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19. Golpe em Hogsmead - Consequênc


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 19


Golpe em Hogsmead – consequências


 


Ela viu que receberia outra maldição, mas algo fez com que o bruxo voasse longe. Draco, ela pensou. Porém a figura que via se aproximar tinha cabelos escuros. Não pode ser! Disse enquanto tentava levantar-se:


 


- Você!


 


- Vim te ajudar! Deixa eu te ajudar!


 


- Afaste-se de mim, Krum. - Hermione procurava por sua varinha. Ela levantou-se com dificuldade. Suas pernas pareciam que iam ceder ao peso de seu corpo. Ouviram um estampido e perceberam que o bruxo mascarado havia sumido. – Afaste-se, por favor. – Ela tentava andar e isso fez com que caísse novamente.


 


- Não vou te machucar, Hermione. Estou muito arrependido. – Hermione olhava para os lados. Gina estava acordando, mas parecia atordoada. Também estava sem varinha e disse:


 


- Krum, é melhor você afastar-se dela. – Nesse momento Harry e Draco chegaram correndo com a varinha em punho. O moreno correu direto para Gina e o loiro, para Hermione.


 


- Só estava ajudando... Tentando ajudar. – Krum disse. Nesse momento Draco certificou-se que ela estava bem (dentro do possível) e deu um rápido beijo em seus lábios. Vítor ficou muito bravo com aquilo. Ele não havia sido informado sobre o envolvimento dela com outro homem. Teria contas a acertar com Natasha. Seus pensamentos foram cortados pela voz do rapaz loiro à sua frente.


 


- Acho melhor você ir embora se não quiser arrumar mais confusão por aqui.


 


- Quem você pensa que é?


 


- Não que seja realmente da sua conta, mas acho bom deixar algumas coisas claras. Sou Draco Malfoy e namorado de Hermione – a varinha ainda apontada – sei muito bem o que fez a ela. Não quero mais saber da sua aproximação, pois se isso voltar a acontecer, você terá que se entender comigo.


 


- Isso é uma ameaça?


 


- Não. É um aviso. – Draco abaixou-se e pegou Hermione no colo. Harry já havia ajudado Gina. Os dois aproximaram-se com a varinha apontada para Krum. Harry tomou iniciativa:


 


- Vítor Krum, você deve se apresentar neste momento ao Ministério. O senhor já está sendo acusado por outros crimes neste país e a sua presença após um ataque em massa neste povoado com uma varinha apontada para Hermione Granger só são agravantes da sua situação. Faça o favor de entregar-me a sua varinha.


 


- Potter, não estamos mais na época em que todos o seguiam sem questionar. Eu fui intimado a comparecer para a audiência. Estava apenas aproveitando o tempo livre quando ouvi uma explosão. Havia um bruxo atacando Hermione e eu o azarei. Pode perguntar para ela. Hermione foi atacada com um Cruciatus. Evitei o próximo. – O silêncio caiu sobre o grupo. Hermione desceu do colo de Draco, mas ainda apoiava-se nele.


 


- É verdade, Harry. – Dizer aquelas palavras era difícil, mas ela tinha que ser sincera. Draco olhava o jogador com raiva. Gina quebrou o novo silêncio dizendo:


 


- Então, acho melhor você ir embora, Krum. Sua presença agora não é bem vinda.


 


Ele caminhou em direção à Hermione e ignorando o loiro falou:


 


- Só quis te ajudar. Ainda terminaremos nossa conversa, princesa. – Hermione escondeu o rosto no corpo de Draco que a envolveu ainda mais. Estava ponto de lançar um feitiço ou até mesmo dar um soco naquela cara quando Harry gritou:


 


- Vá embora, Krum! Vá agora! – Antes de aparatar ele mandou um beijo para Hermione e não pôde ouvir o quanto foi xingado.


 


- Hermione! – chamou Gina – vamos ao Hospital.


 


As ruas eram tomadas por aurores. Era dia de folga de Harry e plantão do Rony. Ele veio correndo ao encontro dos amigos e assim que viu o estado de Hermione seu coração apertou um pouco por saber que ela havia sofrido.


 


- Gatinha...


 


- Ron! – ela soltou-se de Draco e deu um grande abraço no amigo. Era visível a irritação de Draco, mas ele ficou calado. – O que houve aqui?


 


- Ron, Gina vai acompanhar Hermione ao hospital. Depois alguém vai lá pegar o depoimento dela. – Harry disse.


 


- Vamos, Hermione – Draco a tomou em seus braços novamente – Você precisa de atendimento.


 


No hospital ela quis se auto-medicar, mas foi impedida por Gina e Draco. Mark ficou apreensivo quando soube e deu alguns dias de folga para a garota que tanto admirava. Ela tentou contestar a decisão, mas ele foi taxativo.


 


- Três dias em casa, Hermione. Se eu souber que apareceu por aqui será demitida.


 


- Você não teria coragem, Mark!


 


- E você não vai arriscar.


 


- Ok... – a castanha respondeu contrariada, mas ordens eram ordens. Ele saiu do quarto.


 


- Bom, amiga, você já sabe, mas preciso te avisar. Descanse bastante! Tome a poção revigorante antes de dormir. E você, Malfoy – disse a ruiva virando-se para o sonserino – Cuide bem da minha amiga.


 


- Pode deixar. Cuidarei muito bem dela. Será que posso ficar um pouco a sós com minha namorada?


 


- Claro. Vou encontrar com Harry e Rony. Eles sem dúvida vão querer passar aqui para ver como está.


 


- Obrigada, Gina. – disse Hermione dando um beijo na amiga que saiu fechando a porta atrás de si.


 


- Desculpe-me, Hermione.  – Draco estava em pé e segurava a mão da namorada.


 


- Por que está se desculpando? Não tem culpa pelo ocorrido.


 


- Eu deixei você sozinha. Não estava lá para te proteger.


 


- Nós não tínhamos como saber.


 


- Que ousadia daquele, Krum!


 


- Também não entendi nada!


 


- Quando receber alta você irá para minha casa.


 


- Está maluco? – ela indagou com uma cara surpresa.


 


- Não... Você precisa descansar. Não poderei estar com você o tempo todo, pois tenho que trabalhar, mas poderemos almoçar juntos.


 


- Não atrapalharia?


 


- Claro que não!


 


- Combinado, então! – eles deram um beijo e ficaram namorando até que pudessem ir embora.


 


****************************************************************


 


- Precisamos conversar, Natasha.


 


- O plano não deu certo?


 


- Plano? PLANO? Você mandou um bando de loucos para lá! Estava tudo destruído! Não foi isso que combinamos, sua maluca!


 


- Ora... Deixa de drama. Você foi da Durmstrang.


 


- Isso não quer dizer que eu concorde com esta história de sangue puro.


 


- Percebi... Quero que conte tudo!


 


- Você que precisa me contar TUDO. Como não me avisou que Hermione estava com alguém?


 


- Eu fiquei sabendo e ia te contar na hora certa. Coisas do destino, meu caro. Nossos ex-namorados estão juntos. – ela disse sem transparecer nenhuma emoção. Na verdade, ter Draco era uma questão de honra. Não admitia que ele pudesse estar realmente apaixonado por uma sangue-ruim.


 


- Isso já complica a situação. Acho melhor desistir desse plano.


 


- Não podemos, Vítor. Iremos até o final.


 


- Não quero participar de um projeto de destruição.


 


- Entendo, mas acontece que você não tem muita escolha.


 


- Como assim? – a mulher levantou-se. Abriu uma gaveta da mesa central do quarto. – Estou sendo chantageado, Natasha? Que porcaria é essa? – Ele perguntou ao ver um pequeno vidro nas mãos da mulher.


 


- Suas lembranças daquele fatídico dia. Nem faça essa cara de espanto. Não contarei como consegui. Sei que vai aceitar continuar do meu lado. Você pode vir com este discurso nobre, mas não me convence. Se fosse tão bom, nunca teria atacado a mulher da forma que fez.


 


- Filha da puta! Devolva isso!


 


- Não! – ela tornou a guardar o objeto. – Começamos isso juntos e terminaremos juntos. Vai dizer que quando a salvou ela não disse nada?


 


- Quando Potter estava lá, ela defendeu-me. Confirmou que eu havia ajudado.


 


- Viu, meu querido? O plano dará certo.


 


- Qual o próximo passo? – ele perguntou. Sabia que era loucura concordar com aquela mulher, mas ela estava com a prova de sua culpa nas mãos. Natasha sorriu satisfeita.


 


****************************************************************


 


Ron ficou contrariado com a decisão da amiga, mas Gina disse que era uma ótima ideia. Harry ficou calado. Ele estava concordando com Gina e podia notar as mudanças em Malfoy. Era contraditório para ele pensar estas coisas, mas era nítido o brilho no olhar não só de sua amiga como também do antigo inimigo de Escola.


 


Draco aparatou levando Hermione em seu colo. A castanha disse que podia aparatar, mas ele argumentou dizendo que ela seria obrigada a se poupar o máximo que pudesse. 


 


- Você ficará aqui... Este é seu quarto.


 


- Não ficarei com você? - Perguntou fazendo biquinho.


 


- Se ficar, não poderá descansar... – Colocou-a na cama. Hermione ajoelhou-se na cama e encarou mais profundamente seu namorado.


 


- Como assim: Não poderei descansar?  Acho que não entendi... – Ele a abraçou e disse num sussurro:


 


- Quer enganar quem? Você é e sempre será a melhor bruxa que já passou e um dia passará por Hogwarts. – Draco sentiu o arrepio percorrer seu corpo ao sentir o cheiro de Hermione. Era algo além do perfume. Era o cheiro dela.


 


- Acho que a fraqueza está afetando meu cérebro. Preciso que mostre...


 


- Depois não diga que não avisei. – E começou a beijar o pescoço da garota que arrepiava a cada toque. As mãos dela percorriam as costas de Draco. Rapidamente ela se desfez da blusa que vestia enquanto ele fazia o mesmo com sua roupa. – Você é linda, linda... – dizia enquanto beija os lábios de Hermione. Ele a puxou para seu colo enquanto a morena envolvia suas pernas no quadril dele.


 


O loiro sentia seu membro cada vez mais duro. Pelo fino tecido da calça que usava, Hermione sentia a excitação dele fazendo que sentisse mais desejo.


 


- Draco...


 


Ele adorava ouvir seu nome sendo chamado entre sussurros e gemidos. Deitou-a com delicadeza na cama e puxou a calça que ela usava levando a calcinha junto. Rapidamente desfez-se do resto de suas vestes e deitou-se sobre Hermione. O cabelo dela estava espalhado pela cama e os dele caíam em seus olhos. Os braços apoiados na cama. As mãos de Hermione passeando por todo o corpo dele. Ela enlaçou novamente suas pernas nele e o aproximou ainda mais. Os olhos dos dois encontraram-se. Draco nunca foi capaz de sustentar um olhar por tanto tempo. Quando transava com outras garotas queria luzes apagadas. Olhos fechados para evitar intimidade. Com aquela garota era diferente. Sua excitação também dependia de perder-se naqueles olhos castanhos. Os dois movimentavam-se num ritmo compassado. Hermione agarrou com mais força os braços de Draco e gritou quando alcançou o gozo. O corpo dela arqueou. Os olhos fecharam-se momentaneamente. Draco sorriu. A morena ainda movimentava-se. Ela o empurrou gentilmente e ele entendeu. Rolou seu corpo para o lado e ela ficou por cima. As mãos de Draco percorriam o corpo de Hermione. As mãos na barriga da garota subiam até alcançar os delicados peitos. Eles encaixavam perfeitamente entre suas palmas, seus dedos.


 


- Você foi feita para mim... – ele disse num suspiro enquanto seu corpo era tomado por um prazer indescritível até que ele gozou.


 


Hermione deixou seu corpo cair sobre o dele.


 


- Draco... Você é maravilhoso.


 


- Eu sei. – Mas de repete ele enrijeceu-se e afastou Hermione de si encarando-a – Não estamos usando nenhuma proteção! Merda! – Socou a cama.


 


- Acalme-se.


 


- Não pode ficar grávida neste momento...


 


- Eu sei. – ele assustou-se. Era comum as mulheres com quem ficava esquecerem-se propositalmente de tomar os devidos cuidados. Ele, porém, sempre levava consigo uma poção anti-gravidez e anti-doenças. Só que com Hermione tudo aconteceu muito diferente. A grifinória no entanto transparecia tranquilidade. – Eu tomei as devidas precauções.


- Como? Não vi você tomar nada!


 


- Tomei ontem a noite. Eu tomo anticoncepcional.


 


- Anticomp... Anticotep o quê? – A garota riu da cara espantada do loiro. Saiu de cima dele sentando-se na cama, ainda rindo – Qual a graça?


 


- Você é uma comédia! Anticoncepcional. É um remédio trouxa.


 


- Previne gravidez e doenças?


 


- Só gravidez. Mas sei que você não tem nenhuma doença.


 


- Como isso é possível?


 


- Coisas de medi-bruxa. Um dia te conto. – Ela piscou. Ele não pôde deixar de sorrir. Deu um rápido beijos nos lábios dela e levantou-se.


 


- Você fica aí e descansa. E nem pense em levantar. Vou trazer alguma coisa para você comer.


 


Hermione pensou em responder, mas seu corpo pedia cama. Ajeitou-se sob os lençóis e disse:


 


- Ok. Estarei aqui. Quietinha. – Mandou um beijo e apoiou as costas nos travesseiros que estava ajeitando.


 


Draco saiu sorrindo consigo mesmo. Quando voltou à Inglaterra pensou que levaria uma vida solitária, reclusa, regada à bebida e diferentes mulheres. Porém, desde que reviu Hermione tudo deu um giro de 180 graus. Draco Malfoy o maior galinha, com convicções anti-trouxas, hoje namorando Hermione Granger.


 


- Cody! – Chamou pelo elfo.


 


- Sim, mestre. O que Cody pode fazer pelo senhor, mestre?


 


- Temos visita. A senhorita Granger está no quarto de hóspedes. Prepare uma bandeja com sanduíches, frutas, suco e me entregue que levarei para ela.


 


- Sim, mestre.


 


- Estou na sala.


 


- Sim, mestre.


 


Draco dirigiu-se para sala. Ele estava distraído quando ouviu o som de aparatação.


 


- E aí, Draco!


 


- Olá, Blas! Tudo certo, cara?


 


- Tudo. Sabe que ataques são estes que estão acontecendo?


 


- Nem sei. Só não entendo como ainda não fui chamado pelo Ministro. – Nesse mesmo instante uma pomposa coruja negra entrou voando pela janela. Soltou um pergaminho no colo de Draco e saiu pela janela do outro lado. – Só porque falei...


 


- Aquele assunto?


 


- Sim... Será assim pelo resto da minha vida.


 


- Sem desânimo, cara. Vamos sair hoje?


 


- Não vai dar. A Hermione ficará hospedada aqui. Ela sofreu um cruciatus.


 


- Só um? – Zabini falou de si para si.


 


- Como?


 


- Nada não. Agora seja sincero comigo... Que lance é esse que você está tendo com a sangue-ruim? É para provar que é capaz de pegar qualquer garota? Tudo bem que ela esta bem gostosinha... – ele não pôde terminar, pois foi acertado por um soco de Draco. A raiva por não ter podido ajudar Hermione já o dominava. Não conseguiu conter-se ao ouvir as palavras do amigo. Com o golpe inesperado Blaise caiu derrubando uma mesinha de centro. Draco segurou a gola com raiva e disse:


 


- Nunca mais... Nunca mais ouse chamar Hermione de sangue-ruim. Nem ouse sugerir que estou com ela apenas por um interesse... Um interesse sexual.


Neste momento Hermione desce as escadas correndo. Ela estava quase pegando no sono quando foi desperta por um barulho de algo quebrando. Vestiu-se o mais rápido que conseguiu e desceu as escadas correndo. Ao chegar à sala deparou-se com a cena de Draco agarrando as vestes de seu amigo. Assustada ela gritou:


 


- Draco!


 


Ainda sem soltar suas mãos de Blaise, virou-se:


 


- Você deveria estar deitada.


 


- E você não deveria estar batendo no seu amigo. Mas, o que aconteceu aqui?


Draco soltou seu amigo com rispidez. O sangue escorria pela boca do rapaz e a região já estava arroxeada.


 


- Desculpe, Granger, eu que acabei me exaltando. – Ele levantou-se e passou a mão pelo rosto limpando o sangue que insistia em escorrer.


 


Cody chegou com a bandeja na mão sem entender nada. Não ousou perguntar. Apenas constatou que seu mestre não estava ferido. Porém, muito enfurecido.


 


- Deixa eu cuidar deste corte, Zabini. – Hermione disse. – Vamos, Draco, empreste-me sua varinha. – Ele a olhou com raiva nos olhos, mas acabou dizendo contrariado:


 


- Está aqui. – E puxou a varinha de seu cós.


 


- Sente-se, Zabini. - Ele prontamente obedeceu. Não estava a fim de entrar em outra briga com seu melhor amigo.


 


O clima era pesado. Ninguém falava nada enquanto Hermione fazia os curativos. Cody continuava parado com a bandeja na mão. Draco olhava o chão. Blaise encarava um ponto qualquer na parede. A morena rapidamente estancou o sangue e fez a mancha roxa desaparecer. Só que este esforço foi o suficiente para ela sentir-se fraca. Sentou-se rapidamente numa cadeira e baixou a cabeça. Draco, percebendo o movimento aproximou-se dela, agachando-se.


 


- Você precisa descansar.


 


- Eu sei. Só achei que tinha acontecido alguma coisa com você. – A garota passava a mão pelos cabelos do namorado que sorriu frente ao carinho e a preocupação que ela tinha para com ele.


 


- Estou bem. Vá descansar. Cody levará algo para você comer. Já subo e farei companhia a você. Eu só preciso terminar esta conversa.


 


Hermione assentiu. Ela estava realmente cansada e com fome. Despediu-se de maneira formal de Blaise e sumiu escada acima seguida por um elfo calado.


 


- Por que ainda pensa desta forma, Blás?


 


- Fomos criados assim.


 


- Eu mudei. – disse Draco encarando o amigo.


 


- Sei disso e te admiro. – Confessou. – Desculpe-me por minhas palavras. Podemos marcar um jantar... Que tal?


 


- Tudo bem, cara. Só acho melhor conversarmos com mais calma depois.


 


- Certo... Então, tchau. Espero uma coruja sua. – E, percebendo que o amigo não diria mais nada, desaparatou.


 


Abatido, Draco entrou no quarto e encontrou Hermione comendo com prazer e esta visão o alegrou um pouco.


 


- Então, vai contar o que houve?


 


- Ah... Coisas de sonserino. Ele te ofendeu. – Sentou-se ao lado dela, servindo-se com um pedaço de bolo.


 


- Não brigue com seu amigo.


 


- Precisei brigar. Ele já se desculpou, mas ainda preciso digerir...


 


- Que é isso em sua mão? – ela perguntou ao ver um pergaminho dobrado.


 


- A razão do meu perdão.


 


- Como assim?


 


- Esta carta é a razão pela qual não fui condenado. É a razão pela qual sempre serei interrogado. É a razão que sempre lembrará quem eu fui. – Ele desviou seu olhar e mirou as nuvens que passavam pela janela. Hermione sempre foi perspicaz. Lia nas entrelinhas. Só que naquele momento ela não entendeu absolutamente nada.


 


- Desculpe, Draco, mas não entendi.


 


- Leia. – Ele disse estendendo a mão e encarando a morena – Está na hora de você saber por que voltei, por que não fui julgado... Saber por que eu mudei de lado.


 


 

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