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21. CAPÍTULO 19


Fic: A Próxima Vítima HG CAP 20 AO 24 ON COMENTE E VOTE


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Capítulo 19


A OCASIÃO NÃO PODERIA TER SIDO MAIS PROPÍCIA. HARRY ESTAVA A CAMINHO da delegacia de polícia, para o segundo round com o tenente Lewis, quando seu celular tocou. Ward Dayborough, o agente do FBI que estava tentando insistentemente recrutá-lo, estava na linha para lhe dar as boas-vindas ao Bureau.


Ward estava estourando de tanta satisfação.


— Eu sabia que acabaria conseguindo fazer com que você viesse — gabou-se ele. — Tenacidade — disse ele, pronunciando a palavra com seu forte sotaque sulino. — Tenacidade é o que não me falta. Quantos anos levei para despertar seu interesse?


A pergunta naturalmente não exigia uma resposta porque Ward, ainda encantado com sua conquista, continuou:`


— O treinamento será duro, mas não fico preocupado com você. Sei que se sairá muitíssimo bem. Você tirou notas fantásticas naquele teste. Agora, você tem 17 semanas inteiras de academia pela frente — acrescentou ele. — Mesmo com toda a sua experiência trabalhando ao lado da lei, você terá de passar as 17 semanas de academia.


— Você está tentando fazer com que eu mude de idéia?


— Não, claro que não.


— Quando você quer que eu comece?


— Todas as semanas existem novas turmas começando, mas eu me adiantei e fiz sua inscrição para daqui a dois meses. Oito semanas a partir de hoje. Imaginei que você precisaria de algum tempo para empacotar suas coisas, despedir-se de Chicago e tirar algum tempo para si mesmo.


— Está ótimo — disse Harry. — Em oito semanas terei tempo para me organizar.


Como se isso fosse realmente acontecer, pensou ele, enquanto desligava o telefone. Apesar de ser extremamente organizado em sua vida profissional, era completamente desorganizado em sua própria casa. Era considerado o bagunceiro da família. Quando garoto, seu quarto sempre parecia ter sido devastado por um ciclone. Entretanto, ele havia melhorado um pouco. Contratara uma equipe de limpeza para, a cada 15 dias, dar uma geral em seu apartamento. Uma das mulheres da limpeza chegava até mesmo a fazer compras de supermercado, garantindo que sua geladeira ficasse abastecida com suas comidas favoritas. Apesar de ser um luxo dispendioso, ele detestaria ter de viver sem ela.


Como ela não poderia ir para a academia com ele, ele teria de tomar jeito durante as 17 semanas. Isso parecia ser mais difícil que qualquer obstáculo que já havia enfrentado.


Harry sentiu-se confortável com sua decisão. Ele sabia que sentiria falta de Chicago e não tinha nenhuma garantia de que, quando se formasse na academia, pudesse ser designado para o escritório de Boston. Ward lhe dissera que era quase certeza, mas Harry preferia ver para crer.


Antes de subir para ver Lewis, ele decidiu dar uma passada no Departamento de Recursos Humanos e informar-lhes sobre a mudança. A mulher que estava sentada na mesa de trabalho era simpática e trabalhava no departamento havia quase 20 anos. Por causa dos óculos bifocais de lentes grossas, seus olhos pareciam ter duas vezes seu tamanho.


Quando o viu, ela deu um sorriso e balançou a cabeça.


— Ah, não.


— Ah, não, o quê?


— Você não pode pedir transferência. Quer dizer, poderia, mas não vai a nenhum lugar. Lewis deixou perfeitamente claro que precisa de você no departamento. — A voz dela ficou mais suave ao dizer: — O que significa que ele quer mandar na sua vida. Sinto muito, Harry. Acho que todos por aqui sabem que ele não passa de um verme, mas tem estabilidade e a esposa dele é muito bem relacionada, se é que você entende o que eu quero dizer. E o pior é que, a não ser que realmente pise na bola, não seremos capazes de nos livrar dele.


— Quero assinar meu pedido de demissão. Que papéis devo preencher?


Os olhos dela se encheram de lágrimas.


— Odeio vê-lo partir. Você e um dos bons. — Ela tirou um lenço de papel da caixa que mantinha sobre a mesa e enxugou os olhos. — É como a velha canção de Billy Joel. Você sabe, apenas os bons morrem jovens.


Ele virou os olhos para cima.


— Aos diabos com tudo isso, eu não tenho planos de morrer jovem.


— Mas você está indo embora. — Ela fungou enquanto abria a gaveta do arquivo, de onde tirou os papéis necessários.


Pedir demissão acabou sendo mais complicado do que Harry imaginara. Havia vários formulários a serem preenchidos, além de uma longa entrevista com o comandante, que estava determinado a convencê-lo a ficar. O que Harry, até certo ponto ingênuo, imaginara que fosse levar apenas alguns minutos acabou durando mais de uma hora.


Quando ele voltou ao escritório, Lewis estava tendo um ataque de fúria. Mesmo estando ao telefone, ao ver Harry entrar na sala, Lewis deu um pulo e, furioso, fez sinal para que entrasse.


Harry estava a meio caminho quando seu celular tocou. Ele sabia que não poderia ser o assistente de Lewis, pois acabara de passar por ele.


Era Gil quem estava na linha. Ao ouvir a voz de Harry, ele exclamou:


— Diga que não é verdade.


Harry estava impressionado.


— Como você descobriu tão depressa?


— Você me conhece. Tenho fontes seguras. Então é verdade? Você vai realmente deixar o departamento?


— Sim — disse ele. — Estou a caminho da sala de Lewis para lhe fazer o comunicado. Falo com você mais tarde.


Ao desligar o telefone, Harry entrou no escritório de Lewis. O tenente segurava o receptor com tanta força que as juntas de seus dedos estavam brancas. Harry colocou as mãos nos bolsos da calça e, com paciência, esperou que ele terminasse a conversa.


— Sim, senhor — disse Lewis, num sussurro.


A ligação finalmente terminou. Enquanto Lewis atirava o receptor no gancho, Harry perguntou, em tom de indiferença:


— Você queria me ver?


— Você sabe muito bem que sim — gritou ele. — Faz mais de uma hora que estou esperando. Entretanto, meus motivos agora são outros.


Ele ficou lá, encarando Harry por um minuto. Sem se deixar perturbar, Harry simplesmente encarou-o de volta.


— Você pediu demissão.


— Sim.


A veia que descia da testa de Lewis começou a pulsar.


— E você não acha que eu deveria ter sido o primeiro a saber? Você acha justo que eu tivesse de ficar sabendo por um telefonema feito pelo meu superior?


Quando terminou sua pergunta, ele estava aos berros. A veia em sua testa pulava sem parar. Harry não podia evitar de grudar os olhos nela. Se Lewis tivesse um infarto e, de repente, parasse de respirar, será que Harry lhe aplicaria manobras cardiorrespiratórias? Humrnm... decisão bastante difícil, pensou Harry.


Enquanto Lewis vociferava e rugia, ele continuou especulando sobre seu dilema filosófico.


— Você sabe em que posição me colocou? Emmett ficou furioso comigo — disse ele, referindo-se ao comandante de área.


Harry deu com os ombros.


— Não sei o que dizer — enrolou ele. Nem morto ele pediria desculpas por ter deixado o idiota em maus lençóis.


As três semanas que teria de aturar Lewis de repente se transformaram numa eternidade, e Harry perguntou a si mesmo se teria forças para tanto. Seu estômago mal podia agüentar olhar para aquele homem. Lewis se parecia e agia como um louco. Vaidoso até a raiz dos cabelos, ele tinha um bronzeado profundo que, de acordo com as más línguas, era conseguido na cama de bronzeamento artificial na qual dormia durante a noite. As jaquetas de seus dentes, excessivamente brancas, tornavam sua carranca ainda mais espalhafatosa.


— Concordei com o tempo de três semanas de aviso prévio — disse Harry. — Mas, se você quiser, posso deixar o departamento agora mesmo.


— Você me colocou numa situação horrível.


— Como assim?


— O Emmett me disse que eu tenho de convencê-lo a ficar. Ao que parece, ele pensa que você faz parte do ativo fixo. E acho que não preciso dizer que não compartilho da mesma opinião.


Harry balançou a cabeça.


— Minha decisão está tomada.


Lewis bateu as palmas das mãos na mesa, inclinando-se para a frente.


— Sabe qual é seu problema, Potter? Você não acredita em trabalho de equipe.


Bem, se o objetivo da equipe era fazer com que Lewis não comprometesse sua imagem, então Harry decidiu que definitivamente não acreditava em trabalho de equipe.


— Você quer que eu fique por mais três semanas ou prefere que eu vá embora agora? Para mim, não faz a menor diferença.


— Você fica — sibilou Lewis. Sentou-se pesadamente e começou a mexer em algumas pastas sobre a mesa, claramente tentando dar a impressão de que era um homem muito ocupado. Abriu e fechou uma das pastas. Pegando uma outra, ele disse: — Você pode começar a limpar seu arquivo. Entregue-me tudo o que estiver pendente. Distribuirei os casos entre os meus leais detetives.


Harry sentiu vontade de perguntar se tais homens existiam, mas achou que não seria uma boa idéia entrar em confronto com Lewis, que podia fazer e, com certeza, faria o possível para transformar a vida dele em um inferno.


Sem olhar para cima, o tenente disse:


— Nas próximas semanas, tudo o que você tem a fazer é sentar-se em sua mesa. Faça o trabalho telefônico de Wincott.


— Trabalho telefônico de Wincott? O que isso significa?


— Significa que você pode atender o maldito telefone e, se Wincott precisar de ajuda, você o ajudará — disse ele. — Da sua mesa de trabalho.


A vontade de lhe dar um murro estava ficando cada vez maior. Harry já estava saindo quando Lewis perguntou:


— Você tem outro emprego em vista?


— Sim.


— Em Chicago?


— Não.


Ele não deu mais nenhuma informação a Lewis e Lewis não o pressionou. Harry foi até sua mesa e começou a organizar seu arquivo. John Wincott cruzou a sala, apressado. Ele e Harry se conheciam havia muito tempo. Juntos, freqüentaram a academia de polícia onde se tornaram amigos, mas até recentemente não tinham tido a chance de trabalhar juntos. Nos velhos tempos, quando bebiam juntos, Wincott, ao contrário de Harry, nunca se embebedava, não importava quanto bebesse. Harry imaginou que ele ainda continuava assim.


— Você está com uma cara horrível.


Harry não estava exagerando. Wincott parecia que não dormia há mais de uma década. Tinha bolsas abaixo dos olhos e sulcos profundos percorrendo suas bochechas de cima para baixo. Apesar de ser apenas alguns anos mais velho que Harry, no momento parecia ter cem anos.


Wincott ignorou o comentário sobre sua aparência.


— Você recebeu minha mensagem sobre o e-mail recebido por Gina Weasley? — perguntou Harry.


— Sim — respondeu Wincott. — Eu ficarei feliz em falar com você em um minuto. Mas antes de qualquer coisa quero lhe perguntar algo. É verdade que você vai deixar o departamento?


Harry concordou com um aceno de cabeça.


— Sim. — A cadeira dele rangeu quando ele apoiou suas costas nela. — Eu ia dizer isso para você, mas parece que o Gil foi mais rápido.


Wincott sentou-se na beirada da mesa de Harry. Por cima dos ombros do amigo, deu uma olhada para o escritório do tenente.


— Acho que não posso censurá-lo. Se pudesse, eu também faria a mesma coisa.


— Está na hora de encarar uma mudança. — Aquela resposta estava se tornando padrão. Harry decidira que ficaria com ela e perguntou-se quantas vezes teria de repeti-la nos próximos 21 dias.


— Uma mudança, hein? Para onde?


— Espero que para Boston. Sinto saudade de casa.


Wincott abaixou o tom da voz e inclinou-se na direção de Harry.


— Está rolando um boato de que você vai trabalhar para o FBI.


Harry de um sorriso, sem negar ou confirmar o boato.


Wincott continuou:


— Você precisa vir jantar conosco antes de ir para Chicago. Suzie vai ficar chateada quando ficar sabendo. Ela sempre teve uma quedinha por você.


— Ela continua gritando meu nome quando vocês transam?


Wincott deu uma risada.
 


— Como diabos eu poderia saber? Não consigo me lembrar da última vez que fiz uma coisa dessas. Sempre tem pelo menos uma criança na cama entre nós e agora, com o bebê acordando a cada três horas, a única coisa que eu quero é dormir.


— Você acabou de falar como um homem verdadeiramente casado — disse Harry.


Wincott fez uma careta.


— Voltando ao Sweeney — disse ele. — Estamos descobrindo que muitas pessoas gostariam de vê-lo morto, o que quer dizer que não faltarão suspeitos. Estivemos dando uma olhada nas coisas dele. Ninguém conseguiu encontrar sua carteira. Ei, adivinha o quê? O Sweeney mantinha um diário.


Harry levantou uma das sobrancelhas.


— Isso é coisa de menina. Eu não fazia a menor idéia de que Sweeney fosse o tipo que escrevia um diário.


Wincott riu novamente. Quando sorria, ele parecia dez anos mais novo.


— Não era esse tipo de diário — disse ele. — O idiota mantinha uma lista com o nome de todas as pessoas que pretendia chantagear. E isso não é brincadeira. Ele escreveu tudo. Adivinha o nome de quem estava no livro, juntamente com os dos traficantes e cafetões?


— De quem?


Mais uma vez, Wincott inclinou-se para o amigo.


— Lewis.


Harry ficou animado.


— Você está brincando.


— É verdade. Sweeney ia tirar algumas fotos e mandar para a mulher dele.


— Que tipo de fotos?


— De Lewis com a amante.


Harry balançou a cabeça.


— Devo dizer que isso é chocante.


— Nem tanto — discordou Wincott. — Eu não conheço ninguém que não gostasse de ver Lewis em apuros.


— Acho chocante que ele conseguisse transar com duas mulheres.


— Uma delas tem o corpo de uma tábua de passar roupas, mas é cheia da grana — razão pela qual ele se casou com ela —, e a outra, apesar de não ser cheia da grana, é cheia em outros lugares, se é que você consegue entender o que quero dizer.


— Quem mais estava lá?


Wincott lhe contou sobre as outras pessoas que Sweeney andara chantageando.


— Ele tinha até um livro-caixa sobre a grana que entraria e as quantias cobradas, como se fosse uma conta bancária. Quem, em sã consciência, escreveria tudo isso?


— Ele deve ter pensado que nunca seria pego.


— Como eu disse, estamos tentando reduzir a lista de suspeitos. Parece que um dos três traficantes não queria ceder à chantagem de Sweeney. Talvez ele os estivesse pressionando.


— E a Gina Weasley? Como é que ela entra nessa história?


— Eu não sei — disse Wincott. — Ainda não tive a chance de falar com ela. Tive de voltar à cena do crime e fiquei preso por lá. Encontramos o celular dela.


Harry endireitou o corpo.


— Ah, é? Onde o encontraram?


— Em umas moitas atrás do monte de lixo que Sweeney chamava de casa. Estamos levantando as impressões digitais do que restou do celular, mas acho que não vamos encontrar nada. O porão estava completamente vazio. As únicas digitais eram as de Sweeney. O assassino devia saber o que estava fazendo. E ele era forte, muito forte. Tinha de ser — continuou ele —, para levantar o corpo de Sweeney com aquela corda. E, por falar nisso, recebemos o relatório da autópsia. Ele já estava morto quando tiraram suas roupas e o enforcaram.


— Como foi que o mataram?


— Por asfixia — disse ele. — Agora, estou encucado para saber por que o assassino se deu ao trabalho de tirar as roupas dele e enforcá-lo. O Bradshaw acha que foi só para causar efeito — disse ele, referindo-se ao parceiro.


— O que você acha?


— Acho que ele estava se exibindo para sua namorada sofisticada... você sabe, tentando impressioná-la.


— Você está se referindo à Gina Weasley como a namorada dele? — Wincott levantou as sobrancelhas. — Ouvi dizer que ela é linda.


Harry evitou fazer qualquer comentário. Wincott pareceu que não tinha notado.


— Você sabe como são esses doidos, Bradshaw acha que ele deve tê-la visto em algum lugar e ficado vidrado nela. Ele vai falar com o Matlin sobre isso — acrescentou ele, referindo-se ao psiquiatra do departamento.


— Boa idéia — disse Harry. Em seguida, ele colocou Wincott a par de sua entrevista com Gina, contando-lhe o episódio do homem que a perseguira até o carro. Ele também mencionou a teoria dela sobre Sweeney e o dr. Shields. — Ela tem certeza de que perdeu o celular ao cair.


Wincott estava tentando juntar as peças em sua cabeça. Muito bem, ele encontrou o celular, viu que tinha uma câmera embutida e decidiu se divertir um pouco. O e-mail dela estava lá. Tudo o que ele teve de fazer foi tirar a foto e apertar um botão.


— Isso ainda não explica o que Sweeney tem a ver com isso. — Wincott concordou. — E eu não acredito que um traficante de drogas se divertisse com esse tipo de brincadeira. Posso imaginar um deles matando Sweeney, mas... — Ele parou de falar, encolheu os ombros e disse: — Ainda não tem sentido.


— O que você quis dizer com estamos levantando as impressões digitais do que restou do celular?


— Enquanto ainda estava no porão, ele deixou o celular aos pedaços. A equipe de legistas encontrou várias peças na bancada de trabalho.


— E naturalmente não havia nenhuma impressão no martelo.


— Não — confirmou ele. — Nem uma sequer. Ouça, quero lhe agradecer por estar trabalhando nisso com a gente. Vamos ter bastante trabalho de rotina. Como mandaram aquele e-mail para Gina Weasley, vamos ter de investigar todas as pessoas que de alguma maneira têm algo a ver com ela. É possível que se trate de uma vingança de um amante abandonado ou de algum funcionário insatisfeito. Vou precisar de toda a ajuda que for necessária. Seria bem legal se finalmente pudéssemos trabalhar juntos, comigo lhe dizendo o que fazer. Eu ia gostar muito.


— Bem, antes que você fique todo entusiasmado com a idéia de me colocar na sua equipe, você precisa saber de uma coisa.


— O quê? — Wincott olhou para cima para, em seguida, dizer: — Diabos, Lewis está fazendo sinal para mim.


— Ele vai dizer a você que quer me ver fora dessa investigação. Tudo o que posso fazer são alguns telefonemas para você.


— Wincott — gritou Lewis, da porta de seu escritório. — Quero falar com você.


— Pentelho — resmungou ele.


— Mantenha-me informado — disse Harry.


Wincott concordou com um aceno de cabaça. Harry pôde ouvi-lo suspirar, enquanto contornava as mesas para chegar ao escritório de Lewis.



Carol-oi galera estou em épocas de provas então estou dando uma rápida passada para atualizar espero que tenham gostado dois cap! Bjs e ate logo mais Carol
 GH

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