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12. A Carta


Fic: Os Novos Marotos 2 Sobrevivendo a Faculdade


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A:: Bem, hj num vou poder responder aos coments, pq estou em semana de prova =/ Mas obrigada a todos que comentaram! Prometo responder todos os coments no prox post ok? Beijão!!!
PS:: O Nome da música inserida na fic é Say Little Prayer For You
Da grande Aretha Franklin!!! xD




A Carta


Lá estavam os dois, James e Cold, em um belo dia de faxina em seu apartamento.

- Hey Listras! Bem... As garotas não estão aqui sabe?
- Hum...
- Agente podia ouvir aquela música...
- Aquela? – Cold mostrava seu sorriso eu-tenho-32-dentes-na-boca.
- Ninguém vai ficar sabendo Listras! – James retribuía o sorriso.

Ambos ligaram o som trouxa, se encararam sorridentes, logo uma melodia alegre começara a tocar. Enquanto os pratos da pia lavavam-se sozinhos por causa de magia, Cold pegara uma vassoura e James um bibelô de mesa, ambos servindo de microfone.

The moment I wake up
O momento em que eu acordo
Before I put on my makeup
Antes de eu me maquiar
I say a little pray for you
Eu faço uma pequena oração pra você
While combing my hair, now,
Enquanto eu penteio meu cabelo, agora
And wondering what dress to wear, now,
E penso no vestido que usar, agora
I say a little pray for you
Eu faço uma pequena oração pra você


Draco e Harry abriram a porta do apartamento dos filhos, ambos ergueram as sobrancelhas ao verem seus rapazes, dançando e pulando, se encararam e riram com o canto dos lábios.

Forever, and ever, you'll stay in my heart
Pra sempre e sempre, você ficará no meu coração
and I´ll love you
E eu, eu te amarei
Forever, and ever, we never will part
Para sempre e sempre, nós nunca nos separaremos
Oh, how I'll love you
Oh, como eu te amarei
Together, forever, that's how it must be
Juntos, pra sempre, é como tem que ser
To live without you
Viver sem você
Would only be heartbreak for me.
Só partiria meu coração


Harry e Draco encostaram-se ao vão da porta vendo Cold cantar um solo com sua vassoura e James pular de um canto para o outro limpando os móveis.

I run for the bus, dear,
E corro pro ônibus, querido
While riding I think of us, dear,
Enquanto ando, penso em nós, querido
I say a little pray for you.
Eu faço uma pequena oração pra você
At work I just take time
Eu faço uma pequena oração pra você
And all through my coffee break-time,
E durante a minha parada pro café
I Say a little pray for you.
Eu faço uma pequena oração pra você


James logo começara a cantar, e abraçava Cold com um braço só, ambos fecharam os olhos e cantavam felizes da vida, Harry e Draco gargalhavam gostosamente, aquilo era uma coisa que não se via todos os dias.


Forever, forever, you'll stay in my heart
Pra sempre e sempre, você ficará no meu coração
and I will love you
E eu eu te amarei
Forever, forever we never will part
Para sempre e sempre, nós nunca nos separaremos
Oh, how I'll love you
Oh, como eu te amarei
Together, forever, that's how it must be
Juntos, pra sempre, é como tem que ser
To live without you
Viver sem você
Would only be heartbreak for me.
Só partiria meu coração



Foi quando James abriu os olhos e olhou seu pai e Draco na porta gargalhando, desligou o som envergonhado, no entanto Cold continuara a cantar.

My darling believe me,
Meu querido, acredite em mim
For me there is no one
Pra mim não há mais ninguém
But you.
Além de você


Quando o loiro abriu os olhos deu um berro, Harry e Draco aplaudiam ambos.

- Sabe se essa música não fosse tão gay eu até mandaria vocês cantarem mais uma vez! – Harry falava gargalhando.
- Depois vocês não querem que pensem que são gays! – Draco falava com um sorriso irônico nos lábios.
- Não os recrimine Draco! Pelo menos não era It’s rain in man aleluia, ou Macho Man, ou simplesmente YMCA! – Harry falava risonho.
- Rá, Rá, Rá! Muito engraçado tio Harry! – Cold girava os olhos. – O que vocês fazem aqui?
- Draco recebeu uma carta de Miguel a dois dias atrás, resolvemos vir para esclarecer algumas coisas para vocês... – Harry falava sentando-se no sofá.
- Hã... Sobre o que aconteceu aqui... – James falava sem jeito.
- Não se preocupe filho, não queremos acabar com a reputação dos Potter’s! – Harry ria de lado.

Draco escorou-se na porta de braços cruzados, ficou encarando o apartamento do filho, um tanto bagunçado com alguns pratos se lavando sozinhos na pia. Cold riu de lado e apontou a varinha fazendo os pratos voltarem ao normal.

- Estávamos num dia de faxina! – James explicava sentando-se frente a Harry.
- Percebemos... – Draco falava com uma sobrancelha erguida.
- O Miguelito não nos disse nada sobre carta alguma... – Cold falava sentando-se ao lado de James.
- De qualquer forma o Weasley foi até o apartamento dele... – Draco respondia ainda fitando o filho.

A porta do apartamento abriu-se mais uma vez, e Rony, Miguel e Johnny adentraram calmamente o apartamento, Miguel, no entanto com uma cara de alívio inigualável.

- Será que ninguém conhece mais a campainha? – Cold falava colocando os braços atrás da cabeça.

Rony apenas riu e cumprimentou os rapazes logo se sentando ao lado de Harry no sofá, Johnny sentou-se ao chão junto de Miguel, todos os marotos pareciam curiosos em saber o que estava acontecendo já que era evidente a cara de mal humor de Draco e a de preocupação de Harry e Rony.

- E então, vão falar o que tá pegando ou vamos ficar aqui o dia todo? – Cold perguntava recebendo olhares assassinos do pai e dos amigos. – Iihh... Eu hein! Que foi? Qualé? Num me olhem com essas caras de chupa cabra não!
- Se você fechar essa matraca um segundo sequer, talvez o Potter possa esclarecer o que está acontecendo! – Draco falava cortante.
- Ui... Calei papito! – Cold colocava ambas mãos na boca fazendo Draco girar categoricamente os olhos.
- Há alguns meses alguns dos melhores aurores e inomináveis do Ministério têm desaparecido e aparecido semanas depois, mortos... – Harry começava atraindo toda atenção para si. – E não são apenas aurores ou inomináveis, como toda família influente do mundo bruxo, como, por exemplo, os Zambine, que tiveram a Sra.Zambine atacada...
- PARA TUDO! Sua mãe foi atacada Miguel? – James dirigia-se ao garoto que apenas consentia com a cabeça.
- E não foi apenas os Zambine que foram atacados... – Rony falava tristemente. – Os Forjaz, Shiki, Bach, Weiss dentre outras famílias importantes foram atacadas também!
- Mas essas famílias, pelo que sei não têm nenhuma ligação com o ministério, a não ser o fato de serem bastante influentes e poderosas! – Miguel falava sério.
- Exatamente... – Draco começava. – Eles estão atacando as famílias mais poderosas do mundo Bruxo, ou seja, aqueles que os traria mais ameaças, não me surpreenda que queiram atacar um de nós em breve...
- Pelo que Blásio me informou... – Miguel falava friamente o nome do pai. – O Ministério não sabe muita coisa sobre os ataques, apenas sabem que atacam por diversão e que querem as nossas ajuda caso aja mais uma guerra, mas como vamos nos meter em algo com tão pouca informação! É loucura!
- Creio que seu pai não está muito informado sobre as investigações Miguel... – Draco olhava sério para o garoto. – Seu pai é médico e está apenas ajudando em sua área, principalmente depois que sua mãe foi atacada...
- Então vocês sabem mais sobre o tal cara que quer dar de Voldemort 2º? – Johnny perguntava encarando o pai.
- Sim, descobrimos que o nome dele é Medon Cleyer, tem 30 anos e foi um dos seguidores de Voldemort, foi ensinado pessoalmente por Voldemort e um de seus seguidores mais fiéis, quando teve o julgamento dos comensais ele não foi absolvido, no entanto conseguiu fugir de Azkaban, creio que recrutou mais pessoas, pessoas como ele que não ficaram tão alegres com a queda do antigo lorde das trevas... – Harry falava calmamente.
- Então deixa eu ver se entendi... – Começava com seu tom irônico. – Mais um filhote de cruz credo querendo governar o mundo?
- Cold! – Draco o repreendia.
- Digamos que ele soube resumir bem! – Harry ria paternalmente.
- E por que o Ministério quer a nossa ajuda? – Johnny perguntava.
- Porque vocês estiveram presentes na terceira guerra contra Voldemort, que o levou a destruição! São uns dos melhores bruxos do mundo mágico! – Rony falava orgulhoso.
- Esse tal de Medon mandou atacar Trevor La Blanck? – Cold perguntava ficando sério.
- Ficamos sabemos que ele mesmo acabou com o La Blanck... – Draco olhava para o filho. – La Blanck foi meu aluno, um dos melhores aurores que já vi na vida...
- Ele era irmão da minha namorada... – Cold bufara de raiva.
- Desde quando você tem uma namorada que não seja a Potter? – Draco erguia uma sobrancelha.
- Ihh é uma longa história! – James ria dando tapinhas camaradas no ombro do amigo.

A campainha soara, Cold levantara-se para atender a porta enquanto os outros continuavam a conversar, assim que abriu a porta Amy pulara de cavalinho nele sorrindo abertamente e dando-lhe um selinho.

- Cheguei a tempo para te ajudar com a faxina? – Ela alargava o sorriso.
- Na verdade chegou bem na hora de conhecer meu pai! – Ele ria divertido.

Draco, Harry e Rony esticaram o pescoço para ver quem estava com Cold, logo viram uma garota entrando na sala ao lado dele, pequenina de cabelos muito loiros e olhos azuis, Draco riu de lado ao ver as bochechas da garota aderirem um tom rosado.

- Tio Harry, Tio Ron e Pai! Essa é Amy La Blanck, minha namorada! – Cold a apresentava.

Amy os cumprimentara risonha, Draco beijara as costas da mão da garota.

- Pelo menos meu filho tem bom gosto para mulheres... – Draco falava lembrando-se da música que Cold e James escutavam fazendo o loiro e o moreno acharem seus sapatos muito interessantes.
- Obrigada! – Ela ria de lado.
- Incrível! – Harry falava a fitando. – Você tem o mesmo sorriso que Trevor costumava ter!
- Sempre me falaram isso... – Ela ria. – Conheceram meu irmão?
- Seu irmão foi aluno meu aluno... – Draco apontava um lugar para Amy sentar-se o lugar de Rony fazendo o ruivo levantar-se automaticamente.
- Foi por causa de Trevor que decidi ser inominável...
- Seu irmão foi um grande auror, e morreu dignamente! Lutando pelos seus ideais...
- Eu só queria saber o que aconteceu com ele... – Ela falava olhando nos profundo olhos azuis de Draco.

Draco desviou o olhar olhando para todos os presentes ali, Cold olhou para o pai com o olhar de “Não conta se não ela vai querer ir atrás desse filhote de cruz credo!!!”. Draco balançou a cabeça negativamente e contara tudo o que sabia sobre Medon, os olhos de Amy marejavam a cada palavra, mas ela não derrubara nenhuma lágrima sequer.

- Cold... – Ela o chamava quando Draco terminara de contar.
- Sim?
- Quando forem atrás de Medon, prometa-me que vai me levar junto! – Ela falava olhando para ele seriamente.
- Como?
- PROMETA!!!
- Amy! Campo de batalha não é lugar para mulheres e...
- Eu não quero saber Cold! Prometa-me! – Ela segurava a mão do loiro tristemente.
- Ok Amy eu prometo!
- Não acredito em você! – ela falava para Cold voltando o olhar para Draco. – Quero fazer o voto perpetuo!


Os olhos da James pareciam saltar de seu rosto, Johnny ficara extremamente pálido, Miguel abrira e fechara a boca várias vezes, Rony desabara na cadeira enquanto Harry olhava severo para Draco que tinha uma expressão calma, Cold no entanto abaixou a cabeça.

- Seja nossa testemunha pai... – Ele falava olhando para Draco.

Draco riu de lado e caminhou até o filho e a garota, ambos deram as mãos e o juramento fora feito. Durante o Voto, James pode ver nitidamente a cara triste de Cold, tinha certeza que o maroto não queria levar Amy para uma batalha, mas sabia que mesmo que não a levasse ela iria atrás.

- Muito bem, devemos retornar ao Ministério agora... –Harry falava como se nada tivesse acontecido.
- Até logo filho! – Rony sorria para Johnny. – Fale para sua irmã que não tivemos tempo para ir até ela, mas que a espero ansioso para o Natal!
- Pode deixar! – Johnny respondia sereno.
- Até James... – Harry olhava carinhosamente para o filho. – Cuide de sua irmã!
- Minha irmã não precisa de meus cuidados a muito tempo! - James sorria.
- Cold, Miguel! – Draco os chamava. – Quero que tomem cuidado, não sabemos se Medon irá ataca-los, e Miguel creio que Hermione tenha te mandado um carta, leia com atenção...
- Sim senhor... – Miguel falava como se falasse com um pai.
- Srta. La Blanck, espero que possa vir passar o natal conosco, seria uma grande honra recebe-la! – Draco beijava as costas da mão da garota.
- Bem eu...
- Nem vem que não tem Yakult! – Cold a abraçava. – Meu pai e minha família não aceitam nenhum não como resposta! – Ele piscava maroto.
- Será um prazer... – Ela ria de lado.

Os três acabaram de se despedir dos filhos e foram embora, Cold olhou para Amy, ela tinha um olhar diferente, um olhar determinado, talvez fosse pelo fato de querer se vingar pela morte do irmão.

Rachel estava em seu quarto lendo um grosso livro sobre DCAT, quando algo batera em sua janela, espreguiçou-se e viu uma linda coruja amarela de olhos cinzas, abriu a janela dando passagem a bela ave, esta vôo em círculos e deixou cair uma cara sobre a escrivaninha da garota, pousando em seguida em cima do criado mudo.

- Pelo visto papai e mamãe não agüentaram ficar muito tempo sem mandar uma carta! – Ela ria para a coruja pegando a carta que tinha um selo laranja, a abrindo em seguida.

“Rachel,
Como vai filha? Espero que esteja gostando de sua estadia na faculdade. Infelizmente lhe mando esta carta com más notícias. Como soube, Trevor La Blanck fora atacado a alguns meses, e de um tempo para cá muitas famílias influentes e poderosas têm recebido o mesmo tipo de ataque.
Graças as circunstâncias eu e seu pai decidimos passar um tempo na França junto de seu irmão e sua cunhada, e decidimos que você também iria conosco.
Sei o que está pensando querida, mas tente entender que é para seu bem! Não queremos ter a mesma dor que os La Blanck estão tendo! Faça isso por mim e por seu pai, passaremos aí amanhã a noite para busca-la.
Atenciosamente
Carolyne Estella Kian
Sua mãe.”

A morena leu e releu a carta, algumas lágrimas saíram de seus olhos, sabia o que sua mãe estava lhe pedindo, sabia que não podia negar um pedido desses já que sua família sempre estivera a seu lado sempre que precisara. Respirou fundo, olhou para a foto em que ela e Amy estavam tomando sorvete e gargalhando, sentira um aperto no coração que nunca havia sentido antes, como se não pudesse deixar a amiga sozinha.

- Olá? Alguém em casa? – A voz da Sam invadia o apartamento.
- Estou no quarto Sam! – Ela gritara de volta.

Samantha olhara Rachel ali sentada na cadeira com uma carta na mão, olhou atenciosamente para a amiga que tinha os olhos vermelhos de choro.

- Algum problema Rach? – Ela perguntara carinhosamente.
- Mamãe e papai estão passando aqui amanhã, iremos para a França e ficaremos lá por um tempo indeterminado...
- Mas por que isso agora? Você está tão bem na faculdade e...
- Por causa dos ataques as famílias bruxas influentes... – Rachel voltava a olhar para a fotografia. – Sei que isso parece bobagem, mas... É como se eu não pudesse ir...
- É claro que não pode ir! Você tem uma banda, um namorado! E tem a Amy também! Vocês duas nunca se separaram desde que tinham 2 anos de idade!
- Eu sei, mas não posso simplesmente falar que não vou! – Rachel levantava da cadeira indo acariciar a plumagem da coruja. – Mamãe e papai nunca me negaram nada Sam, e nunca me pediram nada! É minha obrigação ir!
- Enquanto ao James? – Sam a olhava nos olhos.
- Terminarei com ele...
- Apenas terminará? Quero dizer, não vai falar o motivo?
- Não... – Rachel desviava os olhos.
- Ele não merece isso Rach! Principalmente por já ter sofrido tanto por amor!
- Isso é assunto meu Samantha! – Rachel vociferava.
- Como queira Rachel! – Sam a encarava tristemente. – Quando partirá?
- Amanhã à noite...
- Espero que você pelo menos seja bondosa quando terminar com ele!

Sam saíra dali deixando a morena sozinha, Rachel suspirara fundo e sentara novamente na escrivaninha.

“Mãe,
Estou ciente dos acontecimentos, e não se preocupe não farei objeção quanto a você e papai virem me buscar. Estarei os esperando as 19:00 no pátio principal.
Atenciosamente
Rachel Emanuelle Kian
Sua filha.”

A tarde já havia chegado quando Maya e William estavam no apartamento do rapaz, ela descansava a cabeça no colo dele enquanto lia um capitulo sobre jornalismo, quando Skill começara a acariciar sua barriga e beijá-la.

- O que está fazendo Will?
- Te beijando... – Ele a tirava de seu colo e arremessava o livro dela longe deitando sobre a garota.
- Will... Vai com calma! – Ela tentava afastar os beijos que ele lhe dava no pescoço.
- Qual é Maya? – Ele se afastava com tudo. – Estamos juntos a três anos!
- Eu já te disse que não estou pronta ainda! – Ela berrava.
- Acontece que eu não sou de ferro!
- Por que você está sendo tão babaca?
- PORQUE EU TENHO CERTEZA QUE SE VOCÊ ESTIVESSE COM O MALFOY JÁ TERIA SE DEITADO COM ELE A SÉCULOS!
- AS COISAS NÃO SÃO BEM ASSIM WILLIAM!
- AH NÃO? E COMO SÃO MAYA? EU SEMPRE VEJO COMO VOCÊ OLHA PARA ELE! COMO ODEIA QUANDO ELE ESTÁ COM A NOVA NAMORADINHA!
- ISSO NÃO TEM NADA HAVER!
- É CLARO QUE TEM!
- VOCÊ FALA DE MIM, MAS EU SEMPRE VEJO COMO VOCÊ OLHA PARA A MELANIE! TODOS PERCEBEM! TODOS VÊEM QUE VOCÊ AINDA NÃO A ESQUECEU!
- TALVEZ NÃO TENHA ESQUECIDO MESMO! E QUER SABER MAYA, UMA COISA EU DEVO ADMIRAR O MALFOY, TE TROCAR POR AQUELA GAROTA FOI A MELHOR COISA QUE ELE FEZ!!!
- JÁ BASTA! – A ruiva chorava e o encarava friamente. – Acabou!
- QUER SABER? QUER SE DANE!!!

Ela pegara o livro e a bolsa de cima da bancada e saíra daquele apartamento batendo a porta atrás de si, chorara com força durante o caminho de volta a seu apartamento corria até se bater em alguém.

- Desculpe... – Murmurara sem erguer a cabeça.
- Hey! Você está bem? – Melanie falava olhando para a amiga.
- O Skill e eu... Ele tentou e eu... – A ruiva não conseguia falar, apenas abraçara firmemente a loira a sua frente chorando compulsivamente.
- Está tudo bem Maya, já passou... – A loira beijava a testa da ruiva. – Vamos para casa...
- Obrigada Mel... – Maya a olhava nos olhos. – Meu irmão nunca errou quando lhe chamava de anjo...

Melanie apenas sorriu bondosamente e seguira com a ruiva para o apartamento.

Amy adentrava seu apartamento quando vira Katty, Sam e Rachel. Ambas sentadas sérias no sofá, fechou a porta e ergueu ambas sobrancelhas.

- Ok... Seja lá o que for eu juro que não fui eu! – Ela falava aproximando.
- Precisamos conversar Amy... – Rachel falava tristemente.
- O que houve?

Sam estendeu a carta dos pais de Rachel para a loira, esta pegou a carta e leu, releu e leu novamente, abaixou o olhar para Rachel que olhava para os próprios pés.

- É, parece que a Katty vai ter que te ajudar com as malas! Você é um desastre para arruma-las... – Ela falava rouca.
- Amy... – Rachel erguia os olhos para a amiga.
- É o melhor a se fazer Rach, quero dizer... Eu nunca me perdoaria se algo lhe acontecesse! Acho que você ficara em boas mãos junto de seu irmão, e olha só! Você poderá ver sua cunhada grávida! Quem sabe ainda veja seu sobrinho nascer?
- Eu não quero ir Amy!
- Mas você precisa! – Amy chorava nervosa abraçando a amiga. – Sam, Katty e eu ficaremos bem...
- Pode deixar que nós cuidaremos muito bem da Amy! – Katty falava risonha.
- Mandaremos uma carta todos os dias! – Sam se manifestava.
- Obrigada, meninas... – Rachel limpava as lágrimas grossas.
- Abraço coletivo! – Amy falava risonha e as quatro se abraçavam.
- E o que você vai dizer para o James? – Katty perguntava.
- Eu apenas vou terminar, ai a noite eu vou embora...
- Ele vai te odiar! – Amy a olhava severa.
- Você sabe que eu odeio despedidas...
- É eu sei...

Cold estava lá largado em sua cama com seus pensamentos, quando James adentrara o quarto.

- Hey Listras, eu estava pensando...
- Não!
- Mas eu nem falei! – James fazia bico.
- Bem... Sempre que você pensa algo de ruim acontece então...
- Argh cala essa sua boca sua Zebra do inferno!
- Fala Ponticas, o que você estava a pensar!
- Bem, acabei de saber pela Sophie que a minha amada irmã e o Skill terminaram seu relacionamento duradouro!
- Sério? – Cold sorria abertamente. – Finalmente a Maya fez algo que preste!
- Bem, só que ela está triste e convém a nós! A alegria em pessoa salva-la de uma depressão!
- Eu não acredito que ela está triste por terminar com aquele chupa cabra! Ela devia estar soltando fogos de artifício!
- É a vida! Nunca se entenderá as mulheres! – James jogava os braços para o alto.
- Então você quer fazer uma festa aqui no nosso ap para animar a Bombom?
- Exatamente meu caro Zebra! – James piscava maroto.
- Ótimo! Adoro festas, sempre tem muita comida! – Cold ria divertido.
- Bem, então comunicarei ao Pulguento e ao Penas que faremos uma reunião aqui hoje a noite...
- Ok, mas tem uma condição! – Cold falava sério.
- E qual será?
- Você não cozinhar! Da última vez eu passei a madrugada inteira sentado no trono! – Cold girava os olhos.
- Ah vai te cata! – James saia batendo a porta,

Cold rira divertido pegando sua coruja que estava na gaiola e a colocando sobre a escrivaninha escrevendo um pequeno bilhete.

“Festa, aqui em casa, mais tarde, mais ou menos oito horas da noite”

- Leve isso para a Amy ok? – Ele colocara no pé da coruja e esta voara de sua janela até a janela de Amy.

Ela riu ao ver a coruja de Cold a apanhou e sorriu, lendo o bilhete.

“Eu irei com as meninas.”

A coruja vôo mais uma vez até o maroto que abriu o recado risonho.

A noite já havia caído, Maya estava deitada na sua cama olhando para o teto, como ela podia ter se enganado tanto com Skill? Como ela podia ter confiado nele? E só de pensar que fez Cold sofrer a vendo com aquele cara lhe dava repulsa de sigo mesma. Cerrou os olhos e quando os abriu vira Sophie, Lana e Melanie a encarando sorridentes.

- Vamos! Os rapazes estão dando uma festa no ap deles e nos chamaram! – Sophie falava contente.
- Eu não vou! – Maya pegava o travesseiro e colocava no rosto.
- Ah qual é Maya! Vamos! – Lana ria divertida.
- Você vai? – Ela tirava o travesseiro olhando a oriental. – Como assim?
- Terminei com Eduard hoje de manhã! Ele me veio com um papo estranho de casar, e bem, você sabe que eu e ele casados não ia dar certo! – Lana falava risonha.
- E você está feliz?
- Claro! Retomarei minha vida de solteira! Agora vamos!
- Eu não vou! – Maya virava de costas.
- Maya, faça isso por mim! – Mel falava com um sorriso no canto dos lábios.

Maya girou os olhos e levantou-se da cama bufando, as três se entreolharam e caíram na gargalhada ao ver a ruiva adentrar no banho.

As Lilux adentraram o apartamento dos rapazes risonhas, Amy logo largara-se no sofá e apanhara uma cerveja amanteigada, enquanto Rachel forçava um sorriso para James enquanto ele lhe perguntava o porque dela parecer tão triste. Quando as meninas bateram a porta Miguel correra para a abrir, agarrou logo sua cenourinha a enchendo de beijos e caricias.

- Arrumem um quarto! – Johnny falava sério. – Não sou obrigado a ver essa agarração entre meu amigo e minha irmã!
- Ah deixa de ser careta John! – Lana falava divertida.
- Concordo plenamente com a Lee! Deixe-os serem felizes! – Sam sorria para Lana que retribuía o sorriso.
- Ok, desde quando vocês concordam em algo? – Johnny perguntava ao ver as duas sorrindo uma para a outra.

Melanie logo estava entretida em uma conversa com Katty, Maya estava visivelmente abatida quando Amy cochichara algo no ouvido de Cold e James e ambos adentraram o quarto. Amy andou até a ruiva e sentou-se a seu lado.

- Olá! – Ela falava risonha.
- Oi...
- Olha, eu sei que você está triste, mas acho que algo vai te deixar muito feliz em alguns segundos...
- E o que seria? – Maya falava com um pequeno sorriso.
- Digamos que sou vidente e prevejo o futuro!
- Você é sempre assim? – Maya perguntava séria. – Tão perfeita?
- Perfeita? – Amy franzia o cenho. – Não, eu não sou perfeita, apenas sou feliz!
- Você é parecida com o Cold...
- É, digamos que eu e filhote de Rei Leão, somos um pouco parecidos, no entanto eu sou muito mais bonita! – Ela piscava marota.

A atenção de todos voltara a porta do quarto e James quando esta se abriu num estrondo. Cold aparecera vestido com uma camisa azul estampada de tigres e James com uma vermelha estampada de um cervo.

- Estamos aqui para cantar uma canção a essa musa ruiva! – James falava risonho.
- Venha Bombom! Junte-se a nós!!! – Cold estendia a mão para ela.

Maya riu da cena, os dois pareciam uma dupla brega, já que usavam ambas calças cor sim, cor não e tinham o cabelo todo espetado para o alto. Ela levantou-se de onde estava e caminhou até eles gargalhando alto quando James e Cold se entreolharam.

- Essa é para tocar o coração Jamesito!
- Pode deixar! 1, 2, 3!!!

Ambos se entreolharam e começaram a cantar uma música bem desafinada.

- EU TE AMO!!! VOCÊ ME AMA!!! SOMOS UMA FAMÍLIA FELIZ, COM UM FORTE ABRAÇO – Eles abraçavam Maya que gargalhava. - E UM BEIJO - Eles davam um beijo estalado na bochecha da ruiva. – TE DIREI, MEU CARINHO É PRA VOCÊÊÊÊÊÊÊ!!!

Todos ali aplaudiram os dois, enquanto as garotas caiam na gargalhada, James olhou para Cold mais uma vez.

- MECHE A CINTURA COM O TCHUTCHUCÃOOOO MECHE A CABEÇA COM O TCHUTCHUCÃOOO!!!

Eles começavam a uma coreografia, Miguel abraçava Sophie que não parava de gargalhar ao ver os dois marotos balançando a bundinha.

- Vamos querida, você não pode ver essa cena! – Ele falava divertido.
- Ah deixa-me ver Miguel! – Sophie gargalhava.

O dia já amanhecia quando todos estavam indo embora, Maya conversava animada com Melanie quando viu Amy adormecida no sofá, Cold que conversava com James e Rachel se afastou na mesma hora que viu a loira adormecia, caminhou até ela e a pegou no colo. Johnny que já estava de saída apenas abriu a porta do quarto de Cold para que ele entrasse com Amy no colo.

- Seu irmão está diferente... – Maya falava fitando Cold de longe.
- Ele amadureceu muito, acho que foi por ter se apaixonado, essas coisas acontecem... – Melanie falava olhando o irmão de relance.

Rachel estava olhando para a janela, James fizera o mesmo que ela, sabia que ela queria lhe dizer algo, mas parecia arrumar palavras para dizer.

- Podemos ir dar uma volta no jardim? – Rachel perguntara.
- Tudo bem...

James acenou de leve para Maya e Melanie dizendo que iria levar Rach ao apartamento e que logo retornaria, ambas falaram que também já estavam de saída.

Eles andaram lado a lado pelos jardins, Rachel tinha uma expressão triste e cansada, segurou firme na mão da namorada e pararam de andar para se encararem.

- James, os dias que eu fiquei a seu lado foram os melhores da minha vida...
- Rach...
- Espera! Deixe-me falar! – Ela falava séria e ele se calara. – Eu te amo muito, mas não podemos continuar namorando...
- É por causa da Mel, olha eu...
- Não tem nada haver com a Melanie! – Ela falava seca. – Tem haver comigo, eu não quero continuar esse namoro...
- Mas assim, sem mais nem menos? O que está havendo Rachel?
- Eu só quero ficar um tempo sozinha!
- Mas...
- Eu quero terminar!
- Tudo bem! – Ele falara tristemente. – Espero que saiba o que está fazendo!

Ele estava furioso, era como se ela tivesse brincado com ele o tempo todo, virou de costas e retornou a seu prédio, Rachel o olhava se afastar com um olhar magoado, sabia que ele estava furioso. Suspirou fundo e seguiu seu caminho, talvez assim fosse melhor para ambos.

Amanhecera uma manhã linda, mas todos ali só foram acordar a tarde, Amy beijara rapidamente os lábios de Cold e voltara para seu apartamento, sabia que ficaria um bom tempo sem ver a amiga.

As Lilux passaram a tarde arrumando as coisas de Rachel e conversando animadas, relembrando o passado, Rachel não sabia o porque de estar sentindo tanta mágoa, não iria se afastar para sempre, mas algo lhe dizia para não ir, olhou para Amy de relance, sua melhor amiga, sua irmã! Amy a olhou de volta risonha.

19:00 já havia chegado, as quatro desceram para o pátio principal quando um carro vermelho parara lá e uma mulher e um homem desceram do carro, uma mulher de longos cabelos negros e olhos cor de esmeralda e um homem de cabelos cinzas e olhos negros e profundo.

- Pai! Mãe! – Rachel os abraçava.

James estava na sua janela quando vira uma pequena agitação no pátio, olhou melhor e vira as malas de Rachel sendo colocadas no carro e ela despedindo-se das amigas.

- DROGA!!! – Berrou passando correndo por Cold que estava saindo do quarto.

Correra até o pátio quando Rachel estava entrando no carro.

- RACHEL!!! – Berrou e ela saiu do carro na mesma hora. – Então é por isso que terminou sem dar explicações? Você vai embora?
- Sim... – Ela falara triste.
- Devia ter me falado! – Ele a puxara para um beijo.

Após se afastarem ela o olhou nos olhos.

- Eu queria me despedir de verdade Rach, não queria que você fosse e eu ficasse com raiva de você...
- Talvez fosse melhor assim...
- Acredite, nunca é melhor assim! – Ele a beijava novamente.
- Rachel! Está na hora! – A Sra.Kian falava severa.
- Preciso ir... – Ela se afastava do garoto.
- Se cuida... – Ele falara triste.

Ela correra e entrara no carro, este mesmo decolara vôo e voara na imensidão negra do céu, Amy tocara o ombro de James e o encarara.

- Acredite Bambi, eu sentirei mais falta dela do que você!
- É... Eu sei... – Ele rira de lado. – Apenas não queria que terminasse dessa forma.
- Nem sempre as coisas são como queremos... – Katty falava sabiamente.

Miguel entrara em seu quarto quando se deparara com uma bela coruja negra de olhos amarelos pousada em cima de sua cama o olhando atentamente. Em seu bico uma carta.
Reconheceu a coruja instantaneamente, a bela coruja da família Malfoy, riu de lado, deveria ser a carta que Hermione lhe mandara. Aproximou-se da bela ave e estendeu a mão, esta lhe entregou a carta e vôo para cima do armário. Abriu o selo “M”, e pôs a ler a carta.

“Miguel,
Espero não estar mandando esta carta em momento inoportuno. Sei que têm passado poucas e boas pelo fato de seu pai retornar tão repentinamente. No entanto, sinto-me no direito de lhe aconselhar.
Tenho sido sua ‘mãe’ a um bom tempo, vi você crescer ao lado de meus filhos, e tenha certeza que meu amor por você é de mãe para filho também. Quando seu pai nos procurou falando que sua mãe fora atacada vi nos olhos dele o arrependimento de ter feito o que fez com você, o escutei e vi que ele estava disposto a te procurar por preocupação e não por ordem do Ministério.
Você e os rapazes são considerados um dos melhores bruxos do mundo mágico, são valentes e inteligentes! São um orgulho para mim e tenho certeza que é para Draco também.
Peço que tente compreender o lado de seu pai, que tente o escutar com o coração, tente perdoar. A coisa mais bela em um ser humano é a compaixão. Por isso lhe peço que tenha compaixão com o Sr.Zambine.
De qualquer maneira, o espero para o natal. Espero que esteja tudo bem com você.
Abraços
Hermione Jane Malfoy.”

Ele olhou para aquela carta, Hermione sempre fora a mulher mais inteligente que conhecera na vida, sempre fora uma mãe para ele, respirou fundo e repousou a carta sobre a escrivaninha.

- Ocupado? – Alguém dizia a suas costas.

Sorriu ao escutar a voz dela, de sua noiva.

- Não, estava apenas lendo uma carta... – Virou-se risonho para ela.
- Entendo... – Ela sorria o abraçando. – Meu irmão disse que meu pai esteve aqui e... E ele me contou o que está acontecendo...
- É, parece que os bruxos das trevas não se cansam de querer dominar o mundo... – Ele ria nervoso.
- Vocês vão se meter em mais uma batalha não é? – Sophie perguntava sentando-se na cama.
- Sim... – Ele falava tristemente. – Sophie, eu sei que você não quer que eu vá, mas eu preciso...
- Eu soube que atacaram sua mãe...
- É...
- Eu só queria ficar mais tempo com você Miguel, faz menos de um ano que você retornou de uma batalha e já vai se meter em outra?
- Sophie...
- Eu quero te esperar sempre porque eu te amo demais, mas essa espera me fere! Me corta!
- Eu sinto muito... – Ele abaixara a cabeça.
- Eu não vou me separa de você Miguel, mesmo que você vá para essa batalha idiota... – Ela sorria pegando o rosto dele com as mãos. – Só espero que você cumpra sua promessa...
- Eu vou me casar com você Sophie, nem que seja a última coisa que eu faça na vida! – Ele sorria maroto a puxando para um beijo apaixonado.


A semana passara num piscar de olhos, Amy havia praticamente mudado para o apartamento de James e Cold, James, no entanto não parecia bravo com isso, pelo contrário parecia gostar da companhia da amiga. Mas sentia falta de Rach, ela havia mandado uma carta dizendo que havia chegado bem na França e tudo mais, mas ele sentia que ela estava infeliz.

- Oi... – Uma voz o chamava.
- Hã? Quê? – Ele saia dos seus devaneios e olhava para o lado vendo uma garota de cabelos loiros.
- Está tudo bem com você James? – Mel perguntava o olhando séria.
- Sim! Sem problemas! – Ele ria nervoso.
- Não é o que parece...
- É esse lance da Rach ter ido embora, acho que ainda não me conformei...
- Entendo...
- E você? Como está após o fim do noivado?
- Não estou mal... – Ela o olhava com um pequeno sorriso nos lábios.
- Vamos! Cold está nos chamando para irmos, você sabe como meu pai é em relação aos atrasos!
- Eu sei! – Ele rira de lado.

Seguiram lado a lado em direção ao carro, James não soube bem o porque de ter segurado a mão de Melanie quando eles caminhavam, só que ele sentia falta de segurar a mão dela assim, mas o que mais o surpreendeu fora que a loira não havia puxado a mão, ela apenas segurou a mão dele mais firme ainda.
- HEY! Vocês dois! – Cold os gritava. – Eu não ‘tô afim de escutar um decurso do meu pai sobre atrasos! Então vamos logo!
- Ai Madonna! Deixe de ser insuportável! – Amy o batia no braço.

Johnny dava um leve beijo em Sam despedindo-se, Maya já estava dentro do carro junto de Miguel e Sophie, James olhou risonho para Melanie e a puxou em direção ao carro.

- Err... Você acha que vai caber todo mundo Coldezito? – James perguntava.
- Bem, sinceramente? Não! Mas acho que se apertando cabe sim!
- Por que não usam um feitiço para aumentar a parte de dentro? – Melanie perguntava friamente.
- É por isso que eu amo minha irmã! Ela sempre tem idéias que prestes! Ao contrario do pulguento é claro! Que ao invés de ajuda ficar aos amassos!
- EU O QUÊ????? – Johnny voltava olhando Cold.
- Isso mesmo que você escutou Weasley! – Cold ria maroto.
- Ei, ei, ei! Menos brigas e mais ação!!! Eu não quero escutar o Tio Draco brigando por causa de atrasos! – Sophie falava rindo.

Melanie murmurara um feitiço aumentando a parte de dentro do carro, onde todos entraram. O carro ligara-se e Cold colocara seus típicos óculos de Sol.

- Muito bem cambada de desocupados! Vamos nessa! – Ele acelerava fazendo Amy e Maya rirem e Sophie olhar de lado para Melanie e James que estavam sentados um ao lado do outro de mãos dadas.

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