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18. Golpe em Hogsmead


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 18


Golpe em Hogsmead


 


 


- Simas!


 


- Olá, Hermione.


 


- Oi... Achei que fosse a pizza.


 


- Não. Sou eu mesmo. Posso entrar?


 


- Sim, claro. – disse a garota aparentemente nervosa com a aparição do antigo grifinório. Ele entrou e sentou no sofá. Ela o acompanhou. – Não sabia que viria para Inglaterra.


 


- Pois é. Há muita coisa que não sabe. – Hermione captou na hora o humor amargo do rapaz e decidiu calar-se. – Esta mesmo saindo com o Malfoy?


 


- Sim, estou.


 


- Quando começou?


 


- Só assumi algo com ele depois que enviei uma coruja para você.


 


- Pedi sinceridade, Hermione... Estou realmente gostando de você. – Ele agora encarava a castanha. Toda a sua fortaleza fria havia derretido.


 


- Muitas coisas estão acontecendo comigo. Isso não é desculpa nem uma


justificativa. Apenas uma tentativa de explicação. Não sabia e acho que ainda não sei o que sinto por Draco.


 


- Mas sente alguma coisa por ele que por mim nunca sentiu – o rapaz concluiu apoiando o rosto nas mãos e os cotovelos nos joelhos.


 


- É... Eu achei que poderia dar certo, só que ele apareceu em minha vida e mexeu de uma forma inesperada comigo.


 


- O mesmo aconteceu comigo quando te reencontrei.


 


- Eu sei... Não falei nada antes porque não havia nada para contar. Foi tudo muito rápido!


 


- Entendo, Mione... Só precisava ouvir de você – ele voltou a olhar nos olhos da garota – Podemos tentar uma amizade?


 


- Claro! – Ela o abraçou aliviada.


 


- E caso não dê certo, sabe que pode procurar por mim – ele disse brincando, mas com um fundo de verdade.


 


- Combinado! – Ela disse piscando demonstrando que aquele comentário não passaria de uma simples brincadeira. A conversa foi interrompida pela campainha. – A pizza chegou. Quer ficar para jantar?


 


- Não, garota. Melhor eu ir... Comer com você traz boas lembranças. – Hermione corou com o comentário e acompanhou o amigo até a porta.


 


Após o jantar, Hermione vestiu sua camisola e deitou para ler um pouco. No dia seguinte procuraria por Draco para contar sobre a visita inesperada. Draco!


 


- Merda! Esqueci-me de enviar a coruja! – Ela saiu da cama e começou a escrever rapidamente no pergaminho. Enviou a coruja pedindo que voasse o mais rápido possível.


 


O encontro com Blaise acabou demorando mais do que o previsto, chegou em casa tarde e dirigiu-se para o escritório esperando encontrar uma carta de Hermione. Nada. Ele estava preocupado quando viu conhecida coruja pousar no parapeito da janela.


 


Draco,


Desculpe a demora em enviar-lhe a coruja. Cheguei em casa cansada e um pequeno imprevisto aconteceu. Nada que precise se preocupar. Podemos almoçar juntos amanhã?


Entenderei a ausência de resposta como uma confirmação.


Beijos e uma boa noite,


Hermione.


 


Aliviado pela chegada da carta e cansado por todos os eventos do dia, Draco rapidamente caiu no sono. Porém, ele não dormiu bem. Imagens de mais mortes, destruições, torturas invadiam sua cabeça.


 


****************************************************************


 


O dia parecia não passar para Draco Malfoy. A noite mal dormida era percebida pelas olheiras que se destacavam ainda mais na pele clara do bruxo. Todos seus auxiliares repararam isso, mas nenhum teve a ousadia de fazer qualquer tipo de comentário. Quando chegou a hora do almoço de Hermione, Draco aparatou no Hospital levando uma única rosa. Ela havia sido enfeitiçada para que não morresse até que fosse colocada em um vaso ou copo com água.


 


- Oi, Draco! – Hermione pulou no pescoço de Draco. O dia anterior havia sido tão tumultuado que mal havia ficado ele.


 


- Oi... – O loiro ainda encabulava-se com demonstrações públicas de afeto – Para você.


 


- Obrigada! É linda... Vou apenas – Ela foi interrompida.


 


- Não precisa por na água. Lancei um feitiço.


 


Ao chegarem ao restaurante, Hermione decidiu falar logo.


 


- Então, queria falar uma coisa para você.


 


- Sobre o imprevisto?


 


- Sim. Não fique bravo, ok? – Comentário que apenas fez o rosto de Draco ficar vermelho. Era a frase que anunciava: Sei que vai ficar bravo, mas preciso falar isso para aliviar a tensão.  – Simas foi lá em casa ontem.


 


- O quê? – ele socou a mesa e todos nos restaurante se voltaram para o casal.


 


- Acalme-se, por favor! Sem escândalos!


 


- Fácil falar! Afinal aquele idiota foi atrás de você! Por quê? – Num ímpeto, Hermione pensou em dizer Não fale assim, ele não é idiota, mas sabia que isso seria tema para mais uma discussão e preferiu ignorar o comentário.


 


- Ele só queria entender o que estava acontecendo.


 


- Acontece que está comigo. É difícil para o babaca entender isso?


 


- Não, Draco. Ele precisava conversar. Eu disse que estava com você e que não sinto nada por ele. – Era nítido nos olhos dele a calma chegando.


 


- E sente algo por mim?


 


- Ainda não sei...


 


- Entendo... Estou apaixonado por você. A cada dia mais... Desculpe este ciúme.


 


- Você é uma graça! – E deu um beijo nele.


 


Ao chegar em casa, Hermione estava confusa. Afinal não sabia identificar aquele sentimento que a tomava. No fundo, talvez não quisesse assumir que fosse apaixonada por ele. Ela dominava a situação. Tinha um homem lindo e apaixonado aos seus pés. Não havia nada para se preocupar. A garota dormiu com este pensamento, sem saber que logo ia passar pelas mesmas sensações de Draco Malfoy.


 


A semana passou rapidamente. Draco e Hermione não conseguiram encontrar-se. Combinaram de jantar juntos e depois os amigos encontrariam o casal no Duas Caras. Desta forma, curtiriam um momento deles e depois Hermione tentaria aproximar um pouco seus amigos de Draco. Gina já estava aberta a isso, mas ainda existiam dois amigos cabeças-duras e receosos para convencer.


 


Quando Draco chegou em sua casa, Hermione ficou espantada com a beleza do rapaz. Seus cabelos pareciam ainda mais lisos e longos, a camisa azul apenas realçava ainda mais seus belos olhos, a calça jeans escura com o sapato social, dava um ar de seriedade, mas de uma forma mais despojada. Draco ficava a cada instante mais admirado com a beleza da castanha. Sua decisão estava tomada.


 


O jantar transcorreu bem. Era maravilhoso conversar com Draco, pensava Hermione. Eles conversavam animadamente quando Hermione ouviu um grito:


 


- DRACO!!!!!!!


 


Ambos não esperavam interrupção e assustaram-se com aquele grito. Draco virou-se para ver a fonte de tal histeria quando seus lábios formaram um sorriso.


 


- Sarah?


 


- Isso!


 


Ele levantou-se rapidamente quase derrubando a cadeira do chão. Hermione ficou lá. Parada. Sentada. Não entendia absolutamente nada. Pensou em se apresentar. Achou melhor ser apresentada e aguardou sentada. Parecia que a moça não havia nem dado pela presença dela.


 


- Nem acredito que está por aqui, Draco! Por onde andou depois que saiu da Bulgária?


 


- Voltei para cá! E você está fazendo uma visita ao seu antigo país?


 


- Pois é! Tirei umas férias.


 


- Sarah Moody tirando férias é piada!


 


Hermione lá sentada. Suas pernas estavam cruzadas e balançavam violentamente. Mais alguns minutos e nada do loiro apresentá-la àquela intrometida. Já que não era notada decidiu afastar-se disfarçadamente. Sentia seu rosto vermelho de raiva. Apesar da discrição, Draco logo sentiu que a garota ia em direção ao banheiro.


 


- Sarah, espere um minuto!


 


- Draco correndo atrás de uma garota?


 


- Uma garota, não. A GAROTA. Já volto. – e saiu correndo esperando alcançar Hermione antes que ela chegasse ao banheiro.


 


- Espere, Hermione! – Ela parou e abaixou a cabeça sem fita-lo.


 


- Diga...


 


- Olhe para mim – ele postou na frente dela. Seus olhos encontraram-se. – Por que saiu correndo daquele jeito?


 


- Acho que está muito ocupado e resolvi dar uma volta.


 


- Ocupado? Estava apenas falando com uma amiga.


 


- Você não é do tipo que têm amigas. E vi o jeito que ela olhou para você.


 


- Hermione...


 


- E além do mais, nem pensou em apresentar-me.


 


- Desculpe, é que faz anos que não há vejo! – Hermione bufou.


 


- Deixa para lá. Vou apenas retocar a maquiagem. – Ela fez menção de passar, porém ele impediu a passagem.


 


- Não há nada aí para ser retocado. Volte para a mesa comigo.


 


- Ela está à sua espera?


 


- Está...


 


- Já disse para deixar para lá. Vou retocar a maquiagem e esperar pelos meus amigos no balcão. Quando se lembrar de mim pode me procurar.


 


- Hermione, você está com ciúmes?


 


- Eu? Ciúmes? Imagina! – Ela respondeu desviando o olhar. Ciúmes? Droga... Ciúmes!


 


- Então não importa se eu ficar com Sarah?


 


- Claro que me importo! – Ela respondeu rapidamente. E naquele instante todos seus sentimentos vieram à tona. Seus olhos que antes tentam desviar dos dele foram de encontro àquele azul cinzento tão profundo. Draco logo percebeu a mudança no brilho da garota à sua frente. O sentimento que por tanto tempo tentou esconder, fingir que não existia de repente aparecera com a simples suspeita de perder Draco para outra.


 


- Por favor, diga o que está pensando. Preciso disso! – ele tomou as mãos da garota e a aproximou de si. – Diga!


 


- Senti ciúme daquela mulher! Estou apaixonada por você, Draco. – Ele a puxou para um abraço. Ajoelhou-se. Este gesto fez com que aqueles que estavam próximos parassem para ver a inusitada cena.


 


- Era o que eu queria ouvir. O pedido que farei agora não dependia dessa revelação, mas claro que torna tudo muito melhor. – Hermione apenas olhava para o loiro sem acreditar no que estava por vir. – Hermione Granger, quer ser minha namorada?


 


- Sim! – respondeu animadamente. Rapidamente, Draco levantou e beijou Hermione apaixonadamente.


 


Voltaram à mesa e encontraram Sarah conversando animadamente com uma mulher. Hermione fechou a cara pensando que teria mais uma sonsa dando em cima de Draco.


 


- Sarah, licença. Gostaria de te apresentar Hermione, minha namorada. – Draco disse com um sorriso que ia de orelha a orelha.


 


- Ora... Namorar Malfoy não é nada fácil. – Respondeu brincando Sarah. Ao vê-la mais atenciosamente pôde perceber o quanto a moça era bonita. Típica loira de olhos verdes e um pouco mais alta que ela. – Prazer! – A loira esticou a mão e Hermione repetiu o gesto, de uma forma não afetiva. – Esta é minha amiga, Jennifer. – O casal cumprimentou a outra garota.


 


Era difícil para Hermione aceitar que Sarah além de ser simpática e legal, era também extremamente engraçada. Nem notaram quando a pista já estava cheia. A conversa foi interrompida.


 


- Gatinha! – sem mais palavras o ruivo agarrou a amiga pela cintura dando um sonoro beijo em sua bochecha.


 


- Olá, Ron! – respondeu Hermione totalmente envergonhada pela cena. – Estas são amigas do Draco: Sarah e Jennifer – disse apontando para as mulheres. Foi claro para Hermione notar o interesse do amigo na loira. Logo depois chegaram Gina, Harry, Neville e Luna.


 


Depois que todos cumprimentarem-se devidamente as pessoas dividiram-se em grupos. Puxando Gina para um canto, Hermione contou os últimos acontecimentos.


 


- Não acredito que ele te pediu em namoro ajoelhado! Nada que se compare à um Malfoy!


 


- Pois é, mas essa tal de Sarah não para de conversar com ele – disse Hermione que olhava.


 


- Percebi! Vai até lá boba! – diz Gina empurrando delicadamente a amiga.


 


- Vem comigo! Preciso de uma ajuda!


 


- Claro! Já chega abraçando no seu namorado .


 


Hermione chegou e abraçou Draco. Ele passou as mãos pela cintura da morena.


 


- Então, Sarah, você sumiu! – exclamou Draco.


 


- Onde vocês se conheceram? – perguntou Gina e Sarah respondeu:


 


- Na Bulgária. Fizemos um curso juntos. – Ela disse alternando o olhar de Gina para Hermione para Draco e novamente para Gina. Draco completou:


 


- Trabalhamos um tempo juntos e depois ela foi para a África.


 


- África? – indagou Hermione. – Deve ser lindo por lá – disse na esperança de disfarçar seu ciúme.


 


- É maravilhoso! – respondeu Sarah – tanto que fui para um trabalho temporário e nunca voltei!


 


- É! – disse Draco – e também nunca mais escreveu para os amigos. – fazendo cara de manha.


 


- Deixa disso, Draco – continuou a loira – você que não escreveu! Toda semana enviava um pergaminho. Fiz isso durante meses até que desisti.


 


- Nunca recebi nada seu! – Juntos disseram: - NATASHA!


 


- Quem é Natasha? – perguntou Gina vendo a cara de incredulidade da amiga.


 


- Foi uma namorada que tive na Bulgária. Terminamos há muitos anos, viu Hermione?


 


- Claro – ela sorriu. Quem era ela para questionar o passado amoroso dele? Estavam juntos agora e o passado deveria ficar no lugar dele.


 


A noite continuou animada, mas ainda havia uma pontada de ciúmes em relação a Sarah. Nada que Draco notasse. No entanto, o rapaz já havia percebido o sentimento da castanha e não acreditava como ela podia ficar tão calma.


 


Harry e Rony ainda desconfiavam um pouco de Draco, mas era impossível não notar o modo apaixonado que ele lançava para a amiga. Optaram por serem mais abertos ao novo integrante do grupo.


 


A noite foi divertida e todos riram muito. Dançaram mais ainda e Hermione só pensava em ir para casa e tirar seus sapatos. Draco, como sempre, acompanhou a castanha até em casa.


 


- Quer entrar e tomar alguma coisa?


 


- Obrigado, Hermione. Aceito um copo de água. – Ela descalçou os sapatos e foi direto à cozinha. Pegou um copo e serviu Draco. Ele bebia devagar observando cada movimento da namorada. Ele ainda estava em pé. Ela sentou no sofá e prendeu seus cabelos com um coque.


 


Ele notava o contorno da nuca e os poucos fios que estavam soltos. Já sem o casaco, Hermione começou a massagear seus ombros. Cada mão percorria um lado de seu corpo tentando relaxar alguns músculos. Ela não percebia o quanto aquilo estava tornando-se sensual para um certo loiro que já havia desistido de beber sua água.


 


Hermione continuava com sua massagem. Suas mãos agora desciam pela lateral do corpo, apertando suas coxas até massagear os pés. Depois voltava pelo mesmo caminho. Ao chegar com as mãos na nuca sentiu o toque de Draco em suas mãos.


 


- Deixa que eu faço isso. – Ela aceitou na hora. O toque do loiro não causou o efeito de apenas relaxar. Afinal, aquele toque tinha uma malícia. Os toques eram interrompidos por beijos. Levemente a língua de Draco ia de encontro ao pescoço de Hermione. Para ele era impressionante como após passar a noite dançando ela emitia um perfume delicioso. Claro que estava suada e isso deixava o loiro ainda mais excitado.


 


- Draco... Ficarei viciada nesta sua massagem...


 


- Espero que sim.


 


- Venha aqui. Sente-se comigo.


 


- Não precisa falar duas vezes!


 


Ele sentou-se ao lado dela que foi para o colo dele. Sentou-se de lado. Ela tomou a iniciativa dos beijos. Eles se beijavam de forma intensa e apaixonada. Uma das mãos de Draco percorria as costas de Hermione a outra estava na coxa. Ela usava uma saia longa, que a impedia de sentir a textura da pele dele. Ela afastou-se um pouco do beijo e começou a abrir a camisa dele. A posição que estava dificultava todo o processo, por isso passou uma das pernas para o outro lado. Estava agora encarando o rapaz de frente.


 


- Quer continuar, Draco? – ela perguntou sussurrando no ouvido dele enquanto suas unhas passavam levemente pelo peito nu.


 


- Sabe que sim, Hermione... Quero conhecer cada detalhe do seu corpo. Quero fazer com que seja minha. Quero fazer amor com você. Agora.


 


A partir daquele momento podiam-se ouvir apenas gemidos, sussurros, declarações, nomes chamados,...


 


Hermione desceu seus beijos contornando o pescoço dele até chegar ao peito. Ela beijava e lambia aquele corpo que, ao mínimo contato, a deixava excitada. Draco rompeu o contato por alguns instantes enquanto abria a blusa dela. Seus dedos estavam trêmulos e ele não conseguia desabotoar. Num gesto impetuoso rasgou a blusa dela fazendo com que os delicados botões voassem pelo ambiente. Por alguns instantes Draco apenas observou os traços delicados dela. A garota usava um sutiã preto. Seu pensamento vagou até o dia em que a viu sentada e imaginou o que aquele vestido escondia. Voltou para a atualidade e começou tocar os seios sem retirar o sutiã. Você foi feita para mim, ele pensava. Suas mãos encaixavam perfeitamente naquele par de seios. Tomou novamente a boca dela e levantou-a segurando-a no colo. Hermione logo enlaçou a cintura dele. Ele procurou pelo quarto e achou no fim do corredor uma porta que era pintada com uma cor diferente do resto do ambiente e imaginou que lá era o quarto dela. Hermione abriu a porta, ainda agarrada à cintura dele.


 


Ele a jogou na cama e assim que deitou sobre a mulher, ela inverteu a situação ficando sobre ele. A camisa já havia ficado pelo caminho. Ele estava sem cinto e ela abriu a calça olhando-o nos olhos.  Já era visível o nível de excitação de Draco. Isso dificultou um pouco quando ela puxou a calça deixando-o apenas de cueca.


 


Draco ainda deitado apoiou-se no cotovelo para vê-la, afinal ela tinha saído da cama para puxar a calça e as meias. Ela tirou a saia. Ia tirar a calcinha quando ele com fez que não com a cabeça. Hermione foi em direção à cama, beijando todo corpo do rapaz. As pernas dele eram torneadas e tinham pêlos ainda mais claros que os cabelos. Draco deixou seu corpo cair novamente sobre a cama. Hermione chegou onde queria. O pênis dele estava ainda mais duro e ela o tocou por cima da cueca enquanto buscava a boca dele. Draco não havia nunca sentido nada parecido. Só podia pensar que era tortura da parte dela toca-lo daquela forma.  O jogo tinha que virar mais uma vez.


 


Ele não parava de beijá-la. Sua mão percorria o corpo dela. Foi até as costas para soltar o fecho e tateou sem achar nada. O fecho é na frente, pensou. Tirou o sutiã dela e pode ver os seios firmes. Beijou-os com desejo. Sentia os mamilos claros crescerem em sua boca. Ela apenas gemia. Ele tirou a cueca. Ela suspirava. Suas mãos queriam mais aquele corpo. Sua boca queria mais aquele gosto.


 


Hermione ainda usava calcinha e apenas sentia Draco roçar seu membro enrijecido nela. Draco não a deixaria, naquele momento, ficar por cima. Sentiu que ela estava toda molhada. A calcinha só atrapalhava. Ele a livrou daquele empecilho.


 


A garota nunca pensou que fosse possível sentir tanto prazer. Draco Malfoy, sem dúvida, sabia como fazer uma mulher sentir prazer. Ele a penetrou. Ela gemeu e começou a mexer-se embaixo dele. Draco sentia os movimentos circulares e não podia acreditar naquele ritmo. Ele a olhava sem acreditar no controle que a mulher abaixo de si tinha sobre o quadril. As unhas de Hermione arranhavam as costas de Draco. Ele apoiava as mãos na cama sustentando seu corpo. A frequência dos movimentos de ambos aumentava cada vez mais. Draco via que Hermione apertava o lábio inferior com os dentes e disse baixinho:


 


- Não se segure. Grite para mim. – E Hermione gritou ao atingir o orgasmo. Pouco tempo depois era Draco que gritava conforme parava de penetrá-la. Rolou seu corpo para o lado e puxou Hermione que deitou apoiando a cabeça no peitoral de Draco.


 


- Você é maravilhosa, Hermione.


 


- Faço minhas suas palavras. – Ele passava as mãos carinhosamente pelos longos cabelos cacheados da namorada. – Ele virou-se ficando de lado na cama. Com os cotovelos na cama e a cabeça nas mãos encarou Hermione.


 


- Nunca senti nada parecido. Nunca havia feito amor com uma mulher por quem fosse apaixonado. – Ela notou que os olhos dele brilhavam a cada palavra. Não respondeu. Sabia como era aquela sensação. Beijou os lábios do loiro e disse:


 


- Estou a cada segundo mais apaixonada por você, sabia?


 


- Não. – Ele sorriu dando um beijo na testa suada dela. – Estou com um pouco de fome e você?


 


- Também... Farei um lanche para nós.


 


- Vou ajudar você. E nem adianta dizer que não precisa.


 


Foram à cozinha e fizeram um rápido lanche de queijo e presunto. Logo foram para a cama e dormiram abraçados. Os dois tiveram uma noite calma. Isso foi bom, pois o dia seguinte prometia ser muito agitado e, infelizmente, o pesadelo que Draco teve um dia começaria a tornar-se realidade.


 


****************************************************************


 


Draco acordou sentindo o cheiro de Hermione perto de si. Acordou e viu que o corpo dela estava sobre o seu. Tentou sair de lá sem acorda-la, mas não conseguiu:


 


- Vai fugir, Draco?


 


- Claro que não. Preciso apenas ir ao banheiro.


 


- Primeira porta à esquerda. Se quiser tomar banho tem toalha no armário embaixo da pia. Vou fazendo o café enquanto isso.


 


Assim que Draco saiu do banho sentiu o delicioso aroma de café recém-servido, porém uma porta fechada à sua frente chamou sua atenção e ele entrou no quarto. Havia duas camas, estantes com algumas roupas masculinas, livros sobre quadribol, escovas de dente e fotos. Muitas fotos de Hermione com Harry e Rony...


 


Hermione ouviu que o chuveiro foi desligado, mas nada de Draco aparecer. Foi à sua procura constatando que sua previsão estava correta. Ele havia entrado no quarto de Ron e Harry.


 


- Vejo que achou meu quarto de hóspedes.


 


- Parece o quarto de dois adolescentes. – disse apontando o pôster dos Cannon.


 


- Este quarto pertence à Ron e Harry.


 


- Percebi. – disse ele enciumado.


 


- Draco, não vamos começar o dia assim, ok? Vem. O café esta pronto.  Ela disse puxando-o pela mão. Controle-se, Draco. São amigos dela.


 


Começaram a tomar o café  e,vendo a expressão de descontentamento do loiro, disse:


 


- Você sabe detalhadamente sobre a busca pelas horcruxes?


 


- Não. Não fiquei sabendo de muita coisa, Hermione.


 


- Eu, Ron e Harry abandonamos Hogwarts com o objetivo de destruir estes objetos que abrigavam as almas de Voldemort. Vivíamos acampados e dormindo juntos. Eles são meus amigos e estão se esforçando em te aceitar. Chega de ter ciúmes deles.


 


- Tenho ciúme sim. Mas não do Potter.


 


- De Ron? Ele é daquele jeito por proteção. Não somos mais apaixonados um pelo outro.


 


- Ainda não explicou por que ele te chama de “gatinha”.


 


- Essa história ficará para outro dia. Que tal darmos uma volta em Hogsmead?


 


- Agora cedo?


 


- Isso. Depois almoçamos por lá.


 


Ele concordou com a cabeça, afastando o ciúme e uma intuição nada boa.


 


****************************************************************


 


O ataque será quando? Todos estão preparados? Falta o aviso com o local.


 


Agentes a postos. Aguardar confirmação. Um homem vestindo uma capa preta andava olhando as vitrines. Pelo reflexo podia ver a hora que sairiam da casa. Ele odiava os trouxas, mas aquele walkie-talkie estava sendo de extrema ajuda. Dependia de alguns detalhes para confirmar o ataque. Eles estão saindo. Aguadar contato. Todos preparados para aparatar no lugar indicado.


 


****************************************************************


 


Hermione saiu de sua casa.


 


- Por que não aparatamos lá dentro?


 


- Ainda não fiz os feitiços que permitem você aparatar ou desaparatar lá dentro.  Agora vamos que preciso comprar um livro e a Floreios fica vazia esta hora.


 


Aparataram.


 


****************************************************************


 


O homem de capa preta sorriu. Hogsmead. Floreios e Borrões. Avisem nossos cabeças.


 


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A vila estava relativamente cheia para o horário. Eles andavam de mãos dadas e chamavam atenção de algumas pessoas que certamente reconheciam Hermione Granger e Draco Malfoy. Aliada de Potter e seguidor do Lorde das Trevas. Juntos. Por acaso encontraram um casal conhecido:


 


- Harry! Gina! Que surpresa.


 


- Oi, Mione! Malfoy – disse Harry. A ruiva abraçou a amiga, cumprimentou Draco e disse:


 


- Caíram da cama?


 


- Não, Gi... Nem é tão cedo assim. Preciso comprar uns livros.


 


- Novidade! – disse Draco e as mulheres riram. Harry achou engraçado, mas segurou a risada. O fato não passou despercebido por ninguém.


 


- Engraçadinho! – disse Hermione ficando na ponta dos pés e dando um beijo na bochecha dele. – E vocês?


 


- Final de semana tem jogo na Toca. Vim comprar algumas coisas para nós. – Harry respondeu. Os jogos aconteciam frequentemente na casa. Fazia um tempo desde o último. – Por que não vai lá nos assistir?


 


- É – completou Gina – E você poderia ir também, Malfoy. Pode jogar como batedor no lugar de Fred. Ou revezar a posição de apanhador com Harry. – A cara de Harry mostrava seu espanto. Não esperava que a ruiva o convidasse.


 


- Seria ótima, Draco! – animou-se Hermione.


 


- Obrigado. Não jogo há muito tempo.


 


- Ah, Draco! Não é competição! Só um passatempo. Tenho certeza que iremos nos divertir e muito! – incentivou Hermione.


 


- Então, combinado. – Disse Gina – Sábado. Passo uma coruja confirmando o horário. – Ela virou-se para Harry: - Vou à livraria com a Mione.


 


- Legal, Gi! Draco, você devia acompanhar Harry! Veja se tem alguma coisa que precisa já que não joga há tanto tempo.


 


Todos ficaram uns instantes em silêncio. Os dois juntos era sinônimo de confusão. Só que Harry queria tentar entender-se e conhecer mais Draco, para ter certeza que o homem havia mudado. Draco queria ao menos tentar aproximar-se mais dos amigos da namorada. Ele tomou a iniciativa:


 


- Então vamos, Potter. Hermione, encontro com você daqui a meia hora na Floreios, ok?


 


Os dois casais despediram-se com um beijo e tomaram seu caminho. As duas amigas entraram na biblioteca e conversavam animadamente. Quando de repente:


 


BUMMMMMMMMMMMMMMMMMMM – Um grande estrondo foi ouvido do lado de fora e milhares de pedaços de vidro estilhaçaram. Eles foram pegos de surpresa e por isso muitos se cortaram. Hermione foi rápida e conseguiu abaixar-se levando Gina com ela. Apenas tiveram cortes superficiais.


 


- Hemione... Que foi isso?


 


- Não sei! Pegue sua varinha. – O estado de pânico era geral.


 


****************************************************************


 


Na outra loja os dois apenas trocavam olhares e palavras monossilábicas quando ouviram o mesmo estrondo. Nenhum vidro foi quebrado já que a loja estava mais afastada da origem da explosão. Ainda sem falar eles saíram correndo da loja com a varinha em punho. Eles não precisavam falar aonde estavam indo.


 


****************************************************************


 


As duas saíram da loja e viram muitas pessoas vestidas com capas e máscaras pretas. Não podiam contar, mas sem dúvida mais de 20. Elas lançavam feitiços estuporantes, maldições imperdoáveis, explodiam tudo que encontravam pela frente. Alguns bruxos tentavam impedir o avanço deles, mas aquele grupo de mascarados estava muito bem organizado. Gina puxou Hermione para uma viela.


 


- Temos que nos organizar!


 


- Como? Somos só nós!


 


- Os dois já devem estar chegando e logo os aurores saberão do ataque.


 


- Vamos atacá-los pelos lados. Vou correr e ficar na direção oposta! – Hermione espiou e viu algo que não esperava – Eles estão se separando em grupos de quatro. Um grupo dirige-se para cá.


 


- Ótimo. Vamos pular na frente deles já lançando o feitiço. No 3. – Gina disse posicionando-se. Hermione assentiu – Um, dois e TRÊS!


 


As duas pulares gritando:


 


- ESTUPEFAÇA! – o grupo foi pego de surpresa. Porém, logo identificaram o alvo. Um dos mascarados foi atingido e o outro feitiço apenas pegou de raspão aquele que parecia ser o líder. Rapidamente ele gritou:


 


- Incarcerous! – gritou atingindo Gina que caiu. E Hermione revidou apontando para o primeiro bruxo que viu.


 


- Pretificus totalus! – Mais um havia caído, mas assim que lançou seu feitiço foi atingido por outro.


 


- Expelliarmos!!! – E sem conseguir segurar sua varinha a viu voando para o chão. O aparente líder que lançou o feitiço disse para seu comparsa: - Vá! Leve os dois daqui antes que alguém chegue! – A varinha apontada na direção de Hermione. – Eu dou conta disso sozinho. – O outro obedeceu sem nada dizer. Hermione não reconhecia aquela voz. Era fria, grossa.


 


- Como sempre vocês só andam em bando, né? – disse Hermione irônica. Logo Draco e Harry estariam por lá. Porém, o caminho deles estava impedido por outros bruxos mascarados, explosões, feitiços que passavam de lado a lado. Draco duelava. A sensação ruim só aumentava. Viu um feitiço não verbal ser lançado na direção de Harry e lançou um contra-feitiço.


 


- Ora, sangue-ruim, muita coragem da sua parte falar desta forma. – ele se aproximava e Hermione não andava. Sustentava o olhar naquele bruxo.


 


- Ainda não mostram a cara. Covardes. – a distancia entre eles foi reduzida rapidamente pelo mascarado que pegou Hermione pelos cabelos.


 


- Cale a boca ao falar com um sangue puro. Sabe, Granger, é melhor ao vivo do que em fotos. Li muito ao seu respeito. – ela sentia a respiração dele em cima de si. – Só que ainda é uma sangue ruim, uma desgraça para o mundo bruxo. Empurrou-a com violência. Hermione tentou se segurar, mas foi ao chão.


 


- Crucio – e Hermione sentiu algo que não sentia há muito tempo. Não só a dor invadiu seu corpo como a recordação do que sofreu nas mãos de Bellatrix. – Implore para eu parar.


 


- Nunca...


 


Ela viu que receberia outra maldição, mas algo fez com que o bruxo voasse


longe. Draco, ela pensou. Porém a figura que via se aproximar tinha cabelos escuros. Não pode ser!  Ela disse enquanto tentava levantar-se:


 


- Você!


 


- Vim te ajudar! Deixa eu te ajudar!


 


- Afaste-se de mim, Krum.


 


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