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4. Ministério da Magia


Fic: Harry Potter e a Busca Pelo Poder


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A noite chegou fria, junto com a chuva. Nuvens vieram sem ninguém saber de onde, nem por que. Mas elas chegaram. A chuva ia fustigando a janela, mas apenas um garoto na casa inteira estava acordado. A cada raio que caía iluminava uma pequena cicatriz em forma de raio.

E o garoto mantinha-se quieto. Pensando apenas no que ele deveria fazer. Sabia o que tinha que fazer, mas estava em duvida sobre a sua coragem.
Sabia que tinha que esperar até a outra manhã para saber o que iria acontecer com a escola. Mesmo ele não indo Hogwarts era um lar para ele.

Fora onde ele passou os melhores anos da vida dele. Foi onde ele encontrou o significado da verdadeira amizade. Aprendeu o que significa amor.

Encontrou uma família. Doía saber que ele não iria mais retornar para lá.
Lembrou de tudo o que passou. Lembrou de Gina, da vez que a salvara na câmara, dos momentos em que eles estavam juntos no quadribol, do primeiro beijo entre eles. Fechou os olhos com um sorriso pensando nela.

Harry foi tocado pelos primeiros raios de sol da manhã, e levantou calmamente. Colocou as calças e desceu para tomar o café da manhã.
Encontrou com a senhora Weasley lendo o jornal. Foi tomado de curiosidade para saber o que haveria com Hogwarts, mas teve que se manter quieto.

Não gostaria de demonstrar isso na frente da Senhora Weasley. Mas quando ela o viu, deixou o jornal encima da mesa.

- Sente-se Harry, já vou preparar um café para você. Pode ler o jornal. Eu já sei o que está escrito. Harry pegou e leu a manchete da primeira pagina do Profeta Diário.


Ministério toma novas medidas para controlar a escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Depois do assassinato do célebre diretor de Hogwarts, Alvo Dumbledore, o ministério usa maneiras mais pesadas para assegurar a segurança dos alunos nesse novo ano letivo.

O ministro da magia Rufos Scrimgeour tomou varias medidas. Alem de manter a segurança de Hogwarts fazendo com que este lugar se tornasse o local mais seguro de toda a Grã-bretanha cuidou para que os jovens não ficassem em casa. Segundo ele “As casas infelizmente não estão mais seguras, para os nossos jovens seria melhor que ficassem na escola onde é mais seguro e um lugar onde eles podem progredir em relação à magia”.

Apesar de esta noticia deixar as pessoas mais preocupadas do que o normal, pensando que o ministério não está mais controlando a situação. Mas o ministro continua dizendo que está conseguindo controlar a situação. “O ministério está com total controle sobre as ações D’Aquele-que-não-deve-ser-nomeado. Um exemplo, não acontece assassinatos a mais de dois meses”.
Aconteceu no dia dois de agosto, uma reunião muito importante no ministério. Nela foram decididas as medidas de proteção que o ministério iria tomar para a proteção do ministério e maneiras dos alunos ficarem lá.

“Fica decidido pelo ministério no Decreto Educacional nº30 que todos os alunos estão abrigados a permanecerem na escola ou não irão fazer os Noms ou os Niems em menos de dez anos.”

Este decreto obriga os pais dos alunos a permitirem que vão para a escola e de lá sôo saiam quando terminar o ano. Uma boa medida dizem alguns pais, enquanto outros continuam preocupados com a segurança dos seus filhos.
Parece que alem das proteções mágicas, existem boatos de que criaturas mágicas estarão dispostas na escola para melhor protegerem os alunos. Mas esse boatos ainda não estão confirmados.

Fica claro que haverão Aurores treinados cuidando do castelo o tempo todo. E que eles estarão tanto dentro quanto fora do castelo. O número não foi dito por razões óbvias.

Parece que desta vez o Hogwarts vai estar segura. No ano letivo que passou os acidentes só aconteceram, pois houvera traição no corpo docente. Este ano serão contratados dois novos professores, mas o ministério ainda não divulgou os nomes dos professores. Apenas se sabe que fica a vaga de Defesa Contra as Artes das Trevas e de Transfiguração. Pois Minerva MacGonagall fora escolhida como nova diretora e deixará de lecionar.

Estas por enquanto são todas as informações que o Profeta Diário dispõe, para satisfazer os nossos leitores.

Antony Vaz
Repórter do Profeta Diário.

Harry quando terminou de ler a noticia, ficou sem ar. Como o ministério podia fazer aquilo? Ia de contra todos os planos que Harry e Dumbledore haviam pensado. Harry precisava tomar alguma medida. Nem que esta fosse drástica.

Subiu no quarto com uma torrada na boca e enquanto comia procurava suas vestes de bruxo. Vestiu-as e desceu para o jardim. Só teve tempo de avisar a Senhora Weasley que ia sair, mas não a avisou aonde ele ia.

Com um giro ele aparatou no átrio. Procurou o vigia para perguntar aonde era a sala do ministro. Ele deveria saber.

- Senhor? Poderia me dizer onde fica a sala do ministro, eu preciso falar com ele.

- Fica aqui no átrio mesmo, mas você vai precisar deixar a sua varinha comigo antes de seguir. Mas não vai adiantar nada, duvido que o ministro não atenda nem o escolhido sem hora marcada. Fale com a secretária dele para agendar um dia. É logo a direita.

- Tudo bem, farei isso até logo – Harry agradecia mentalmente os cabelos terem crescido o suficiente pra esconder a sua cicatriz.

Harry seguiu por um corredor espaçoso que havia depois dos elevadores.

Havia um balcão redondo que cobria todo o canto. Onde havia uma mulher gorda sentada lendo uma revista de fofocas.

- Hum hum – ao pigarro a mulher tomou um susto, achando que fosse alguém do ministério.

Mas quando ela levantou os olhos viu que era apenas um garoto. Que deveria ter seus dezessete anos.

- Sim, o que deseja? O ministro hoje não pode receber ninguém, pois está muito ocupado. Terá uma reunião com o ministro trouxa daqui a algumas horas e ele precisa preparar suas notas. – a mulher falou em um tom de monólogo, como se tivesse decorado em um bilhete o que deveria dizer.

- Eu apenas gostaria de saber se o ministro está.

- Desculpe, mas ele está muito ocupado. Nem eu sei se ele está.

- O ministro vai gostar de me receber. Diga que o Homem de Dumbledore está querendo falar com ele.

A mulher olhou estranhamente para ele e seguiu para a sala do ministro.
Após um minuto ou dois ela retornara com um sorriso no rosto.

- Entre senhor Potter, por que não informou quem era no início da conversa? Teria sido mais rápido. Pode seguir para aquela sala, ele disse que o estava esperando.

Harry entendeu na hora, o porquê daquilo tudo. O ministro queira falar com ele. E colocar todas aquelas informações era a melhor forma de trazê-lo até ele. Pronto para o que viria em seguir, tentou fechar o melhor o possível a sua mente e entrou na sala decidido. Já tinha um plano em mente, e se odiava por ter que executa-lo.

Encontrou o ministro sentado calmamente em sua poltrona. Ele fez um pequeno aceno para que o garoto fizesse o mesmo.

Ambos ficam se encarando por algum tempo. Rufos resolveu começar essa conversa.

- Parece que você finalmente escutou o meu conselho e resolveu vir até o ministério. Gostaria que você soubesse que isso não irá atrapalhar os seus estudos. A escola terá folgas para irem a Hogsmade sempre que eu precise que você venha até aqui.

- Ministro...

- Rufos, não são necessárias as formalidades entre nos não é.

Harry pensou que seria uma boa forma de conseguir o que ele queira deixando o orgulho do ministro em alta.

- Bom, era sobre isso mesmo que eu gostaria de falar com o senhor. O senhor quer que eu volte para Hogwarts não é mesmo?

- Mas é claro, e por que você não voltaria?

- Porque eu vou ter que fazer uma outra coisa mais importante.

- Mas o que pode ser mais importante que os seus Niem’s? São eles que vão decidir que emprego você vai seguir. A sua vida depende disso.

- Não Rufos, a minha vida depende de algo muito mais importante – falou dando ênfase no final.

- Mas o que pode ser mais importante que a sua carreira?

- Lembra-se que eu tenho que fazer algo que Dumbledore queira? Pois bem, ainda não está terminado, e eu não vou poder voltar para Hogwarts.

- Então você vai me contar o que aconteceu naquela noite em que Dumbledore morreu não é mesmo?

- Não hoje. Mas poderei contar um dia. É mais seguro para o senhor que não saiba de nada.

- Entendo. Mas você irá ter que cumprir a sua promessa um dia.

- Se nós dois estivermos vivos eu poderei lhe contar. Se é claro, o senhor com toda a sua autoridade no ministério, puder me fazer um pequeno favorzinho.

- Pode falar Harry, acho que já sei do que se trata.

- Eu gostaria de poder me ausentar da escola nesse ano, e junto comigo seguirão dois amigos. Ronald Weasley e Hermione Granger.

- Já sabia o que era. E também que se você fosse você gostaria de levar os seus amigos junto. Mas existe um pequeno empecilho numa parte.

- Qual? – Harry já estava achando que iria conseguir seguir sem precisar falar muito com o ministro.

- Posso pedir permissão para a comissão, para que você possa se ausentar, e voltar no ano que vem, e prestar os seus Niem’s se quiser, se não poderá os fazer no outro ano.

- Excelente, isso seria muito bom. Mas qual é o empecilho?

- Não poderá levar os seus amigos.

- O QUE?

- Acalme-se garoto. Eu tenho certeza que vou conseguir convencer a comissão para você, o Escolhido siga e só volte no outro ano. Mas não conseguirei para mais ninguém, mesmo que eu queira. Eles possuem total autonomia para agirem como quiserem. E eu não posso mudar isso.

Harry não tinha palavras. Seus amigos não estariam com ele. Eles precisavam fazer as provas. Hermione morreria se não pudesse fazer o Niem’s. A senhora Weasley mataria Harry, se ele fizesse que mais um filho dela deixasse a escola mais cedo.

- Harry escute. Podemos fazer isso. Eu posso pedir para eles para deixarem você seguir. E voltar depois. Mas é claro. Se você fizer uma afirmação à imprensa de que está do nosso lado, do ministério.

- Mas Rufos – Harry mesmo triste por não poder ser acompanhado pelos amigos, não cairia tão fácil assim – o trato não era apenas para eu lhe contar o que eu estava fazendo com Dumbledore naquela noite?

- Hã, bem – Rufos estava desconcertado, ele achou que tinha conseguido distrair o garoto do objetivo principal – acho que poderemos colocar mais alguma coisa, nada de muito importante é claro.

- Primeiro, Gostaria que soltasse Stanislau Shunpike. Pois ele não é um comensal da morte.

- Mas Harry, ele afirmou que era um comensal diante de várias testemunhas.

- Uma pergunta. Ele possui a Marca? Voldmort Marca pessoalmente todos os seus comensais. Se ele não possuir uma não será um comensal da morte. Eu mesmo o vi dizendo que iria se tornar o mais novo Ministro da magia, enquanto estava sob o efeito de Veelas. Ele não pode ser um comensal. Provavelmente estaria sob o efeito de um confundus – Harry já tinha arquitetado esse plano há um bom tempo. E sabia que ia conseguir Salvar Lalau. Pois não queria que um inocente ficasse trancafiado em Azkaban apenas porque o ministério está querendo mostrar serviço.

- Entendo Harry, mas houve um tribunal completo no tribunal dez.

- Senhor Ministro, eu gostaria de saber qual foi a votação.

Rufos deu um pigarro estranho quando ouviu isso. Arrumou-se melhor na cadeira sem encarar o garoto.

- Entendi agora. Está fazendo igual à Bartô. Lembra-se o que aconteceu com ele? Cometeu muitos erros na vida dele. Um deles foi mandar meu padrinho pra Azkaban por todos aqueles anos, sem nem um julgamento. Quer se igualar a ele?

- Tudo bem garoto podemos rever o caso dele.

- Não quero que fiquem revendo caso nenhum. Soltem-no. Agora vamos aos outros assuntos. Segundo. Como o que eu vou fazer é secreto, não quero nenhum auror do ministério me seguindo. Se isso acontecer, ele irá sofrer as conseqüências. E eu não serei tão bonzinho com ele como foi Dumbledore.

- Acho que isso pode ser resolvido facilmente.

- Terceiro. Já fazem pelo menos quatro anos que Hagrid foi inocentado – Rufos engoliu em seco – quero que ele tenha novamente o direito a ter uma varinha e aparatar.

- Bom, falarei com ele. Se ele estiver de acordo por mim tudo bem. Pois você estará me ajudando no ministério.

- Última coisa. Quero que coloquem proteção extra na Rua dos Alfeneiros. Voldmort pode querer se vingar de tanto tempo que aquela casa me protegeu.

- Não tinha pensado nisso ainda. Mas vou arranjar isso sem problemas. Já vou ter que falar hoje mesmo com o ministro trouxa. É apenas isso que você quer?

- Isso. E você. Sei que vai querer algo em troca.

- Claro que sim. Ninguém iria mexer tanto no ministério e iria ficar sem dar uma pequena contribuição. Aceito todos os seus termos. Mas quero que fique bem claro que você irá dar uma entrevista ao profeta diário, dizendo que está de acordo com a nova reforma ministerial e que aceita completamente todas as medidas tomadas para a proteção da escola, entre outras coisas. E você deve vir ao ministério sempre que for chamado.

- Bom senhor Rufos, vou sair pelo mundo. Só poderei aparecer aqui até o dia primeiro de setembro. Pois depois disso eu seguirei o que Dumbledore me mandou fazer. E não poderei ficar à disposição em tempo integral ao ministério.

- Posso entender isso. Mas por enquanto o melhor a se fazer por enquanto é dar uma entrevista ao profeta. Sairá na edição de amanha. E essa semana eu irei soltar Stanislau e chamarei Hagrid para cá. Onde ele receberá uma varinha nova.

- Por mim tudo bem. Quando que iremos?

- Agora. Só me dê um instante eu tenho que informar ao ministro trouxa que vou ter que mudar a hora da nossa reunião.

Alguns minutos depois Harry Potter estava andando lado a lado com Rufos Scrimgeour. Sem haver nenhuma discussão. Parecia que o ministro estava resignado que não teria s informações até a guerra acabar. Passaram pela secretária gorda mais uma vez. O ministro chegou querendo saber se tinha algum recado para ele.

- Só um, da sua filha, me deixa ver, Katherin. Ela disse que queria jantar com o senhor essa noite.

- Agora eu tenho que pensar. Já tenho um compromisso muito importante agora e a noite também. Diga a Fudge ir falar com o ministro trouxa eu estou sem tempo hoje. Diga a minha filha que eu irei. Que lugar você me aconselha ir?

- Tem um restaurante muito bom, que começou há pouco tempo. Deixe-me ver, Harpia’s Home. Digo a ela para esperar o senhor que horas lá?

- Diga que estarei ás oito lá. Harry, que tal me acompanhar nesse jantar? Isso seria bom para mim sabe. É um restaurante que está começando, ou seja, a visita de um ministro e a de Harry Potter na mesma noite deixaria o dono muito feliz. Sem contar que seria muito bom se nos vissem jantando juntos, viriam isso com bons olhos sabe. E assim nós poderíamos conversar melhor não acha? Todo mundo sai ganhando.

- Não sei se poderei ir.

- Vá, minha filha fez aniversário ontem. Ela gostaria de um jantar com mais algumas pessoas. Ela não quis que eu fizesse uma festa. Aliás, eu tenho mais uma informação. E só poderei dar ela se você for ao jantar.

- E que pode ser tão importante pra mim. Já tenho o que eu queria.

- É sobre Sirius.

Harry sentiu como se uma faca entrasse em seu coração. Fazia tempo em que ele não se pegava pensando em Sirius.

- Eu sei que vocês já o consideraram inocente. Que maravilha que é o nosso governo. Um homem precisa morrer para se tornar inocente. Isso saiu em todos os jornais, não tinha como eu não saber. Será que isso vai acontecer de novo?

- Você é esperto. Sei que tem todas as posses de Sirius. Mas tem uma que foi apreendida pelo ministério e acho que depois de uma conversa, poderei entregá-la a você. E poderá saber mais um motivo para seus amigos não poderem ir com você.

- Tudo bem. A que horas eu vou?

- Esteja lá as oito. Vou te passar o endereço depois. Para aparatar lá, é só pensar no endereço, que você vai aonde você quer. Esse é um truque ministerial, não tem muita gente que conhece isso. Agora vamos você poderá ficar livre para o almoço se nós formos agora.

Ficaram quase duas horas sendo entrevistados por uma repórter chamado Eder Melgar, que tentava encontrar informações em qualquer lugar.

Harry saiu meio dia e meia. Despediu-se do ministro e apartou para A Toca.
Quando chegou ficou pensando em como daria a noticia de que ele poderia ir sim. Mas que seus amigos teriam que ficar em Hogwarts. Pensando nisso entrou na Toca. O silencio era sepulcral. Harry não gostou disso. Parecia que havia alguma coisa estranha no ar.

Subiu calmamente as escadas. Escutou um som abafado. Parecia alguém caindo no chão. Harry entrou em desespero, pois vinha do quarto da Gina. Harry esqueceu a discrição e correu até lá.

Erro primário, como diria Moddy. Teve apenas tempo de ouvir um feitiço e voar até a parede.

Acordou em alguns minutos, mas continuou fingindo que estava dormindo. Apenas para ouvir o que estavam falando.

- E então Bella, o que nós faremos com os outros? O mestre pediu para que encontrássemos o garoto. Não disse o que fazer com reféns.

- Esses não têm a menor importância para o ministério – a voz da mulher demonstrava excitação quando falou – poderemos torturar a todos, se pudermos até eles morrerem. Quero ouvir aquela maldita garota gritando.

- Ela achou que iria conseguir enfrentar a nós. Que estupidez. O pior é que chamou a atenção dos outros.

- Pior nada. Assim as coisas foram mais divertidas. Amico suba e me traga a garota. Vou torturar ela na frente do bebê aqui. Quero saber se ele esconde algum segredo do Lord das Trevas. Enquanto isso eu vou lá fora. Quero falar com o Lord das Trevas. Cuidem desse moleque, não o deixem fugir.
Harry não agüentava mais se segurar, mas estava preso por cordas mágicas.

E só havia um jeito de ele se libertar. Ele precisava de sua varinha. Sabia que todos dependiam dele. Ele não poderia errar. Abriu a mão. Tentou uma vez. Não sentiu nada acontecendo. O tempo estava passando.

Tentou de novo. Nada. Começou a se concentrar no que sentia cada vez que usava essa magia. Deixou um formigamento passar dos seus ombros, pelo braço, por sua mão, cada um dos seus dedos estava gritando para se libertar.

Um grito Mental. Accio Varinha! Venha, eu estou te chamando!

Um zunido quebrou o ar. A varinha veio até a mão dele. Não deu a mínima para o cansaço. Sabia que os comensais viram isso. Estava na hora de lutar.

- Finite Incantatem! – Aparatou em seguida, encima da mesa.

Os comensais não sabiam o que fazer. Só tiveram tempo de olhar de onde veio o som, e foram virados de ponta cabeça, sendo sustentados por seus tornozelos.

- Accio Varinhas! – ambas as varinhas vieram até ele. E as quebrou no ar com apenas um gesto, os feitiços não-verbais estavam cada vez melhores. - Estupefaça! - ambos os comensais desmaiaram com o feitiço.

Um comensal veio descendo as escadas. Amico ouviu alguém aparatando e desceu para ver o que tinha acontecido. Ao ver o “prisioneiro” encima da mesa apontou a varinha para ela.

- Bombarda! – Harry só teve tempo de aparatar mais uma vez.

- Expeliarmus!

- Protego! Revertic Static!

Harry foi pego de surpresa e rodopiou no ar. Mas não se deu por vencido. Mesmo tendo a dor de ter fraturado o braço esquerdo não se importou.

Apontou para uma cadeira e usou um “Accio” não-verbal. A cadeira veio com força e se destruiu nas costas do comensal.

- Cillus Vertoni! – Harry tentou usar uma das magias do livro de

Dumbledore. Apontou para o chão de onde surgiram correntes que tentaram prender ele. Ele só pode saltar para trás. Mas foi pego de surpresa.

- Wadiwasi! O comensal foi disparado contra a parede. De lá não levantou.

Clap, Clap, Clap. Bellatriz, a mais competente comensal de Voldmort estava ali batendo palmas de um modo sarcástico. Agora as coisas vão esquentar. Harry tratou de fechar a sua mente o melhor possível. E encarou friamente a assassina de seu padrinho.

- Olá Bella! Parece que você chegou muito cedo. Ainda nem começamos a arrumar a mesa.

- Chega de sarcasmo. Era isso que aquele velho fazia, e hoje está morto. Quer esse fim pra você também?

- Se eu fosse você não falaria de Alvo Dumbledore desse jeito na minha frente.

- E o que um bebezinho como você pode fazer?

Bellatriz achava que estava conseguindo perceber os movimentos de Harry. Pois ou ele era um bom oclumente ou ele pensava muito rápido. Apenas sentiu muita dor em seu peito ao escutar um grito.

- Sectusempra! – Harry cortou o ar como se estivesse com uma espada em varias direções. Tivera que pensar muito rápido, pois não era um bom oclumente.

Enquanto Bellatriz era jogada longe, Harry só teve tempo de sorrir. Pois mais quatro comensais aparataram na casa.

Harry já não sabia mais o que fazer. Um comensal enorme, loiro apontava a sua varinha para ele. Harry sabia que estava perto do fim. Mas sabia que iria levar quantos pudesse. Sem tirar a máscara deu ordens que juntassem os que haviam perdido e os levassem. Ele iria lutar sozinho.

Nenhum deles ousou negar a ordem. Em alguns instantes todos os comensais haviam sumido. Na cozinha sobraram apenas Harry e o comensal.

O comensal abaixou o capuz, mostrando uma máscara cadavérica. A jogou para o lado, mostrando um rosto calmo. Olhos azuis e cabelos loiros pelo ombro.

- Já é a segunda vez que nós nos encontramos. Na última vez Severo não me permitiu a diversão. Mas agora nós estamos sozinhos. Seus amigos estão todos amarrados lá encima e não vai ter como eles vierem te salvar.

- Eu não preciso. Que eu me lembre, da última vez você me atacou pelas costas. Dessa vez eu vou cuidar isso – seria engraçado se não fosse sério, ele conversando calmante com um assassino. – você que deveria melhorar a sua mira. Em Hogwarts você matou um dos seus companheiros.

- Não há necessidade de me lembrar disso. Mas como você não sabe que eu sou, irei me apresentar. Wulfric Berlitz. – e fez uma reverência estranha. - Agora chega de cumprimentos.

Harry teve que se jogar para o lado para não receber a maldição. Que destruiu uma parte da parede.

Aparatou novamente. Mas o comensal estava pronto e disparou aonde Harry surgiu. E o garoto teve que aparatar de volta. A parede foi destruída com apenas um sussurro dele. Algo como Giallarhorn, mas não conhecia essa magia então não conhecia um contrafeitiço.

- Anda garoto. Não adianta ficar brincando. Não entendo por que o Lord se preocupa tanto com você. Ainda é uma criança que esta começando a usar a magia.

Ele cortou o ar horizontalmente, Harry já sabia que viria a seguir.um jato roxo veio em sua direção desviou com um protego, mas não conseguiu impedir todo o ataque. Aquele comensal era mais forte que Rokwood. Caiu no chão e sentiu um corte no rosto. Mas atacou do chão, mesmo sentindo dor.

- Estupore!

- Expeliarmus! – Berlitz era bom, estava se desviando bem. Harry não teria como ganhar se continuasse nesse tipo de batalha.

Tinha que usar de novo alguma coisa do livro, mas ele tinha pego só mais uma magia e não sabia como ela poderia ajudar ele. Era uma transfiguração seguida de explosão. Mas o que ele iria usar para explodir no comensal.

- Avis! – lembrou-se de Hermione – Gaust! – os pássaros ganharam um brilho azulado – Opugno!

Berlitz teve que conjurar um escudo de ferro para se defender. A cada explosão ele era levado para trás e o escudo ficava mais rachado. Quando os pássaros acabaram jogou o escudo de lado.

- Chega de brincar. Crucio!

Harry pulou sabia que protego só o ajudaria se ele o usasse antes da magia ser executada.

- Densaugeo! – disse ainda no chão, apontando para a mão do comensal.

- Protego! Sectusempra!

- Protego – Harry pulou para trás caindo atrás de uma mesa, usando mais um feitiço, dessa vez não-verbal – Serpensórtia!

Uma cobra saltou de sua varinha. Medidas extremas pedem atitudes extremas. Falou para a cobra atacar sorrateiramente o comensal. Que ele iria chamar a atenção dele. Girou aparatando para o lado da janela e gritou.

- Bombarda! – o chão ao lado do comensal foi destruído, e ele teve que se jogar de lado para não cair num buraco.

Berlitz não queria perder e tentou usar mais um feitiço. Não para um garoto. Ele tinha aprendido as piores artes das trevas.

- Sabe Potter. Cansei de brincar com você Avada... – sentiu uma dor terrível vindo de sua perna.

Olhou e desesperou-se ao ver uma naja com suas presas cravadas na sua pele. Estava na hora de abandonar a luta.

- Estupefaça! – a cobra amoleceu na mão dele - Boa idéia garoto. Parece que vamos ter que adiar nossa brincadeira para outra hora. Severo Irá me ajudar com isso – disse apontando para a cobra. – Bis Bald!

Crac.

Harry se sentou numa cadeira cansado.

- Nunca mais aparato tantas vezes seguidas.

Mais sons de aparatação. Harry se levantou, pronto para mais uma batalha.

Mas descansou ao ver quem estava chegando.

- Senhor Weasley, Carlinhos, Gui!

- Harry meu garoto, o que aconteceu aqui? O ministério esta polvoroso. Foram detectadas muitas magias inclusive artes das trevas. – Harry se culpou por dentro, pois foi ele que fez a magia.

- A casa foi invadida. Eu tinha saído para ir falar com Rufos, quando eu cheguei a casa eles já tinham invadido. Parece que os outro estão lá encima.

- Quantos eram? Você está bem? – Arthur, só agora percebeu que Harry tinha lutado contra vários comensais e estava com o braço torto.

- Os que invadiram a casa eram quatro. Amico, Bellatriz e mais dois que eu não conheço. Depois vieram mais quatro. Que levaram os que tinham desmaiado. Só sobrou mais um desses quatro. Ele preferiu ficar e lutar. Mandou todos os outros voltarem. Era aquele comensal loiro.

Naquele momento Rony, Hermione, Molly e Gina desciam as escadas. Gina não ligou que seus pais estavam ali. Correu e abraçou Harry no pescoço, e ficou ali chorando.

- Eu achei que tinha te perdido. Nós estávamos escutando a batalha lá de cima e a cada estouro nós ficávamos mais desesperados, achando que você poderia ter se machucado.

- Calma Gina eu estou bem. Foi um corte superficial. Meu braço que está incomodando um pouco.

Hermione pegou o braço de Harry e ficou olhando, com uma careta ao ver a fratura que havia ali.

- Harry esta quebrado, vamos ao St. Mungos depois para consertarem. Desculpa Harry, nos tentamos, mas Bellatriz nos pegou de surpresa. Pegou a Gina dormindo. Amico e mais um lutou contra Rony e eu tive que ficar com Bellatriz e mais um outro. Nós estávamos bem, mas Rony foi pego pelas costas. Aí eu fiquei sozinha consegui duelar com ela mais um tempo, mas um dos outros me atacou e acabei sendo estuporada.

- Tudo bem Mione. Eu não tive tantos problemas, pois duelei com eles separadamente. Bella tinha saído para falar com Voldmort. E Amico tinha subido buscar vocês. Então só me sobraram dois.

Rony que estava em silencio deixou uma questão no ar.

- Harry, mas nos os vimos atacando você e depois o amarrando. Só com uma varinha você iria conseguir se libertar e lutar. Como isso aconteceu?

Todos ficaram em silêncio esperando Harry falar. Todos o olhando sem entender como tudo tinha acontecido.

- Bom, eu acordei e percebi que estava amarrado. Fiquei escutando eles. Quando eu fiquei mais livre tentei convocar a minha varinha. Levei algum tempo, mas eu consegui. Depois disso eu consegui me livrar das cordas que me prendiam. Aí eu tive que duelar contra eles.

- Mas Harry, magia sem varinha é algo muito difícil de fazer, é chamada de Wandless, um dos grandes mestres nisso era Dumbledore. Mas o que aconteceu em seguida?

Harry começou a narrar à batalha omitindo apenas que tinha sido ele que usou Sectusempra. Disse que tinha derrubado ela de surpresa.

Molly estava a um canto. Choramingando nos braços do marido. Arthur se levantou e se dirigiu para Harry.

- Harry, acho melhor você ir comigo até o St. Mungos. Vamos ver isso.
Apontou a varinha par ao braço dele.

- Ferula.

Apontou para o rosto.

- Tergeo. Espere aqui. Vou até o ministério para pedir um carro para nos levar. Volto logo.

Alguns minutos depois o senhor Weasley já estava de volta com um carro ministerial. Dentro do carro estavam apenas Arthur e o motorista. Harry se despediu dos amigos e entrou no carro.

Depois de alguns minutos ele já estava dentro do Hospital sendo tratado.

Quando saiu se deparou com quatro aurores esperando por ele. Kingsley Shacklebolt se adiantou.

- Harry, você será levado até o ministério. Pois a casa está sendo enfeitiçada. Ira se encontrar com os seus amigos lá. Vejo que já está em condições de aparatar. Então vamos.

Harry chegou a um átrio cheio. Muitos bruxos corriam de um lado ao outro.
Shacklebolt falou alguma coisa com seus companheiros. E depois seguiu com Harry.

- Eles estão na sala de espera do ministro. Vamos você deve saber o caminho. Devo lhe dar os parabéns, você lutou bravamente contra tantos bruxos das trevas e ganhou. É uma pena que nós não conseguimos levar nenhum. Eles conseguiram fugir. Mas mesmo assim eles não alcançaram os seus objetivos que eram levar você.

- É, eu estou melhor agora, eu já estou me acostumando com eles.

- Acho que você seria um bom auror. Gawain Robards ouviu falar do que você fez hoje e ficou muito feliz ao saber o que um jovem é capaz de fazer.
Ao chegarem se encontraram com todos os Weasley. Até mesmo Percy estava lá. Ele havia sido transferido para a seção do uso impróprio da magia. Mas estava crescendo lá. Rony e Hermione quando ele chegou foram até ele.

- O ministro disso que quer falar conosco. Ele só estava esperando você chegar. Vamos.

Harry entrou pela segunda vez na sala do ministro no mesmo dia. Desta vez haviam três cadeiras.

- Harry. Garoto, tudo bem com você? Soube que a casa foi atacada. E que você conseguiu se defender sozinho.

- Eu consegui me virar por lá. Eu gostaria de saber quem é Wulfric Berlitz.

- Wulfric. Não conheço. Mas porque a pergunta?

- É que ele foi o ultimo comensal que ficou lá. Parece que ele tinha certo comando sobre os outros. Quando ele chegou mandou os que estavam com ele levarem os que haviam desmaiado e ficou lutando comigo. Ele era muito poderoso.

- O único Berlitz que eu tenho conhecimento é um alemão. Mas ele é completamente contra as artes das trevas. Mas agora o que eu tenho a tratar com vocês é o seguinte. Vou aproveitar que todos estão aqui para contar outro motivo que está os obrigando a ir para a escola.

- Como assim? – Hermione ficou estranha com aquilo, achava que Harry tinha conseguido convencer o ministro.

- Bom, essas novas medidas tomadas são todas idéia de Dumbledore. Nós estamos seguindo o que ele me disse em carta. Era o que estava planejado para esse ano. Nós ó tivemos que mudar algumas coisas.

- Então quer dizer que nós três teremos que voltar para Hogwarts esse ano? – Rony parecia inconformado de perder tudo o que ele iria aprender.

- Não. Vocês dois devem voltar. Foi um pedido de Dumbledore vocês voltarem para a escola. Mas ele pediu que se caso morresse era para Harry não voltar para a escola. Acho que isso nós decidimos.

- O que vocês ficaram conversando a manha toda? Foi por isso que você não estava em casa então.

- Foi Hermione, nós tivemos uma conversa sobre o que eu acho certo e ele decidiu aceitar algumas das minhas sugestões. Mas eu também aceitei algumas cosas que ele queria.

- Não conseguiria ver você Harry, fazendo uma troca de favores com o ministério.

- Mas eu não pedi apenas coisas para mim. Pedi para Hagrid.

- Já estou providenciando isso. Estou procurando alguém que faça a varinha para ele.

- E que soltassem Stanislau.

- Ele será solto amanhã, pela parte da tarde.

- Agora você entendeu o que eu fiz Mione? Foi por isso que eu vim aqui.

- Bom Harry, parece que já está tudo arrumado. Mas mesmo assim eu gostaria da sua presença hoje de noite.

- Presença? Mas o que o Harry ainda vai ter que fazer?

- Uma coisa simples. Ir comigo num jantar. Lá eu vou dar a ele um informação importante sobre um bem de Sirius Black.

- Mas todos os bens de Sirius já estão com Harry. Ele já foi inocentado.

- Exato senhorita Granger. Mas um dos bens de Sirius está preso aqui no ministério. E só irei contar a ele se ele for num jantar. Não é algo muito terrível de se fazer não é mesmo?

- Bom, acho que está tudo bem ir num jantar não é. É alguma ocasião especial.

- Sim Mione jantar de aniversário da filha dele.

- E então, você vai ir com certeza não é? Já avisei ela que você irá, se não for vai ficar chato para mim.

- Tudo bem. Eu irei.

Nesse momento chega um homem de uns trinta e poucos anos. Com uma cicatriz perto da orelha.

- Pode Entrar Gawain. Garotos, esse é Gawain Robards. Atual chefe da seção de aurores. Gawain, pelo que eu sei, esses três jovens são os melhores alunos que Hogwarts dispõe atualmente e todos eles estão pretendendo se formar no curso de auror.

- Muito prazer. Creio que já tenha sido apresentado. Mas quais são os seus nomes?

- Olá, eu me chamo Hermione Granger, estes são Ronald Weasley e Harry Potter.

- Muito bom vocês quererem se tornar auror. No momento não existem muitos, pois a maioria da população está com medo do que pode acontecer. Ministro eu vim aui para informar que a casa já está pronta para a habitação. O feitiço usado foi o fiel do segredo. O fiel foi Arthur Weasley.

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