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58. TUDO QUE VAI...VOLTA


Fic: O Acordo Perfeito RxHrm- Fic completa by marja


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPTULO 58 – Tudo que vai...volta


 


 


 


 


A manhã não trouxe o esquecimento, muito menos o perdão, e  a primeira coisa que Hermione viu ao acordar, foi um homem completamente vestido e pronto para deixar o quarto.


Pensou em chamar Rony e pedir desculpas, mas o orgulho sufocou sua consciência pesada e  um súbito enjôo a fez deitar a cabeça no travesseiro, perdendo a cor nas faces.


Era essa constante sensação de raiva contra Lilá Brown que a consumia! Rony tentou ignorar Hermione, fingir que não estava acordada, ou pior, que não parecia doente, mas não pode. Aproximou-se da cama, e dobrou o corpo em sua direção.


-Não voltarei para o almoço – disse, atraindo sua atenção total.


-Por minha causa?  -ela perguntou baixo, sem nexo, provando que ainda pensava na briga da noite passada.


-Não, mas poderia ser se eu tivesse o mínimo juízo – contou – Vamos levar algumas cabeças de gado até a fazenda do meu pai. Ele precisa de alguns reprodutores. Em troca teremos ovelhas. – notou sua surpresa – Alguma vez criou ovelhas, Hermione?


-Não – era uma idéia muito interessante.


-Devo me ocupar até tarde. Dê-me meu beijo, antes que me vá.


Hermione sentou-se na cama, mas não o beijou.


-Eu não posso beijá-lo – disse com a sensação de culpa crescendo dentro de si.


-E porque não? – desconfiança o fez mudar a expressão.


-Estou com vontade de vomitar. Não vai querer sentir o gosto na minha boca nesse momento – foi sincera, temendo que sentisse uma maior rejeição.


-Está doente?  - levou a mão a sua testa, mas ela afastou.


-Juanita diz que faz parte da minha recuperação. Acho que tem razão, mas esses enjôos pela manhã são cansativos... – disse pensativa. – Rony, sobre a noite passada, eu...


-Quando voltar falaremos disso  -ele garantiu, beijando sua testa – Descanse um pouco, fará bem para o enjôo.


-Sim – ela concordou, deitando-se.


Rony a deixou deitada, e se apressou para a cozinha, conseguindo achar Juanita sozinha.


-O que acha dos enjôos de Hermione?  -foi direto ao ponto, temendo uma possível conseqüência da agressão passada.


-Ela é mulher a mais de um mês, tem um marido viril, e não teve sangramento algum depois da surra que levou.  – Juanita disse sem prestar muita atenção – Sei apenas, que estou precisando de lã para  o enxoval.


Como parecia incapaz de entender, ela secou as mãos num pano de prato e olhou para ele com olhos maliciosos.


-Tenho dado a Hermione um chá de camomila todas as manhãs, e ela acha que é para impedir uma gravidez. Se disser a ela que está grávida, ficará anda mais arredia e nervosa. É melhor que descubra apenas quando for seguro.


-Seguro? – achava que não estava ouvindo direito.


-sim, sim, depois do terceiro mês é mais seguro.


-Hermione está grávida? – havia tanta surpresa em sua voz que Juanita quase riu.


-Pode ser que sim... Oh, Deus, é claro que sim, não adianta tentar esconder. Tive mais filhos que pode uma mulher ter e ainda fingir que não sabe reconhecer os sinais.


 -Eu vou ter um filho? – as palavras lhe saíram muito tolas.


-Fale baixo, essa casa tem muitos ouvidos – ela recomendou – Agora saia, vá trabalhar.


-Hermione precisa saber para se cuidar – ele disse pensativo.


-Ora.  –ela pôs as mãos na ampla cintura – a natureza sabe o que faz. Além do mais, estou de olho nela. E não haverá certeza até sua regra descer esse mês. Até lá, não fique muito feliz.


Rony concordou, colocando o chapéu, e saindo da casa, aturdido. Pelo sim, e pelo não, Juanita achou melhor começar a cuidar do enxoval...


 


 


 


 


 


Hermione achou que havia cochilado apenas alguns minutos quando acordou novamente. O sol brilhava alto, inundando o quarto com sua luz. Prova que Juanita estivera a li arrumando o quarto e abrindo as janelas. Agradecida, ela se espreguiçou e quase morreu de susto ao ver uma imagem diante da cama, olhando para ela fixamente.


-O que está fazendo aqui? – mais que nunca, Hermione desejou ter sua arma nas mãos.


-Vim lhe dizer que desista desse jogo – Lilá disse com os olhos vermelhos e a voz rouca, como alguém que chorou muito – Fui...Sou cortesã. Mas tenho um coração. Não importa que tenha sido fraca, e desejado o dinheiro acima do amor, ainda assim tenho um coração! Apaixonei-me uma única vez na vida! E não será você a roubar esse único amor! Então, ouça bem minhas palavras, sua coisa sem graça, quando meu filho nascer, Rony voltará a ser meu. Eu o enlouquecerei com meu corpo perfeito, e os gritos da noite passada serão pálidas lembranças quando estiver em meus braços!


-Como se atreve a entrar no meu quarto e dizer essas tolices? – Hermione só não levantou a tirou pelos cabelos dali, pois ainda estava baqueada pelo sono e por uma gastura que vinha se repetindo todas as manhãs.


-Eu soube a verdade. Rony só quer a fazenda, soube do acordo. Soube de tudo. Quando meu bebê nascer, daremos um jeito em você e ficaremos com essa fazenda. Será assim, pois se Rony acha que só desejo dinheiro, provarei que não é assim, viverei toda minha vida nessa pobreza, nessa fazenda horrível, apenas por amor. E você, terá o fim que merece!


-E  o que fará comigo, posso saber? Vai me matar? – Hermione ironizou.


-Porque não? Talvez tenha uma cova aberta para você ao lado dos seus familiares!


Antes que Hermione pudesse ter forças para avançar sobre ela, Lilá saiu do quarto, deixando-a para trás.


Hermione deitou-se furiosa. Lágrimas de raiva e rancor vieram a seus olhos e ela secou-as com ódio.


-Hermione, bom dia! – Gina disse com entusiasmos, entrando no quarto. – Hoje está um lindo dia! Oh, um lindo dia para ser pedida em casamento! Sabia que Rony vai aproveitar a ida à casa de papai e levar Harry...Hermione o que foi? – aproximou-se da cama, ao ver que chorava.


-Sai daqui, Gina e não fale comigo. – ela disse ríspida.


-Por quê? – ficou surpresa.


-Contou aquela mulher do meu casamento, não contou? Do porque nos casamos?


Sua expressão era tão vivamente culpada que Hermione sentiu o gosto amargo da raiva.


-Contou da morte dos meus pais? De como sou sozinha e como estou nas mãos do seu irmão? O que mais contou a ela?


-Hermione, não foi por mal...ela fez perguntas e é uma companhia tão agradável que...além disso, não sabia que era segredo!


-E não é, tem toda  a razão. Agora, apenas saia!


-Hermione!


-Falou o que queria, Ginevra, agora, ouve o que não quer! Se prefere conversar com àquela mulher, é problema seu, mas não fale da minha vida para ela! Conte de suas noites com Harry, ou talvez eu deva fazer isso! – disse para magoar – afinal, ela é de tamanha confiança!


-Não percebi que fazia mal – Gina disse, ficando as lagrimas – Oh, Hermione! Ela...usou isso contra você?


-apenas saia e me deixe sozinha! E daqui para frente, não entre no meu quarto sem bater! – mandou, virando de costas para Gina, para esconder o choro de humilhação e ciúmes. Até sua ex-melhor amiga, agora cunhada, gostava daquela cortezã!


E gostava mais de Lilá do que dela, com quem crescera!


Talvez, no fim de tudo, a mulher certa para ocupar seu lugar fosse Lilá Brown!


 


 


 


 


Harry achou que seria atrevimento se aproximar. Conhecia o gênio de seu amigo, e confessava, era uma verdadeira surpresa seu ciúme em relação a uma mulher.


Nunca antes o vira tão transtornado.


Hermione alimentava as galinhas e ele admirou o efeito do sol sobre os crespos de seu cabelo longo. Alguns fios maios claros, davam o efeito de raios de sol entre o castanho e por um segundo ele se perguntou por que não viera com Rony quando o convidara para visitar sua terra natal. Teria tido também, a oportunidade de conhecê-la antes de ser casada e apaixonada pelo seu melhor amigo.


-Sr.Potter – ela disse, congelada no lugar. A bacia com milho esquecida nas moas.


-Por favor, Hermione, já pedi que me chame de Harry  -ele sorriu, segurava um livro e os olhos de Hermione não conseguiram se afastar do objeto – Trouxe muitos livros a pedido de Rony. Ele lhe disse?


-não. – admitiu retomando o trabalho.


-Deve ter esquecido – ele amenizou.


-Com certeza – havia um traço de ironia em sua voz.


-Se for seu desejo, posso separar alguns para que leia – ele sugeriu achando agradável seu olhar brilhando por algo que viera dele.


-Harry... – ela olhou-o, apesar do sol forte que machucava suas vistas – Gina espera que a ame. Acha que pode fazer isso?


Harry ficou tocado pela sinceridade daquela mulher. Olhando para um ponto vazio, decidiu partilhar com ela da mesma sinceridade.


-Perdi meus pais quando tinha menos de um ano. Foram assassinados. Um crime nunca solucionado, fui criado por empregados e colocado em uma escala interna por meu tutor, onde passei boa parte da minha infeliz infância. Acha, que posso, saber o que é amor?


-Gina foi criada por uma família amorosa e grande o bastante para mimá-la, como a uma princesa. É a única filha mulher, e sabe disso. Os homens daquela família matarão por ela, e por sua felicidade! Talvez, apenas devesse deixá-la mostrar-lhe o que é amor.


-E você, descobriu o que é o amor, Hermione?


Ela sorriu de leve, voltando a tratar as galinhas antes de responder.


-Sempre fui amada, por minha família. – contou – No entanto, se refere-se a seu amigo, está enganado. É apenas um almofadinha ambicioso, que fica contente  em ter comida quente e uma cama arrumada para deitar. Tanto faz, o responsável pelos mimos. Eu...ou até mesmo essa cortezã, qualquer mulher esta de bom tamanho!


-Não sei se está certa  -ele disse analisando-a a procura de mentira, e não encontrou – Conheço Rony desde muito cedo e nunca o vi desse modo.


-O que diz? – não pode ocultar a curiosidade.


-Rony deve ter lhe contado sobre Lavander – ele notou o modo como sua face endureceu diante desse nome – Quando me cansei dela como amante, não me envergonho de contar, pois é comum em minha posição, encontrei um cavalheiro menos afortunado, mas que tomaria conta dela por um tempo. Algo também comum na corte. Qual não foi minha surpresa, que Lilá quisesse Rony a despeito do dinheiro.  Não interferi apenas ao notar que da parte dele era apenas diversão. Se não o fosse, teria dado um jeito de separá-los. Uma mulher com as ambições de Lavander pode destruir um homem de origens pobres.  Mas isso, não vem ao caso. Deixe-me contar o que me surpreendeu. Foi a primeira vez que vi Ronald demonstrar sentimentos por um mulher. E ainda assim, apesar de seus encantos, não se importava que dividisse sua atenção com ouros homens. Tão pouco se importava com seu bem estar. E agora, vejo-o enciumado de minhas singelas intenções de conversar sobre Frances com sua esposa. Algo tão inocente, que seria motivo de risos, não fosse o tamanho do sentimento que ele lhe dedica.


Se Hermione se perturbou com suas palavras, não demonstrou. Sua atenção totalmente voltada para as galinhas.


-Gina tem sonhos tolos, como todas as moças. Acredito que para ela a consumação que tiveram, é apenas parte de um desses sonhos. Ela não sabe o que é desejar de verdade, ou entende de sentimentos profundos.  Por muitos anos, se alimentou de sonhos platônicos, lendo as cartas do irmão, e sonhando com o afamado Harry Potter – confidenciou – Para ela, não passa de um conto de fadas. Mas sabemos que a realidade não é assim. Desonrada, sua vida está perdida. Um casamento sem amor, será a pior das escolhas também. Peço, Harry que não faça isso com ela. Case-se, dê seu nome, e tente amá-la, pois ela o fará. O tratará como o melhor dos homens, e deve fazer o mesmo.


-É  o que pretendo. Parte de mim...não entende o que sente. Sinto que estou confuso. Quando vi Ginevra, meu coração sem encheu de ternura e sentimentos que nunca conheci, e meu corpo conheceu uma luxuria que não sabia existir. Um descontrole, que me levou a conhecer...não foi apenas um ato entre dois corpos, senti que foi mais. Foi...não tenho palavras para expressar como me senti – manou a cabeça.


-Por   que está confuso?


-Porque parte de mim, desejaria ter estado aqui, antes de Ronald.  –confessou.


Hermione entreabriu os lábios entre surpresa e perplexidade. Não queria ouvir esse tipo de coisa! Meu Deus!


-Harry, conheço segredos demais. – ela negou com a cabeça, se negou a ouvir mais – Quando meu marido souber tudo que lhe escondo, estarei com problemas. Pense nisso, antes de repetir esse tipo de coisa!


-Não disse, por galanteio ou intenções fúteis. Não espero seduzi-la. Digo, pois sinto como se fosse mais que uma conhecida. Sinto que posso falar e me abrir e que poderá me mostrar o caminho certo. É loucura, mas confio em suas palavras, Hermione. Confio, como se fosse...- as palavras morreram em sua boca e ela abriu um lindo sorriso.


-Como se fosse sua mãe? – riu – Deveria me ofender, Harry!


-Eu diria, irmã e não mãe. – ele corou.


-E faz diferença?  -ela jogou milho para a mais rabugenta das galinhas, sua preferida, muito grande, amarela e aredia, e que só comia depois que todas as outras estivessem satisfeitas e o milho fosse só dela. Talvez por isso tivesse tanta simpatia pela velha galinha, ou pelo fato, de pôr os ovos mais graúdos e formidáveis de todo o galinheiro!


-Não, creio que não.  Casando-me com Gina, serei irmão de Ronald. E será minha irmã, Hermione. E talvez, possa lhe falar sem ser as escondidas  -ele brincou e ela riu.


-É ainda mais tolo que seu amigo – garantiu.


Seus olhos pegaram a imagem tímida de Gina, se aproximando, e elevou a voz.


 – Gina! Falávamos de seu enxoval! – sabia que colocaria Harry em uma posição difícil – Dizia que precisamos ir à cidade, comprar tudo que precisa para os primeiros dias de casada! Alias seu futuro noivo, ainda não nos disse onde pretende morar após o casamento!


Gina encarou-a em duvida sobre se aproximar, pois ainda sentia-se mal em ter feito sua cunhada chorar por sua causa!


Demorando o olhar sobre Gina, Harry começou a falar, sem saber de onde vieram as palavras. Juraria diante de um padre que não pensara nisso antes, nenhuma vez, mas a fluência em que as palavras lhe vinha, lhe desmentiria vergonhosamente!


-Acredito que comprarei uma propriedade nessa região, para quando viermos de visita. E também, pretendo passar alguns meses, para que Ginerva se habitue a vida de casada e a mim, antes que partamos definitivamente para Londres. Desse modo, precisaremos mais que apenas um enxoval. Precisaremos de uma fazenda, um administrador, moveis e empregados.


-Tenho certeza que papai pode ajudá-lo nisso – ela respondeu timidamente. – Talvez...Rony possa cuidar disso também.


-Não – Hermione disse decidida – Há muito trabalho aqui. Assumiu mais trabalho junto ao juiz, e com a chegada do inverno, ficará exausto. O melhor para a prosperidade das duas fazendas, será um administrador.


Gina e Harry se entreolharam e Gina conteve um sorriso. É claro que Hermione não deseja ver Rony trabalhando além da conta. Mas jamais admitiria.


-Porque...não falamos do casamento? – Harry perguntou subitamente nervoso, diante de sua futura noiva.


-Sim, aproveitem a presença de Juanita para conversarem – Hermione indicou a casa.


-Hermione... – Gina pretendia protestar, pela falta de privacidade e liberdade e ela a encarou de volta.


-Diga. – era um desafio.


Gina se calou, corada pela indignação.


-Hermione tem razão – Harry estendeu a mão e apanhou a de Gina, olhando em seus olhos com verdadeira adoração.  – Vamos aproveitar e tomar decisões antes que seu irmão volte e façamos uma visita a seu pai.


Gina o seguiu, andando sobre nuvens ao seu lado.


Hermione maneou a cabeça incrédula, enquanto alimentava as galinhas.


Harry e Gina teriam um longo caminho até compreenderem que poderiam ser felizes juntos, pensou.


Era bom saber que havia mais alguém no mundo que podia entender sua sensação de desamparo pela perca de seus pais. Era reconfortante e tranqüilizador saber que não estava sozinha no mundo.


Hermione gritou para um dos meninos de Juanita trazer o irmão menor, o pequeno Ruanzito, para que ela cuidasse, e voltou para a casa, tendo a delicadeza de entrar pela porta dos fundos  e não atrapalhar a conversa de Harry e Gina na sala.


No quarto, ela deu boas vindas ao menino que estava aprendendo a falar e algumas vezes errava e a chamava de ‘mãe’. Nesses momentos, com o peito acelerado, ela o corrigia para ser chamada de ‘tia’.


Gostava de cuidar das crianças e sorriu quando avistou Duran aparecer com uma pilha de livros novos.


Harry era um cavalheiro! Animada, perguntou ao menino se gostaria de ler para eles, e ele a surpreendeu ao confessar que mal sabia ler.


 Surpresa e indignada com Juanita, ela se dispôs a corrigir esse grave erro!


Hermione não notou, mas do outro lado da parede, no quarto ao lado, Lilá estava sentada em sua cama, escutando tudo que se passava. Sua voz meiga, falando com o menino, sua voz repreensiva ensinando Duran quando ele errava alguma palavra e reclamava que não queria aprender, pois dava trabalho,  e sem duvidas, seu riso, quando um dos meninos dizia, ou fazia algo engraçado.


Lilá ouvia, com lágrimas nos olhos. Não eram lágrimas de dor. Não mesmo, suas lágrimas de dor evaporaram na noite passada, depois de tanto chorar!


Agora, suas lágrimas eram de ódio!


O mais profundo dos ódios.


Aquele, que apenas quem perde, sente.


 


 


 


 


Autora: Notaram como Hermione e Rony estão cada dia mais afáveis um com o outro? Parece que nossa heroína está amolecendo o coração...hehe...


Que raiva da Gina, se metendo onde não é chamada! Contando os segredos da Hermione! E o Harry? Posso vê-lo sobre um cavalo branco indo vindo em minha direção...aiaiaiaiaiai...é quase o príncipe encantado, não estivesse tão confuso, pobrezinho.


E a Lilá? Ela tem planos. Eu no lugar de Hermione tomaria cuidado! São planos sinistros e que darão gancho para a segunda fase da fic que virá daqui a pouco....


 


Espero que todos tenham tido um ótimo fim de ano!


 


 


Beijos a todos!!!!


 


P.S: Mi G. Souza, minha beta, se você não der sinal de vida, vou mandar um Berrador para você.


O.o


 

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