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3. Capítulo 3


Fic: Amor sem fim


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Ao sair do escritório da presidência, Gina olhou o corredor e ficou aliviada em descobrir que a maioria da equipe de funcionários já havia ido embora. Com passos rápidos chegou ao elevador, levando a bolsa e a jaqueta no braço. Estava a ponto de entrar quando Remus a interceptou.


— O sr. Potter mandou que eu a levasse em casa — informou o segurança grego. — O carro a está es­perando na entrada lateral.


— Não, obrigada, prefiro ir sozinha — murmurou ela, relutante. Assim que a porta do elevador se abriu, ela entrou rapidamente. Gina voltou a respirar com tranquilidade apenas depois que saiu do edifício. Sabia que nunca mais iria às indústrias Potter. No ônibus, durante todo o percurso até em casa, foi ator­mentada pelas lembranças na suíte de Harry. Não sabia se sentia pena ou raiva de si mesma.


O que acontecera para que se comportasse daquele jeito? Oferecer seu corpo a um homem que era quase um desconhecido!


Nove anos haviam se passado desde a primeira vez que viu Harry Potter. Tinha apenas 14 anos quando ele havia visitado sua irmã, Luna, no hospital.


Aos 22 anos, enquanto recebia severas críticas da mídia pelo estilo de vida boêmio e mulherengo, ironi­camente, Harry doava, em silêncio, uma quantidade considerável de tempo e dinheiro à causa das crianças com doenças terminais.


Apesar de ter nascido em um mundo de luxo e pri­vilégios inimagináveis, Harry sentou-se ao lado de Luna e conversou com ela como se fossem bons ami­gos. Ao descobrir que a menina idolatrava o vocalista de uma famosa banda de adolescentes, levou o rapaz ao hospital onde Luna passou suas últimas semanas de vida, realizando, assim, o maior sonho dela. Luna havia ficado tão emocionada que não parou de falar do encontro com o vocalista até os últimos minutos de vida.


Gina nunca esqueceu a felicidade que ele pro­porcionara a sua única irmã. No entanto, reconhecia, agora, que havia idealizado um Harry quando, na verdade, ele sempre fora um estranho. Ao perceber que ele se sentia atraído por ela, ficou envaidecida. Harry era uma tentação incrivelmente selvagem.


Apenas no momento em que se deitou, lembrou do acidente com o preservativo, e empalideceu, temero­sa. Ela só podia esperar que Harry estivesse certo e que não haveria consequências. Gina achava de­plorável que pudesse estar grávida por ter dormido com alguém que jamais aceitaria ser pai de seu filho. Os dias passaram devagar para Gina. Estava nervosa, preocupada e infeliz. A paz foi invadida por uma perturbadora agitação interna. Cada vez que o celular tocava, atendia rápida e desesperadamente. Era a agência de empregos ou o supermercado onde estava trabalhando nos fins de semana. Quando per­cebeu que não fazia nada mais que esperar uma chamada de Harry, sua raiva de si mesma aumentou. Era dolorosamente evidente: havia sido usada e des­cartada como se não valesse mais que um jornal ve­lho.


No sábado, alguém bateu à porta. Gina prendeu o cabelo despenteado e a abriu, levando um susto ao ver o chefe da segurança de Harry.


— O sr. Potter quer que almoce com ele — anunciou Remus. — Ele vem buscá-la em uma hora.


Gina fitava o segurança enquanto tentava ab­sorver a mensagem tão inesperada. Não era bem uma mensagem, soara mais como uma intimação da rea­leza, refletiu, observando os passos de Remus des­cendo a escada, sem esperar por resposta. Estava claro que ninguém recusava um convite de Harry Potter.


Gina fechou a porta e se apoiou nela. Uma onda gigante de incredulidade a abateu. Por uma semana Harry havia ignorado sua existência e agora dava um ultimato, na forma de um almoço de última hora, como se fosse um imperador e ela, sua serva. Não iria, de jeito nenhum!


Porém, por uma fração de segundos, sentiu uma imensa satisfação por saber que ele não a tinha esque­cido completamente. Mas não podia ser ingênua e se contentar com tão pouco. Como ele tinha a coragem de agir como se ela fosse sua escrava, à sua total dis­posição?


A culpa era dela, pensou, por não ter se dado o res­peito naquele dia no escritório. Doía ter de admitir que havia se comportado como uma qualquer. E, agora, ele a tratava como tal, sem qualquer consideração. E se entrasse no jogo, acabaria ainda mais machu­cada.


Pelo menos havia aprendido a lição, concluiu, com pesar. Trocou de roupa e se preparou para ir para cumprir seu turno no supermercado. Quando bateram à porta novamente, já estava pronta para sair. Antes que Remus tivesse tempo de abrir a boca, ela o cor­tou:


— Eu não irei. Não vou voltar a ver seu chefe nun­ca mais. Depende de você como vai explicar isto a ele.


Remus não podia acreditar no que ouvia. Fez uma cara de consternação e enrijeceu os traços já fortes do rosto. Parecia furioso, o que surpreendeu Gina, porque achava que Remus fosse um homem plácido e de bom temperamento. A campainha tocou pela ter­ceira vez e ela impertigou-se, impaciente. Abriu a porta com agressividade.


Era Harry. Sua presença a espantou, pois acredi­tava que seria Remus.


Pelo visto, o magnata grego estava esperando na limusine.


Com seu olhar devorador, Harry fitava obsessi­vamente os vívidos olhos verdes e a boca rosada, car­nuda e suave de Gina. A pele branca e os cabelos caídos até o ombro o atraíam. Durante toda a semana, sempre que relaxava e conseguia não pensar em tra­balho, Gina aparecia em pensamentos eróticos. Pessoalmente, a feminilidade extravagante dela era ainda mais estimulante. Mesmo sem maquiagem e superprodução, era um espetáculo.


Aproveitando a distração dela, abriu a porta suave­mente e entrou na casa. A primeira vista, ficou as­sombrado com os móveis velhos e feios do pequeno cômodo. Havia muito tempo não tinha tido contato com tanta penúria. A distância entre as classes so­ciais nunca estivera tão clara. Mas Harry estava onde queria e nem mesmo uma avalanche o tiraria dali.


Gina, por sua vez, estava espantada com a pre­sença dele. O ritmo do coração foi aumentando estri­dentemente em seus ouvidos. Desde o cabelo casta­nho até os olhos cor de bronze, o queixo perfeito, ele a atraía, por completo.


Com um terno cinza de grife, ele era a personifica­ção da elegância impecável. Bonito demais. Gina lembrou-se das noites maldormidas por causa dos so­nhos proibidos e passionais que tanto queria esque­cer. Era intensa a mortificação que sentia pelo signi­ficado de seus pensamentos.


— Remus não soube explicar o porquê de sua au­sência — disse harry calmamente.


O tom de voz forte e profundo e o sotaque carrega­do despertaram Gina de seu estado de perplexida­de. Surpresa ao notar que o estava comendo com os olhos, ergueu o queixo em um ângulo desafiador.


— Precisa de uma explicação? Pois lhe dou: eu não quero almoçar com você.


Desde o início Harry apreciou a beleza daquela ruiva pequenina à sua frente, mas a fala simples e a falta de afetação aumentavam sua atração por ela.


Agora, uma impaciência sensual corria por seu corpo. Não entendia o comportamento dela. Sabia apenas que queria levá-la para a cama de novo. A agonia do desejo por ela havia se acumulado durante aquela semana atribulada de reuniões e viagens.


— Eu falei que não queria que me ligasse — falou Gina com as mãos fechadas, tensa.


Os olhos escuros de Harry desceram lentamente, esmiuçando com cuidado a boca rosada e carnuda de Gina.


A pele clara corou e Gina baixou os cílios es­pessos para disfarçar os olhos que denunciavam seu desejo.


— O que aconteceu entre nós foi um erro.


— Que bobagem, glikia mou — disse Harry , in­solente. O tom de voz refletia a convicção tão instin­tiva quanto sua incapacidade de aceitar recusas.


A confiança arrogante dele irritou Gina.


— Foi uma bobagem minha!


Harry ergueu as sobrancelhas espessas e es­curas.


— Por acaso tem namorado?


— Não! Se namorasse, jamais teria me comporta­do daquele jeito.


— Não teria tanta certeza disso. As mulheres sem­pre são infiéis quando encontram um partido melhor — provocou Harry, cínico.


A raiva a descontrolou e ela quase o atacou.


— Só se for as mulheres que você conhece. Eu não sou assim.


— Talvez. Foi por isso que me deu o prazer e a honra de ser o seu primeiro homem?


Aquela constatação a deixou em estado de choque. Ainda mais da forma como fora dita. Era quase uma humilhação. A atitude petulante dele só fazia aumentar o arrependimento de Gina em ter se entregado com tanto ímpeto e se exposto daquele jeito.


— Não quero falar sobre isso. Posso garantir que não é orgulho para nenhuma mulher ter relações com um homem tão insensível como você!


Harry já estava acostumado a que lhe chamas­sem de insensível, mas apenas sutilmente ou sussur­rado ao ouvido. E sempre que uma mulher ficava tris­te, ele a satisfazia com sexo pleno e tudo ficava bem. Era a primeira vez que questionava suas habilidades de amante inveterado.


— Está brava comigo porque não liguei para você? — murmurou ele. — Sou muito ocupado, e não devo desculpas por isso.


A entonação que ele usou soou como uma provo­cação para Gina, que já estava bastante exaspera­da. Cada sílaba tocava-lhe os nervos. Os olhos verde-esmeralda brilharam intensamente e as bochechas coraram ardentemente.


— Vejo que não está acostumado a pedir descul­pas. Obviamente, as pessoas permitem que você seja grosseiro, agressivo e arrogante.


— Não esqueça do insensível — acrescentou Harry Potter, enquanto os olhos dourados e debochados a observavam com genuína surpresa. Ne­nhuma mulher jamais havia ousado criticá-lo ou in­sultá-lo daquela forma. Estava afrontado e não con­seguia acreditar que ela realmente estivesse falando com ele com tanto desrespeito.


— Sim, isso também! — disse, ofegante, deixando que toda a raiva acumulada fosse liberada.


— De repente, você manda um de seus funcioná­rios para me informar que tenho um almoço com você... sem se importar se quero ou posso ir. Depois manda que venham me buscar. Tudo isso como se es­tivesse me fazendo um favor. Está tão acostumado a ter as mulheres aos seus pés que acha que sou igual?


Ele se aproximou de Gina com um movimento decidido e intimidador. Com uma das mãos ergueu seu queixo para que não pudesse desviar dele o olhar.


— Você fez por onde, glikia mou.


O aroma exótico do perfume dele inebriou Gina. Presa ao olhar fixo dele, surpreendeu-se com a sensação de prazer sexual em seu corpo. Os mamilos enrijeceram, pressionando o tecido do sutiã, deixando-a tensa e insegura.


— Eu...


— E o desejo que sente por mim ainda está presen­te em cada olhar que me dá, porque o sexo foi fantás­tico — falou Harry enfaticamente.


A memória suscitou bruscamente a vívida imagem do corpo esbelto e forte de Giannis embalando-a, a dor da iniciação, que foi seguida por ondas de prazer. O que acontecera realmente havia sido fantástico. Porém, não era exatamente o que ela sonhara na in­fância, pensou, frustrada. Faltavam outros ingredien­te, mais duradouros e plenos.


— E isso é tudo que quer, não é? Sexo e nada mais. Harry tocou suavemente os grandes cachos de Gina e falou em voz baixa e firme:


— Quero você. Farei tudo o que for preciso para ter você.


Com grande esforço, Gina se desvencilhou, afastando-se, e respirou fundo. Mal conseguia disfar­çar o tremor.


— Por quanto tempo?


Harry fez uma longa pausa, refletindo como po­deria responder a tal pergunta. Gina observava, admirada com a atitude sofisticada e tranquila dele. Era lindo, uma obra de arte masculina e forte. Era de­mais para ela. Como diria uma colega de trabalho: "Muita areia para o seu caminhãozinho." Já sabia que aquela história não teria futuro. Se a tratava as­sim agora que estava fortemente atraído por ela, ima­gine quando começasse a perder o interesse, quando ela deixasse de ser novidade. O orgulho e o bom sen­so finalmente voltaram à mente de Gina.


— Não daria certo... já começou mal — argumen­tou com segurança.


O cinismo iluminou os traços bronzeados e sen­suais do rosto dele.


— E isso é um problema? Acha, mesmo, que vou pensar mal de você só porque mostrou que tem tanto furor e ímpeto sexual quanto eu?


Gina o olhou desconfiada.


— E não pensa? Quer dizer, você costuma tratar todas as mulheres assim?


Pego de surpresa, Harry respondeu com um olhar sedutor, mas de nada serviu, pois ao ver as ho­ras Gina ficou aflita.


— Não pode ser! Vou chegar atrasada ao trabalho!


— Trabalho? Você trabalha nos fins de semana também?


— Sim. — Pegando a bolsa e a jaqueta, Gina abriu a porta. — Tenho de ir — anunciou nervosa.


Harry saiu e se virou para observá-la fechar a porta.


— Onde trabalha?


— Em um supermercado aqui perto.


Gina desceu as escadas em tempo recorde. E Harry a seguiu.


— A que horas sai?


Já na rua, Gina avistou a limusine preta com ja­nelas blindadas, e um homem bem vestido de óculos escuros esperando, atentamente. No instante em que Harry saiu da portaria do prédio, dois outros ho­mens do outro lado da rua ficaram em alerta. Harry era protegido em todos os lugares aonde ia. Ele não vivia uma vida comum como os demais mortais.


— Ginevra? Vai responder à minha pergunta? — perguntou Harry secamente.


— Às seis horas. Mas por que quer saber? Homens como você não saem com garotas como eu!


Uma hora depois de chegar ao supermercado para trabalhar recebeu flores. Um buque glorioso de rosas amarelas e brancas. Nunca havia recebido flores, e a princípio achou que ocorrera um engano. Apenas quando viu o nome no envelope convenceu-se e leu o cartão.


"Escolhi as rosas pessoalmente. Nos vemos às seis horas, Harry."


O riso inicial deu lugar a uma expressão de triste­za, logo após ler a mensagem. Apesar da tentação de ficar com ele, já tinha planos para aquela noite. Po­rém, ele era persistente, e ela adorava isso em um homem. Lembrou do gesto carinhoso que tivera para com sua irmã e que, apesar dos muitos defeitos, não era um homem ruim. Longe disso.


Será que ele tinha razão? Ela estava com raiva por­que ele não havia ligado ou a procurado antes?


No entanto, a arrogância dele a irritava. E não con­seguia esquecer da culpa que sentia por haver tido re­lações sexuais com ele de forma tão carnal e obscena. Além disso, Harry não escondia o fato de que o in­teresse por ela era exclusivamente carnal. Um rela­cionamento não se mantinha sobre uma base tão frá­gil — pelo menos não o tipo de relacionamento que ela queria. Então, por que permanecia tão interessada em Harry? Por que as rosas haviam mexido tanto com ela?


Meia hora depois de chegar em casa, Harry vol­tou a bater em sua porta.


— Nunca perguntei como você descobriu meu en­dereço — comentou Gina, inquieta com a presen­ça desconcertante dele.


— Tudo tem seu preço. Toda informação pode es­tar disponível em troca de um favor ou de uma boa re­compensa.


Para Gina, a afirmação era exemplo de um mundo e de um modo de pensar contrários aos seus princípios, o que a incomodava.


— Olha, mesmo que quisesse, não posso sair com você, hoje — avisou, tentando encerrar a conversa o mais rápido possível.


— Como assim? — indagou ele, semicerrando os olhos, desconfiado.


Ela não demonstrou que lamentava ou se arrepen­dia ao explicar que já tinha prometido fazer compa­nhia à vizinha idosa, que morava no andar de baixo. A filha, que ficava o dia inteiro com a senhora, con­tava com Gina para poder sair um pouco e se di­vertir.


— Que admirável, glikia mou. — Um sorriso de aprovação surgiu nos lábios de Harry. — Mas, com certeza, vou achar alguém para substituir você.


— Não, não pode fazer isso. Não prometi sair com você hoje, e mesmo que quisesse, pois não quero, ja­mais desapontaria meus amigos, muito menos na úl­tima hora — rebateu Gina. — Quando prometo algo, cumpro. A sra. Tonks ficaria muito desapontada se fosse deixada com um desconhecido. Você está sendo muito egoísta.


— Não me insulte de novo. Não vou tolerar isso! — Enfatizou o grego com um tom de voz frio e irritado.


Gina empalideceu e tentou se concentrar nas ro­sas que tinha arrumado em uma jarra de plástico. Suas emoções estavam desconexas e os olhos come­çaram a arder de repente.


— Somos como a água e o azeite.


— Na cama, somos como dinamite. Envergonhada, Gina ficou ruborizada e evitou olhar na direção dele.


— Você tem de ir agora. Preciso ir para a casa da sra. Tonks.


— Por acaso isso é uma piada? Está testando meus limites? — perguntou Harry, com arrogância. — Tenho de me ausentar de Londres amanhã bem cedo.


Relutantemente ela voltou a erguer a cabeça e encarou-o.


— Não é uma piada.


Com tranquilidade, Harry acariciou o longo e cacheado cabelo ruivo dela, a mais teimosa e sensual mulher que conhecera.


O toque suave das pontas dos dedos dele a parali­sou, de início, e em seguida a fez esquecer todas as razões por que não queria e não deveria ceder aos en­cantos dele.


Ele inclinou a cabeça e, involuntariamente, ela le­vou uma das mãos até o rosto dele, acariciando-o, su­bindo a mão até o cabelo preto e sedoso de Harry. Era a provocação de que precisava para que ele en­trasse em ação. Apossou-se dos lábios de Gina como uma tormenta de paixão e a colocou contra a parede com o corpo ágil e forte.


— E, então, o que é isso? — perguntou ele, provocando-a.


— Loucura — murmurou ela, enquanto ele levava as mãos até as nádegas exuberantes dela, agarrando-as e erguendo-as para que Gina se encaixasse nele. Colados um ao outro, ele foi até a cama e se sentou com ela entrelaçada na cintura.


— Quanto tempo temos? — perguntou ele, sôfrego. Ela se sentia completamente dominada por ele, sua voz, seu cheiro, seu toque. Era uma sensação incri­velmente sexy. O sutiã estava apertado sobre os pei­tos fartos e os mamilos, rígidos e sensíveis. Enquanto o corpo estava cada vez mais vacilante, o coração acelerava de ansiedade. Inclinou-se, descansando o rosto no ombro forte e quente dele e analisou freneticamente a loucura que estava fazendo. Tentava con­trolar os impulsos da carne.


Harry a levaria para a cama de novo se permitis­se. Estava realmente tão apaixonada por ele? Valia à pena se arriscar naquela aventura perigosa?


O embate de emoções a deixou perturbada, e com um movimento abrupto de negação afastou-se dele.


— Não podemos... não, absolutamente não. Preci­samos nos conhecer melhor. Preciso de um tempo para não me arrepender depois. — A voz parecia fa­lhar e soou hesitante.


Harry levantou da cama, impaciente e perplexo, e foi para a janela. Estava excitado. Uma frustração incontrolável misturada à incredulidade o deixou rí­gido. Não estava acostumado a passar por situações como aquela. Não se lembrava da última vez que uma mulher o tinha rejeitado. A intensidade do desejo que sentia por Gina o enervava. Era ela quem dava as cartas, agora. Curiosamente, tal desafio o estimulou. Ela possuía princípios e um caráter forte. E ele gosta­va dessas qualidades.


Gina sentiu-se tonta e precisou apoiar-se na mesa para não perder o equilíbrio. Jamais havia se sentido assim antes. Ficou petrificada ao considerar uma possibilidade assustadora para o seu estado. Se­ria possível que estivesse grávida? Será que os sinto­mas apareceriam tão cedo? Infelizmente, levaria mais uma semana até que pudesse acabar com a dúvi­da inquietante.


— Estarei em Marrocos durante a semana. Tenho uma casa nas montanhas. Lá encontro a privacidade e a paz que mereço — falou Harry calmamente. — Por que não vem e passa uns dias comigo?


— Marrocos? — Gina ficou aturdida com o convite.


— Disse que quer me conhecer melhor, glikia mou — ressaltou Harry delicadamente. — Essa seria a oportunidade perfeita. — Ele deixou o cartão pessoal na mesa. — Aqui está o número do meu celular, caso queira entrar em contato.


 


 


 


 


 


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