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1. Realidade Irreal


Fic: HP e Nossa História. 1


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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              - Nossa História -


 


                   sob


 


     - Um Olhar Potteriano? -


 


 


 


 


     “Para recordar o tempo em que passávamos juntos e desocupados...”.


 


 


 


 


 


 


> Autores: Tiago David Gomes
Colaboradores: Camila, Yasmin e Thaís.
Revisão geral: Yasmin Lemos.             2005/2006


 


 


 


                                     


 


 


 


 


                                             


 


                                           


 


 


                                                


                                                   PARTE


                                                                 


                         UM


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Cap.1 - Realidade Irreal


 


 


- Yasmin, acorda!Anda filha!


            Yasmin lentamente abriu os olhos e a luz acesa os ofendeu, fazendo-a voltar a fechá-los. Voltou a abri-los lentamente e viu o rosto de sua mãe bem em sua frente.


- Ande, ou vai se atrasar para a escola.


            Yasmin estava tão bem ali, seu corpo amortecido por seus longos cabelos cacheados e sua cama macia, não queria se levantar, não mesmo. Observou sua mãe sair do quarto, fechando a porta. Olhou ao redor e ainda sonolenta viu que horas eram... 6:15h da manhã. Pegou seu uniforme e foi tomar um banho relaxante, na esperança de tentar acordar. Minutos depois ela estava de volta a seu quarto,vestida e calçando o último tênis quando a voz de sua mãe soou alta e assustada,sobressaltando Yasmin.


- YASMIN!! CORRE AQUI, RÁPIDO!!


            Yasmin correu o máximo que pôde e encontrou sua mãe na sala, seu corpo trêmulo e seu rosto assustado suavam constantemente.


 - Eles descobriram... Yasmin, eles descobriram! – dizia sua mãe sem sentido.


 - Quem descobriu o que, mãe? – Yasmin vendo o estado de sua mãe começava a se preocupar.


            Tânia, mãe de Yasmin, pegou um jornal em cima do sofá e o entregou à filha. À medida que os olhos dela percorriam à primeira página colorida, eles se arregalavam e ficavam iguais aos da mãe.


 


                                  


                                   Atentado ao metrô deixa o Rio de Janeiro intrigado


 


            Parecia ser uma noite normal, quando um homem desconhecido e encapuzado levantou algo pontiagudo,como um galho de árvore bem polido, aparentemente inofensivo, mas aquele simples galho foi capaz de destruir a estação de Siqueira Campos em questão de segundos e matar centenas de pessoas. Foi constatado que o mesmo ataque aconteceu no metrô do Japão, em Tókio, e em Londres, na estação de King Cross.


            Algo está revolucionando nosso planeta e nossos cientistas ainda tentam descobrir como um simples pedaço de madeira pôde fazer tal estrago. Uns acreditam ser magia, outros à volta do Senhor Jesus Cristo, mas seja o que for com certeza será esclarecido hoje à noite no jornal das sete, onde um homem de aparência estranha decidiu dar uma entrevista, o senhor Arthur Weasley, morador de Londres.


 


            Yasmin olhou para a mãe perplexa, sem entender como aquilo poderia estar acontecendo.


 - Eu disse Yasmin, eu disse... Essa gente não presta e você é igual a eles!!


 - Mãe... Eu não escolhi ser assim e nem todos são maus...


 - Você disse, disse que viviam escondidos e com grande esforço eu lhe deixei estudar por intermédio de cartas e como você me explica isso?! Isso é ser escondido?!


 - Mãe,eu não sei ,deve haver uma boa explicação para tudo isso, o Ministério da Magia...


 - Que Ministério??


 - Mãe, é muita coisa para você entender, mas confie em mim.


 - Se descobrirem quem você é... Se... Se...


 - MÃE! Até hoje não descobriram, nunca contei para ninguém, nem para os meus amigos mais íntimos e acho que isto é uma prova de confiança.


            Tânia encarou Yasmin por um instante e em seguida a mandou ir para escola, pois não queria que ninguém suspeitasse de nada.. Mas o que ela nem Yasmin imaginavam é que eles estavam perto da maior guerra de todos os tempos. Bruxos contra trouxas (não-bruxo).


 


                                                                                   -//-


   


 - Yasmin, que milagre é este?! – disse Camila, sua melhor amiga,quando a garota sentou-se ao lado dela,entrando no segundo tempo escolar – Você se atrasando... 


 - É... Eu perdi a hora... – riu Yasmin              


 - Koeh, Yasmin. Você nunca perdeu a hora antes... – intrometeu-se Tiago, seu amigo gay.


 - Ah não se mete Tiago, o papo é reto. – cortou Yasmin apontando para Camila.


 - Esta língua afiada deve ter arranjado um namorado e não quer nos contar!! – riu Mariana.


 - Ah, calem a boca... A professora de Biologia quer explicar a matéria.                                                                            -1-    


          


            Yasmin seguiu calada até o tempo de Biologia acabar... Talvez ela tivesse levado bem o dia se não fosse pela professora de Literatura entrar com um exemplar do jornal O GLOBO para todos verem. Em sua capa, a foto da estação de metrô de Siqueira Campos destruída.


            Iara, a professora, atirou o jornal na mesa e subiu no tablado, com a expressão intrigada e começou a lecionar a aula. Camila chamou Ronaldo que estava na frente da mesa da professora e perguntou que foto era aquela. Ronaldo viu a foto e leu a manchete exclamando um “caramba” como resposta pela pergunta de Camila.


 - Camila, o que importa? Presta atenção na aula que esta matéria vai cair na prova.


 - Ah é literatura, Yasmin, é fácil! – Camila ergueu a mão em sinal para chamar a professora.


 - Sim, Camila? – perguntou Iara.


 - Posso dar uma olhada no seu jornal?


 - Bem, minha querida, não sei se seria uma boa idéia, mas por outro lado vocês vão saber mesmo! – a professora se calou chamando a atenção da turma que também ficou curiosa – Podem ver sim.


            Camila levantou-se e pegou o jornal e tampando para que pudesse ler sozinha, em segundos toda a turma estava a seu redor tentando ler a manchete. Yasmin soltou seus cachos na tentativa inútil de se desaparecer. Ouviu Camila gritar, um grito de excitação, mas que parecia lhe espantar, o mais rápido que conseguiu se levantou e correu para o banheiro do colégio, onde ficou sozinha se encarando para o espelho. Tinha vindo à tona, acabou o sigilo, mas por quê?... Como poderia o Ministério da Magia ter falhado se eles trabalharam sempre tão bem... O que estaria agora fazendo Fudge, o Ministro da Magia?... Ela conhecia tão pouco sobre magia, o aprendizado por carta era muito evasivo e sua mãe só permitira que ela o fizesse caso suas notas na escola fossem as melhores, como havia sido desde então.


            Girou a maçaneta da bica e encharcou o rosto, precisava acordar, precisava ser a mesma Yasmin de sempre... Do contrário poderiam suspeitar dela, o que seria horrível. Secou o rosto com papel e voltou, lentamente, para a sala queria adiar o Maximo possível a sua entrada na turma. Mas não foi necessário ela entrar, Tiago ao vê-la pelo vidro da porta correu abrindo-a e pulando em Yasmin tão contente que chegava a chorar. É claro que ele estaria contente, sabia Yasmin, saber daquilo significaria que tudo o que ele imaginava ser ilusão era verdade, que Harry Potter talvez realmente existisse... Mas para ela não, não era boa coisa, se o sigilo fugiu do controle do Ministério é porque ainda tem coisa por vir.


 - Você viu Yasmin, você viu? Leu o jornal, leu?


            Yasmin tentou sorrir o máximo que pôde o que não chegou a muito e disse:


 - Li o jornal lá em cima, uma garota que estava no banheiro tinha um deles.


 - Ah, vamos ser francos. – disse Camila vindo da sala – Deve ter havido um erro na edição, alguma fraude; só vou acreditar se eu vir com meus próprios olhos. Harry Potter existir, isto é loucura!


 - É... Concordo com a Camila. – disfarçou Yasmin.


            Yasmin viu a felicidade se esvair do rosto de Tiago rapidamente.


 - É... Não havia pensado nisso...


            Talvez tudo se resolvesse, talvez conseguissem reverter à situação, ou talvez tudo fosse um pesadelo que ela estava ansiosa para acordar. A professora Iara passou por eles e lhes pediu que descessem para o intervalo. A turma ao passar por Tiago riu de sua reação após ter lido o jornal.


 - Eu fui um tolo mesmo, acreditar nisso, isto é loucura!


 - Ah gente, esquece isto, vamos descer... – pediu Yasmin.


            O intervalo estava uma agitação que só vendo, todos comentavam sobre a notícia do jornal e com certeza o jornal das 7h bateria o recorde de audiência...


 - Este é o Império de Voldemort. – ouviu-se um garoto dizer.


            Todos os BOB’s (como se identificavam o grupo de amigos de Yasmin) se viraram e viram um garoto, de cabelos lisos e sardas, conversar com Sueli, a inspetora mais arrogante do colégio.


 - Ele trouxe a guerra dos bruxos para o mundo dos trouxas, há algum tempo ele queria fazer isto.


            A sessão de risos percorreu a todos que lhe ouviam chamando a atenção dos outros, que como os bob’s, também se viraram para prestar atenção.


 - Podem rir à vontade... – continuou o garoto – Vamos ver se vocês continuarão rindo daqui a alguns dias...


 - Pára com isso, Diego!                                                                                                                                                                     Yasmin viu que quem falou tinha sido um garotinho, um tanto afeminado, da oitava série, seu apelido de “pequeno” era conhecido e utilizado apenas pelos BOB’s.


 - Koeh, maninho? – disse o garoto de cabelos lisos – Pra que esconder, você viu, o segredo veio à tona!


            Tiago olhou intrigado para Camila, tentando descobrir se aquilo tinha algo haver com a matéria do jornal. E se tudo aquilo não fosse mentira... Sabia que era algo impossível, mas ele sempre gostou de sonhar...


 - Já chega! – gritou Sueli tentando pôr ordem no intervalo – Todos para suas salas, agora!


            O garoto à sua frente, irmão do pequeno, riu na cara da inspetora e disse, ainda rindo:                                          -2-


 - Não preciso mais te obedecer, e ainda faltam cinco minutos para o intervalo acabar!!


 - Pois eu estou mandando vocês subirem agora, e você me deve obediência sim! Sobe logo, garoto!


            Diego voltou a rir, ninguém no intervalo se quer se moveu, queriam ver como aquilo acabaria. Diego parou de rir por um momento e colocou a mão por baixo da blusa branca do uniforme e retirou o que parecia ser um galho de árvore bem polido, idêntico à varinha do filme Harry Potter e, antes que ela pudesse perceber o que estava fazendo, Yasmin falou bem alto:


 - Pare com isso, já chega!


            Diego a encarou, dizendo:


 - Quem é você?


 - ...


 - Você não pode mandar em mim, sou partidário de Voldemort e agora não tenho mais vergonha de dizer isto!


            Todos voltaram a rir.


 - Vocês duvidam? Duvidam da existência dos bruxos...


 - Já pra sala, Diego! – ordenou Sueli em alto e bom som.


            Diego apontou a varinha para Sueli, alguns ainda riam outros, como Tiago, olhavam apreensivos e Yasmin sentia-se no dever de fazer alguma coisa...


 - ESTUPEFAÇA! – gritou Diego.


            Um forte raio saiu de sua varinha, atingindo a inspetora bem no peito, a fazendo se erguer do chão e ser atirada contra a parede com força, desmaiando. Yasmin correu para socorrê-la, Tiago continuava parado, olhando para Diego seus olhos lacrimejando sem piscar, Camila por sua vez foi ajudar Yasmin enquanto Thaisinha e Mariana tentavam acordar Tiago do transe.


 - Você viu aquilo? – perguntou Camila para Yasmin, ao mesmo tempo em que ajudava a amiga a reanimar Sueli.


 - Vi. – respondeu sem muita excitação na voz.


 - Já pensou se tudo o que pensamos ser imaginação for realidade?


 - É, deve ser legal. – disse Yasmin monotonamente.


 - O que há com você, Yasmin, você tá tão estranha, isto tudo acontece e você está tão desanimada.


 - Ah, não é isso. É que eu ainda não consigo acreditar no que vi, por isso estou assim...


 - Sei...


            Camila desviou o olhar de Yasmin, pois Sueli estava, finalmente, voltando a si. Yasmin queria que aquele dia passasse o mais rápido possível, nunca esperou tanto pelo termino de uma aula. Ao chegar a casa, ainda teve de agüentar o histerismo de sua mãe, não demorou a se trancar em se quarto e se jogou na cama e, sem demora, pegou no sono.


            Yasmin acordou assustada com o despertador do celular que marcava 7 h da noite em ponto. Correu para a sala, onde se sentou ao lado de sua mãe para assistir ao jornal.


 - Mãe, cadê todo mundo? – perguntou Yasmin olhando ao redor.


 - Disseram que iam assistir o jornal em outro lugar.


            As primeiras melodias do RJTV anunciavam que o jornal estava começando e, como se era de costume, a jornalista anunciou o resumo das notícias:


 


            Boa noite, hoje no RJTV vocês verão: os grandes atentados nas estações de trens e metrô ao redor do mundo. Magia: mito ou realidade? Uma entrevista com pessoas na rua opinando sobre estes fatos seguindo para uma entrevista ao vivo com uma de nossas jornalistas que está agora em Londres pronta para falar com Arthur Weasley sobre estes acontecimentos. Isso tudo hoje, no RJTV.


 


            Yasmin se levantou e foi até a geladeira se servir de um pouco de Coca-Cola enquanto o jornal falava sobre os atentados nas estações quando de repente lhe veio uma preocupação.


 - É claro! – disse ela para sua mãe.


 - O quê?                                                                                                                  


 - Voldemort está destruindo as passagens para o mundo dos bruxos: King Cross, a passagem de Londres; Siqueira Campos, a passagem do Brasil e assim por diante, logo bruxos que não saibam aparatar ou até mesmo voar por longas distâncias não poderão se reunir, estando mais vulneráveis.


 - Yasmin, do quê você está falando?


 - Nada mãe, depois eu explico, a entrevista já vai começar. – disse sentando-se.


            Yasmin deixou seu queixo cair ligeiramente, Arthur Weasley não era muito diferente do homem que lhe interpretava nos filmes de Harry Potter e estava usando aquele seu chapéu verde-musgo em forma de cone, como sempre. Ele realmente existia...


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                -3-


 - Boa noite, Senhor Weasley. Como o senhor define tudo o que está acontecendo em nosso planeta?


 - É muito simples, mas para vocês não.


 - O que você quer dizer com para vocês não?


 - Para vocês que ainda não estão acostumados. Estamos no meio de uma guerra onde um homem quer conquistar o mundo. Percebemos, não só o nosso, mas também o dos trouxas. (Yasmin não conseguia ouvir a voz de Arthur, pois um tradutor falava por cima da dele, o que a deixava muito desapontada)


 - O que vocês entendem por trouxas?


 - Pessoas sem poderes mágicos.


 - Então você quer dizer que os bruxos existem, realmente?(Percebia-se que a jornalista contraía o rosto na tentativa de não rir).


- Não só existem como sempre existiram.


- Ok...Ok... Temos uma outra pergunta. Não muito recentemente você se tornou um personagem da história fictícia de J.K. Rowling, uma mulher que escreve a história de um garoto chamado Harry Potter, então você também confirma que tudo o que ela escreveu até hoje é verdade?


- Nem tudo, ao pé da letra, algumas coisas ela minimizou para poder atrair também o público infantil. (Não podendo se controlar, a jornalista caiu na risada)


- Então, - disse se recompondo – Se tudo isto é verdade, se bem me lembro, há um Ministério da Magia que impede que qualquer coisa leve-nos a exibição, como os livros de Joanne.


- Correto, mas é claro Cornélio, nosso ministro, não apoiou muito, mas depois viu que existem muitos livros deste tipo por aí, mas um não faria diferença, é claro ele leu cada um antes que fosse publicado e mandou que mudassem certos detalhes como, por exemplo, a passagem para a estação 9 ³/4 de King Cross. Não é apenas correr e passar pela parede, a toda uma maneira de fazê-lo, assim qualquer criança que se aventurasse a tentar passar bateria de cara na parede.


- Ah, sim... (disse a jornalista segurando a barriga pelas risadas) Então, Harry Potter existe e o mundo está sendo dominado por – e fingindo assombro na voz – Você-Sabe-Quem?  (e voltou a rir).


- Exato e, se eu fosse você, não brincaria com este nome, Ah, vejo que foi uma perda de tempo vir aqui. É uma pena, não sei por que Dumbledore me mandou dar esta entrevista, além do mais... – e resmungando ele saiu andando.


- Bem... E a nossa entrevista termina por aqui!!!.. Ihihih....


 


            A entrevista terminou, porém a transmissão não havia sido interrompida; um homem de capa negra pousou atrás da jornalista, jogou o capuz para trás e deixou aparecer longos cabelos loiros e olhos azuis acinzentados, Yasmin se posicionou na ponta do sofá enquanto o homem retirou uma varinha negra com a base em forma de serpente e apontou para a jornalista balbuciando algumas palavras. Um raio verde tampou a visão e em seguida a transmissão foi interrompida. Era Lúcio Malfoy, Yasmin tinha certeza. Reconheceria aquele rosto e aquela varinha mesmo sem nunca o ter conhecido...


 


 

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