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1. O Galã da Lufa-lufa


Fic: Meninos Selvagens - Harry e Cedrico - Capítulo 2 postado!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Fazia uma umidade morna e uma espessa luminosidade entrava pelas venezianas do Dormitório dos Garotos, atingindo em cheio o rosto de Harry Potter. Ele acordou aborrecido, ciente de que ainda era cedo demais, a cicatriz estava formigando e os últimos acontecimentos não contribuíam para melhorar o seu humor. Na verdade, Harry Potter tinha todas as razões para estar mal-humorado.


Há menos de duas horas atrás, o seu nome tinha aparecido misteriosamente no Cálice de Fogo. Ele não faziam ideia de quem colocara o seu nome lá, mas devia ser um bruxo realmente experiente para conseguir contornar os feitiços que protegiam o Cálice contra a invasão de bruxos menores de idade. Fred e Jorge Weasley tinham sido um exemplo bastante claro disso. Enquanto Harry trocava de roupa, colocando as vestes vermelho e dourado da Grifinória, a sua mente vagou para a reação dos alunos de Hogwarts com a súbita aparição do seu nome: os grifinórios tinham ficado decididamente alegres com a oportunidade de ter um companheiro disputando a Taça Tribruxo. Os sonserinos, lufanos e corvanos, no entanto, não aprovavam isso com a mesma cordialidade e Harry tinha certeza que tempos difíceis de impopularidade viriam para frente. Mas o que ele realmente estava sentindo, o que ele nunca esperaria que fosse acontecer, era que o seu melhor amigo, Ronald Weasley, não tinha acreditado em suas versões do fato. Para ele, Harry contornara os feitiços que protegiam o Cálice, com o único intuito de conseguir ainda mais fama do que ele já tinha.


Será que Rony não percebia? Que ele não fazia a mínima questão de participar desse torneio idiota? Que ele preferiria muito mais estar em companhia dos seus pais ao invés de ter essa cicatriz idiota na testa? Que ele não pedira a fama que tinha no mundo bruxo? Era de fato muito triste que um amigo que Harry conhecia há três anos pudesse duvidar de sua palavra depois de tudo o que tinham vivido juntos.


Ao terminar de se vestir, Harry deu uma olhada furtiva na cama de Rony. Ele ressonava tranquilamente, com a boca aberta e babando no travesseiro. Harry reprimiu o impulso repentino de dar um murro na cara daquele idiota, para tentar fazê-lo conhecer a verdade, mas percebeu que isso só arruinaria ainda mais o precário e quase extinto laço de amizade que unia os dois. Por isso, desceu as escadas, passou pelo Salão Comunal da Grifinória, não dando atenção aos gritos de parabéns e congratulações de boa sorte, pois sabia que não merecia essa glória. A Mulher Gorda também lhe deu os parabéns, mas Harry passou por ela sem ao menos encarar. Foi andando de cabeça baixa em direção ao Salão Principal, pensando em como poderia estar se divertindo se o seu nome não tivesse sido escolhido pelo Cálice de Fogo, provavelmente estaria discutindo com Rony e Hermione as possibilidades de Hogwarts ganhar a competição.


Quando passava pelos corredores, um grupo de alunos da Sonserina liderados por Pansy Parkinson vieram em sua direção, debochando descaradamente e apertando um broche verde no peito, mas Harry não deu atenção às gargalhadas e desceu a escadaria de mármore, de cabeça baixa, indo se sentar num ponto bem afastado dos colegas. Ainda pensando em Rony, Harry começou a beliscar seu prato de ovos com bacon feito pelos elfos domésticos da escola. Sorriu um pouco, ao se lembrar de Hermione e do F.A.L.E e na sua constante disposição para lutar pelos direitos dos elfos, como se eles quisessem esses direitos. No entanto, quando olhou para a mesa da Sonserina, o seu sorriso logo desapareceu: Draco Malfoy estava apertando o mesmíssimo broche verde e contraindo os bíceps como se estivesse demonstrando a sua incrível coragem. Os sonserinos gargalhavam à vontade e Harry virou seu rosto para o outro extremo da mesa.


Ali, sentado, aparentemente tão entediado quanto Harry, estava Vitor Krum. Harry sentiu um aperto no peito ao vislumbar o campeão de Durmstrang: ele estava usando uma regata tão colada ao corpo que dava para ver toda a sua musculatura definida. Harry sentiu a tensão e o desejo lhe subirem à cabeça, os músculos de Krum eram realmente fantásticos e o seu jeito rústico de se portar, com o seu cabelo ralo, os seus lábios carnudos e a sua cara de mau o deixava ainda mais excitante. Harry sentiu o seu pau endurecer inconscientemente... Como seria bom tirar a camisa de Krum e beijar alucinadamente aqueles músculos perfeitos, aquela barriga de tanquinho, morder aqueles mamilos duros, enquanto ouvia Krum gemendo e pedindo mais. E ele, Harry, daria mais, muito mais, subiria beijando o pescoço e fazendo-o arrepiar, e descendo de novo, beijando o peito sarado, o tanquinho e descendo para a calça. Harry tiraria a calça de Krum num ímpeto só e acariciaria aquele volume gostoso, beijando, indo e voltando, enquanto ouvia Krum gemer de tesão, pedindo mais, sempre mais. Harry tiraria a cueca dele com a boca e ficaria maravilhado com a grossura daquele pau, do tamanho suficiente para caber toda a sua boca dentro. E então Harry lamberia, desde as bolas até a cabeça, subindo e descendo, subindo e descendo, sentindo o gosto do homem e a lubrificação que saía da enorme cabeça. Harry se imaginou abocanhando o pau de Krum, sem parar para pensar, enquanto gotas de gala saía e Harry ia bebendo tudinho, submisso, enquanto ele lambia as bolas de Krum e voltava para a cabeça, dando beijinhos carinhosos antes de engolir o pau dele inteiro. Depois de longas horas só chupando, Krum esporraria, uma, duas, sete vezes na boca de Harry e ele beberia o jato inteiro, pedindo mais. Depois, lamberia de novo a cabeça do pau de Krum para tirar o excesso.


Harry voltou à realidade da Sala Comunal e se deparou com Krum olhando-o com franca curiosidade e virou o rosto, nervoso, com medo de que o campeão pudesse ter visto o seu olhar de desejo. Mas que seria bom ver Krum metendo gostoso nele com aquela pica gigante, ah sim, isso seria muito bom. Harry olhou para a mesa da Corvinal e se deparou com Cho Chang conversando com Fleur Delacour. Todos estavam muito impressionados com a beleza de Fleur, mas Harry preferia muito mais a beleza oriental de Cho. Ela devia ser boa de cama.. Com aqueles peitos e...


- Harry? - uma voz conhecida falou de algum ponto distante em sua cabeça, uma voz conhecida, muito conhecida.


Harry olhou para o alto, surpreso. Ali, parado, encarando ele com um sorriso magnifico, estava Cedrico Diggory. Harry sentiu o coração tremer e falhar uma vez antes de responder:


-O-Oi? - Mas sua voz estava muito errada, para quê a necessidade de gaguejar? Seja mais espontâneo!


-Bem, me pareceu que você estava meio triste.. Algum problema? - ele se sentou no banco ao lado de Harry, cujo coração disparou feito um colibri.


- Ah, é.. Eu não esperava que meu nome aparecesse no Cálice de Fogo.. Fiquei surpreso.


Harry olhou para Cedrico, o desejo que sentiu quando viu Krum redobrado em três. Cedrico era muito mais bonito, loiro, alto, forte e todas as meninas da escola dariam tudo para tê-lo. Harry nutria uma paixão secreta por ele desde a partida contra a Lufa-lufa no ano anterior e desde esse dia batera muitas punhetas pensando nele e no seu corpo definido, sempre esporrando jatos de porra, como nunca fazia quando pensava em outra pessoa. Os olhos de Harry baixaram por instantes para o peito de Cedrico, forte e definido, mas desviou o olhar rapidamente, com medo de que ele percebesse. Já tivera a oportunidade de ver Cedrico só de sunga uma vez e o volume sob a sunga era realmente impressionante. Harry se masturbou cinco vezes naquele dia, imaginando como seria bom ter tudo aquilo só para ele. Harry chuparia o pau de Cedrico de tantas maneiras diferentes que levaria o lufano aos céus...


- ... então essa é mais uma razão para acreditar que tudo vai dar certo.


Harry olhou para Cedrico, confuso. Ele estava tão ocupado com suas fantasias que nem percebera que Cedrico estava conversando. Reprimindo um forte impulso de se beliscar, ele sorriu para Cedrico e o lufano se levantou, lhe oferecendo a mão.


- Bem, nos veremos por aí - acrescentou Cedrico, enquanto Harry apertava a sua mão, desejando que fosse outra coisa.


Enquanto Cedrico se afastava, Harry deixou escapar um murmúrio baixo:


- É claro que sim..


Harry não pode deixar de sonhar...


A porta do quarto de Cedrico estava só encostada. Ele a deixava assim de propósito, para o caso de alguém querer entrar ali para chupá-lo ou, as vezes, apenas pegar no seu pau. Ele contou pra Lino Jordan que alguém, uma vez, o chupou enquanto dormia e não contava as vezes que alguém entrava ali e pegava no seu pau, enquanto dormia.

Quando Harry em frente à sua cama, ele dormia profundamente de papo pra cima, estava de cueca samba-canção branca, o pau do lado de fora, mole, deitado dum lado, assim como se tivesse endurecido por uns tempos e em seguida amolecesse.  Mesmo mole  dava tesão, pelo aspecto bonito, grosso, de muito couro, a cabeça maior do que o corpo, arregaçada. Dava pra encher a mão.

Então Harry segurou suavemente o seu pau, deu um beijo na cabeça e falou bem baixinho no ouvido de Cedrico, mas num tom que desse para acordá-lo:

- Cedrico !! Deixa eu pegar no teu pau? - Repetiu, na mesma altura: - Por favor? Quero te chupar todinho. Eu te amo.

Ele acordou assim meio desorientado e quando viu que se tratava de mim, ficou mais confuso ainda.

- Harry, algum problema?

- Deixa eu pegar no teu pau? - nisso HArry já estava segurando com uma mão.

Ele, já totalmente consciente, abriu assim as pernas para que  ficasse bem à vontade, e respondeu sorrindo enviesado:

- Ora, meu filho, não tem que pedir nada não! Você pega quando quiser. Isto aqui tudo é seu! Se eu estiver dormindo, melhor ainda, pode pegar à vontade! Aproveite! De uma chupadinha! Deite aqui comigo!"

Era o que Harry esperava que ele dissesse. Ele sentiu uma súbita emoção inflamar o seu peito e se sentou no mesmo instante.

Harry e Cedrico ficaram abraçados, ele por trás de HArry, procurando sua boca pra beijar, até que ele com o pau já duro como um jucá, falou:

- Vamos meter na bundinha? Você parece que tem medo? Vamos, meu filho, eu lhe prometo que meto bem devagarzinho e, prometo também que, se doer muito, eu paro. Está bom assim?

- Está bem, eu deixo você meter mas, bem devagarzinho. Está? - falou assim, demonstrando medo e insegurança.

Ele levantou-se, feliz da vida, o pau duro, lá nas alturas! Até que enfim ia enrabar Harry, o seu grande sonho.  O seu pau era muito bonito! Grosso, comprido, bem modelado, a cabeça grande e vermelha, suculenta.

Mas o difícil era imaginar que aquele enorme tronco iria entrar todinho na bundinha de Harry.  O melhor mesmo era não olhar, para não se impressionar.  Cedrico veio até Harry, agora completamente nu, o pau apontando pra cima, os ovos bonitos, do tamanho dos ovos de uma galinha.

Pediu que  chupasse um pouco o seu pau: -Dê um beijinho na cabeça! Chupe! 


HArry não agüentou. Estava quase gozando só em ver aquilo tudo e em saber que dentro em pouco estaria todo dentro dele. Ajoelhou-se sobre um travesseiro, pegou com uma das mãos aquela pica gostosa e começou a mamar com uma ferocidade irracional, fazendo Cedrico delirar de tanto tesão. Que pênis delicioso ele tinha! Harry poderia mamar naquela pica a noite toda, se ele deixasse. Ia e vinha, acariciando sua bunda branca e empinada, metendo os dedos entre o oríficio, massageando as bolas, chupando a cabeça gostosa do pau dele.


Harry acordou do sonho.. Estavam chamando..


- Harry - disse Hermione - Aula de poções


Hermione se assustou com a raiva imprimida no rosto de Harry, mas o garoto acompanhou a amiga sem fazer comentários.


 

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