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4. Capítulo 4


Fic: Amor sem fim


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Quando o helicóptero decolou do aeroporto Marrakech-Menara, Gina fechou os olhos com força. In­felizmente, ao fazer isso, sentiu-se terrivelmente ton­ta e desejou que a última etapa da viagem estivesse perto do fim. Talvez fosse a comida, ou talvez tivesse comido demais.


Não queria começar a imaginar que pudessem ser os primeiros enjoos de uma gravidez. Lembrou-se de que em poucos dias acabaria com aquela angústia, pois seu ciclo menstrual era bastante regular.


Gina havia saído da cidade de Londres pela ma­nhã, bem cedo. Já passava do meio-dia e fazia bastan­te calor. A blusa de manga cumprida e a calça de al­godão que havia escolhido para viajar grudavam na pele molhada pelo suor. O céu límpido, sem nenhuma nuvem, era de um azul-lilás profundo e muito bonito.


Até então, nada na viagem parecia real. Era a única passageira no jatinho particular com uma tripulação que tinha se mostrado, quase que embaraçosamente, ávida por agradá-la durante o vôo. Ao aterrissar, pas­sou rapidamente por um controle alfandegário e logo foi escoltada até um heliporto.


O helicóptero pousou e Remus a ajudou a sair da aeronave. O edifício à sua frente era tão imponente que a fez perder o fôlego. As paredes com pés-direitos altíssimos estavam decoradas com desenhos geo­métricos e com colunas ornamentadas em cada um dos cantos. Gina ficou alguns segundos boquia­berta.


— É impressionante. Ele deve vir aqui com fre­quência.


— O patrão tem muitas propriedades. Faz bastante tempo que ele não visita esta.


Na entrada do hall principal, um chafariz de jade jorrava água de suas bicas sobre uma fonte trabalha­da com mosaicos. Pétalas de rosa boiavam sobre a água. Remus a apresentou ao mordomo, Hamid, res­ponsável por uma grande equipe de empregados.


O edifício era enorme e suntuoso, construído ao redor de um amplo jardim ornamentado com palmei­ras e trepadeiras floridas abundantes e verdejantes. O interior da casa era opulento e elegante. Duas cama­reiras a guiaram até o andar de cima, onde um portal em formato de um buraco de fechadura separava o corredor principal do vão da escada. Gina teve a sensação imediata de ter sido transportada diretamente para um conto das Mil e Uma Noites.


Ao entrar no quarto que lhe indicaram, Gina de­parou com uma suntuosa cama ornamentada com cortinas e enfeites banhados a ouro.


— Nossa... — sussurrou Gina, maravilhada.


O banheiro era igualmente espaçoso e no centro havia uma enorme banheira de hidromassagem, que estava sendo preparada por uma das camareiras, com óleos e sais minerais. Quando estava tudo pronto, Gina agradeceu as meninas em um francês sofrível e fechou a porta para se despir. Entrou na banheira e tentou relaxar.


Será que a decisão de ir ao Marrocos fora influen­ciada pela suspeita de que estava grávida? Era isso que a fazia se sentir tão ligada a ele? Ou estava ape­nas mentindo para si mesma e criando desculpas to­las em um esforço patético para evitar encarar a ver­dade constrangedora?


Desde a primeira vez que vira Harry Potter na sala de reunião Gina ficara obcecada por ele. Mes­mo na adolescência já nutria uma paixão platônica por ele, o que contribuiu para que ficasse ainda mais suscetível ao charme vibrante e à beleza excepcional dele. Fora para a cama com ele porque não consegui­ra resistir a seus encantos, e aceitara ir ao Marrocos pelo mesmo motivo. Finalmente, pensou com pesar, estava sendo honesta consigo mesma. Pena que o re­conhecimento dos fatos a tornava infinitamente mais vulnerável.


Com que tipo de mulheres Harry gostava de se envolver? Seria previsível como a maioria dos ho­mens? De repente, desejou que pudesse comprar aquelas revistas de mexericos repletas de fotos e no­tícias sobre a vida dos ricos e famosos. Porém, por mais curiosa que estivesse, sabia que não poderia comprar nada que fosse supérfluo no futuro. Havia ti­rado três dias de folga no trabalho, o que faria dife­rença no final do mês. Ficaria com menos dinheiro durante um bom tempo.


Ao sair do banho, um massagista a esperava do lado de fora. Atónita, Gina obedeceu às orienta­ções do profissional e se deixou massagear com óleos perfumados e relaxantes. Em seguida, fizeram suas unhas e o cabelo. Depois do banho de beleza, sentiu um sono incrível. Não conseguiu achar a mala com suas roupas e acabou vestindo um penhoar azul-turquesa de seda que encontrou sobre a majestosa cama. Adormeceu ali mesmo.


Quando Cho Chang ligou para Harry na­quele mesmo dia, o jatinho estava parado em Paris para reabastecer.


— Tive uma outra idéia para o tema da festa de ca­samento — anunciou a noiva alegremente.


Harry fez uma careta de desânimo. , — António e Cleópatra! — gritou Cho entusias­mada.


— António e Cleópatra tiveram um casamento bí­gamo — revelou Harry sem paciência.


— Não acredito. Mentira! — Ela protestou. — Não foi isso que mostraram no filme que eu vi.


— António já era casado. Tinha uma esposa em Roma.


A tolerância de Harry estava se esgotando en­quanto ouvia Cho lamentar a notícia do outro lado da linha, como se tivesse acabado de ouvir uma sen­tença de morte. Alguma vez a tinha visto lendo um li­vro? Discutindo algo remotamente inteligente? Harry franziu a testa. A visível ignorância da noiva co­meçava a irritá-lo profundamente, pela primeira vez.


Quando finalmente chegou à sua isolada mansão no Marrocos, o sol já se punha no horizonte. Subiu as escadarias e foi até a suite principal. Deteve-se ao ver Gina adormecida sobre a ampla cama. As madei­xas que mais pareciam raios ondulados espalhavam-se sobre o travesseiro. O perfil delicado e pálido con­trastava com a boca voluptuosa e vermelha. A fenda carnuda entre os seios espessos e redondos estava ex­posta. A curva generosa e bem definida do bumbum marcava a seda do penhoar. Harry estava enfeitiça­do pelo poder de sedução dela e espantado com a in­tensidade do desejo que sentia naquele momento.


— Gina...? — murmurou o nome dela, usando o diminutivo pela primeira vez.


Ela se virou de frente e abriu os olhos. O ar faltou ao vê-lo a alguns passos de distância. Estava lindo como sempre. Tentou disfarçar o deslumbramento que sentia e se pôs sobre um dos cotovelos, levantan­do o rosto sonolento.


— Acabei adormecendo.


Harry despiu o terno de seda cor de ébano e o co­locou sobre a cadeira mais próxima, com elegância.


— Fiquei preso em Paris... peço desculpas. Mas adorei encontrá-la aqui me esperando, glikia mou.


— Este é um dos lugares mas fabulosos que já vi — confessou ela.


Ele se sentou na beirada da cama e tomou os lábios exuberantes de Gina, embevencendo-se com a lín­gua por cada milímetro de sua boca suave e quente, de uma forma tão carnal que a fez excitar-se nos bra­ços dele.


— Estou louco de desejo por você.


O corpo de Gina estava tenso e os mamilos rígi­dos, e ela temeu que pudessem ser notados através da fina seda do penhoar. Percebeu que precisava urgen­temente vestir algo menos provocante. Em um movi­mento abrupto que o pegou de surpresa, ela saiu da cama.


— Preciso vestir alguma coisa.


Harry a tomou pela mão para impedir que ela se afastasse. Seu instinto lhe dizia que ela já estava um muito medrosa e desconfiada e não era o momento de contar que o closet estava abarrotado de roupas de estilistas famosos e de grifes caras que ele havia mandado comprar exclusivamente para ela.


— Não. Não troque de roupa. Você está tão des­contraída e relaxada. E essa é uma das coisas que gosto em você. Não está obcecada com a aparência do cabelo, do rosto ou com o tipo de roupa que vai vestir. O jantar vai ser servido na varanda.


Harry foi ao telefone que estava sobre a cabecei­ra da cama e falou em uma língua que Gina não conseguiu identificar. Após desligar, começou a tirar a camisa.


— Preciso de um bom banho.


A atenção de Gina se deteve nos ombros nus e bronzeados e no peito com a quantidade perfeita de pêlos másculos, sem exagero. Ele se espreguiçou e ela pôde ver a musculatura rija desenhada na pele bronzeada e o abdómen reto e bem definido. Tentou controlar o desejo ao lembrar da sensação suave de seus dedos sobre as costas quentes e suadas de Harry, na primeira vez que fizeram amor.


Bastou que entrasse no banheiro para que ela dese­jasse sua volta. A prudência que lhe era natural a atormentava, no entanto, estava em uma batalha per­dida contra a realidade, que era o fato de se sentir simplesmente feliz por estar no Marrocos e em êxtase por estar com Harry. Por um momento, a força da­queles sentimentos a amedrontou, porém resolveu es­pantá-los. Qual o problema se já não era mais a mulher sensata e calma que acreditava ser? Caso se ma­chucasse, paciência. Como dizia o ditado, melhor amar e perder do que não ter amado nunca, lembrou ela, com alegre determinação.


Gina foi até o pátio onde uma linda mesa havia sido preparada para o jantar. O calor do dia agora dava uma trégua. Hamid ofereceu uma taça de suco a Gina que se sentou sobre um sofá opulento e con­fortável para terminar de ler um artigo que havia co­meçado durante o vôo.


— O que está lendo? — perguntou ele. Os cabelos ainda estavam molhados, quando se aproximou dela vestindo uma bermuda muito elegante e camisa lis­trada, aberta no peito.


Gina contou sobre um político que foi flagrado traindo a esposa pela segunda vez em poucos meses.


— Tomara que a esposa mande-o passear. Balançando a cabeça com ar de eprovação, Gina suspirou:


— Acho a infidelidade algo sórdido.


— Nem sempre — retorquiu Harry, disfarçando a surpresa e o desconforto com a opinião de Gina.


— Não pode estar falando sério. — Gina ficou abalada com a resposta, pois se tratava de assunto que mexia muito com ela. — É algo que causa muita mágoa e tristeza. Imagina o que essa pobre mulher e seus filhos adolescentes estão sofrendo agora!


— É desagradável — concordou Harry.


— Muito mais do que desagradável — refutou Gina, levantando-se bruscamente. — É errado! Minha mãe traía meu pai com o melhor amigo dele.


Isso destruiu meu pai. Nunca seria capaz de trair a confiança de alguém de forma tão vil. Honestidade é sempre a melhor solução e lealdade significa muito para mim.


As sobrancelhas opulentas disfarçaram o brilho escuro dos olhos dele.


— Dá para perceber.


— Se você não fosse solteiro, pode acreditar, não estaria aqui agora.


Harry disfarçou a expressão de surpresa com tal revelação, fez um sinal ao mordomo para que servis­se o jantar e ajudou Gina a se sentar. Foram leva­das à mesa inúmeras travessas de comida, enquanto Harry avaliava a situação. Gina não sabia que ele estava noivo.


Achava simplesmente que o mundo todo sabia que ele estava comprometido com Cho Chang. Po­rém, Gina não tinha a menor idéia, pelo que tudo indicava. Obviamente, teria de contar a ela, reconhe­ceu ele, desanimado.


Aquele momento, porém, lhe parecia uma péssima hora. Justamente após a defesa veemente de Gina em prol da fidelidade não parecia adequado contar que estava noivo e que ia se casar com outra mulher. Principalmente porque Gina já havia dormido com ele e por estar seriamente determinado a convencê-la de que teria um futuro excelente como sua amante.


— Seus princípios são idealistas e românticos — comentou Harry com tranquilidade. — Minha bisa­vó estaria de pleno acordo, mas ela tem mais de 90 anos e seus valores são inflexíveis, rígidos.


Maddie comentou:


— Pelo visto, sou uma mulher antiquada, mas o tempo e a experiência, certamente, não vão alterar meu ponto de vista. Como são os outros membros da sua família?


— Tenho uma família enorme.


— Que sorte a sua.


Gina comeu com apetite voraz, e os lábios zom­beteiros de Harry não conseguiram evitar um sorri­so divertido.


— Não sobrou ninguém da minha família, e sinto muita falta dos meus parentes mais próximos.


Quando já haviam terminado a refeição, uma brisa suave atravessou a fina seda do penhoar e Gina se arrepiou, surpresa com a queda repentina da tempera­tura.


— Está ficando frio aqui fora.


— As noites no deserto são frias na primavera. — Harry a pegou pela mão e a levou para dentro.


Bastou um passo dentro do quarto suavemente ilu­minado para que ela decidisse que queria dividir aquela cama com ele, de todas as formas. Por que le­vantar uma barreira superficial entre eles? Era mes­mo algo justo ou honesto, quando ela também ansia­va por viver aquela experiência tão íntima e especial novamente?


Com a cabeça baixa, abriu um dos botões da ca­misa de Harry. Uma timidez súbita quase a domi­nou; era um grande desafio pedir a ele que fizesse amor com ela, depois de ter resistido durante o final da tarde.


— Não precisa esperar mais — disse ela, final­mente, sentindo o corpo trêmulo enquanto falava.


A declaração inesperada surpreendeu Harry ape­nas por alguns segundos. Sem perder tempo, a envol­veu, erguendo-a nos fortes e imponentes braços.


— Passarei as próximas 24 horas na cama com você, pethi mou


— Vá com calma — ela pediu timidamente. — E tenha cuidado.


— Cuidado com o quê?


Olhos brilhantes e imponentes a fitaram, as so­brancelhas espessas piscavam interrogativamente, como que pedindo que ela se expressasse melhor.


— O acidente com o preservativo... — ela o lem­brou, demonstrando desconforto em tocar no assunto.


— Esse é o tipo de acidente que acontece uma vez na vida. Não está preocupada com isso, está? — Ele a censurou. — Sua menstruação atrasou?


— Não... mas...


— Então não há por que se preocupar. Relaxe.


Ele a deitou na cama com um sorriso reconfortante, que a convenceu de que seus temores eram desnecessá­rios.


 

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