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11. Capítulo 11


Fic: She is the Sunlight


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 11


Já se passaram algumas semanas, e novembro estava monótono como sempre. Todos os dias eram a mesma coisa: tomava café com Phillip, ele me levava até a minha primeira aula e me buscava na hora do almoço, me levava para aula e me buscava para jantarmos. Passava o meu tempo com as meninas enquanto ele estava fazendo rondas, fazendo deveres e colocando o papo em dia.


Phillip não era tão ruim namorado com eu pensara. Achei que ele ia ser extremamente ciumento e possessivo. Não que ele não seja... Ele é, mas não extremamente. Quando dá esses ataques nele ou olho para ele com raiva ou o deixo falando sozinho, o que o irrita bastante, mas eu não estou nem ligando e ele viu que eu sempre vou fazer isso, então resolveu se controlar. Tirando isso, essa coisa de namorar ficou boa, mesmo faltando alguma coisa. Ele sempre é carinhoso, gentil, sempre tentando ser compreensivo e não mudou comigo depois disso, continuou a ser a pessoa legal que sempre foi. Mas às vezes ele faz alguns comentários que eu, bom, eu não sei o que dizer.


- Você não tem noção do quanto eu gosto de você – Ele diz sorrindo.


Eu abaixo a cabeça e controlo a vontade louca de rir. Sempre que ele faz esses comentários eu tenho vontade de rir, acho que é nervosismo, aí eu olho para baixo e sorrio, ou mudo de assunto rapidamente, ou solto um ‘pois é’ sem querer - o que é bastante constrangedor - mas eu prefiro soltar um ‘pois é’ do que mentir pra ele. De uns tempos pra cá ele não tem feito mais comentários desse tipo. Acho que ele se tocou de que vai demorar muito para eu dizer alguma coisa assim pra ele. Mas muito mesmo, pois aquele que é conhecido como Teddy Lupin não deixara o meu coração, apesar de andar menos pela minha cabeça. Phillip e os estudos ocupavam demais a minha mente, e quando eles ameaçavam em sair, coisa que acontecia quase sempre, eu voltava com eles pra lá.


Eu confesso que fiquei com medo de deixar Mia, Sarah e Cris de lado por causa do namoro, mas eu consegui arrumar tempo para todos e eu me orgulhei disso, porque dizem que no começo a gente gruda no namorado e não solta mais, tudo que a gente faz é pra ele e – eca - eu não quero ser assim, não mesmo. Ainda mais que duas de minhas amigas estavam precisando de mim, porque se alguém acha que as brigas entre Sarah e Kurt pararam, estão muito enganados. Mesmo vivendo socialmente agora – cumprimentando-se e sentando-se no banco para bater um papo enquanto admiravam a lua cheia - agora tinha uma coisa diferente. Sarah também comprava briga com ele, o que deu a entender mais ainda que ela gosta dele. Um dia ele jogou isso na cara dela, e ela... Bem, ela ficou pra lá de furiosa, mas enfim, não podiam fazer nada que era motivo de briga. Mas o que eu mais gostei na história foi que Amy Archibald não apareceu mais nela para a felicidade geral da nação, acho que ela entendeu bem o recado de Cris.


O outro problema era Mia, ela não estava triste nem nada, só estava indignada que Max estava a tratando como se não tivesse a beijado na boca, e sim na bochecha e cantando as meninas que passavam perto dela. Tudo bem, muitas pessoas achariam ela ridícula, porque tipo, ela não tem nada sério com ele, mas o fato é que ela gostou, realmente gostou de ter ficado com ele e quer ficar de novo. Não que ela goste dele, ela só tem vontade de beijá-lo, só isso. Eu dei a idéia de ela beijar ele, de ela mandar ele tacá-la na parede, mas ela não aceitou e disse:


- Você é louca? – perguntou indignada – Esse namoro não está fazendo bem para suas idéias, Vicky.


Não que o namoro não esteja fazendo bem para as minhas idéias. Eu só estava brincando e ela achou que eu estivesse falando sério. Uma vez deu muita vontade de perguntar para Max se ele se lembrava que ele tinha ficado com ela, ou o porquê disso tudo, mas eu resisti à vontade. Não iria fazer nada que Mia não autorizasse.


E por falar em Kurt e Max, eu conversava raramente com os dois, mas especificamente quando eu estava sem Phillip. Quando eu estava com meu novo namorado eles só me cumprimentavam educadamente, não faziam piadinhas de sempre, não paravam para conversar ou qualquer coisa que eles faziam antes. As meninas disseram que era por respeito, mas algo me diz que não é respeito, é Phillip. Até Teddy estava assim também, só que ele mais frio que os outros, e quando eu estava sem Phillip ele ficava comigo igual ele ficava quando eu estava em meu paraíso, um paraíso que eu não visitei dês da briga, um paraíso que eu tentava, mas não resistia à saudade.


E as semanas se passaram e quando dei por mim já estávamos no penúltimo final de semana de novembro e para a animação de todos fomos a Hogsmeade. E lá foi realmente divertido, comprei algumas coisas como: tinta, pena, chocolate, pergaminho, estava realmente em falta no meu estoque pessoal. Depois fui com Phillip para o Café da Madame Poddifoot apesar de eu preferir ir ao Três Vassouras, mas vi que Phillip estava fazendo minha vontade demais. Pelo caminho vi Sara e Kurt discutindo com Teddy e Cris rindo atrás deles. Vi Mia e Max abraçados dentro da Dedosdemel, eles sorriam, conversavam e se beijavam, fiquei realmente feliz pela minha amiga.


- Ele ficara me cantando e de chamego, e eu fiquei na minha até que ele me beijou e foi totalmente inesperado – ela conta animada pela milésima vez no café da manha de segunda-feira – tomara que ele não fique indiferente dessa vez. – ela diz olhando para os lados, certamente o procurando.


E a sua voz foi abafada pelos pios das corujas que entravam trazendo o correio, não teve correio para mim dessa vez, mas para Sara teve, e ela não estava muito feliz com o que dizia em sua carta.


- É Mia. Parece que você vai ter companhia no natal.


Mia vai passar o natal em Hogwarts porque seus pais vão visitar o seu irmão vai velho que mora em Roma e pelo visto Sara também.


- Por quê? – pergunta Mia.


- Papai e mamãe resolveram ter uma milésima lua de mel, vão aproveitar o feriado do natal – ela diz revirando os olhos – Com toda a certeza que os dois brigaram. Sempre que brigam eles viajam. – explicou e se virou para mim e para Cris – Porque não passem o natal aqui também?


E quando ela fez essa pergunta foi que eu tive uma idéia. Seria maravilhoso se elas pudessem passar o natal comigo e com minha família, elas iam conhecer todos e podíamos nos divertir. Podia ver os meus olhos brilhando agora. Tinha um pedido para fazer para mamãe. 


A manha passou realmente rápida, as aulas foram cansativas e os professores estavam tão felizes que deram mais deveres o que deixava os alunos muito mais tristes, mas dezembro estava ai. Na ultima aula, quando faltavam alguns minutos para bater o sinal para o almoço eu peguei um pedaço de pergaminho e escrevi.


 


Oi maman.


Tudo bem com você? Com papai? Com Lauren?


Mamãe tenho um pedido a te fazer, mas por favor, pense muito antes de responder.


Amélia e Sara, minhas amigas daqui, você sabe quem é. Pois é, essas mesmas, elas vão passar o natal aqui em Hogwarts e bem eu estava pensando se você deixaria convidá-las e Cristina também para passar o natal conosco. Por favor, mãe, eu sei que você as adora. Ia ser bastante divertido.


Mande lembranças a papai e a Lauren por mim e pense com carinho no pedido da sua querida filha.


Je t'aime


Vicky


 


Eu li e reli a carta algumas vezes para ver se estava insistindo o suficiente e se não ficara cansativa demais. Quando me dei por satisfeita dobrei o pergaminho e escrevi o nome dela na frente e o guardei. Esperei ansiosa para que o sinal batesse, e finalmente bateu. Avisei para Cris, Sara e Mia e fui correndo para o corujal sem ver se Phillip estava ou não estava a minha espera.


As escadas que davam acesso ao corujal estavam escorregadias, molhada por causa da chuva. Tive que subir devagar e com cuidado para não cair. Eu mal entrei e Fifi, a coruja de Dominique já estava no meu ombro, ansiosa para uma viaje, estendendo a perna.


- Olá menina – a acariciei – Leve essa pequena carta para mamãe tudo bem? Não volte sem a resposta, pie no ouvido dela até cansar se precisar, mas não volte sem a minha resposta, por favor. – pedi enquanto amarrava o pergaminho.


Ela piou e levantou vôo a observei até sumir no meio das nuvens nebulosas. Enquanto estava prestes a sair outra coruja pousou na minha frente. Eu a reconheci o velho Dinny, a coruja do meu pai, ele carregava um pequeno pacote.


- Oi Dinny. Você trouxe algo pra mim foi? – acariciei seu pico. 


Eu desamarrei o pacote de sua perna e o abri, um pedaço de pergaminho caiu no chão, ajoelho para pega-lo deixando uma caixinha de lado e lendo o que o pergaminho dizia.


 


Vicky,


Eu a vi e não resisti. Tive que comprar para você. Use-a bem e aposente a outra de uma vez por todas.


Amo você


Pai


P.S Sua mãe e Lauren mandam lembranças.


 


Li reli até decorar cada ponto final. Era um pouco raro o meu pai escrever com sua própria mão se é que você me entende. Sempre era mamãe que ‘falava’ por ele nas cartas. E eu estava com tanta saudade dele que se pudesse saia daqui e ia dar um abraço nele agora. Dominei a emoção dentro de mim e peguei a caixinha.


A caixinha era retangular cor de vinho, abri e dentro tinha uma gaita de boca, a gaita de boca mais linda que eu já vi. Era de madeira, com a base azul marinho e cobre com detalhes de dourado. Tirei de dentro da caixinha e toquei as dez notas. Excelente. Coloquei de volta na caixinha e peguei um pedaço de pergaminho e escrevi uns oito obrigados para o meu pai, dizendo que eu amei, que ela a coisa mais linda, que ele conseguiu me deixar emocionada, e que eu estava com saudades e mandei a reposta pela sua coruja.


Fiquei observando a gaita novamente até que me dei conta que tinha que almoçar a guardei dentro da minha bolsa e sai correndo de lá. Desci a escada correndo até que eu escorreguei e cai. Esqueci que ela estava molhada e escorregadia e agora a minha costa doía porque a bati em um degrau, e minha bunda e minha mão direita doía pela força do impacto da queda.


Escutei uma risada e meu rosto ficou quente quando a reconheci. Teddy estava parado na minha frente, lindo e perfeito como sempre, rindo da minha queda. Tenho certeza que se ele estivesse no meu lugar ele não iria rir. Levantei minha mão para tirar o cabelo do meu rosto quando Teddy parou de rir rapidamente e eu fitei a minha mão que por diabos ainda doía. Ela sangrava, o sangue escorria e pingava no chão que não estava escorregadio e molhado, não por causa da chuva, estava assim por causa do gelo. Dezembro estava mais perto do que eu imaginara.


Caiu dos pingos de sangue no chão.


Minha mão, eu tinha esquecido a minha mão enquanto analisava o tempo. Ela estava sangrando muito, o corte foi profundo. Passei a ponta dos dedos da outra mão sobre sua superfície, sentindo o corte e o sangue quente.


- Ai – doeu, ardeu.


- Você devia tomar mais cuidado – Teddy me alertou parecendo minha mãe.


- Com a emoção toda me esqueci dessa escada – minha voz era irritada.


Teddy me pegou pelo braço da mão boa e me ajudou a levantar.


- Com a emoção? – perguntou pegando a minha bolsa do meu braço. Não me pergunte por que disso, eu não sei.


- É. Meu pai resolveu fazer uma surpresa pra mim hoje me dando uma gaita nova. Esta dentro da bolsa aproveita e pega meu lenço. – expliquei.


Ele abriu a minha bolsa meio hesitante, pegou a caixinha e depois ficou algum tempo mexendo lá dentro, pegou sua varinha pronunciou alguns feitiços e meu lenço apareceu em sua mão.


Olá paraíso.


- Só para avisar. A sua tinta quebrou com a queda, mas eu dei um jeito nas coisas aqui, não sei se foi em tudo.


- Obrigada.


Ele sorriu e abriu à caixinha da minha gaita de boca, observando igual observou à antiga, pegando todos os detalhes, passando o dedo em cada lado, sentindo os seus detalhes.


- É bonita. – elogiou.


- Linda não é? – concordei a emoção voltando novamente.


- Realmente, mas você devia dar um jeito nesse corte. – ele diz olhando para minha mão.


- Eu cuido disso mais tarde.


- Você devia ir à ala hospitalar. – aconselhou.


- Não precisa. – insisti.


- Precisa sim, eu te acompanho até lá. – Ele me pegou pela minha mão boa e me puxou.


Eu disse que não precisava algumas vezes, disse que estava com fome, o que era verdade, disse que eu podia fechar o corte, o que também era verdade e ele sabe muito bem disso, mas parece que ele não ia desistir, até que ele parou, colocou as mãos em meus ombros, olhou no fundo dos meus olhos, o seus estavam com raiva.


- Tudo bem Vicky. Você conseguiu se livrar de mim cuide da sua mão sozinha.


Ele jogou a minha bolsa no meu ombro e saiu andando pelo corredor, virando de costas pra mim, me deixando sozinha, se afastando de mim mais uma vez e eu entrei em desespero, nervoso e ao mesmo tempo achei tudo aquilo engraçado. Teddy achando que eu queria me livrar dele sendo que o meu paraíso só era paraíso quando ele estava presente, sendo que não fazia sentindo não ter ele no meu paraíso. E eu estava com saudades do meu paraíso, e eu nem consegui matar a saudade com esses segundos de sua companhia, eu precisava do meu paraíso, eu precisava dele agora. Para mim ele é como uma droga, uma poção de que eu precisasse para sobreviver.


- Teddy – gritei.


Ele parou, passou a mão no cabelo e se virou para mim. Eu não consegui segurar, eu ri e andei até ele e com o meu movimento ele colocou em seu rosto perfeito um sorriso mais perfeito que fez os meus joelhos virarem geléia. Olá de novo paraíso.


- O que foi? – tentou esconder o sorriso e fazer uma voz brava, mas só tentou.


- Eu não quero me livrar de você, eu só não quero ir a ala hospitalar. – expliquei.


- Porque não disse isso antes? - ele levantou uma sobrancelha.


- Não sei.


- Você gosta de complicar as coisas


- E você é preocupado demais – eu peguei minha varinha e fechei o corte da minha mão, limpando a sangue da mão e do lenço. Virei à palma da mão para ele, para mostrar a cicatriz que de formou, parecendo que foi a dias que eu fiz o corte.


- Acho que vai ser em vão, mas vou tentar não me preocupar com você. – Teddy diz fitando a palma da minha mão, eu ri nervosa, as batidas do meu coração acelerando.


- Vamos almoçar – passei o braço pelo braço dele sem entender o que eu estava fazendo e demos meia volta.


Quando chegamos ou salão principal em meios de risos, vi Phillip sentado com Cris, Mia e Sara e meu sorriso desapareceu substituindo por uma pontada no coração. Quando eu estava Teddy eu esquecia o mundo, inclusive de Phillip e isso não estava certo mesmo meu coração achando que isso não tinha nada a ver.


- Seu namorado esta te esperando - ele diz com desdém e eu evito olhar nos seus olhos para não me perder neles.


- É. Eu vou falar com ele. Até mais tarde.


Foi quando eu me despedi de Teddy meio desconcertada que eu vi que Phillip estava olhando para nós, ele sorriu para mim e eu devolvi o sorriso. Queria ter me sentindo aliviada por ele não estar com raiva, mas eu já tinha percebido há muito tempo que o humor dele não fazia diferença para mim.


Quando sentei ao seu lado ele me beijou, passando a mão do meu cabelo para o meu rosto, para debaixo do meu queixo e eu interrompi quando percebi que o beijo ia se intensificando, para lembrá-lo onde estávamos. Ele sorriu para mim.


- Um dia você me mata – ele fala no meu ouvido e me da um beijo no rosto. Eu rio desconcertada, tentando não entender o que ele queria dizer com o ‘você me mata’. 
 

N/A: demorei, mas estou aqui, minha gente. espero que tenham gostado. teddy e vicky são uns fofos, vontade de baater nos dois HADOUAHDSUAHASSDSAD.
beijããao :* 

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