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7. Capítulo 07


Fic: Chances


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Capítulo 07


 


 


Sara se viu em uma sala redonda, cheia de objetos que se mexiam, piavam e rodopiavam. Ela se sentou em uma das duas grandes cadeiras que havia em frente a uma mesa e aguardou por Dumbledore, sem poder controlar as lágrimas que desciam por seu rosto. A porta atrás de si foi aberta, ela tentou secar as lágrimas para ver quem entrava. Era uma velha senhora, alta, de olhar carinhoso, porte autoritário.


- Você deve ser Sara. - disse a velha senhora, sentando na cadeira ao lado da dela. - Sou Minerva McGonagall, professora de Transfiguração e Diretora da Grifinória. - ela olhou para Sara, com algo que parecia piedade. - Criança, o que foi que Severus fez pra você?


- Ele... como a senhora sabe meu nome?


- Dumbledore me mostrou sua carta ontem a noite e me pediu para organizar um quarto para você. Resolvi vir ver se você já havia chegado... e acertei. Me diga, querida, o que foi que Severus lhe fez?


- Nada, Profª. McGonagall. Eu é que não pude mais suportar o mau humor dele, as indiretas e a indiferença...


Dumbledore surgiu dentre as chamas da lareira.


- Sara, eu tentei conversar com ele, mas...


- Eu agradeço, diretor... mas esqueça. Eu vou tentar me ocupar por aqui e vou esquecê-lo.


McGonagall olhou de Sara para Dumbledore, chocada.


- Isso quer dizer...?


- Sim, Minerva. Sara está... envolvida por Severus. – respondeu o diretor.


- Mas como? – McGonagall olhou para Sara, sem entender.


- Eu me apaixonei por ele, Profª. McGonagall... não pude evitar. - respondeu Sara. - Mas ele me desprezou e... eu não posso conviver com ele dessa forma, por isso pedi para vir para o castelo com urgência.


- Ele a desprezou? Você... uma mulher linda! Mas o que há com Severus, Albus?


- Eu tentei abrir os olhos dele, Minerva, mas ele está cego pelos sentimentos que desconhece.


E as duas mulheres olharam para o diretor, interrogativamente.


- Sara... Severus está irremediavelmente apaixonado por você. Mas ele está certo quando diz que não é o homem pra você e se convenceu de que você merece alguém melhor do que ele. Por isso ele a destratou ontem, por isso ele a tem destratado por todos esses dias.


- Estranha maneira de amar a dele... - murmurou Sara, sem realmente acreditar nas palavras do diretor.


Dumbledore respirou fundo.


- Minerva, mostre a Sara onde são os aposentos dela e, após o almoço, peça a Hagrid para guiá-la pelos terrenos do castelo.


E as duas mulheres saíram em direção ao primeiro andar, onde Sara ficaria hospedada.


***


***


1º de janeiro


Hoje, os alunos estariam de volta na hora do jantar. Hoje, Snape estaria de volta antes mesmo do almoço. Sara respirou fundo antes de levantar da cama. Estava tão feliz ali em Hogwarts! Estes últimos dias foram repletos de passeios pelos corredores e terrenos do belíssimo castelo. Hagrid era incrivelmente hilário. E as conversas de final de tarde com McGonagall eram fantásticas. Sara já sabia tudo sobre a histórica escola. Mas hoje os problemas voltariam... ou melhor, O problema voltaria - se é que algum dia ele tenha realmente ido embora...


Ela levantou, foi até o banheiro e tratou de se vestir para o "dia especial". Desceu ao grande salão para o café da manhã. Correu os olhos pelo salão, respirou fundo.


- Ele ainda não chegou, Sara. - disse McGonagall caminhando ao lado dela.


- Ah... bom dia, Minerva... eu estava apenas me certificando para não tomar nenhum susto.


- Certo, querida.


E elas sentaram juntas na mesa dos professores do salão vazio de alunos, começando a tomar café.


Foi quando as portas do salão voltaram a se abrir e Sara sentiu seu estômago despencar. Snape entrava no salão ao lado de Dumbledore. As mesmas vestes negras de sempre, só estranhou a capa longa que ela lembrava tê-lo visto usar poucas vezes, geralmente quando ele era chamado.


Snape olhou para a mesa dos professores e seus olhares se encontraram. Ela estava linda, como sempre. E ele sentira falta dela, muita falta, sentia saudades de apenas olhar para ela todas as manhãs...


"Agora eu voltarei a vê-la, todos os dias."


Mas seria diferente, ele sabia que seria diferente. Nenhuma mulher supera facilmente ser rejeitada por quem ama, mesmo quando esse alguém a ama de volta.


"Amá-la... sim, eu a amo." - pelo menos para si mesmo ele tinha que parar de mentir.


Eles chegaram à mesa dos professores.


- Bom dia, Minerva. – cumprimentou ele.


- Bom dia, Severus. Como foram suas férias de natal?


- Muito boas, obrigado. - e ele olhou para Sara, ao lado de McGonagall. - Bom dia, Srta. Lestrange, como tem passado?


- Perfeitamente bem, Sr. Snape. - ela o olhou, séria, voltando rapidamente a dar atenção ao prato.


Snape sentou ao lado do diretor, como era de costume, McGonagall ficando entre ele e Sara.


***


Durante o banquete, naquela mesma noite.


McGonagall conversava com os professores à mesa.


- Este ano eu precisarei de ajuda para manter a ordem na casa do leão. – dizia McGonagall. – Os alunos parecem que pioram de modos a cada ano...


- Eu posso ajudá-la professora McGonagall. – ofereceu-se Sara.


- Então, eu também quero ajuda! – guinchou Flitwick.


- Claro, Prof. Flitwick. Não quero ficar no castelo como uma hóspede, quero ajudar.


***


Após o banquete, haveria um chá na sala do diretor para os professores. Sara foi convidada a participar.


Snape caminhava entre os professores, na sala magicamente aumentada. Seus olhos sempre nela. Sempre em Sara. Percebendo com quem ela conversava, verificando os olhares de todos para ela. Admiração e... piedade? Sim, todos ali sabiam quem ela era. Dumbledore deve tê-los informado das condições que trouxeram Sara para dentro do castelo como uma protegida. Irmã de Rodolfo Lestrange. Uma irmã que o Lord das Trevas não tinha conhecimento.


Ele parou próximo à Sara, ouvindo a conversa dela com Hagrid:


- Pode me chamar para o que precisar, Hagrid.


- Eu certamente chamarei, Sara. – e o meio-gigante percebeu que Snape ouvia a conversa deles. – Hey, Prof. Snape! Você deveria pedir auxílio à Sara, também! Está sempre tão atarefado... já o vi reclamando para o Prof. Dumbledore que não tem tempo para nada...


- Não meta-se no que não é chamado, Hagrid. – rosnou ele.


- Não precisa ser grosseiro, Prof. Snape. – disse Sara, defendendo o amigo.


- Quanto à senhorita... – disse Snape, ácido. – Por acaso você tem necessidade de ser prestativa ou gosta de bancar o elfo doméstico?


Todos ficaram em silêncio na sala do diretor.


Sara largou o copo que segurava, com suco de abóbora, sobre a mesa do pequeno Buffet que ali havia e encarou Snape, raiva surgindo. Ele pode ver que junto à raiva havia lágrimas nos olhos dela, que lutavam para não descer na frente de todos ali.


- Certo... já chega. - murmurou ela, respirando fundo duas vezes, tentando se controlar, antes de pedir desculpas a todos e sair dali.


"Maldição." - foi tudo o que cruzou a mente de Snape, logo que as palavras saltaram de sua boca.


Lentamente as conversas foram retornando. Mas todos olhavam para Snape, de esguelha, em reprovação. Principalmente Dumbledore.


Snape não suportou mais aquilo e saiu dali, em direção às masmorras. Os pensamentos em uma garrafa de firewhisky e nas lágrimas contidas de Sara.


***


Sara chegou ao quarto, fechou a porta e as lágrimas desceram.


"Ele não tinha nem o direito, nem motivos para me dizer aquilo!"


Ela podia suportar a indiferença dele, mas não aceitaria grosseria e insultos infundados.


Foi para o banheiro. Um bom banho poderia lhe ajudar a esquecer as duras palavras dele.


***


Quase duas horas depois, Sara ainda estava cordada. Não conseguia dormir. Não tinha mais lágrimas para chorar. Ela lia, sentada na cama.


Batidas na porta.


Ela levantou, enrolou-se em um roupão e foi abrir.


- Srta. Lestrange.


Era Snape.


- Se veio me pedir desculpas, elas não serão aceitas, Sr. Snape. – disse ela, ríspida. – Eu saí de sua casa para não impor-lhe mais a minha presença. Acredito que este castelo é grande o suficiente para que convivamos nele sem que o senhor imponha-me a sua presença.


Ele ficou calado. Esperava uma reação estúpida, mas nem tanto.


- Eu nunca disse que você era uma presença indesejável em minha casa, Sara. – disse ele, incerto.


- Como se precisasse falar! – ela respirou fundo, tentando não chorar. - Sabe de um coisa? Eu estou farta dos seus ataques de infantilidade! Enquanto eu estive em sua casa, você me destratou, me ignorou por dias, mas eu não me importei, não que eu gostasse da sua indiferença, mas eu compreendia que você não devia estar acostumado a conviver com alguém em sua casa. Mas depois... depois que você descobriu que eu nutria sentimentos por você, depois que nos beijamos... você... – ela respirou fundo novamente. – Olha, esquece, ok? Vamos conviver harmoniosamente... Hogwarts é enorme. Poderei passar dias sem ver a sua cara e você a minha. Era só isso?


- Sim, Srta. Lestrange.


- Tenha uma boa noite. – e ela fechou a porta.


Snape ficou ainda no corredor, sem saber o que fazer. Sua vontade era bater na porta, invadir aquele quarto, tomá-la em seus braços e fazê-la sua. E então, acordariam os dois, exaustos e felizes na manhã seguinte e casariam no próximo sábado.


“Eu estou mesmo enlouquecendo...”


E ele seguiu para as masmorras. Voltaria para a garrafa de firewhisky.


***


***


Eu queria fazer deste o capítulo final.... mas ainda há alguns pontos para amarrar, portanto, teremos mais um ou dois capítulos.




Emily Daieny:  consegui finalmente att esta fic.... ô site difícil... rsrs


Muitos beijos e + + + Cometários!


 


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