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15. Draco Malfou apaixonado?


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 15


Draco Malfoy apaixonado?


 


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Capítulo com referências de Chico Buarque. Não é song fic, mas para Chico sempre há exceções.


 


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Quase uma hora após a partida de Draco, Hermione acordou estranhando onde estava. No quarto. Dormiu? Na sala. Onde? No colo de Draco Malfoy. Toda a confusão passou rapidamente pela sua cabeça. Foi à sala e encontrou sobre a mesa um pergaminho com a letra que logo reconheceu.


 


Hermione,


Como posso me desculpar pelo meu comportamento?


Lembro-me de suas palavras, mas para mim elas não são suficientes. Não por você, mas por mim.


Como te disse existem sentimentos, palavras, ações que muitas vezes não consigo controlar.


Ainda sou um Malfoy. Quero mudar. Não conseguirei sozinho.


Sempre tive tudo que quis. Você é diferente. Além de linda é inteligente. E então eu digo “sim, vai e diz. Diz assim que eu chorei, que eu morri de arrependimento. Que o meu desalento já não tem mais fim. Vai e diz.


Diz assim como sou infeliz, no meu descaminho. Diz que estou sozinho e sem saber de mim. Diz que eu estive por pouco. Sim, vai e diz. Diz assim que eu rodei, que eu bebi, que eu caí, que eu não sei, que eu só sei que cansei, enfim


dos meus desencontros. Corre e diz a ela que eu entrego os pontos”¹. É isso, Hermione. Draco Malfoy entrega-se à uma bruxa de sangue trouxa. Espero que possa realmente me perdoar.


Com carinho,


Draco, simplesmente Draco


P.S.: Seu jantar está pronto. Espero que goste.


 


 


 


Hermione não entendia os acontecimentos recentes. Afinal, quem é você, Draco Malfoy?


 


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Hermione não sabia o que pensar... Guardou o pergaminho em sua bolsa. Precisava de uma outra opinião: Ginevra Weasley.


 


O dia passou voando. O jantar estava delicioso. Dormiu sem conseguir pensar em mais nada. Decidiu não responder o pergaminho de Draco. Nada teria a dizer. Estava confusa. De repente tinha um romance carnal com Simas Finnigan, Draco Malfoy arrependido, Ronald Weasley um amigo fiel.


 


A semana passou e não entrou em contato com ninguém. Gina dizia para aproveitar Simas e Draco, para depois decidir. Harry e Rony a procuravam preocupados com o processo e cautelosos com a proximidade de Draco Malfoy.


 


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Em sua casa, Draco entregou-se ao trabalho. Conferia suas corujas ansioso por uma resposta de Hermione. Nada. Os dias se passavam. Nada. Pensou em fazer um jantar romântico, descobrir suas flores preferidas, saber o prato preferido, decorar cada milímetro de seu corpo, qual chocolate ela comia, preferia vinho branco ou tinto, saber o sabor de seus lábios.


 


Socou a mesa. Draco Malfoy merecia Hermione Granger? Por quê?


Ele havia mudado. Pegou um pergaminho. Iria escrever. O quê? Nada... O silêncio foi a melhor resposta de Draco. Sentou na janela de seu quarto e observou a lua que se escondia em uma nuvem cinza.


 


Ninguém vai chegar do mar


Nem vai me levar daqui


Nem vai calar minha viola


Que desconsola, chora notas


Pra ninguém ouvir


 


Minha voz ficou na espreita, na espera


Quem dera abrir meu peito


Cantar feliz


Preparei para você uma lua cheia


E você não veio


E você não quis


 


Meu violão ficou tão triste, pudera


Quisera abrir janelas


Fazer serão


Mas você me navegou


Mares tão diversos


E eu fiquei sem versos


E eu fiquei em vão


 


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No final da semana Hermione recebeu um pergaminho. Não era de Draco.


 


Mione,


Desculpe o meu comportamento da última vez que nos encontramos. Não tenho direito de cobrar-lhe nada. Ficamos poucas vezes e nem moro na Inglaterra. Só espero que seja sincera comigo. Na próxima semana poderei ir te visitar. Caso queira encontrar-se comigo, diga.


Estou gostando de você. A única coisa que peço é sinceridade.


Simas.


 


Hermione decidida pegou um pergaminho. Chega de enrolar. Ela não era assim. Com uma grafia delicada pôs-se a escrever.


 


Draco,


Posso ir à sua casa amanhã? Escreva dizendo o melhor horário. Já sabe que tem meu perdão e obrigada pelas belas palavras.


Hermione.


 


Ela decidiu ver qual era a do Malfoy. Respondeu para Simas que entendia a situação dele, mas que, para ela, Draco era apenas um amigo. Uma pessoa que cometeu erros no passado e agora tentava corrigi-los. E também pediu que ele avisasse assim que estivesse no país e poderiam sair para jantar.


 


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A resposta de Draco chegou rapidamente. Informava apenas um horário convidando-a para almoçar. Hermione estava deitada em seu sofá, pegou um livro para ler, porém nem passou da segunda página quando o famoso barulho de aparatação foi-se ouvido em seu aposento.


 


- Harry! Ron! Que ótima surpresa!


 


- Temos ótimas novidades! – disse Harry. E Ron completou:


 


- Krum será julgado na Inglaterra!


 


- Sério? Como conseguiram isso?


 


- Na audiência, os bruxos ficaram muito preocupados com toda este mal entendido. Acham que se Krum não tem nada a esconder não tem por que ficar enrolando. Ele será obrigado a se apresentar no Ministério daqui um mês, Mione.


 


- Um mês, Harry? Não é muito tempo?


 


- Essas coisas são assim, Gatinha. Demoram mesmo... E me diga uma coisa. Qual é a do Malfoy?


 


- Realmente, Mione, não estou entendo... Nem conversamos direito sobre isso.


 


E assim a garota falou tudo nos mínimos detalhes sobre o ocorrido.


 


- Na boa, Hermione, devia investir no Simas. Nem me adianta olhar com essa cara, Ron!


 


- Só é difícil... Estranho, na verdade, pensar em você com outro homem, Gatinha.


 


- Entendo... Mas, meninos, eu não sinto aquela paixão, aquele fogo quando estou com Simas. Sabe aquela eletricidade?


 


- E vai dizer que sente isso com o Malfoy? – perguntou incrédulo Harry. Durante um tempo não houve resposta e os dois ficaram um pouco preocupados com aquele silêncio. – Não acredito, Mione! Como?


 


- Eu não disse nada, Harry!


 


- Exatamente por isso! – exclamou Rony!


 


- Sei lá, gente! Tudo ainda está confuso! Vou deixar rolar.


 


- Hermione! Você vai ficar com os dois ao mesmo tempo?


 


- Claro que não, Ronald! Que pergunta!


 


- Sei lá...


 


- Você forçou mesmo, cara...


 


- Bom... Fiquei feliz pelas notícias. Mas, precisam ir... Estou com muito sono!


 


- Amanhã é sábado! Ei, não quer almoçar comigo e com a Gina?


 


- Almoçarei com Draco.


 


- Draco, Mione? Draco! Vai entender...


 


- Nem comece, Ron.


 


- Não vou começar... Posso passar aqui domingo?


 


- Claro.


 


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- Não entendi nada do seu plano Natasha.


 


- Por isso você não passa de um jogador!


 


- Ei! Cuidado com a ofensa. Sou jogador por opção. Saiba que eu fui escolhido...


 


- ... para participar do torneio tri-bruxo e blá, blá, blá. Já conheço esta história.


 


- Desculpe se não entendendo qual a razão do meu advogado não ter apresentado toda a defesa que era possível.


 


- Sou de uma família muito influente, sabe?


 


- Sei. E daí?


 


- Daí que lá você será inocentado. Temos que estar lá! Algumas coisas aconteceram e mudaram todos nossos planos!


 


- Acho que isso não vai acabar bem...


 


- Por isso que não te conto todos os detalhes. Você é muito pessimista. E também porque preciso em você o elemento surpresa... Essa é a chave.


 


- Certo...


 


- Tenho bons contatos lá... Algumas pessoas estão me devendo favores. Acredite em mim, você será inocentado.


 


- E o plano de ter quem eu quero de volta?


 


- Em andamento. Você verá. Agora preciso ficar sozinha.


 


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Tudo está pronto. Ninguém espera por este ataque. Hogsmead e a vila trouxa Kingstown. Temos grandes aliados. Dessa vez nada estará em nosso caminho. Local marcado, no dia combinado e na hora exata. J.B


 


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No dia seguinte...


- PORCARIA! Onde está o peixe???


 


- Senhor Malfoy, o senhor está muito nervoso, senhor. Cody já está cuidando de tudo, senhor.


 


- Não estou nervoso, Cody!


 


- Está sim, senhor. Cody sabe que meu senhor está nervoso. O senhor, meu senhor, está nervoso por causa da visita da senhorita Granger, meu senhor?


 


- Deixa de falar besteira! Vá AGORA para a cozinha! – Assim que o elfo dirigiu-se à cozinha, Draco subiu as escadas correndo e entrou afobado em seu quarto. Olhou-se no espelho e disse de si para si: - Draco, é só a Hermione. Antiga Granger. Onde já se viu ficar assim por causa de uma mulher? Respire e relaxe.


 


Após alguns instantes, Hermione chega à porta e respira fundo antes de tocar a campainha. Quanto tempo fazia que não ficava assim para um encontro? Desde Rony...


 


- Olá, Draco.


 


- Oi. Hermione. É... Entre, por favor.


 


- Claro... Sua casa é linda.


 


- Obrigado. Depois vou te mostrar a biblioteca.


 


- Sério? Vou adorar!


 


- Sim, mas só depois. Senão, você é bem capaz de me trocar por um livro embolorado!


 


- Engraçadinho...


 


Ele foi até a sala e ela o acompanhou observando tudo quanto podia. Nada ali parecia com o Draco Malfoy que ela imaginava. Não havia ostentação, apesar da notável riqueza no ambiente.


 


A conversa entre eles começou de maneira formal. Aos poucos ambos foram relaxando e ficaram a falar bobeiras, contar coisas de infância e adolescência. Lembrar de Hogwarts, da guerra,... Sentaram-se à mesa para almoçar e a conversa continuava no mesmo ritmo.


 


- Então, Hermione, tem visto o Finnigan?


 


- Apenas conversamos por corujas.


 


- Está pensando em namorar com ele?


 


- Não, Draco. – ela respondeu nervosa.


 


- Você está bem? – estranhando a reação dela, fez a pergunta.


 


- Sei lá! – Ela levantou-se da cadeira e começou a andar pela sala. – Ainda é estranho tudo isso que estamos passando! Suas palavras... Seus gestos... – Ela andava em círculos.


 


- Para mim também é difícil – ele interrompeu a andança postando-se à frente dela. – Olhe para mim. Não sei o que estou sentindo, não sei decifrar nada disso... Só sei que não consigo pensar em você de outra maneira.


 


- Que maneira?


 


- Não consigo pensar em você longe de mim – Antes que Hermione pudesse responder ele passou agilmente os braços em torno da cintura dela puxando-a para perto de si. Seus lábios aproximaram-se dos lábios de Hermione. O aroma do vinho desprendia-se daquela boca. – Não consigo pensar que outro homem possa aproximar-se tanto de você como eu agora... Aproximar-se mais como eu dentro de alguns segundos. – Olhou para os lábios de Hermione e novamente para os olhos castanhos da mulher à sua frente. Fechou os olhos e a beijou.


 


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Desalento (Chico Buarque e Vinicius de Moraes)


Lua Cheia (Chico Buarque e Toquinho)


São as músicas desse capítulo


 


 

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