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1. Um Aniversário Diferente


Fic: Harry Potter e o Segredo dos Black


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- CAPÍTULO UM –
Um Aniversário Diferente

- Menos um dia – murmurou Harry, riscando o dia 28 de Julho no calendário que contava os dias que faltavam para o regresso à Hogwarts.

Harry levantou-se, vestiu-se, e com muita má vontade abriu a porta para descer e tomar café. Era quase meio-dia. Só Duda estava em casa. Ultimamente Harry andava irritado, bravo e muito triste; sem vontade de comer e muito menos de sair do quarto. Ele foi descendo os degraus devagarinho.

- Eu sei por que você anda assim triste. – disse Duda ao pé da escada.

Harry manteve a cabeça baixa. Não estava com vontade nem de brigar com Duda. Ignorou-o. Mas Duda continuou:

- É por causa do se padrinho que morreu – Harry levantou a cabeça para olhar Duda. Este percebera que tocara no ponto certo. – Na minha opinião, foi bem-feito para ele. Um idiota que matava pessoas achando que... MÃÃÃÃÃE!!!!!!

Mas Petúnia não estava em casa; tampouco Valter.

- Ah, você acha isso Duda? – disse Harry, ameaçador, apontando a varinha para Duda. Cada centímetro de seu corpo tremia de raiva. Não ia deixar que falassem assim de seu padrinho, não ia mesmo. – Sirius valia muito mais que você ou sua mãe ou seu pai. Valia mil vezes mais que vocês três juntos! Um bando de trouxas idiotas que sempre acham que têm razão. – 15 anos de raiva explodiam no peito de Harry e ele não podia mais se conter. As palavras saiam de sua boca continuamente, ele não media o que dizia.

Harry apontou a varinha para o peito de Duda. Depois para a perna, barriga, rosto... Duda estava petrificado. Por fim, ele disse:

- Ha-ha-Harry... Q-que v-você est-tá fazendo??

- Estou vendo em qual parte do seu corpo o meu feitiço causaria mais dano – disse Harry com ferocidade.

- V-você não p-pode!

- Ah, não posso, é? E o que me impediria?

- Você seria expulso daquela escola!!! – disse Duda de uma só vez.

- Acho que você não está me entendendo – disse Harry – Hogwarts não importa. Ninguém importa. Nada importa. Ah, sim. Acabo de me lembrar. Uma coisa importa: fazer você engolir tudo que disse a respeito de Sirius.

Duda recuou.

- Não pense que pode fugir – disse Harry. Ele próprio estava assustado com sua audácia.

- Papai e mamãe vão te expulsar de casa. – balbuciou ele.

- Ora Duda, não acabei de dizer que nada mais importa?

Um barulho de asas seguido de um pio de coruja tomou conta da casa.

- Salvo pelo gongo, Duda. Mas ainda te pego um dia desses. – murmurou Harry, saindo a contra gosto.

Ele subiu as escadas e encontrou Edwiges em sua cama. Ela trazia uma carta de Hermione.


Harry
Não faça besteiras, pelo amor de Deus!!! Ah, Hogwarts não importa? Mas eu acho que pelo menos nós, seus amigos importamos. Ou nem isso importa? Não queremos nada de mal para você, Harry, lembre-se disso. Queremos você. São e salvo.
Nos veremos muito em breve. Cuide-se.
Afetuosamente,
Mione



“Como ela soube disso tão rápido?” pensou Harry exasperado. “Ela não sabe o que estou sentindo. Ela não perdeu ninguém, nunca!” Harry releu a carta. “‘Não queremos nada de mal para você’... não querem? Então porque não vêm me tirar dessa prisão?!” pensou ele com ferocidade.

Então largou a carta na escrivaninha e se jogou na cama. “Se Sirius ainda estivesse aqui...” pensou ele tristemente. Lembrou-se da primeira vez que vira o padrinho... na forma de cão, ali perto da Rua dos Alfeneiros. “Ele foi ver eu jogar quadribol!” pensou, mais triste ainda, e uma lágrima teimosa escorreu pelo seu rosto. “Por que todas as pessoas que eu amo são tiradas de mim?” pensou bravo.

Um pouco depois Petúnia voltou do supermercado e Valter do trabalho. Para espanto de Harry, Duda não comentou nada sobre o “duelo” ocorrido entre os dois. Harry desceu e comeu metade do seu bife – o menor e menos macio.

- Não estava com fome, Harry? – ironizou tio Valter.

Engolindo sua raiva Harry concordou e subiu tristemente. Deitou na cama. “Por que isso só acontece comigo?” voltou a perguntar. Um tempinho depois, adormeceu.

Harry acordou de sobressalto. Sentia uma dor horrível na cicatriz. Sonhara com Cedrico no cemitério, e, logo após, com Sirius no Departamento de Mistérios.

Não estava mais com sono... resolveu escrever alguma coisa. Mas para quem? Se fosse escrever para alguém, seria para Sirius, mas Sirius... bom, Harry não queria pensar nisso. Resolveu escrever para Hermione.

Depois de um tempo, terminou a carta:


Querida Mione
É claro que os amigos importam para mim! Mas você sabe como estou me sentindo. Muito Triste. E estou com saudades. Quando iremos nos ver?
Queria que você e o Rony estivessem aqui. Não estou comendo direito, pois não tenho fome. Nem estudando. Não estou fazendo nada, para ser sincero.
Saudades,
Harry



Harry despachou Edwiges e foi deitar-se de novo.

No outro dia, acordou normal – isto é, mal – e marcou o dia 29 no calendário. Passou o dia acordado esperando a resposta de Hermione, mas esta não chegou. Então foi dormir desconcertado.

Acordou lá pelas sete da manhã, com o barulho de Edwiges batendo no vidro da janela. Dirigiu-se até o parapeito, pegou a carta e botou a ave para dentro.


Harry
Você sabe que não podemos citar datas em cartas. O máximo que posso dizer é: em breve. Muito em breve para ser sincera. Eu também estou com saudades!
Também tenho sentido muitas saudades do Sirius. Ele também era especial para mim. Queria que você soubesse que pode contar com a gente – isto é, eu e o Rony – para qualquer coisa.
Até logo,
Mione



Harry leu a carta e pensou com um certo desgosto: “Saudades de Sirius! Ele era meu padrinho, era a mim que ele amava, e eu que o amava acima de tudo!”

Levantou, desceu e comeu um pão com uma fatia de queijo – o máximo que os Dursley permitiram. Depois voltou para o seu quarto. Deitou e passou horas e horas pensando, e, quando anoiteceu, acabou por adormecer, depois, é claro, de praticar oculmência, coisa que estava fazendo há um tempo.


- De onde já se viu uma coisa dessas!! - Harry ouviu o grito de tio Valter na porta de seu quarto. Ele batia ferozmente e continuadamente na porta, parecendo decidido a derrubá-la. Harry levantou-se e abriu a porta. Não teve tempo nem de perguntar o que acontecera.

- Quantas vezes, quantas vezes eu já lhe disse – começou tio Valter, cuspindo de tanta raiva – que NÃO quero gente, argh, gente da sua laia nessa casa?

Harry parecia desconsertado. “Gente da minha laia?” pensou confuso. Estava prestes a dizer isso quando tio Valter voltou a berrar:

- NUNCA MAIS COMBINE NADA COM ESSA GENTE ANTES DE ME CONSULTAR, OUVIU? – Harry não estava entendendo, até que ouviu:

- Oi Harry!

Hermione disse alegre do andar de baixo.

- Mione! – disse Harry, correndo para o abraçá-la, sem dar atenção a tio

Valter, que ainda pestanejava. Os dois se abraçaram longamente, então Harry perguntou:

- Que está fazendo aqui?

Atrás dos dois amigos os Dursley assistiam a cena revoltados.

- Dumbledore pediu para eu vir te buscar. Fred veio comigo. Mas Dumbledore não deixou Rony vir. Ainda não entendi direito o porquê, mas ele comentou algo como “não chamar muita atenção”.

- E vocês vieram como?

- Fred já tem 18 anos, lembra? Viemos num carro de trouxa. Ele aprendeu a dirigir... só não sei como arranjou carteira! – disse ela.

- E... ãhn... para onde vamos? – perguntou Harry pesaroso. Não queria ir para a sede da Ordem; o faria sofrer muito.

- Não sei. Dumbledore comentou algo sobre a França. Acho que é para lá que vamos.

- Por que não n’A Toca?

- Não sei... – disse Hermione pensativa. – Mas nossa primeira parada é em Londres, onde encontraremos os outros e aí sim partiremos.

- Ok, vou arrumar minhas coisas. – disse Harry.

- Eu te ajudo – disse Hermione, seguindo o garoto de perto.

- Ei pessoal! – disse Fred, acabando de chegar. – Deixa eu dar uma ajudinha!

Fred estava visivelmente mais forte, com roupas caras.

- Fred, onde foi que você arranjou esses óculos? – perguntou Harry, se referindo aos lindos óculos que Fred usava.

- Os negócios andam indo muito bem, Harry. – garantiu-lhe Fred. – Esses óculos me permitem ver através das paredes! – disse Fred, feliz.

Harry reparou que Duda olhava cobiçoso para os óculos, mas não se atreveu a chegar mais perto. Ora, não esqueceria tão rápido o episódio dos caramelos incha-línguas, que os gêmeos deixaram cair no chão propositalmente, no quarto ano de Harry, para pregar uma peça a Duda.

Harry lembrava-se muito bem disso, e olhou o primo com satisfação.

- Não quer ir junto, Duda? – perguntou Harry, num tom ameaçador e indulgente ao mesmo tempo.

O garoto, sem palavras, apenas recuou devagar, e quando Harry virou para subir as escadas, Duda desatou a correr para a cozinha.
Harry, Mione e Fred subiram as escadas e arrumaram o malão de Harry. Tudo o que sobrou no quarto (brinquedos de Duda) ficou extremamente bagunçado, por causa dos constantes acessos de raiva de Harry; mas ele não se deu o trabalho de arrumar.

Eles desceram as escadas. Lá embaixo, Fred disse:

- Harry! Já ia me esquecendo!! Tenho o novo produto da loja: chocolates Gargalhantes. Tem embalagens coloridas e fazem a pessoa rir. Quer um?

Harry olhou desconfiado para a embalagem vermelha que Fred lhe oferecia, mas este deu uma piscadela e Harry aceitou.

- Para você Mione. – Fred passou uma embalagem azul à garota, que lançou-lhe um olhar de reprovação. – Para mim é este verde... e... opa! Sobrou um laranja... que pena que não temos para quem dar! – suspirou.

Harry, Fred e Mione comeram seus chocolates e ficaram muito felizes. Duda olhava cobiçoso. Seu pequeno cérebro debatia se valia a pena correr o risco. Mas os outros haviam comido e não havia dado problema algum.
Ele se aproximou:

- Harry, posso ficar com o outro chocolate?

- Não!!! Saia daqui!

- Harry, Harry... – disse Fred. Harry olhou-o espantado – seja mais educado. Toma Duda. Fique com esse. – e assim Fred passou a embalagem laranja a Duda.

O garoto comeu e de repente começou a rir sem parar.

- Para! Para!!!! Ta com muita cócegaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!

E foi rindo sem parar. Fred fez um olhar espantado e disse, irônico:

- Oh, não! Esse era o que eu e Jorge exageramos no Feitiço do Riso!!

Aí foi a vez de Harry rir. Mione olhou-o reprovando sua atitude. Tia Petúnia correu ao encontro do filho e Valter disse:

- Eu te pego, moleque!

- Quando o Olho-Tonto Moody vem, Mione? – perguntou Harry desafiador, mais para o tio do que para Mione.

O tio ficou branco. Não ia esquecer aquele olho horripilante tão cedo.
Olhou assustado para a rua.

- Vamos, Harry. - disse Hermione.

O garoto obedeceu e dirigiu-se ao carro verde-limão parado na entrada dos Dursley.

- Espere!! – berrou tia Petúnia. – Esse feitiço demora dois dias para passar! Você tem que repeli-lo com o Finiti Encatatem!!

Harry virou-se. Tia Petúnia levou as mão à boca como se tivesse dito uma coisa horrível.

Fred disse:

- Não sabia que sua tia era bruxa.

- Ela não é. – disse Harry. – Ou é??

Tia Petúnia ficou roxa e entrou rapidamente. Fred dirigiu-se a Duda e desfez o Feitiço do Riso.

Então eles entraram no carro e Fred disse:

- A propósito Harry: Feliz Aniversário!

- Feliz Aniversário Harry!!! – exclamou Mione, abraçando-o.

Foi então que ele notou que era 31 de Julho. Seu aniversário.
Só pôde pensar uma coisa: “Este foi o melhor presente que eu poderia receber!”

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Comentários: 1

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Enviado por fernanda luna em 10/05/2011

olha, acabei de terminar sua fic, e ela e a melhor !!! nunca comento em fics por preguiça, mais s sua me conquistoou !!! muito obrigada por existir

Nota: 1

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