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8. Cap VII


Fic: A Era dos Comensais - 18 anos - Uma fic como você nunca leu.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Tornarias se mestre na arte de fingir se continuasse ignorando a presença da ruiva em sua cela. Estava preocupada com ela, mas sentia-se tão confortável em seu egoísmo, não estava em condições de encará-la. Não queria ver ninguém e muito menos acordar. As dores da ultima noite acoitavam seu cérebro e não conseguiria disfarçá-las. E sua vida era um disfarce. Uma mascara de mentira por qual se via e via todas as coisas. Uma enorme e fodida mentira.


E havia chego sua hora. Sua hora naquele circo de bizarras peças dispensáveis. E ela era uma. A marionete mentirosa que se contentava em mentir pra si mesma e fingir que acreditava. E fingir que um dia houve alguma esperança para ela. E que tudo daria certo no final.


Daria. Mas não para ela. Ela nunca foi importante no contexto do que significava tudo aquilo.


Nem Malfoy, nem Snape, nem Wesley, nem porra nenhuma de mentiroso. Principalmente ele. Wesley. O mentiroso Master, era importante.


 E a Wesley dispensava a maior parcela, pois tudo foi por ele. E lembrá-lo causava náusea e não podia vomitar. Não podia por que estava fingindo que estava dormindo.


Família. No fim tudo fora por ela e a grande e cruel piada. A piada Master, é que não tinha cabelos vermelhos e se não os tinha, engole suas lagrimas por que você foi à marionete que aceitou morrer pela família de outro. E agora é tarde para aprender. E arrepender-se. E se quiser derramar alguma lagrima por si mesma, pode fazer; ela cansou de esperar. Mas faça rápido porque auto piedade gasta o pouco tempo que você tem pra fazer o que tem que ser feito. Seu grande Ato no Circo em que se meteu.





 


Ele me apoio antes que eu arrebentasse meus joelhos no cimento gelado. Me sustentou nos braços e a voz ofegante e arrastada me ordenava a continuar correndo.


- Estamos perto Granger, não é hora pra desistir.


Mas eu queria, queria desistir. Egoísmo. Mas Merlin me permitisse ser egoísta pelo menos uma vez. Oh sim. Mas ele foi mais cruel e me deu forças. E me disse gélido como o inverno que fomentava os flocos sob meus pés, que os mortos choram seus mortos. Nós não temos ninguém pra chorarmos. E eu corri. E Malfoy me sustentou e nós vivemos. E no fim do grande circo. No fim de tudo pra mim eu realmente descobri que meu papel de marionete mentirosa só não teve um fim trágico de repercussão dramatúrgica, por que o Grande “palhaço”que governava minha vida já havia desenhado outro destino. E ele sabe que eu sou grata e que o amei na mesma proporção que a distorção de nossos sentimentos permitiu. No fim ele sempre soube.





 


15:45


Se fingisse mais, Gina mandaria chamar alguém e não queria projeção. Levantou e arrumou-se. Estava conformada e isso bastava.


- Por Merlin Hermione, achei que estava em coma. – A preocupação na voz da ruiva era verdadeira.


- Estava exausta, tem algo para comer aqui? – A ruiva riu, desembrulhando dois pães escondidos embaixo do travesseiro.


- Recebeu a carta? – Os mortos olhos azuis a olhava indiferente e soube que nem a amiga se importava mais. Talvez o fio tênue de esperança que nutria por seu grande amor, estivesse se rompendo. Hermione afirmou com a cabeça, dando total atenção a sua comida. Estava faminta. – O que será que houve para fazerem duas ‘festas’ seguidas?


- Espero que seja para anunciar a morte dele. – Hermione se desculpou. Gina não merecia sua ira, mas percebeu que ela não se horrorizou como antes. Não se desesperou como fazia perante a idéia da morte de Harry. Talvez a linha já estivesse rompida.


Xxx 


17:25


Deslocou a pedra na parece atrás do aparador e retirou o caprichoso embrulho pardo. A cama ficou empoeirada, mas certamente não a usaria de novo. Desenrolou e avaliou o punhal que Snape lhe dera há uns meses. Os restos do Obelisco foram talhados precisamente, retendo seu veneno ao mínimo toque da lamina. Precisava ter cuidado. Embrulhou novamente e separou suas drogas. Levaria todos os seus pertences e eles se resumiam as suas drogas. Suas companheiras durante o duro e longo tempo em que ficou ali. Suas viagens particulares. Seu mundo colorido.


 Xxx


19:30


Essa era uma das raras vezes que usaria bolsa e estava pronta. Subiu as escadas ao lado de Gina e outras bruxas que não fez muita questão de conhecer. Muitas não agüentavam e um belo dia não apareciam mais. Cansou de se apegar. Entraram no salão e apreciaram o requinte. Lucius tinha bom gosto. Sempre teve.


Se conhecesse de musica certamente diria que essa era sua preferida. Não conhecia mais de nada, mas apreciou. Queria ter bom gosto. Queria muitas coisas e era passado.


O salão não estava cheio. O dono da noite ainda não havia chego e muitos só apareciam depois dele. Capachos. Apenas os preferidos desfrutavam as festas. Musica boa. Bebida cara. Prostitutas limpas. E sentiu o escrutínio dos olhos acinzentados sobre si. E Lucius estava ali. Com o típico sorriso superior. Mas não estava solicitando, estava avaliando. E cochichou para Snape e este não se virou. E ela agradeceu.


Seguiu para o bar e de lá observou Voldemort entrando. Harry logo atrás e meia dúzia de convidados.


A musica aumentou, para que as conversas não fossem ouvidas por quem não importava. E tudo parecia relativamente surreal. Talvez fosse sua falsa calma para conter o disparate de seu cérebro e o tremor nas mãos. Não queria consumir agora. Tinha que estar sóbria, embora tudo parecesse mais difícil.


- Tensa? – Tremeu e virou-se, encarando os olhos intensos dele. De Severus. Seu. E engoliu devagar e não conseguiu responder de imediato e ele soube.


Deslizou dois dedos pela alça fina da bolsa com um semblante indiferente, e um sorriso mínimo esticou seus lábios quando os dedos desviaram pelo decote do vestido de cetim escuro. Contornaram o recorte e abaixaram-no levemente, passeando pela aureola do seio. Túrgido. Excitado.


E ela tentava olhá-lo indiferente.


- Obrigado pela nojenta noite de ontem. – Foi o que conseguiu dizer. Estava com raiva dele, mas não conseguia recusar seu toque. Não podia. E ele sorriu debochado.


- Pois podia jurar que você apreciou. – Inclinou-se mais perto e espalmou o seio todo por dentro do vestido. – Você gemeu tão escandalosa. Tão gostosa. Hermione.


E ela quis chorar. Quis desesperadamente chorar por que ele sabia. Ele sabia que tinha chego o fim. O grand finale. E ela queria dizer... E ele lambeu seus lábios delicadamente e uma lagrima rolou.


Não se importou em secá-la, pois todos pensariam que era de asco. De raiva. E até no fim de tudo, todos achariam que ela o odiava e seus papéis encenados foram intactos. E Severus enfiou a língua tão calmamente dentro da boca rosada que gemeu sussurrado apenas para que ela soubesse o quanto apreciava. O quanto a gostava e estava com ela, em todos os momentos. E as mãos dele agora apertavam firmemente o corpo dela contra o seu. Excitado.


E a tortura divertia a platéia próxima. Divertiam-se em ver a indiferente e orgulhosa nascida trouxa, sendo invadida publicamente pelo ex professor que odiava. Eles sabiam realmente o que significava. Apenas eles. Apenas a despedida. E Severus a soltou. E a encarou indiferente e a empurrou. Partiu deixando-a desalinhada. Pouco tempo. Arrumou-se e ainda ouviu uns risinhos tolos de apreciação. E a hora era chegada. E sua missão seria cumprida. E seu tempo havia terminado.





 


O ar rarefeito não cumpria mais seu papel de alimentar meu  cansado pulmão. Me rendo.


- Malfoy! Eu não agüento mais. Me deixa. - Consegui dizer com dificuldade e o olhar que ele lançou me fez congelar ainda mais.


- Não cheguei até aqui pra perder Granger, portanto não pense que tem opção. Continue correndo que estamos perto.


Senti raiva por que eu queria desistir porra. Era minha escolha e o puxão quase deslocou meu braço. Inferno. Eu não pedi a ajuda dele e muito menos pra ser salva. Morrer foi minha escolha a muito tempo e eu queria isso. Quero isso.





 


O passo leve, cadenciado dos quadris torneados faziam algumas bocas secarem; mas ninguém a interceptaria com Harry Potter a secando, e mesmo Gina ao lado dele não desviou Hermione do seu destino. De sua missão. E ela se aproximou e lamentou pela amiga.


Quando se esfregou no morto vivo de olhos negros e lunáticos pela ausência de alma foi tudo tão rápido. E limpo. E confuso. E fatal.


A punhalada precisa no coração do amigo fez um atordoante grito soar acima da musica e ela foi puxada do seu torpor, instantes depois de ver os olhos verdes lacrimosos aparecerem e sorrirem. E ele estava livre. E agradeceu silenciosamente antes de seu corpo morrer pra sempre, junto com seu tormento e ela soube que ele apenas esperava por ela. Pra ela o salvar. E antes que o corpo caísse no chão, Voldemort gritava em sua fúria e movimentava a varinha minimamente pra ela. E ela fechou os olhos para felicidade. Seria rápido e limpo, e ela sentiu-se com a maior sorte do mundo.


Mas não veio. A morte não veio rápida e limpa e sortuda. E o que ouviu foram gritos e choros e tumulto que a fizeram olhar assustada. E Severus estava caído em frente. Morto. E Voldemort estava morto, e Gina estava morta. Não literalmente, mas sua expressão diante do rosto ofídico a sua frente indicava que não existia vida pra ela. Não depois de ter o matado. Não. Não havia vida e foi tão rápido e Hermione podia comparar o tempo com as vezes que suas pálpebras abaixaram e levantaram diante da ultima visão que lembrava. O mesmo punhal, a mesma mão pequena, branca, delicada e o ultimo sorriso doce dirigido para ela. E Gina também jazia sem vida ao lado do corpo do único homem que amou. Por que ela não tinha mais por que viver. E Hermione não tinha mais por que viver, já que sua missão falhara já que tudo o que fizera no fundo era por Gina. E mesmo salvando Harry ela perdeu tudo. E baixou os olhos pro corpo duro de Severus que provavelmente recebera a maldição da morte em seu lugar pela posição em que estava, e inclinou-se ignorando algumas luzes que cruzavam o local. Uma batalha perdida. Perdida pra ela. E queria tocá-lo. E sussurrou pra que somente ele ouvisse onde quer que ele estivesse em seu corpo frio.


- Eu já estou indo. Eu vou com você Severus. – E as mãos pousaram nos cabelos longos e nanquim. E antes que seus lábios tocassem a cortina negra, ela foi puxada pelos cabelos e tirada de sua ilusão de que sua morte seria rápida e limpa e com sorte.


E Lucius parecia querer que ela morresse perfurada. Talvez com vários furos na garganta ela sofresse um mínimo da dor que visualizava nos olhos acinzentados e irados a sua frente. E a raiz de seu cabelo se soltaria se ele não fizesse logo. E ela queria.


E não veio. E Agora ela estava no meio de cemitério de corpos duros e mortos. Por que ele também estava morto na sua frente. E ela não agüentava mais. Que desgraça toda era aquela? Não era nada do que tinha planejado se realmente houvesse um mínimo de astucia dentro de si. Não tinha nada e apenas queria descansar com eles. Era pedir muito? Estava sendo tão egoísta ao querer descansar como todos? Merda. Merda de vida.





 


- Onde estamos Malfoy? – Não importava realmente desde que o silencio confortável continuasse. Toda essa calma e luzes fracas me fez achar que o paraíso não era diferente disso. E meus pulmões continuavam ardendo apesar de não sentir tanto frio.


- Eu não sei ao certo. Só segui os planos. – Encarei-o confusa e estranhei ao ver confusão e conformismo nele. Era sincero e no momento eu não queria realmente entender. Estava bom. Estava quente. E estranhamente eu estava viva e não sabia se gostava da idéia ainda. Mas estava bom.


 




As mãos do loiro tremiam levemente e ele abaixou junto dela desviando de um feitiço. Não estava certo de que estivesse agindo coerente, mas não tinha volta do ponto em que chegou. Não tinha volta depois do feitiço mortal que levou seu pai pro inferno. Não tinha volta se não saísse dali e continuasse com o plano. E se fosse seu plano certamente não estaria no escuro e tão inseguro. Puxou a castanha e saiu dali. E correu. E correram. E sustentou-a quando viu que ela não conseguiria. E irritou-se quando duvidou que conseguissem. E correr no plano de outro ao menos parecia mais coerente do que desistir.


Não desistiria. Não agora. Não com ela.


Continua...





N/A - Nossa quanto tempo....desculpem-me. Milhões de motivos diminuiriam minha culpa pela demora, mas nenhuma adianta quando queremos saber o desfeicho delas...eu sei....sou muiiiito leitora rs. Queria muito ter terminado a fic nesse cap, mas aí demoraria ainda mais pra postar, então a outra parte eu posto no proximo.... Muitoooooo obrigado pelos coments e pela paciencia.....AMO VOCÊS E FELIZ 2010!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

TODOS OS ERROS SÃO MINHA CULPA, PELA IMENSA PREGUIÇA EM BETAR ESSE CAP. UM DIA TOMO JEITO HAHAHAHAHAHAHAHAHA....mas não vou betar rs


Serena

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Comentários: 1

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Enviado por Cecília Lestrange em 21/03/2013

a fic está confusa; mas vamos ver no que dá... estou até gostando...

Nota: 4

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