
- Você saberá manipular isso como sempre, meu caro. Se ele precisa ser protegido por Minerva, temos que ajudar. Vamos deixar os quadros como nossos espiões. Se ele fizer algo que prejudique seu status com Voldemort ou cause confusão entre os comensais vamos colocá-lo sobre as asas da Ordem.
- Sim, mas não vou aceitar novos afilhados de ninguém. Isso é arriscado. Volto em seguida. Temos que conversar sobre o feitiço de localização.
- Quando voltar...
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- Muito bem, Sr. Grant. Poderá estudar em Hogwarts, mas saiba que estarei de olho em cada passo que der dentro e fora daqui.
- Obrigado senhor.
- Gostaria também de fazer mais duas perguntas.
- Pergunte.
- Qual era o nome de sua mãe?
- Jane, Jane Grant.
- Jane. Bem, o que pensa a respeito dos comensais da morte e seu mestre?
- Snape! – Minerva tento impedir a pergunta, mas Cam respondeu.
- Não sei bem o que dizer sobre qualquer um deles, pois n’ao tive convivência com os assuntos da Inglaterra, mas admiro o poder que a magia tem. Não que o poder seja tudo, mas ajuda a alcançar os objetivos que temos. Quem sabe lidar com tal poder pode conseguir quase tudo que almeja.
- Uma boa resposta, porém vaga. Acho que precisa comprar seu uniforme e seu material.
- Faremos isso amanhã mesmo. – Disse Minerva.
- Então nos veremos no primeiro dia de aula, Sr. Grant. Não posso deixá-lo ficar na escola. Minerva conseguirá que fique em instalado na vila bruxa aqui perto.
- Claro diretor. Até lá então. – Disse Cam.
Severo saiu sem falar mais nada. Tinha outros planos com que se incomodar.
- Vamos Cameron. Há uma estalagem que você pode ficar até domingo.
- Passei a noite em uma ontem. Posso ficar lá novamente.
- Muito bem. Então vamos. Deve estar com fome.
- Um pouco.
- Vamos comer, conversar e depois volto para a escola. De acordo?
- Claro, dinda.
Desculpe a demora povo meu..... vida muito corrida e cheia de pepinos.... não se preocupem, não vou abandonar a fic, posso demorar , mas abandonar minha criaturinha nem pensar..... se tiver muito confuso me avisem.... beijos e até mais.....