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5. A Bordo do Bonde 25


Fic: HP e Nossa História. 1


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Cap. 5 – A Bordo do Bonde 25


 


            O carro preto parou à frente de um muro cinza. Yasmin saltou junto de Karlos que a levou até um portão escuro, tão alto quanto o muro onde um homem de sobretudo roxo trabalhava de porteiro.


 - Bem na hora. – disse o porteiro enquanto molhava um carimbo numa almofada de tinta.


 - É eu sei. Tive que esperar a mãe da garota sair de casa.


 - Tudo bem. – o porteiro pegou a palma da mão de Yasmin e a selou com o número 25 e depois a empurrou para dentro.             Um lugar gigantesco tomou seus olhos: milhares de crianças e adolescentes andavam de um lugar para outro, alguns calmos outros gritavam pelos pais. Outro homem vestido de roxo segurou a mão de Yasmin e falou:


 - O 25º já vai sair. – e a puxou com força para o lado direito. Ele a colocou numa fila, atrás de uma garota de cabelos curtos picotados e negros, aparentava ter sua idade e chorava constantemente.


- Pare de chorar, garota! – abordou outro homem – E ande junto da fila.


            O estranho retirou um chicote do bolso e o estalou no chão. O barulho produzido assustou garota, fazendo-a andar. Aquele era o inferno de crianças e adolescentes, era o “Bonde Inferno”.


            Ao entrar no bondinho, ela sentou no último banco, ao lado de uma garota de cabelos curtos que se escondia no canto, chorando. Os bondinhos eram idênticos ao do Pão de Açúcar, só que um pouco maiores e bancos de metal presentes.


 - Por que você chora tanto? – perguntou Yasmin tentando puxar assunto. A garota descolou a testa do vidro e olhou para Yasmin, soluçando. Seus olhos assustadoramente verdes estavam encharcados.


 - Por-por que?! – gaguejou – Estamos indo de encontro á morte e você me pergunta o porquê de eu estar chorando?! Você sabe o que isso significa? Jamais verei meus pais novamente... Ou até mesmo meu namorado.


 - Mas chorar não vai adiantar nada, você tá se entregando ao desespero. Eu mesma poderia estar me afogando em lágrimas, mas não. – Um tremor no bondinho fez Yasmin perceber que iriam começar a andar no mar, não demorou e eles estavam acima de uma linda visão, o mar.


 - Já estamos indo... – assustou-se a garota.


 - Fique calma. Pense que a esperança é a última que morre e, enquanto não morre, ainda poderá viver. Tenho um amigo que sempre diz “O que não mata, me fortalece” – disse Yasmin ao se lembrar de Tiago.


 - Prazer, eu sou Sara. – disse a menina secando as lágrimas.


 - Prazer, Sara, meu nome é Yasmin. – completou Yasmin apertando a mão de sua colega de viagem.


            A viagem se tornava cada vez mais tediosa, a única distração era a paisagem. O bondinho estava cheio de adolescentes e ao olhar para a direita viu lá fora outro bondinho cheio de crianças que choravam; uma garotinha que olhava pela janela lhe chamou a atenção... Era tão parecida com ela... Na porta havia dois seguranças que vestiam um sobretudo roxo, ambos pareciam estátuas pois sequer comunicavam-se. Yasmin voltou sua atenção para Sara e sua conversa. Conversaram sobre família, cultura, hobbys. Yasmin simpatizou muito com Sara, apesar do visual black dela.


                                                                                                                                                                              -13-


Uma musiquinha soou no quieto bondinho e Yasmin ,juntamente com Sara, voltou-se para a origem do som. Era de uma espécie de celular que o segurança usava, ele o colocou no viva-voz, para que seu companheiro também pudesse ouvir; o que possibilitou que a bruxinha fizesse o mesmo.


 - A escuta. – respondeu o segurança.


 - Problemas a caminho. – disse uma voz masculina – Membros da Ordem estão prontos para atacar.


 - Entendido. Desligo


            O outro segurança agitou sua varinha e Yasmin viu surgir, do lado de fora, uma vassoura (Nimbus 2001) que vinha cortando o ar, parando de frente a porta do bondinho. Mais uma vez ele agitou sua varinha e as portas se abriram, subiu na vassoura e começou a sobrevoá-los. O segundo segurança fechou a porta e voltou a encarar as pessoas de dentro. A garotinha do bondinho ao lado demonstrava pânico, talvez também tivesse conseguido ouvir o que estava acontecendo, escorriam lágrimas miúdas de um rosto inocente. Yasmin se perguntava como estariam os pais dela neste momento...


            Não demorou e, como era de se esperar, várias outras vassouras surgiram. Seus pilotos exibiam broches com um emblema de uma fênix, eram da Ordem. A Ordem da Fênix. Mas não reconhecera ninguém que tivesse lido nos livros de J.K. Rowling. Talvez Dumbledore tivesse recrutado mais membros... Mas uma pessoa lhe chamou real atenção. Uma mulher. A batalha entre a Ordem e os seguranças havia começado, mas Yasmin mantinha seu olhar nela, seu desejo de luta, nos seus cabelos roxos que esvoaçavam com o vento. Era a Tonks, sim era ELA!


 - O que está acontecendo? – perguntou Sara assustada.


 - É a nossa salvação! Chegaram para nos ajudar.


 - Impossível! Não existem mutantes bons!


 - Você esta enganada, a mídia quer fazer você acreditar nisso.


 - Como você sabe? Você é uma mortal, não um deles; caso contrário não estaria aqui conosco!


 - É, você tem razão. – Yasmin achou melhor se calar por um instante.


            A menina do outro bondinho abraçava a garota do seu lado que parecia também estar com medo, junto com todas as outras e, logo à cima, a batalha continuava acirrada, sem nenhum dos lados ceder... Mas Yasmin sabia... Tinha certeza que a Ordem ganharia, ainda mais com Tonks entre eles. Yasmin voltou a ouvir o celular do segurança tocar e ficou atenta a conversa.


 - A escuta. – afirmou o segurança.


 - Ainda tenho que aprender a usar essa coisa de trouxas. – era uma voz feminina agora – Está me escutando, Carllo?


 - Sim, estou.


 - Minha ordem é apenas uma: se eles não forem embora solte logo o bondinho 24, assim ficarão pressionados e recuarão. Entendido?


 - Sim, senhora. Desligo


            Uma luz amarela se acendeu na mente de Yasmin:


                                                          


            “Eles não estão pensando sério em soltar o bonde?... Mas e as crianças?... Todos morrerão afogados! Algo precisa ser feito.”


 


            Cada vez mais membros da Ordem chegavam e os inimigos ficavam em minoria. Um dos interceptadores parou diante do bondinho deles e forçou a entrada, derrubando um segurança que estava de vigia. Lançou-lhe um feitiço imobilizante, mas o segurança, mais ágil, se desviou e ergueu sua própria varinha e pronunciou palavras de um feitiço que Yasmin já conhecia. Ela, por sua vez, se levantou e acertou-o com um feitiço RICTUSEMPRA. O membro da Ordem ficou perplexo e agradecido ao descobrir uma bruxinha no bonde. O segurança se recompôs sutilmente...


 - SONORUS! – disse apontando para sua própria garganta. Sua voz seguida saiu como um berro estridente. – SOLTAR O 24, ORDEM SUPERIOR!!


            Yasmin assustada tentou lançar um feitiço, mas o membro da Ordem a deteve e ele mesmo atingiu o segurança com um feitiço imobilizante e o jogou para fora do bondinho. Yasmin olhou para o bondinho ao lado, a garotinha tremia , olhou para cima: um dos seguranças apontava a varinha para o cabo de sustentação dele e estava prestes a lançar um feitiço, mas foi detido, para alívio de Yasmin, por um outro membro que chegou em seguida.


 - Vocês estão bem? – perguntou seu salvador. Yasmin olhou para sua colega, Sara, e ela a encarava assustada. Yasmin lhe pediu desculpas, mas ela não respondeu. – Qual o seu nome?


 - Yasmin. E o seu?


 - Júlio. Muito bom encontrar uma bruxa aqui.


 - É... Eles se enganaram ao me pegar.


 - Percebe-se.


            Um grito. Yasmin voltou-se para olhar e seu coração congelara ao perceber. O cabo do bondinho ao lado fora rompido, e ele caía; seus integrantes gritavam num pânico em uníssono. Por fim, o bondinho bateu violentamente na água afundando vagarosamente, sepultando a todos no fundo do mar.                                                                               -14-


            A guerra parou imediatamente. Eles conseguiram o que queriam. Intimidar os membros da Ordem. Lentamente, foram recuando, pois os seguranças apontavam as varinhas na intenção de fazer o mesmo.


 - Ah, droga! – esbravejou Júlio.


            Infelizmente o mal estava prevalecendo, eles não seriam salvos. Logo todos os membros se dispersaram, inclusive Júlio para que não fosse executado. Por tentar ajudar Júlio, Yasmin teve sua identidade revelada.


 - Ora, ora, ora... O que temos por aqui. – disse o companheiro de Carllo – Uma bruxa novata.


            Yasmin, intimidada, sentou-se ao lado de Sara enquanto todos os seguranças voltavam a seus postos nos bondinhos. Com a morte de Carllo, sobrou apenas seu companheiro.


 - Poderia te matar agora mesmo, sabia? Mas acho que Você-Sabe-Quem vai adorar te conhecer e matá-la pessoalmente.


   Yasmin, assustada, sentiu uma lágrima se soltar de seus olhos e algo inesperado acontecer: Sara limpou sua face e a abraçou, como uma amiga.

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