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4. Bonde Inferno


Fic: HP e Nossa História. 1


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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                                                           Cap.4 - Bonde Inferno


 


            O dia decorreu tão monotonamente que ela pensara que fosse enlouquecer, o Sol se pôs e a lua surgiu, um ritual que para Yasmin parecia ter demorado séculos. Ali, deitada em sua cama, olhando para o teto, sem nada para fazer, ouviu a campainha de sua casa tocar e não podia ao menos saber quem era. Mas também, quem viria visitá-las em plena guerra?


            A porta de seu quarto se abriu e viu sua mãe entrar, trazendo um prato de comida e suco.


 - Desculpe, filha, mas na tensão esqueci seu almoço. – disse ela.


            Yasmin nem se quer havia se lembrado de almoçar, mas como ela se lembraria de comer com tanta coisa acontecendo lá fora... Após um pequeno sermão de que tudo aquilo era para o próprio bem dela, Tânia se retirou, fechando a porta. A garota comeu com vontade, quando sentiu o cheiro da comida sua barriga logo respondeu. Era um delicioso prato de arroz, feijão, bife e batatas fritas; talvez sua mãe estivesse tentando lhe agradar. Acabou com tudo e caminhou até a janela, para se distrair.


A guerra podia estar à solta, mas o luar continuava lindo como sempre. Uma belíssima lua cheia reinava no céu azul-marinho. Fechou os olhos e respirou fundo, sentindo o ar da noite. Abriu os olhos, ouvira um barulho de asas. Era uma pequena coruja parda que vinha ao seu encontro, atravessou a janela e pousou na sua cama, em sua perninha havia uma carta amarrada. Yasmin fechou a janela, receando uma fuga. Sentou-se na cama e desamarrou a carta e leu.


 


            “Olá, Yasmin. Espero que esteja td bem com você, mas você sumiu de repente do colégio. Sabe fui na ‘BRASILÂNDIA’(lugar onde se compra artefatos mágicos no Brasil) e encontrei uma grande amiga minha q disse saber kem pode tirar esta marca do meu pescoço, só q ele mora em Londres. Sabe, fiquei com receio mas decidi ir. Meus pais, como eu, estão arrasados com o q aconteceu ao meu irmão, ñ param de chorar. Vou viajar amanhã ,por volta das 22h, mas hj queria ver você, pensei q poderíamos nos encontrar às 20h em fnt ao colégio, o q acha? Espero sua resposta.


                                                                             Afetuosamente, Diego.”                                                              -10-


Yasmin suspirou bem forte e dobrou a carta com carinho, procurou sua mochila e pegou um pedaço de papel e uma caneta para poder responder a carta:


 


            “Olá, Diego. Peço mil desculpas, mas não poderei te ver, minha mãe me colocou no quarto, trancafiada, não poso sair. Desejo-te toda a sorte do mundo e fico grata por ter se lembrado de mim.                                                                                     Amigavelmente, Yasmin”


           


   Embrulhou a carta e amarrou no pezinho da coruja, abriu a janela e a despachou a. Sentindo-se mais animada, ligou o computador, podia não ter uma TV, mas a Internet lhe seria melhor. Pesquisou por vários sites e tudo o que encontrava ela já sabia, mas continuou tentando até que encontrou algo de novo num blog atualizado há meia hora:


 


            Nosso mundo enfrenta hoje uma guerra jamais imaginada, e vários fatores estranhos continuam a ocorrer, como nesta madrugada. Surgiram ao longo da costa do país milhares de bondinhos com destino a outro continente. Algo inacreditável onde jamais alguém faria isso numa única noite e será que esses bondinhos são realmente seguros para uma viagem longa? Ou melhor, com qual finalidade foram criados?


            Estas são perguntas das quais ainda não temos respostas. Um batalhão de pessoas treinadas foi mandado ao local, porém uma espécie de campo de força os impediu de entrar, o que comprova ter dedo de mutante aí. Talvez estejam planejando algo maligno para provar que não estão de brincadeira nesta guerra, que será do mundo contra eles.


            Vários países estão firmando acordos de união de forças. O Brasil irá se reunir com o representante dos Estados Unidos para tal firmação. De fato são poucos os países que não foram afetados pela guerra e entre eles estão o Japão e a China. Japão rejeita qualquer acordo que inclua interferência externa, alegando soberania nacional, e a China afirma que precisa repensar mais um pouco.  O fato é: a guerra já está armada e agora precisamos reunir o máximo de defesa possível, pois o inimigo com que lidamos e de natureza sobrenatural.


 


                                                                                                                                 Por Emanuelle Barbosa


 


            Yasmin sentiu os primeiros sinais de sono. Bocejou, levantou-se para pegar as roupas, desligou o computador e saiu do quarto. Sua mãe não deveria se importar se ela tomasse uma ducha relaxante. Despiu-se de suas roupas e entrou debaixo de uma água morna. Suspirou profundamente enquanto a água escorria por seu corpo, molhava os cabelos e lhe dava ânimo, aos poucos. Ficou por um bom tempo...


            Por fim, desligou a ducha e secou um pouco os cabelos, para que não encharcassem a cama. Os secou ao máximo e depois usou o secador da mãe. Por falar em mãe... Será que ela sentiu sua falta?


            Após se vestir, a garota saiu do banheiro, indo para seu quarto, mas foi uma risada que chamou sua atenção. Uma risada meiga que vinha do quarto de sua mãe. Foi até ele e encontrou a porta fechada, mas ouviram-se vozes. Fez silêncio e a conversa pôde ser ouvida:


 - E sua filha, ela pode aparecer... – perguntou uma voz masculina. Era quase certo ser a voz do namorado de sua mãe.


 - Não. Ela está proibida de sair do seu quarto, conheço bem a filha que tenho e ela não me desobedecerá. Temos um tempo para nós. – riu outra vez sua mãe. Agora era certo que estava com o namorado.


            Yasmin se afastou o mais rápido que pôde e se trancou no quarto. Sentou na cama e começou a pentear os cabelos...


                                                “Eu não vou ficar trancada o tempo todo não... Tá louca!”


 


 - Yasmin?


            O susto que ela levou a fez gritar bem alto e pular da cama. Havia alguém embaixo de sua cama, alguém que chamou pelo seu nome. Um garoto saiu de lá, erguendo-se jogou seus cabelos para trás, revelando sua face. Para alívio grande alívio era Diego.


 - O que tu tá fazendo aqui, garoto maluco? – brigou Yasmin baixinho. Mas antes que ele pudesse responder, bateram à porta do quarto. Era sua mãe.


 - Tudo bem aí, Min. Que grito foi este?


 - Nada. Eu me assustei com um bicho.


 - Ok, então vai dormir logo e nada de sair do quarto. Boa noite. – Yasmin sentiu uma raiva lhe subir à cabeça. Sabia o porquê de sua proibição de sair do quarto, mas mesmo assim controlou sua raiva e esperou a quietude voltar a casa. A batida da porta do quarto de sua mãe foi o último som. Voltou-se, então, para Diego:


 - Você está louco? Se minha mãe te pega aqui eu vou ouvir sermão...


- Ei, calma. Apenas não queria viajar pra tão longe sem te ver antes.                                                                                -11-                                                                                        


            Yasmin, sem graça, sentiu-se corar.


 - Sabe, depois de tudo o que você fez por mim, me sinto na obrigação de me despedir pessoalmente e quando soube que você estava trancada fiquei preocupado. Mas quando cheguei você não estava no quarto...


 - Eu fui tomar banho. Diego eu agradeço sua preocupação, mas não vou poder deixar você fazer isso de novo.


 - Desculpe-me, eu só queria...


 - Tudo bem, tudo bem... Não há importância, o que está feito, está feito.


            Diego a abraçou forte, surpreendendo Yasmin.


 - Se eu não voltar, quero que saiba que achei você uma grande amiga. Olha trouxe sapinhos de chocolate para você.... Agora preciso ir para não me atrasar. – Yasmin reparou no pequeno montinho em sua mesa de cabeceira e agradeceu ao garoto.


            Diego voltou a se abaixar e tirou uma vassoura de debaixo da cama. Yasmin ficou maravilhada, era a primeira vez que ela via uma vassoura voadora de verdade, antes só por fotos.


 - Adeus. – acenou Diego


 - Até logo. – retribuiu Yasmin


            Diego montou na vassoura e saiu pela janela, diminuindo cada vez que se distanciava mais até que sumiu, restando apenas o luar para fazer companhia à garota...


 


                                                                                    -//-


 


            No dia seguinte, Yasmin acordo assustada pelo barulho que sua porta fez ao se abrir violentamente. Ela sentou-se e observou Karlos, namorado de sua mãe, entrar no quarto. Argumentou furiosa:


 - Não se bate mais na porta antes de entrar?


            Porém ele não parecia estar se importando com isto; entrou no quarto e olhou através da janela como se certificasse que ninguém estivesse olhando.


 - Sua mãe teve que sair. – afirmou enquanto olhava constantemente para o relógio – Assuntos importantes. E lhe deixou sob meus cuidados.


 - Mas isto não lhe dá o direito de invadir meu quarto assim!


 - Cala a boca, sua trouxa idiota! – Yasmin ficou alerta ao perceber o uso de tal denominação – Sua mãe se acha esperta  mas ela é uma idiota, tal como você!


 - Não fale assim dela!


 - Já mandei você se calar! Vejamos... – Karlos deu mais uma olhada para o relógio e continuou – Vou te dar 15 minutos para arrumar. Se não estiver pronta, vou te levar como estiver.


 - Eu não vou a lugar nenhum! – a garota se virou e correu na tentativa de fugir, porém a porta se fechou imediatamente. Ao se virar, se deparou com o namorado de sua mãe lhe apontando uma varinha.


 - Você é um...


 - Exato. Um bruxo. Ou melhor, um seguidor de Voldemort, algo que você deve desconhecer sendo trouxa. Só lhe resta 13 minutos.


            Yasmin estava surpresa... O namorado de sua mãe era um bruxo. Pior. Um comensal e ainda pensava que ela era uma trouxa. Precisava de um plano... E rápido!


 - Você ao menos pode sair para eu me trocar?


 - Você acha que eu sou trouxa?! Pode se trocar aí mesmo, eu me viro. – O bruxo se virou para a janela, de costas para Yasmin. Ela seguiu até a mesa do computador e sutilmente pegou sua varinha e escondeu nas roupas que vestia.


 - Pronta?


 - Pode virar. – disse ela calçando o último tênis.


            Karlos agitou sua varinha e a porta se abriu, a apontou para Yasmin e ela sentiu seus punhos se juntarem, como se estivessem magnetizados, após eles foram amarrados por cordas surgidas do nada.


 - Só por segurança.


            Ele segurou bem forte no braço de Yasmin e a puxou para fora do quarto. Ele a segurava com tanta força que ela sentia o braço ficar dormente aos poucos. Cruzaram a sala e ele abriu a porta. Um carro preto de vidros escuros estava estacionado na calçada, Karlos abriu a porta traseira e empurrou a enteada para dentro, sentando-se ao lado dela. Havia, no banco dianteiro um motorista de cabelos grisalhos e paletó negro.


 - Podemos seguir.


            Sem dizer uma palavra, o motorista ligou o carro e pisou fundo no acelerador. Durante a viagem Yasmin tentou ficar o mais quieta possível desviando o olhar de Karlos, mas quem primeiro puxou assunto foi ele:


 - Sabe, eu realmente gosto de sua mãe...


 


                                               “Cretino – pensou – Como ele tem coragem de me dizer isso!”                                         -12-


 


 - Mas eu não posso desobedecer meu mestre, ele está furioso e não tem pena de quem falha...


 


                                    “Ele deve estar falando de Voldemort. Mas por que Voldemort estaria furioso?”


 


 - Por que ele está furioso? – perguntou ela antes que perdesse a coragem.


 - Por quê?! Por causa de vocês, trouxas malditos. Em vez de deixá-lo tomar o poder numa boa, não; querem lutar contra ele. Como se pudessem. Inventaram essa tal marca, e ele a encarou como um desafio. Mas ele foi mais esperto. Construiu o bonde... O Bonde Inferno! – riu


 - O que é Bonde Inferno?


 - Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado mandou unir o máximo de crianças e adolescentes possíveis e as levar até ele.


 - Pra quê?


 - Como pra quê? Para matá-las! Assim os pais ficarão intimidados e com eles, o resto do mundo. Ele é muito esperto, meu mestre.


 - Mas alguém vai acabar com este plano, tenho certeza. – disse Yasmin pensando em Dumbledore, ou talvez Harry. Porém Karlos riu:


 - Quem? Todos estão preocupados demais com o famoso Harry Potter... Até que aquele garoto está servindo para alguma coisa. E mesmo que sejamos atacados e só cortar o cabo de ligação do bondinho. Ele cai no mar, sepultando vocês.


            Yasmin sentiu, finalmente, o medo acelerar seu coração.


 

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