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1. Capítulo 1


Fic: IGNORANCE.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Argh, maldita claridade. Por que é sempre ela que me acorda de manhã? Prefiro muito mais o mau-humor da Rose. E era sábado, pelo amor de Deus! Bem que podiam me dar uma folga...
Me espreguicei lentamente abrindo os olhos, piscando, para me acostumar com a claridade. Olhei em volte. Todas ainda dormiam. Saco.
Tomei meu banho e peguei a primeira skinny, a primeira blusa e o primeiro all star que vi no armário. Puxei meu cabelo num rabo de cavalo solto e ajeitei minha franja pro lado. Suspirei. Outro dia, lá vamos nós.
Peguei o violão encostado do lado da minha cabeceira e desci as escadas silenciosamente, tentando não acordar ninguém.
Não vou tocar violão no meio do salão comunal, vou acordar todo mundo, pensei. Comecei a caminhar para o Salão Principal, que esta hora, eu espero, está vazio. Encontrei poucos alunos nos corredores, e até perguntei para um deles, um Lufa-Lufa baixinho e franzino, que horas eram. Nove e quinze. Estranho. A essa hora muita gente já estava acordada...
Óbvio. Todos estavam no Salão Principal tomando café. Adeus plano de tocar violão.
- ARGH! - Grunhi.
Eu fiz isso alto?
Sorri amarelo para os que me encaravam assustados. Dei meia volta e sai praticamente correndo do Salão, com rumo aos jardins.
Sorri ao ver quem estava ali.
- Scorpius! - Gritei, chamando a atenção de todos. Nem liguei. - Graças ao bom Merlin! - Corri até ele, que me me olhava com a sombrancelha erguida. - Garoto, você não tem idéia como esse castelo fica esquisito de manhã, sério. Todo mundo me olha estranho porque eu grunho! Eu hein. - Tagarelei, me sentando ao lado de Scorpius, em baixo de uma árvore. - Ai, bom dia.
- Bom dia, Juliet. - Ele respondeu, num tom de voz divertido. Sorri. - Qual é a boa? - Meu Deus, as vezes ele fala como um mano.
- Voltei a escrever. - Falei displescente, observando Scorpius engasgar com a própria saliva. Ri. - Que foi?
- Que dizer que... que nós vamos voltar? - Ele arfou, parecendo meio desesperado.
- Quem escuta parece que nós éramos namorados, Malfoy. - Comentei, recebendo um olhar impaciente. - Tá, desculpa. Mas você sabe muito bem que vocês não dependem de mim para voltar.
- Ooooh não... Claro que não. - Scorpius debochou. - A vocalista e compositora não é uma parte nem um pouco importante de uma banda. Pelo amor de Deus, Jones.
- Mentira. Você compõe também. E tem uma voz ótima, não reclama.
- É, ok. Mas uma voz feminina transmite muito mais emoção. E suas letras são particularmente emocionais. - Eu olhei para ele com uma expressão incrédula. - I'll hide my make-up smeared eyes, to show that I'm fine... - Tampei a boca dele com uma mão. Algumas pessoas olharam quando Scorpius começou a cantar. Ótimo, era só o que me faltava. A volta da Automatic Loveletter ia ser motivo de muita fofoca por essa escola. (n/a: Uma banda chamada Automatic Loveletter realmente existe. Quem escuta All Time Low, olha só, a vocalista é a menina que canta Remembering Sunday junto com o Alex)
- Tá, Scorpius. Nós voltamos. - Ele sorriu e nós levantamos, em rumo ao nosso café da manhã.

- Bom dia, Juliet. - Ouvi uma voz bem conhecida falar ao meu lado. Uma voz masculina e, uh, profunda.
Suspirei e sorri.
- Bom dia, Albus. - Sorri para ele, logo depois desviando minha atenção para o suco de abóbora a minha frente.
- E aí, cara? - Esse é Scorpius.
- Tudo bem, mate. - Albus respondeu, se acomodando entre eu e Socrpius na mesa da Grifinória.
Ergui meus olhos, me perdendo da conversa. Levei o lápis que segurava a minha boca, o mordendo levemente. As memórias passavam rápidas pela minha cabeça, me dando idéias e formando frases. Olhei para a janela imensa num canto. O sol machucou meus olhos. Talvez seja uma saída. Talvez seja uma resposta.
I look up to the sun, it only hurts my eyes, maybe it's the answer I've been wanting in disguise.
Escrevi na folha não mais branca, com uma estrofe e uma linha escrita. Suspirei.
- Eu olho para o sol, somente dói os meus olhos, talvez seja a resposta que eu estou querendo disfarçadamente...
- Droga, Socorpius! Eu já pedi quinhentas vezes: não é pra ler as minhas letras, caramba! - Me exaltei. Me exaltei mesmo! Qual é a dele? Desde que nós começamos a tocar juntos eu falo isso, nunca leia minha letras em voz alta. Mas ele não aprende.
- Tá, desculpa, Juliet. Mas é automático. As letras são as que me inspiram a fazer melodias! - Scorpius também parecia um pouco nervoso. Bufei, contrariada. Não é exatamente verdade. Ele já tinha feito a melodia pra essa música, sem ter a letra em si. Só o nome. The Answer.
The more you are with me, the more that I'm alone, I don't need the answer I already know.
- É ISSO! - Praticamente gritei, e todas as cabeças se viraram para mim. - Me passa o violão, Albus, por favor. - Pedi, e ele me entregou. - Scorp, escuta. - Ele virou a cabeça pra mim, curioso.
"I look up to the sun
It only hurts my eyes
Maybe it's the answer
I've been wanting in disguise
The more you are with me
The more that I'm alone
I don't need the answer I already know."

- Uau. - Albus sussurrou, e foi ai que me lembrei que estávamos no meio do Salão lotado. Ai Deus.
- Não acredito. - gemi, fechando os olhos.
E então a bomba explodiu em Hogwarts.

- VOCÊS VOLTARAM?
- JULIET, SCORPIUS, A AUTOMATIC LOVELETTER VAI VOLTAR A SE APRESENTAR?
- AAAAAAH, JONES! EU AMO O SEU CABELO!
- SCORPIUS! EU TE AAAAAAMO!
Ai meu Deus, ai meu Deus.
Me virei para Albus e escondi minha cabeça em seu peito. Ele ficou estático por um segundo, e depois me abraçou.
- Ei, Juliet... Calma. Se a Automatic ia voltar mesmo, isso ia acontecer uma hora ou outra. Você só... adiantou um pouco as coisas.
- Não, Albus, não é isso. Você sabe muito bem porque é que eu estou assim. - Apertei meu rosto contra ele e soltei um grito abafado. - Eu odeio receber mais atenção do que necessário. Normalmente quem fica com essa parte é o Scorpius.
- Eu ouvi! - Malfoy berrou, se sobrepondo a multidão que nos bombardeava de perguntas.
Certo, eu precisava dar um jeito nisso. Tirei os braços de Albus da minha volta e tomei fôlego.
- É VERDADE SIM, TÁ? AGORA CALEM A BOCA!
Graças a Deus, eles realmente calaram a boca.
- Srta. Jones! O que significa isso?
Oh, maravilha. A Professora Drew. Ela é, o que nós, alunos, chamamos, a "Professora Grifinória", corajosa, amiga e, óbvio, diretora da Grifinória. Muito simpática e sabe ponderar os erros dos alunos mas ela não atura gritos e palavras de baixo calão. E cala a boca estava incluso nisso. Portanto, eu quebrei as duas principais regras da Professora Drew. Ai Deus.
- Desculpe, professora. - Mordi o lábio inferior. Ela me olhou por dois segundo e depois sorriu. Se virou para o resto do salão, e falou, em voz alta:
-Vamos, crianças, circulando. Não quero ter que dar uma detenção a ninguém num sábado!
A multidão se dispersou tão rápido que eu achei que alguém tinha feito um feitiço ilusório.
- Obrigado, professora. - A professora deu as costas e Albus agradeceu, passando um braço pelo meu ombro. Eu irrigeci, minha coluna ficou reta, de um segundo para outro. Eu não ligava quando era eu quem dava a iniciativa para o contato físico, mas quando era Albus quem se aproximava, eu ficava assim. Nós tínhamos nossos momentos - Terceiro ano. Primeiro beijo. Intervalo do treino de quadribol. Só nos dois -, mas nada que fosse, uau, sério. Ok, nós dávamos uns amassos de vez em quando, pronto falei. Afinal, quem resiste? Ele é não é de se jogar fora. Aquele cabelo escuro que parece que nunca fica no lugar, apontando para todas as direções. Os olhos daquele verde esmeralda tão profundo que eu tinha as sensações mais clichês possíveis, quando olhava dentro deles. Albus não era exatamente o que eu chamava de bombado, mas tinha um corpo legal - Eu sei disso por causa das tardes em que eu, ele, Scorpius e Rose passamos na piscina da minha casa -, com um padrão leve de músculos na barriga e nos braços, sem contar que ele era, pelo menos, uns 30 centímetros mais alto que eu.
- Ei, July... - Albus em balançou delicadamente pelos ombros. Eu pisquei, voltando ao mundo real. Senti minhas bochechas ficando quentes quando notei o quão próximo de mim ele estava, nossos narizes praticamente se tocavam e eu sabia o que vinha por ai. Era assim: Nós não tínhamos nada sério, mas todos na escola sabiam que Juliet Jones e Albus Potter tinham uma amizade colorida. Nossos pais sabiam disso, caramba! Quantas vezes eu não pesquei o olhar que Ginny Potter me lançava, nas vezes em que eu e Albus ficávamos conversando no sofá da casa dele? Ou então quando o pai dele nos pegou esparramados no chão do quarto de Albus, com as mãos entrelaçadas, rostos próximos, conversando baixinho?
Eu senti o hálito quente de Albus tocar a minha bochecha e suspirei. Ele deu um meio sorriso satisfeito, e grudou delicadamente sua boca na minha.
Eu ouvi vagamente as reações em torno do salão - Como se eles não estivessem acostumados com os nossos momentos. Se bem que faziam quase três meses que eu não ficava com Albus.
Algumas garotas suspiraram, enquanto outras murmuravam baixinho, mau humoradas. Scorpius riu, debochado, soltando alguma piadinha maliciosa que eu não prestei atenção, fazendo algumas pessoas darem risadinhas.
Foi só o que eu consegui perceber antes que Al erguesse a mão esquerda e tocasse o meu cabelo, puxando a presilha que o prendia. Meu cabelo loiro caiu em cascata nos meu ombros e eu sorri contra os lábios dele, erguendo os braços e enlaçando o pescoço de Albus. Ele desencostou a boca da minha minimamente, só para encostar nossas testas. Eu abri os olhos e desviei o olhar do dele, me sentindo envergonhada, como todas as vezes em que ele me pegava de surpresa.
- Ora que beleza, o casalzinho ternura. - Alguém falou, e eu revirei os olhos, sabendo muito bem quem era. Nicolle Jackson, a loira oxigenada e a princesinha da Sonserina. Ela pegou no pé de Scorpius durante dois anos seguidos, implicando com o fato dele ter ido para a Grifinória, sendo uma desgraça para a família Malfoy - Rose tinha dado um belo empurrão nela, depois disso.
Eu sabia que ela tinha um tombo por todos os garotos bonitos daquela escola, incluindo, é claro, Albus e Scorpius.
Eu dei um sorriso debochado e tirei meus braços do pescoço Albus, depois de o beijar uma última vez. Eu vi o queixo de Nicolle se apertar enquanto eu me virava para ela, o braço de Albus ainda em volta da minha cintura.
- Desculpe. Falou comigo? - Desprezei, cruzando as pernas. A pirralha achava que eu me importava com ela. Eu tinha coisas mais importantes para prestar atenção, até parece que perderia meu tempo com uma garota de 14 anos que não tinha merda nenhuma melhor pra fazer.
Nicolle cerrou os olhos e seu rosto ficou vermelho de raiva. Obviamente, ela não tinha nenhum argumento, então virou as costas e saiu andando para a mesa da Sonserina.
Eu balancei a cabeça, descansando meu rosto na minha mão e meu braço se apoiava em minha coxa.
- Meu Deus, essa garota é insuportável! - Rose comentou, deslizando para o lado de Scorpius. Eu me virei para ela, sorrindo. - E vocês hein... - Ela começou, se debruçando pela mesa. - Podiam ser mais discretos, não?
Albus jogou a cabeça para trás, rindo alto. Eu mexi no meu cabelo, nervosa. Olhei para o garoto que gargalhava, do meu lado, e estendi a mão.
Ele me olhou, erguendo a sombrancelha.
- Meu prendedor, fazendo o favor. - Pedi, sorrindo divertida.
Albus deu aquele meio sorriso, o meu meio sorriso, e girou o prendedor prateado entre os dedos.
- Acho que vou guardar de lembrança.
Revirei os olhos.
- Por favor, nós nos vemos praticamente todo o dia, deixa de besteira. - Retruquei, esticando o braço para tirar o pequeno objeto da mão dele.
Eu sabia que Rose e Scorpius nos observavam sorrindo, do mesmo jeito que eu sentia os olhares de toda a mesa da Grifinória queimando em minhas costas.
- Ãh-ãh. - Ele negou, erguendo o prendedor. Eu sorri, enquanto mordia o lábio. Eu entendi o negócio dele, mas não ia cair nessa. Ia fazer uma ceninha desnecessária, mas eu teria meu prendedor de volta.
- Muito bem, Potter. Fique com o prendedor. - Me levantei, piscando para Rose, que deu uma risadinha, e peguei o meu violão. - Vejo vocês mais tarde. - Falei para ela e Scorpius. - E você - Baixei meu rosto até a altura do de Albus. - fique sabendo que isso - Apontei para a minha boca e depois para a dele. - não vai mais acontecer tão cedo. - Virei as costas sem prestar atenção na expressão de Albus, e ainda consegui ouvir a gargalhada alta de Rose e um "Ela é terrível!" vindo de uma outra garota.
Eu suspirei. Sim, eu era terrível. Tinha a minha fama, também, mesmo que boa parte dela não fosse verdade.
Muitas garotas não gostavam de mim por eu ter esse "rolo" com Al. Algumas diziam que eu me aproveitava, outras diziam que eu só o estava prendendo para poder tê-lo quando me convém. O que era uma besteira, porque Albus não ficava com outras garotas porque não queria. Tudo bem, ele também tinha a fama, mas a negava com tanta voracidade que não tem como acreditar, até porque Albus é reservado. Como o pai dele, alguém uma vez me disse.
Eu subi para o Salão Comunal, falei a senha para a Mulher Gorda e subi para o dormitório feminino do sexto ano, apoiei o violão no parapeito da janela e fui para o banheiro lavar o rosto. Fitei meu rosto no espelho e vi os pontos vermelhos nas minhas bochechas e os meus olhos claros brilhando. Era sempre assim. Sempre que eu tinha meus momentos com Albus, eu ficava assim, irreconhecível.
Passei a mão no rosto e toquei meus lábios. Suspirei, olhando para o teto. Não tinha uma única vez: Sempre que Albus inventava de me beijar, eu ficava desnorteada, nas nuvens, sem prestar atenção em nada em especial. Eu sentia o perfume dele impregnado na minha blusa branca, e o gosto dele na minha boca.
Minha mão voou para meu cabelo, e eu pensei na presilha. Acho que vou guardar de lembrança. Sei. Não era a primeira vez que ele pegava alguma coisa minha e não devolvia. Um par de brincos, uma pulseira peruana e agora, a presilha. Eu cheguei a perguntar para Scorpius se ele sabia o que Albus fazia com as minhas coisas, e ele me falou que as guardava. Numa caixinha.
Na época, pensei que fosse frescura, para me irritar, mas depois, quando nossos momentos se tornaram mais frequentes, eu comecei a pensar que ele realmente queria aquelas pequenas coisas para lembrança. Para não se esquecer de mim.
Pode parecer egocentrismo, mas por incrível que pareça, eu também tenho uma caixinha, pequena, de bijuteria, aonde eu guardo tudo que me lembra de Albus. Uma grande pedra - meio chata, mas do tamanho da palma da minha mão - verde esmeralda, do tom exato dos olhos dele, que eu achei no quintal da sua casa, no verão passado. Um vidro vazio de poção do morto-vivo - a primeira poção que eu e Albus fizemos juntos - e um bilhete que nós trocamos durante a última aula de poções, na semana passada. Eram abobrinhas, mas no final, durante uma brincadeira, eu escrevi: "Eu sei que você me ama", fazendo uma ironia com a série trouxa Gossip Girl, e ele respondeu com um olhar tão intenso que eu errei a dosagem da poção, criando uma grande explosão na masmorra.
- July?
Eu pulei, quase escorregando no chão do banheiro. Rose me observava da entrada do dormitório, sorrindo.
- Desculpe se te assustei. - Ela passou a mão nos cabelos ruivos e compridos.
Eu sorri.
- Não foi nada. Eu estava... Distraída. - Falei, caminhando até o meio do quarto.
Rose deu uma risadinha irônica.
- Ah, eu sei bem. Toda a vez que você e Albus resolvem dar demonstrações públicas de afeito, você fica assim.
Eu corei, sorrindo envergonhada. Rose se aproximou de mim, pegando minha mão.
- Última visita a Hogsmeade do ano, Jones. - Ela pulou, fingindo animação. - Vamos comprar muitos doces e azarar os gatinhos.
Joguei a cabeça para trás, gargalhando. Azarar os gatinhos?
- Que eu saiba, Weasley, você já tem os seus próprios pretendentes. - Cutuquei sua costela com o cotovelo, e Rose se esquivou.
Eu me referia, obviamente, a Scorpius e a Mark Gall, da Corvinal. Scorpius disfarçava inutilmente, mas Mark fazia questão de espalhar aos quatro cantos o quanto ele gostaria de ficar com Rose - E ela, coitado, não dava nem bola.
Rose me deu um tapinha no braço, correndo até o banheiro.
- Não invente de usar aquele jeans surrado, Jones! - Gritou, com a voz abafada.
Eu sorri, abrindo o meu armário e pegando aquele jeans surrado que eu tanto amava.



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N/A: Capítulo escrito a base de muito, muito, All Time Low, FTSK, Automatic Loveletter, Blessthefall e A Day To Remember. Minhas desculpas estão nos AVISOS, então não vou mais amolar :) JSIOANSIOASJ Espero sinceramente que gostem desse primeiro capítulo. Eu mexi um pouco na "personalidade provável" dos personagens, espero que tenha ficado decente.


Comentem!


Ana Rivera.

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