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7. Perdida em Portsmouth


Fic: HP e Nossa História. 1


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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   Cap. 7 – Perdida em Portsmouth


  


            Yasmin se deparou com uma imensa rua, onde carros e pessoas passavam em direção ao trabalho ou à escola, e para sua óbvia surpresa o dia já havia amanhecido; mas estando absorta em problemas nem percebeu. Sara tossia, lembrando Yasmin de que era preciso um médico, e rápido. Atravessou a rua e encontrou uma mulher jovem cujos cabelos loiros lisos eram naturais, sua pele branca realçava seus olhos azuis intenso... Ela certamente não era brasileira.


 - Senhora, senhora, por favor, onde posso encontrar um hospital?


            A mulher a olhou intrigada e respondeu algo difícil de distinguir. Parecia inglês britânico. Percebeu estar com um pouco de sorte, afinal era apenas inglês.


            Dobrou a esquina e encontrou um shopping imenso, maior que o Barra Shopping no Brasil; tudo era feito de vidro, perfeita tecnologia de se aproveitar a luz solar. Sentiu uma vontade de entrar e conhecer tudo... Mas se lembrou que estava sem tempo e com uma amiga doente que precisava de seus cuidados.


 


                      “Que bela forma de se chegar à Inglaterra! Comecei com o pé direito!” – Ironizou a si mesma.


 


            Olhou para todos os lados, viu então um Outdoor digital com propagandas da Nokia, depois da Élseve Hidra Maxx, Coca-Cola... Nada de hospital, nada de brasileiros, ela estava completamente perdida.


 - Por favor...


            Yasmin sentiu alguém cutucar suas costas e se virou, teve um linda visão. Uma visão que lhe fez abrir um sorriso misto de surpresa e alegria. Um rapaz loiro, malhado, de cabelos loiros arrepiados estava parado bem à sua frente. Ele tinha um sotaque estranho... Ele disse algo, porém ela não conseguia entender suas palavras. Para tentar resolver o problema:


 - I don’t speak english very...


            Ele voltou a repetir algo, mas agora em outra língua... Parecia francês. Yasmin percebera então o sotaque estranho dele. Era francês... E charmosíssimo.


 - No... Brasil.


 - Is you brrasileirra? - A garota riu da mistura de línguas dele e concordou com a cabeça.                                              -19-


 - Você fala português?


 - Só pouquinho.


 - Ah, sim. – riu – Você sabe onde posso encontrar um médico? Minha amiga está doente.


 - Hã?


 - Amiga. Doente.


 - Oh, sim. – O rapaz olhou a garota desmaiada. – Eu levarr ela parra o médico.


 - Ah, obrigada.


 - Você ficarr com mi mãe na... na... anchonet.


 - Quê?... Lanchonete?


 - Yes, sorry. Qual tu nome?


 - Yasmin. E o seu?


 - My name is Jhonnatan.


            Jhonnatan segurou Sara nos braços com total facilidade e fez um gesto para Yasmin o seguir. Cruzaram uma rua e pararam em frente a uma lanchonete onde havia vários doces expostos. Várias mesas redondas se posicionavam no lado externo da loja, uma senhora de boa aparência, quase tão linda quanto Jhonnatan, vestia um avental enquanto arrumava a vitrine; vários garçons vestidos de preto serviam as mesas. Jhonny foi até a senhora trocou algumas palavras, que na opinião de Yasmin eram incompreensíveis. A senhora logo lhe retribui com um sorriso:


 - Você é brrasileirra?


 - Sim.


 - Meu filho Jhonny vai levarr sua amiga ao mediqué. Entrre!


            Yasmin sentiu-se aliviada ao saber que mulher falava português. A garota foi conduzida para trás do balcão onde havia uma porta de madeira e entrou no que parecia ser uma sala normal.


 - Eu morro aqui. Meu nome é Melissa. Sente-se Yasmin. – Acomodou-se num sofá rosado de frente para uma TV de plasma. Melissa sentou ao seu lado. – Sabe, eu já morrei no Brrasil. Faz uns dois anos. Mas me diga, querrida, como você veio parrar aqui?


 - Eu sou vítima da guerra que está acontecendo. Seqüestraram-me mas acabei fugindo, aqui mesmo na Inglaterra.


 - Oh, coitada. Foi o Hell’s Swindle?


 - Desculpe, mas não entendi.


 - Oh, sorry. Foi o Bonde Inferno?


 - Isso.


 - Ah, querrida, coitada. Atrravessar isso tudo num swindle. Você deve estarr morrendo de fome...


            Yasmin sorriu em resposta. Melissa bateu palmas e um garçom entrou na sala; ela falou algo em inglês, algo haver com comida, e ele se retirou.


 - Prronto, ele trrara algo, querrida. Mas enquanto isso, conte-me sua histórria.


            Yasmin estava cansada, mas Melissa lhe transmitia tanta confiança e força. Contou, então, sua história, falou sobre o ataque no colégio e também sobre seu dom. Entretanto a senhora ficou muito mais aterrorizada com o que havia acontecido do que com o fato dela ser bruxa. Percebendo o espanto da garota quanto ao fato, Melissa explicou:


 - Querrida, conheço bruxos suficiente parra saber que nem todos são maus. Joanne já me visitou...


 - Sério??


 - Verrdade, querrida. Aqui, nesta cidade, não fomos quase afetados. Mas Londres... Ah, minha querrida Londres está sendo destruída por completo e aos poucos! - A porta de madeira se abriu e o garçom entrou com um prato cheio de macarronada – Coma bastante, cherry, você está anêmica. Vou preparar um suco fantastíque parra sua anemia.


            Melissa saiu da sala, indo para a lanchonete, levando o garçom e deixando Yasmin sozinha se deliciando com o prato. Devorou-o com vontade. Ela sentia-se, de certo modo, feliz. Apesar de tudo estava bem e ainda conhecera a Inglaterra. Estava emocionada. Logo a porta se abriu e Jhonny entrou, fazendo-a lembrar de outro ótimo fato: ela conhecera o francês mais lindo que já vira. Começou a comer com mais delicadeza diante.


 - Olá, Yasmin!


 - Oi, Jhonny.- riu envergonhada.


 - Sua amiga ficou delirrando, pedindo pelos pais...


 - Ah, sim. Eu prometi a ela que a faria vê-los novamente.


 - Porr que você não liga parra os pais dela e marrca parra eles virrem até aqui? Uma surrpresa..


 - Bem que eu gostaria, mas não sei o número, nem nada.


 - Sarra deixou su carterra comigo, procurramos o númerro apenas, ela não vai se chatear. É por uma boa causa!


            Jhonny tirou da bolsa uma carteira roxa com um emblema de banda de rock, se sentou ao lado de sua nova amiga e se pôs a procurar algo na carteira de Sara. Yasmin sentiu o delicioso perfume do rapaz, e para disfarçar sua satisfação, voltou a comer.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  -20-


 - Encontrrei! – Jhonny se levantou e pegou um telefone sem fio cor de vinho e entregou à Yasmin junto de um número. Ele discou e passou para ela.


 - Alô? – atendeu uma voz depressiva feminina.


 - Alô, é da casa dos pais de Sara?


 - SIM, SIM. AQUI É A MÃE DELA. VOCÊ SABE ALGO SOBRE MINHA FILHA? - a voz se agitou.


 - Oi, aqui é uma amiga dela, Yasmin, nós conseguimos fugir e ...


 - É sério?! Ah, Deus realmente existe! Ela está bem? Diga-me logo!!


 - Calma, senhora, ela ficou doente, mas já está sob cuidados médicos.


 - Ah, você é um anjo, Yasmin. Onde vocês estão? Diga logo que eu vou aí.


 - Aí está o problema. Estamos na Inglaterra. Quando fugimos já estávamos aqui...


 - Meu Deus! Pelo menos vocês estão bem. Estão em que cidade?


 - Bem estou na casa de uma pessoa que foi muito gentil em nos acolher. Ele explicará tudo.


 - Obrigada. Nem sei como lhe agradecer. Que Deus lhe pague.


            Yasmin agradeceu e passou o fone á Jhonny, no exato momento em que Melissa entrou na sala.


 - Você quer mais, querrida. – perguntou, e sem receber resposta continuou – Ah, mas é clarro que quer. Já trago mais. – E se retirou, agora com o prato de Yasmin. Jhonny desligou o telefone e voltou a se sentar ao lado da garota, dizendo:


 - Tudo prronto! Eles devem chegar amanhã à tarrde. Eles estão saindo daqui a pouco.


 - Ela vai ficar tão emocionada. – disse Yasmin mais concentrada em encarar aqueles lindos olhos azuis.


 - Ela terra alta amanhã cedo, poderremos prreparrar a surrpresa com calma...


            Melissa entrou com um novo prato de comida e a fez repetir mais duas vezes, seguido de um delicioso mousse de maracujá e chocolate. Em geral, a família Vey (sobrenome deles) fez Yasmin se sentir em casa; Jhonnatan a tratou super-bem (não tão bem quanto ela queria) como manda a etiqueta francesa. À noite ela conheceu o senhor Vey, Lion Vey, um homem super-simpático que a tratou tão bem quanto o resto da família. No dia seguinte bem cedo, Sara chegou agradecendo a todos pela recepção. A senhora Vey fez a bondade de comprar todos os remédios necessários, mesmo sendo eles de uma classe média. Yasmin estava contente, mas coisa melhor ainda estava por vir...


            Após o almoço, a família Vey se preparou para a surpresa, colocaram Yasmin e Sara no quarto de Jhonnatan e foram buscar os pais de Sara no aeroporto; a parte de Yasmin era entreter a amiga enquanto não voltassem. Não foi uma tarefa difícil; percebendo que ambas compartilhavam a mesma opinião sobre Jhonnatan se puseram a bisbilhotar as coisas dele: perfumes, roupas, sapatos...  O perfume usado por ele anteriormente fora facilmente reconhecido por Yasmin.


            A porta do quarto se abriu e Jhonnatan entrou, surpreendendo Yasmin aspirando seu perfume; logo ficou sem-graça pelo flagrante.


 - De-desculpe. – passando de branco para vermelho-vivo de vergonha.


 - Tudo bem. – disse ele sorrindo - Já está tudo pronto.


            Jhonnatan voltou a se retirar. Este é o sinal que ela, Yasmin, estava esperando. Significava que os pais da amiga já estavam na sala.


 - Você está pronta? – perguntou à amiga de cabelos curtos.


 - Pronta pra quê?


 - Para uma surpresa inesquecível! - Sara, sem nada entender, seguiu Yasmin saindo do quarto e entrando na cozinha; abriu a porta da sala e antes de deixá-la entrar mandou que respirasse fundo.


            Sara passou pela porta, adentrando na sala dos Vey, ergueu o rosto e sua visão foi única e, sem pensar, correu para abraçar os pais que a aguardavam. Yasmin, emocionada, ao ver os três reunidos chorou bem forte e Jhonnatan a abraçou.


 


                                                           “Por que não chorei antes?!”- pensou ela.


 


- Filha, minha amada filha, pensei... Eu pensei que você... Ah deixa pra lá... Ah... – disse a mãe a abraçando.


- Ela tem garra! Não nega que é uma Vunerable!justificou o pai aliviado.


- Pai... Mãe... Eu pensei que nunca mais fosse voltar a vê-los! - Sara de repente se soltou dos pais e encarou Yasmin. Seus olhos cheios d’água e seu rosto inchado. - Yasmin... Ah, se não fosse você. Você me prometeu e cumpriu! – correu e abraçou a amiga – Confesso que não tinha acreditado; você é demais! É a melhor amiga que já tive!


            Os pais de Sara se aproximaram, chegando perto de Yasmin. Notava-se que Sara puxara a mãe e o pai, assemelhava-se a seu amigo Tiago.


- Prazer, sou Luciana Vunerable. E este – disse apontando para o pai – É Vinicius Vunerable. Meu anjo, não tenho palavras para te agradecer, por isso, posso te agradecer com um abraço?


            Yasmin concordou e Luciana a abraçou aos prantos, bem forte, e se afastou para que seu marido também agradecesse.


 - Bem, sei como agradecer esse presente. Estamos de viagem marcada de volta para o Brasil. Por isso pagaremos sua passagem. Venha com a gente.                                                                                                                                         -21-


            A garota olhou ao redor; a família Vey e a Vunerable sorriam verdadeiramente para ela, mas ela sentia que não era hora, ainda, para voltar... Estava tão perto de Londres, lá ela conheceria quem sempre sonhou em conhecer: Harry Potter e talvez até encontrar Diego...


 - Não. Quer dizer, agradeço, porém sinto recusar o convite. – diante da cara perplexa de Luciana. – Sinto que Londres me chama, lá é meu lugar.


 - Mas você irá para o foco da guerra! – exclamou Jhonnatan


 - Eu sei. Mas é pra lá que eu vou!


 - É isso que você quer, querrida? – indagou Melissa apreensiva.


 - Sim.


 - Então está bem. Meu filho a levará amanhã de carro, você merrece...


            Após, debaterem sobre custos e decidir quem paga o quê; as amigas se despediram em meio a lágrimas. A família Vunerable reservou a Yasmin uma quantia em Euro, mas ela rejeitou e acabou sendo forçada a aceitar. Ver Sara sair pela porta foi extremamente doloroso, e a sensação de solidão voltou...


 


                                                                                  -//-


                                                                      


            O dia decorreu como o anterior, só que triste, pois ela não iria mais ver sua amiga Sara. Porém ela sabia que muita coisa estava por vir, muitas emoções e desafios. À noite, ela dormiu na sala, tendo o prazer de ver Jhonnatan de cueca em algumas indas e vindas dele ao banheiro. Observava-o sorrateira, estava lindo, com uma boxer branca, e, para sua não muita surpresa, era bem dotado... Como gostaria de comentar sobre isso com Camila.


            A saudade de sua amiga ultrapassava qualquer tipo de barreira física existente ou qualquer outro sentimento, mesmo o tesão por Jhonnatan. Demoraria a voltar a vê-la, apenas quando retornasse ao Brasil. Isto se voltasse, não tinha certeza se sobreviveria a tudo que estaria por vir... Mas ela começaria amanhã bem cedo, a caminho de Londres!


 

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