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14. Invasão


Fic: Como perdoar um inimigo DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 14


Invasão


 


 


- Leia isso, Gina – falou Luna apontando uma determinada passagem em um livro retirado da Seção Restrita. A garota leu e arregalou os olhos:


 


- Então quer dizer...


 


- Isso mesmo, Gina. O que faremos?


 


- Nem Dumbledore previu isso... Vamos agora mesmo falar com McGonagoll! – as duas levantaram-se rapidamente e foram correndo até a sala da Diretora. Entraram esbaforidas e tentavam falar ao mesmo tempo.


 


- Acalmem-se! Por Merlin, o que está havendo? – Luna e Gina entreolharam-se e a ruiva começou:


 


- Este livro... Acho melhor a senhora ler...


 


Luna e Gina estavam sentadas na sala da diretora que lia atentamente o trecho indicado pelas duas. A expressão da antiga professora era de desespero.


 


- Esse livro estava na Biblioteca? – perguntou Minerva. Pergunta retórica para disfarçar seu nervosismo.


 


- Sim, na Seção Restrita...


 


- Por Merlin! Será que mais alguém o leu? – ela perguntou levantando-se rapidamente. – Preciso falar com Madame Pince! Temos o controle de todos os livros retirados dessa área.


 


- Desculpe, Diretora – Gina falou e sentiu seu rosto corar quando a mulher a encarou por cima dos óculos – Bom, é que... Harry já entrou nessa Seção sem o conhecimento da bibliotecária ou de outro funcionário... Sabe,... com a capa... Não acho que outro estudante tenha a capa, no entanto...


 


- ... É possível que alguém possa ter tido acesso a esse livro – falou a Diretora desanimada passando os dedos pelas linhas que havia acabado de ler. As meninas saíram ao perceber que a conversa havia acabado.


 


- Acho que é uma boa hora para você nos ajudar, Dumbledore – falou Minerva encarando o quadro vazio. Segundos depois, a veste roxa clara do antigo diretor surgiu entre a moldura de ouro.


 


- Boa noite, querida.


 


- Diretor... Esse livro...


 


- Oh, sim. Um erro, devo admitir, não tê-lo tirado antes. No entanto, ele tem informações importantíssimas.


 


- Chega de enigmas, Alvo! O que faremos?! – ela exclamou nervosa. Poucas vezes alguém viu Minerva McGonagoll perder a compostura.


 


- Eu e os outros quadros marcaremos uma reunião. Acalme-se, minha querida amiga. – e sumiu deixando uma Diretora com os nervos à flor da pele.


 


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- Hermione – disse Draco de olhos fechados sentindo os dedos da namorada passando pelos seus cabelos.


 


- Diga, Draco...


 


- Eu te amo.


 


O toque de Hermione cessou e ela ajeitou-se. O movimento fez com que o loiro abrisse os olhos vagarosamente. Assim que conseguiu focar sua visão encontrou os castanhos olhando-o.


 


- Como? – ela conseguiu perguntar após abrir e fechar a boca algumas vezes.


 


- Eu te amo. – fazendo força e ignorando os protestos de Hermione, ele sentou-se e puxou-a para um abraço. – Devia ter falado isso para você antes de sair em missão, mas estava muito nervoso. Estou tentando me controlar, Baixinha.


 


- Eu sei. – ela sorriu – Eu te amo também! – Draco sorriu um sorriso sincero. Um sorriso que cativava Hermione. Um sorriso que ela nunca pensou ver no rosto do seu antigo inimigo. O momento foi interrompido pela entrada dos dois grifinórios. Draco xingou-os em pensamento. Precisava urgentemente ficar a sós com Hermione e sabia que seria praticamente impossível até a guerra ter terminado.


 


- Precisamos ir! – exclamou Ron recolhendo suas coisas e enfiando-as de qualquer jeito na mochila.


 


- O que houve? – perguntou Hermione assustada levantando-se.


 


- Souberam de nossa entrada na casa de Batilda. O vilarejo está sendo atacado! – o ruivo falou sem olhar para a amiga.


 


Harry havia saído da barraca quando ouviu sons de gritos se aproximando do lugar onde estavam. Hermione ajudava Draco a se levantar. As coisas dos dois já estavam organizadas. Harry voltou para dentro.


 


- Está em condições de aparatar, Malfoy? – perguntou Harry. O loiro apenas concordou com a cabeça – Então, vamos logo. Os dementadores estão se aproximando.


 


- Você aparata comigo – falou Hermione e Draco não pensou em negar ao perceber o olhar de Hermione. A barraca foi desmontada rapidamente.


 


O céu estava praticamente coberto por uma massa preta que parecia homogênea e viva.


 


- Merlin... – murmurou Hermione. Harry lançou seu Patrono e os protegeu.


 


- Vamos voltar para o Largo Grimmauld! Agora! – ele gritou. Todos aparataram em frente à casa e entraram.


 


- Todos estão bem? – indagou Hermione conferindo o grupo. – Draco! – ela foi até o loiro que quase caiu, contudo foi amparado a tempo por Rony.


 


- E-estou bem... Apenas um pouco... Tonto... – ele falou.


 


- Isso já sabemos que você é, Malfoy – brincou Rony ajudando o sonserino a sentar-se.


 


- Engraçadinho você, Weasley... – Draco sorriu de lado e deixou o corpo cair respirando profundamente. Hermione foi até ele e depositou sua mão na testa do loiro.


 


- Está um pouco quente. – ela estava prestes a chamar pelo Monstro, quando o elfo apareceu fazendo reverências.


 


- Oh, que visita inesperada! Monstro fica muito feliz com essa visita, meu novo senhor.


 


- Precisamos de poções para febre, Monstro, por favor – pediu Hermione sem deixar de encarar o namorado. O elfo fez um feitiço e alguns potes flutuaram até onde o loiro estava sentado.


 


- Agora Monstro vai preparar um jantar bem delicioso! Vai sim, mestre Potter. Vai sim – e saiu quase arrastando o longo nariz no chão de tantas reverências que fazia.


 


 


- Lucio, sabe que para o ritual ser concluído precisamos do sangue daquela...


 


- ... que não deve ficar com meu filho. Eu sei, Lorde. Acho que devemos atacar a Escola.


 


- Peça para Mayer entrar. – o jovem Comensal não havia voltado para a Escola, assim como os comparsas que atacaram Hermione. Eles agora eram procurados pelo Ministério. Isso apenas fez o orgulho de Adolf aumentar.


 


- O senhor chamou-me, meu Lorde? – ele perguntou fazendo uma grande reverência.


 


- Sim. Você e Lucio devem pensar em um plano para invadir a Escola. Quero também que me tragam duas recordações de lá.


 


****************************************************************


 


A semana passou lenta. Eles ficaram incomunicáveis, fazendo novas pesquisas. Certo dia, tinham acabado de almoçar e estavam sentados na sala onde o chão era coberto por vários livros abertos.


 


- Andei relendo o livro dela e acho possível que os outros objetos que guardam as horcruxes estejam dentro do castelo. – comentou Hermione.


 


- Não terminou o livro dos contos? – perguntou Harry.


 


- Falta apenas um conto sobre três irmãos... lerei depois. Voltaremos para a Escola? – ela perguntou deitando a cabeça no colo de Draco.


 


- Por que acha que estão lá? – Rony perguntou.


 


- Batilda fala muito da importância simbólica dos objetos para cada casa. Voldemort também pensou em simbolismos quando os escolheu. Já destruímos o Medalhão que pertenceu à Sonserina. Harry, destruiu o diário e Dumbledore, o anel da família. Precisamos procurar a Taça da Lufa-Lufa e o Diadema da Corvinal.


 


- Essa é uma das razões para eu te amar... – Draco falou sorrindo e inclinando-se para beijar os lábios da namorada.


 


- E ele não escolheu nada da Grifinória? – perguntou o ruivo.


 


- Ele pode até ter pensando em alguma coisa, mas a espada estava na sala da Diretoria... talvez ele não tivesse acesso a isso. – respondeu Harry olhando paisagem pela janela.


 


- Voltaremos para a Escola? – tornou a perguntar Hermione e todos consentiram em silêncio e com um curto aceno de cabeça.


 


***************************************************************


- Não vou te entregar mais nada! – Voldemort gritou quando soube das novas exigências. Ele levantou a varinha, mas a pessoa que o visitava levantou uma de suas mãos e falou calmamente.


 


- Faça isso e aquele livro vem à tona!


 


- Entregue-me o maldito livro! – ele falou sibilando.


 


- Ele está muito bem guardado e o terá assim que eu conseguir aquilo que quero.


 


- Como posso ter certeza que o livro está onde diz que está? – ele perguntou com a voz cheia de raiva.


 


- Tem total liberdade para entrar na minha mente e ver onde ele está guardado. – dizendo isso, aproximou-se do Lorde das Trevas e o encarou como poucos tinham coragem de encarar.


 


****************************************************************


 


Enquanto isso, em uma afastada sala de reuniões, um homem e um jovem conversavam em voz baixa. O homem mais velho e de longos cabelos loiros mostrava um pergaminho onde estava desenhado o mapa de Hogwarts e do terreno em torno.


 


- Eu acho que esse é um bom plano, Malfoy.


 


- Seu pai tem muito orgulho de você, Mayer. Falei com ele ontem.


 


- Eu sei. – o moreno falou sorrindo – Só quero ver até onde irá a lealdade dele para com o Lorde.


 


- Até onde for necessário – falou Lucio encarando o rapaz a sua frente e desejando que estivesse tendo essa conversa com seu filho. Ex-filho, ele corrigiu em pensamento.


 


- Será? O Lorde terá grandes planos para você, se conseguir pegar a sangue-ruim. – disse Adolf. Lucio Malfoy o encarou com ódio.


 


- Quando você ainda nem existia eu já servia ao Lorde! Quem acha que é para achar que está à minha frente em relação à lealdade? Quem acha que é para supor que o Lorde contaria planos para você e não para mim?


 


- Desde o momento que minha família não traiu nossas ideologias. Sua mulher e seu filho nos traíram!


 


- Ela teve o que mereceu! Draco será o próximo! Eu mesmo vou me encarregar da sangue-ruim.


 


- Não antes de mim. – disse Adolf.


 


- Sim, antes de você. Depois que eu pegar o que preciso dela, fique a vontade para torturá-la. – Lucio levantou-se e deu um soco na mesa – Está tornando-se insolente, rapaz.


 


- O que planeja para ela, Malfoy?


 


- Isso é assunto entre mim e o Lorde.


 


- Posso ajudar, sabe? Somos aliados aqui. Só quero a mesma coisa que você. Draco traiu minha amizade durante meses. Também fui traído. Vamos aliar nossas forças. Aqueles filhos-da-puta da Ordem não terão chances – Adolf esticou sua mão num gesto de cumprimento. Lucio encarou o jovem e aceitou o cumprimento.


 


***************************************************************


- Bom, já que vamos partir devemos avisar a Ordem sobre nossos avanços. – disse Harry – Vamos marcar uma reunião. – nesse instante uma figura já conhecida por todos aparatou no centro da sala. – Dobby!


 


- Oh, senhor Potter! Que bom vê-lo, meu senhor! Tenho recado da Diretora de Hogwarts. Ela tem algo urgente para tratar com os senhores e pediu que os localizasse o mais rápido possível!


 


- O que houve, Dobby? – indagou Hermione.


 


- Não sei, senhorita amiga do senhor Potter. Esse pergaminho os levará até o ponto marcado. Ele sai daqui a vinte minutos. Não o percam! Dobby precisa partir.


 


- Você já está bem, Draco?


 


- Sim, Baixinha... Faz tempo que não tenho nada e você sabe. Vamos arrumar as nossas coisas e partir.


 


- Será que são boas notícias? – perguntou Rony animando-se.


 


- Espero que sim... – Harry concordou e sorriu com o pensamento de rever Gina.


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Na hora marcada, os quatro jovens seguraram uma parte do pergaminho e sentiram a conhecida sensação pelo corpo. Chegaram até a casa em que ficaram hospedados após a morte dos pais de Hermione. Ao entrarem foram recebidos com muitos abraços. Carol e Gina pularam nos braços dos namorados. Logo perceberam que apenas os membros da Ordem estavam presentes.


 


Antes que eles pudessem conversar a voz autoritária de Minerva fez-se presente e todos se sentaram à mesa da sala de jantar.


 


- Vocês têm alguma novidade? – começou Quim. Harry percebeu que seria o porta-voz e então narrou tudo que aconteceu desde que partiram. Percebeu a apreensão de todos ao falar sobre os trasgos enfeitiçados.


 


- Então, o tempo todo estava dentro da Escola? – perguntou Gina lembrando-se das palavras que havia no livro. Seu rosto tornando-se cada vez mais pálido. Ninguém pode falar mais nada, pois a Diretora tomou a vez.


 


 - Estamos unidos para um objetivo em comum que é não só destruir as horcruxes como também matar de uma vez por todas com Lorde Voldemort. Reuni todos aqui, pois precisamos saber o que faremos com essa informação – Minerva pegou o livro e começou a ler.


 


“Há muito tempo a magia povoa o nosso mundo. Há muito tempo ela vem tentando ser apagada ou distorcida. Quando aqueles privados de tal conhecimento a viram pela primeira vez tentaram acabar com a magia e a bruxaria da maneira mais burra: pelo fogo. Não sabem como esse elemento nos mantém. São ignorantes. São realmente trouxas.


 


A criação de uma escola onde pudemos passar nossos conhecimentos foi uma ótima idéia. No entanto, poucos entendem o problema que são esses trouxas para nosso mundo. Nós somos mais poderosos, mas vivemos escondidos. Nós somos mais inteligentes, mas vivemos sob disfarces. Nós somos mais puros, mas vivemos num mundo imaginário. Eles nos tratam como mera imaginação infantil. Os bruxos são ignorados e as bruxas são distorcidas nas histórias infantis apenas para afastar as crianças de nossas crenças. Esses trouxas crescem acreditando que nós não existimos e quando entram em contato com nosso mundo, nos temem.


 


A revolução está por vir. A profecia diz que virá um mestiço. Um mestiço poderoso. Tão poderoso e puro que renegará seu sangue trouxa, seu sangue-sujo e podre. Sua tarefa será trazer de volta a honra que nós, bruxos, perdemos nos últimos séculos. A casa que criei abrigará esse bruxo. Ele será superior aos outros.


 


Essas palavras estão traçadas. E elas tornar-se-ão realidade. Eles conhecerá todos os segredos da Arte das Trevas, desvendará todos as entrelinhas da magia escondida, da magia proibida, da...” – a leitura foi interrompida pelo soco dado na mesa pela mão de Lupin. Harry levou sua mão à testa, Rony ficou anormalmente branco e Hermione apenas sentiu a leve pressão dos dedos de Draco em volta da sua mão.


 


- Minerva... – o lobisomem começou.


 


- Ainda tem mais, Lupin... Isso não é nem o começo. – ela disse retomando à leitura e evitando os olhares que estavam sobre si.


 


 


Todos se dirigiram aos quartos em silêncio. Cada um remoia aquelas palavras à sua maneira, exceto Gina e Luna que já conheciam o conteúdo do livro. As duas, juntamente com seus namorados, Hermione, Draco, Neville e as gêmeas Patil estavam reunidos em só quarto. De alguma forma, queriam ficar juntos. Não conseguiam explicar exatamente o porquê.


 


- Estamos ferrados... – murmurou Padma.


 


- Daremos um jeito. Tem outra profecia que fala sobre Harry. Não sabiam sobre isso naquela época. – pronunciou-se Gina. Hermione tinha voltado sua atenção para o livro de Beedle. Ela lia atentamente o último conto. Murmurava algumas palavras e passava os olhos pelas linhas, parecia ler a mesmo parágrafo diversas vezes antes de continuar.


 


- Precisamos traçar um plano antes de entrar em Hogwarts e caçar sei lá o quê! – Rony falou.


 


- Não, não temos tempo! – gritou Hermione. Ela levantou-se bruscamente, colocou o livro sobre a mesa e apontou o título “O conto dos três irmãos” – Voldemort atacará Hogwarts! Esse conto é real!


 


Todos foram na direção dela, mas Draco abriu caminho para dar espaço para a namorada.


 


- Do que está falando? – ele perguntou.


 


- Ele descobriu que estamos atrás das horcruxes. E ele está atrás de uma coisa que acha que ignoramos. Aliás, ignorávamos até agora. – ela dizia andando de um lado para o outro.


 


- Acabamos de saber sobre o liv.. – começou Neville.


 


- Não. Não sei ainda o que faremos sobre a informação desse livro que acharam, mas esse aqui – e apontou para o livro que estava em sua mão – Conta pelo menos uma história real. Terei que reler as outras dessa outra perspectiva... De alguma forma o livro que acharam – apontou para Gina e Luna - está ligado com esse outro... – ela dizia as palavras e os outros pareciam não entender onde ela queria chegar. – A magia escondida... Voldemort enganou a morte criando as horcruxes, certo? Então, vocês se lembram do conto dos Três Irmãos? – todos ali vinham de família bruxa e assentiram. Harry olhava sem entender nada. Hermione contou. Pequenos sorrisos surgiram ao lembrarem-se da história, mas logo o sorriso de alegria foi substituído por apreensão à medida que os jovens percebiam o que Hermione queria dizer.


 


- Temos que avisar aos outros! – exclamou Neville saindo quarto.


 


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Todos os membros da Ordem já estavam no castelo. Espalhados pelos diversos dormitórios. Eles começariam a retirar os estudantes assim que amanhecesse. Ficar no Castelo era muito arriscado. As famílias estavam recebendo corujas-de-emergência.


 


Todos em Hogwarts estranharam a volta de Harry e estranharam mais ainda o grupo que andava lado a lado de Draco Malfoy, mas o clima era tenso e ninguém ousou perguntar nada. Todos já estavam de malas prontas.


 


Os alunos acordaram com o barulho de explosões vindo do lado externo. Cabeças se espremiam para olhar pela janela. A imagem da Marca Negra no céu iluminava o campo que era invadido por Comensais, dementadores, gigantes e trasgos.


 


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- Estamos fudidos... – murmurou Draco – Atenção! Todos vocês façam um fila aqui! – ele precisou usar um feitiço para aumentar a sua voz. O barulho de gritos era intenso.


 


- Mudou de lado, Malfoy?


 


- Agora é a favor dos sanguens-ruins?


 


O loiro ouvia tudo e pronunciou-se.


 


- Quem for do sétimo ano e quiser participar do combate, seja o lado que for, favor sair do dormitório. Alunos do 1º ano ao 6º anos, serão encaminhados agora mesmo para casa. Façam grupos com seus amigos. Grupos de no máximo cinco pessoas! – ele dizia sem tirar atenção dos estudantes do seu ano que saiam do dormitório. Sabia que eles não atacariam filhos de bruxos sangue puros. Ele tampouco seria atacado ali. Estavam em desvantagem. Rapidamente, Draco foi criando chaves-do-portal para os endereços que lhe informavam. Nos outros salões, o mesmo era feito. No entanto, por haver mais estudantes das outras casas que pertenciam à Ordem eles terminaram mais rápido a tarefa. Praticamente todos os estudantes do sétimo ano optaram por ficar na Escola.


 


A batalha estava acirrada pelos terrenos. A informação de que os tragos eram detidos apenas com as Maldições já era de conhecimento geral, mas poucos conseguiam fazer uso delas.


 


- Granger, encontramo-nos novamente! – a grifinória havia acabado de desarmar e imobilizar um Comensal quando ouviu a voz conhecida.


 


- Dolohov. Agora posso lutar com tudo aquilo que sei... Infelizmente, não pude fazer uso da magia que conheço quando duelamos anos atrás. – o bruxo riu.


 


- Duelamos? Você não tem chances contra mim, garota de sangue sujo! – e lançou uma maldição. Ela desviou-se habilmente. A luta era equilibrada e, embora o Comensal não quisesse admitir, Hermione era uma oponente altamente capacitada.


 


- Precisa de ajuda, meu amigo? – uma voz pronunciou-se e Hermione sentiu raiva.


 


- Como está, Granger? Não está me reconhecendo? – perguntou a voz por debaixo da máscara. – Isso não será um problema...


 


- Novamente só duela comigo com ajuda, Mayer?


 


- Infelizmente esse duelo, Granger – e ele estalou os dedos – Terá que esperar, pois agora... – Hermione olhou à sua volta e se viu cercada por dois trasgos e mais três Comensais. O medo tomou conta dela, mas fez o possível para não deixar transparecer -... Agora preciso capturar você com vida.


 


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Draco duelava como nunca. Sentia o coração apertado, pois havia perdido Hermione de vista. Tentava manter-se sempre perto dela. Coordenava seus movimentos para isso, mas o combate com um gigante havia tomado totalmente sua atenção.


 


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A grifinória lutou bravamente, conseguiu derrubar um dos trasgos e um dos Comensais. Porém, não conseguiu desviar de um ataque coordenado das maldições cruaciatus e caiu desmaiada no chão.


 


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Draco sentia seu coração apertar-se de angústia. O jardim estava dominado por feitiços, mas o grupo de atacantes ainda não havia conseguido penetrar dentro do castelo. Ele saiu correndo, procurando pela sua namorada. Entrou na orla da floresta quando estancou ao ver uma figura alta, esguia e loira surgir entre as árvores.


 


- Você cresceu, meu filho... – Lucio falou a última palavra e cuspiu.


 


- Saudades? – Draco perguntou empunhando a varinha.


 


- Quero muito duelar com você, mas não hoje... – ele falou.


 


- Medo? – o jovem perguntou levantando uma sobrancelha.


 


- Não, apenas tenho uma coisa importante a tratar – ele fez um gesto e um Comensal se aproximou. Draco seguiu o olhar para onde o pai apontava e sua varinha caiu por entre seus dedos. Ao lado do seu pai, um Comensal surgiu trazendo o corpo desacordado de Hermione. Ela foi jogada aos pés de Lucio. Draco fez menção de se aproximar, mas parou quando viu que várias varinhas estavam apontadas para a morena.


 


- Solte-a – ele murmurou contendo a raiva – Estou desarmado – e levantou as duas mãos. Lucio riu.


 


- Idiota... Acha que não sei que aprendeu realizar magia sem varinha? – foi quando ele percebeu a presença de Adolf Mayer surgindo da escuridão. Ele sorria.


 


- Solte-a... Não farei nada... – ele pediu mais uma vez. O desespero em sua voz. – Seu problema é comigo, Lucio.


 


- Sim, é com você. Ingrato. Porém,... Lembra da carta? Você – e Lucio apontou para um Comensal que Draco não conhecia – Pegue a vagabunda. – Ele foi obedecido. Draco sentia o corpo tremer de raiva pela impotência que sentia naquele momento. – Ainda teremos uma conversa adequada, mas agora tenho que cuidar de uma certa... – e olhou para Hermione com desprezo -... sangue-ruim. Vamos – então ele e o Comensal que segurava Hermione desaparataram.


 


- Não!!! – Draco gritou de raiva. Sentia a magia percorrer suas veias. Lançou um feitiço não-verbal. O raio verde saiu de sua palma e atingiu o primeiro Comensal que encontrou. Mayer saiu correndo. Precisava encontrar aquilo que o mestre lhe pedira. Os outros que ficaram assustaram-se com o poder do jovem e sumiram. Draco pegou sua varinha e correu atrás de Mayer. No entanto, quando se aproximou do castelo viu que a batalha ia chegando ao fim. Procurou por Mayer, mas não o encontrou. Correu pelo campo imobilizando outros Comensais.


 


- Malfoy! Malfoy! – ele olhou para a fonte de voz e encontrou Gina. – Estamos reunindo todos no Salão Principal... O que houve? - ela parou ao ver a expressão no rosto do sonserino.


 


- Pegaram a Hermione.


 


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Esse será o fim da primeira parte, mas já que a fic agora será apenas uma e não mais uma trilogia.... fiquem aguardando o cap 15 que já está sendo escrito!


Beijos,


Ártemis


 


 

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