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13. Um Telefonema... Um Encontro..


Fic: HP e Nossa História. 1


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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                                   Cap. 13 - Um Telefonema... Um Encontro...


 


 


 - Alô, mãe? – disse Tiago aflito ao telefone.


 - Meu filho, onde está? – perguntou Isis, sua mãe, com uma voz assustada.


 - Mãe, a ponte foi destruída ...


 - Meu filho, por favor, fique aí! Pelo menos  está bem longe da guerra...


            Tiago percebeu que sua mãe segurava um choro inevitável.


 - Como está aí, mãe?


 - Está tudo bem.


 - Não minta!


 - ...                                                                                                                                                  


            Um silêncio surgiu no outro lado da linha. Tiago concentrou sua total audição no telefone. Ouviu o barulho da porta sendo arrombada. Gritos. Sua mãe gritava com alguém desconhecido:


 - QUEM É? SAIA DA MINHA CASA!! – novos gritos – SOLTE MINHA FILHA!! DEIXE KELLY EM PAZ!! – gritos ainda mais intensos de sua mãe e irmã.


 - MÃE ! MÃE, DIZ ALGO! – gritou Tiago entrando em pânico, pelo silêncio que se seguiu. A ligação caiu.


            O telefone sem fio escorregou pelas mãos de Tiago, batendo com força no chão. Olhou ao redor da biblioteca. Estava só, com a exceção de Deise que o encarava por cima da mesa. Sentiu uma lagrima escorrer por seu rosto, involuntariamente.                                                                                                           


 - O que houve, Tiago? – perguntou Deise preocupada


            Tiago encarou Deise, não sentia vontade de falar, suas cordas vocais se recusavam a funcionar. Imediatamente, Deise entendeu o acontecido. Levantou-se, retirando seus óculos de grau e andou até Tiago, o abraçando com força.                                                                                                                          


                                                                                   -//-                                                                                              -37-


 


Tiago voltara para seu quarto, onde passara o resto da noite. Deise e Rogério já tinham se deitado e junto com eles a casa inteira parecia ter adormecido... Camila, por outro lado, mantinha-se de pé, os cotovelos escorados na janela e seu olhar concentrava-se no luar. A lua estava cheia e majestosa, linda por demais! A brisa estava quente, por conseqüência ao dia quente que tiveram. Sua camisola era transparente e curta, deixando aparecer uma pequena calcinha que delineava perfeitamente suas nádegas e fartos seios morenos, completamente nus. O calor fazia o corpo moreno de Camila transpirar. Tinha a idéia de tomar um banho quando decidiu se deitar, mas a tentação de ter uma piscina apenas para si enquanto todos dormiam era maior.


            Abriu sua mala com roupas que Deise lhe comprara. Nada de biquínis, nem maiôs... Apenas vestes e mais vestes de bruxa. Mas, para que isso? Estaria só. Todos estavam descansando em seus sonos profundos, mergulhando por completo em seus sonhos. Não haveria mal em nadar assim e a sensação de sentir a água batendo em seu corpo nu deveria ser maravilhosa. Retirou a camisola, ficando apenas com sua calcinha apertada, enrolou-se numa toalha que encontrou no banheiro e segui para o corredor. Camila olhou para um lado... Olhou para outro... Estava deserto... Escuro. Talvez fosse complicado até para ela mesma se achar naquela escuridão. Seguiu silenciosa. Os pés descalços para que ninguém ouvisse seus passos e, mesmo assim, andava na ponta dos pés, com total precaução.


            Não demorou. Logo estava de frente para aquela imensa e tentadora piscina que a fez esquecer de seu sono para estar ali. Retirou sua toalha, colocando-a na borda da piscina e mergulhou seus pés. A água estava bem fresca, super refrescante. Mergulhou e sentiu a água bater em seus seios, sentiu um grande prazer. Jamais imaginou que fosse tão prazeroso nadar com os seios descobertos, fazendo-os bater um no outro enquanto nadava.


            Estirou os braços, boiando. Lembrava-se de intensos momentos na biblioteca que a deixaram com gostinho de “quero mais”. Mergulhou e passou a mão pelo azulejo no fundo da piscina. Ouviu um barulho no lado fundo e abriu os olhos. Um par de pernas brancas entrou na água.


            Camila emergiu e encontrou Lucas molhando seus longos cabelos na água. Camila surpreendeu-se e sentiu seu coração acelerar. Lucas levantou o rosto e ficou perplexo ao encontrar Camila.


 - O que faz aqui? – perguntou Lucas desconcertado.


 - Desculpe, eu vim nadar. – disse Camila colocando apenas sua cabeça para fora, na tentativa de esconder seu corpo despido, afinal a escuridão noturna a ajudava muito.


 - Perdão, é que eu sempre espero todos dormirem para usar a piscina, não sabia que a senhorita estivesse acordada...


 - Bem, mas já que estou aqui, vamos terminar o que começamos...


            Lucas ergueu a sobrancelha para Camila. Ela ficou de pé, mostrando parte de seu corpo nu para Lucas que ficou boquiaberto.


 - É... É que... Que... – Lucas balbuciava palavras desconexas; visivelmente desconcertado.


            Camila nadou até Lucas exibindo um sorriso safado e o beijou prazerosamente, arrancando sua sunga. Tendo que passar noites naquela casa sem graça, porque não pôr um pouco mais de diversão para melhorar...


                                                                      


                                                                                  -//-


 


            Camila passou dias maravilhosos com Lucas, momentos intensos de puro prazer. Fizeram de tudo, com exceção de penetração, afinal Camila ainda não se sentia confiante para perder sua virgindade. Passou maravilhosos dias treinando magia com Rogério, divertindo com Tiago e prazeres com Lucas. Apenas aconteceu algo de novo 11 dias depois...


            Camila almoçava apenas com Deise e Tiago. O silêncio era intenso, quebrado apenas pelos sons dos talheres a bater nos pratos. Todos se concentravam em sua comida. Estavam tão dispersos que todo o trio se assustou quando Rogério irrompeu a sala, abrindo a porta violentamente. Sua face mostrava claramente o pânico que sentia.


 - Eles chegaram! – disse áspero.


            Em geral, nem Camila nem Tiago entenderam o que Rogério quis dizer com aquele comentário. Deise, por sua vez, levantou-se da cadeira tão abruptamente que esta tombou para trás, caindo.


 - Estão destruindo tudo, logo Niterói não vai mais existir!! – continuou Rogério. Deise, sem dizer nada, passou por Rogério e seguiu para a sala de visitas. Tiago e Camila a seguiram enquanto ela ligava sua TV de plasma. Todos os canais exibiam a mesmas imagens ao vivo.


            Milhares de vassouras sobrevoavam o céu, lançando feitiços e azarações em todos que corriam por terra. O pânico era único. Mães correndo com seus filhos no colo, irmãos de mãos dadas na tentativa de fugir dos bruxos que aterrorizavam Niterói. Tiago não conseguiu deixar de pensar em sua mãe, se aquilo também tivesse ocorrido no Rio, então sua mãe...


 - Temos de ir! – pronunciou Deise pela primeira vez.


 - Mas isto é obvio! – disse Rogério.


 - Mas ir pra onde? – perguntou Camila


 - Como pra onde?! Para o abrigo de Dumbledore, Hogwarts!                                                                                          -38-


 - Mas isto fica em Londres!


 - Eu sei, Camila, vá arrumar suas coisas, e Tiago!


 - Tiago?! – disse Rogério – Ele é um trouxa. Seria ultrajante e ofensivo levá-lo para o mundo dos bruxos!


 - Não foi você que me recriminou por não cuidar da vida dele como deveria?! Pois bem, quando o peguei com a senhorita Isis, prometi a ela cuidar dele, então não vou deixá-lo aqui para morrer!


 - Mas como vamos viajar? Não há como sair daqui! – perguntava Camila, o pânico começava a lhe dominar.


 - Isto, Camila, deixe comigo. – disse Deise – E já mandei os dois irem arrumar suas coisas!


            Camila correu com Tiago para o segundo andar e ambos se surpreenderam ao encontrar uma mala preta aberta em cima de suas respectivas camas, prontas para serem cheias com suas roupas e objetos. Ficaram ainda mais surpresos ao perceberem que a mala nunca ficava cheia e permanecia com o peso igual ao de uma mala vazia, mesmo com quase todo o quarto em seu interior.


 - Estão prontos? – perguntou Lucas irrompendo pelo quarto.


 - Sim.


            Camila passou pela porta quando ouviu uma música soar dentro de seu quarto. A reconheceu por imediato. Era seu celular. Voltou para seu aposento procurando o aparelho por todos os cantos.


 - Temos de ir, senhorita. – apressou Lucas.


 - Já vou... Desçam que encontro vocês no caminho.


            Camila se agachou, ficando de quatro, ergueu a colcha de sua cama e encontrou seu celular em baixo da cama, tocando e vibrando. A casa tremeu, pedaços do teto foram ao chão... Estava sendo atacada. Camila olhou o display do aparelho... Não reconheceu o número, mas ninguém ligaria para ela no meio de uma guerra caso não fosse importante.


 - Alô? – disse eufórica ao atender a ligação.


 - Alô? – disse uma voz masculina no outro lado – Aqui é Jhonnatan, amigo de Yasmin...


 - Diga logo o que quer, tenho de fugir, a casa está sendo destruída! – disse Camila ao perceber o sotaque dele.


 - Tenho um recado de sua amiga. Ela mandou dizer que é bruxa. – Camila sentou-se na cama esquecendo por um momento seu atraso, permanecendo muda ao escutar Jhonnatan atenta – E que está em Londrres, indo para Hogwarts!


 - Mas...Mas...


- Não tenho como explicar muito bem, perrgunte a ela quando se encontrrarrem..


            Camila desligou o telefone sem ao menos dizer “tchau”. Desceu as escadas encontrando Tiago no caminho.


 - Deise está desesperada.


 - Por quê? – perguntou Camila


 - Porque não podemos ir direto para Hogwarts, sem contar que novos feitiços acionados em volta do castelo só permitem  a entrada de pessoas que tenham autorização do diretor. Ela precisava primeiro mandar uma coruja.                                  - Não seu tolo, a coruja não sobreviveria a viagem, não nesta guerra!! – gritou Deise ao pé da escada.


            Deise ergueu sua varinha e pronunciou EXPECTO PATRONUM. Um lindo cavalo branco surgiu. Deise pegou uma carta e a amarrou no animal.


 - Entregue esta mensagem a Dumbledore e unicamente a ele!


            O cavalo empinou-se e partiu, atravessando a parede da casa.


 - Temos de arranjar um lugar para ir...


            O telefone de Camila voltou a tocar, a casa voltou a tremer. Deise suava frio. Imediatamente arrancou o telefone da mão de Camila e fugiu para a biblioteca, se trancando.


 - Ela pirou? – perguntou Camila.                                                                                                          


 - Não liguem, ela só está com os nervos estourando. – disse Rogério, calmamente, para Camila e Tiago. O garoto virou o pé na escada quando a casa voltou a tremer e rolou os últimos degraus que faltavam para ele descer. Após se recompor disse:


 - Estou bem... Estou bem.


 - Mas eu não perguntei NADA . – frisou Camila erguendo a sobrancelha esquerda.


            Rogério riu de leve. Deise voltou da biblioteca eufórica e disse:


 - Pronto. Tudo certo.


 - Mas como? – perguntou Rogério.


 - Vamos para a casa deste garoto que ligou para Camila.


 - Você sabe onde é?


 - Ele me deu o endereço.


 - Mas se não conhece o lugar não podemos aparatar!


 - Eu sei, seu bunda mole!  Você está na minha casa, acha que não pensei em casos de emergência?!


            Lucas irrompeu a sala, os cabelos soltos repletos de barro vermelho, junto com toda sua roupa e corpo.


 - O que houve, Lucas? – indignou-se Deise.


 - Eu escorreguei.                                                                                                                                                  -39-


 - Pois bem, vá fazer o que te mandei!


 - Certo.


            Ouviu-se um estalo e no segundo seguinte, Lucas havia aparatado.


 - Bem...Vamos! – disse Deise


            Deise seguiu para a biblioteca, onde varias malas foram postas em volta da escrivaninha. Deise digitou algo no computador e ativou o modo secreto da biblioteca e digitou algo mais. A biblioteca voltou a tremer e uma de suas gigantescas prateleiras começou a descer, como se fosse sugada pela terra, deixando amostra uma escada que levava ao subsolo da casa.


 - Vamos logo, com todo este tremor, lá fora deve estar perigoso! Peguem suas malas!


            Deise tentou pegar suas malas, porém Tiago e Camila perceberam que mais da metade das bolsas em volta da escrivaninha pertenciam a ela, e por isso estava tendo uma certa (muita!) dificuldade.


 - Para que tantas malas? – perguntou Rogério – Como se alguma roupa pudesse esconder esse seu corpo em forma de codorna. – Rogério ergueu uma mala.


 - NÃO TOQUE AÍ! É a minha mala de óculos escuros!


 - Uma mala só para óculos escuros?! – espantou-se Rogério.


            Deise arrancou a mala das mãos de Rogério, porém com o peso das outras 3 malas que segurava, despencou no chão ficando debaixo de várias bagagens. Rogério voltou a rir. Deise fez esforço para se levantar e encarou Rogério, dizendo:


 - Em vez de rir, bem que poderia ser mais cavalheiro e me ajudar.


 - Seria cavalheiro se estivesse diante de uma dama e não de uma mula tão grande que chega a ser indescritível!


 - Deise... – disse Camila interrompendo a sessão de xingamentos – Por que não usa magia?


            Deise perdeu a expressão, deixando bem claro que não pensara nesta possibilidade. Sem agradecer, ergueu a varinha e disse MOBILIMALAS fazendo não só a sua, mas a mala de todos se erguerem diante de si, com a exceção das de Rogério.


            Desceram pela escada. Era um lugar demasiadamente escuro e frio, deviam tomar cuidado para não errar o degrau e cair. Chegaram a uma sala. Deise soltou as malas, ergueu a varinha e pronunciou ACENDIUM. Vários archotes com fogo intenso se acenderam em volta do lugar. Era uma sala bem ampla, uma mesa de madeira, repleta de cupins, jazia no meio da sala e um pacotinho de Trident estava sobre ela. Camila logo percebeu que não era a única que não entendia a situação.


 - Cuidar dos dentes é interessante, mas irrelevante diante da situação! – debochou Rogério.


 - Cale a boca seu monte de banha! Isto não é um Trident comum. – disse apontando para o pacote de chiclete sem açúcar – Isto é uma chave de portal diferente das outras!


 - Como assim?


 - Ela não tem um destino certo. Apenas escreva em sua superfície o endereço para o qual deseja ir e pronto.


 - Deise, acho que a adrenalina do momento fez surtar. ISTO NÃO EXISTE!


 - Você deveria abrir menos esta boca, já que quando ela é aberta só sai asneira! O irmão de Dumbledore criou isto... Porém poucas pessoas o conhecem...


            Deise retirou uma caneta do bolso de sua calça jeans e escreveu algo na superfície do pacote de chiclete.                                                                                                                                                    


 - Pois bem... – disse guardando a caneta – Todos devem tocar nele e no que quiserem levar...         


            Deise lançou um olhar para suas malas, percebendo que não seria possível levar tantas malas.


 - Ahhh... Sinceramente – disse Camila se aproximando – Ainda bem que tive aulas com Rogério. EMBALSAR!


            Uma mala surgiu e todas as outras foram sugadas para dentro dela. Deise ficou boquiaberta observando uma mala se fechar. A segurou e se impressionou com a leveza.


 - Esta é minha aluna! – disse Rogério orgulhoso.


 - Então é isso. Em meio a uma guerra você ensina a ela feitiços irrelevantes como este?


 - Ela é uma aluna aplicada e, quando se junta com um bom profissional a tempo de ensinar outras coisas... E as atuais circunstâncias vêm mostrando que este feitiço não é tão irrelevante assim!


            Deise olhou para Rogério profundamente irritada, porém sua atenção foi desviada quando o pequeno chiclete começou a tremer e soltar uma forte luz branca.


 - Andem logo! – gritou


            Deise segurou sua mala e com a outra mão encostou o dedo indicador no chiclete, seguida pelo resto do grupo.


Uma forte luz branca saiu do Trident e iluminou toda a câmara, ofuscando a visão de todos. Gradualmente ela diminuía, permitindo-lhes voltar a ver o ambiente. Camila surpreendeu-se. Estavam em outro lugar. 


            Um lugar escuro e úmido, pequeno, com uma lâmpada no teto, apagada. Num canto, à direita, o quarteto se assustou ao ouvir vozes do outro lado da porta:


 - Que luz foi aquela? – perguntou uma voz de mulher.


 - Devem ser eles. – respondeu uma voz masculina que Camila achou vagamente familiar.                                             -40-


            A porta foi aberta e uma figura alta surgiu nas sombras, a luz acendeu e Camila viu ,no topo da escada , um rapaz alto, os cabelos loiros arrepiados para todos os lados, uma camiseta apertada delineava seu corpo malhado, em seu braço forte uma espécie de bracelete marrom bem apertado e seus profundos olhos azuis brilhavam com a fraca luz do lugar... Camila deu uma olhada para Tiago e viu seu queixo cair.


 - Deise, Camila, são vocês? – perguntou


 - Sim, somos. – respondeu Deise.


 - Jhonnatan é? – surpreendeu-se Camila


 - Si, e você deve ser... Camila, no ? – perguntou ele descendo as escadas.


 - Sim.


 - Olha, nem sei como te agradecer... – Adiantou-se Deise apertando a mão de Jhonnatan – Você nem nos conhecia e...


 - Sem problemas... Yasmin me falou de Camila. Confio em Yasmin, então confio em vocês!


 - Prazer! – disse Camila – Este é meu professor Rogério, - Rogério apertou a mão de Jhonnatan – Esta , como já conhece, é Deise, - Deise o beijou no rosto – E este é Tiago... – este não se moveu – Tiago... Fala com ele! – novamente nem um fio de cabelo de Tiago se moveu.


            Camila colocou a mão por baixo da camisa de Tiago e beliscou com força sua cintura. A resposta foi imediata.


 - AI! Sua filha da... – Tiago, voltando a si, sentiu seu rosto corar – Ah... Oi.


 - Prazer! – disse Jhonnatan esticando a mão. Tiago a apertou... Era super macia... Ele estava no paraíso...


 - Um minutinho só, Jhonnatan... – disse Camila fazendo Tiago largar a mão de Jhonnatan – Você me disse que Yasmin é bruxa.


 - O QUÊ?! – chocou-se Tiago, por fim esquecendo o deus a sua frente.


 - Pois é, também fiquei surpresa.


 - Sim... Sim...É verrdade. Mas seria melhor se perguntassem os detalhes a ela...


 - Pois é exatamente isto o que vou fazer. - Camila retirou uma varinha de seu bolso, ergueu-a e disse:


 - Comunicação Yasmin Lemos!


            Um grande espelho circular surgiu diante de si e o rosto de Yasmin apareceu refletido.


 - Camila, o que está fazendo aí? De novo? – perguntou Yasmin surpresa e um pouco assustada.


 


                                                                                   -//-


           


            Yasmin olhou para Trent e Diego, nenhum dos dois pareciam estar impressionados com o espelho que surgira diante deles, do nada.


 - Falei com Jhonnatan... – disse o reflexo de Camila no espelho.


 - Sério?! E como está o Jhonny?                                                                                                          


 - Jhonny?...Que intimidade.


 - Ele é lindo, não é?


 - É... Normal.


 - Normal?! Aquilo é normal? Isso por que não viu o volume que eu vi na cueca dele...


 - Shhh! – disse Camila ao ver Jhonnatan rir.


 - O que foi? Ele é super dotado!


            Yasmin empalideceu. A cabeça de Jhonnatan surgiu atrás de Camila, provavelmente estava do lado e por isso o espelho não havia lhe refletido... Mas ele acabou ouvindo assim mesmo. Yasmin virou o rosto.


 - Obrigado. - Disse Jhonny


            Yasmin ao virar o rosto viu o olhar enfurecido de Diego. A garota estava extremamente constrangida.


 - O que querem? – cortou Diego.


 - Falar que estou com Jhonnata. – Camila voltou a falar – Como tá, Min?


            Yasmin encarou a imagem de Jhonnatan sentindo seu rosto queimar de vergonha e respondeu à amiga tentando voltar à normalidade.


 - Estou bem... Estou em Londres...


 - Você está indo pra onde?


 - Vamos passar a noite num hotel e amanhã pegaremos o último trem que parte para Hogwarts. – disse Diego.


 - Que horas?


 - Às 11h.


 - Então nos encontraremos na estação...


 - Tô com saudades – sorriu Yasmin


 - Eu também. – respondeu Camila.


            Camila ergueu sua varinha e fez o espelho virar fumaça, desaparecendo no ar. Olhou para Jhonnata que conversava com Deise e Rogério e para Tiago que olhava maravilhado para ela:                                                             -41-


 - Que demais... Eu me odeio por não ser bruxo!


 - Não fale assim, ser trouxa tem suas qualidades.


 - Quais?


            Camila não respondeu, principalmente por não saber a resposta.


 


 

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