Capitulo 4 – Inocente?
Harry não tinha dormido muito bem naquela noite, apesar de ter realizado um sonho com Rony. Durante horas teve dificuldades para cair no sono, justamente porque tinha percebido que poderia ter magoado seu melhor amigo, e só relaxou quando decidiu que na manhã seguinte iria desistir da promiscuidade se assim Rony quisesse.
Harry acordou muito deslocado, percebeu que já devia ser mais de dez da manhã e provavelmente o horário do café já havia passado. Neste clima de o que que aconteceu, porque Rony não o acordou, Harry se levantou da cama de Rony, onde havia dormido com ele ali completamente nu, se dirigiu para o banheiro, pegou o roupão de Rony e desceu para a cozinha.
- Bom dia Gina, que horas são? – perguntou Harry assim que chegou na cozinha da Toca e só encontrou Gina.
- Ah, já são umas onze horas.
- Ué? Cadê todo mundo?
- Bem, Rony, Hermione foram visitar o ministério com papai, e mamãe vai ficar o dia inteiro na Ordem.
- Mas porque Rony não me chamou?
- Você não esta doente? Foi isso que Rony falou pra mamãe quando ela disse que iria lá em cima te chamar.
Harry parou e pensou – bem, ainda bem que Rony disse isso, se Molly me encontrasse na cama de Rony completamente nu a situação não seria confortável.
- Ah sim, não estava me sentindo bem esta manhã, mas agora estou bem melhor – respondeu Harry tentando esconder seu desconhecimento do caso.
- Ainda bem que você esta melhor, assim não vou ter tanto trabalho, a final de contas fiquei aqui só para cuidar de você.
- Poxa, Gina desculpe pelo problema, tem alguma coisa que eu possa fazer pra você para me desculpar?
- Bem, tem uma coisa sim – disse Gina se sentando ao lado de Harry na mesa da cozinha e arrastando a cadeira para ficar muito, mas muito próxima a ele.
Harry não entendeu aquela aproximação, e começou a tentar se afastar devagarzinho.
- OK, eu estou te escutando.
- Sabe Harry, tenho andado apreensiva com este alistamento de vocês, isso significa que vocês vão a guerra, e se vocês se machucarem, e se você, Harry, morrer.
- Não seja boba Gina, espanta esses pensamentos, sei que isso pode acontecer, mas veja só, quantas vezes já derrotei Voldemorte.
- Eu sei disso, mas mesmo assim não quero te perder, não sem ter feito isso – falou Gina dando-lhe um beijo e pousando sua mão na virilha de Harry.
Harry ficou completamente sem reação, como uma estatua, aquilo era demais para sua cabeça no momento, tantos problemas com Rony e agora ter que lhe dar com uma paixão reprimida.
- Gina, desculpe, eu te amo também, sei das nossas futuras dificuldades, mas eu te amo como um amigo, alem do que, você é irmã do meu melhor, e principalmente momentos íntimos como estes devem ser partilhados apenas com pessoas que se amam reciprocamente e partilhem as mesmas afeições. Você já é uma menina, quer dizer, uma mulher muito sexy, estaria te mentindo se dissesse que não havia percebido isso antes, mas acho que você deveria perder sua virgindade com alguém que te ame.
- Harry muito obrigado pela preocupação, mas da minha vida cuido eu, não meu irmão, e também não sou mais virgem há muito tempo e quem disse que eu te amo? Sempre te desejei porque você também é muito sexy – disse Gina, agora já acariciando o pênis de Harry sobre o roupão – e também estou sentindo que você quer, olha como ele já esta duro.
Harry agora estava vermelho de vergonha, rapidamente se levantou com uma cara de susto e encarou Gina, que dava risadinhas ao desviar seu olhar ao volume que o pênis de Harry fazia.
- Para de apontar!! – brincou Gina.
Harry não se agüentava de tão encabulado que estava, assim que percebeu para onde Gina estava olhando pos as mãos para tentar esconder a sua excitação. Aquilo não era engraçado, uma coisa era pedir para Rony sair com outros, que eles não deveriam ter um relacionamento sério, mas traí-lo com sua própria irmã, isso era horrível.
Não posso, não posso, pensava fundo Harry, tentando amolecer seu pênis, mas Gina não estava ajudando. Agora ela iniciava a fazer carinhas de desejo e Harry não tinha mais como deixar de pensar nas curvas de Gina, ela estava muito linda, vestida como uma colegial, meias brancas ate os joelhos, uma saiazinha curtinha que revelava as suas pernas sedutores, muito lisas e visivelmente macias, ela vestia também uma camiseta de botões branca muito apertada que revelavam seu decote, que realmente era excitante.
Harry não sabia o que fazer, seu corpo não seguia os comandos de seu cérebro. Gina começou se aproximar se despindo vagarosamente, primeiro botão por botão.
- PARA! E se seus pais aparecerem? – falou Harry com um tom tremulo em sua voz e fechando seus olhos, um instante antes de Gina mostrar seus seios.
- Calma meu bem, venha cá – chamou Gina segurando a mão de Harry e levando-o ate próximo da mesa.
- Não, Gina, não isso não é certo – falou Harry, que não conseguia pensar direito, seus pensamentos iam de Rony a Gina em flashs sem coerência.
Gina agora parara, respirou fundo, sentou-se em cima da mesa e com os dedos dos pés abriu o roupão de Harry, revelando seu pênis extremamente excitado, rígido, e todo gozado.
- Vem me come, me satisfaça.
Harry abriu os olhos e viu que Gina estava deitada em cima da mesa com os cotovelos apoiados levantando seu rosto para ele, e nesse instante ela puxou a saia para cima. Harry não se agüentou, ela já estava sem calcinha, sua vagina era bela e leve com uma flor, completamente depilada, da mesma forma que ele parecia ser, e também estava excitadíssima. Seus seios logo acima, na visão frontal de Harry, eles eram sedosos, do tamanho exato de uma taça e tão em pé e firmes que impressionou Harry.
Harry continuou olhando, completamente parado, com o pênis rígido e tremendo de nervoso.
- Você não vem? – falou Gina com uma voz macia.
Harry continuava parado, excitado, mas sem capacidade de agir, seus pensamentos em Rony não o deixavam. Gina se aproximou novamente, segurou no pênis de Harry, deixando ele soltar um suspiro de nervoso, e o pos em sua vagina bem lentamente e gentilmente.
Já completamente dentro do corpo de Gina, Harry se deixou levar deixando uma lagrima escorrer de seus olhos, então beijou-a em seus seios de forma circular e iniciou um movimento lento e carinhoso pra frente e pra trás, cada vez mais aumentando a velocidade. Gina levantou seu corpo, ainda invadido com o pênis de Harry e o beijou, um beijo lento, sexy e apaixonado. Gina já tremia de prazer, quando parou.
- Calma Harry – Gina desceu da mesa, se virou de costas para ele, se debruçou sobre a mesa e da mesma forma encaixo seu pênis novamente em sua vagina – agora vai, mais rápido.
Os dois já gemiam de tanto prazer, Harry a estocava numa freqüência de extrema rapidez, até que Gina não se agüentou e gritou chegando ao orgasmo.
- Não para, não para, continua mais – falava Gina aos suspiros, recuperando o fôlego, porque Harry parecia estar diminuindo o ritmo.
Harry não parou, mas ele já estava dando sinais que ele estava próximo de gozar, o ápice do prazer em seu corpo não parecia ter apenas um pico, ele vinha continuamente, ao poucos, Harry tremia e suava, Gina continuava gemendo de prazer, seus gemidos começaram a aumentar de volume, outro orgasmo se aproximava, Harry também podia sentir esta sensação no corpo de Gina, o que o deixou se entregar aos mínimos toques de seu corpo, era uma sensação inigualável, como se suas estocadas estivessem em câmera lenta, ate que ambos não agüentaram e rugiram num só som repedidas vezes de tanto prazer.
Harry estava exausto, jogou seu corpo por cima de Gina, imprensado-a sobre a mesa, Harry ainda não tinha forças nem para retirar seu pênis do corpo de Gina, então como num ato de clemência e total cansaço, Harry se jogou ao chão.
Gina, então se endireitou e olhou para Harry, estatelado no chão da cozinha, com as pernas e braços abertos.
- Porque você demorou tanto para gozar? Não me entenda mal, mas eu cheguei a dois orgasmos e você demorou, isso foi ótimo, incrível – comentou Gina deitando-se ao lado de Harry.
Harry continuava imóvel, ofegante. Depois de alguns minutos Harry falou.
- Também não sei.
- O que.
- Também não sei porque demorei a gozar, mas com certeza nunca gozei desta forma, foi algo interminável, com se fosse para sempre, e nunca fosse acabar, nossa, realmente incrível, você é excepcional, magnífica esplendorosa.
Gina não continha sua felicidade e deitou seu rosto sobre o peito de Harry, buscando também descansar e buscar novas forças para levantar.
- Melhor irmos para o meu quarto, realmente daqui a pouco alguém pode chegar – disse Gina num tom de safadinha, alguns minutos depois.