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3. Tempos Difíceis


Fic: HP e Nossa História. 1


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap.3 - Tempos Difíceis


 


         Sexta-feira... Último dia de aula antes do esperado final de semana e, para desgosto dos poucos alunos que compareceram, Gilmar, professor de Física, decidira dar uma aula normal, e pior, com matéria nova. Yasmin não conseguia reunir mais nenhuma informação e o resto do colégio tomara uma certa antipatia por ela, Camila e Tiago por terem ajudado Diego, mas ela não se  arrependera do que fizera, nem ela nem seus amigos, ela principalmente, pois adquiriu uma valiosa informação.                                        


A estação de Siqueira Campos, então, não levava para Londres, como ela sempre imaginara, mas sim para um outro mundo que ela ainda desconhecia; um mundo que até a fantástica historia de JK desconhecia e talvez esta fosse a chance que ela tanto ansiava para conhecer... O mundo dos bruxos, talvez esta fosse a chance dela realizar seu sonho tão esperado...


            Um tremor fez o prédio inteiro de o colégio balançar, tirando os pensamentos de Yasmin de sua cabeça e arrancando gritos de algumas pessoas, olhou pela janela e a visão lhe assustou: viu o Sol, junto com a claridade, ser engolido por uma escuridão sem igual, as luzes do colégio se apagarem por completo e, em segundos, era impossível de se enxergar um palmo à frente. Ouviram-se gritos por todo o colégio que parecia ter sido tomado por pânico e caos. Yasmin olhou para os lados, não dava para enxergar nada, talvez aquela fosse sua chance...


            Com as mãos, procurou sua mochila e a abriu, retirou todos os livros até ela ficar aparentemente vazia, levou suas mãos ao fundo dela e encontrou uma linda varinha enrolada por lenços de seda, a varinha que ela comprara por carta de Olivaras, o próprio.


 - Você está aí, Camila? – perguntou


 - Estou sim e o Tiago está aqui também, me agarrando, só espero que não mije em mim. – disse Camila.


 - Também não é assim... – disse Tiago ficando sem graça diante dos risos de Yasmin.


 - E agora o que vamos fazer? – perguntou Camila.


 - Vocês eu não sei...


 - O que você quer dizer com isso, Yasmin?  - a garota ergueu sua varinha e pronunciou no tom mais baixo possível.


 - SONIFERUS!                                           


Agora, na escuridão, era possível se enxergar milhares de pontinhos azuis brilhantes que percorriam toda a sala, fazendo todos dormir.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              -7-


            Passou pela porta da sala e entrou no corredor aparentando estar vazio; os gritos aparentavam vir das salas, agitou a varinha e gritou “LUMUS” tão rápido quanto a varinha acendeu como uma lanterna hiperpotente. Apontou para a sala da 8ª série, o “pequeno” mantinha o rosto espremido contra o vidro da porta, fazendo alguns sinais estranhos, tentando fazer Yasmin o entender, seguiu até a porta e tentou abri-la, porém estava trancada. O garoto apontava para sua varinha, mas o que ele queria dizer...


                                               “Mas é claro... Como eu sou tapada!”


                                                                        


            Apontou a varinha para a tranca e murmurou “ALORROMORA” e com um ‘tec’ se destrancou. A porta se abriu tão violentamente que bateu na sua mão, jogando sua varinha bem longe e uma multidão da 8ª série a atropelou correndo, na tentativa de fugir até que sobrou apenas ela e o “pequeno” que apanhou sua varinha e a trancou.


 - Obrigado. – agradeceu ele - Não podia usar magia se não alguém veria e me denunciaria. Jamais imaginei que tivesse alguém assim aqui, alem de mim e meu irmão. Isso é tão legal! Ao menos esta guerra está servindo para conhecermos gente nova.


            Yasmin o acompanhou para dentro da sala, agora vazia, para iluminar o caminho, até ele pegar sua respectiva varinha.


 - Vamos até a sala do meu irmão, no 3º ano.


            Ela e o “pequeno” começaram a subir as escadas, em direção ao andar superior.


 - Sabe aquele negócio que seu irmão falou... Sabe...


 - O quê?


 - Sobre ele ser seguidor de Voldmort... – o garoto riu.


 - Você acreditou? – disse ele – O meu irmão tava de pura zoação.


            Yasmin sentiu um grande alivio, enquanto parava de frente para a porta do 3º ano, desta vez quem destrancou a porta foi o mais novo amigo de Yasmin. A sala do 3º ano, diferente de todas as outras, estava bem calma. Yasmin entrou, junto com o irmão de Diego, porém ninguém percebeu que o que ela estava usando era uma varinha, pois ninguém se assustou.


 - Ali, é ele!


            A garota olhou para o lado, “pequeno” também havia acendido sua varinha e trazia Diego para perto dela.


 - Quer dizer que você também é! NOSSA! – exclamou Diego.


 - Shhhh! Não quero que ninguém saiba... Ai, se minha mãe descobre... Estou morta!!!


            Um rangido, seguido de um estalo, anunciou que a porta voltou a se fechar, Diego tentou abri-la, mas estava sendo inútil, seu irmão também tentou com um feitiço, mas também foi inútil...                              


 - O que está havendo? – perguntou Yasmin


 - Eu não sei. – respondeu o “pequeno”.  “Ah se eu pudesse usar minha magia” pensou Diego.


            Um segundo ‘tec’ anunciara que algo havia sido destrancado, Yasmin não tardou a apontar a varinha para a porta, mas não havia sido a porta...


 - Ali! – apontou o ‘pequeno’.                                


            Era a janela... Destrancara-se e se abria lentamente, como se alguém a puxasse, mas não havia ninguém...


 - Olhem só! – gritou uma garota no meio da turma, chamando a atenção de todos para a janela.


            O caos foi único. Pessoas gritaram ao verem a janela se abrir sozinha, carteiras foram derrubadas na correria e mais gritos ao perceberem que a porta estava trancada... Um frio percorreu toda a sala, fazendo Yasmin tremer e sentir um arrepio na espinha. Olhou para o vidro da porta que congelara rapidamente, a temperatura caía numa velocidade incrível.


 - São eles... – disse Diego com certo tremor na voz.


 - Eles quem?... Não pode ser... – desesperou-se Yasmin.


            Tudo foi esclarecido quando ela apontou sua varinha iluminada para a janela, agora completamente aberta e congelada. Pareciam ser homens com roupas negras encapuzadas que flutuavam pela janela, entrando na sala, mas ninguém além dela, Diego e o irmão dele aparentavam conseguir ver aquelas coisas horríveis, cujos rostos estavam ocultos sob o capuz e seus pés dentro das vestes, isto se tivessem pés, suas mãos viscosas e que cheiravam a carne podre estavam esticadas para frente... Eram os dementadores, seres horripilantes que tem capacidade de sugar tudo de bom a sua volta, pois se alimentam da felicidade alheia e o pior que podem fazer é o beijo do dementador, quando sugam a alma da pessoa pela boca.


 - Por que ninguém entrou em pânico? – perguntou o “pequeno”


 - Porque os trouxas não os vêm. - Yasmin sentiu um embrulho no estomago e um aperto no coração, sentiu-se deprimida de repente, triste e desamparada... Pela 1ª vez sentira o que antes só tinha lido nos livros de JK...        


 - Não se deixe levar pela tristeza, é isso que eles querem focalize algo feliz e tente pensar apenas nisso. – gritou Diego. A garota tentava se lembrar...


 


                                                    “Algo de bom... Algo de bom... Sim!”                                                                           -8-


            Focalizou um dos dias que ela saiu com os BOB’s para zoar... Parecia-lhe uma ótima lembrança! Voltou a abrir os olhos e a cena que viu lhe fez pensar que aquela lembrança decididamente não lhe era suficiente. Alunos sendo atacados, sem ao menos saber o pelo que, todos encolhidos nas paredes, tremendo, alguns choravam, outros se debatiam... Uma cena terrível!


 - Mano! – gritou Diego.                                        


            Yasmin rapidamente focalizou o olhar no “pequeno”. Ele estava de joelhos e um dementador segurava seu rosto com aquelas mãos viscosas, seu capuz muito perto de seu rosto, como se fosse lhe dar um beijo... O beijo do dementador!


 - Cadê minha varinha... Minha varinha. – desesperou-se Diego à procura.


 - Seria inútil, você não pode usar magia...


            Yasmin, ao ver a boca do “pequeno” se abrir ligeiramente, percebeu que a única esperança dele era ela, por isso ergueu a varinha e focalizou a todos...


 - EXPECTO PATRONUM!


         Nada.


 - EXPECTO PATRONUM!


         Nada.


 - EXPECTO PATRONUM!


         Uma névoa branca surgiu, sem nenhuma forma ou perigo, uma simples névoa que se dissipou tão rápido quanto surgiu. Sem forças e percebendo que mais nada podia fazer abaixou a varinha.


 - NÃO DESISTE! SALVE MEU IRMÃO!


            Mas ela estava tão fraca, parecia que a tentativa de fazer o patrono sugara toda sua energia, mas ao olhar para o lado ela percebera o verdadeiro motivo: um dementador estava demasiado perto dela, atacando outra garota, mas sua presença tão próxima a afetava demais! Olhou para frente... Era tarde... O dementador havia retirado seu capuz e uma camada de sangue escorria pelo canto da boca do “pequeno”, seus músculos se contraíram e suas veias se tornaram visíveis enquanto sua pele se tornava cada vez mais branca. Terminado o beijo, o dementador o jogou para o lado como se fosse um lixo, um nada. Uma gosma branca escorreu por sua boca e os olhos do “pequeno” saíram de foco, sua alma fora sugada...


            Yasmin olhou para Diego, seus olhos emitiam um pavor, um choque tão grande que ele era se quer capaz de gritar, ajoelhou-se e tampou o rosto com as mãos, para chorar em paz. A garota continuava a se sentir cada vez mais fraca, afogada numa depressão sem tamanho, percebeu que o dementador que atacara a garota estava indo para sua direção.


Ajoelhou-se, demonstrando fraqueza, sentiu seu queixo cair involuntariamente, quando um milagre aconteceu: uma luz branca percorreu toda a sala, espantando os dementadores por onde entraram. Yasmin olhou para a porta e viu uma névoa branca em forma de tigre... Era um patrono, mas de quem?...


            O tigre branco voltou a se transformar em névoa e a se dissipar no ar. Yasmin apanhou sua varinha que tinha caído com sua fraqueza e gritou “LUMUS” apontando para a porta, mas era tarde, fosse quem fosse já havia ido embora.


            Yasmin, sentindo a camisa grudada no corpo pelo suor, juntou forças para voltar a se erguer e foi até Diego que continuava com o rosto escondido sobre as palmas das mãos.


 - Diego... – tentava Yasmin achar palavras – Eu... Eu sinto muito.. - Yasmin se agachou de frente pra ele e lhe deu um abraço que foi retribuído com emoção, Diego deitou sua cabeça sobre o ombro dela e a apertou com força, tentando pôr toda sua tristeza para fora, em forma de lágrimas.


            Vagarosamente, a escuridão foi se dissipando e a luz solar voltava, aos poucos, a iluminar o colégio ADN, voltando a encher o coração de todos com esperança, pelo menos quase todos, pois para alguns aquele terrível atentado será inesquecível, como para Diego e seu irmão e muitos outros que tiveram suas almas sugadas... Para sempre.


            Após uma boa desculpa por não estar na sala de aula, dormindo como os outros, Yasmin conseguiu se livrar das insistentes perguntas de Camila que não se alimentavam com fracas respostas. Ambulâncias e carros de policia tomavam lugar na Rua Oldegard Sapucaia, em frente ao colégio, sirenes enchiam os ouvidos das pessoas, alunos eram carregados do interior do prédio, uns gravemente feridos outros fora da razão e outros sem alma; era como se tivesse sem cérebro, ali como um vegetal, babando uma gosma branca constantemente, mas o pior é que eles tinham cérebro e tinham consciência de como estavam, mas não podiam fazer nada para mudar. Yasmin ao sair do colégio seguida por Camila, Tiago, Thaís e Mariana, teve a certeza de que preferia morrer a passar o resto de seus dias daquela forma...


 - Que horrível... Mas mesmo assim eu não acredito que perdi... Dementadores do meu lado...


 - Chega, Tiago. Agora eu preferia que eles não existissem...


 - O que houve com o pessoal da sala? – perguntou Yasmin


 - Não sei, ao contrário de você, dormi todo o tempo, mas fiquei sabendo que o professor Gilmar quebrou a perna e a Thati bateu a cabeça no tablado.


            Yasmin se posicionou um pouco distante de uma ambulância, para ter uma ampla visão das pessoas que eram resgatadas. Camila de repente arregalou seus olhos e correu para uma das vitimas, era o professor Eudes, de química.   


 - O que houve com ele? Ele está bem? – perguntou Camila para o médico que o levava.                                                 -9-


 - Não sabemos dizer ainda, ele rolou as escadas e bateu forte com a cabeça, parece que houve uma rachadura e teve uma fratura exposta na tíbia e no rádio.


            Yasmin desviou a atenção da amiga pois ouvira um estrondo ao seu lado, observou a ambulância, da qual ela mantinha uma certa distância, ser atirada á uma distância de 200 metros, passando por cima de sua cabeça, ela ficou impressionada e exatamente no lugar onde estava a ambulância antes estava agora um trio de homens vestidos de preto e com capuz, não eram dementadores, suas mãos eram normais e, por debaixo do capuz, se podia ver o brilho no par de olhos... Eram seguidores de Voldemort, apontando suas varinhas e atingindo todos. Tiago ficara tão abobado com o que vira que nem se quer se moveu para fugir, ficou no meio dos vários raios que saiam das varinhas, não demorou e um acertou seu peito e ele foi jogado contra o vidro frontal de um dos carros de polícia, quebrando-o e caindo lá dentro.


            A varinha da garota estava presa no seu bolso traseiro, ela precisava fazer algo, mas ali estava claro e havia policias por todos os lados. Pensou por um breve momento, mas um puxão no seu braço a fez parar. Era sua mãe, seus cabelos despenteados pareciam ter passado por um tornado.


 - Yasmin, quando soube vim direto pra cá, você não usou magia usou?


 - Na-não...


 - Ah, que ótimo. Vamos pra casa, antes que você seja atingida.


 - Mas e meus amigos?


 - Ah, um outro bruxo ou outra pessoa os salvará, vamos!


 - Não, Tiago foi ferido.


            Tânia apertou com força o braço da filha, machucando-o e deixando-o dormente e disse entre os dentes:


 - Isto é uma ordem, Yasmin! Não me desobedeça! - Tânia a puxou com força e começou a levá-la para casa. No caminho, percebeu que não era apenas o colégio ADN que estava sendo atacado, haviam comensais espalhados por pontos estratégicos, como se planejassem destruir a cidade... Uma cena de guerra. Ao chegar em casa, sua mãe a atirou no sofá e ligou a TV, dizendo:


 - Veja, veja bem como eles se escondem.


            Um noticiário urgente estava passando e uma mulher filmava os comensais destruindo tudo e matando a todos:


 


Estamos sendo bombardeados em todos os cantos do país, alguns acham que seja uma revolta pela aplicação da ‘marca’ neles, mas isto só prova o quanto eles são perigosos, o porquê de não nos misturarmos. Creio que tempos difíceis estão por vir.


 


             - Quero que você vá para seu quarto agora e não saia até eu mandar!


 

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