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7. Fator M


Fic: O Segredo da Magia


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Harry e Holly estavam sentados em um corredor do St. Mungus, esperavam a curandeira que atendia Hermione sair para perguntar como ela estava. Já havia passado quase uma hora desde que haviam chegado e a espera estava deixando Harry muito nervoso, quando a porta abre e por ela saem a curandeira e Hermione.


-Hermione! O que está fazendo de pé, não vai ficar em observação? –Harry pergunta preocupado.


-Não precisa ficar assim, estou bem. –Hermione tenta tranquilizá-lo, de fato parecia normal.


-Ela está mesmo bem? Porque Hermione gosta de bancar a forte pra não preocupar. –Harry diz para a curandeira.


-Dra. Marshall diz que não há absolutamente nada de errado comigo. –Hermione pede sabendo que o amigo não sossegaria.


-Pelos meus exames, ela parece muito bem de saúde, o único problema é a estafa pelo uso excessivo de magia em alto nível. Minha recomendação é apenas que evite fazer magia por hoje e, se possível, guardar repouso. –Diz tranquilamente, tentando passar segurança a Harry.


-Me dê a varinha. –Exige estendendo a mão para Hermione, que rola os olhos, mas obedece, conhecia bem o exagero de Harry. –Alguma poção ou alimentação especial?


-Poção não, mas será bom se ela comer alimentos calóricos, como massa, alguns chocolates bruxos, quanto mais energia repor, melhor.


-Pode deixar, vou cuidar direitinho dela. –Harry fala lançando um olhar de aviso a Hermione.


-Então vamos que Artemis nos está esperando. –Hermione diz já querendo sair dali e retomar suas atividades.


-Pois Artemis esperará até amanhã, você vai pra minha casa descansar. –Harry diz como quem não aceitaria questionamentos.


-Tem algum problema ela ir à casa de um amigo usando carro e não fazendo nenhuma atividade desgastante? –Holly pergunta a curandeira.


-Não, contanto que realmente não haja desgaste ou estresse, não há problema. –Marshall responde tranquilamente.


-Obrigada, Dra. Marshall. –Hermione diz e Harry também agradece antes de se afastarem na direção dos elevadores.


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Melissa guiava seu carro no caminho para a Mansão Fowl, Holly estava no banco ao seu lado, Harry sentado atrás de Melissa e Hermione deitada com as pernas dobradas e a cabeça sobre as pernas do amigo.


-Então a dor de cabeça e a queda foram pelo uso excessivo de magia? –Melissa diz pensativa.


-Não que isso explique o porquê de todos aqueles gemidos de dor que ouvimos no comunicador, parecia que estavam usando a cruciatos em você. –Harry diz criticamente, não acreditando na explicação de Hermione.


-O fogo é dominador e expansivo, controlá-lo exige imensa concentração. E, por mais estranho que pareça, é muito mais fácil controlá-lo quando ele está longe de mim ou só na minha mão ou pés, do que quando eu estou tomada por ele. Quanto mais o fogo tem, mais poderoso e incontrolável fica, por isso estar em batalha fez com que meu tempo máximo coberta por fogo diminuísse. Quando estou simplesmente treinando, consigo ficar pouco mais de uma hora queimando por completa sem me afetar.


-Há algum risco? Digo, o que acontece quando o fogo te derrota? –Holly pergunta pensativa.


-Muita dor de cabeça, fraqueza, espasmos. A temperatura do meu corpo começa a subir muito e se os círculos não são desfeitos, eu iria incinerar. –Diz de modo tranquilo, mas tanto Harry quanto Melissa se sobressaltam.


-Está proibida de usar esse troço! –Harry determina em tom grave.


-Harry tem toda razão, nada de brincar com fogo. –Melissa diz em tom severo, como uma mãe que briga com o filho que brinca com uma caixa de fósforos.


-Agora eu já sei qual o problema e poderei resolvê-lo. Basta treinar praticando combate e evitar, por enquanto, ficar mais de quinze minutos contínuos em chamas. –Diz de forma simples, porém ouvindo Harry e Melissa chiarem em desgosto.


-Estamos chegando. Talvez seja melhor deixar o assunto para mais tarde. –Holly diz tentando amenizar o clima. Aquele protecionismo em torno de Hermione poderia ser prejudicial mais tarde, principalmente porque parecia totalmente infundado.


****************************************************************


Assim que chegaram a Mansão Fowl, Artemis levou as mulheres para o laboratório onde fariam os exames no diabrete, que chegara a pouco junto com toda uma guarda, enquanto isso Butler convidou Harry para ir à sala onde treinava artes marciais, queria fazer alguns testes com o rapaz.


Os exames a que submeteriam o diabrete eram tomografias, análise de DNA e exame de sangue, todos antes e depois da aplicação de uma substância estimulante no organismo da fada. Como imaginara que Artemis poderia tentar roubar ou espionar seus dados da pesquisa, Melissa resolveu pedir que Harry também fizesse os mesmos exames, assim poderia mostrar as comparações e ainda recolheria dados novos de mais um bruxo.


-E então, tudo certo comigo ou está cientificamente provado que sou maluco? –Harry brinca assim que volta após se vestir, encontrando todos muito curiosos olhando para Melissa no computador.


-Pelo jeito como ela está concentrada e ignorando a todos nós, deve ter encontrado um parafuso a menos, sem dúvida. –Holly diz já aborrecida com aquele suspense, porém a informação deixa Harry preocupado.


-Acha que encontrou algo de errado? –Pergunta a Hermione, que entende a dúvida dele.


-Não nesse sentido, você não está doente, as tomografias estão muito boas. –Hermione o tranquiliza acariciando de leve o braço dele.


-Então, qual o problema? –Pergunta ficando ansioso.


-Não sei. –Diz parecendo também frustrada.


-Talvez o exame tenha saído errado e tenha que repetir. –Butler arrisca.


-Muito improvável, a não ser que o exame do diabretes tenha danificado o equipamento. –Artemis diz pensativo.


-Chega de especulações! Aliás, obrigada por guardarem silêncio. –Melissa diz em tom sério, deixando-os um pouco sem graça. Ela se levanta e segura o laser na mão, acionando-o e apontando para uma tomografia. –Este é o cérebro da Holly. –Aponta um cérebro muito semelhante ao cérebro humano. –Este é o cérebro do diabrete. –Diz apontando para a tomografia do meio, que revelava um cérebro bem menor e com uma estrutura um pouco diferente.


-Já havia notado que há pouca diferença entre o organismo das fadas e dos homens, porém não imaginava que um diabrete pudesse ser tão diferente. –Artemis diz curioso.


-Creio que podemos pular essas curiosidades e ir ao que interessa, não? –Potrus, que estava presente através do monitor, diz sem esconder a ansiedade.


-Claro. –Melissa também parecia um pouco ansiosa, apesar da postura profissional.


-Sei que estão ansiosos, mas o que teve de errado nos meus exames? –Harry pergunta já ansioso demais para esperar.


-Vou chegar lá já já. –Melissa diz e volta acionar o laser. –Como podem ver, esta região aqui tem formato circular nos cérebros de Holly e Harry e triangular no diabrete. Agora vejam as imagens abaixo, das tomografias enquanto realizavam magia. No Harry temos uma excitação grande da área que mostrei, já Holly tem uma excitação mais tênue e uma outra nesta área adjacente, semelhante ao que acontece com o diabrete.


-Acha que esse “apêndice” seria o “reservatório”? –Artemis pergunta vendo as conexões.


-De certa forma sim, mas não está ligado apenas a área do cérebro e sim as substâncias excitadas. No caso, os três apresentam o Fator M ativo. Fator M é como eu chamo o “segredo da magia”. –Ela diz com um sorrisinho e então vai até o teclado, fazendo cada um dos monitores exibirem uma animação onde em um meio aquoso, havia pequenas bolhas de uma cor praticamente igual ao meio.


-O que é isso? –Holly pergunta curiosa, afinal não parecia ser uma reconstrução de nada do organismo. Parecia mais um copo com refrigerante de limão.


-Eu criei essa animação para demonstrar mais ou menos como funciona o Fator M, costumo usar para demonstrar resultados no laboratório e trouxe em um pen drive. –Explica mostrando o pen drive inserido no computador. –Como podem ver, o Fator M tipo 1 é de substâncias completamente inativas. –Diz espetando o dedo e colocando a gota de sangue em uma palheta e depois a inserindo no computador. –O tipo 1 é o mais comum em trouxas e marca a total falta de afinidade mágica. –Agora, como podem ver, o tipo 2 mostra ainda inatividade, mas possui destaque do meio. –Agora as bolhas haviam ganhado uma tonalidade esverdeada. - Dois exemplares tipo 2 como minha irmã e meu cunhado podem ter um descendente bruxo.


-A análise é tão rápida? –Artemis diz curioso e interessado.


-Sim. Quer testar? –Melissa convida e Artemis se adianta, profundamente pensativo. Será que o fato de já ter possuído magia poderia implicar em algo?


-Qual a chance de alguém do tipo 2 ter descendentes bruxos? –Harry pergunta interessado, vendo que ao tirarem a palheta com o sangue de Melissa, a imagem voltara a ter bolhas transparentes.


-Aproximadamente 1 em 5. Porém como genética é loteria, pode acontecer como no caso dos amigos de vocês, os Creevey, que em três descendentes tiveram dois bruxos. –Ela olha o monitor rapidamente e vê novamente bolhas esverdeadas. -Ora, ora, bem vindo ao restrito grupo dos tipo 2 Arty! –Melissa o cumprimenta com um abraço, o deixando levemente sem jeito.


-O grupo é tão restrito assim? –Potrus pergunta interrompendo sua digitação.


-Estimo que mais de 60% da população trouxa seja tipo 1. E quando há o cruzamento de um tipo 1 com um tipo 2, há apenas 25% de chance de o descendente ser tipo 2. –Responde fazendo sinal para Hermione se aproximar e então retira a palheta.


-Isso significa que a tendência dos homens da lama é perder cada vez mais a magia, como havíamos previsto. –Potrus diz com um tom que possuía uma leve presunção.


-Na verdade não. –Melissa diz com um sorriso maroto. –Como podem ver aqui, a amostra da Hermione é bem diferente do tipo 1 e do tipo 2. As bolhas vermelhas e efervescentes são a marca do tipo 4.


-Tipo 4? O que houve com o 3? –Harry a interrompe, curioso com o fato de ela ter pulado um número.


-Menino curioso. –Ela diz com um riso zombador e então tira a palheta com o sangue de Hermione, depois usando o teclado para exibir um vídeo. –Esse é o tipo 3. Bolhas azuis aparentemente inativas, mas que exibem espasmos em dados momentos. Neste grupo encontram-se o que os bruxos chamam de aborto, descendentes de bruxos que nascem “trouxas”, porém podem fazer um pouco de fraca magia de vez em quando.


-Como o Filch. –Harry diz e Hermione concorda com um aceno. Aquilo o fazia lembrar-se do curso de magia por correspondência que vira na sala do zelador uma vez.


  -Há alguma regularidade na capacidade mágica? –Artemis perguntando tentando ver um padrão no movimento das bolhas.


-Não, depende do esforço e treinamento da pessoa. –Dito isto, Melissa passa mais uma vez para outra imagem. –Este é baseado na amostra de Holly. Como podem ver é bem semelhante à da Hermione, contudo enquanto o gráfico de Hermione se assemelha a uma garrafa de refrigerante sendo carregada por alguém que está andando, o de Holly é mais a de alguém que passeia olhando vitrines, tem um ritmo mais lento e a velocidade vai caindo conforme ela vai fazendo uso de magia. O interessante é notar a coloração do meio ficar acinzentada, como se aquele “apêndice” do cérebro liberasse uma substância inibidora.


-Então é o corte dessa substância que “acabaria” com a limitação da Holly? –Artemis pergunta pensativo, imaginando que uma intervenção cirúrgica seria por demais arriscada e injeção de uma contra substância poderia ser ainda mais prejudicial à atividade mágica.


-Estudarei um pouco mais a fundo a composição da inibição e poderei avaliar melhor isto. –Diz e novamente muda a imagem, desta vez bolhas arroxeadas se moviam no mesmo ritmo das de Holly. –Esse é o tipo 3,5. Nomeei desta forma porque inicialmente o identifiquei em seres mestiços, descendentes de bruxos com gigante ou veela, curiosamente elfos domésticos e diabretes também pertencem ao grupo, porém não são mistos de raças. De toda forma o padrão de movimento é diferente, ele não é apenas vertical, há espasmos horizontais, como podem ver.


-Mas isso significa que são menos ou mais poderosos? –Butler pergunta.


-É apenas um padrão diferente e também é um tipo, como todos os outros, subjulgado pelo tipo 4. –Todos pareceram ter a mesma dúvida e Melissa seguiu, para o que poderia ser um clímax da sua explanação. –Todos os seres mágicos terão descendentes ativos ou semi-ativos, nunca inativos. Ou seja, um descendente tipo 4 gerará com alguém de sua espécie um descendente tipo 4 em 96% das tentativas, se for com outra espécie diferente será um tipo 3,5 em 92% das tentativas, sendo o restante do tipo 3. –Ela diz com um sorriso quase vitorioso, seus olhos em Potrus, que parecia um tanto desgostoso.


-Então o que Voldemort e vários outros bruxos tradicionalistas pregam, que o envolvimento com trouxas iria diluir a magia até que ela se extinguisse, é falso? Na verdade, os trouxas é que seriam “extintos”? –Harry pergunta sentindo imensa vontade de rir da cara de Voldemort ou qualquer comensal.


-Exatamente. –Melissa responde com seu meio sorriso. –Claro que seria um processo demorado. Mas supondo que se cada bruxo tivesse um descendente com um trouxa, eu diria que em mil anos só teríamos humanos com o Fator M ativo ou raramente um semi-ativo.


-E duas pessoas tipo 3, não poderiam gerar um tipo II ou tipo I? –Artemis pergunta observando o comportamento das bolhas do diabrete.


-Não. Só tipos 3. Fiz diversas simulações para chegar a isso. –Melissa garante com total certeza.


-Então, em teoria, o tipo 4 de Hermione, Harry e Holly são os superiores em estabilidade e propagação genética. –Artemis conclui olhando para eles.


-Na verdade, o Harry não é tipo 4. –Aquela informação chamou a atenção de todos. –Ele é tipo 5.


-Tipo 5? Desde quando há um tipo 5? –Hermione pergunta, sendo a primeira novidade que ouviu aquele dia.


-Acabei de criá-lo. Olhem só o gráfico do Harry. –Ela diz já teclando ansiosa, havia aquele brilho de curiosidade científica em seus olhos. As bolhas eram prata e moviam-se em uma velocidade maior, apenas na vertical. –Como podem ver, é como se fosse o refrigerante de alguém correndo.


-Algo prestes a explodir? –Potrus arrisca, parecendo um pouco preocupado.


-Eu ainda preciso analisar melhor os exames dele, mas poderia dizer que a analogia é valida sim. Vejam isto. –Ela diz mostrando a tomografia de Harry. –O cérebro dele é perfeitamente normal, porém quando ele faz magia vemos aqui uma área colorida mostrando atividade e, por mais que não possua imagens aqui, diria que a área ativa é bem menor que a de Hermione. O que me faz pensar que ele pode com pouco, fazer mais, é como se ele estivesse acima do nível de bruxos comuns.


-Tem certeza de que não houve um erro? Não posso refazer os exames? –Harry pergunta não gostando de novamente ser denominado daquela forma, nunca se achara acima da media e não gostava do que isso poderia vir a provocar se a informação vazasse.


-Acalme-se Harry. –Hermione diz sabendo exatamente como o amigo estava se sentindo. –A Mel não disse que você é mais poderoso em termos de potência e sim capacidade.


-Exato. Não posso por enquanto provar que seus feitiços são mais fortes, mas posso dizer que gasta menos magia que Hermione para fazer os mesmos feitiços. –Melissa diz de modo calmo, porém Harry ainda estava uma pilha de nervos.


-Isso pode ser por causa da horcrux que estava em mim ou o feitiço de proteção da minha mãe? –Pergunta tentando achar uma resposta.


-Teria que ser algo no momento da combinação do DNA do seu pai com o da sua mãe, pois é um traço puramente genético. Claro que, na definição de Darwin, pode sim ser uma mutação.


-Um salto evolutivo criando super bruxos? –Artemis sugere.


-Pelo que Hermione me disse, o avô do Harry lutou na guerra contra Grindewald, os pais deles lutaram contra Voldemort e ele próprio. Não realmente conheço a genealogia da família Potter, mas talvez uma família de guerreiros acabasse provocando uma evolução, pelo próprio exercício cerebral e necessidade por sobrevivência, dois fatores muito importantes isolados e ainda mais se juntos. –Melissa diz pensativa.


-De toda forma, acha que é uma mutação recente ou vem de outras gerações? –Potrus pergunta intrigado.


-Não me parece ser específica dele, pelo que analisei das tomografias, a atividade é bastante estável. De toda forma, somente uma exumação dos corpos dos pais dele para dar alguma certeza.


-Mas seu voto é por uma mutação anterior, talvez duas gerações atrás. –Artemis diz e Melissa concorda com um aceno.


-De todo modo, não é importante agora. A preocupação é a desinibição do Fator M de Holly e o que Opala poderia fazer sendo uma diabrete. –Hermione os lembra, sabendo que Harry precisaria de tempo para processar as novidades.


-Quanto tempo acha que precisa para obter uma resposta? –Butler indaga com ar estratégico.


-Uns poucos dias. Até lá, tentem achar o esconderijo de Opala e garantir que ela não consiga mais informações sobre a pesquisa. –Melissa responde em tom sério.


-Ajudaria se você nos dissesse de que tipo de coisas ela poderia ir atrás. –Potrus diz visivelmente contendo a vontade de perguntar mais sobre a pesquisa.


-Ela não tem a pesquisa, então irá atrás de quem poderia ter qualquer informação ou locais onde eu pudesse esconder. –Melissa continua firme em seu discurso.


-Os cientistas que estão com ela, não poderiam ter dado um número suficiente de dados com os quais ela pudesse trabalhar? –Artemis pergunta começando a ficar preocupado.


-Mel, temos que ter em mente que Opala pode ter lido a mentes deles, vasculhado tudo e achado coisas que eles não teriam consciência de saber. –Hermione e a lembra.


-Isso se estende a sua família, em um momento como esse devemos nos preocupar com quem ela poderia usar para te atingir. –Harry diz de forma profissional apesar do olhar demonstrar receio.


-Só conhecem Hermione. Eu jamais falei de minha família ou mostrei qualquer foto, não tinha uma relação próxima a eles principalmente pelo caráter altamente secreto da minha pesquisa. –Ela diz tranquilamente.


-Eles sabem que Harry e eu estamos no caso e que Holly estava conosco, provavelmente apontarão seus esforços contra a Mansão Fowl e a casa dos meus pais, nesse sentido, seria o único local com alguma fragilidade.


-Mas vamos lá para o aniversário de casamento, então poderemos reforçar os feitiços de proteção e no domingo protegeríamos as casas dos seus parentes. –Harry diz de forma tranquila.


-Se Hermione mora com os pais, devem observar sua casa e então registrarão os convidados, saberão quais são os familiares. –Artemis diz sabendo que aquele era o mínimo que Opala faria.


-Conhecemos alguns membros da Ordem da Fênix que gostariam desse trabalhinho extra. –Hermione diz trocando um olhar cúmplice com Harry.


-Então, vamos que Hermione precisa descansar e Melissa tem muito que estudar e analisar. –Harry diz e todos parecem concordar.


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Hermione estava deitada no quarto de hóspedes que Melissa ocupava, vestia um pijama da tia e já havia ligado para os pais avisando que ficaria lá. Agora ocupava seu tempo lendo os arquivos dos prisioneiros que haviam feito aquele dia na Irlanda.


-Ei, o que acha que está fazendo mocinha? –Harry diz em tom severo ao entrar no quarto.


-Lendo, deitada na cama e bem comportada. –Hermione diz em tom defensivo.


-Precisa repousar e não trabalhar. –Diz recolhendo as pastas da cama.


-Eu só não posso fazer magia...


-Você precisa descansar sua cabeça, teve muito estresse hoje e não teime. Melissa me incumbiu de cuidar de você enquanto ela estuda. –Diz tirando, sem a mínima cerimônia, o arquivo da mão de Hermione.


-Você devia fazer sala para Holly. –Hermione diz emburrada e com os braços cruzados.


-Ela está muito entretida com meu videogame, agora trate de ficar boazinha ou lhe coloco de castigo, recebi permissão pra isso. –Ameaça com um sorrisinho maroto, era a vingança pelos tempos de monitora de Hermione.


-Sim senhor, mestre. –Diz carregada de sarcasmo.


-Não seja uma menininha malcriada, ou não te conto uma historinha. –Diz tentando se manter sério, porém Hermione não se aguenta e gargalha, rolando na cama e rindo. Harry começa a rir também, ambos olhando um para o outro e rindo ainda mais.


Minutos depois estavam ofegantes, as barrigas doendo de tanto rir. Cada um estava deitado a um canto da cama de casal, olhando para cima em silêncio. Então Hermione rola para olhá-lo e ele, percebendo o movimento, vira a cabeça para vê-la.


-Quer ouvir minha estória? –Ele pergunta e, dessa vez, usando um tom normal.


-Depende, não tem muito sangue, não é? –Pergunta desconfiada.


-Não. Vai ser sobre a princesa e sua busca pelo príncipe encantado. –Diz como se fizesse uma promessa solene.


-Ta aí algo que eu adoraria ouvir! –Diz já rindo do que o amigo tentaria fazer.


-Ei, não subestime minha capacidade de contar estórias infantis! Até porque se rir não ganha cafuné. –Ameaça tentando soar “ameaçador”.


-Ok, você venceu! –Ela diz, rapidamente suprimindo o riso.


-Você é uma menina mimada. –Ele diz falsamente reprovador enquanto a abraçava e colocava sobre seu peito. –Era uma vez...


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N/A: Fiquei muito triste ao ver apenas dois comentários neste capítulo, espero que nos próximos hajam mais comentários, pois quem me acompanha sabe que quando uma fic parece não estar agradando, eu a deleto.


N/A²: Um capítulo que explica um pouco mais da pesquisa e vem mostrar que nosso herói é de fato especial, além de ter mais uns momentinhos H/Hr. No próximo capítulo teremos finalmente a apresentação de toda a família da Hermione! E, se vocês forem bonzinhos e eu vir 10 comentários novos, não vale atualiza ou semelhante, tem que comentar da fic e/ou deste último capítulo, eu vou postar um capítulo bônus com a historinha do tio Harry rsrsrs.


Paulinha Potter: Não é que o Rony quer que a Hermione o obedeça, ele deseja que ela seja algo bem parecido com o que a mãe dele é ou Narcisa Malfoy, uma mulher que vive antes de tudo para cuidar da casa, filhos e marido. O que aconteceu foi explicado, ela só perdeu o controle, a magia é muito poderosa.


Ana Rita: Que bom que gostou, e realmente os três batalham bem juntos, todos respeitam as habilidades e capacidades, além de serem bem talentosos. Rony não foi ou está sendo compreensivo, não respeita os sonhos e a personalidade da Hermione. Você está certa, mas agora que a Mione ficará solteira, quem sabe não pinta um climinha rsrsrs.


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