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15. Poção Polissuco - CS


Fic: Sex Hogwarts- A vida selvagem de Harry


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Passaram-se alguns meses desde que Draco entrara para o time de Quadribol da Sonserina. O time enfrentara Grifinória e perdera, pois Harry conseguira apanhar o pomo - mesmo que um balaço errante o tivesse perseguido durante toda a partida. Apareceram pichações nas paredes feitas com sangue que diziam que a Câmara Secreta havia sido aberta e que pessoas de sangue impuro deviam tomar cuidado. Ataques a estudantes trouxas se tornavam cada vez mais freqüentes. Um Clube de Duelos fora aberto para ensinar os alunos a se protegerem. Durante um duelo entre Harry e Draco, algo peculiar aconteceu. O “Menino que Sobreviveu” conversou com uma cobra na frente de toda a escola, o que levantou suspeitas sobre seu verdadeiro caráter. Procurando descobrir quem era o Herdeiro de Salazar Slytherin, Harry, Rony e Hermione passaram a produzir uma poção que levaria um mês para ficar pronta. A poção Polissuco lhes permitiria se transformar em qualquer pessoa durante uma hora.

Os ataques aos estudantes assustavam e criaram certo pânico em cada um no castelo. Houve quase uma corrida para reservar lugares no Expresso de Hogwarts que iria levar os alunos para casa no Natal. Draco, Crabbe e Goyle passariam o Natal no castelo e esta era uma ótima oportunidade para Harry, Rony e Mione descobrirem a verdade.

Enfim o período letivo terminou, e um silêncio profundo como neve desceu sobre o castelo. Harry achou que o lugar ficara tranquilo, em vez de sombrio, e gostou do fato de que ele, Hermione e os Weasley tinham a torre da Grifinória só para eles. Na manhã de Natal, Harry e Rony, os únicos que restaram no dormitório, foram acordados muito cedo por Hermione.

– Acordem – disse em voz alta, afastando as cortinas da janela.
– Mione, você não podia estar aqui... – disse Rony.
– A poção está pronta. Levantem...
– Tem certeza? – Harry se levantou de repente muito acordado (antes de acordar, Harry sonhou que chupava Lockheart, também lembrou que pegou na bunda daquele macho e teve uma vontade louca de ser arrombado por Lockheart).
– Sim, e se vamos usá-la, eu diria que deve ser hoje à noite.

Harry ganhara vários presentes de Natal. Um palito dos Dursley; bolinhos de chocolates de Hagrid, que Harry decidiu deixar amolecer junto à lareira antes de comer; um suéter tricotado pela Sra. Weasley e um grande bolo de Natal (todavia havia um presente que Harry buscaria mais tarde. A porra de Woody).

Após o delicioso almoço de Natal, Harry e Rony tiveram que sair em busca de “um pedacinho” de quem eles iriam se transformar para adicionar à poção. Hermione já tinha alguns fios de cabelo de uma sonserina, Emília Bulstrode. Os dois meninos esperaram Crabbe e Goyle terminarem seu almoço e os seguiram até as masmorras. Muito idiotas os dois sonserinos acabaram caindo na armadilha de Hermione, comendo uns bolinhos recheados com uma Poção do Sono.

Com alguns fios de cabelo dos dois sonserinos, Harry e Rony puderam se transformar nos dois amigos de Draco. Por algum motivo desconhecido, Hermione preferiu ficar ao invés de ir à Sala Comunal da Sonserina com eles.

Transformado em Goyle, Harry percebeu como se sentia maior. Tudo em seu ‘novo’ corpo era muito grande, suas mãos, seus pés e, consequentemente, seu pênis. Rony não teve a mesma surpresa. Não sofreu muitas mudanças em seu membro...

Quando encontraram Draco, todos desceram as masmorras e entraram na Sala dos sonserinos. Após um pequeno diálogo, Harry e Rony perceberam que Draco definitivamente não era o herdeiro de Slytherin.

– Você sabe que não sei quem está por trás de tudo isso, Goyle! – disse Draco a Harry. – Mas eu admiro o trabalho que este “Herdeiro” está fazendo... limpando nossa escola desses sangue-ruins.

O salão comunal estava completamente vazio. Todos foram passar suas férias em suas casas, e havia certa felicidade em Draco por causa disso.

– Ei, garotos. Estamos sozinhos as férias inteiras, sabiam?...

E Draco tirou as calças revelando seu pênis. Mudara desde que Harry tinha visto, no incidente da Floresta Proibida. Havia crescido um pouco e tinha vários pêlos loiros em volta.

-Crabbe me chupe! Ordenou Malfoy a Rony.

Rony com a cara de espanto abocanhou o pênis de Malfoy e começou a chupá-lo. Ele não sabia bem como fazer, mas parecia que estava se saindo bem. Draco fechou os olhos e começou a gemer como uma cadela, do jeito que Harry gostaria se usasse os feitiços de aumentar o pênis para arrombar Malfoy.

Porém nesse momento Harry percebeu o cabelo de Crabbe ficando ruivo e puxou Rony para longe de seu pirulito. Malfoy continuou gemendo até quando os garotos passaram pela porta e ele se viu sozinho. Harry e Rony correram para o Banheiro feminino do 2º andar para contar a Mione que não era Malfoy.

Hermione iria passar algumas semanas na ala hospitalar. Era pêlo de gato que ela havia posto em sua poção. Harry e Rony estavam voltadando para o dormitório depois da visita que fizeram a Mione, quando Harry ouviu a voz:

-Sangue, eu quero Sangue! Deixa eu matar você deixa eu rasgar você! Matar! Matar! Porém a voz estava ficando fraca.


Harry logo disse a Rony:


-Eu tenho que ver uma coisa...(pensando em uma desculpa) Preciso ver o profº Lockheart!
-Só não demore Harry! Está ficando tarde!

Harry saiu correndo pelo corredor, a voz agora mais forte:

-Matar! Matar! Matar!


Naquele momento quando Harry estava mais próximo da voz, Lockheart entrou o corredor por onde havia vindo.

-Seu amigo me encontrou na Grande Escadaria e me disse que o Sr. erstava me procurando. Disse Lockheart com sua voz elegante e grave.
-Sim...é eu...eu...eu ia ao seu escritório agora. Aquele Homem era muito excitante.
-Ora meu caro rapaz. Pode ir lá QUANDO QUIsER. Disse o professor com ênfase do "QUANDO QUISER" malicioso. Vamos meu caro.

Lockheart pôs a sua mão no ombro de Harry e o conduziu a sua sala. Harry estava excitado e o professor pelo que Harry via também. Harry estava nervoso, então disse:

-Profº já está na hora de ir para a sala comunal, alunos não podem andar de noite pelos corredores.
-Harry...Harry...Harry...Você está COMIGO! Nada vai acontecer com você! Disse Lockheart dando um tapinha nas contas de Harry que fez ele se desiquilibrar e se aproximar daquele homem.

Harry sentiu a respiração de Lockheart, quente, seu cheiro deixou Harry tonto, aquele corpo...
Lockheart viu a expressão de Harry e se sentiu satisfeito. Harry voltou ao normal e corou, ficou muito encabulado e abaixou a cabeça. Lockheart disse a Harry:

-Meu caro, não tem do que se envergonhar! Muitos homem que se diziam machões ficam abalados perto de mim...Não tenho culpa se ser tão irresistível e equipado.

Então com aquilo tudo, um flash apareceu na cabeça de Harry. O homem na travessa do tranco, a revista de Rony, o gosto estranho...não era possível, Harry se lembrou de chupar Lockheart uma vez e engolir seu gozo todo, mas era como se nunca tivesse existido. Harry resolveu investir.

- O Senhor deve ser muito poderoso...(constatou um sorriso nos lábios de Lockheart) Eu andei pensando...Existe uma forma de apagar memórias dos outros?
-Claro Harry, é um feitiço dominado por poucos, eu por exemplo domino-o perfeitamen... Mas porque está me perguntando?
-Porque o Senhor é o professor mais poderoso de Hogwarts!(Lockheart se encheu depois disso) E a pessoa que tem a memória apagada pode se lembrar depois?
-É quase impossível, só uma lembrança muito forte e especial para a pessoa.

Eles estavam as portas da sala de Lockheart quando Harry disse:

-Professor...aquilo no corredor...
-Aquilo?
-Seu cheiro... (Lockheart parecia uma leão para dar o bote depois dessa palavra) Eu me lembrei de algo eu acho (Lockheart trancou a porta), eu não sei se existiu...
-O que meu caro? O medo em sua voz...
-De eu praticar sexo oral em alguém...Na verdade no senhor mesmo.
-Impossível. Parece que aquela palavra foi dita sem pensar.
-Professor é verdade?(Lockheart não se mexeu, permaneceu fitando Harry nos olhos)
-Vai destruir minha carreira? Me arruinar?
-Professor eu não...
-Vai querer dinheiro???
-Professor, porque o senhor apagou minha memória?
-Para você não fazer isso!
-Isso o que?
-Me arruinar!
-Professor eu nunca faria isso!(Lockheart estava imóvel fitando Harry novamente)
-Nã...Não?
-Nunca! O senhor não pensou que eu sei guardar um segredo, que talvez eu gostasse?
-Gostar? Você faria um escândalo!!!!
-E revelar para o mundo que eu adoro chupar homens? Não, Obrigado!
-Homens???
-Digamos que eu já tive experiências suficientes...Pronto! Agora nós dois temos segredos um do outro! Temos um acordo?(Harry estendeu sua mão)
-Temos...mas não gostaria de selar ele de outra forma Harryzinho?
-Claro!!!!


Lockheart tirou a camisa, as calças as meias, a cueca. Ele era perfeito! tinha braços fortes, alguns pêlos no tórax definido que iam até o abdome de tanquinho, os pêlos fazendo uma trilha até chegar aos pelos pubianos loiros e ao brinquedinho de 20 cm que Lockheart possuia. Suas pernas eram fortes e também possuiam pêlos, os braços eram fortes assim como a bunda que Harry viu quando Lockheart se abaixou de propósico para pegar suas roupas e mostrar seu ânus. Sua bunda era lizinha e tinha poucos pelinhos dourados em volta daquele ânus que já não era mais virgem, todavia rosadinho, apertado, gosto...

Harry estava tão excitado que não pensava, só conseguia pensar em ter aquele Homem, a sua pele...

-Então Harry vai se despir?

Lockheart vendo que Harry estava hipnotizado por ele e se convenceu agora que Harry era fiel, avançou para o pré adolescente, seu corpo começando a se preparar para a vida adulta, Harry iria ser uma homem muito gostoso, certamente iria manter contato com ele. Quando a cueca de Harry estava sendo tirada o garoto voltou à Terra e viu aquele Deus mirando seu corpo nu, ajoelhado no chão...

Lockheart então pegou o pênis de Harry e colocou tudo na sua boca carnuda, um gardanta funda, aquela boca habilidosa que já devia ter recebido muito pau...
Era algo indescritível. Ninguém chupava como Lockheart, ele era muito habilidoso. Harry percebeu então que gritava de prazer a cada engolida que seu pênis levava e cada lanbida em sua cabeça, mas Lockheart não se importava com os gritos, isso o exciava mais e ele chupava com mais afinco.

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