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19. A Festa - Parte 1/2


Fic: Apollyon 3 - Postado 19 12 2012


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Saudações Pessoal
O Capítulo está quase pronto. Acho que até a semana que vem eu posto.
Como eu não entendo quase nada de compras femininas, pedi a ajuda de duas escritoras para este capítulo. Clara Malfoy(Vermelho Sangue) e Maris (Revendo Conceitos).
Este pedaço, que publico agora, foram elas que escreveram, eu só disse o que gostaria e pedi que se divertissem escrevendo. Vocês irão notar diferenças do estilo do texto, que eu preferi deixar como me mandaram. Apenas... poli, um pouco.
Então, divirtam-se na leitura. E claro, espero que comentem, afinal, elas trabalharam pra valer nisso.
Deixo para ambas, o meu mais profundo agradecimento.

Hei! Elogiem o esforço das duas, ok??

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Sábado 9:05 hs – Numa loja de roupas em Londres

- Muito feio. – fala Sophia jogando uma peça de roupa num monte que já tinham descartado.
- Muito brega. – fala Gina jogando outra peça no mesmo monte.
- Muito sem-sal. – fala Sophia jogando outra peça.
- Cafona demais. – fala Gina jogando outra peça.
- Sem graça. – fala Sophia jogando outra peça.
- Cruzes!!! – fala Gina jogando outra peça. – Parece com as roupas da tia Muriel.
- Muito anos 60!! – fala Sophia jogando outra peça.
- Caramba!! – exclama Gina séria. – Alguém usa isso?? – pergunta ela jogando outra peça no monte.
- Olha, quem sabe se vocês me deixarem escolher, não ficaria mais fácil? – pergunta Hermione séria vendo as duas “atacarem” as roupas da loja como se fossem dois tratores empurrando carros num congestionamento.
- Querida, uma coisa temos que admitir. – fala Sophia séria a olhando preocupada.
- O que? – pergunta Hermione séria.
- Você é péssima para escolher roupas. – fala Gina sorrindo. – Continue sentada aí que nós acharemos algo lindo para você!!
- Sim, mas eu queria... – tenta falar Hermione mas Sophia a corta rapidamente.
- Fique calma, Hermione. – fala Sophia atacando outra seção de roupas e jogando peças para todos os lados. – Acharemos algo que seja ‘insinuante’.
- Sim. Mas caramba como está difícil achar algo aqui! – fala Gina séria. – Aliás, Hermione, eu faço questão de pagar sua roupa.
- Não se preocupe. – fala Sophia. – Essa eu pago.
- Não se preocupem, vocês duas. – fala Hermione sorrindo e mostrando o cartão de crédito de Gabriel. – O Gabriel me entregou seu cartão de Crédito e mandou eu me divertir!
- Não acredito. – fala Gina sorrindo e pegando-o da mão de Hermione. – Uau!!! Sophia!! Cartão sem limite de gasto!!!
- Tá brincando? – pergunta Sophia rindo baixinho.
- Tô falando sério! Olha só! – fala Gina rindo e mostrando o cartão para Sophia. – Ele está a fim de ver você bonita mesmo!!!
- Muito bem! – fala Sophia pensativa. – Não adianta. Nessa lojas de Londres não vamos achar nada. Sei de um lugar que é ótimo para compras!
- Estamos esperando o que? – pergunta Gina rindo baixinho ao devolver o cartão para Hermione.
- Todas prontas? Então vamos! – fala Sophia pegando na mão das duas e aparatando dali.
- Onde estamos? – pergunta Hermione curiosa com a mudança de local.
- Paris. A Capital Mundial da Moda. Primeira parada, loja de roupas! – fala Sophia animada, puxando as duas pela rua movimentada e chuvosa daquele dia em Paris.
Sophia guiou-as, passando por várias vitrines coloridas e chamativas. Até que chegaram na maior loja e menos movimentada dali.
- Mas são poucos fregueses! – fala Hermione, em dúvida se entrava ou não. – Não sei se vale a pena.
- É porque é caro aqui. De alta qualidade! – fala Sophia, sorrindo ainda mais. – Concorda comigo que aqui é melhor, Gina?
- Sem sombra de dúvida! – fala Gina divertida.
Hermione olhou de lado desconfiada para as duas.
- Olha, eu não sei não... – fala Hermione, mas é cortada por Sophia.
- Hermione, tudo o que você tem de fazer hoje é nos obedecer. Faça isso, relaxe e divirta-se! – fala Sophia sem parar de sorrir. – Vem. – disse puxando Hermione para dentro.
- Isso não vai dar certo... – comenta Hermione, praticamente sendo arrastada para dentro da loja.
- Só confie em nós, Mione. – fala Gina, seguindo Sophia animadamente.
Uma funcionária vai até Sophia e a cumprimenta em francês, que nem Gina e nem Hermione entendem. Sophia responde com um francês perfeito, fazendo leves gestos com as mãos. A funcionária sorri e as leva até o segundo andar. Sophia sorriu e chamou as duas com a mão, fazendo com que a acompanhassem.
- Primeiro, roupas mais ousadas para Hermione. – fala Sophia calmamente, pegando algumas peças de roupas no cabide. A funcionária foi até elas e lhes entregou um cesto. – Hermione, você fica quietinha que eu Gina escolheremos suas roupas.
- Tudo bem. – fala Hermione, derrotada, recuando alguns passos e se sentando emburrada.
- Depois de olharmos as roupas, podemos ver com que vestido você vai à festa, Hermione. – comenta Gina também colocando algumas peças no cesto. – Garanto que nem sua mãe vai te reconhecer!
- E isso é bom? – pergunta Hermione desconfiada.
- Depende do seu ponto de vista. – fala Sophia, tirando alguns cabides e observando as roupas. – Gabriel, quando te ver, não vai te soltar mais.
- Quer dizer que eu sou feia? – pergunta Hermione cansada.
- Não! Só que seu visual pode ser... melhorado! – responde Gina rindo enquanto se dirige para outra estante de roupas. – Devo admitir Sophia que aqui é mil vezes melhor que Londres! – fala Gina sorrindo.
- O que esperava? Estamos em Paris! – comenta Sophia medindo uma roupa em si. – O que acham? – pergunta se virando para que as duas pudessem ver.
- Não tem vermelho? – pergunta Gina.
- Não gosto muito de vermelho. Me lembra de sangue. Eu particularmente prefiro preto. – responde Sophia voltando a olhar a roupa.
- Bonito. – fala Gina voltando a olhar as roupas na sua frente e separando mais algumas enquanto colocava no cesto.
Hermione vai até uma estante e olha algumas roupas. Não sabia escolher roupas daquele tipo. Sempre haviam sido mais comportadas que aquelas.
- Aqui. – fala Sophia caminhando até Hermione e entregando a ela o cesto completamente lotado de roupas. - Experimente todas.
- Lá vou eu... – fala Hermione baixinho, se dirigindo para os provadores. Gina e Sophia a seguiram, sorrindo abertamente.
Ficaram próximas ao provador e observavam enquanto Hermione provava roupa por roupa. Cada uma dava sua opinião e separavam as que não levariam. Quando Hermione mostrava suas roupas nada certinhas, Sophia e Gina batiam palmas. Hermione fazia caras e bocas diferentes para cada tipo de roupa.
Depois de vinte minutos só para experimentar as roupas, Sophia entrega as roupas escolhidas para a funcionária e fala mais alguma coisa em francês. A funcionária novamente afirmou com a cabeça e as guiou até o terceiro andar. Por toda a extensão da parede, haviam vestidos de festas de todos os tipos e tamanhos.
- Agora... o vestido para a festa, Hermione. – fala Sophia sorrindo calmamente. – Uma das partes mais difíceis, pra dizer a verdade.
- Mas, a mais interessante! – fala Gina sorridente, caminhando até ficar ao lado de Sophia, de frente para Hermione. – O que você acha que podemos fazê-la usar, Sophia?
- Não sei... Que tal algo mais elegante? – pergunta Sophia, observando Hermione de cima à baixo, assim como Gina. – Um vestido longo?
- Seria muito simples. Algo mais... insinuante, o que acha? – pergunta Gina avaliando o corpo de Hermione.
- Vocês duas estão me assustando! – fala Hermione preocupada com os sorrisos das duas.
- Vamos ver o que achamos! – fala Sophia sorrindo, seguindo para a estante repleta de vestidos. Ela e Gina começaram a olhar um por um, enquanto Hermione ficava mais afastada, esperando preocupada.
- Preto ou vinho? – pergunta Gina, sem tirar os olhos dos vestidos.
- Preto é mais sensual. – responde Sophia, puxando brevemente um vestido para vê-lo melhor, mas depois o colocou de volta.
- Comprido ou curto? – pergunta Gina, olhando de cima à baixo um vestido.
- Depende dele. Hermione ficaria bem com qualquer um.
- Que tal esse aqui? – fala Gina, retirando o cabide do vestido do cano e o mostrando para Sophia.
- Perfeito! – fala Sophia boquiaberta. Pegou o pano de vestido e olhou detalhadamente. Virou-se para Hermione e o mostrou, sorrindo radiante.
- Ai, meu Merlin... É muito curto! – fala Hermione baixinho só para si, observando o vestido.
- Experimente. – fala Gina sorrindo. – Vai ficar ótimo em você!
- Não sei... Ele não é muito... curto? – pergunta Hermione em voz alta.
- Ele é perfeito. Vista-o e nos mostre. – interrompe Sophia séria, estendendo o vestido para Hermione.
Hermione observa novamente o vestido e depois para as duas, que a olhavam impacientes. Balançou a cabeça e foi até elas, pegando o vestido das mãos de Sophia. Sophia e Gina sorriram e a seguiram até o vestiário.
Esperaram pacientemente que Hermione se vestisse e logo ela sai. Sophia e Gina começaram a bater palmas.
- É esse! – fala Gina animada.
- Sem dúvida! – concorda Sophia sorrindo.
- Gabriel vai pirar. – comenta Hermione rindo.
- É essa a intenção, queria! – fala Sophia divertida. – Leve-o a loucura!
- Então está bem. Estou confiando em vocês, hein? – fala Hermione voltando para o vestiário.
- Pode confiar! – fala Gina sincera. – Agora, vamos dar uma renovada em seu guarda roupas do dia a dia.
- Hein? – pergunta Hermione surpresa.
- Querida. Vamos renovar seu guarda-roupas. Aproveite o cartão de Gabriel! – fala Sophia sorrindo ao observar ela se trocar novamente. Logo a seguir, a puxaram para outras seções da loja e por muito tempo, apenas escolheram roupas, bolsas, sapatos e demais acessórios.
Não tiveram nenhum problema para efetuarem o pagamento. Bastou mostrar o cartão de crédito de Gabriel e segundos depois Sophia e Gina saíram com muitas sacolas de compras. Hermione olhou para o valor da compra e arregalou os olhos.
“Mérlin! Vou levar Gabriel a falência!” – pensa ela divertida.
- Bem, vamos fazer um lanche. – fala Sophia sorrindo após receberem as sacolas. – Depois temos um lugar para irmos.
- Onde? – pergunta Gina curiosa com a mudança de programa. – Achei que iríamos apenas fazer compras.
- Não. – fala Sophia olhando Hermione a distância. – Precisamos dar um jeito no visual dela.
- Bom. Nisso eu concordo. Ela está bem... acabada! – fala Gina ainda sorrindo quando Hermione se aproxima delas.
Instantes depois estavam em uma lanchonete, descansando os pés e pedindo um suco.
-Nossa cansei!!! Nunca imaginei que te arrumar decentemente fosse tão difícil Hermione!- disse Sophia divertida.
- O que você quer dizer com isso? – perguntou Hermione chocada
- Que você não sabe se vestir como uma mulher Mione. Simples assim – responde Gina divertida.
- Mas... – tentou Hermione.
- Sem mas, Hermione. Vamos que já estamos atrasadas – fala Sophia séria.
- Atrasada para que? – perguntou Hermione curiosa. - Não íamos apenas comprar roupas?
- Eu te prometi um visual completo não foi? – pergunta Sophia. Hermione apenas balançou a cabeça concordando. - Então, vamos dar um trato agora no seu visual querida!
- E para onde vamos? - pergunta Hermione.
- Você saberá. – fala Sophia divertida enquanto chamava um táxi.- É aqui perto, mas estamos cheias de bolsas. Achei melhor não aparatarmos. Vai que umas das suas roupas para hoje bem mais à noite se perde? – pergunta Sophia divertida e Gina rindo enquanto Hermione ficava completamente vermelha.
Meia hora depois, estavam segundo Sophia, na entrada do “paraíso”.
- Bem vinda ao Sunset SPA querida! É o segundo melhor lugar para relaxar do mundo!!! – exclama Sophia enquanto se dirigiam á recepção do local.
- E qual o primeiro, Sophia? – pergunta Gina.
- Minha cabana, é claro. Quem sabe um dia eu não te empresto para ir lá com Draco? – pergunta Sophia piscando para Gina e as três caíram na gargalhada.
Após entrarem num ambiente extremamente luxuoso, Sophia ficou durante algum tempo conversando com a mulher que as recepcionou.
- Deixe-me apresentar á vocês. Esta é Claire Dejion, dona deste paraíso na terra. Ela é um encanto! Estava me falando que quase não nos consegue os melhores profissionais, só porque eu liguei ontem.Como se isso fosse possível, ela é um doce! – fala Sophia sorrindo.
- Você está brincando? Temos uma lista de espera de três meses. – disse Claire divertida - Mas o que eu não faço por você, minha linda? Só por que é minha cliente mais importante. E eu vou ciceronear vocês. Agora me acompanhem.
Enquanto andavam em direção á sala onde começariam o tratamento, Claire as informava como era o funcionamento do SPA.
- Como o tempo de vocês é curto. Eu sugeri à Sophia que fizessem uma espécie de Day SPA. Vocês vão agora para a nossa sala de ritual de boas vindas.
- O que é isso? - pergunta Hermione curiosa.
- Vocês vão receber durante uma hora uma massagem relaxante. Cada sala é preparada de acordo com a personalidade da cliente. Sophia me passou um resumo da personalidade de vocês. – explica Claire sorrindo. – Venham.
A primeira sala era a do elemento terra. Havia pedras vulcânicas por toda sala. Em cada canto havia uma pedra aquecida que exalava vapor e um aroma de lavanda que fazia relaxar. Hermione foi convidada em deitar em uma grande pedra enquanto a massagista massageava o seu corpo com argila.
A segunda sala preparada para Gina era a do elemento água. Gina teve a sensação que estava dentro do mar. As paredes eram na verdade grandes aquários e havia fontes espalhadas por todo local. Gina foi convidada a deitar em um colchão dágua enquanto a massagista espalhava água do mar em seu corpo.
A terceira sala era reservada para Sophia. A sala era do elemento fogo. Era pintada de vermelho e altamente aquecida. Parecia uma sauna com vapor subindo de todos os cantos. Como sempre a massagista iniciou sua massagem com uma pedra aquecida.
Uma hora depois, as três saíram de suas salas reservadas altamente revigoradas.
- Agora vou encaminhar vocês três para fazerem a Máscara Corporal de Amêndoas para nutrir e hidratar a pele de vocês. Para isso após a máscara vocês vão para uma sessão de sauna úmida – fala Claire as guiando.
- Sophia! - chama Hermione baixinho, depois da máscara corporal, enquanto já estavam deitadas na sauna.
- Hummmm. O que foi, Hermione? – pergunta Sophia quase dormindo. Sempre aproveitava suas idas ao SPA para aproveitar ao máximo.
- Eu sei que parece ridículo, mas ... – fala Hermione e pára.
- O que foi Hermione? – pergunta Sophia abrindo os olhos e virando o corpo para encarar a morena.
- Quanto custa isso tudo aqui? - pergunta Hermione preocupada.
- E o que isso importa Hermione? Você não está gostando? – pergunta Sophia preocupada.
- Eu estou adorando, mas... – tenta continuar falando mas Sophia a interrompe.
- Mas nada Hermione. Ele não lhe disse para se divertir nas compras? Tudo tem o seu preço! - responde Sophia séria - E sem crises existenciais, por favor. Afinal, é o cartão dele. E meu pai me contou que ele tem muito mais dinheiro do que vocês sonham, então, relaxe e aproveite. Se você estiver linda, ele não vai ligar se comprar a Torre Eifell também e a levar na bolsa. - fala Sophia rindo baixinho e encerrando a discussão.
Após o banho (que também foi de amêndoas) as três mulheres foram almoçar.
- Nossa, estou faminta. – fala Sophia
- Aquele suco não adiantou de quase nada. – concorda Gina.
- E precisamos nos alimentar, a festa hoje promete. - completa Hermione corando.
- Com as roupas que você comprou querida! Com certeza! Sua noite vai ser muito boa!!!!- fala Sophia gargalhando
- Vai pegar o Gabriel no jeito, hein Mione? – pergunta Gina rindo. - Eu também estou precisando pegar o Draco de jeito. Ele me enlouquece às vezes! Mesmo ele tendo mudado, a personalidade dele ainda é muito forte!
- Forte? A personalidade do Draco é nada se for comparada à do Gabriel. Ele sim, me enlouquece Gina. Ele é tão bobo às vezes! Ele parece não entender de muitas coisas óbvias! E você Sophia? O Harry te enlouquece? – pergunta Hermione curiosa.
- Vocês estão doidas? – pergunta Sophia soltando uma gargalhada. - Aquele ali já está sob meu controle!! Trago ele aqui ó. – fala Sophia apontando para palma da mão. As três mulheres gargalharam.
- Você precisa nos ensinar esta tática de Guerra, Predadora. - fala Hermione entre as gargalhadas.
Após o almoço foram encaminhadas para mais uma sessão de massagem, dessa vez revigorante.
- Vejo que estão prontas para irem ao nosso Centro de Beleza e Estética agora. Venham, vou levá-las até lá. – fala Claire com um sorriso enquanto as guiava até uma sala onde uma música relaxante tocava baixinho.
- Este é Pierre Lácome, nosso melhor cabeleireiro, e um dos melhores de toda a Europa. – fala Claire apresentando o cabeleireiro á Hermione e Gina.
- Ohh Mon Chérie!! Quanto tempo! – fala Pierre com uma voz um tanto...”afetada”, abraçando a Sophia. - Você é uma menininha muito má. Você vem ao SPA e não vem aqui para fofocarmos!
- Oh mon amour! Pardon!! Ando completamente sem tempo. Não estou lhe traindo com outro cabelereiro, mon amour! Veja meu cabelo como está! - fala Sophia apontando para o cabelo – Um lixo.
- Argh – Pierre fez cara de nojo enquanto tocava nos cabelos de Sophia. – Que horror esse seu cabelo Sophia! Mon Dieu! O que fez com ele? Foi para uma guerra??? Que trabalho que vai dar!!
Gina e Hermione seguravam uma risada. Aquele diálogo entre os dois estava, sem dúvida alguma, hilária.
A risada sufocada das meninas não passou despercebida por Pierre.
- Oh, mas o que temos aqui? Duas jovens adoráveis. – fala Pierre com um sorriso falso no rosto.
- Essas são minhas amigas, Pierre! – fala Sophia com um sorriso – Gina e Hermione.
- Prazer!!!Que prazer!!! Sentem! Sentem!! Sentem!!!Então o que querem que eu faça por vocês? – pergunta Pierre sorrindo enquanto olhava para o cabelo de Hermione e sentia um arrepio nos braços.
- Queremos transformação total do visual dela! – fala Sophia apontando para Hermione. – Quero que faça aquela “mágica” que só você sabe. Quero o cabelo dela lindo.
- Você quer dizer um milagre Mon Chérie? – pergunta Pierre enquanto se aproximava de Hermione e olhava para seu cabelo com cara de nojo. Toca no cabelo e recua rapidamente, demonstrando estar assustado.
- Cette affreuse cheveux! Mon Dieu!! Elle a été de un balai? – pergunta Pierre enquanto olhava o cabelo de longe.
- Non. Il est même. – fala Sophia rindo. - Vous pouvez l'aider?
- Hannn.... Sophia? - chama Hermione. - Dá para traduzir o que você é o ...- Hermione pensou no que ia falar.- ...o “rapaz alegre” aí estão falando de mim?
- Pierre? – chama Sophia olhando na direção dele, como que pedindo o consentimento de Pierre, este que por sua vez estava com uma das mãos no queixo apenas balançou os ombros como se dissesse: não me importo se ela souber! – Ele disse que seu cabelo está um horror e me perguntou se você o arrancou de uma vassoura. – fala Sophia segurando-se para não gargalhar.
- E o que você respondeu? - Hermione pergunta entre os dentes e encarando Pierre que sorria.
- Que não! Que era seu mesmo e perguntei se ele pode ajudar. – responde Sophia sorrindo.
- Você pode me fazer um favor Sophia? – pergunta Hermione estreitando os olhos e encarando Pierre furiosamente.
- É claro. – responde Sophia vendo o olhar divertido de Pierre e o olhar duro de Hermione.
- Conte a esse...”rapaz alegre”... o que eu fiz com o último que ficou de gracinha com a minha cara por favor? Conte a ele sobre Joseph. - fala Hermione com a cara mais inocente que tinha. - E Sophia? ..em francês por favor!
Gina e Hermione se seguravam para não gargalhar da cara de assustada que Pierre fazia à medida que Sophia lhe contava o que fizeram com Joseph.
- Mon amour!! - fala Pierre indo em direção de Hermione, assim que terminou de ouvir sobre “onde” Joseph descansava agora. – Vou lhe deixar encantadora.
- É o que eu espero. – fala Hermione séria. – Por que se acha que eu sou assustadora, espere até conhecer meu noivo.
Após mais três horas no Centro de Beleza e estética que incluiu hidratação nos cabelos das três, corte no cabelo da Gina, uma revisada no cabelo da Sophia, pés e mãos das três e maquiagem, as mulheres se despediram de Claire.
- Voltem sempre! Vocês precisam experimentar a nossa técnica para casais. Tragam seus namorados!! – fala Claire sorrindo felicíssima, sua conta bancária engordara bastante naquela tarde.
- Bem, acho que convenço o Draco a virmos juntos. – fala Gina pensativa.
- Eu posso convencer o Harry. – fala Sophia. – E você, Hermione?
- Nem vou perder meu tempo. – fala Hermione sorrindo. – Gabriel prefere limpar suas armas do que vir a um lugar desses. A menos que eu minta para ele dizendo que isso é uma base de comensais.
- Por favor, não faça isso. – pede Sophia séria. – Ele destruiria esse local, assim que visse Pierre! Com certeza ele consideraria Pierre um inimigo. Ainda mais se Pierre pedisse que ele cortasse o cabelo dele!! – termina gargalhando junto com Gina e Hermione.
Em seguida aparataram até a casa de Hermione, e começaram a se arrumar para a festa que começaria em menos de duas horas. Sophia foi para a mansão verificar se tudo estava pronto, enquanto Gina e Hermione continuaram os preparativos.

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Saudações, Pessoal.
Como me desculpar pelo atraso, dessa vez?
Devo contar as dezenas de problemas que tive? Não, vocês não acreditariam.
Devo falar que tenho dormido depois da 1 da manhã por dias seguidos?
Devo fazer o que, então?
Bem, eu peço desculpas pelo atraso.
Não foi de forma alguma intencional.
Simplesmente aconteceu.
De qualquer forma, são 60 páginas. Novo recorde. Mas adianto que os capítulos gigantes acabaram. No próximo cap eles voltam ao normal. 20-22 páginas.
Perdi, definitivamente, a confiança no hotmail.
Não adianta insistir. A cada 10 dias, certo como um relógio, ele detona meus contatos. Pra mim chega. Estou fora dessa droga.
Estou disponibilizando um E-mail diferente. ficsclaudio@gmail.com
Caso você queira ser avisado quando eu postar, favor enviar um e-mail para este endereço: ficsclaudio@gmail.com .Só vou avisar aqueles que mandarem um email pedindo por isso.
Não tentem add no msn. Só será usado para avisar vocês. Estarei usando um programa chamado de Thunderbird. Um gerenciador de e-mails que me permite montar grupos de contatos.
Respondi aos coments. A todos eles. Estão lá embaixo.
O Capítulo seria postado na quinta a noite, mas infelizmente a Floreios está com crepe e daí já viram, né!!

Gostaria de pedir alguns votos, e claro, comentários. Se vos agradar, por favor, façam.
Convidem seus amigos, e quem sabe, consigamos ficar entre as 20.
O próximo capítulo trará algumas surpresas.
Nem todas agradáveis. A situação tende a piorar, cada vez mais. A paz e a tranqüilidade estão acabando.
É hora de cada um tomar sua posição e pegar em armas.
As mortes e os combates irão se intensificar, em breve.

Para os que não sabem, estou postando outra fic, chamada de Renascido do Inferno. Gostaria de umas visitas por lá e alguns comentários.

Deixo aqui, mais uma vez, meus agradecimentos a Clara Malfoy e a Maris. Obrigado a ambas! O Gabriel ia mandar um beijo, mas a Hermione anda de olho, então a Cortadora de Almas fez isso por ele.

Boa Leitura! Divirtam-se e comentem!
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Início do Capítulo. (Da parte escrita por mim.)
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Sábado 12:50 hs – Local ignorado – Residência temporária de NumZiel

“Problemas!” – pensou NumZiel preocupada enquanto observava o pouso da pequena ave que lhe trazia uma mensagem de seu segundo em comando, Taskiel. - “Sempre Problemas!” – pensa ela enquanto abre o pergaminho e começa a ler as últimas notícias.
“Saudações. Segundo nossas últimas informações, Tom conseguiu reforços poderosos o suficiente para encerrar a guerra e conseguir o poder em definitivo. Consegui ouvir alguns comentários diretamente dele. Aparentemente Gabriel não será uma ameaça a ser levada em conta por muito tempo. Desnecessário dizer que isto afetará todos os seus planos com relação a ele. Convém ficar alerta. Notícias chegadas de casa com o último transporte indicam que nosso“Mestre” tem aumentado os esforços para eliminar seus inimigos. No entanto, os Rebeldes parecem estar imbuídos de mais coragem e ousadia. Fala-se, discretamente é claro e em segredo total, que os Rebeldes parecem estar se preparando para uma guerra total. A repressão aos Rebeldes ficou a cargo de General Khan Djiel. Comandante Supremo dos Exércitos do Mestre. Como pode imaginar, foi um banho de sangue. Ele usou inclusive os Assassinos das Sombras. A base principal dos Rebeldes foi devastada, mas não pegaram nenhum deles vivos. Os Rebeldes tornaram-se mais ousados, porém, carecem de liderança eficaz. Pode ser um bom momento para uma rebelião nossa, caso contemos com o apoio incondicional de Gabriel. E claro, com o poder dele. No entanto, não creio que ele sobreviva ao novo aliado de Tom. Fique atenta. Convém manter-se nas sombras! É provável que todos os membros de nossa raça sejam em breve chamados para reforçar os Exércitos de Tom, caso seja necessário. Coloquei nosso Plano de Emergência em ação e transferimos todas as crianças e alguns adultos para o local planejado. Estarão em segurança, caso o pior aconteça. A liberdade de nossa espécie é a prioridade.. Informo ainda que um dos Assassinos das Sombras está em nossa base, sob nosso comando. Tem alguma ordem para ele? Sempre fiel, Taskiel”
“Droga! Os Rebeldes ficaram quietos por séculos! Por que agora resolveram atacar? Será vantajoso para nós, uma traição ao ‘Mestre’? Não. Sem o poder e o apoio de Gabriel, não. Seríamos exterminados em pouco tempo. Mas se ele nos apoiasse...! Quanto poder! Como ele é idiota!! Por que ele não mata o Tom diretamente?? Por que ele não assume o comando desse mundo?? Poder para isso ele tem! Coragem também!! Por que é que ele fica deixando ‘inferiores’ o atrapalhar??”
– pensa NumZiel cansada.
“Pensei, em virtude das últimas notícias, que o romance dele com a tal de Hermione tivesse acabado em definitivo!!” – pensa NumZiel olhando para alguns exemplares do Jovens Bruxinhas. – “Afinal, depois do beijo que ele deu naquela loira...!” – pensa NumZiel balançando a cabeça.
“Ou depois do que mais apareceu publicado sobre a companheira dele!” – pensa NumZiel olhando para o Jornal onde Joseph aparecia de mãos dadas com Hermione. – “Mas sinto que isso não foi o suficiente. Acho que só a morte pode encerrar este ‘relacionamento’. Bem, eu PRECISO DE GABRIEL VIVO! Portanto, a companheira dele terá que morrer! Agora, como fazer isso sem levantar as suspeitas para mim??” – pergunta-se NumZiel.
“O problema maior é... como conseguir a confiança de Gabriel em mim?? Preciso de um plano!” – pensa NumZiel preocupada.
Depois de alguns minutos pensativa, sorriu satisfeita. Acabara de ter uma idéia. Pegou um pergaminho e escreveu uma mensagem para Taskiel. Era sucinta e direta. Ele entenderia. O plano seria posto em ação brevemente. Aquilo garantiria a confiança de Gabriel nela.
“E poderei eliminar Hermione, discretamente, usando o Assassino das Sombras. E se eu colocar a culpa no“Mestre” melhor ainda!! Afinal, se Gabriel o odiar como o responsável pela morte de Hermione, bem... nada o deteria! E depois que ele eliminar o “Mestre”, poderei tê-lo ao meu lado. E quatro mundos serão comandados por ele, e, claro, comigo, puxando as cordinhas dele!!” – pensa NumZiel sorrindo ao ver a ave decolar com a mensagem presa em sua perna.
“Bem, hora de começar a me arrumar para ir para a festa! Afinal, fui convidada!” – pensa NumZiel despindo-se e entrando no chuveiro enquanto pensava se seria uma boa idéia tentar uma aproximação com Gabriel na festa dessa noite. – “Melhor não. Vou ficar distante. É melhor analisar a situação com calma antes de agir. O ‘Prêmio’ é imenso, mas o ‘risco’ também! Melhor ir com cuidado. Ficarei bem longe dele, ao menos por enquanto.” .
Após o banho, olha-se no espelho. Sua ‘nova aparência’ a permitia se passar por uma humana. Os feitiços e poções que tomara por dias seguidos tinham lhe permitido manter aquela forma estável. Os papéis conseguidos por Taskiel lhe permitiam se passar por estudante. Seu corpo jovem não deixaria suspeitas. Só não gostou da cor do cabelo. Passara os últimos dias estudando o que os demais alunos estudavam. Apenas para “entrar no papel”!
Sabia que por mais aguçados que fossem os sentidos de Ewolin ou de Gabriel, ela poderia se passar por humana. Já tinha caminhado entre os humanos e não fora reconhecida, nem mesmo pelos Aurores, com os quais conversara.
“Os humanos são tão fáceis de enganar e de se manipular!” – pensa NumZiel satisfeita ao terminar de se secar. – “Eu tenho 26.000 anos, pela contagem de tempo deles, e eles ainda são tão facilmente enganados! Ainda pensam da mesma forma. Com os mesmos desejos. Poder, Cobiça, Prazeres! São todos iguais!”
“Embora... Gabriel pareça estar acima disso. Por algum motivo ele não se interessa por nada disso. Ele parece estar atrás de vingança. Somente isso. Parece que sua vida se resume em uma busca sem fim por vingança. Bem... Eu é que não quero o ter como inimigo pessoal”.– pensa NumZiel secando os cabelos.
“E ele me protegeu, mais de uma vez. E me pediu para não lutar com ele. Somos inimigos! Já tentei matá-lo antes. Embora, sem querer, é claro! E mesmo assim... ele nunca me atacou. Será que ele sente o mesmo que eu? Será que ele sente que nossos destinos parecem estar ligados, para todo o sempre?? Será que ele também sente o que eu sinto?” – pergunta-se NumZiel terminando de arrumar o cabelo.
“Que coisa estranha. Tenho sonhado com ele. Isso nunca me aconteceu antes. Sonhar com um macho. Nem com os de minha espécie!! E agora, por várias noites seguidas, tenho sonhado com ele. E não são sonhos ‘inocentes’!” – pensa NumZiel sorrindo envergonhada de seus próprios pensamentos. – “Será que é isso que se chama... amor?? Não acredito nisso! Logo eu, que sempre tive todos os machos que quis, a meus pés! Eu, que nunca fui rejeitada! Amor?? Impossível!!”
“Será que ele entende o conceito de vida eterna?? Será que ele não percebe o quanto poderia conseguir, se fosse meu consorte??” – pergunta-se NumZiel triste olhando para o espelho do banheiro. – “Já lhe propus tudo isso e ele desprezou meu oferecimento, como se nada significasse! Trocou minha oferta por um ‘amor’ pela tal de Hermione!” – pensa NumZiel furiosa socando e destruindo o espelho do banheiro com força e ódio.
“Você ainda não entendeu, Gabriel??? Não entendeu seu lugar neste jogo?? Você entenderá em breve! Eu farei você entender!! Você será meu Rei! E eu serei sua Rainha! Assim como você, eu não me importo em matar para atingir meus objetivos!! E quanto a sua ‘companheira’, bem... ela vai morrer! Isso é algo que já está decidido!! Ela não vai atrapalhar meus planos. Ela deixará de ser um incômodo em breve, muito em breve.” – pensa NumZiel furiosa ao limpar o sangue de sua mão com um feitiço e com outro consertou o espelho do banheiro. – “Você será meu, Gabriel!! E nossos filhos dominarão tudo!! Nossos filhos...Nossa Dinastia para sempre vai dominar!!”

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Sábado 12:53 hs – Local Ignorado. – Residência temporária de Aradia

Aradia estava curiosa. Tinha acabado de ver a última das memórias de Dumbledore sobre Gabriel. À sua frente, dezenas de jornais que retratavam o que Gabriel tinha feito no último ano.
“Tem algo errado com este garoto!” – pensa Aradia séria. – “Algo muito errado!”
Não conseguia acreditar no que as memórias de Dumbledore tinham lhe mostrado. Muito menos no que tinha lido sobre ele. Aquilo não fazia qualquer sentido.
“Ninguém sobreviveria a isso!” – pensa Aradia lembrando-se dos ferimentos que Gabriel já tinha sofrido antes.
“Ninguém encara um dragão sem magia!! Ninguém sobreviveria a tortura que lhe aplicaram! É impossível!! De onde ele tira a vontade para continuar a lutar?” – pergunta-se Aradia olhando para os jornais a sua frente. – “Por que motivo ele ainda teima em lutar?? O que lhe dá forças para levantar da cama pela manhã e voltar a lutar?? O que ele deseja tanto??”
Lembrou-se de que tentou encontrar referências com relação a vida pregressa de Gabriel mas nada encontrara com Dumbledore. Nem nos jornais. Nem em lugar algum.
“Pedi a todos os que eu conheço. Nada! Ninguém o conhece! Ele, simplesmente, não existe!!” – pensa Aradia irritada. – “Não existe referência aos pais! Nem aos avós! Nada!!! Ele é, simplesmente, um fantasma!”
Analisou as descobertas de Dumbledore. Os dados conseguidos eram, obviamente, deturpados.
“Tudo sobre o passado dele parece ter sido ‘fabricado’!” – pensa Aradia analisando uma cópia da ficha de inscrição de Gabriel em Hogwarts. – “E todos os locais onde ele morou, digamos assim, foram, misteriosamente destruídos! Suspeito! Muito suspeito! Dumbledore acha que é azar, mas eu acho outra coisa!”
“A forma como ele luta! Isso... eu nunca vi! A maneira como ele lutou com Dumbledore. Ele parecia estar se contendo a todo custo! Ou a forma como ele executou Belatriz!! Como ele teve a coragem de usar um Cântico de Extermínio?? Eu nunca usei isso!! Nem mesmo contra Merlin!! E ele... nem se importou!!” – pensa Arádia preocupada. – “Ele simplesmente não se importa em como lutar, desde que vença! Não se importa em se ferir, como se buscasse a todo custo a própria morte! Mas por que??”
“Bem, terei que conseguir respostas diretamente com ele.” – pensa Aradia enquanto lembrava de tudo o que havia descoberto sobre o ‘envolvimento’ dele com Hermione.
“Não quero este...’moleque’ junto com minha filha!” – pensa ela decidida. – “Mas não quero mesmo! Ela não deve se submeter a homem algum! Ela deve ser, como eu, livre! Nem que eu precise ‘dar um jeito’ neste moleque! Afinal, separar o romance deles não deve ser tão difícil!” – pensa ela sorrindo.
“Talvez eu tenha que fazer algumas cenas de ciúme, essa noite”. – pensa Aradia decidida. – “Dumbledore me informou que Hermione é facilmente manipulável! E ele não! Bem...se for necessário,eu o provocarei até que exploda. Segundo entendi, ele não gosta da família! E depois, levo minha filha embora deste mundo louco. É hora dela voltar para casa”.

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Sábado 12:58 hs – Mansão de Drakul

Drakul estava curioso. E os Executores, ao seu lado, alertas e com as armas em punho. A caixa tinha simplesmente aparecido na sua biblioteca. Junto com um bilhete.
“Como diabos isso passou pelos feitiços de defesa?” – pensa Drakul preocupado. – “Afinal, desde a última visita da Rosa Negra, Gabriel reforçou as proteções da mansão!”
Sem querer perder mais tempo, pegou o bilhete e o leu rapidamente.
“Saudações, Drakul. Envio-lhe um presente na esperança de ser de vosso agrado. Anuncio, através dele, minha visita esta noite. Tenho necessidade de conversar com Gabriel.Poderia nos apresentar? Satan-el!”
- Ora, ora, ora. Há quanto tempo que eu não falo com ele. – fala Drakul sorrindo baixinho.
Sem perda de tempo, abriu a caixa. E quando viu o que ela continha, não conseguiu reprimir um sorriso de satisfação.
“É. Ele sabe do que eu gosto!” – pensa Drakul sorrindo ao ver a estátua que tinha sido acomodada com cuidado dentro da caixa.
- Levem, com extremo cuidado, este artefato até minha coleção. – fala Drakul sorrindo para os Executores enquanto pensava num jeito de apresentar os dois.
“Espero que o Gabriel esteja de bom humor. A reunião que tive com ele, depois da reunião com os trouxas essa madrugada foi bem complicada. A hora que contei a verdade sobre Joseph ele ficou furioso! Sorte que Draco e Harry estavam conosco. Draco conseguiu impedir que ele explodisse!” – pensa Drakul sério. – “E ele tem certeza de que aqueles nomes do caderno que Sophia pegou, estão envolvidos com o Tom. Tanto que enviou uma relação deles para Irgil. E eu enviei outra para Quim. Se é que enviar algo para os Aurores adiante para alguma coisa!!” – pensa Drakul chateado. – “Como diria o Gabriel, os aurores são excelentes fotógrafos! Agora, a idéia do Gabriel de mandar seguir o Quim, foi ótima! Quem diria que ele se envolve com mulheres casadas?? Isso vai nos permitir mantê-lo na linha!” - pensa Drakul sorrindo baixinho ao imaginar a reunião da Aliança. – “Essa reunião promete!”
“Só não entendi por que ele convidou Draco e Potter como observadores. Ambos foram advertidos a usarem oclumência, o tempo todo perto de Dumbledore. Sei que Draco é o segundo em Comando nos Predadores. A presença dele até que faz sentido. Mas... porque o Potter foi convidado? Quando perguntei a Gabriel ele disse que eu teria uma surpresa com o Potter. Que era hora de olhar para ele com outros olhos. Que ele tinha se tornado um guerreiro e devia ser respeitado dessa forma. Bem... vamos ver. Confesso que ainda não acredito nisso.” - pensa Drakul olhando enquanto os Executores levavam seu presente e o colocavam no local indicado.

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Sábado 13:00 hs – Numa pequena vila ao sul de Londres

Gabriel caminhava lentamente pela pequena vila. Tinha acabado de chegar da ilha, onde tinha pegado o anel de Hermione que tinha jogado no oceano. Bastou usar um Accio. Caminhava tranqüilamente e procurava uma casa em especial. Após procurar um pouco, os encontrou sentados embaixo de uma grande árvore, tomando suco.
- Olá, pessoal. – cumprimenta Gabriel sorrindo e se aproximando do casal.
- Ei, cara. Chega aqui! – fala Teodore (Teo) Nott sorrindo abraçado a Pansy.
- Como vocês estão? – pergunta Gabriel sorrindo aos verem abraçados.
“Ah, o Amor!” – brinca a espada em sua mente. – “Parece que eles resolveram aproveitar as férias juntos!”
- Estamos bem. – fala Pansy rindo e cumprimentando-o.
- Vejo que estão aproveitando as férias. – fala Gabriel sorrindo de forma marota.
- A gente tem que aproveitar, não é mesmo? – pergunta Nott rindo baixinho.
- Cadê Crabbe e Goyle? – pergunta Gabriel se sentando em frente a eles.
- Foram com nossas mães ao beco para comprar os materiais que faltam. Amanhã vamos voltar a Hogwarts, esqueceu? – pergunta Teo sorrindo.
- Nem me fale. – brinca Gabriel pegando um copo de suco que Pansy lhe alcançou. – Ainda não tive tempo de ir atrás disso.
- Está tudo bem, Gabriel? – pergunta Pansy o olhando e vendo o cansaço em seu rosto.
- Sim. Só não tenho conseguido dormir direito. – fala Gabriel bocejando. – Muita coisa para resolver. Vou tentar dormir hoje.
- Antes ou depois da festa? – pergunta Pansy mostrando o convite.
- Antes, é claro. – fala Gabriel rindo.
- O que deseja, Gabriel? – pergunta Teo curioso.
- Está faltando algo para vocês? – pergunta Gabriel sério.
- De forma alguma. Nossos pais deixaram tudo em nome de nossas mães. Estamos todos juntos e tudo está bem. – fala Pansy sorrindo. – E você, Gabriel? Precisa de algo? – pergunta Pansy.
- Preciso, Pansy. Vou lhe explicar e vou deixar você decidir se deseja ou não fazer isso. Se não quiser aceitar, eu vou entender perfeitamente. – fala Gabriel bebendo um gole do suco.
- Eu vou deixar vocês conversarem a sós. – fala Teo tentando se levantar, mas Gabriel sorri e o impede.
- De forma alguma, Teo Isso vai envolver você também. – fala Gabriel sério e explica o que desejava de Pansy.
- Por que eu, Gabriel? – pergunta Pansy séria.
- Você é a melhor opção! Mas se não concordar vou atrás de outra pessoa. – fala Gabriel calmo.
- E que motivos darei a ele? – pergunta Pansy séria.
- Ciúmes do Draco. – fala Gabriel rindo e fazendo os dois rirem também. – Ele se julga tão esperto que vai cair como um idiota!!
- E se der errado? – pergunta Teo sério.
- A guerra está para estourar. – fala Gabriel pensativo. – De uma forma ou de outra ele vai tentar fazer isso, se é que já não fez. Acho que ainda não, pois o apoio dele vem diminuindo dia após dia. Ele está sem muitas opções e se fizermos corretamente, ele nem perceberá. No entanto, o risco existe. O perigo também. Não vou mentir para vocês. Mas eu acho que ele vai acreditar nisso e vai nos dar uma chance a mais de podermos manipulá-lo.
- Farei isso. – fala Pansy decidida após olhar para Teo e ver que ele concorda. – Só terei que arrumar algumas encrencas com a Gina. Mas em Hogwarts isso não é difícil.
- Vou conversar com Draco e com a Gina e explicar a eles o plano. Eles devem saber, até para se precaverem. – fala Gabriel sorrindo. – O que estão achando de morar numa vila trouxa?
- Uma descoberta atrás da outra! – fala Teo divertido. – Você acredita que fomos ao cinema??
- É bem divertido. – fala Pansy sorrindo. – Me admiro de nunca ter tentado fazer isso antes. Ainda bem que Dumbledore nos enviou para esta casa.
- Bem, Pansy. – fala Gabriel sorrindo. – Na verdade, quem os enviou para cá fui eu. Dumbledore queria os enviar para uma vila bruxa muito chata e feia e eu dei a idéia de vocês virem passar as férias por aqui.
- Cara, o Goyle e o Crabbe vão te agradecer para sempre. – fala Teo rindo alto.
- Por que? – pergunta Gabriel curioso.
- Acredita que eles estão namorando? – pergunta Pansy rindo alto. – É até engraçado ver os dois se arrumarem para ir com as moças ao cinema ou a sorveteria. Eles ainda precisam entender um pouco mais do mundo trouxa, mas estão se divertindo muito.
- Isso é bom. – fala Gabriel rindo baixinho ao imaginar os dois namorando trouxas, algo impensável até um ano atrás. – Se me desculparem, eu vou andando. Ainda preciso resolver alguns problemas. Nos vemos á noite na festa?
- Com certeza. Vou enviar uma coruja e ver se dará tudo certo. – fala Pansy sorrindo. – Pensando bem, tenho certeza que dará!! Ele se julga tão esperto que chega ser fácil fazê-lo de otário!!
- Até mais. – fala Gabriel rindo e aparatando dali.
- Tem certeza do que está fazendo? – pergunta Teo a abraçando com força.
- Tenho, Teo. Devemos colaborar como pudermos. – fala Pansy séria. - De mais a mais, só o que precisamos fazer é...


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Sábado 13:30 hs – Banco Gringotes – Cofre Número 1 – Cofre de Gabriel.

- O transporte deu muito trabalho, Randor? – pergunta Gabriel ao lado de Randor, olhando para uma caixa de madeira sem qualquer identificação além de algumas letras e números estranhos.
- Na verdade não. Irgil avisou Snit onde ela estava e nós a pegamos. Fácil, simples e rápido. – fala Randor sorrindo.
- Bom. Nos vemos na festa á noite? – pergunta Gabriel sorrindo.
- Sem dúvida. – fala Randor. – Aliás, gostei de Irgil. Ele é um cara bem legal. Agouro conversou com ele também e deram-se super bem. Ele...é engraçado. – fala Randor sorrindo. – Adora contar piadas.
- É. – fala Gabriel rindo. – Mas acho que Dumbledore não vai gostar nem um pouco dele.
- Dumbledore é um velho chato. – fala Randor sério com um movimento contrariado da mão esquerda. – Acho que ele ainda não confia em nós!!
- Ele não confia mesmo. – fala Gabriel concordando. – Mas deixe ele. Logo nós não precisaremos mais dele. Por enquanto é interessante que pensem que ele nos lidera. Assim se o Tom quiser atacar o Líder da Aliança, ele que vá atrás do velhote! Nós ficamos sentados assistindo e tomando um cálice de vinho enquanto os dois saem no braço!! – fala Gabriel rindo e Randor gargalhando.
- É verdade. – fala Randor sorrindo ainda. – Aliás, obrigado por ter ampliado nossas defesas, aqui no banco, Gabriel.
- Não foi nada. – fala Gabriel sorrindo. – Se me permitir, eu quero ficar mais alguns minutos aqui no cofre.
- Sem problema. – fala Randor o cumprimentando e saindo. Cumprimenta Snit que aguardava na porta e entra num carrinho que sobe imediatamente até o banco.
- Snit, me ajuda aqui? – pergunta Gabriel cortando uma das cordas que mantinham a caixa fechada.
- Desculpe a pergunta, mas o que é isso? – pergunta Snit sério ao ajudar Gabriel a cortar as cordas e ver que a caixa se abria.
- Ora, Snit. – brinca Gabriel. – Pelo preço que você pagou, você não faz idéia do que isso seja? – pergunta Gabriel zombeteiro.
- Deve ser muito importante. – fala Snit sério. – Custou uma fortuna, e quando eu digo uma fortuna, é uma fortuna mesmo!! Que língua é essa que está escrito?
- Cirílico. – fala Gabriel calmo. – Alguns chamam de Russo.
- Sei. – fala Snit sem entender e vendo um objeto com cerca de dois metros de altura e quase meio metro de diâmetro. Todo em metal. Ao lado, um pequeno visor e um teclado. – Na verdade, não sei. O que isso faz? – pergunta Snit.
- Isso é uma arma. – fala Gabriel calmo ao pegar os manuais que estavam junto com o artefato e os folhando rapidamente.
- Sim, mas que tipo de arma? Uma arma trouxa? – pergunta Snit curioso.
- Sim, uma arma trouxa. – fala Gabriel calmo. – Uma bomba, para ser mais preciso.
- Deve ser bem difícil de lutar com ela. – comenta Snit sem entender o propósito daquilo. – Você leva amarrada nas costas?? – pergunta Snit curioso.
- Não. Geralmente elas são jogadas de aviões. Mas também podem ser armadas e detonadas no solo. – fala Gabriel lendo o manual e entendendo rapidamente como armar, detonar ou desarmar o artefato.
- Que arma é essa, Gabriel? – pergunta Snit curioso.
- Essa... não é uma arma qualquer, Snit. – fala Gabriel fechando o manual. – Ela foi criada pelos trouxas, mas nunca usada em uma guerra. Ela é chamada de Arma Definitiva.
- E tem outro nome? – pergunta Snit curioso pois nunca tinha ouvido falar neste tipo de arma.
- Sim. Os trouxas a chamam de... Bomba de Hidrogênio. – fala Gabriel calmo e vê que Snit se arrepia todo. – É isso aí, Snit. Bem vindo ao meu PLANO DE EMERGÊNCIA! Se a coisa estiver feia, e eu achar que vou perder a guerra, bem... é melhor ficar bem longe de Hogwarts, meu caro. Não vai sobrar muita coisa de lá a hora que eu usar isso. Ela destrói qualquer coisa num raio de 10 km. Vaporiza tudo.
- Você... pretende usá-la? – pergunta Snit ainda arrepiado.
- Se eu achar que tudo estiver perdido, sim. Eu posso até não vencer essa guerra, mas com certeza, não vou perdê-la! – fala Gabriel calmo e com um movimento das mãos, fecha novamente a caixa de madeira, escondendo a bomba. – Escute, se eu usar esta arma, quero que encontre um bruxo e peça para ele executar este feitiço para limpar o local da radiação. – fala Gabriel entregando um bilhete com instruções para Snit que o pega e coloca no bolso. - Quero que providencie o transporte dela para Hogwarts daqui á alguns dias. Eu aviso quando e como.
- Sim senhor. – fala Snit o olhando assustado. Finalmente tinha entendido até que ponto Gabriel iria para vencer a guerra.
- E os dados da nova prisão? – pergunta Gabriel calmo ao saírem do banco e retornarem até a empresa.
- Estão aqui. – fala Snit lhe entregando uma planta completa da nova prisão, bem como os modos de se entrar nela, além dos diversos modos de alarmes que existiam instalados, bem como as senhas para entrar e ser reconhecido pelo sistema de segurança.
- Conforme suas instruções, todos os que trabalharam lá tiveram suas memórias alteradas e jamais irão lembrar do que construíram. – fala Snit sério. – As reformas em Hogwarts também já foram concluídas e os trabalhadores também tiveram as memórias alteradas.
- Ótimo. – fala Gabriel sorrindo.
“Agora, sim!” – pensa Gabriel feliz ao analisar a planta da prisão.
“Quero ver ter fugas dessa prisão!” – ri a espada na sua mente.
“É! Quero ver mesmo!” – responde Gabriel rindo. Ainda iria pedir a Dumbledore e Quim para colocarem as proteções por magia na prisão, antes de entregar para o Ministério.
“Vai deixar o velhote fazer isso?” – pergunta a espada curiosa.
“Vou sim. Isso será problema deles de agora em diante. Acho que a Bastilha não é um lugar lá muito seguro! Melhor transferir os Comensais que foram presos para cá!” – pensa Gabriel um tanto quanto preocupado.
“Por quê?” – pergunta a espada.
“Por que os Aurores da França treinam junto com os Aurores ingleses! E isso me assusta!” – responde Gabriel sorrindo.
“Realmente assustador!” – concorda a espada sorrindo. – “Em compensação devem ter ótimas técnicas de fotografia!!”
Depois de resolver mais alguns assuntos com Snit, Gabriel aparata no Beco Diagonal e comprou os materiais que necessitaria para o próximo ano em Hogwarts. Encontrou-se com muitos conhecidos e foi obrigado a parar por várias vezes.
Quando finalmente terminou suas compras, aparatou até sua casa e deitou-se. Pediu a Borat que fosse até Irgil e que ele lhe esperasse na “loja”, que ele iria pegá-los lá. Deixou instruções com Borat para lhe acordar ás 17:30 hs e fechou seus olhos. Precisava dormir pelo menos por algumas horas.



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Sábado 17:30 hs – Casa de Gabriel

- Mestre Gabriel? – chama Borat preocupado ao abrir a janela do quarto e permitir que a luz se propagasse por todo o local. – O senhor pediu para ser acordado, lembra?
- Obrigado, Borat. – fala Gabriel com os olhos abertos.
- Conseguiu dormir, mestre Gabriel? – pergunta Borat.
- Alguns breves cochilos. E quantas vezes eu já lhe pedi para não me chamar de mestre? – pergunta Gabriel sorrindo e se sentando na cama.
- Creio que com essa foram 165 vezes, mestre Gabriel. – fala Borat rindo baixinho. – Eu sei, senhor. Mas é uma questão de costume. Não faço por mal.
- Eu sei, Borat. – fala Gabriel bocejando ruidosamente e se espreguiçando. – Mas o simples fato de você chamar alguém de Mestre concede a essa pessoa certa autoridade ou respeito que a pessoa pode não merecer.
- O senhor nunca chamou ninguém de mestre? – pergunta Borat sorrindo.
- Já chamei alguns de mestre, sim, Borat. – fala Gabriel pondo-se de pé lentamente. – Mas a palavra “mestre” para mim tem o significado de “professor”. Alguns trouxas usariam o termo “sensei”. Mas nunca chamei alguém de “mestre” para significar que esse alguém tinha algum controle sobre mim. Ninguém é mais do que ninguém, Borat! Nunca se esqueça disso.
- Entendo. Como deseja ser chamado, então? – pergunta Borat achando aquilo tudo uma maluquice dele, mas desejando agradá-lo.
- Chame-me como todo mundo, oras. – fala Gabriel rindo. – Chame-me pelo meu nome.
- Isso é muito estranho. – fala Borat sério. – Mas vou tentar, Mest..., desculpe, Gabriel. – termina Borat sorrindo.
- Bom começo, meu chapa. – fala Gabriel rindo e olhando para o jardim. – Já preparou minhas coisas para Hogwarts? – pergunta Gabriel curioso.
- É claro! – responde Borat sorrindo. – Já levei tudo para lá, inclusive. Kilima já fez a mesma coisa com os itens de Mestra Hermione.
- Ora, então voltaram a aceitar ordens dela? – pergunta Gabriel sorrindo.
- Eu ainda não, mas Kilima sim. – fala ele rindo baixinho e dando de ombros. – São fêmeas. Elas se entendem melhor.
- Espero que sim, meu amigo. – fala Gabriel pensativo. – Espero que sim. Agora, deixe-me a sós, meu amigo. Preciso me aprontar para a festa.
- Sua roupa já está pronta. – fala Borat apontando para uma muda de roupa separada e colocada sobre a cama. Uma roupa muito elegante. Terno, camisa e calça social, além de sapatos da moda.
- Ora, obrigado. – fala Gabriel sorrindo ao ver a roupa escolhida. – Você e Kilima estão me deixando mal acostumado. Mas eu não vou usar essa roupa. Prefiro a minha roupa costumeira. Me permite maiores movimentos em caso de combate.
- Vou preparar um lanche para você. Acredito que a festa comece ás 20:00 hs e não deve ficar sem comer nada até lá. – fala Borat saindo do quarto em direção à cozinha.
“É, a festa começa às 20:00 hs, mas a reunião da Aliança começa às 19:00 hs!” – pensa Gabriel preocupado. – “Praga! Vou ter que aturar o Dumbledore por uma hora inteira enchendo meu saco!”
“Por que não tenta meditar um pouco?” – pergunta a espada.
“Acho que não vai adiantar!” – responde Gabriel. – “Melhor praticar alguns movimentos de tai-chi-chuan! Isso acalmará minha mente! E deixará meu espírito em paz, pelo menos por alguns minutos.”.
Depois de quinze minutos praticando, Gabriel toma um banho rápido e veste-se com calma. Calça jeans preta e uma camisa azul. Usava sua jaqueta de couro de dragão negra e um cinto largo. E, obviamente, botas de combate que escondidas pela calça, pareciam sapatos. Pegou seu relógio “especial” e o colocou no pulso.
“Senão, vejamos!” – pensa Gabriel sério e vira sua mochila de armas sobre a cama. – “Melhor me preparar de acordo!”
E rapidamente começa a escolher algumas armas. Depois de alguns minutos parou e olhou para as armas escolhidas.
“Isso será um problema!” – pensa Gabriel chateado olhando para as armas que tinha separado.
“Eu também acho!” – ri a espada em sua mente. – “8 pistolas Colt 40. 24 carregadores extras. 16 facas de arremesso. Quase 8 kg de C4. 20 detonadores por controle remoto. 2 AR-15. 2 G-36. 3 AK-47. 5 carregadores extras para cada arma. 15 granadas de fragmentação. 8 granadas de Napalm. Seu kit de poções e venenos. Além é claro da sua forma Animaga, e, claro, não podemos esquecer da mais formidável arma que existe: EU!!! Não acha que está exagerando em levar tantas armas?” – pergunta a espada rindo.
“Por que pensa isso?” – pergunta Gabriel sério.
“É uma festa, Gabriel! Não uma batalha!” – rosna a espada séria.
“Sei. E qual a diferença?” – pergunta Gabriel escolhendo mais duas Uzi Israelenses com 4 carregadores extras para cada uma delas.
“Está maluco?” – pergunta a espada séria. – “Para que levar tantas armas?? É só uma festa! Música, bebidas, danças, diversão! Sabe, uma festa!! Não uma guerra!!” – reclama a espada ao ver ele escolher mais algumas armas.
“Hum-Hum! Claro!” – responde Gabriel zombeteiro. – “Me diga quais as festas que eu participei desde que cheguei aqui e que eu não me ferrei!!” – pede Gabriel sério.
“Teve aquela no castelo, onde você comemorou a Medalha de Merlin, lembra?” – pergunta a espada séria.
“Sei. Aquela que Boris apareceu para lutar e eu estava desarmado!” – responde Gabriel zombeteiro.
“Tudo bem. Mas foi só isso!” – fala a espada séria.
“Só isso?” – pergunta Gabriel ironicamente. – “E depois?”
“Depois teve a ceia de Natal!” – fala a espada séria.
“Que eu saí no braço com Apollyon e quase morri!” – comenta Gabriel sorrindo enquanto olhava para as outras armas.
“Tudo bem, mas foi uma exceção!” – reclama a espada.
“Claaaaaaaaro. E depois?” – pergunta Gabriel.
“Bem, teve a festa do Luau! Lá não aconteceu nada demais!” – comenta a espada vitoriosa.
“Sim. Por que EU CUIDEI DA SEGURANÇA! E, além disso, minhas armas estavam embaixo da casa, era só aparatar e pegar! E que outras festas eu fui?” – pergunta Gabriel.
“Teve o jantar com Drakul e Sophia!” – comenta a espada.
“Sim. Quando eu fui, para minha vergonha, MORDIDO POR UM LOBISOMEN!! Merlin, eu ainda não acredito nisso! Tomara que Hades jamais descubra. Tomara que Hades jamais descubra. Tomara que Hades jamais descubra.. A vergonha!! Suprema humilhação!!! Fui mordido por um Lobisomen!! Logo eu!! Merlin, se Hades ficar sabendo, ele vai tirar sarro de mim por semanas sem parar!!Vou ter que fugir para evitar as gozações!! É capaz dele me dar o apelido de ‘lobinho’!!!!” – pensa Gabriel preocupado. – “Que outras festas eu fui?” – pergunta Gabriel.
“Teve a festa no Ministério, quando te entregaram as medalhas” .– comenta a espada.
“Na qual eu fui seqüestrado e torturado!” – responde Gabriel.
“Bem, teve a festa logo depois que você pegou Belatriz, lembra?” – pergunta a espada. – “Nesta não aconteceu nada!”
“Bem, se considerarmos que no mesmo dia eu deixei uns 60 mortos no beco algumas horas antes....!” – responde Gabriel sorrindo. – “Eles estavam assustados demais para atacarem naquele dia! E depois?” – pergunta Gabriel.
“Teve o almoço na casa do Draco, lembra?” – pergunta a espada sorrindo.
“Ah, sim. Eu bati no Dumbledore! Essa eu não esqueço!” – pensa Gabriel de forma alegre.
“Teve o casamento do Lupin, não é mesmo?” – pergunta a espada.
“Sim. E o idiota do Percy tentou matar o Draco!” – responde Gabriel sério. – “Merlin! Quando Hades ficar sabendo que Percy era “O TRAIDOR”... garanto que ele me deixa concluir a missão sem precisar cumprir os MALDITOS PROTOCOLOS DA MISSÃO!! ”
“Teve a festa na danceteria!” – responde a espada.
“Na qual detonaram uma bomba e eu me joguei na frente dela, por sinal!!” – responde Gabriel sério.
“Tudo bem, entendi. Você acha que podem ser atacados lá na mansão de Drakul, certo?” – pergunta a espada.
“Aquela mensagem do Narigudo dizia Ataque Iminente! Não foi à toa que ele nos mandou o aviso. Acho que seremos atacados! Hoje a noite, ainda. Embora que com todos os feitiços de proteção que fina na mansão de Drakul... sem contar que ele vai colocar 500 vampiros na defesa da mansão. Mas... mesmo assim, quero estar preparado. Não sei que ‘aliado’ o Tom conseguiu. Mas acho que é poderoso!” – responde Gabriel preocupado ao miniaturizar as armas e as espalhar pelo corpo. Ficaram do tamanho de botões e bastava tocar nelas que elas voltavam ao tamanho normal.
“Não tem onde colocar uns lança foguetes? Hei!! Não vai levar o Beijo do Diabo???– pergunta a espada séria.
“Estou tentando encontrar um lugar, mas nada feito! Se eu colocar mais alguma arma, não conseguirei nem sequer dançar!” – pensa Gabriel chateado. – “Bem, vamos com essas mesmo. Caso seja necessário, vamos jogar sujo!!”
“Jogar sujo?” – pergunta a espada sorrindo e antecipando mais um massacre.
“Sim. Ao estilo da Resistência!” – pensa Gabriel sorrindo ao terminar de se arrumar.
”Acho que dessa vez, na festa, nós vamos... nos divertir!” - ri a espada em sua mente. – “Mas já te adianto que se formos atacados eu quero o controle! Faz muito tempo que eu não me divirto!!” - termina ela rindo perversamente.
”Bem, por que não??” – responde Gabriel sorrindo com ela.
”Você não parece muito animado com a festa.” – comenta a espada sorrindo.
”Tenho certeza de que vou me ferrar nessa festa. De um jeito ou de outro, eu vou me ferrar!” – responde Gabriel sério.
Com um olhar para o relógio, desceu e tomou um lanche junto com Borat. Logo a seguir, foi ao encontro de Irgil. Minutos depois, acompanhado por Irgil com uma maleta e uma caixa comprida, e seu filho, aparataram em frente a mansão de Drakul.
Muitos vampiros. Armados. Com olhares atentos e compenetrados. A segurança, a um primeiro olhar era séria. Cumprimentaram Gabriel e seus acompanhantes com um movimento de cabeça e os deixaram prosseguir.
Gabriel, Irgil e seu filho, seguiram em direção a Mansão. Logo viram que alguns convidados já tinham chegado. Draco e Harry já o esperavam.
Depois de alguns cumprimentos, o filho de Irgil fica conversando com uma vampira enquanto Draco e Harry acompanharam Gabriel e Irgil.

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Sábado 18:45 hs – Mansão de Drakul

- Uau! – fala Irgil sorrindo ao ver a sala de armas da mansão de Drakul. – Estou impressionado.
- Espere até ver minha coleção de armas mais antigas. – fala Drakul sorrindo ao cumprimentar os recém chegados.
- O que me lembra... – fala Irgil sorrindo e entregando uma caixa fina e comprida para Drakul que a abre e sorri, extasiado. – Finalmente consegui a espada que me pediu. Chegou hoje, direto do Japão.
- Impressionante! – fala Drakul sorrindo ao olhar para a espada em estilo samurai que estava dentro da caixa. – Uma Hanzo!! Faz décadas que estou atrás de uma dessas! O que acha, Gabriel? – pergunta Drakul entregando a espada para Gabriel.
- Deixe-me ver. – fala Gabriel pegando a espada em sua mão esquerda e movimentando-a levemente em pequenos círculos. – Bom peso. Ótimo equilíbrio. Um pouco curta para o meu gosto, mas, sem dúvida nenhuma, uma espada fascinante.
- Estas espadas são incrivelmente raras. – fala Drakul sorrindo e a colocando num pedestal apropriado. – Venham, vamos para a sala de reuniões. Os outros devem chegar em breve.
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- Ótimo. – fala Irgil sorrindo e caminhando junto a eles. – Estou ansioso para conhecer Dumbledore.
- Não sei por que a pressa em conhecer o velhote. – fala Gabriel revirando os olhos. – Você vai odiá-lo em 30 minutos.
- Qual é Gabriel? – pergunta Draco rindo e entrando junto na brincadeira. – Não vai levar nem 20 minutos para odiá-lo.
- Aposto em 15. – fala Harry rindo baixinho.
- O que é isso? – pergunta Irgil sério. – Eu já lidei com todo tipo de pessoas em minha vida. Nunca odiei alguém logo de cara.
- Que tal uma aposta? – pergunta Gabriel sorrindo baixinho.
- Que aposta? – pergunta Irgil ao entrarem na sala de reuniões.
- Vale 50 libras que você o odeia em 10 minutos? – pergunta Gabriel rindo.
- Feito. – fala Irgil sorrindo. – Nunca ganhei uma aposta tão facilmente.
“É o que você pensa!” – sorri Gabriel baixinho.
- Eu marco o tempo. – fala Draco rindo baixinho.

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Sábado 18:50 hs – Mansão de Drakul

Arádia chegou junto com Dumbledore. Já na chegada, espantou-se com a quantidade de vampiros que faziam a segurança do local. Bem como com a quantidade de armas que portavam ostensivamente.
- Precisa de tantos assim? – pergunta ela a Dumbledore.
- Drakul é igual a Gabriel em certos aspectos. – fala Dumbledore baixinho. – Ambos são paranóicos com relação a Segurança.
- Notei que os feitiços defensivos daqui são bem parecidos com os da casa de Gabriel. – fala Arádia se concentrando.
- É natural. Afinal, eles passam muito tempo juntos. Gabriel deve ter reforçado as defesas deste local. – fala Dumbledore dando de ombros. – Ah, lá estão eles. Entrando na mansão. Agora, eu vou para a reunião, e você circula entre os convidados, até que Hermione chegue. Não seja afoita. Se forçar a situação, pode perder a chance.
- Não me diga como me comportar com minha filha. – resmunga Arádia baixinho. – Vou resolver aquilo que você deveria ter feito! Vou separar os dois, hoje mesmo.
- Pois bem, faça como achar melhor. – fala Dumbledore dando de ombros e desistindo de discutir. – Mas não o provoque. Sabe onde estamos. Sabe o que acontece na casa de um vampiro, em caso de brigas.
“Estou contando com isso!” – pensa Arádia feliz.
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Sábado 18:59 hs – Mansão de Drakul

Ewolin, Agouro, Randor, e Quim chegam e são rapidamente conduzidos até a sala de Reunião. Ao entrarem, Draco aciona o cronômetro e Dumbledore já reclamou.
- O que Draco e Harry fazem aqui? – pergunta Dumbledore seco.
- Eu os convidei como observadores. – fala Gabriel calmo. – A menos que alguém não concorde com a presença deles? – pergunta Gabriel e vê que os demais integrantes da Aliança não se importaram com a presença dos dois.
- Se estivermos todos prontos, gostaria de começar a reunião. – fala Gabriel sério.
- Antes de começarmos, eu gostaria de saber o que esse traficantezinho de armas faz aqui? – pergunta Dumbledore sério apontando para Irgil.
- Droga! – fala Irgil chateado pegando a carteira e entregando 50 libras para Gabriel enquanto Draco, Harry e Drakul riem baixinho.
- 42 segundos! – fala Draco rindo para Harry enquanto mostrava o relógio que marcava o tempo desde a entrada de Dumbledore. – Novo recorde!
- Estou falando sério! – fala Dumbledore irritado. – Quero saber por que querem um traficantezinho de armas no Exército da Luz?? – pergunta Dumbledore.
Todos se olham sérios por alguns segundos. Em seguida, explodem numa gargalhada.
- Exército da Luz?? – pergunta Gabriel rindo.
- Uau! – fala Agouro rindo e mostrando os braços. – Fiquei todo arrepiado!!
- Fala sério! – ri Drakul.
- De onde foi que tirou este nome? – pergunta Ewolin rindo.
- Huuuuuuu! Sou um guerreiro do Exército da Luz!! – fala Randor gargalhando.
- Posso saber qual o motivo das risadas?? – pergunta Dumbledore furioso. – Somos Representantes da Luz! Lutamos com cuidado e não tomamos atitudes indignas. Temos métodos de luta e nunca matamos desnecessariamente! Qual o problema com o nome de Exército da Luz??
- Bem... – fala Gabriel se controlando um pouco. – É que esse nome, sinceramente, é coisa... de outro mundo. – termina gargalhando.
- Ar, ar, ar.. chega. – fala Draco secando as lágrimas de tanto rir. – Eu preciso respirar.
- Nem me fale. – ri Harry junto com ele. – Esse nome tem a cara do Sírius! Exército da Luz!!
- Mas que droga!! – fala Dumbledore sério. – Parem de rir!!
- Certo, velhote. – fala Gabriel secando as lágrimas. – Mas tenho que te dizer, esse nome é...ridículo!!! – termina rindo novamente.
- Por que, ridículo?? – pergunta Dumbledore seco.
- Por que o Exército da Luz é composto pelos piores e mais mal encarados guerreiros do mundo trouxa ou bruxo. – fala Ewolin ainda rindo.
- Hein? – pergunta Dumbledore sem entender.
- Veja se acompanha nosso raciocínio. – fala Agouro finalmente se controlando. – Nós, os Centauros, já fomos chamados de “Semi-Inteligentes” e muitos ainda nos consideram “meio-humanos”!!
- E nós, os Duendes, somos até hoje considerados responsáveis pela guerra contra os bruxos, quando na verdade, apenas nos defendemos. – fala Randor.
- E nem vou comentar nada sobre como vocês bruxos nos consideravam. – fala Drakul. – Mas o termo “maldito sangue-suga” já dá uma idéia, não é mesmo??
- E eu sou um “traficantezinho de armas”! – fala Irgil sorrindo debochado.
- Nós fomos exilados deste mundo por que provocávamos guerra, lembra-se? – pergunta Ewolin.
- E eu, bem... Eu sou o que sou. – fala Gabriel rindo ainda. – Vamos falar sério, Dumbledore. Nenhum de nós é exatamente um “representante” da Luz! Somos Guerreiros! Somos Honrados! Somos assassinos! Lutamos pelo que acreditamos ser o certo! E usamos todos os meios a disposição para vencer! Exceto o seu caso, onde alguns destes argumentos não são válidos. Em especial o Honrados! Entendeu?? – pergunta Gabriel sério.
- Nunca mais repita Exército da Luz perto de mim. – fala Agouro sorrindo. – Posso acabar morrendo de tanto rir.
- Isso não muda o fato de que ele não deveria estar aqui! – fala Dumbledore apontando para Irgil.
- Na verdade... – Gabriel tenta falar mas Irgil levanta a mão e o impede.
- Meu filho é Bruxo. Isso o torna um alvo para esse idiota do Tom. Tenho amigos que podem ser úteis na guerra. Meus amigos aqui lutam contra ele. Por que eu não posso fazer o mesmo? – pergunta Irgil fuzilando Dumbledore com um olhar assassino.
- Não vejo no que ele possa ajudar. – reclama Dumbledore desdenhoso.
- Por isso que você não é o líder. – fala Gabriel sorrindo. – Quim, Drakul te entregou uma relação de nomes ontem para serem investigados. Conseguiu algo? – pergunta Gabriel.
- Conheço a maioria deles. Nenhum tem ligação com qualquer partidário do Tom. – fala Quim sério.
- Eu chequei a lista. Concordo com o Quim. São todos inocentes. – fala Dumbledore seco.
- Bem, eu discordo. – fala Irgil e pega sua maleta. Coloca-a sobre a mesa e retira um grosso relatório impresso no computador. Em seguida, distribui cópias para todos os integrantes da mesa.
- O que é isso? – pergunta Dumbledore.
- A relação de gastos, transferências bancárias, falcatruas e crimes que aqueles que vocês dois consideram “inocentes” cometeram esse ano! – fala Irgil friamente. – Se eles são inocentes, então eu sou uma donzela doce e virginal! Cada um deles, em maior ou menor grau, apóia o Tom com recursos estratégicos, seja dinheiro, informações, itens para poções ou mesmo conhecimento específico.
- Como conseguiu isso? – pergunta Quim olhando para a lista de nome e dados com mais respeito.
- Tenho meus contatos. – fala Irgil sorrindo de forma arrogante. Não iria contar sobre a “Rede!” bastava que Gabriel e Drakul soubessem.
- Impressionante. – fala Dumbledore mais calmo. – Para dizer o mínimo. Não tenho mais restrição a sua entrada a Aliança. – fala Dumbledore cumprimentando Irgil.
- Como conseguiu aquela lista de nomes? – pergunta Quim curioso a Drakul..
- Em um caderno apreendido numa “batida” que foi feita. – fala Drakul sério lembrando que Sophia tinha encontrado ao vasculhar a casa de Joseph.
- Posso saber o nome do “indivíduo” de quem pegaram o caderno? – pergunta Dumbledore.
- Claro. – fala Drakul sorrindo. – Joseph Karkaroff!
- Ora, ora, ora. – fala Dumbledore sorrindo de forma matreira. – Por acaso não é o mesmo que seria o “futuro noivo” de Hermione, segundo aquele jornal? – pergunta o diretor sorrindo ao olhar para Gabriel.
- Por acaso seria. – fala Drakul sério sem deixar Gabriel responder.
- Interessante, não é mesmo? – pergunta Dumbledore sorrindo. – E onde ele está? Posso saber?
- Ele está morto! – responde Gabriel calmo.
- E você não saberia me dizer como ele morreu? – pergunta Dumbledore quase ronronando.
- É claro que sei. – fala Gabriel sorrindo ao lembrar do que Drakul lhe contara ontem, após a reunião com os generais trouxas. Especificamente sobre o que Sophia e Hermione tinham feito com Joseph.
- E por que não me diz então, como ele morreu? – pergunta Dumbledore sorrindo.
- Eu arranquei as tripas dele e o enforquei com elas. – fala Gabriel displicente, dando uma desculpa para a morte de Joseph e afastando toda e qualquer futura investigação de Hermione e Sophia. Notou que Draco e Harry o olharam surpresos. Ambos sabiam que Gabriel não tinha feito nada contra Joseph.
- Admite publicamente que o matou? – pergunta Quim surpreso.
- Sim. – fala Gabriel displicente.
- Isso é suficiente para o enviar para a prisão! – fala Dumbledore sorrindo.
- Poderia ser, mas duvido que isso seja feito. – fala Gabriel sorrindo.
- E por quê? – pergunta Dumbledore.
- Primeiro por que ele era um espião pago pelo Tom. Segundo, por que eu ouvi falar que quando uma pessoa vai presa, ela tende a contar muitas coisas. – fala Gabriel sorrindo para Dumbledore. – Segredos de outras pessoas. Coisas que outras pessoas fizeram e não gostariam de que viesse a público, se é que me entende, diretor!! Às vezes, a pessoa conta até sobre problemas escolares que envolvem seus conhecidos e amigos! – fala Gabriel sorrindo e vendo Dumbledore engolir seco e ficar pálido.
- A lei é a lei! – fala Quim sério.
- Larga mão de ser idiota você também! Acha que não sabemos que você tem tido encontros amorosos com algumas mulheres casadas?? E o respeito a lei?? Onde foi parar? – pergunta Drakul irritado.
- Mas... hein... – Quim surpreso tenta falar, mas é cortado por Gabriel.
- Chega de frescura. – fala Gabriel seco. – Quim, providencie mandados de busca para esses indivíduos. Coloque-os numa sala de interrogatórios e todos eles vão abrir o bico!! Caso tenha dificuldade em conseguir que eles confessem, mostre o que eu fiz a McNair!!
- Muito bem. – fala Quim sério. – Vou colocá-los sob interrogatório.
- Algo mais? – pergunta Gabriel.
- Tivemos alguns desaparecimentos nas últimas semanas. – fala Quim preocupado.
- Muitas pessoas? – pergunta Drakul
- Onze famílias. Inteiras. Simplesmente sumiram. Não temos nenhuma pista. – fala Quim.
- Alguma das famílias era influente ou tinha algum conhecimento secreto? – pergunta Gabriel curioso.
- Nada. Pessoas comuns. Famílias comuns. A única ligação entre elas é que alguns membros da família lidavam com Dragões. A única família conhecida é a de Krum. – fala Quim lendo os dados em um pergaminho.
- Krum? – pergunta Gabriel surpreso e olhando para Drakul. – Ele não lida com Dragões.
- Não. Ele não lida com Dragões. Ele sumiu há pelo menos 80 dias. Simplesmente desapareceu alguns dias depois se sair de Hogwarts. Sua família teve a casa comprada e desapareceu também! – fala Quim lendo um pergaminho.
- E você só resolveu nos falar agora? – pergunta Randor curioso.
- Aurores. – comenta Agouro em tom de desprezo.
- Alguma informação sobre os Elfos Negros? – pergunta Ewolin.
- Nada ainda. – fala Dumbledore. – Meus espiões não conseguiram mais nada. Eles parecem ter ido embora.
- Duvido. – fala Gabriel seco. – Eles querem vingança. Quem quer vingança, não desiste facilmente.
- Estão esperando. Eles são absurdamente pacientes. – comenta Ewolin sério. – Eles podem estar se infiltrando entre nós.
- Duvido muito que consigam! – comenta Dumbledore.
- Convém ficarmos de sobreaviso. – fala Agouro sério.
- A menos que Gabriel tenha se encontrado novamente com NumZiel? – pergunta Dumbledore sorrindo. – Talvez mais um “encontro secreto?” Ou alguma oferta dela?? Talvez uma noitada junto com ela??
- Não a encontrei mais. Mas se a encontrar, a avisarei que você quer conversar com ela. – fala Gabriel sorrindo. – Quem sabe vocês não começam um romance? Afinal, a idade dos dois é parecida! Ela também é bem velha!!
- Mais respeito. – rosna Dumbledore nervoso.
- Claro, velhote. – responde Gabriel debochado.
- Me respeite! Tenho idade para ser seu pai. – rosna Dumbledore furioso.
- Ah, tem sim. – fala Gabriel seco e encarando Dumbledore. – Fácil, fácil!
- Devo insistir no óbvio. Precisamos do apoio de Apollyon. Você deve ir atrás dele e pedir que ele nos apóie. – fala Dumbledore nervoso apontando para Gabriel.
- De novo essa história? – pergunta Gabriel irritado. – Eu não vou atrás dele! Chega disso.
- Segundo Sibila ele deve despertar para a guerra acabar!! – fala Dumbledore furioso levantando-se da cadeira e socando a mesa. – Você vai atrás dele! Vai lhe pedir desculpas e depois pedir ajuda! Isso é uma ordem!!
- Deixa de ser idiota, velhote! – fala Gabriel igualmente furioso socando a mesa também. – Eu não vou atrás dele! Nem quando o inferno congelar!! Você não aprendeu nada ainda??? E antes que eu me esqueça... Vá a ******* que te *******! Você não dá ordens a ninguém aqui!! Você é só mais um membro da Aliança. Você não é nosso líder!!! Esqueceu isso??? Vá gritar na sua escola! Aqui, não! Muito menos comigo, seu velhote sacana!!!
- Você vai atrás dele!!! – fala Dumbledore furioso apontando o dedo para Gabriel. – Não entendeu que precisamos dele???
- Se ele aparecer eu vou embora! Simples assim! – responde Gabriel furioso também, se preparando para acertar o nariz de Dumbledore. – E baixe esse dedo antes que eu arranque sua mão!!
- Chega! – grita Draco socando a mesa espantando a todos.
- Mas que droga, Dumbledore!! – grita Harry igualmente furioso. – Sem o Gabriel nós não lutamos! Ele é nosso líder!! E você pode encarar o Tom sozinho!!
“Uau! Agora, sim!” – pensa Drakul sorrindo ao ver Harry encarando Dumbledore. Ficou olhando para Harry e Draco e ficou impressionado. – “Bem, Gabriel estava certo! Os dois juntos... realmente. Começo a ver o Potter com outros olhos! E o Draco também! E pelo visto Gabriel sabia que isso iria acontecer! Ele só olha e sorri discretamente. Sacana, muito sacana! Trouxe os dois para a reunião para que vissem a verdade com os próprios olhos. Agora, eu vi o que eu mais queria. Agora vejo que Sophia estará nas mãos de um guerreiro e não nas mãos de uma criança! Alguém que pode lutar ao lado dela, de igual para igual. Eu... acabo de ver um guerreiro nascer. Ou melhor, dois! Draco e... meu futuro genro, tornaram-se o que Gabriel sempre esperou! Dois Guerreiros!!” – pensa Drakul sorrindo divertido.
- Como é que é? – pergunta Dumbledore espantado com o fato de Harry e Draco o estarem confrontando abertamente.
- Na única vez que ele apareceu ele se denominou como “Eu sou Apollyon! Eu sou seu novo Deus agora! Ajoelhem-se e me adorem, ou morram!”! – rosna Harry furioso. – Você acha que dá para confiar num cara desses para um acordo de aliança? O que você tem na cabeça? Isopor?
- Podemos nos preparar para contê-lo, caso necessário. – fala Quim sério. – Depois que ele fizer o que deve fazer!
- Não é a toa que vocês só servem para tirar fotos! – rosna Draco sério e vê Quim se irritar. – Como espera conter um cara com um poder igual ao dele???
- Usaremos armadilhas! Podemos detê-lo! – rosna Dumbledore.
- Por favor, não seja ridículo. – fala Irgil sério. – Eu analisei as imagens e os registros de energia, captados pelos satélites, que ele emitiu no dia do ataque as ilhas Farne! Vocês não tem nada que seja sequer comparável aquilo. Se ele tornar a atacar e Gabriel não conseguir pegá-lo, as ordens das RAF(Força Aérea Inglesa)são claras!
- Que ordens são essas? – pergunta Dumbledore sério vendo Draco e Harry o encarando em desafio.
- Se Apollyon for detectado, as ordens da RAF são para abatê-lo, sem piedade! – fala Irgil sério.
- E daí? – pergunta Dumbledore gostando daquilo. – Se for depois que ele fizer o que deve ser feito, qual o problema se atirarem nele?
- Com Ogivas Nucleares?? – fala Irgil seco ao ver a cara de espanto de todos. – É isso mesmo!! Desde aquele dia, existem 15 aviões prontos para decolar. Todos os 15 possuem ogivas nucleares de 10 a 15 Megatons.
- Você está brincando? – pergunta Agouro preocupado.
- Não. Os Militares não querem correr o risco de verem Apollyon livre. A ordem é jogar tudo o que puderem sobre ele! – fala Irgil. – Confirmei ontem mesmo com um General da RAF(Força Aérea Inglesa).
- Caramba! – fala Harry impressionado.
- Como esperam localiza-lo? – pergunta Gabriel curioso.
- Pelos registros da energia emitida durante o combate com você. Eles criaram detectores portáteis e estão mantendo uma vigilância constante. – fala Irgil sério.
“Preocupante, não? Eles podem rastreá-lo dessa forma?” – pergunta a espada preocupada.
“Não. Apollyon, assim como eu, muda a freqüência de energia pessoal umas cinco vezes por hora. Eles não teriam tempo de pegá-lo dessa forma. Ainda mais que ele, assim como eu, nunca repete uma mesma freqüência. Só se o encontrarem visualmente! E se ele os enxergar como inimigos, não vai ser uma Ogiva Nuclear que vai acabar com ele. Ele sempre pode fugir e voltar depois, para terminar o serviço.” – responde Gabriel calmo.
- As ordens são claras. Abater a qualquer custo! Não importa onde ele se manifestar! – fala Irgil seco.
- Nem se for sobre uma cidade? – pergunta Draco curioso.
- Nem se for sobre Londres. As ordens são claras. Interceptar e abater. Na pior das hipóteses, ‘atomizar’ o local inteiro para garantir que ele morra! – fala Irgil baixando a cabeça. – Eu não sei onde ele está, mas é melhor que fique por lá mesmo.
- Bem, isso encerra o assunto sobre o apoio de Apollyon. – fala Drakul calmo. – O que mais temos? – pergunta Drakul sério.
- O que descobrimos sobre aqueles feitiços de transporte? – pergunta Randor querendo encerrar a troca de farpas entre Gabriel e Dumbledore. Nota que os dois tornam a se sentar, encarando-se furiosos ainda.
- Não conseguimos encontrar muita coisa. – fala Agouro sério. – Entramos em contato com muitas espécies mágicas que habitam as florestas e todas elas, sem exceção, tem se afastado de uma floresta na Albânia. Segundo elas, o local tornou-se subitamente perigoso.
- Curioso. – comenta Gabriel nervoso. – Algo mais?
- Sim. Eu e Firenze temos acompanhado as estrelas e descobrimos quando vai ser o alinhamento planetário que me falou, Gabriel. – fala Agouro sério. – Será dentro de 22 dias.
- Que alinhamento planetário? – pergunta Quim perdido.
- Lembra de McNair? – pergunta Gabriel sério e vê que Quim confirma. – Tom estava matando os recém nascidos para conseguir um “artefato de grande poder” . A próxima morte será de um recém nascido no dia do alinhamento planetário. Melhor ampliarmos nossa proteção nos orfanatos para tentar impedir isso. Drakul montou uma escala de guarda para cobrirmos a maior quantidade possível de orfanatos e hospitais.
- De que artefato ele pode estar atrás? – pergunta Randor curioso.
- Não sabemos. – fala Drakul sério. – É difícil adivinhar o que ele está pretendendo.
- Todos já sabem sobre o aviso de Sibila, não é mesmo? – pergunta Gabriel e vê que todos confirmam. – Acredito que seremos atacados em breve. Ele tem novos aliados e vai querer ver se são realmente poderosos. Seremos testados. Talvez ainda hoje. Fiquem preparados.
- Onde acha que será o ataque? – pergunta Quim.
- Uma boa pergunta. Alvos ele tem aos montes. – fala Drakul. – Mas eu diria que Londres será o alvo mais provável, se aceitarmos que Sibila esteja certa.
- Como foi a reunião ontem com os trouxas? – pergunta Agouro.
- Foi boa. – fala Gabriel calmo lembrando-se do que tinha acontecido. – Eles estão montando planos de evacuação da cidade, principalmente ao redor do castelo da Rainha. Além disso, algumas tropas militares estão sendo, discretamente, colocadas na região. Eles estão se preparando de acordo. Só resta-nos esperar que sejam capazes de agüentar o primeiro impacto do ataque, nos dando tempo para começarmos a brigar.
- E se a Rainha saísse do País? – pergunta Randor. – Isso iria impedir que o trono caísse nas mãos de um conquistador.
- Ela se recusa, terminantemente a abandonar o país. – fala Gabriel sério. – Tentei explicar isso a ela, ontem à noite. Uma coisa tenho que admitir, ela é durona. Compareceu a reunião, com uma espada na mão e deixou claro que quem quiser o trono, vai ter que matá-la antes. E que vai usar todas as armas para impedir isso. As forças armadas não estarão sob nosso controle, mas aceitarão nossas idéias. Irgil e Drakul vão orientar isso. Irgil agirá como nosso “meio de ligação” com eles.
- Tom não se importará em matá-la! – fala Dumbledore desdenhoso.
- Ela sabe. Mas ela não é boba. Ordenou que por via das dúvidas, o Príncipe Herdeiro e seus dois filhos partam, hoje mesmo, para outras cidades, em visitas de cortesia. Nenhum deles ficará a menos de 100 km um do outro. Dessa forma, mesmo que Tom a mate, a linhagem Real será preservada. O trono simplesmente muda para o Herdeiro. – fala Drakul sério. – Os trouxas estão se preparando de acordo. Agora, é hora de fazermos o mesmo. Eu e Gabriel andamos analisando algumas opções e vamos repassar para vocês, agora.

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Sábado 19:25 hs – Mansão de Drakul

Emma aparatou no local indicado pelo convite e foi surpreendida pela forte presença de vampiros. Sorriu para eles que conferiram seu convite e em seguida caminhou em direção a Mansão. Estava curiosa para ver Gabriel.
“Aquele beijo roubado parece ter causado muita confusão!” – pensa ela divertida. – “Imagine agora, um beijo NÃO roubado!”
Caminhando como se o mundo lhe pertencesse, cumprimentou alguns de seus futuros colegas e notou que muitos a olhavam de forma um tanto estranha. Especialmente as do sexo feminino. Um misto de inveja e ciúme. Já o olhar dos homens era outro, bem diferente.
“Pelo visto faço sucesso!” – pensa Emma divertida ao notar que um dos jovens bruxos a olhava com desejo. Olhou tanto que sua acompanhante percebeu e lhe deu um tapa com força. – “Ah, o ciúme!!”
“Só espero não encontrar aquele idiota da sorveteria!” – pensa Emma séria referindo-se a Joseph. – “Odiaria sujar meu vestido de sangue! Mas se ele se atrever a me tocar novamente, arranco seus pulmões e o verei morrer, lentamente!”.

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Sábado 19:35 hs – Mansão de Drakul

- Bem, aqui estamos. – fala Snape sorrindo ao olhar para Nita e Narcisa assim que terminaram de aparatar. Os vampiros conferiram seus convites e os liberaram.
- Uau! – exclama Nita sorrindo. – Aqui é lindo! Que jardim maravilhoso.
- De fato é maravilhoso. – fala Narcisa sorrindo ao se abaixar e arrumar o vestido de Nita. – Agora, divirta-se e não se meta em confusões, tudo bem?
- É claro. – fala Nita sorrindo e caminhando em direção a Sophia que a chamava na entrada da mansão.
- Tudo bem? – pergunta Snape ao ver a careta de mal estar que Narcisa fez.
- Sim. Só um pouco de tontura e dor de cabeça. Nada grave. Deve ser efeito da aparatação. – fala Narcisa tentando sorrir. – Não é nada sério, Severus. Vamos nos divertir. Afinal, motivos para isso não faltam, não é mesmo?
- Já te falei hoje o quanto você é especial para mim? – pergunta Snape a abraçando.
- Várias vezes hoje. – fala Narcisa rindo e o beijando de leve nos lábios. – Mas se falar mais uma vez eu não fico brava.
- Eu te amo, e você é muito especial para mim. – fala Snape sorrindo e a beijando nos lábios.
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Sábado 19:45 hs – Mansão de Drakul

- Bem, chegamos antes da hora. – fala Gina divertida. – Afinal a música ainda nem começou.
- Não se iluda. – fala Hermione séria ao ter várias armas apontadas para elas. – Sophia deve ter enfeitiçado a mansão. Só vai ter barulho no salão de festas. E todos os quartos estarão trancados.
Entregam seus convites para os seguranças e rapidamente são liberadas seguindo em direção a mansão. Caminham pelos jardins e assim que entram na mansão já encontram alguns conhecidos.
- Ora, ora, ora. – fala Melissa rindo ao lado de Ruth enquanto se dirigiam ao salão de festas. – E não é que é a Granger? O houve? Comprou umas roupas bonitas? Domou o cabelo?
- Pois é! – fala Hermione sorrindo friamente. – Agora só falta você domar a língua, não é mesmo? Pintou o cabelo? – pergunta Hermione sorrindo ao ver Melissa com o cabelo loiro.
- Parece que Gabriel prefere as loiras. Afinal, até no jornal ele já apareceu aos beijos com uma, não é mesmo? – pergunta Melissa sorrindo. – E quem sabe, ele não percebe a verdade?
- E que verdade seria essa? – pergunta Hermione caminhando ao lado de Gina e olhando com desprezo para Melissa.
- Que você não é mulher para ele. – fala Melissa sorrindo. – Ele merece algo... melhor do que você.
- Sei. – fala Hermione sorrindo de forma zombeteira. – E esse algo... melhor, seria você?
- É claro! – fala Melissa séria. – Ele vai entender, durante a noite de hoje, que tenho muito a... oferecer!!
- Acredito que tenha mesmo. – fala Gina sorrindo zombeteira. – Mas não sei se ele vai querer o que você tem a oferecer.
- É mesmo? E porque pensa isso? – pergunta Melissa com ódio na voz.
- Porque você é muito...oferecida. – fala Gina rindo ao lado de Hermione enquanto entram no salão e encontram com os outros Predadores. Todos já tinham chegado. A música realmente só era ouvida ali dentro.
As Esquisitonas cantavam e na pista de dança muitos casais dançavam. A banda alternava estilos. Ora era uma valsa, ora era música bruxa, ora era dance. Todos os estilos trouxas tocavam. E alguns dançavam um estilo e outros não.
- Veremos, Granger, veremos. – fala Melissa em voz baixa. – Vamos ver com quem Gabriel termina a noite.
- Hermione!! – fala Rony sério ao lado dos Gêmeos. – Menina, que roupas são essas?
- Caramba! – fala Simas impressionado. – A hora que o Gabriel ver você assim.... ninguém o segura!!
- Nossa, você está... – fala Fred com os olhos arregalados.
- ...Realmente incrível. – termina Jorge.
- Uau! – fala Narcisa sorrindo. – Vestida para arrasar, hein?
- Realmente, eu consegui! – fala Sophia sorrindo. – Quer dizer, eu e Gina!!
- Como assim? – pergunta Snape curioso.
- Tivemos o maior trabalho para encontrar as roupas adequadas a Hermione. – fala Gina rindo baixinho. – Sem contar que o cabeleireiro nunca vai esquecer o que ele passou hoje!!
- Nem me fale. – brinca Hermione rindo junto com seus amigos.Hermione usava uma blusa transparente preta de filó. Exibia um sutiã de renda preto por baixo da blusa. Usava uma calça preta de seda e para compor o visual usava sandálias altas cinza salto agulha . Seu cabelo estava liso e caído por seus ombros, de forma aparentemente desleixada. Uma maquiagem leve, lhe dava um ar de “dominadora sexy”.

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- E o vestido que escolhemos para você? - pergunta Sophia baixinho para Hermione.
- Não... me senti bem usando aquilo. Na verdade... achei que iria assustar o Gabriel. - fala Hermione sorrindo. - Acho que o "choque" seria muito grande. Melhor começar devagar.
- Bom, de qualquer forma fez uma boa escolha. - fala Sophia rindo.
- Impressionante! – fala Carlinhos a olhando. – Gabriel é um cara de muita sorte.
- Eu sei. – fala Hermione rindo baixinho feliz pelos elogios de seus amigos. Em seguida, olha para os gêmeos e os encara curiosa. – E vocês, como andam as festas?
- Nem me fale. – fala Fred em voz baixa.
- Sabe o que o Gabriel nos aprontou, não é mesmo??? – pergunta Jorge.
- Dêem-se por felizes que ele resolveu do jeito dele. – fala Hermione séria. – Eu os teria matado, com certeza.
- Acho que a morte teria sido preferível. – fala Fred sério. – Não conseguimos dormir direito desde aquela noite. Toda noite, festas! Merlin! A Sophia tem uns amigos que não param!! Sem contar que temos sérios problemas para sentar.
- Mas em compensação, os negócios da loja estão de vento em popa. – fala Jorge. – Conseguimos uma clientela muito fiel.
- No mundo “alternativo”? – pergunta Gina sorrindo ao se lembrar do castigo dos dois que Gabriel tinha providenciado.
- É claro!! – falam os dois ao mesmo tempo. – Algo contra?
- Merlin me livre. – fala Gina levantando as mãos em sinal de rendição. – Se vocês estão felizes, é o que importa.
- Nós vamos dançar. – fala Snape saindo com Narcisa e Fred e Jorge com alguns...”amigos”.
- Esses aprenderam a lição. – fala Gina sorrindo ao ver os gêmeos caminharem em direção a pista de dança.
- Tomara. Mas eles ainda estão na mira de Gabriel. – fala Hermione séria. – E na minha também!
- Esqueça isso! – fala Sophia olhando para Hermione. – Você realmente está linda. É uma festa. O Gabriel logo vem. E você tem um compromisso para depois da festa, lembra? A “festa” depois da festa?
- É claro que lembro. – fala Hermione sorrindo. – Levou tudo para a cabana?
- Já está tudo conforme combinamos. – fala Sophia sorrindo. – Aproveite!
- Vou aproveitar, pode ter certeza. – fala Hermione sorrindo ao lembrar o que tinha planejado para depois da festa.
“Vamos fazer uma festa, só eu e Gabriel!” – pensa Hermione sorrindo ao olhar pelo salão e ver todos os seus conhecidos de Hogwarts, mais alguns que ela não conhecia.
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Sábado 19:55 hs – Mansão de Drakul – Sala de Reuniões da Aliança

- Com isso, creio que cobrimos tudo. – fala Gabriel calmo. – A menos que tenham mais alguma dúvida? – pergunta Gabriel e todos negam com a cabeça. – Declaro, então a reunião encerrada. Dumbledore poderia ficar um instante? Preciso ver algo com você.
- Claro. – fala Dumbledore imaginando o que ele queria.
- Gabriel, preciso falar com você depois. – fala Drakul calmo.
- Assim que eu terminar com Dumbledore. – fala Gabriel e Drakul concorda.
Gabriel espera pacientemente até que todos saiam da sala. Em seguida, fecha a porta e a bloqueia com um feitiço. Sorriu ao notar que Dumbledore estava preocupado.
- O que deseja, Gabriel? – pergunta Dumbledore.
- Amanhã voltarei a Hogwarts. Acho melhor deixar alguns assuntos já acertados antes. – fala Gabriel se sentando novamente em frente a Dumbledore.
- Que assuntos? – pergunta Dumbledore.
- Uma vez que eu esteja em Hogwarts, você é o Diretor e eu o aluno. Vou aceitar sua “autoridade” sobre mim no que se refere a assuntos da escola somente. E o advirto a não tentar me irritar. Uma nova atitude sua, semelhante ao que tentou fazer durante a reunião lhe trará conseqüências muito sérias. Além disso, sairei para cumprir algumas missões para a Aliança. É muito provável que o Harry, Draco e mais alguns me acompanhem, em caso de necessidade. – fala Gabriel calmo.
- Por que o Harry? – pergunta Dumbledore estreitando os olhos.
- Por que ele precisa de mais experiência em batalha. – fala Gabriel calmo. – Eu o protegerei, em caso de necessidade.
- Não gosto disso. – fala Dumbledore. – O risco dele se ferir é muito grande.
- Já falei que o protegerei, se for necessário! – fala Gabriel com a voz gelada.
- Tenho lá minhas dúvidas a respeito disso. – fala Dumbledore seco.
- Lembra-se como terminou nossa conversa na biblioteca da casa do Draco? – pergunta Gabriel seco.
- É claro. – responde Dumbledore seco. – Não esqueci que você quebrou meu nariz!
- Quer que esta termine do mesmo jeito? – pergunta Gabriel seco.
- Não tenha a pretensão de se achar invencível, Gabriel! – adverte Dumbledore.
- Não tenho tal pretensão. Sei que não sou invencível. Sei que devem existir alguns que podem, realmente, me vencer em um combate. Mas você não é um deles. Portanto, tome cuidado. – avisa Gabriel. – A Srta. Chang estará de volta a Hogwarts este ano. Snape, a meu pedido, a reprovou em poções. Ela cursará somente esta matéria e você ficará longe dela! Bem longe!!
- Caso eu não faça isso? – pergunta Dumbledore seco.
- Eu te entrego amarrado com um salame para o pai da Chang! – fala Gabriel sorrindo deliciado. – E não, ele não irá apoiar o Tom, e sim ele vai se manter neutro ou mesmo nos apoiar discretamente com informações e com seu prestígio. O fato da Srta. Chang estar em Hogwarts me permitirá manter o Sr. Chang sob controle. Ele sabe que em caso de traição por parte dele, a “filha querida” sofrerá um acidente.
- A machucaria em represália a atos do pai dela? – pergunta Dumbledore surpreso.
- Não. Eu nunca a machucaria. Só a mataria. – fala Gabriel sorrindo. – Isto é uma guerra, velhote! Numa guerra, a gente faz o que deve ser feito! A Chantagem é uma... arte!
- Isso não é mais uma guerra para você, ou é? – pergunta Dumbledore. – Isto já virou uma questão pessoal, não é mesmo???? Como diriam os italianos, uma Vendetta!
- Vendetta ? – pergunta Gabriel sem entender.
- Vendetta ou Vendeta É uma seqüência de ações e contra-ações motivadas por vingança que são levadas a cabo ao longo de um extenso período de tempo por grupos que buscam justiça; ela foi uma parte importante de muitas sociedades pré-industriais, especialmente na região mediterrânea, e ainda hoje persistem em algumas áreas. – explica Dumbledore sério.
- É, pode-se dizer que sim. – fala Gabriel pensativo. – Eu já investi demais para perder esta guerra, velhote. Estou começando a achar que terei que investir ainda mais. E o tempo está se tornando meu inimigo. – fala Gabriel seco.
- Andei procurando saber sobre seu passado. – admite Dumbledore.
- Eu sei. – fala Gabriel sorrindo. – Sei de cada tentativa que fez.
- De qualquer forma, não descobri quase nada sobre algumas passagens em sua vida. Especialmente sobre uma tribo que tenha sido exterminada na África, como você falou uma vez. – fala Dumbledore sorrindo. – Isto me parece muito suspeito.
- Dumbledore, por favor, não seja idiota. – fala Gabriel rindo. – Você e os Aurores não conseguem nem mesmo encontrar o Tom na Inglaterra. E olha que a ilha tem o tamanho de um cartão postal! E você quer encontrar o que sobrou de uma tribo exterminada num continente do tamanho da África há quase duas décadas?? – pergunta rindo.
- E por que não me diz exatamente onde eles foram exterminados? – pergunta Dumbledore sério.
- Por que eu não confio em você. – fala Gabriel subitamente sério.
- Mas eu devo confiar em você, não é mesmo? – pergunta Dumbledore irritado.
- Confiar em mim ou não me é indiferente. – fala Gabriel dando de ombros. – Basta que você não me atrapalhe e logo tudo acabará, de uma maneira ou de outra. Caso ainda não saiba, Nita foi adotada por Snape e Narcisa, de modos, que... fique longe dela. Malcom, o filho de Irgil também vai para Hogwarts. Saiba que estou de olho em você e basta um murmúrio de que algo tenha acontecido a um aluno que eu o dependuro pelos tornozelos na torre de Astronomia! Te deixo lá até apodrecer!!
- O que mais? – pergunta Dumbledore.
- Acredito que seria interessante você instituir um dia da semana para palestras em Hogwarts. – fala Gabriel sério.
- E quais seriam os assuntos das palestras? – pergunta Dumbledore curioso. – Como arrancar as tripas do inimigo e os enforcar com elas?
- Não. Acho que esse assunto poderia deixar alguns pais... apreensivos. – fala Gabriel rindo baixinho. – Eu me refiro aos membros da aliança. Um por vez. Para contar sobre as semelhanças e diferenças entre as culturas.
- Não sei bem que vantagem isso traria para os alunos. – fala Dumbledore cético.
- Pois bem. Vocês ensinam que os Duendes provocaram a guerra contra os Bruxos, não é mesmo? E alguém já perguntou a eles se eles não tinham razão em brigar com vocês?? – pergunta Gabriel sério.
- Na verdade, não. – fala Dumbledore.
- Falam-se muito em bruxaria na idade média, mas alguém já contou aos alunos que as mortes nas fogueiras foram causadas por histeria coletiva, aliada a uma igreja que não aceitava o fato do poder estar centralizado nas mãos das mulheres? – pergunta Gabriel.
- Não. – responde Dumbledore.
- E não acha que está na hora de ouvir o que os vampiros tem a dizer? Ou os Elfos? Ou os Centauros? Ou mesmo, os trouxas?? Não acha que está na hora de mostrar aos alunos que existem outras opiniões que contam, além das dos bruxos? – pergunta Gabriel sério. – Eles precisam conhecer todos os lados da história, Dumbledore. A verdade aparecerá sozinha. Deixe que eles conheçam. Não precisa sequer consultar o Conselho Escolar. Serão palestras informais. Os alunos irão decidir os temas antecipadamente e poderão redigir perguntas. Promova o debate! Promova a discussão! Promova o conhecimento!! Isso é ensino. Não ficar lendo livros que foram escritos por um bando de velhos gagás que morreram há décadas!!
- Muito bem. – fala Dumbledore sério. – Vou conversar com os demais professores e vamos escolher alguns dias específicos. Algo mais? – pergunta Dumbledore.
- Sim. Aconteceu algo de estranho, durante o treinamento. – fala Gabriel sorrindo.
- O que? – pergunta Dumbledore sem entender.
- Eu nunca consegui entender como a mãe do Harry se tornou uma bruxa tão poderosa. Sério mesmo! Sei que ela era trouxa e tudo mais, mas mesmo assim, alguma coisa não batia. Afinal, os trouxas, geralmente são fracos em matéria de magia. Quando muito tornam-se bruxos nível 4 ou até mesmo 5. Mas... Lilian era muito forte. Segundo minhas investigações, ela era mais poderosa que o pai do Harry que vinha de uma família Sangue Puro. Mas Lílian, talvez fosse uma Feiticeira nível 3 ou mesmo 4. – fala Gabriel pensativo.
- E? – pergunta Dumbledore estreitando ainda mais os olhos.
- E eu resolvi investigar. – fala Gabriel seco. – Por acaso, você lembra que eu quebrei seu nariz? E depois usei um lenço para limpar seu sangue? – pergunta Gabriel.
- Lembro. – responde Dumbledore seco.
- Pois é. Durante o treinamento, o Harry se feriu sem gravidade. Mas sangrou um pouco. Peguei uma gaze com o sangue dele e resolvi testar uma teoria. Comparei o sangue dele, com o seu, que eu tinha no lenço. – fala Gabriel e nota que Dumbledore fica curioso. – Qual não foi minha surpresa ao notar que o sangue do Harry, e o seu, são muito parecidos?? Que pertencem a mesma família??
- Não estou entendo. – fala Dumbledore sério.
- Claro que está. – fala Gabriel rindo. – Nem vou perguntar como é que você fez para “dormir” com a mãe da Lílian, mas o interessante é... – fala Gabriel e pára por uns instantes, apenas para admirar a cara de Dumbledore. - ... que você é o avô do Harry. Isso não é incrível??? – pergunta Gabriel rindo.
- Eu... eu... – Dumbledore tenta falar mas Gabriel apenas sorri e levanta a mão direita, o impedindo de continuar.
- Eu sei. Nossos pecados sempre voltam para nos assombrar! – fala Gabriel rindo. – Confesso que nunca entendi por que você o protegia tanto em Hogwarts! Sério mesmo. Afinal, as confusões que ele aprontava eram constantes. Mas eu realmente não entendia. Até que fiz o teste. Aí eu entendi.
- Você está... falando sério? – pergunta Dumbledore surpreso.
- É claro que estou falando serio!!! – rosna Gabriel nervoso. – Vai me dizer que não sabia????
- É claro que não sabia!!!! – fala Dumbledore furioso.
- Hein??? – pergunta Gabriel surpreso.
- Como é que eu poderia saber???? – pergunta Dumbledore. – Tem certeza de que fez o teste da maneira correta??
- Ah, tenho sim!! – fala Gabriel seco e vê que Dumbledore coloca as mãos na cabeça, pensativo.
- Eu... Mérlin! Eu tive uma filha??? – pergunta Dumbledore triste.
- Teve sim. Lílian. Que se casou com o pai do Harry. – fala Gabriel desconfiado, não sabendo se acreditava nele ou não.
- Indiferente ao fato de que obviamente nos odiamos, eu te agradeço por ter descoberto isso. – fala Dumbledore em voz baixa.
- Peraí!!! – fala Gabriel mais do que surpreso. – Você não sabia????
- Mas é claro que não!! – fala Dumbledore irritado. – Como poderia saber sobre algo que fiz na minha juventude, há tantos anos atrás? Tive uma noite com ela! Como podia saber que tinha ficado grávida??
- E nunca a procurou para saber? – pergunta Gabriel curioso.
- É claro que não! Ela era recém casada!! – fala Dumbledore irritado.
- Caraca! Essa nem eu acredito! Cada vez que acho que você chegou ao fundo do poço, descubro que você cavou mais um pouco. – fala Gabriel se levantando e caminhando para fora da sala. – Bem, divirta-se, velhote! Agora você já sabe! Eu tenho mais o que fazer. Adeus, vovô!!
- Espere! – fala Dumbledore quase chorando. – Ele sabe? Contou ao Harry sobre isso? – pergunta Dumbledore.
- Ainda não. Vou deixar você decidir quando vai contar a ele. Mas ele sabe que tem uns parentes de sangue. Só não sabe quem são. – fala Gabriel o olhando e vendo Dumbledore chorar baixinho. – Mas é melhor que não seja hoje que você converse com ele. Recomponha-se, antes de falar com ele.
E notou que Dumbledore estava de cabeça baixa, e pela primeira vez, desde que conhecia o velhote, Gabriel sentiu um aperto no peito. Pena. Sentiu pena de Dumbledore.
Sentiu que todos os anos de manipulação de Dumbledore tinham, por fim, sido destruídos por ele mesmo. Agora, para Dumbledore, não era mais um rapaz qualquer que deveria ter a luta final com o Tom. Agora, para Dumbledore, era o seu Neto que iria enfrentar o maior mago das trevas.
“Maldito desgraçado! Tudo isso é culpa sua, seu velhote sacana e nojento!” – pensa Gabriel furioso.
“Caramba! Essa missão é uma caixinha de surpresas!” – brinca a espada em sua mente.
“Nem me fale! Eu iria chantagear o velhote para conseguir informações e acabei dando um presente para ele. Mas que *****!” – pensa Gabriel furioso. – “Praga! Praga! Praga! Vou ter que descobrir sobre os ancestrais de Hermione de outra maneira!”
“Você acha que os Grangers não são os pais de Hermione?” – pergunta a espada surpresa.
“Não sei. Ela é poderosa demais para ser filha de trouxas! Ela tem que ter, pelo menos algum ancestral que tenha sido bruxo. E não qualquer bruxo. Tem que ser do nível de Dumbledore para cima.” – responde Gabriel sério.
“Será que o velhote...?” – pergunta a espada curiosa.
“Mérlin! Espero que não. Isso seria horrível, por muitas razões diferentes! Ela não merece uma vergonha dessas!!” – pensa Gabriel sério. – “E Drakul não encontrou nenhum ancestral bruxo na família de Hermione. Ela pode ser adotada!”
“E ela não saberia?” - pergunta a espada curiosa.
“Se bobear, nem os pais dela sabem! Eles não esconderiam isso dela! E os papéis do hospital estão corretos. Drakul verificou tudo. Até os exames de pré-natal que a Sra. Granger fez enquanto estava grávida.” – pensa Gabriel sério.
“Bem... se analisarmos a situação dessa maneira... bem, você tem ancestrais bem poderosos!!” – brinca a espada em sua mente.
“Isso lá é verdade!” – responde Gabriel chateado enquanto fechava a porta e deixava Dumbledore sozinho. – “Apesar da vergonha de ter o pai que tenho! E de ter tido a mãe que tive!!! Aquela desgraçada!!”
“É... vergonhoso mesmo! Mas afinal, ele não é seu pai, não é mesmo? Não se analisarmos como Hades lhe disse!” – comenta a espada tentando animá-lo.
“É. ‘Pai não é quem faz o filho, e sim, aquele que educa!’” – lembra-se Gabriel do que Hades lhe dissera um dia antes de partir para esta missão. – “É! Se analisarmos dessa maneira, meu pai foi Hades! Foi ele quem me treinou, me educou, me ensinou tudo! Até me deu um nome! Gabriel!”
“Realmente. Aliás, Hades te adotou como filho, não é mesmo?” – pergunta a espada sorrindo em sua mente.
“Sim. Um dia antes de iniciar essa missão! Sinto vergonha de não poder usar o sobrenome dele! O nome mais honrado e respeitado da Resistência. E tenho que ocultar quem sou! E não posso nem sequer usar o nome dele! Isso é vergonhoso!” – responde Gabriel.

“Esse seu Juramento ainda vai lhe causar sérios problemas!” – comenta a espada.
“E você acha que eu não sei? Já me causou vários problemas e tende a piorar, cada vez mais!” – responde Gabriel cansado.
“Sente saudades de Hades, não sente??” – pergunta a espada séria.
“E como sinto. Engraçado, até hoje ele foi o único cara que nunca me traiu. Me sacaneou, é claro. Mas nunca me traiu. Nunca mentiu para mim. Sempre me falou toda a verdade que podia, no momento em que podia. Mas nunca me traiu! Todos sempre me traíram, de uma forma ou outra, menos ele. Mérlin, eu adoro aquele cara! Apesar dele ser um chato!” – responde Gabriel sério.
“Já pensou em perdoar sua mãe?” – pergunta a espada séria.
“Já! E decidi que não perdôo. O que ela me fez... Isso não tem perdão! Talvez eu perdoe o Sirius um dia, mas ela, ah, não. Para ela não existe perdão!!” – responde Gabriel sério.
“Você sabe que ela não ‘batia bem da cabeça’ quando fez o que fez.” – fala a espada compreensiva.
“E daí? Isso não muda o que ela me fez!” – rosna Gabriel irritado. – “O que ela me fez, não tem perdão!! Eu queria nunca ter nascido!! Para encarar um mundo que me odeia? Para que vim a esta droga de mundo, afinal??” – pergunta Gabriel.
“Para manter a Resistência viva! Para fazer o que os outros não fazem. Para tentar fazer algo que sempre foi considerado impossível!” – responde a espada séria.
“É! Só que estou cansado disso! Quero acabar com essa guerra! Quero poder namorar em paz! Quero poder ir ao cinema! Ou então... talvez ter minha família! Filhos! Ah, o que estou pensando? O Universo me odeia o suficiente para nunca me conceder isso!” – responde Gabriel seco.
“Vai mesmo perdoar o Sirius um dia?” – pergunta a espada curiosa e mudando o assunto.
“Eu disse Talvez! Mas não tenha muitas esperanças!!” – responde Gabriel sério.
Caminhou decidido para fora da sala de reuniões e encontrou Drakul o esperando. Ficou satisfeito ao notar que o som da festa ficava restrito ao salão e não se espalhava pelo restante da mansão.

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Sábado 20:08 hs – Mansão de Drakul – Salão de Festas

- Onde está Gabriel? – pergunta Hermione para Draco assim que ele chega junto com Harry.
- Está em reunião, ainda. – responde Draco abraçando e beijando Gina. – Bonitas roupas.
- Obrigado, Draco. Mas, se vocês estão aqui, por que ele também não está? – pergunta Hermione.
- Ele ainda tinha algumas coisas a ver com Dumbledore. – fala Harry abraçando Sophia. – E depois o Drakul ainda quer conversar com ele. Vai demorar um pouco até ele vir.
- E como foi a reunião? – pergunta Gina curiosa.
- Olha, se todas as reuniões forem assim, me admiro que ainda exista uma Aliança. – fala Draco sério.
- Por quê? – pergunta Sophia rindo e se lembrando das vezes que seu pai lhe contava sobre as reuniões. – O que aconteceu dessa vez?
- Gabriel e Dumbledore quase se atacaram. – fala Harry sério. – Andaram perto de saírem no braço. Se não tivéssemos impedido...
- Nem me fale. – brinca Draco sorrindo. – Sem falar que Dumbledore quase teve um ataque cardíaco de felicidade quando Gabriel admitiu que tinha matado Joseph! Ameaçou-o de prisão e tudo. E Gabriel apenas riu na cara dele e ameaçou contar algo que sabe. Não sei o que é, mas Dumbledore mudou de assunto, rapidinho.
- Mas não foi ele que matou o Joseph! – fala Hermione furiosa em voz baixa. – Fomos eu e Sophia!
- É, mas Gabriel assumiu a “autoria” da morte dele. – fala Harry calmo.
- Mas por quê? – pergunta Gina.
- Por que dessa forma, Dumbledore e Quim não virão atrás de vocês. – fala Draco calmamente. – Gabriel disse exatamente o que Dumbledore queria saber. Assumiu a culpa pela morte e desviou as atenções para ele mesmo.
- Ele não vai ter problemas com isso, ou vai? – pergunta Hermione preocupada.
- Eu acho que não. – fala Draco calmo. – Ele deixou claro que Joseph era um espião e que não se importou em matá-lo. Chega disso. Eu quero dançar. – fala Draco convidando Gina para dançarem.
- Eu também. – fala Harry puxando Sophia pela mão até o salão.
- E eu... fiquei de vela!! – resmunga Hermione ao ver que Gabriel ainda não tinha voltado. Pensou em mandar uma mensagem para a tatuagem dele, mas desistiu.
“Se ele está em reunião, não quer ser interrompido!” – pensa Hermione olhando para o salão onde muitos dançavam ao som das Esquisitonas.
Notou ao longe, Snape e Narcisa dançando juntinhos. Carlinhos conversava animadamente com Rony e Simas que estavam paquerando algumas garotas.
Mas ao fundo, sentados comportadamente, Sirius e Pomfrey conversavam com Tonks e Lupin.
Estava sentada, sozinha na mesa, ate que uma mulher se aproximou e sorriu.
- Boa noite. Sozinha? – pergunta Arádia sorrindo.
- Por enquanto, sim. – fala Hermione tentando ser educada.
- E seu acompanhante? Ou vai me dizer que não tem um? – pergunta Arádia sorrindo.
- Está em uma reunião. – responde Hermione sem querer dar maiores explicações a uma estranha.
- Que indelicadeza a minha. – fala Arádia enquanto estendia a mão em forma de cumprimento. – Eu sou Arádia Rategno. Nova Professora em Hogwarts.
- Eu sou Hermione J. Granger. – fala Hermione a cumprimentando. – Sente-se, por favor.
- Obrigado. Eu sei quem você é. Tomei o cuidado de ver as fichas de inscrições dos alunos e encontrei a sua. – fala Arádia sorrindo enquanto se sentava.
- Será professora de que Matéria? – pergunta Hermione curiosa.
- Adivinhação. – responde Arádia sorrindo.
- Ah! Eu soube que Sibila estava doente. – fala Hermione séria. – Infelizmente não serei sua aluna.
- Como assim? – pergunta Arádia curiosa.
- Eu não acredito em Adivinhações e Profecias. Prefiro o mundo da razão, ao invés de suposições. – fala Hermione séria.
- Bem, nem sempre as Adivinhações ou Profecias são erradas. Muitas dão surpreendentemente certas. – fala Arádia. – Mas de qualquer forma, só darei aula por algum tempo. Minha matéria favorita é outra.
- Mesmo? Qual? – pergunta Hermione interessada.
- Defesa Mágica. – fala Arádia sorrindo. – Mas vocês conhecem como DCAT.
- Isso é bom. Saber nos defender é muito importante. – fala Hermione sorrindo.
- E você sabe se defender? – pergunta Arádia sorrindo.
- Aprendi algumas coisas com meu noivo. – fala Hermione sorrindo ao pensar em tudo o que sabia fazer desde que conhecera Gabriel.
- Seu noivo? – pergunta Arádia curiosa. – Achei que tinham terminado tudo.
- Não se deve acreditar em tudo o que se lê. – fala Hermione parando de sorrir ao ver Emma na festa.
“Aquela loira ********! E tem coragem para vir na festa!!!! Sophia, sua ******! Precisava convidá-la???” - pensa Hermione séria.
Arádia acompanhou seu olhar e viu os olhos de Hermione. Sorriu consigo mesma. Acabara de descobrir a maneira de separar sua filha de Gabriel.
“Agora, é a hora de ‘arrumar uma confusão’!” – pensa ela divertida. – “Vou fazê-la sofrer um pouco, mas é para o bem dela.”.
Pediu licença para Hermione e saiu caminhando pelo salão, cumprimentando alguns alunos aleatoriamente. Até que chegou próxima de Emma e quando ela foi ao banheiro, Aradia a seguiu.
Entrou no banheiro ao lado dela e fechou a porta. Observou que estavam apenas as duas ali.
- Sim? – pergunta Emma estranhando as atitudes da mulher desconhecida. – Posso te ajudar?
- Hoje é seu dia de sorte. – fala Aradia sorrindo. – Faça o que eu lhe disser e até o final da noite, Gabriel estará nas suas mãos, para sempre.
- Continue falando. – fala Emma subitamente interessada.
- Preste atenção. – fala Aradia sorrindo. – O que deve fazer é o seguinte...
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Sábado 20:10 hs – Mansão de Drakul – Coleção de Artefatos Históricos

- Drakul, a festa é para o outro lado! Ou não? – pergunta Gabriel curioso. – A Hermione já deve ter chegado à festa e eu...
- Me dê 10 minutos do seu tempo. – fala Drakul sério. – Quero que conheça uma pessoa.
- Quem? – pergunta Gabriel curioso.
- Ele é assim, como eu, um historiador. E diz que quer conhecer você. – fala Drakul conduzindo Gabriel.
- De onde você o conhece? – pergunta Gabriel caminhando ao lado de Drakul.
- De uma escavação arqueológica, no Egito. Do nada ele apareceu em meu acampamento e disse que eu estava procurando no lugar errado. Mostrou-me um lugar a menos de 100 metros de onde eu estava e disse que era ali que eu encontraria o que eu buscava. – fala Drakul sério.
- E encontrou o que buscava? – pergunta Gabriel sério.
- Sim. Encontrei. No lugar exato onde ele indicou. – fala Drakul sério.
- Bem, e daí? – pergunta Gabriel sem entender. – Não sabia que você estava escavando no Egito, Drakul.
- Isso foi há 476 anos, Gabriel! – fala Drakul sério e parando de caminhar.
- E ele está vivo ainda? – pergunta Gabriel surpreso.
- Sim. Não envelheceu nenhum dia. Não, ele não é um vampiro. Não sei o que ele é. Mas disse que quer conversar com você. – fala Drakul. – Além disso, ele me enviou um presente fenomenal.
- Que presente? – pergunta Gabriel curioso.
- Este presente. – fala Drakul sério apontando para uma estátua.

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- O que é isso? – pergunta Gabriel se aproximando da estátua e achando que já a tinha visto antes.
- Não tem nem idéia? – pergunta um “homem” se aproximando até parar ao lado de Gabriel.
“Problemas!!!!” – grita a espada. – “Sinto grandes problemas!!!”
“O que foi?” – pergunta Gabriel para a espada enquanto olhava para o homem ao seu lado.
“A ‘caixa’ onde prendeu Apollyon está sendo forçada!!!” – avisa a espada.
“Não estou sob ataque, estou?” – pergunta Gabriel preocupado.
“Não!” – responde a espada. – “Ué, parou!! Voltou a ficar estável como antes!”.
- Na verdade, acho que já vi isso em algum lugar. – fala Gabriel pausadamente apontando para a estátua.
- É mesmo? Onde? – pergunta o estranho.
- Em um livro, é claro. – responde Gabriel sentindo algo de estranho naquele cara.
“Defesas mentais semelhantes as minhas. Bloqueios de pensamento iguais aos meus! Forte controle de qualquer traço de magia ou energia! Ele nem mesmo tem cheiro! Não o vejo respirar! Mas quem diabos é esse cara?” – pergunta-se Gabriel curioso.
- Que indelicadeza a minha. Nem me apresentei. – fala o estranho estendendo a mão. – Eu sou Satan-El. Muito prazer.
- O prazer é todo meu. – fala Gabriel apertando a mão dele e sentindo todos os pelos dos braços se arrepiarem. Sentiu um arrepio descer em sua coluna. – Meu nome é Gabriel.
- Tem certeza de que já viu esta estátua antes? – pergunta Satan-el sorrindo.
- Sim. Em algum livro. – fala Gabriel sincero sentindo que Satan-el não era um inimigo. Não sabia como, mas sentia que ele não lhe desejava o mal.
.- Por que não analisa a peça? Quem sabe isso não lhe dá alguma pista de onde já a tenha visto antes? – pergunta Drakul curioso e notando que os dois estavam se dando bem.
- Pois bem. – fala Gabriel se aproximando da estátua e a olhando com um olho crítico. – Importa-se se eu tocá-la? – pergunta Gabriel curioso para Drakul.
- Vá em frente. – fala Drakul sorrindo. – Mas duvido que descubra algo.
- Pois bem. – fala Gabriel calmo e tocando na estátua com delicadeza, como se tocasse no corpo de Hermione. Sente um arrepio assim que seus dedos tocam na estátua.– Bem, vejamos. O Objeto consiste de um monumento em um tronco de cone de dura pedra negra de 2,25m de altura, 1,60m de circunferência na parte superior e 1,90m de base, ou seja, gravado em uma estela cilíndrica de diorito. Toda a superfície está coberta por denso texto cuneiforme, de escrita acádica. Em um alto-relevo, vê-se o soberano a receber de Shamash, deus dos oráculos, as leis da eqüidade da justiça, dispostas em 46 colunas de 3.600 linhas. Nele está codificada a jurisprudência de seu tempo, de um reino de cidades unificadas, um agrupamento de disposições casuísticas, de ordem civil, penal e administrativa. Determinava penas para as infrações, baseadas na lei de talião: olho por olho, dente por dente. – fala Gabriel concentrado. – Isto é uma cópia do Código de Hamurabi! Um dos primeiros conjuntos de ordem e leis da história humana que foram impressos. Isso vem da Babilônia.
- Parabéns. – fala Drakul sorrindo e batendo palmas. – Estou impressionado. Não sabia que conhecia tanto sobre os Babilônios.
- Na verdade, eu estudei sobre culturas antigas. Era uma “obsessão” de um amigo meu. Mas nunca vi nada deles. Nada. É a primeira vez que vejo, “ao vivo” algo deles. É uma belíssima obra de arte. – fala Gabriel sorrindo.
- Pouquíssimas pessoas conhecem sobre essa estátua. Ou sobre o texto que ela contém. - fala Satan-el sorrindo.
- Infelizmente não consigo ler o texto. – fala Gabriel ao perceber um vampiro se aproximar de Drakul e sussurrar algo em seu ouvido.
- Desculpem-me, preciso voltar à festa. Parece que Dumbledore está chorando desolado na sala de reuniões e ninguém sabe o que fazer. – fala Drakul sério se retirando.
- Tente filmar. – fala Gabriel em voz alta. – Quero assistir depois!!
- E por que acha que estou com tanta pressa? – pergunta Drakul rindo em voz alta e se afastando rapidamente.
- Seu nome é interessante. – fala Gabriel olhando para Satan-el.
- Ah, sim. Muita gente já me disse isso antes. – fala Satan-el divertido caminhando em direção ao salão onde a festa acontecia e Gabriel o acompanhando.
- É uma referência a um... anjo, não é mesmo? – pergunta Gabriel curioso.
- Não. A um Arcanjo. Assim como o seu também é uma referência a um deles. – fala Satan-el divertido.
- Ah, é mesmo. Já ouvi algo sobre isso. – fala Gabriel sorrindo ao lembrar-se da noite durante o treinamento que este assunto veio à tona.
(para saberem mais, favor ler a Mini-Fic Anjos e Demônios deste pobre autor no seguinte endereço http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=25909).
- De fato, muitos nomes são, de uma forma ou de outra, ligados a pessoas ou ‘seres’ que viveram num passado longínquo. – fala Satan-el sorrindo ao se apoiar numa sacada interna, de onde podiam ver todos os convidados dançando ao som das Esquisitonas. O Salão ‘fervia’. As Esquisitonas estavam... ‘detonando’.
Mas Gabriel nem olhava para lá. Estava cada vez mais curioso sobre Satan-el. Tentou analisar sua mente bem de leve, mas encontrou fortíssimos bloqueios mentais. Notou que quando ele caminhava, o solo ao seu redor não refletia o peso dele.
“Quem é esse cara?” – pergunta Gabriel para a espada.
“Sei lá! Mas ele é... diferente!” – comenta a espada.
- É, muitos nomes são baseados no passado. – concorda Gabriel sem saber como pressionar Satan-el para conseguir maiores informações.
- Como conseguiu seu nome, Gabriel? – pergunta Satan-el sorrindo.
- Ganhei de um de meus mestres. – fala Gabriel surpreso consigo mesmo por responder aquilo.
- Não de seus pais? – pergunta Satan-el surpreso.
- Não. – fala Gabriel curioso consigo mesmo por responder tais perguntas. – Nunca tive pais.
- Nunca teve pais? – pergunta Satan-el cada vez mais surpreso.
- Não. Nunca. – responde Gabriel.
- E antes de seu “mestre” lhe dar esse nome, como o as pessoas o chamavam? – pergunta Satan-el curioso.
- Eu era conhecido por apelidos. – fala Gabriel sorrindo.
- Que tipo de Apelidos? – pergunta Satan-el curioso.
- Apelidos carinhosos. – fala Gabriel rindo. – Geralmente... Filho do Demônio. Aberração Maldita. Nada demais, só o básico. – fala Gabriel rindo baixinho ao ver Narcisa dançando com Snape e Malcom conversando com Nita. Mais adiante viu Draco e Gina dançando, bem como Harry conversando com Rony e Simas. Sophia e Hermione conversavam com uma mulher, que ele nunca tinha visto antes. Deu uma olhada nas roupas e na aparência de Hermione e estranhou. Ela estava muito bonita e bem produzida.
“Não gostou dela assim?” – pergunta a espada curiosa.
“Claro que gostei. Mas ela está... diferente! Parece uma mistura da Gina com Sophia!” - brinca Gabriel.
”Gostou ou não gostou?” - pergunta a espada rindo.
”Mérlin! Vai ter um bando de ‘gaviões’ sobre ela, de hoje em diante!” - pensa Gabriel divertido.
”Medo??” - pergunta a espada divertida.
”Não sei... acho que não! Mas lá no fundo... dá um friozinho na barriga!” - responde Gabriel divertido.
“Ciúmes, Gabriel??” - pergunta a espada sorrindo da careta que ele fazia.
“Você me conhece! É claro que sinto ciúmes!! Afinal de contas, sou humano!” - responde Gabriel sério.
Mais abaixo, reviu muitos colegas que não via desde que as aulas tinham acabado. Olhou com atenção e viu que Pansy sinalizou que precisavam conversar com urgência. Com um movimento de cabeça, concordou.
- Bem carinhosos mesmo esses seus apelidos. – fala Satan-el sorrindo e acompanhando o olhar de Gabriel. – Você tem muitos amigos.
- Alguns. – fala Gabriel sorrindo cansado. – A maior parte são colegas de escola. Eu... nunca fui um cara que fizesse muitas amizades.
- Por que não? – pergunta Satan-el curioso.
- Fui criado em um ambiente de guerra. – fala Gabriel subitamente sério. – Num ambiente desses, fazer amizades é complicado. De uma forma ou de outra, eles acabam morrendo.
- E daí, você evitava fazer muitas amizades? – pergunta Satan-el sério.
- De certa forma, você acaba com poucos amigos. – fala Gabriel sério. – Uma coisa é enterrar um companheiro de luta. Outra, bem mais difícil, é enterrar um amigo.
- Entendo. – fala Satan-el olhando diretamente para Hermione. – O que sabe sobre aquele a quem homenageia com seu nome?
- O tal de... Arcanjo Gabriel? – pergunta Gabriel surpreso com a mudança de assunto.
- Ele mesmo. – fala Satan-el sorrindo.
- Só algumas lendas. – fala Gabriel dando de ombros. – Não acredito em nada disso.
- Algumas lendas têm um “fundo” de verdade. – fala Satan-el.
- Acho isso uma besteira sem tamanho, pra falar a verdade. – comenta Gabriel dando de ombros. – Tipo, histórias para contar em frente a fogueiras em acampamentos.
- É... pode ser. – fala Satan-el. – Conte-me o que sabe sobre o Arcanjo Gabriel. – pede Satan-el o olhando.
- Pois bem. Um Arcanjo, teoricamente uma hierarquia acima de anjo. Poderoso. Muito poderoso. Conhecido por vários nomes diferentes mas geralmente chamado de Arcanjo da Morte. Tem outros nomes e parece ser também o Arcanjo que anuncia a chegada de alguém. Parece que destruiu Sodoma e Gomorra. – fala Gabriel lembrando-se do que ouvira Hermione ler, ainda no treinamento.
- Só isso? – pergunta Satan-el curioso.
- Basicamente isso. – fala Gabriel indiferente. – O que mais haveria para saber? É uma lenda! Uma história para assustar ou embalar criancinhas! Besteiras sem sentido.
- Eu sei de uma outra lenda sobre ele. – fala Satan-el sorrindo ao notar a descrença de Gabriel.
- Que lenda? – pergunta Gabriel curioso.
- Digamos que o “Criador” tenha criado todo o universo... – Satan-el tenta explicar e Gabriel o corta.
- Pule essa parte. – fala Gabriel sorrindo. – Vá direto ao ponto.
- Pois bem. O Arcanjo Gabriel é conhecido como Flagelo de Deus! – fala Satan-el sério. – Pelo nome você já pode ter uma idéia do que ele é capaz de fazer.
- Não acredito nisso. – fala Gabriel calmo.
- Por que não? – pergunta Satan-el.
- Ninguém criaria um cara desses e o deixaria “solto” por aí. O risco dele se revoltar é grande demais. Não faz sentido. É muito poder. Flagelo de Deus! Isso é uma besteira sem tamanho. – fala Gabriel sério.
- Talvez. Mas aparentemente o Arcanjo Gabriel tinha uma “trava de segurança”! Ele tinha uma “compulsão” em cumprir ordens. Sabe o que é isso, não é mesmo? – pergunta Satan-el sorrindo.
- Não conheço o termo. – fala Gabriel sério.
- Compulsão é a necessidade patológica de agir segundo um impulso que, se controlado, produz ansiedade, comportamento repetitivo em resposta a uma obsessão, ou executado de acordo com certas regras sem outra finalidade verdadeira em si mesmo que não seja evitar que algo ocorra no futuro ( pensamento mágico). – explica Satan-el.
- Tipo... ele se sentia obrigado a cumprir as ordens? Como um... escravo? – pergunta Gabriel curioso.
- Escravo é uma resposta meio simplista, mas correta em sua essência. Ele seria mais como um... robô, para usar uma expressão trouxa. A finalidade dele era essa. – fala Satan-el sério.
- Sei lá, ainda acho arriscado demais criar um cara desses. Muito poder. – fala Gabriel dando de ombros.
- No entanto, segundo a lenda, é exatamente assim. – fala Satan-el.
- E ele nunca se rebelou? – pergunta Gabriel curioso.
- Como assim? – pergunta Satan-el curioso.
- Sei lá! Analisa comigo. Ele é simplesmente poderoso demais. Segundo o que ouvi falar, até mesmo mais do que os outros Arcanjos. Se isso é verdade, o que o impedia de se rebelar? Se ele decidisse que não iria cumprir uma ordem, o que aconteceria com ele? Ou ele nunca se rebelou contra as ordens? – pergunta Gabriel.
- Duas vezes até onde sei. – fala Satan-el sério. – Contam que ele se rebelou uma vez, quando ordenaram que ele matasse uma criança recém nascida.
- E? – pergunta Gabriel interessado.
- Ele se recusou. E a partir daquele momento, entendeu que tinha escolha. Deixou de ser um simples...escravo. – fala Satan-el.
- Que coisa. – fala Gabriel sério. – E a segunda vez?
- Ordenaram que ele matasse um dos outros Arcanjos. – fala Satan-el sério.
- Uau! Um dos seus irmãos? – fala Gabriel sério. – Ele não atacou?
- Não. Analisou as ordens recebidas. Foi até o Arcanjo que devia ser morto e não o atacou. Conversou com ele, e partiu de volta. Quando lhe pediram o porque ele não tinha atacado ele disse: “Se quiserem ele morto, matem-no pessoalmente!” – fala Satan-el sorrindo.
- Bem, matar um irmão, não é nada legal. – fala Gabriel sério. – Eu também não faria tal coisa.
- É. Concordo com você.- fala Satan-el sorrindo.
- Bem, são lendas. – fala Gabriel dando de ombros. – Quem vai saber se é verdade ou não?
- De fato. Ouvi falar muito sobre você nos últimos meses. – fala Satan-el sorrindo. – Parece que você fez muitas coisas... interessantes.
- Por favor, não acredite nem na metade. – fala Gabriel rindo. – A maior parte é invenção da imprensa. Eu sou um cara muito calmo e tranqüilo. Incapaz de fazer qualquer coisa contra as leis ou normas.
- Entendo. – fala Satan-el sorrindo e não acreditando naquilo. – Eu gostei de conhecê-lo, Gabriel. Sou um historiador e conheço os sinais do tempo. As culturas geralmente mudam, de tempos em tempos. Algumas vezes para melhor, outras para pior.
- Mesmo? – pergunta Gabriel o olhando e tentando entender o que ele falava e onde ele queria chegar.
- Sim. Nós chamamos isso de Sinais dos Tempos, ou Épocas de Transição. – fala Satan-el sorrindo. – Estamos numa dessas Épocas de Transição. Fique atento.
- Atento com o que? – pergunta Gabriel curioso.
- Algumas mudanças parecem estar próximas. – fala Satan-el se afastando um pouco e caminhando em direção ao fundo da sala, afastando-se da sacada interna. – Acredito que entenderá em breve. Espero nos revermos em breve.
- Não tenho paciência para tais joguinhos. Quero respostas, Satan-el. – fala Gabriel sério tentando se aproximar de Satan-el, mas ele recuava rapidamente se afastando cada vez mais. Não caminhava, no sentido da palavra. Ele parecia...flutuar no ar. Não tocava o solo.
- Na verdade, a sua maior dúvida deveria ser outra. – fala Satan-el se afastando mais ainda dele.
- E qual deveria ser minha dúvida? – pergunta Gabriel tentando segurar Satan-el com sua aura, mas falhando. Sua aura não tinha nenhum efeito sobre ele.
- Você deveria se perguntar: Quem é você? – fala Satan-el sorrindo.
- E quem sou eu? – pergunta Gabriel irritado conjurando uma jaula de metal ao redor de Satan-el que passou através dela como se ela não existisse.
- Tome cuidado com as respostas que conseguir! – fala Satan-el sorrindo.
- Conversa fiada! Quero respostas agora! – fala Gabriel furioso, conjurando uma Jaula de Anúbis ao redor de Satan-el que sorri e a atravessa sem esforço.
- A gente se fala em breve, espero. – fala Satan-el sorrindo e simplesmente desaparece.
- Mas que droga é essa?? – pergunta Gabriel surpreso. – Como diabos ele ultrapassou os feitiços de defesa? E pela Jaula de Anúbis? Drakul, estes teus amigos...
“Quem era esse cara?” – pergunta a espada séria.
“Ele não é humano! Isso pelo menos eu tenho certeza!” – responde Gabriel sério.
“Você não acha quer era...ELE, acha??” – pergunta a espada curiosa.
“ELE?” – pergunta Gabriel curioso.
“SATAN-EL! O DEMÔNIO TROUXA!!” – responde a espada.
“O Demônio trouxa não tinha chifres e cascos de bode, além de um tridente nas mãos? E não deveria feder a enxofre??” – pergunta Gabriel sério.
“Sinais dos Tempos! Ele deve ter se modernizado!” – responde a espada tentando brincar.
“Está cheia de graça hoje, né?” – pergunta Gabriel sorrindo.
“Fazer o que? Pelo visto Tom não vem para brigar! Essa festa tende a ser um tédio total! Estou enferrujando!” – resmunga a espada suspirando cansada.
“Fique calma! Acho que em breve eles vêm para briga! Daí poderemos nos divertir!” – fala Gabriel tranqüilizando a espada que continua a resmungar.
Procura por mais alguns instantes, mas por fim desiste de tentar localizá-lo e decide ir para a festa. Queria encontrar Hermione. Tinha uma surpresa para ela.
Mas precisava falar com Pansy antes. Tinha muitos planos que estavam parados, apenas esperando pela resposta dela.
“Como faço para falar com a Pansy sem despertas suspeitas?” – pergunta-se Gabriel.
“Convide-a para dançar! Que pergunta idiota!” – responde a espada rindo da cara dele.
“Será adequado?” – pergunta Gabriel indeciso.
“Ninguém vai estranhar vocês dois conversando enquanto dançam. Estamos numa festa, Gabriel!! As pessoas dançam numa festa, lembra??” – pergunta a espada rindo da cara de idiota que Gabriel fazia.
“Será que Hermione não vai pirar comigo por dançar com a Pansy?” – pergunta Gabriel preocupado.
“Qual é? Depois do que conversaram ontem? E depois, ah, por Mérlin! É a Pansy! Ela sabe que vocês são amigos!!” – brinca a espada.
”Acho que eu deveria falar com Hermione antes.” - fala Gabriel indeciso.
”Se for até ela agora, ela não vai deixar você sair depois. Além disso, vai ficar furiosa se for abandonada na mesa para que você dance com a Pansy. Vai por mim! É melhor fazer isso agora! Antes de falar com Hermione!” - comenta a espada séria.
“Humm! Ok! Vamos tentar então! Já que você acha que não tem problema!” – responde Gabriel tentando sorrir. – “Mas eu acho que isso vai acabar mal!”
“Você precisa das informações que a Pansy tem. Vá dançar com ela e pare de se preocupar! Não vai acontecer nada! Eu sei do que estou falando. Eu garanto que não haverá problemas.Vá dançar com ela!” – fala a espada séria.
“Bem, você entende mais disso do que eu!” – concorda Gabriel sério.
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Sábado 20:12 hs – Mansão de Drakul – Salão de Festas

- Precisava convidá-la, Sophia? A Emma? Não lembra do que ela já fez?? – pergunta Hermione séria assim que Sophia e Gina chegam. Draco e Harry tinham ido buscar bebidas. Aradia já tinha voltado e estava junto a elas, conversando. Emma estava mais afastada, procurando por Gabriel.
- Convidei todo mundo, Hermione. Até mesmo alguns que não fazem parte da AD. – defende-se Sophia. – Nem me lembrei na hora. Mas adorei o vestido dela.

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- Droga! – fala Hermione séria.
- Acho que você devia ficar calma. – fala Gina séria. – Ela não está fazendo nada demais. Só conversando como todo mundo.
- Ah, sim. Tenho certeza de que ela não fará nada. – fala Hermione sarcasticamente.
- Não confia em seu poder de sedução? – pergunta Arádia ouvindo em silêncio até ali. – Ou não confia em seu “noivo”?
- Confio em Gabriel. – fala Hermione duramente. – Não confio naquela loira de farmácia!
- Fique calma. – fala Sophia sorrindo. – Você sabe que não existem motivos para ficar assim. Sabe o quanto Gabriel te ama.
- Eu sei. – fala Hermione suspirando. – Sei de tudo isso. Mas sempre que olho para essa loira eu sinto arrepios e não tem a ver com frio. Ela é muito mais esperta do que parece.
- Não vejo nada de errado com ela.– fala Sophia a olhando criticamente.
- Exceto que o Harry está a menos de cinco metros dela? – pergunta Hermione sorrindo.
- Hein? – pergunta Sophia olhando e localizando Harry e Draco pegando bebidas.
- Ah, isso não tem nada demais. – fala Gina sorrindo sem dar bola.
- E o Draco está ao lado dele. – fala Hermione séria. – E estão olhando para ela. E sorrindo.
- Está na hora de buscar os dois. – falam Sophia e Gina ao mesmo tempo.
E saíram, rapidamente, enquanto Hermione sorria sem parar. Logo viu Gabriel caminhando e descendo para o salão. Mas parou para conversar com Pansy e Teodore Nott.
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Sábado 20:16 hs – Mansão de Drakul – Salão de Festas

Gabriel desceu até o salão e notou que Irgil conversava animadamente com o Sr. Chang. Irgil já tinha sido orientado para que conseguisse com o Sr. Chang algumas informações.
Notou ainda que Cho Chang estava conversando com seu namorado, Miguel Córner. Sorriu baixinho imaginando os filhos dos dois.
Mais a frente, Dumbledore conversava com Drakul. Aparentemente já estava mais calmo. Ewolin, Agouro e Randor riam alto no bar enquanto contavam piadas. Quim conversava com uma vampira que sorria baixinho.
Caminhou em frente cumprimentando muitas pessoas. Foi quando encontrou com Pansy que lhe sinalizou novamente que precisavam conversar. Foi até a mesa deles e encontrou-a ao lado de Nott que sorria da cara de Crabbe e Goyle que estavam bebendo suco e contando piadas.
- Boa noite, pessoal. – cumprimenta Gabriel rindo e pegando a piada no final.
- E ai, cara? – pergunta Teo rindo da piada. – Sente-se conosco.
- Obrigado, mas eu quero saber se você permite que eu dance com a Pansy. – fala Gabriel sorrindo e piscando para Nott que entende imediatamente que eles precisavam conversar.
- É claro. – fala Nott sorrindo e Gabriel pega na mão de Pansy e começam a dançar.
“Mãos nas mãos, e uma mão na cintura da parceira! Enquanto sua parceira coloca uma mão no seu ombro direito! Atenção com os pés! Pare de pisar nos meus pés! Não pise nos meus pés, Gabriel!!” – lembra-se Gabriel de quando começou a ter aulas de dança com Hera. Quantos gritos ouviu dela!!
“Mérlin! Eu quase a deixei louca. Mas enfim, consegui aprender a dançar!” – lembra-se Gabriel de sua Mestra. E da paciência dela em lhe ensinar a dançar.
- Ainda bem que a música é calma. – fala Pansy sorrindo e o tirando de suas lembranças.
- De fato. Valsas sempre são mais fáceis. – fala Gabriel referindo-se a música que tinha passos calmos.
- Temos que ser rápidos. Daqui a pouco teremos que trocar de par. – fala Pansy mais séria.
“Troca de pares?” – pergunta-se Gabriel preocupado. – “O que é isso?”
“Acho que a cada pouco você deve trocar de parceiro de dança!” – comenta a espada.
“Mérlin! A Hermione vai me matar!” – pensa Gabriel preocupado.
“Que é isso?” – pergunta a espada de forma zombeteira. – “Você só está dançando!”
“Esqueceu como ela é ciumenta?” – pergunta Gabriel preocupado. – “Preciso sair daqui!”
- Conseguiu algo? – pergunta Gabriel baixinho.
- Enviei uma coruja para um amigo do meu pai que repassou para frente. – fala Pansy em voz baixa, falando próximo ao ouvido de Gabriel. – Ele concordou, Gabriel. E ficou muito feliz. Aparentemente ele ainda não tinha ninguém na escola, como você previu.
- Ótimo. – fala Gabriel sorrindo baixinho com as notícias. Muitos planos poderiam ser ativados agora. – E quais as ordens dele? – pergunta Gabriel no ouvido dela.
- Deixei claro que não iria matar ninguém. – fala Pansy séria. – Ele entendeu e pediu informações atualizadas sobre você, Harry e Dumbledore. Devo mantê-lo a par das novidades.
- Ótimo. – fala Gabriel sorrindo para ela. – Então dará tudo certo.
- Eu gostaria de ajudar ainda mais. – fala Pansy.
- Minha cara, sua ajuda será fundamental. – fala Gabriel e nota que os pares começaram a se desfazer. – Obrigado por sua ajuda.
- Sempre ás ordens. – fala Pansy sorrindo e começando a dançar com o par à direita de Gabriel que nem percebe que à sua frente estava Melissa Mogan.
“Ah, Meu Mérlin! Isso não acaba nunca?? Preciso sair daqui!” – comenta Gabriel preocupado.
“Não se deve abandonar uma dança na metade! Isso seria uma ofensa imperdoável! Você sabe disso!” – resmunga a espada. – “É só uma dança. Hermione vai entender!!”
Mas sabia que abandonar sua parceira seria considerado uma ofensa, então, sem escolha, sorriu para ela e recomeçou a dançar.

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Sábado 20:17 hs – Mansão de Drakul – Salão de Festas – Mesa de Hermione

- Parece que seu noivo foi dançar. – comenta Aradia sorrindo.
- Hein? – pergunta Hermione olhando para Gabriel e vendo ele e Pansy dançando juntos.
- Que coisa, não? – pergunta Aradia divertida.
- Ah, é somente a Pansy. – fala Hermione dando de ombros. – Eles são amigos.
- Amigos? – pergunta Arádia começando sua campanha de ciúmes. – Amizade “bem colorida” essa, não é mesmo? – pergunta Arádia rindo.
- Não me preocupo com a Pansy. – fala Hermione sorrindo.
- Hum! Parece que ele mudou de par! – fala Arádia sorrindo ao ver a nova parceira de dança de Gabriel.
- Melissa? – pergunta Hermione irritada ao ver Gabriel dançando com ela.
“Desgraçado!! O que pensa que está fazendo??” – pergunta-se Hermione mantendo o rosto calmo mas ficando nervosa. – “Quer jogar, Gabriel? Então vamos jogar!!” – pensa ela séria ao se levantar e se aproximar de seus amigos que conversavam de pé bem próximos dali.
- Simas, vamos dançar? – pergunta Hermione sorrindo para ele.
- Dançar? – pergunta Simas a olhando espantado. – Tipo assim, eu e você? No salão?
- Sim. – responde Hermione séria.
- Não. Obrigado. – responde Simas rapidamente dando uma desculpa. – Machuquei meu pé.
- Sei. – fala Hermione com a voz controlada. – Rony? Quer dançar?
- Eu não sei dançar, Hermione. – desconversa Rony pálido.
- Você não aprendeu? – pergunta Hermione.
- Esse tipo de música não. – fala Rony suando frio e esperando que ela acreditasse.
- Sei. Carlinhos? – convida Hermione.
- Hiiii! Olha só! É minha vez de buscar bebidas! – fala Carlinhos saindo rapidamente.
- Draco? – pergunta Hermione.
- Sem chance. – fala Draco sorrindo. – A Gina me mata.
- Nem me convide. – fala Harry sério ao ver o olhar de Hermione. – Sabe que Sophia é ciumenta.
- Ewolin?? – chama Hermione nervosa.
- Não conheço vossas danças. – fala o elfo sério se afastando rapidamente. – Além disso, tenho que falar com Agouro e Randor. Desculpe, assuntos da Aliança!
- Mas o que diabos está acontecendo?? Por que ninguém quer dançar comigo?? – pergunta Hermione séria.
- Hermione, nós conhecemos o Gabriel! – fala Draco sorrindo. – Se ele pegar alguém dançando com você ou dando em cima de você, coitado dessa pessoa. Na melhor das hipóteses, ele faz picadinho dela.
- Droga! – fala Hermione nervosa e volta até a mesa onde se senta irritada.
- Sem parceiros para dançar? – pergunta Aradia.
- Pois é! – fala Hermione com a voz fria.
- Seu “noivo” não parece ter problemas desse tipo! – fala Aradia apontando para Gabriel que termina de dançar com Melissa e começa a dançar com... outra garota.
“Desgraçado!!!” – pensa Hermione furiosa. – “Ele me paga por essa!”
Aradia, ao seu lado, apenas sorria satisfeita. Em breve, Emma faria sua jogada. E seria o fim do romance entre Gabriel e Hermione.

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Sábado 20:21 hs – Mansão de Drakul – Salão de Festas – Salão de Danças

- Pintou seu cabelo, Melissa? – pergunta Gabriel sorrindo de forma educada.
- Achei que estava na hora de... mudanças. – fala Melissa sorrindo.
- É, às vezes, mudar é bom. – fala Gabriel concordando.
- E você parece ter mudado também. – fala Melissa sorrindo e tentando se aproximar mais dele, mas Gabriel a mantinha a distância. – Pelo que li nos jornais, até andou curtindo novas experiências.
- A que se refere? – pergunta Gabriel enquanto dançavam pelo salão.
“Mas que droga de música!! Será que não acaba nunca?” – pergunta-se Gabriel irritado.
- Vi que você largou a Granger. – fala Melissa se aproximando ainda mais dele.
- Na verdade estamos mais juntos do que nunca. – fala Gabriel sorrindo ao entender até onde aquela conversa iria e se afastando tanto quanto possível.
“Socorro! Me tira daqui!” – mentaliza Gabriel e envia a mensagem direto para Simas que o olha e ri da sua cara.
“Sem chance!” – responde Simas pela tatuagem enquanto abraçava duas moças da Cornival. – “Só um aviso de amigo. A Hermione está bufando de raiva!”
“Predador com problemas!! Alguém me tire daqui, urgente!!” – mentaliza Gabriel e envia para todos os rapazes.
“Lamento, ocupado!” – responde Snape rindo baixinho.
“Você dança muito bem!” – responde Neville o olhando e sorrindo.
“Hummm! Acho que não!” – responde Harry. – “Se eu me aproximar de Melissa, ela me ataca e daí a Sophia mata ela! Iria, com certeza, estragar a festa!”
“Sabe, eu poderia te ajudar, mas estou ocupado agora!” – responde Rony pela tatuagem enquanto paquerava com Parvati.
- Sempre achei que Hermione não era a pessoa certa para você. – fala Melissa tentando colocar a cabeça em seu pescoço, mas Gabriel a mantém firmemente a distância.
- Na verdade, ela é a única pessoa certa para mim. – responde Gabriel calmo.
“Eu não to brincando!!!! Alguém me tira daqui!!” – pede Gabriel novamente, mas agora para todos os Predadores que riam da cara dele.
“Se eu sair daqui, a Pomfrey me esculacha!” – responde Sirius.
“E a Gina me mata!!” – responde Draco sorrindo para Gabriel que o olha furioso.
“Por que te tirar daí? Você dança muito bem!” – responde Ewolin o olhando do bar e rindo descaradamente.
“Pedindo ajuda para cuidar de uma Mulher? O que houve com o Gabriel que todos conhecemos?” – pergunta Carlinhos debochado.
”Isso não tem como piorar!!” - pensa Gabriel preocupado.
“VOCÊ E EU TEMOS QUE CONVERSAR!!!” – responde Hermione furiosa pela tatuagem.
”Tem sim! Acabou de piorar!!” - responde a espada rindo dele.
“Pelo amor de Mérlin!! Me tira daqui!!!” – pede Gabriel pela tatuagem diretamente a Hermione. – “Estou falando sério!!!”
- Ah, que pena. – fala Gabriel sorrindo como se estivesse decepcionado ao ver que os pares seriam desfeitos. – Hora de trocar de pares.
- Realmente uma pena. – fala Melissa sorrindo sedutora. – Por que não me procura, mais tarde, nos jardins? Quem sabe eu possa... demonstrar que você está errado com relação a Hermione? Tenho muito a oferecer!
- Quem sabe? – responde Gabriel tentando sorrir.
“Vai mesmo atrás dela nos jardins?” – pergunta a espada curiosa.
“Só no dia que o inferno congelar! Preciso sair daqui! Antes que...” – pensa Gabriel tentando sair dali, mas alguém pega em sua mão delicadamente.
- Creio que é minha vez. – fala Emma sorrindo ao começar a dançar com Gabriel.
“Merlin! Agora o circo está armado!” – ri a espada ao reconhecer Emma.
”Hermione vai me matar!!” - responde Gabriel preocupado.
“Isso não é brincadeira!!” – avisa Gabriel pela tatuagem para todos os Predadores. – “Ou me tiram daqui ou eu coloco vocês nas mãos do Capitão Padilha!! No meio da Floresta Amazônica!! Sem recursos algum! Por um mês!!!” – ameaça Gabriel.
- Eu nunca o agradeci por me salvar, durante a luta em Hogsmeade. – fala Emma sorrindo.
- Não existe necessidade de agradecimentos. – fala Gabriel sorrindo. – Fiz apenas o que qualquer um faria.
“Você dança muito bem!” – brinca a espada em sua mente.
“Mérlin! Que encrenca que você me meteu!” – rosna Gabriel furioso para a espada.
“Eu??” – pergunta a espada divertida.
“Eu sei do que estou falando. Eu garanto que não haverá problemas.Vá dançar com ela!” – repete Gabriel o que a Espada tinha lhe falado antes. – “E agora??” – pergunta Gabriel preocupado.
“Como assim?” – pergunta a espada rindo dele.
“Como eu saio disso??” – pergunta Gabriel furioso.
“Deixe-me assumir o controle do seu corpo!” – fala a espada em sua mente.
“Vai fazer o que?” – pergunta Gabriel preocupado.
“Decapitar a loira, atirar naquele idiota à esquerda, arrancar a perna daquele imbecil à direita...” – responde a espada sorrindo.
“Acho melhor não! Afinal, é uma festa, lembra?” – pergunta Gabriel preocupado.
“Tééééééééééééééééédiooooooooooooo! Nada do Tom! Nada de Elfos Negros! Nada de Comensais! Nem sequer uma briga com Dumbledore!! Eu vou enferrujar!!!” - resmunga a espada séria.
- Eu, por outro lado, discordo. Se você não tivesse me puxado e depois me protegido, eu teria morrido. Duas vezes, aliás. – fala Emma sorrindo para ele enquanto tentava aproximar-se mais de Gabriel que atento, a manteve a distancia.
“Mérlin e Morgana!! Alguém me tira daqui! Ou além do Capitão Padilha eu levo o Capitão Morrimento junto!! Gritando o tempo todo!!!” - envia Gabriel pela tatuagem, reforçando a ameaça anterior e vendo todos os Predadores rirem de sua cara. Exceto Hermione que estava furiosa!!
- Foi algo natural em uma batalha. – fala Gabriel tentando sorrir. – Apenas reagi mais rápido que você. Não quis que você se ferisse.
- De qualquer forma, lhe agradeço. Aquela viga iria, com certeza, me matar. Ou os destroços do prédio que caiu. Você foi muito...heróico. - fala Emma sorrindo de forma sedutora.
- Bem, nada de grave aconteceu. – fala Gabriel tentando sorrir educadamente embora estivesse apavorado com a reação de Hermione.
“Olha, é sério!! Alguém me livra disso!! Eu não sei mais o que fazer!!! Socorro!!! Alguém vai, por favor, avisar o Drakul que preciso de socorro??? Ele, pelo menos vai me ajudar!!!” – pede Gabriel preocupado com o fato de Emma sorrir para ele de forma sedutora, sem parar. E o perfume dela o estava deixando, mesmo contra a vontade, excitado. Sem contar a forma como ela lentamente movia sua cabeça, deixando o pescoço à mostra.
“Ela dança de uma maneira muito... sensual, não? Essa música era para rebolar??” – pergunta a espada sorrindo divertida.
“Pare de rir!! Isso tudo é culpa sua! Daqui a pouco a Hermione vai me matar e a culpa é sua!” – rosna Gabriel furioso para a espada.
“Deixa de ser idiota. É só uma dança! Hummm.... Por que ela não para de sorrir e mover o cabelo?? Aliás, belo cabelo. Loira com olhos azuis! Uau!!! Além disso tem um corpo sensacional. Hei! Mova sua mão para baixo e “teste a textura” da bunda dela!” – provoca a espada divertida.
“Você está louca?? Quer que Hermione me torture antes de me matar???” – pergunta Gabriel furioso.
“Uau!! Que lábios sensuais!! Que seios! Que pernas! Mérlin! Que nariz lindo!” – comenta a espada rindo divertida do constrangimento de Gabriel. – “Hei! Você está excitado ou está guardando uma lanterna no bolso da frente da calça??” - pergunta a espada rindo.
“Olha só!!! Vou usar um Extermínius Totallus se ninguém vier me ajudar!!!” – ameaça Gabriel furioso pela tatuagem.
“Muito bem. Mas você me paga, Gabriel!” – responde Hermione pela tatuagem enquanto levanta e pega na mão de Neville que passava por sua mesa, o arrastando para o pista de dança.
- O que isso significa? – pergunta Neville curioso ao ser arrastado.
- Salvamento do Gabriel! – fala Hermione friamente.
- Ah, mas ele está dançando tão bem. – fala Neville olhando para Gabriel e leva um chute na canela, dado por Hermione. – Ai, Hermione! Doeu! – reclama ele.
- Cale-se e vamos em direção a eles. – rosna Hermione séria começando a dançar e dirigindo-se rapidamente em direção a Gabriel. – Eu pego Gabriel e você pega a loira de farmácia!
- A Luna não vai gostar nada de me ver dançando com ela. – fala Neville preocupado.
- E você acha que eu estou gostando de ver o Gabriel dançando com ela? – rosna Hermione furiosa em voz baixa. – Depois eu explico para Luna.
“Resgate a caminho! Mas você me paga!!!” – envia Hermione pela tatuagem e Gabriel olha para Hermione e sorri agradecido.
Nem percebe quando Emma move a mão que tinha em seu ombro e a coloca em sua nuca, puxando sua cabeça para um beijo.
De longe, Aradia sorriu feliz. Tudo estava dando mais do que certo.
“Agora esse romance acaba, de vez!” – pensa ela divertida.
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Sábado 20:21 hs – Mansão de Drakul – Sacada, acima do Salão de Dança

- Sente-se bem? – pergunta Drakul curioso olhando para Dumbledore que finalmente estava calmo.
- Estou sim, velho amigo. – fala Dumbledore respirando profundamente.
- Quer me contar o que aconteceu? – pergunta Drakul.
- Gabriel...ele... é difícil... lidar com ele. – fala Dumbledore mudando de assunto rapidamente.
- É... – concorda Drakul sorrindo. – Ele não é nada fácil. Quer beber alguma coisa?
- Quero sim. – fala Dumbledore mais calmo. – Acho melhor irmos até o bar. Preciso beber algo.
- Venha, eu acompanho você. – fala Drakul sorrindo.
“Gabriel, seu sacana. O que você aprontou para o Dumbledore?? E como eu consigo fazer igual?” – pergunta-se Drakul sorrindo.

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Sábado 20:23 hs – Mansão de Drakul – Mesa de Snape e Narcisa

- Está melhor? – pergunta Snape preocupado com Narcisa.
- Estou sim, Severus. – fala Narcisa sorrindo para ele. – Foi só um mal estar passageiro. Veja nossa pequena. Dançando.
- É. Esse garoto e ela parecem ter se dado bem. – comenta Snape olhando para Nita e Malcom, que dançavam no salão. Eram o casal mais jovem por ali, e estavam dançando muito bem.
- Preocupado com nossa filha? – pergunta Narcisa sorrindo no ouvido de Snape.
- Com certeza! – responde Snape sorrindo. – Agora temos que ficar de olho! Nessa idade, os problemas começam!! Daqui há pouco teremos um bando de “gaviões” sobrevoando nossa filha.
- Deixe de ser bobo. A vida é assim mesmo. Ah, não! Veja só aquilo! – fala Narcisa ficando subitamente séria e apontando com o queixo para a pista de dança.
- Ah, Merlin! – fala Snape preocupado ao ver Emma tentando beijar Gabriel enquanto Hermione se aproximava dos dois que dançavam. – Vamos ter mortes no salão!

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Sábado 20:24 hs – Mansão de Drakul – Bar do salão de festas

- Entende do que precisamos? – pergunta Irgil sério para o Sr. Chang.
- Naturalmente. Fico, sinceramente, honrado em auxiliar. – fala o Sr. Chang.
- A guerra será difícil. – comenta Irgil. – Longa, custosa e muito, mas muito cruel.
- E todas as guerras não são assim?? – pergunta o Sr. Chang sorrindo.
- É, mas essa vai ser uma guerra... bem mais cruel do que parece. – responde Irgil sério.

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Sábado 20:25 hs – Mansão de Drakul – Salão de Dança – Gabriel e Emma

- Você parece ter a estranha tendência de tentar beijar as pessoas, não é mesmo? – pergunta Gabriel sério, virando seu rosto rapidamente e se desviando do beijo de Emma que caiu no vazio.
- Só estava tentando lhe agradecer. – fala Emma calma enquanto dançavam. – Não há razão para irritação.
- Já lhe disse antes, e torno a repetir. – fala Gabriel ainda dançando com ela, mas com um estranho brilho nos olhos. – Eu tenho uma namorada! Não estou a procura de outra! Entendeu??
- Claramente. – fala Emma sorrindo.
- Ótimo. – fala Gabriel a largando, assim que a música acabou.
“Por que ela não pára de sorrir?” – pergunta-se Gabriel.
“Como assim?” – pergunta a espada.
“A música acabou mas ela ainda não me soltou. Eu já a soltei mas ela ainda não! Não quero empurrá-la! Isso seria ofensivo. Mas o que diabos ela está esperando para me soltar??” – pergunta Gabriel.
“Ela está tentando conquistar você, seu tapado!” – responde a espada rindo da ingenuidade dele.
“Não. Ela parece estar somente esperando algo acontecer, mas o que??” - pergunta Gabriel sério.
- Acho que precisamos... conversar, você e eu! – fala Hermione furiosa encarando Emma.
- Por que não? – pergunta Emma desafiadora.
“Oh, Mérlin! Uma briga aqui, não! Era isso que ela estava esperando! Criar confusão!” – pensa Gabriel preocupado.
- Outra hora. Outro local. – fala Gabriel rapidamente pegando Hermione pela mão e a afastando dali.
- Me larga! Deixa eu arrebentar com ela. – rosna Hermione baixinho para Gabriel.
- Aqui não! Não é o lugar para isso. – fala Gabriel preocupado embora sorrisse para os convidados enquanto praticamente “rebocava” Hermione para fora da mansão.
Continuou a puxá-la pela mão em direção ao jardim. Notou que Emma os seguira mas parara logo na saída da mansão e caminhava calmamente em outra direção.
Olhou a esquerda e encontrou Melissa sentada num banco de pedra sorrindo para ele de forma provocante.
“Mérlin! Eu sabia que ia me ferrar nessa festa! Mas eu esperava pelo menos poder atirar em alguém!!” – pensa Gabriel preocupado praticamente arrastando Hermione para um lugar mais afastado, sem ligar para as reclamações dela. Até que finalmente chegaram num lugar mais afastado um pouco, próximos a uma fonte, no meio do jardim.
Olhou diretamente nos olhos de Hermione e começou a falar rapidamente.
- Olha, eu sinto muito! – fala Gabriel com a voz tensa, meio que engolindo as palavras. – Eu não tentei nada com ela! Foi ela que tentou comigo! Ela tentou me agarrar! Eu tentei me afastar, mas ela não me soltava, e, além disso, eu..... – tenta continuar a explicar, mas é cortado por Hermione.
- Devia ter deixado eu quebrar a cara dela!! – grita Hermione furiosa.
- Brigar na casa de Drakul? – pergunta Gabriel seco. – Durante uma festa que ele está dando? Ficou maluca? Quer ofender Drakul??
PLAFT!!
O tapa o acertou em cheio no rosto. Foi dado com força e raiva, deixando o desenho da mão direita de Hermione impressa em seu rosto.
- Mas por que isso, agora? – pergunta Gabriel sem entender.
“Ela nunca cansa de te bater?” – pergunta a espada divertida.
“Acho que não!” – responde Gabriel. – “Tudo bem, essa eu mereci! Ou melhor dizendo, VOCÊ merecia essa!!”
“Infelizmente... você pagou o pato!” – responde a espada rindo alto em sua mente.
- Por ter ido dançar com aquelas malucas. – fala Hermione furiosa.
- Mas eu já te expliquei que foram elas que me atacaram... – tenta continuar falando, mas é cortado rapidamente.
- Eu não dou a mínima! Deveria ter vindo diretamente até a mim! – fala Hermione bufando.
- Ahhhh! Que droga!! Tudo bem. Desculpe! Lamento ter feito isso assim. Mas me bater o tempo todo já é demais!! – fala Gabriel chateado enquanto esfregava seu rosto onde o tapa o atingira.
- Por que diabos foi dançar com a Pansy?? – pergunta Hermione furiosa.
- Por que ela é minha amiga. – fala Gabriel sério, mas mudando o motivo da dança. - O que foi? Não posso?
- Seu idiota! – fala Hermione tentando lhe dar outro tapa, mas Gabriel pega em seu pulso e impede o golpe.
“Pedi um favor extremamente importante para a Pansy! Dançar com ela foi a maneira dela me responder sem despertar suspeitas!” – projeta Gabriel na mente de Hermione e nota que ela a olha surpresa. – “Não posso explicar agora! Tem muita gente ouvindo! E muita gente vendo! Aqui não é seguro para essa conversa! Estamos sob vigilância! Tem muita gente de olho em nós!!! Olhe ao seu redor!!”
- Você me paga, Gabriel! – fala Hermione séria olhando ao seu redor e vendo inúmeras pessoas os observando.
Soltou seu braço e tentou se afastar dali, mas Gabriel a pega pela mão e a trás de volta.
- Não foge, minha princesa. – pede Gabriel em voz baixa. – Sabe o que sinto por você. Não precisamos fazer isso toda vez. Venha aqui.
- Você é um idiota! – reclama Hermione.
- Eu sei! – fala Gabriel em voz baixa enquanto a abraçava. – Nem sei por que você me suporta.
- Não deveria ter dançado com aquelas malucas. – reclama Hermione brava.
- Eu sei! – fala Gabriel em voz baixa. – Mas era só para falar com a Pansy. Eu nunca imaginei que teria que trocar de pares. Jamais achei que iria dançar com aquelas loucas!!
- Continua sendo um idiota. – fala Hermione mais calma, colocando a cabeça em seu peito.
- Eu sei. Vocês têm muitas regras que nunca vou entender. – fala Gabriel sincero. – Esse mundo de vocês... é uma loucura. Regras demais. Me atrapalho todo com elas.
- Você nem elogiou meu cabelo. – fala Hermione emburrada.
- De fato, não elogiei. – fala Gabriel a beijando de leve nos lábios. – Eu sou um idiota mesmo. Você se arrumou tanto. Esforçou-se tanto para me agradar e eu não a elogiei.
- Nem falou nada da minha roupa. – fala Hermione mais emburrada ainda. – Você não gostou, é isso?
- Eu... achei estranho no início. Mas você está linda. Só que eu sou um idiota. – fala Gabriel rindo e a beijando de novo. –Você está linda, Minha Princesa. Mais linda do que eu mereço. Mulher alguma no mundo fica tão linda como você. Eu me apaixonei por você, independente da roupa que usa.
- Mesmo? – pergunta Hermione um pouco incerta. – Eu... não me sinto eu mesma, vestida assim.
- Você está linda. – fala Gabriel colocando a mão no rosto dela. – Sua pele está macia, você está muito elegante. Seu cabelo... está diferente. Acho que estou acostumado com ele do jeito antigo. Mas ficou muito bom.
- Por que não se vestiu melhor para vir para a festa? – pergunta Hermione.
- Por que eu acho que teremos que lutar e eu não sei lutar com roupas que limitem meus movimentos. – fala Gabriel sorrindo.
- Eu... não trouxe nenhuma arma. – fala Hermione em voz baixa. – Não pensei que fosse necessário.
- Não se preocupe. Eu trouxe armas para todo mundo. – fala Gabriel rindo enquanto beijava seu nariz. – Eu sou um pouco... paranóico quanto as festas. Péssimas experiências.
- Estou linda mesmo? – pergunta Hermione sorrindo.
- Como a mais bela das princesas dos contos de fadas trouxas. Mas você é real. É minha amada. E está aqui, do meu lado. – fala Gabriel sendo sincero. – Mesmo eu sendo um idiota, ciumento e paranóico.
- Ainda tenho vontade de bater nas duas. – fala Hermione séria.
- Outro dia. Outro local. Aqui não. – fala Gabriel a beijando novamente. – Não perca seu tempo pensando nelas. Elas não importam.
- Mesmo assim você dançou com elas. – fala Hermione chateada.
- Seria uma ofensa se eu as deixasse no salão. Você sabe disso, Hermione. – fala Gabriel a beijando com mais calma, vendo que ela estava mais “mansa”!
- Não devia ter feito isso. Não deveria ter dançado com elas. – fala Hermione séria. – Me senti insultada! Como acha que você se sentiria se eu fizesse o que você fez? – pergunta Hermione.
- Me sentiria do mesmo jeito que você está agora. Mas eu provavelmente teria arrancado a cabeça do engraçadinho que tentasse algo com você. Mas, aí, seria eu. Eu poderia fazer isso e me safar. – fala Gabriel sincero. – E eu pedi para sair de lá, e vocês não vieram me ajudar. Agora, bem, acabou, Minha Princesa. Venha, vamos entrar. Quero dançar com você e mostrar a todos, o quanto amo você. E daqui a pouco, tenho uma surpresa!
- Que surpresa? – pergunta Hermione curiosa.
- Se eu contar, deixa de ser surpresa, não é mesmo? – pergunta Gabriel enquanto caminhavam de mãos dadas, em direção a mansão.
Hermione viu que Melissa os olhava com raiva. E ao longe, viu Emma os olhando curiosamente.
- Muito bem. Vamos dançar um pouco. Mas se aprontar mais uma na festa eu acabo com você! – alerta Hermione séria. – Arrebento sua cara!
- Minha Princesa, eu prometo que não faço mais nada durante a festa. Nem saio do seu lado. – fala Gabriel sério.
- É bom mesmo. Senão, fica sem a surpresa que eu estou preparando para depois da festa. – fala Hermione decidida.
- Que surpresa? – pergunta Gabriel curioso.
- Se eu contar, deixa de ser surpresa, não é mesmo? – pergunta Hermione sorrindo. – Vamos dançar, depois quero que conheça nossa nova professora. Ela me parece uma mulher maravilhosa. Adorei conversar com ela. Você vai adorá-la!
- Por que não? – pergunta Gabriel sorrindo enquanto admirava o sorriso de Hermione. – Tenho certeza de que me darei bem com ela.

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Sábado 21:05 hs – Mansão de Drakul – Salão de Dança – Mesa de Hermione.

“Maldição! Deu tudo errado!” – pensa Arádia furiosa ao ver os dois juntos dançando pelo salão em meio aos outros convidados e sorrindo como idiotas um para o outro. Às vezes paravam de dançar apenas para se beijarem.
Notou que de tempos em tempos Gabriel encarava um ou outro rapaz que estava olhando demais para Hermione. Bastava um olhar e os rapazes saiam rapidamente de perto deles.
Percebeu que Hermione fazia a mesma coisa. Era até engraçado de se ver. Depois de alguns minutos, eles ficaram praticamente sozinhos no centro do salão. Os outros casais resolveram que era mais seguro dançarem longe deles.
“Pois bem! Vamos a uma atitude mais drástica! Vou conseguir maiores informações, diretamente com ele! E acabar o namoro dos dois, é claro! Notei que minha filha é muito ciumenta e segundo Dumbledore, facilmente manipulável.” – pensa ela sorrindo.
Após pararem de dançar, Gabriel e Hermione se aproximam de Arádia que estava sentada, junto com alguns Predadores.
“Vocês me pagam!” – mentaliza Gabriel e manda a mensagem para os rapazes que sorriem de volta debochadamente.
- Gabriel, essa é Arádia Rategno. – apresenta Hermione sorrindo. – Nova Professora de Adivinhação em Hogwarts.
- Muito prazer. – fala Gabriel estendendo a mão educadamente enquanto sentia uma pressão em sua mão que Aradia ainda apertava.
“Opa!” – avisa a espada séria.
“Nem me fale.” – comenta Gabriel ao ter sua mão apertada por Arádia que começa a fazer força, como se estivesse tentando quebrar sua mão. – “Quer brincar? Pois bem! Vamos brincar! Mas com ‘estilo’.” – pensa Gabriel sorrindo.
Assume uma forma animaga Parcial somente em sua mão e a transforma em garras. Nota que Arádia se assusta e solta sua mão rapidamente enquanto parava de sorrir. Voltou sua mão ao normal e sorriu para ela.
- O prazer é todo seu.- fala Arádia séria.
“Acabo de incluí-la na categoria PESSOAS QUE NÃO GOSTO!” – comenta a espada em sua mente.
- Dumbledore agiu rápido. – comenta Gabriel sentando-se ao lado de Hermione, diretamente à frente de Aradia.
- Como disse? – pergunta Arádia sem parar de encarar Gabriel.
- Ele agiu rápido para conseguir uma nova professora de adivinhação. – fala Gabriel calmo.
- De fato. – fala Arádia. – Você estuda Adivinhação?
- É claro! Uma das mais importantes matérias da vida bruxa. – fala Gabriel sério e vê que Draco e Harry riem baixinho. Todos sabiam que Gabriel considerava adivinhação uma perda de tempo.
- De fato. Muitas pessoas não tem essa... visão da minha matéria. – fala Arádia.
- Eu acho besteira. – fala Hermione dando de ombros. – Desculpe, mas eu acho.
- Na verdade, nem todas as profecias dão certo. – fala Gabriel lembrando-se de sua profecia. – Mas algumas sim.
- Você dança muito bem. – fala Arádia para Gabriel mudando de assunto e direcionando o assunto para o que lhe interessava.
- Obrigado. – responde Gabriel sorrindo e tentando não se indispor com a nova professora.
- Só que sua escolha de pares é muito... estranha. – fala Arádia séria.
- Infelizmente fui levado pelos acontecimentos. – responde Gabriel ao ver Arádia tomar um gole de vinho.
- Percebi que se divertiu com a loira. – comenta Arádia começando a implicar com Gabriel.
- Emma? Ela deve ser louca. Atacou-me na pista de dança. – fala Gabriel dando de ombros.
- Na verdade, eu me referia a primeira loira. Você parece fazer sucesso entre elas. – fala Arádia sorrindo friamente. – Prefere as loiras?
- Não. Prefiro Hermione mesmo, independente da cor do cabelo. – fala Gabriel sorrindo para Hermione.
“Muito bem! Então vamos provocar diferente!” – pensa Arádia séria.
- Diga-me Gabriel, onde você nasceu? – pergunta Arádia.
“Acabo de incluí-la na categoria PESSOAS QUE EU REALMENTE NÃO GOSTO!” – comenta a espada em sua mente.
- Num lugar nada agradável. – fala Gabriel sorrindo.
- Como é o nome de seu pai? – pergunta Arádia seca.
“Acabo de incluí-la na categoria PESSOAS CURIOSAS DEMAIS!” – comenta a espada em sua mente.
- Digamos que eu e ele não nos damos muito bem. – fala Gabriel mantendo o sorriso em seu rosto e se desviando da resposta.
- E como é o nome de sua mãe? – pergunta Arádia seca, quase sendo ofensiva.
“Acabo de incluí-la na categoria PESSOAS QUE EU ODEIO!” – comenta a espada em sua mente.
- Não convivi muito tempo com ela. – responde Gabriel mais sério.
- Nem imagino o motivo! – fala Arádia de forma ácida.
Os demais Predadores apenas acompanhavam a conversa. Todos sabiam que Gabriel jamais falava sobre a própria família e todos sabiam, através de Harry, que ele odiava o pai.
- Às vezes... a convivência em família pode ser... difícil. Que tal conversarmos sobre outro assunto? – fala Draco querendo mudar o rumo da conversa.
- Eu sinceramente acho que você fugiu de casa, Gabriel. – fala Arádia tentando ofender Gabriel.
“Acabo de incluí-la na categoria PESSOAS QUE EU REALMENTE ODEIO!” – comenta a espada em sua mente.
- Como é que é? – pergunta Gabriel seco enquanto o sorriso sumia de seu rosto.
- É. – fala Arádia rindo sem perceber que os demais Predadores estavam a encarando seriamente. – Você parece ser o típico menininho rico e mimado que abandonou a casa dos pais em busca de uma “aventura”, estou certa??
“Acabo de incluí-la na categoria PESSOAS QUE EU QUERO TORTURAR!” – comenta a espada em sua mente.
- Por que pensa isso? – pergunta Gabriel com os olhos semi-cerrados.
- Suas atitudes. – fala Arádia o provocando. – São típicas de um menino mimado que sempre teve todos os presentes que quis.
“Acabo de incluí-la na categoria PESSOAS QUE EU QUERO TORTURAR MUITO!” – comenta a espada em sua mente. – “Faça algo ou eu assumo teu corpo e dou um cacete nessa mulher!!”
- Entendo. – fala Gabriel em voz baixa. – Bem, está enganada.
- Ah... Vai me dizer que não era o filhinho querido da mamãe? – pergunta Arádia debochada.
- Para sua própria segurança, não continue nesse assunto. – fala Gabriel com a voz gelada. – Não torne a citar minha mãe nessa conversa.
- Ora, Gabriel, estamos entre amigos. Conte-nos, como era o sorriso de sua mamãezinha querida? Não há por que não nos contar a verdade sobre você, não é mesmo?– pergunta Arádia rindo baixinho.
“Acabo de incluí-la na categoria PESSOAS QUE EU QUERO TORTURAR MUITO E LENTAMENTE!” – comenta a espada em sua mente. – “Não vai fazer nada??” – pergunta a espada.
“Drakul ficaria ofendido se eu arrumasse uma briga aqui. Mas faça o favor de incluí-la na Lista de Extermínio!” – pede Gabriel a espada.
“Será um prazer!” – comenta a espada divertida sabendo que aqueles insultos teriam volta, mais cedo ou mais tarde.
- Não sei se a palavra “amigos” possa ser usada neste momento. – fala Gabriel a encarando seriamente.
- Vai me dizer que não confia em seus amigos? Nem mesmo em Hermione? – pergunta Arádia friamente.
“Eu vou bater nessa idiota!!” – alerta a espada.
- Na verdade, eu quis dizer que não incluo você na qualificação de “amigos” ! – fala Gabriel sério.
- É mesmo? E Por que? – pergunta ela sorrindo.
- Não gosto de você. – fala Gabriel sincero. – Faz perguntas demais. Parece louca.
- Ora, isso não parece fazer diferença para você, não é mesmo? Afinal, você diz que Emma é louca, mas mesmo assim dançou com ela, não é mesmo? Rolou alguns beijinhos também? – pergunta Arádia diretamente, tentando causar ciúmes entre Gabriel e Hermione. Notou quando Hermione retesou o corpo e sorriu. Tinha acertado no alvo.
- Não se meta onde não foi convidada. – fala Gabriel com a voz baixa e letal. A sua frente o copo de vinho que Arádia bebia começou a tremer.
- Ora, Gabriel, pode nos contar. – fala Arádia sorrindo. – Diga-me, seu papaizinho não lhe deu uma vassoura de presente de aniversário? – pergunta ela debochada.
- Acho melhor parar. – fala Draco sério.
- Ora, querido. – fala Arádia sorrindo friamente para Draco. – Você não é um exemplo de família feliz é? Afinal, você não passa de um herdeiro de Comensais.
- Cale-se! – rosna Gabriel furioso em voz baixa. O copo que tremia levitou e começou a trincar.
- O que foi, Gabriel? Mamãezinha não te deu um beijo de boa noite e você resolveu fugir de casa? – pergunta Arádia sorrindo.
- Não fale daquilo que não sabe. Não fale de minha mãe. – rosna Gabriel. Suas mãos tremiam de raiva e ele se levantou lentamente.
O copo começou a vibrar e Draco pegou-o em sua mão para impedir que explodisse enquanto olhava para Gabriel e pedia desesperadamente em pensamentos que seu amigo se controlasse. Sabia que, onde estavam, era um lugar inviolável, pela força das tradições dos vampiros.
- Admita, Gabriel, você é um moleque mimado vivendo uma aventura por aqui! – fala Arádia rindo.
- Pare! – fala Sophia séria olhando para Arádia. – Chega dessa conversa!
- Com licença. Acho que vou beber alguma coisa! – fala Gabriel furioso enquanto se levanta e começa a se afastar. Sua voz tremia de raiva. As cadeiras vazias, em seu caminho, simplesmente se moviam, como se temendo uma explosão de fúria dele.
- Não dá para fugir do seu passado, não é mesmo? – pergunta Arádia rindo em voz alta.
- Não. – fala Gabriel em voz baixa e tensa, parando de caminhar e a olhando. – Mas posso prever seu futuro. Sou muito bom nisso.
- É mesmo? – pergunta Arádia sorrindo desafiadora. – E qual é o meu futuro?
- Amanhecer com a boca cheia de formigas. Não pense que a proteção a você se estende além desta propriedade e desta noite. Lá fora... o mundo é cruel e violento. Em uma guerra... baixas casuais acontecem frequentemente. Devia pensar nisso, antes de ficar falando besteiras. Tenha uma boa noite! – fala Gabriel friamente se afastando furioso em direção ao bar.
- Vá atrás dele. – fala Draco sério encarando Hermione que não havia se pronunciado ainda. Nem sequer tinha se movido. Apenas escutara em silêncio tudo o que fora dito. – Vá!Antes que ele perca a cabeça!! – ordena Draco sério.
- Espere, Gabriel! – chama Hermione e levanta-se também indo atrás dele que caminhava rapidamente em direção ao bar.
- Aceita um conselho? – pergunta Sophia séria para Arádia.
- Por que não? – pergunta Arádia sorrindo.
- Saia daqui. Vá para sua casa. – fala Sophia friamente. – Se acha que não conseguiu nada, além de deixar o Gabriel triste e chateado, bem, está enganada. Você conseguiu.
- E o que mais eu consegui? – pergunta Arádia sorrindo.
- Uma porção de inimigos. – fala Draco seco.
- E isso deveria me preocupar? – pergunta ela sorrindo.
- Não. – fala Harry rindo friamente como se estivesse olhando para uma presa. – Mas eu, no seu caso, faria um testamento.
- O que quer dizer? – pergunta Arádia sem entender.
- A hora que o Gabriel te atacar por causa das besteiras que falou, bem, você entenderá a necessidade de um testamento. – fala Gina séria. – Espero que pelo menos seus familiares possam identificar o que sobrar de seu corpo. Mas acho que não vai sobrar nada.
- Acho que você já bebeu demais. – fala Draco seco.
- E falou demais. – fala Rony sério.
- E respirou demais. – fala Simas.
- E irritou demais. – fala Neville a encarando.
- Retire-se, voluntariamente. – fala Sophia e concentra-se, chamando dois dos Executores que chegam até o seu lado. – Ou eles podem te retirar a força. Tenha uma boa noite!
- Está me expulsando daqui? – pergunta Arádia séria se levantando.
- Ah, que bom que entendeu! Você parece ser inteligente. – fala Harry levantando-se assim como todos os outros da mesa. Todos a encarando raivosamente. – Saia, agora. Sem confusão. E lembre-se, que professores, às vezes, sofrem acidentes na escola.
- Sérios acidentes. – fala Neville a encarando.
- Acidentes até... fatais. – fala Rony sério.
- Nunca se sabe o que pode acontecer, não é mesmo? – pergunta Simas.
- Às vezes um feitiço sai para o lado errado. – comenta Draco.
- Ou uma estátua cai sobre a pessoa. – comenta Gina.
- Já que minha presença os deixa... nervosos, tenham uma boa noite. – fala Arádia irritada saindo, acompanhada por dois Executores. No caminho cruzou com Hermione que voltava de cabeça baixa.
Arádia, porém não resistiu e foi até o bar. Chegou perto de Gabriel que estava sentado em uma cadeira alta, encostado no balcão e pedia um copo de uísque de fogo.
- Se você fosse meu filho, eu colocaria veneno no seu copo. – fala Arádia friamente.
- Se você fosse minha mãe, EU BEBERIA O VENENO, com certeza. – fala Gabriel de costas para ela.
Sendo acompanhada pelos olhares vigilantes dos Executores, Arádia sai da mansão e aparata em seguida.
- Cara, que saudades da Sibila!! – fala Harry irritado. – Com ela, pelo menos a gente não se preocupava com as ofensas.
- É. – fala Draco irritado. – Só com as profecias malucas! Que mulher idiota!!
- Droga! - fala Gina séria apontando para o bar. – Olha só para o Gabriel!!
E todos olham para ele, que pegou um copo grande, cheio de uísque de fogo e o tomou, num único gole. Colocou o copo sobre o balcão e pediu outro. Suas mãos ainda tremiam de raiva.
- Como ele está? – pergunta Gina ao ver Hermione se sentar junto a eles.
- Furioso. Ofendido. Magoado. Ele pediu para ficar sozinho um pouco. – fala Hermione em voz baixa.
- Eu devia ter batido naquela idiota. – fala Harry sério.
- Teria sido um erro... fatal. – fala Draco sério. – Por que acha que eu e Gabriel não reagimos aos insultos dela?
- Como é que Gabriel agüentou calado? – pergunta Rony sério. – Achei que ele fosse bater nela.
- Gabriel, assim como todos aqui, inclusive ela, são convidados. Convidados na casa de um vampiro não arrumam brigas com outros convidados. – fala Draco sério. – Seria um desrespeito incrível para com Drakul se Gabriel a atacasse. Por isso ele ficou em silêncio e preferiu se retirar! Por isso eu fiquei quieto, embora tivesse uma vontade imensa de rasgar a garganta dela.
- Então foi por isso que ele falou sobre “Não pense que a proteção a você se estende além desta propriedade e desta noite. ”? – pergunta Gina.
- Sim. Aqui dentro, durante a festa, ela é uma protegida de meu pai. Somente ele pode autorizar algo. Ou você acha que eu não gostaria de ter batido nessa... chata vulgar e maluca?? – pergunta Sophia ainda irritada com Arádia. – Mas eu, assim como vocês, também devo respeito aos convidados de meu Pai.
- Por isso Gabriel não me deixou bater na Emma e me arrastou para o Jardim? – pergunta Hermione séria.
- Sim. – responde Sophia. – Se você brigasse no salão, seria uma ofensa a meu pai. Ele seria obrigado a castigar você. Gabriel iria intervir, é claro, e daí... teríamos muita confusão.
- E quanto à quase briga na sala de Reunião? – pergunta Harry curioso. – Gabriel e Dumbledore quase se pegaram, lá dentro.
- Era uma reunião entre iguais. As regras, naquele caso, eram diferentes. – fala Sophia séria.
- Mulherzinha desgraçada. – fala Simas baixinho reclamando de Arádia. – Estragou a noite.
- Não. – fala Gina séria. – Não estragou não. Isso é uma festa. Vamos nos divertir. Amanhã nos preocupamos com ela. Não vamos deixar que ela nos irrite.
- Maldita idiota. – fala Neville se referindo a Arádia. – Tinha que vir esculhambar a festa???
- Acho que vou conversar com os gêmeos. – fala Draco sorrindo de forma perversa. – Algo me diz que me tornarei um cliente da loja deles.
- Pensando em aprontar com a nova professora? – pergunta Rony sério.
- Talvez. – fala Draco sorrindo de forma angelical. – Algo contra?
- Não. É que como membro da família, eu consigo desconto nas compras de grandes quantidades. – fala Rony sorrindo para Draco. – E eles desenvolveram coisas interessantes durante as férias. Acho que muitas delas nem sequer puderam ser testadas. Agora, creio que teremos uma “cobaia” perfeita!
- E estamos esperando o que? – pergunta Harry rindo baixinho ao se levantarem e irem conversar com os Gêmeos. Logo conseguiram alguns... itens muito especiais.
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Sábado 21:35 hs – Mansão de Drakul – Bar do Salão de Festas

“Como se sente?” – pergunta a espada ao ver ele ingerir o quinto copo de uísque.
“Como se estivesse tomando água!” – comenta Gabriel azedo. – “Essas bebidas já não faziam efeito antes, agora então, nem se fala. O álcool é eliminado em segundos!” – reclama Gabriel.
“É, com seu novo corpo ficar bêbado então é uma...” – comenta a espada.
“Missão Impossível! Preciso do uísque que roubei de Zeus!” – brinca Gabriel rindo baixinho.
”Por que não fabrica? Daí, talvez, possa ficar bêbado!” - comenta a espada.
”Eu nunca descobri a fórmula certa! Bem, acho que posso tentar! Sei quais as ervas que ele usava, mas não sei a quantidade certa!” - comenta Gabriel pensando. “Mas posso, com certeza, descobrir! Vou fazer isso, assim que chegar em Hogwarts! Preciso de um porre!”
“Que mulherzinha desagradável!” – comenta a espada ainda irritada com Arádia.
“Nem me fale. Fico pensando se ela tem filhas. Os genros dela devem sofrer horrores!” – brinca Gabriel.
“Você parece ser o típico menininho rico e mimado que abandonou a casa dos pais em busca de uma “aventura” – fala a espada imitando a voz de Arádia. – “Ah, meu Merlin!! Dá vontade de arrancar a pele dela devagarinho!!!!” – rosna a espada furiosa. – “Se ela soubesse! Se ela tivesse a mínima idéia do que você já passou!!! Argggggggghhhhhhhhhhhhhhh!!! Quer saber? Acho que você devia ir atrás dela e a trucidar!!!”
“Não é o momento certo! Dumbledore iria enlouquecer comigo se eu acabasse com ela agora!” – responde Gabriel furioso. – “Sou muito paciente para conseguir vingança. Esperei até hoje para matar meu pai. Posso esperar para matá-la!! Mas vai ter volta! Pode estar certa disso!”
“Lembra o que você falou? ‘Tenho certeza de que me darei bem com ela’!” - comenta a espada sorrindo.
”Sim. Bem...longe!” - resmunga Gabriel.
“O que vai fazer!” - pergunta a espada.
“Ficar calmo e aguardar! Vou arrancar a cabeça dessa idiota! Quem é ela para me lembrar da desgraçada da minha mãe?? Ou do Maldito pai que tenho? Quem é ela para vir ofender Draco na minha presença?? Se não fosse o fato de que estamos na casa de Drakul....” – responde Gabriel furioso.
“Falando sério, como o Dumbledore a contratou para ser professora?” – pergunta a espada.
“Devem ser amigos, sei lá, talvez amantes! Ambos são igualmente irritantes!!” – responde Gabriel cansado. – “Hora de volta a mesa. E torcer para que essa idiota não volte.”
”Achei que Hermione fosse te defender das coisas que Arádia falava, mas ela nem sequer falou algo. Estranho, não é mesmo?” - pergunta a espada.
”Que coisa, não? Parece que tem algumas coisas que não sabemos! Eu odeio não saber das coisas!” - comenta Gabriel chateado.
Caminhou decidido e sentou-se novamente na mesa. Deu um sorriso cansado para seus amigos enquanto pegava na mão de Hermione e admirava o sorriso dela. Mas se perguntava intimamente por que ela não tinha falado nada para Arádia.
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Sábado 21:38 hs – Mansão de Drakul –Salão de Danças

- Notou algo de estranho no comportamento de Hermione? – pergunta Draco enquanto dançava com Gina.
- Além do fato dela não ter sequer defendido Gabriel enquanto a Arádia o ofendia? – pergunta Gina séria. – É claro que notei.
- E por que ela não falou nada? Por que ela não o defendeu? Ou não mandou Arádia calar a boca? – pergunta Draco curioso.
- Não sei. – fala Gina. – Acho que ela nem percebeu o “tom” da conversa.
- Percebeu sim. – fala Draco sério. – Mas não se importou em ouvir aquela doida. Parecia “beber” cada palavra dela.
- Por que será? – pergunta Gina curiosa.
- Não sei. E eu não gosto de não saber das coisas. – fala Draco sério. – Eu ainda não sei, mas acho que o Gabriel vai sofrer. Mais uma vez.
- Com Hermione? – pergunta Gina. – Depois do que eles conversaram na cabana de Sophia? Duvido!
- Eu não duvido de mais nada. – fala Draco sério. – Não quero mais ver o Gabriel sofrer. Isso já foi... longe demais.
- Você acha que Gabriel percebeu o que Hermione fez? – pergunta Gina preocupada.
- E tem algo que ele não percebe? – pergunta de volta Draco.

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Sábado 21:43 hs – Mansão de Drakul – Mesa de Hermione

As Esquisitonas pararam de tocar por alguns instantes. A vocalista voltou e declarou com alegria na voz.
- Agora, é hora dos desafios. – fala a vocalista sorrindo. – Quem quiser vir até o palco e cantar, esteja a vontade. Nós acompanharemos como banda. É a sua chance de se tornar um “astro”!
E viu que muitos se animaram. Logo uma mocinha da Cornival do Sétimo ano subiu ao palco e cantou uma música para seu namorado. E foi muito aplaudida.
E logo, Neville subiu ao palco e declamou uma poesia para Luna que sorria sem parar.
Outros alunos e alunas se sucediam no palco, sem parar.
E depois, foi a vez dela. Sophia. Ela subiu ao palco e o silêncio se instaurou. Após uma breve conversa com a banda, ela foi até o microfone e sorriu.
- Potter? Preciso de ajuda. Pode vir aqui? – pergunta Sophia e Harry ficou a olhando admirado, mas sem se mexer.
- Sobe lá, Harry! Tenha coragem! – fala Gabriel sorrindo.
- Acho melhor não. – fala Harry sorrindo envergonhado. – Tenho medo de agarrá-la no palco.
- Seja um Predador, seu bundão. – fala Draco sério. – Vá até lá!!
- Me mostre um inimigo que eu mato. – fala Harry sorrindo. – Mas subir em palco me apavora.
- Nós cuidamos disso. – falam os gêmeos o pegando pelo casaco e o levando até o palco onde Harry sobe, meio envergonhado sob aplausos de todos.
Sophia se aproximou de Harry e falou no ouvido dele:
- Essa é para você! E só para você! – fala Sophia com a voz bem sensual.
Em seguida, se afasta um pouco de Harry e com a cabeça dá um pequeno sinal a banda que começa com uma batida forte e rápida. Sofia sorri de forma sedutora e começa a cantar enquanto dançava.








Whitney Houston - Queen Of The Night - Rainha da noite

i've got the stuff that you want
i've got the thing that you need
I got more than you know
To make you drop to your knees
Cuz I'm the queen of the night
Queen of the night oh yeah oh yeah oh yeah yeah

Eu tenho o que você quer
Eu tenho o que você precisa
Eu tenho mais do que suficiente
Para fazer você cair de joelhos
Porque eu sou a rainha da noite
A rainha da noite
Oh yeah, oh yeah, oh yeah


E Gabriel notou que os estudantes no salão começaram a cantar junto com Sophia. Na mesma batida, na mesma força. E a dançarem. Mas não como ela que dançava ao redor de Harry. Dançava de forma provocativa, esbarrando nele levemente enquanto passava suas mãos no corpo dele que a olhava e sorria.

Don't make no difference
If I'm wrong or I'm right
I've got the feeling
That I'm willing tonight
Well I ain't nobody's angel
What can I say?
Well I'm just that way

Não faz nenhuma diferença se eu estou certa ou errada
Eu estou sentindo algo, e vou realiza-lo essa noite
Bem, eu não sou anjo de ninguém
O que eu posso dizer? apenas sou assim


Draco sorria enquanto abraçava Gina e via que ela sorria enquanto apontava para Harry que estava tentando se aproximar de Sophia para abraçá-la, mas Sophia colocava a mão no peito dele, sem deixar que ele se aproximasse demais. E cantava, junto com todos.

i've got the stuff that you want
i've got the thing that you need
I got more than you know
To make you drop to your knees
Cuz I'm the queen of the night
Queen of the night oh yeah oh yeah oh yeah yeah

Eu tenho o que você quer
Eu tenho o que você precisa
Eu tenho mais do que suficiente
Para fazer você cair de joelhos
Porque eu sou a rainha da noite
A rainha da noite
Oh yeah, oh yeah, oh yeah


Rony abraçado a Parvati fitava a cena com o queixo caído. Ao seu lado, Simas era abraçado por duas alunas e todos olhavam para Harry que com um sorriso no rosto tentou abraçar Sophia e a manter segura junto dele. Mas ela se soltava dele e continuava a cantar e dançar de forma provocante. Como se tivesse o único copo de água em todo o deserto. Provocava-o. Chamava-o e quando ele se aproximava ela tornava a se afastar.
Just say say it again
You got a problem with the way that I am
They say I'm trouble
And I don't give a damn
But when I bad I know I'm better
I just wanna get you
And turn it up for you

Você tem um problema com meu jeito
Dizem que eu sou difícil, mas eu não os condeno
Mas quando eu sou má, eu sei que sou melhor
Eu só quero te ter, e virar isso ao contrário para você (a seu favor)

“Daqui a pouco o Potter tem um infarte!”
– pensa Drakul sorrindo enquanto via sua filha cantar e dançar enquanto mantinha Harry longe dela. Jogava com ele. Trazia-o para perto e depois o desdenhava. Aquilo, pouco a pouco estava deixando Harry maluco.– “Engraçado, eu nunca a vi tão feliz! Acho que o namoro dos dois está a deixando feliz. E pensar que a menos de um ano ela andava distraída e sem ânimo para nada. E agora, olha só para ela!! Caramba! Acho que está na hora de eu começar a namorar também!!”
- Pensando na vida, Drakul? – pergunta uma morena com voz sedutora ao seu lado.
- Ora, ora, ora! – fala Drakul sorrindo ao reconhecer aquela voz. – Aparência diferente?
- Sabe que sou sempre original! – fala a morena sorrindo.
- Embalagem diferente. E o sabor? – pergunta Drakul sedutor, sorrindo ao ver Gabriel virar a cabeça rapidamente e encarar a morena. Ele também a tinha reconhecido. Mas Drakul sorriu e fez um movimento com a cabeça, lhe dizendo que cuidaria disso sozinho.
- Por que não vem descobrir? – pergunta ela sedutora. – Afinal, gastei quase seis horas para burlar sua segurança. Melhorou bastante. Com magia não se pode entrar aqui. Só... com outros meios.
- E por que veio? Saudades? – pergunta Drakul sorrindo esperançoso.
- Também. E confesso que eu não queria perder a festa. – responde ela sorrindo de forma sedutora.
- Seja, pois, mais uma vez, bem vinda a minha casa, Rosa Negra. Vinho? – pergunta Drakul sorrindo ao pegar duas taças de um garçom que passava naquele instante.
- Por que não? – pergunta Rosa Negra sorrindo enquanto acompanhava Drakul para uma sala mais... reservada.

i've got the stuff that you want
i've got the thing that you need
I got more than you know
To make you drop to your knees
Cuz I'm the queen of the night
Queen of the night oh yeah oh yeah oh yeah yeah

Eu tenho o que você quer
Eu tenho o que você precisa
Eu tenho mais do que suficiente
Para fazer você cair de joelhos
Porque eu sou a rainha da noite
A rainha da noite
Oh yeah, oh yeah, oh yeah


E Sophia dançava ao redor de Harry que a olhava com desejo nos olhos e sorria de forma lasciva. Assim que ela terminou a música, permitiu que ele se aproximasse e a beijasse com desejo. Foi o fim dos sonhos de muitas meninas no salão que ainda não sabiam do romance dos dois.
Logo depois eles desceram do palco sob aplausos, e vieram até a mesa onde Gabriel e seus amigos estavam.
- Parabéns, Sophia. – fala Hermione sincera. – Cantou muito bem.
- Realmente. – fala Gabriel sorrindo. – Marcando território?
- De certa forma. – fala Sophia sorrindo. – E deixar um aviso que se alguém se meter com o meu namorado, eu arranco a cabeça fora.
- Depois de uma música dessas, não creio que tenha ficado alguma dúvida! – fala Draco rindo baixinho.
- Onde vai, Gabriel? – pergunta Hermione séria ao ver ele se levantar.
- Hora da surpresa! – fala Gabriel sorrindo após lhe dar um beijo na testa.
Caminhou entre os convidados enquanto ouvia um aluno da Lufa Lufa cantar, desafinado, uma música em homenagem a sua namorada. Quando terminou, foi muito aplaudido.
Gabriel foi até o palco e sorriu para as integrantes da banda. Falou rapidamente com a vocalista que foi buscar um instrumento. Com um sorriso maroto no rosto, aproximou-se do microfone e conjurou um banquinho alto. Sentou-se e aguardou.
- Bem, eu vou fazer algo que nunca fiz antes. – fala Gabriel sorrindo envergonhado para todos no salão. – Sério mesmo, eu sou péssimo nisso. Mas acho que vocês não vão me jogar tomates. Eu espero que não, pelo menos. – fala Gabriel rindo e vendo que todos riem também enquanto a vocalista lhe entregava um violão que Gabriel pegou e tirou algumas notas, como se estivesse testando o instrumento.

- Essa música eu dedico a uma pessoa muito especial. – fala Gabriel enquanto começava a tocar a música. Apenas o violão era ouvido. A banda parou e ficou apenas ouvindo. – Eu cometi alguns erros. Muitos na verdade... e quero que saiba, que nenhum deles foi intencional ou mesmo planejado. Eu... sou o que sou. Cometo meus erros. E quero pedir desculpas, se a magoei de alguma forma.
- Vai lá!! – grita Harry rindo da cara de Gabriel. – Tenha coragem.
- É. – fala Gabriel sorrindo e continuando a dedilhar a música ouvindo o silêncio no salão. – Hermione, essa é pra você!








Please Forgive-me Bryan Adams
Por favor perdoe-me

It still feels like our first night together
Feels like the first kiss
It's getting better baby
No one can better this
Still holding on
You're still the one
First time our eyes met
Same feeling I get
Only feels much stronger
I wanna love you longer
Do you still turn the fire on?

Ainda parece como [se fosse] nossa primeira noite juntos,
Parece como o primeiro beijo.
Está ficando melhor, baby,
Ninguém pode tornar isso [ainda] melhor.
Ainda persistindo,
Você ainda é a única.
A primeira vez que nossos olhos se encontraram,
A mesma emoção eu tenho,
Apenas parece muito mais forte.
Eu quero amar você por mais tempo,
Você ainda desperta o fogo [da paixão]?


E Gabriel notou que assim que cantou as primeiras palavras, muitos alunos começaram a cantar juntos com ele. Logo dezenas de casais começaram a dançar pelo salão, juntinhos. Mas Gabriel notou mais. Notou que Hermione o olhava e sorria.
Gabriel fechou seus olhos e tentou direcionar toda sua emoção e sentimento para a música que tocava. Cantava com sua voz forte, mas tentando a todo custo não tremer a voz. Mas é claro que não conseguiu. Em alguns momentos, sua voz parecia sumir e só as vozes de seus colegas eram ouvidas.

So if you're feeling lonely, don't
You're the only one I'll ever want
I only want to make it go
So if I love you a little more than I should ...

Então se você estiver sentindo-se solitária, não sinta-se [assim]
Você é a única que eu sempre desejarei.
Eu só quero fazer isso funcionar,
Então se eu te amar um pouco mais do que eu devia...


Foi quando sentiu um toque delicado em seu rosto que abriu novamente seus olhos. Hermione estava a sua frente, sorrindo, apesar de ter lágrimas escorrendo de seus olhos. Ela também tentava cantar, mas a voz se recusava a sair.
Por fim, apenas o olhava e sorria para ele, como se animando-o a prosseguir. Com a voz renovada, Gabriel continuou a cantar e a olhar para Hermione à sua frente.

Please forgive me, I know not what I do
Please forgive me, I can't stop loving you
Don't deny me, this pain I'm going through
Please forgive me, if I need you like I do
Please believe me (Oh believe it),
every word I say is true
Please forgive me, I can't stop loving you


Por favor, perdoe-me, eu não sei o que faço.
Por favor, perdoe-me, eu não consigo parar de te amar.
Não me rejeite, esta dor pela qual estou passando.
Por favor, perdoe-me, se eu preciso de você como preciso.
Por favor, acredite-me, (oh, acredite nisso)
cada palavra que digo é verdade.
Por favor, perdoe-me, eu não consigo parar de amar você.

“Desgraçada! Ela o tem em suas mãos!”
– pensa Melissa furiosa enquanto ouvia Gabriel cantar a melodia, como se somente Hermione existisse no mundo. - “Ah, Merlin! Queria eu ser presenteada com uma música dessas. Por que será que eu abandonei minhas tentativas depois da Detenção na Hemoteca? Eu poderia ter tentado mais. Até fiquei com o Potter para ver se causava ciúmes em Gabriel, mas ele nunca mais olhou para mim. Nunca mais me deu qualquer tipo de atenção! E depois que ele ficou com ela, ele nunca mais olhou para nenhuma outra. Quando vi no jornal ele aos beijos com a loira, achei que eles tinham terminado tudo, e eu teria uma chance!”
“Bem, se não tive uma chance ainda, está na hora de criar minhas chances. Basta... atrapalhar um pouco!” – pensa Melissa sorrindo ferozmente. – “Gabriel será meu! Será um lindo troféu. Um lindo cachorrinho. E mais um na minha coleção!”

Still feels like our best times
are together
Feels like the first touch
Still getting closer baby
Can't get closer enough
Still holding on
You're still number one
I remember the smell of your skin
I remember everything
I remember all the moves
I remember you yeah
I remember the nights, you know I still do

Ainda parece como se nossos melhores momentos
fossem [quando estamos] juntos,
Parece como o primeiro toque.
Ficando ainda mais próximos, baby,
Não consigo ficar próximo o suficiente.
Ainda persistindo,
Você ainda é a número um.
Eu lembro o perfume da sua pele,
Eu lembro de tudo:
Eu lembro de todos os movimentos,
Eu lembro de você, sim!
Eu lembro das noites, você sabe que eu ainda lembro.


- Por que você nunca fez nada assim para mim antes? – pergunta Gina abraçada em Draco enquanto dançavam no salão.
- Hannnnn.... Por que eu não sei tocar violão? – pergunta Draco.
- Isso não é desculpa. – fala Gina mais séria.
- As pessoas se expressam de maneiras diferentes. – fala Draco em voz baixa. – Eu por exemplo me expresso em atos. Não em palavras.
- E que atos seriam esses? – pergunta Gina curiosa.
- Bem... – fala Draco sorrindo de forma sedutora e a beijando com desejo. Apertou-a ao seu encontro e nem se importou quando perderam o ritmo da dança. Depois de alguns segundos, parou o beijo e olhou para ela. – E então, me expressei bem?
- É. – fala Gina sorrindo. – Digamos que foi um bom começo.
- Podemos continuar em outro local, o que acha? – pergunta Draco sorrindo.
- Assim que a festa diminuir o ritmo, eu sei de um lugar muito bom. – fala Gina sapeca.
- Mal posso esperar. – fala Draco no ouvido dela enquanto recomeçavam a dançar.

The one thing I'm sure of
Is the way we make love
The one thing I depend on
Is for us to stay strong
With every word and every breath I'm praying
That's why I'm saying

A única coisa de que tenho certeza
É o jeito que fazemos amor.
A única coisa de que dependo
É de nós permanecermos fortes.
Com cada palavra e cada suspiro, estou suplicando,
É por isso que estou dizendo...

“Ela o domina. Com graça e jeito. Mas o domina.”
- pensa NumZiel parada ao lado de Ewolin no bar. – “Simplesmente o tem nas mãos. E como ela consegue isso? Ela não é linda como eu. Não sabe metade do que sei. Não tem minha força ou minha agilidade. Nem minha habilidade com armas ou com magia. Não tem minha experiência em combate e, sinceramente, duvido que saiba fazer metade das coisas que faço na cama com um macho! E mesmo assim, ele prefere a ela e não a mim!” – pensa ela furiosa.
- Tudo bem? – pergunta Ewolin a olhando e vendo somente uma garota humana olhando para Gabriel e Hermione que estavam sobre o palco.
- Sim. – fala NumZiel sorrindo. – Apenas apreciando a música. Gabriel canta muito bem.
- De fato. – fala Ewolin sorrindo. – Ele é cheio de surpresas.
- É... – concorda NumZiel séria. – Ele é cheio de surpresas. Com sua licença... – fala ela sorrindo e se afastando para longe dali.
“Ele não me reconheceu! Ewolin, o Capitão da Guarda Real dos Elfos Nobres, não me reconheceu! Eu poderia brincar com os sentidos dele durante a noite toda e mesmo assim ele não me reconheceria. Eu poderia transar com ele e ele não perceberia!” – pensa ela divertida. – “Agora, vamos retornar ao plano inicial. Eliminar Hermione! E dessa vez, vou planejar direitinho!”

Please forgive me, I know not what I do
Please forgive me, I can't stop loving you
Don't deny me, this pain I'm going through
Please forgive me, if I need you like I do
Babe believe it, every word I say is true
Please forgive me, if I can't stop loving you
No, believe, I don't know what I do
Please forgive me, I can't stop loving you

Por favor, perdoe-me, eu não sei o que faço.
Por favor, perdoe-me, eu não consigo parar de te amar.
Não me rejeite, esta dor pela qual estou passando.
Por favor, perdoe-me, se eu preciso de você como preciso.
Babe, acredite nisso, cada palavra que digo é verdade.
Por favor, perdoe-me, se eu não consigo parar de amar você.
Não, acredite, eu não sei o que faço,
Por favor, perdoe-me, eu não consigo parar de amar você.

“E agora? Como é que tudo vai ficar?”
– pensa Dumbledore bebendo um gole de licor. – “Por essa eu não esperava. Harry...meu neto! Claro que ainda vou fazer os testes para ter certeza, mas acredito que Gabriel esteja falando a verdade sobre isso. E agora? O que eu faço?” - pergunta-se Dumbledore tentando entender.
“É óbvio que Gabriel me odeia. Já tivemos nossas “rusgas” mas nada que justifique tanto ódio! Eu... nunca fiz nada para ele. Quer dizer... nada tão grave que justifique todo esse ódio. Por que será que ele me odeia tanto? Será que fiz algo contra algum familiar dele? Será que é por isso que ele tem tanto ódio de mim??” – pergunta-se Dumbledore.
“Arádia não conseguiu nada, até onde pude perceber!” – pensa Dumbledore bebendo mais um gole de licor. – “Vi quando ela foi embora, após conversar com Gabriel. Ela parecia furiosa!! Algo deu muito errado na conversa deles. Mas o que?? O que será que ela falou para ele que o fez se levantar da mesa e vir até o bar?? Vi quando ele bebeu 4 copos de uísque de fogo. Uma quantidade suficiente para derrubar um homem adulto, mas ele não parece ter sido afetado em nada pela bebida. Por que será?? Acho que vou conversar com o médico dele. Tentar descobrir mais algumas coisa sobre ele. Com Sírius, nem eu, nem Lupin conseguimos nada! Ele não falou nada! E a oclumência de todos que treinaram com ele nas férias está perfeita! Nem mesmo com Rony eu consegui alguma coisa!”. - pensa Dumbledore cansado.
“Droga! Preciso de informações. E preciso de Gabriel! Ainda mais que ele se recusa a chamar Apollyon para a luta! Se eu soubesse onde ele está, iria eu mesmo pedir a ajuda dele. Se tivéssemos Apollyon como aliado, poderíamos dispensar Gabriel!! Mas Gabriel não revela a ninguém onde Apollyon está!!” – pensa Dumbledore sério enquanto acompanha a música que Gabriel tocava.

I can't stop ... loving you ...
Eu não consigo parar... de amar você...

Assim que terminou de cantar o último verso, Gabriel largou o violão ao lado do banquinho que tinha conjurado e sorriu para Hermione. Ela ficou olhando-o mas sem falar nada. Foi quando a vocalista das Esquisitonas veio até os dois que só se olhavam enquanto o restante dos alunos aplaudiam vigorosamente a música.
- Querida. – fala a vocalista sorrindo. – Eu não sei o que ele te fez, mas se fosse comigo, eu já teria perdoado ele no primeiro verso. Mesmo se ele tivesse matado meu animal de estimação.
- Eu já o perdoei. – fala Hermione abraçando Gabriel e lhe dando um beijo de leve nos lábios. – Mas sempre é bom ver alguém que a gente ama, fazer uma declaração dessas. Agora vamos. Deixe os outros cantarem. – fala Hermione puxando delicadamente Gabriel pela mão enquanto outro rapaz se aproximava do microfone.
- Espere. – fala Gabriel parando no meio do palco ainda. – Eu... costumo ser cabeça dura, as vezes.
“Às vezes?” – pergunta a espada zombeteira.
- E às vezes tomo atitudes impensadas. – fala Gabriel sincero.
“Que tal sempre?” – pergunta a espada zombeteira.
- E às vezes ouço o que os outros me dizem e sigo o que os outros me dizem, sem pensar por conta própria. – admite Gabriel baixinho.
- Por exemplo? – pergunta Hermione curiosa com aquilo.
- Como por exemplo hoje. Eu não deveria ter dançado com aquelas duas, mas... aconteceu. Não foi planejado nem nada. Só foi uma péssima idéia, com conseqüências maiores do que deveria ser. Algumas das idéias que tenho, às vezes são muito ruins. – admite Gabriel.
“Hei! Fale por você! Minha idéia foi ótima! Você descobriu o que a Pansy tinha a dizer e ninguém desconfiou de nada!” – resmunga a espada.
“E o fato de eu ter magoado Hermione e ainda ter levado um tapa dela?” – pergunta Gabriel sério.
“Acidentes de percurso??!!” – brinca a espada.
- O que está tentando falar, Gabriel? – pergunta Hermione o olhando enquanto outro rapaz já cantava.
- Eu... sou péssimo com as palavras. – fala Gabriel sorrindo cansado.
“Isso lá é verdade!” – resmunga a espada ainda chateada.
- Por que não diz logo o que quer dizer? – pergunta Hermione sorrindo. – Você está só dando voltas e mais voltas.
- Eu... – fala Gabriel mas pára. Lentamente pega no bolso de sua jaqueta o anel que era de Hermione e que ele tinha pego no lugar onde tinha jogado antes. – Que quero saber se você o quer de volta. – fala Gabriel esperançoso.
- É claro que quero, seu bobinho. – fala Hermione e estende a mão direita, para ele que coloca o anel em seu dedo.
- Obrigado. – fala Gabriel sorrindo. – Por ser tão especial para mim. Por me ajudar. Por me ensinar. Por ter paciência comigo e tentar compreender que eu às vezes sou um idiota.
“Às vezes?” – pergunta a espada zombeteira. – “Sei!! Você é idiota o tempo todo. Sua sorte é que eu gosto de você!”
“Eu também gosto de você. Exceto quando me mete em ‘frias’!” – responde Gabriel sorrindo.
“E quando eu fiz isso?” – pergunta a espada séria.
- Eu espero que você esteja sempre comigo. – fala Hermione sorrindo e o beijando levemente nos lábios.
- Estarei sempre com você. – fala Gabriel sincero. – Vivo ou Morto, eu estarei sempre com você.
- Então venha. Vamos para a mesa. – convida Hermione puxando-o pela mão.
“As ‘frias’ que você me meteu?? Quer a relação por data ou por importância?” – pergunta Gabriel zombeteiro.
“Mérlin! Não sei como Hades suportou você! Sério mesmo!” – reclama a espada brincando.
“É porque ele odiava treinar as crianças. Daí, quando irritado comigo, coisa que acontecia uma ou duas vezes por semana, ele me mandava treiná-las, como forma de me castigar!” – responde Gabriel sorrindo.

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Sábado 21:55 hs – Mansão de Drakul – Bar do Salão de Festas

- Definitivamente ele canta muito bem. – fala Irgil sorrindo.
- É. – fala Agouro. – Fiquei até emocionado com essa música.
- Nem me fale. – comenta Randor. – Vou para casa. Fiquei com saudade da minha esposa.
- Eu também. – fala Agouro caminhando junto a Randor após se despedirem de Ewolin e Irgil.
- É por essas e por outras que ainda estou solteiro. – resmunga Ewolin chateado.
- Peça umas aulas de violão para Gabriel. – brinca Irgil sorrindo.
- Sabe que é uma boa idéia? Vou fazer isso. – fala Ewolin rindo baixinho.
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Sábado 21:59 hs – Mansão de Drakul – Mesa de Hermione

- Preciso ir. – fala Hermione após olhar para o relógio.
- Ir? – pergunta Gabriel surpreso. – Achei que ficaríamos na festa.
- Tenho um lugar para ir. – fala Hermione sorrindo para Sophia.
- Tem? – pergunta Gabriel ciumento.
- Sim. Tenho que ir. Não posso me atrasar. – fala Hermione levantando-se e falando no ouvido dele, com a voz sedutora. – Cabana de Sophia. Em 15 minutos. Não se atrase! Ou não ganha a minha surpresa!
- Nada no mundo faria eu me atrasar!! – fala Gabriel sorrindo no ouvido dela enquanto ajustava o cronômetro de seu relógio para 15:00 e o ajustava para contagem regressiva. Deu-lhe mais um beijo e acompanhou até a saída da mansão, de onde ela aparatou e ele ativou o cronômetro.
15:00
14:59
14:58
“Quinze minutos, hein??” – pergunta-se Gabriel sorrindo enquanto voltava a entrar na mansão. – “Por sorte passa rápido!”
14:57
14:56
Como ele estava enganado! Ainda teria muitos problemas naquela noite.
14:55
14:54

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Fim do Capítulo!! O que?? E a NC?????? Bem, fica para o próximo Capítulo! COM CERTEZA!
Qual é, pessoal, eles precisam de tempo para se arrumarem....
E eu, de tempo para escrever!!!
Depois dos Coments, tem algo para lembrar vocês!
Quero Coments! Muitos Coments! Coments Gigantes! Quer dizer... Se queiserem o próximo Cap!! kakakaka!
Lembrem-se... A Chantagem é uma Arte!
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Imagine a cena do domingo: Arádia chega na casa de Gabriel e Hermione. Hermione é claro a convida a entrar e enquanto vai na cozinha acompanhar o serviço de Borat e Kilima, Gabriel e Arádia... colocam a conversa em dia.
- Crucio. - fala Gabriel baixinho com a mão esquerda apontada para Arádia.
- Desgraçado. - rosna Arádia se desviando e murmurando. - Sectusempra.
- Puxa. - fala Hermione na cozinha falando em voz alta. - Ainda bem que vocês se acertaram. Cheguei a pensar que vocês nunca se dariam bem.
- Vai ficar por muito tempo, Arádia? - pergunta Gabriel sacando a Cortadora de Almas enquanto se desviava do feitiço dela..
- Só até vocês estarem cheios de mim. - fala Arádia pegando Excalibur.
- Puxa, não vai ficar nem para um cafezínho? - pergunta Gabriel fingindo estar triste.

Comentários
Vou inovar dessa vez. Como tem muitos coments, vou comentar como os encontro. Seu nome pode aparecer mais de uma vez. Leia com atenção.

Anderson potter – O Cara até que lutava bem, mas o Harry foi treinado pelos melhores. Como voc viu, Satan-el veio para a festa. NC no próximo, sem falta. A mãe da Hermione ainda vai dar o que falar, com certeza. Como me pediu, mostrei uma reunião da Aliança. Admita, vai, você não esperava por isso, né?
Ana Lívia – Seque as lágrimas minha cara. Ainda vem muita coisa pela frente. Gabriel abriu seu coração e falou o que sente por hermione, mas será o suficiente? Arádia... vai ser um problema. Malvada você, achando graça na dor de Sibila, hein? Kakakakaka! natylindinha – Desculpe a demora.
x Kita Malfoy x – Que bom que gostou do cap. Sobre a mãe de Hermione, em breve saberemos mais.
Melissa Laurence – Realmente o Joseph já era. Sobre Hermione.... bem, Next Cap. A Continuação de Apollyon será O Retorno de Salazar Sonserina. Já tem até um vídeo lá.
Maris – Bem vinda a Família Apollyon. Obrigado pelo elogio. Sim, é minha primeira Fic. Como seus comentários foram múltiplos, vou respondendo conforme encontra-los, ok? Sobre Gabriel, ele é Hot, mas é da Hermione... por enquanto. Kakakaka!
Biank Potter – Que bom que gostou do cap. Concordo que castrar alguns, até poderia resolver certos problemas no mundo. É, eles se entenderam. E eu espero que continuem assim, mas são dois cabeças duras, daí, já viu né? APOLO EM 2 CAPÍTULOS, não Apollyon. Apollyon ainda demora um pouco. Valeu pelos coments.
Renata Di-Lua Lovegood – Bem vinda a Família Apollyon. Apollyon vicia?? Kakakaka!
Sabrina* - Uau!! Adorei as sugestões. Não, o Gabriel não sabe nada sobre a morte do irmão de Sophia, exceto que ele morreu. Sophia e Hermione juntas... um perigo, com certeza. O Harry lutando está ficando... interessante. Suspiro romântico?? Hummmmm! A Hermione quer saber por quem suspiras. É Raphael ta cheio de recadinhos. Mas Gabriel quer conversar com ele. Pessoalmente. Satan-el é, como vimos neste cap, só mais que deixou duvidas sobre Gabriel. A mãe de Hermione, bem, ela quer a filha longe de Gabriel. Tiago Mendes das Neves – Eu nunca falei nada em Morgana. Kakakakaka!
jessica fl – Que bom que gostou. NumZiel veio neste cap e o restante dos Elfos negros não demoram. Dança erótica???? Por que não? É uma idéia interessante!
Carol Lee – Seja bem vinda, minha amiga. A Sibila até é charlatona mas Rapahel a escolheu por ela ter uma “sensibilidade” maior. Ou você acha o Sírius serviria para isso? Kakakaka! Os vampiros... se modernizaram, digamos assim. Sobre Hermione ser uma vampira... bem, talvez nem precise. Acho que o Harry, quando tiver uns 26 ou 27 anos vai entregar seu pescocinho para Sophia. Como viu, confusão na festa é o que não faltou. E a festa ainda não acabou, pelo menos para Gabriel. Ele ainda tem mais 15 minutos de festa. Kakakaka! Sempre dá tempo de dar um soco em alguém!!
Kikawicca – Bem vinda a Família Apollyon. Eu também me diverti muito escrevendo sobre o BOPE.
Jacq Nasci – É. Concordo contigo. Esse negócio do Gabriel ser cachorrinho, não vai dar certo. Dragãozinho, talvez. Raphael ainda vai aparecer. Logo, logo. Sua idéia da memória falsa foi muito elogiada pelo Gabriel, mas a Cortadora de Almas informou que não vale. Sobre Harry e a proposta, sim, acho que sim. Mas daqui há alguns anos. Confesso que me arrependi por ter enviado o Joseph para o pantanal. Poluição é muito ruim. Fiquei sabendo depois que todas as piranhas do cardume morreram envenenadas. Sobre Harry lutando como Mago... será mais breve do que pensa. O Gabriel concorda com sua análise do amor, confiança e respeito, mas... infelizmente ele não pode contar muita coisa. Juramento, sabe? A Nita será muito amada pelo Snape e pela Narcisa. Quanto a Satan-el, bem, ele apareceu. Mas volta no futuro. Pode estar certa disso. Tome cuidado com esses produtos dos Gêmeos. Às vezes...
Renata Di-Lua Lovegood – O Gabriel quando entra numa luta é para vencer. Ele não se importa se ficar todo quebrado, desde que o inimigo esteja em pedaços. O Harry, assim como todos os outros personagens evoluíram. Quer dizer, o Sirius... bem é o Sirius. De fato o maior inimigo do Gabriel é ele mesmo. Por enquanto. E Hermione lutando... Sarah Connors mesmo. Hermione falou que o Gabriel não está disponível! Pra ninguém! E o Gabriel ainda vai fazer o Sírius tomar uma poção broxante.
Maris – Viciada? Em Apollyon? Kakakaka! O Gabriel está rindo até agora.
Wanneli da Silva Rosa Esquenta não, querida. Quando puder... Renascido do inferno é o próximo da lista. Calma que eu chego lá!
Kikawicca – É, eu sei. Eu também quero postar mais rápido, mas nem sempre dá certo.
Jєєh Blα¢k – Quase lá?? Kakakakaka!
Jacq Nasci – É isso aí! Vamos Votar!!
Renata Di-Lua Lovegood – Realmente. A Hermione, assim como todos os Predadores, entenderam que é uma guerra. Espere uns dois capítulos e você vai ver o que acontece quando Dumbledore descobrir do que eles são capazes de fazer. A Cortadora de Almas adorou seus beijos. O Gabriel toma decisões maduras, mas quando mete o pé na jaca é com vontade! Kakakak! O castigo dos Gêmeos foi mais vergonhoso. Eles até "mudaram de atitudes" como vimos neste cap.Eu queria poder fazer uma Tatoo mas na minha região não tem ninguém que faça.
Sind'Orei - Não achei tuas fics. Pode me enviar o Link delas??
Jєєh Blα¢k- Bem vinda a Família Apollyon. Realmente Gabriel e Dumbledore são opostos. Bem opostos. Gabriel não tem nada de compreensivo em combate. O negócio com ele é Atirar primeiro, Atirar durante e Atirar depois também. Kakakaka! O Gabriel/Apollyon não é inspirado no Sephiroth de Final Fantasy. Eu quando descrevi os dois, nem conhecia Sephiroth. Depois eu achei umas imagens parecidas e usei para ilustração, mas somente isso.
Maris - Realmente a Inocência é a primeira Baixa. Sempre. E a segunda são as crianças. Infelizmente.
Carla Ligia Ferreira - Adoro seus coments. Sério mesmo. Tenho a impressão de que o Gabriel e a Cortadora de Almas descobriram minhas senhas. Sabe algo sobre isso?? Bem, vamos lá. Não. Raphael não desiste. Ele é um "chato de galochas". Parece o Sírius. Sobre suas interpretações, bem, devo dizer que está.... errada. Refere-se a Gabriel. E sim, Gabriel deveria ter ido para a Sonserina. Ele mesmo admitiu isso. Mas não posso contar mais nada. Sobre Gabriel seguir uma ordem de Dumbledore, bem, você viu na reunião que isso não deu certo, né? Kakakaka! Sobre as Drogas de Estupro, eu acho que um cara que faz isso deveria ser castrado em praça pública! Com audiência. Lembro-me sempre de Sun|Tzu. Mate 1 aterrorize 10.000. Sophia informa que não empresta a cabana. Nada feito. Drakul agradeceu humildemente seus elogios e pergunta se você gosta de vinho, música, e danças ? E..(bem baixinho para ninguém mais ouvir, ele pergunta se tem uma chance contigo?). bem, como eu ia dizendo, Gabriel odiou saber que se tornou imortal. Mas ele não é imortal. Se o acertarem de jeito ele babau. Só que ferimentos leves não significam mais nada para ele. Agora, se cortarem a cabeça dele fora, já era. Morre mesmo!Segundo Sophia, "sim, somos aristocráticos. Matamos quando é necessário. Temos um código de honra. E somos absurdamente lindos e charmosos. E que história é essa de elogiar meu pai???(**agora, falando bem baixinho, se ele te convidar para um vinho e danças, tome cuidado. Ele é absurdamente sedutor! Vá em frente. Aproveite! Ele adora valsas!***) - Gabriel se surpreende com carinhos? Sim. Ele cresceu em meio a uma guerra. Ele aprendeu a não confiar em ninguém. Ele aprendeu que todos traem ou sacaneiam. Menos seu mestre Hades. Ele nunca traiu Gabriel. Gabriel não quer se unir a Apollyon. Teme perder o controle. Mas talvez não tenha escolha. O futuro é negro para nosso Assassino favorito! Fico feliz que tenha gostado da tortura. Mas o Joseph era, de fato, muito fraco.
A Clara enfrenta alguns problemas de saúde. Quebrou a perna e depois sofreu um acidente de carro. Falei com ela não faz muito tempo e ela vai ficar de "molho" mais alguns dias. Mas ela atualizou Vermelho Sangue. E escreveu o início desse capítulo com a Maris. Sim. Gabriel levou Harry para conhecer o lado sujo de uma guerra. E ele aprendeu direitinho. Você já deve ter notado que o Gabriel só obedece a Hermione e olhe lá. É, o Gabriel e sentimentos não se juntam muito facilmente. Mas ele admitiu isso. Ele achou legal a frase do Navio Inteiro. E tá reclamando aqui. Homens, sabe como são, né? Gabriel, Folga? kakakaka! Ele não consegue ficar longe das encrencas, nem quando dorme!!! O Gabriel adora a Sra. Granger. Sério mesmo. O Gabriel não pode Revelar muita coisa. Mas posso te adiantar algo. JURAMENTO MORTIFICUS!! Esse é o juramento que o Gabriel fez. E a origem de todos os problemas dele. NumZiel apareceu. E ela decidiu algo! Quer o Gabriel a qualquer custo. E a morte da Hermione faz parte do pacote. Não escreveu demais não! ADORO LONGOS COMENTS!! Sobre um final feliz para Gabriel, bem, no final, a gente vê. Mas Gabriel é um Assassino. E ele pode ter uma chance de Redenção, quem sabe?? APOLO VEM AÍ!!
Maris - viciada ou seria ficciada? Decida-se! Kakakakaka!
Aly Black - A Sof adorou o apelido. A mãe de Hermione??? bem... ainda vamos descobrir. Comente sempre. Daí o autor não demora. Kakakaka!
Melissa Laurençe - Relendo a fic? É, o Gabriel passou por cada uma né?
Maris - A Hermione quer saber o sonho com o Gabriel. Segundo ela, essa história tá mal explicada. Frustrada com a tortura? bem, como vimos, você não foi a única. A Hermione e a Sophia também ficaram O grupo do El vai ter que conversar com Gabriel. Bem, vc não acha que isso vai ficar assim, acha? Bem, a Hermione não pode colocar em prática neste cap. Precisamos de outro, só para a NC e outras... coisas que devem acontecer ainda. Não sei qual Capoeira o Gabriel ensinou. Ele falou algo como a capoeira poderia ser tanto uma dança como uma arte marcial. Acho que ele aprendeu aquela mais "brutal". NumZiel vem por aí. E quer o Gabriel. Azar da Hermione. "Todo mundo espera alguma coisa...De um sábado à noite!!!" Verdade, mas nem todos conseguem.
Melissa Laurençe - Infelizmente demorou mais do que o previsto. Desculpe. Valeu pela divulgação e pela ajuda para chegarmos ao top 20.
Vivi - Bem vinda a família Apollyon. Grato pelo apoio.
Renata Di-Lua Lovegood - Suas idéias a respeito do Gabriel e seus amigos, são segundo o Gabriel... idéias. O Gabriel tem uma aparência... interessante, mas pode ser uma farsa também, né? Kakakakaka! O Gabriel não tem o poder de viajar no tempo. Ninguém tem. Mas... é uma idéia. Sobre os Delacour, ele colocou a cortadora de almas no meu pescoço e me mandou calar a boca. (eu não sou idiota de discutir com ele, né??)
Milton Geraldo da Silva Ferreira - Valeu, Milton. É que as vezes atrasa. Não é por mal. É que o tempo é cruel.
Anah Whigs - Valeu anah. Comente sempre e obrigado pelos elogios.
Renata Di-Lua Lovegood - Arádia Rategno é a mulher. Ela veio de um... outro lugar. Não posso dizer mais nada.(por enquanto). Emma NÃO É A MÃE DO GABRIEL. O que é do Raphael está guardado. Ele ainda vai ter que pagar pelo que está fazendo. Posso te adiantar uma palavra. ESPARTANOS!!
Sabrina* - Recebi seu e-mail sobre o livro. O negócio é esperar. Ou talvez conseguir o livro na Web. Mas procurei e nada. É, estamos no top 20. Mas isso é por que vocês as colocaram lá!!
Sind'Orei / Avelã - Tenho uma pergunta. Aquele seu personagem do avião, Capitão "Belle Zayboo", ele por acaso pilota aqueles aviões conhecidos como A-10? Iguais as do link a seguir? Por que se ele pilota, tenho uma vaga para ele, em breve. Veja o link e me responda, por favor http://images.google.com.br/images?ndsp=20&um=1&hl=pt-BR&q=A-10+Thunderbold+Warthog&start=40&sa=N
x Kita Malfoy x - Espero que a "espera" tenha valido a pena. Bjs.
Anna Otaku - Bem vindo a Família Apollyon.
Wanneli da Silva Rosa - Sobre o desafio, bem... A Flectcher, a Otaku, entre outras.
Danny Evans - É grande, né? Eu não sei escrever pouco! Kakakaka! Obrigado pelo elogios e espero que goste deste cap. Maris - "Eu sabia que não devria ter lido todos os 78 capítulos em duas semanas...O que eu leio agora???" - Bem, eu tenho outras fics, sabe? kakakakak!
Milton Geraldo da Silva Ferreira - Todos ainda vão aprontar. Logo os Predadores serão testados como nunca. Espere só uns...2 capítulos. Drakul ainda vem brincar, não se preocupe. Só que ele é um Líder de milhares de vampiros. Não fica brigando como o Gabriel. Ele só entra nas lutas quando Gabriel precisa de reforço.
Rê Malfoy - Bem vinda a Família Apollyon! Espero que tenha gostado da leitura.
Kikawicca - Oi linda. Calma que eles logo vão recomeçar tudo de novo.
Renata Di-Lua Lovegood - Esquenta não. As saudades irão ser saciadas em breve. Muito em breve. Bem, você viu o que ela ensinou, né? kakakaka! Ainda sem muitas idéias para a NC. Estou sofrendo bloqueios de criatividade. Qual o resultado da "cruza" de um bruxo com uma vampira? Acho que um... hã...Vambruxo? Bruxiro? Sabe que não sei??
Maris e Renata Di-Lua Lovegood - Muito bem. Conversei longamente com o Gabriel sobre onde a Cortadora de Almas fica quando ele transa com a Hermione, mas nenhum dos dois quis me responder. Vou tentar de novo no futuro. A Cortadora de Almas só assume o corpo de Gabriel caso ele autorize, ou se estiver em risco de morte iminente. Lembram do envenenamento no hospital? Ou do salto de Paraquedas no castelo para resgatar a Nita?

Renata Di-Lua Lovegood - O gabriel informa que não sabe de onde vieram as mulheres. Mas que não vivem sem elas(ele se refere a Hermione especificamente). E, sim, o Gabriel só obedeceu por que foi a Hermione que mandou! NOVA CAMPANHA: VOTEM NA FIC E FAÇAM UM AUTOR FELIZ!!!! Hei., eu gostei dessa.
Paula Barbosa - Oi Paula. Desculpe a demora.
Rê Malfoy - meu o q foi a xegada dele?????? - Já ouviu aquela - "cheguei abafando??"
Artemis Granger - Bem vinda a Familia Apollyon.
Fe Domingues - Bem vinda a Familia Apollyon.
Jéssica Holanda de Castro - Bem vinda a Familia Apollyon.
Kikawicca - É. às vezes algumas coisas precisam ser sacrificadas.
Mione03 - Bem, talvez a Hermione não fique tão furiosa assim. Espero que tenha gostado das meninas fazendo compras.
Maris - Eu não faço nada. Só conto a história que o Gabriel me conta. Agora, a NumZiel me parece uma mulher muito... decidida. Hei! Eu nunca disse que Dumbledore era o pai do Gabriel.
Kikawicca - A festa foi, literalmente uma BOMBA!!! Kakakaka!
Jacq Nasci - *suspiro sonhador* *olhar interrogativo* *expressão de dúvida* - A Hermione quer saber para quem são esses suspiros. kakaka! Satan-el te manda um abraço. Ele também gostou de voce.Como vimos, não levou nem um minuto para odiar o velhote.
Ana Lívia - Arádia vai ser um problema. Pode ter certeza
Melissa Laurençe - Oi linda. Eu fiquei sem net várias vezes na última semana também. Literalmente um saco. Melissa e Emma... serão um problema. Sério.
Chronológico - Aradia e Gabriel é como fogo e gasolina. Não levou 20 segundos, mas foi perto disso. Kakaka!
Mione03 - Espero que tenha dado tudo certo com tua cirurgia. Quando gabriel descobrir a verdade sobre arádia ele vai gostar ainda mais da... Sra. Granger!! Kakakak!
Artemis Granger - Eu sempre me perguntei se o véu não seria na verdade um portal. Achei interessante explorar este tema.
Melissa Laurençe - O Gabriel ficou interessado em entrar para o Exército das sombras. Mas essa história de sombrinha... bem, ele não gostou nada. - Cada comentário q você não deixa é um autor que morre! - Adorei essa!
Biank Potter - Desculpa linda. Demorou mais do que o previsto. FESTA FINALMENTE! É, mas deu confusão para todo lado!! O gabriel pergunta se você realmente quer que ele libere Apollyon! "Exercito da Luz"????? tinha q ser o Dumbie!! Realmente o velho aparece com cada uma que parece duas!! Gabriel não revela nada sobre seus mestres. infelizmente. Já tentei descobrir e ele não abre a boca. Pensei em fazer ele tomar um porre, mas eu iria a falência pagando bebidas e ele nem tonto ficaria.
Kikawicca - Bem, o Gabriel não perdoa, MESMO!!
Ginna Weasley - Bem vinda a Família Apollyon.
Renata Di-Lua Lovegood - Não se desespere mais! O Capítulo chegou!!! Gabriel informa que não sabe dançar lambada. Mas se a Hermione ensinar... quem sabe?
Dead Pool - Bem vindo a Família Apollyon. Desculpe a demora.
luana fernanda duarte - Bem vinda a Família Apollyon. Realmente os amigos da Resistência ainda vão ajudar o Gabriel. Nem que seja para dar um "cacete" no Raphael.
Mione03 - Presente pedido. Presente dado. E antes do prazo!! Kakakaka!
Bellatrix Malfoy - Bem vinda a Familia Apollyon. Cuidado com a Hermione. Esse negócio de se apaixonar, e ainda mais pelo Gabriel...
Renata Di-Lua Lovegood - Realmente. Mas olha que dessa vez a Cortadora de Almas aprontou com ele. Ele entrou de gaiato nessa história. E o Gabriel informa que preferia estar no campo de batalha do que numa festa dessas. Lá, pelo menos ele pode atirar em quem tenta sacanear com ele. Kakakaka!
Lily Black. ♥ x)~ - Bem vinda a Família Apollyon. Fico feliz que tenha gostado.
Anastácia Ceres Flamboiant - Bem vinda a Família Apollyon. Fico feliz que tenha gostado. E o gabriel também acha que a Hermione não precisava de nada disso. Mas se ela está feliz, ele também está.
Ana Lívia - Sobre a conta do Cartão de Crédito, bem... o Snit vai pirar, com certeza.
*Atlas Potter* - O Gabriel não vai para um Spa. Ele iria destruir tudo. Kakakaka! Mas a Cortadora de Almas gostaria de conhecer esse lugar, com certeza.
Maris - Ahà!!! Então foi para você que ela enviou dados, hein?? VOU MUDAR MINHAS SENHAS, HOJE MESMO!! kakakaka!

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