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5. Chegada à Hogwarts


Fic: Hogwarts sob um novo olhar A VOLTA DOS MORTOS!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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[N/A: Tenho q dizer... Esse capítulo não ia sair agora, tava com uma preguicinha, mas fiquei muito feliz com o comentário de Kikawicca... Vi tudo de vez e tenho q dizer: Não tenha vergonha de postar! Se visse meus comentários saberia q eu não me importo com leitores abusados... Eu adoooooro comentar sobre tudo... Falo até demais, a Cecíclia Potter q o diga... Valeu pelo coments tb, Cecília... Espero q curta a fic! Pra Cordy, eu nem preciso falar nada! No colégio eu já a alugo sem parar!
Bom é isso, espero q cutam esse cap. meio doido, mas importante pra história pq aparece a Claire, da pra conhecer melhor o Tony... Enfim! A gang está praticamente formada... Ia colocar a seleção das casas, mas achei melhor deixar pro próximo... Xau]


 Capítulo V- Chegada à Hogwarts


Já fazia quase duas semanas que tivemos nosso ultimo contato com o mundo bruxo. Meu pai e Louise foram buscar as fardas no Beco Diagonal. Eu não fui porque não estava me sentindo muito bem. Não, não precisam soltar fogos, eu estou bem de saúde, viu? Mas não quis ir no dia. Ponto. Pode ter sido só preguiça de ter que fazer uma viagem tão longa ou outra coisa que eu não sei o que é... Medo? Talvez... Agora não me pergunte do que, porque a única coisa que eu sei é que a idéia de ir para Hogwarts não me parece mais tão convidativa. Acho que meu medo principal é ir para uma casa onde as pessoas não gostem de mim... Sei que é besteira, mas o que aquele garoto me disse na loja da Madame Malkin, me deixou meio ansioso. Em que casa eu iria parar? Tentei me imaginar em todas elas, mas achei uma missão quase impossível, afinal eu tenho um pouco de cada casa. Mas não adianta pensar nisso agora, afinal se o garoto estiver certo o chapéu (que coisa de maluco) vai decidir por mim.


Minha mãe entrou no quarto sem bater nem nada e sentou na minha cama, onde eu estava pensando novamente na morte da bezerra.


- Está nervoso?- Levantei um pouco o tronco e a encarei em dúvida, será que eu sou tão transparente assim?


- É amanha a viagem, sua irmã está uma pilha de nervos, achei que estaria como ela... - Me olhou de lado e sorriu. Mãe é tudo igual, pode até ser totalmente diferente de nós, mas no fundo elas sempre nos entendem.


- Talvez um pouquinho... – Fiz uma careta e ela deu risada.


- Um pouquinho? – Ela sorriu. Retribui e afirmei com a cabeça. – Sabe é normal sentir medo de mudanças...


Oh God! Ela vai começar o discurso! Me joguei de volta demonstrando toda a minha impaciência e ela parou de falar.


- Ok, ok. Não vou falar nada!- Olhei pra cara dela e ela parecia que tinha calado mesmo. Levantou e já ia saindo quando eu a chamei.


- Mãe! – Ela virou meio ansiosa. Tadinha... - Pega água pra mim, por favor?- Dei o meu melhor sorriso que ela retribui com um suspiro cansado. Mãe desnaturada!


À noite até que foi muito tranqüila, pra mim pelo menos! Eu tenho um sono bem pesado, mas acordei de vez em quando por conta da Louise que fazia muito barulho no andar de baixo... O que é que ela tava fazendo de tão importante às... Olhei pro meu relógio, duas da madrugada??? Fiquei tentado a ir ver, mas a minha cama estava tão boa que logo a vontade de sair dela passou. Voltei a dormir.


Minha mãe me acordou, achei estranho meu despertador não tocar, mas continuei minha vidinha, olhei para o meu relógio automaticamente, hum... quatro horas... Peraê! Olhei de novo, QUATRO? Nem posso dizer quatro da manhã, são quatro da madrugada! Sai do meu quarto e desci as escadas de dois em dois degraus, quase me bati na Carlota, nossa governanta.


- Cadê minha mãe?- Nossa que mal educado que eu sou!- Desculpe Carl! Bom dia!- ela sorriu pra mim e murmurou um bom dia, apontou com a cabeça pra cozinha. Carl não é muito de falar... Percebe-se!


Continuei desembestado até chegar ao meu destino. E lá vem a falta de educação de novo!


- Por que estou acordado as quatro da madrugada, mãe?- Apontei para o meu relógio com uma cara de indignação. Diga se de passagem, totalmente desnecessária, afinal de contas eu já estava totalmente desperto mesmo...


- Bom dia pra você também, Cesc!- Disse Louise com uma falsa animação e um sorriso mais falso ainda. Retribui o cumprimento com o mesmo carinho.


- Não te desejo um bom dia porque... – Já ia enumerar os milhões de motivos que tenho pra desejar a Louise um péssimo dia, mas fui cortado por uma mãe muito nervosa.


- No caminho vocês brigam! – Os psicólogos adorariam a minha mãe incentivadora de brigas!- Vai se arrumar Cesc, se não vocês dois vão perder o trem!


Olhei pra ela com uma cara de que estava tentando entender o que ela estava dizendo. O trem, o trem, hum... O TREM! Lembrei! Viagem, escola, casas! Minha ansiedade voltou com tudo... Valeu mãe! Voltei correndo pra me arrumar, por sorte minhas malas já estavam prontas há séculos se não seria um problemão!


Pegamos um vôo até Londres, se fossemos de trem não daria tempo, e praticamente voamos de novo para a estação de King Cross, tirando a parte do engarrafamento de quase uma hora e meia... Chegando à estação não havia muito movimento, o que me surpreendeu, afinal já era quase dez e meia da manhã!


- Qual a plataforma, mãe?- Disse tranqüilo, apesar de estarmos meio atrasados...


- Plataforma nove e meio. - Parei e olhei para a cara dela, não achando aquilo tudo uma grande loucura, já tinha aceitado as estranhezas do mundo bruxo, mas não pude deixar de ficar preocupado... Como se chega à plataforma nove e meio?


Minha irmã respondeu minha pergunta mental.


- Acho que... Fica entre a nove e a dez...


Aceitei essa resposta mais que óbvia por hora, tinha até um pouco de lógica, mas sinceramente não sabia que os britânicos gostavam de números quebrados.


Paramos entre a plataforma nove e a dez. Olhei pra cara de Louise e perguntei bem calmamente.


- E agora?- Ela mordeu o lábio inferior e parecia tentar refletir sem sucesso, até que vimos um rapaz de 16 ou 17 anos passar correndo por nós e atravessar a pilastra que dividia as plataformas, como se essa fosse feita de ar.


- Vocês viram isso não viram?- Perguntei incrédulo. Todos acenaram afirmativamente com a boca escancarada. Respirei fundo. Bem lá vamos nós... Corri em direção à pilastra, pronto pro choque que não veio.


Vocês devem estar pensando “Nossa! Que corajoso!”, mas eu quase morri do coração! Abri os olhos e dei de cara com um trem vermelho muuuuuuito irado!!! Ok, ok... Tinha aquela cara de peça de museu, mas como eu adoro história, pra mim é uma maravilha! Fui em direção a ele correndo com a minha bagagem, afinal ela tinha que ir também. O maquinista/carregador me ajudou com a mala, ele foi muito simpático... Disse até o nome que é... Enfim, subi no trem! Não. Esse não é o nome dele! Eu não lembro qual é, um dia qualquer eu vou estar com os meus netos e vou dizer “Lembrei! Era não-sei-quem!”, mas por hora é só maquinista/carregador mesmo. Voltando ao trem, fui andando pelos corredores, a fascinação já tinha acabado. Eu teria sete anos para admirar o trem e não sei se tenho mais de sete minutos para achar um lugar descente! Em pé eu não vou! Já estava meio desesperado quando ouvi uma voz familiar...


- Vocês se acham né?- Era o Zabine! Ele não parecia muito feliz...


- Quem se acha aqui é você pirralho! Não pode ficar na cabine dos veteranos!- Falou um cara que devia ter uns dezessete anos e meio cérebro.


- Sério? Por quê? Só porque conseguiu por um milagre de Merlin fazer parte do time da Sonserina, acha que todos vão esquecer que você é um cruzamento de ogro com trasgo?- Merda, merda, MERDA! Zabine conseguiu irritar o cara! A briga nem era comigo, mas as minhas pernas começaram a se mexer na direção oposta! Nem quis ver como a vida, quero dizer briga, do Zabine ia acabar... Mas como eu tenho um imã pra maluco eu só tive tempo de ouvir algo, que eu não sei por que, mas tenho certeza de que ainda vou ouvir muito nessa vida.


- CORRE!!!- Fui arrastado pelo Zabine, para nossa sorte nós fomos puxados para uma cabine.


- Abaixem-se idiotas... - Murmurou uma voz feminina. Obedeci me sentindo patético, diga-se de passagem... Me pergunto se um dia eu vou rir de uma situação dessas... – Pronto! Podem cair fora agora.


Eu ia implorar pra aquela garota, que eu ainda nem tive a oportunidade de olhar o rosto direito, desgrudar o Zabine de mim, (ele tem cara de mega problema) quando vi pela janela minha mãe vermelha, acho que de raiva. Eu me despedi dos meus pais não foi? NÃO FOI? Não, não foi. Dei um tchauzinho somado com um sorrizinho amarelo. Minha mãe passou o dedo no pescoço como se dissesse “Você está morto!”, já mencionei que minha mãe é muito amável? Ainda consegui ver meu pai dar um tchau animado e receber um tapa no braço, da minha mãe, Claro!. Olhei pra dentro da minha cabine, sim porque ia precisar de muitos sonserinos pra me tirar dessa cabine praticamente vazia. Zabine e a garota, que agora eu pude perceber era a coisa mais, mais... Estranha que eu já vi, me encaravam com uma cara de paisagem. O loiro-problema se pronunciou primeiro.


- Cara sua mãe deve ser BEM carinhosa!- Ele se jogou no banco e deu risada, eu, que sou muito bem humorado, dei um olhar fuzilador na direção dele.


- Saiam os dois!- A garota baixinha de cabelos compridos e loiros presos em uma trança, olhos castanhos e muuuuuuuuuitas sardas falou apontando pra porta. Ela não era estranha totalmente, mas conseguia ter mais band-aids no corpo do que sardas na cara! Novo recorde...


- Desculpe, não entendi. - Realmente não entendi! Por que ela queria se livrar tanto da gente? Zabine completou meu raciocínio.


 - Que tipo de heroína é você? Salva e depois deixa as pobres vítimas jogadas a própria sorte? – Apontou pra mim e pra ele com a mão direita e limpou uma falsa lágrima com a esquerda. Revirei os olhos.


- Ele tem razão!- Disse apontando para o Zabine. – Não vou voltar para aquela selva chamada corredor. - Ela deu risada. Na verdade ela gargalhou, se jogou no banco e ficou se contorcendo de rir nele. Olhei pro Zabine com uma cara de espanto que pude ver refletida na dele quando olhou pra mim também.


- Do que é que você ta rindo? – Zabine perguntou com pouca paciência.


- Ele...- Apontou pra mim se controlando pra não voltar a rir.- Tem um... Sotaque engraçado!- Voltou a rir agora acompanhada do macaco que disse que ia pra Sonserina.


- Haha! Muito engraçado mesmo... – Já ia mostrar minha falta de paciência com os ingleses quando ouvi a porta da cabine abrir com força. OS SONSERINOS VOLTARAM! Para minha sorte, meu cérebro é devagar nas horas de pânico extremo, se não eu teria me escondido de forma vergonhosa embaixo do banco e só depois eu perceberia que não era os sonserinos assassinos na porta.


- Achei você!  - Minha irmã me olhava com um sorriso de alívio e uma das mãos onde deveria ser o coração dela. Desconfio muito que ele esteja realmente ali...


- Não sabia que estava sendo procurado... - Zabine levantou mais rápido do que um raio e foi se apresentar a Louise.


- Me referia a ele!- Disse ela apontando para mim e tirando a mão dela da mão do futuro sonserino idiota que faria da minha vida um inferno. - Mamãe ficou uma fera porque você não se despediu dela...


Ela disse sentando, Zabine foi se sentar também, mas começou a falar antes que ela concluísse o raciocínio dela.


- Ah, então foi por isso!- Ele fez cara de entendimento e minha irmã desviou a atenção pra ele que estava sentado ao lado da loirinha. – Cara! Ela parecia uma fera mesmo! Falando em fera, qual é mesmo o seu nome... - Ele parou ao notar a cara de indignação da minha irmã, pensou rápido a peste porque o mesmo movimento que ele ia fazer pra apontar pra ela, ele usou para apontar para a garota ao lado dele.


- Claire Sullivan!- Disse ela finalmente vencida pelo cansaço. – E vocês são... – Ela disse com um movimento para que nós continuássemos, coisa que eu ia fazer, mas fui interrompido pelo Zabine.


- Eu sou o Tony- Ah é esse o primeiro nome dele! Lembrei! Ou fui lembrado... Tanto faz!- Aquele é o Cesc e ela é a irmã dele- Apontou pra Louise que se apresentou sozinha.


- Louise Fábregas!- Cumprimentou a Claire educadamente e depois olhou pra mim. – Já o conhecia? - Apontou com a cabeça e uma pitada de desprezo, diga se de passagem, pro pobre do Tony. Não gostava dele não, mas passei a gostar só porque a Louise não gostou dele. Pode dizer o que quiser de mim, mas só o fato da Louise não gostar de alguém é o suficiente pra você poder colocar a pessoa no seu circulo de amizade porque com certeza é gente boa!


- Nos conhecemos na loja da Madame Malkin- Falei com pouca emoção- Primeiro amigo de Hogwarts... – Ele me olhou surpreso, no que eu murmurei “Depois eu te explico!”, ele confirmou com a cabeça.


-Pois é. Só que ele tava com humor melhor do que o de hoje. - Disse o cara de pau!


-Ele sofre de transtorno bipolar... – Louise respondeu. Olhei descrente pra minha irmã. Que dissimulada!-Tem hora que é uma pessoa civilizada, mas na maioria do tempo ele parece um selvagem!


Quanta besteira! Por que essa garota não se enforcou no próprio cordão umbilical?


- Isso não é doença de trouxa?- Perguntou o Zabine intrigado.


- Não. É doença de maluco mesmo... – Respondeu a loira com um ar de tédio. Tive que interromper aquele concurso de maior idiota da Europa!


- Primeira coisa: O único transtorno que eu tenho na vida está sentado ao meu lado. Segundo: Trouxa é um termo que designa as pessoas que não são bruxas e terceiro: não sei qual é o termo certo pra chamar as pessoas com problemas mentais, mas tenho quase certeza que não é maluco!- Finalizei meu mini-discurso. Repararam como eu falei bonito? Dei até uma de politicamente correto no final... Louise se perdeu no primeiro item, já que eu raparei que ela estava vermelha que nem a minha mãe estava antes... Zabine me olhava como se tivesse perdido alguma coisa e a loira só me olhava com a mesma cara de tédio de antes...


- Espera um minutinho ai! Vocês todos são trouxas?- Zabine disse levantando meio assustado.


- Somos bruxos que nem você Zabine, mas viemos de família trouxa sim, algum problema?- Levantei levemente a sobrancelha direita.


Ele pareceu refletir, colocou a mão no queixo e voltou a sentar. Disse finalmente:


- Por enquanto não! É só o meu pai ficar sabendo, tipo assim... NUNCA, que a vida vai seguir seu curso!- dei risada aliviado, com esse “sangue-puro”, pelo menos, eu não teria problema.


A viagem seguiu tranqüila, tirando a parte que a Sullivan explicava como ela tinha conseguido todos aqueles machucados andando de skate. Não que fosse tão difícil assim entender as manobras que ela tentou fazer. Ruim mesmo foi explicar ao Tony o que era e pra que servia um skate... A moça dos doces passou e eu comprei alguns... Ok! Eu comprei um monte! Mas em minha defesa digo que naquele trem luxuosíssimo não servia almoço!


- Chega de se sujar, digo comer chocolate, Cesc!- Disse o Zabine cheio de graça... – Temos que colocar o uniforme, daqui a pouco a gente chega, ai você vai poder comer a vontade na escola... -Disso eu duvidei muito, afinal de contas nem um almoço no trem eles se dignaram a colocar! Ultrajante...


- Como sabe disso, Tony?- Perguntou Claire, depois de desistir de ir atrás do sapo de chocolate dela. Eles vêm com uma figurinha... O meu veio com um cara de óculos chamado Harry Potter, mas não deu pra reparar nele direito porque a foto sumiu...


- Eu li num livro... – Ele disse já quase saindo da cabine. Louise se levantou para ir atrás dele.


- Você me empresta esse... – A voz dela foi se misturando as outras no corredor já cheio de gente.


- Pronto pra Hogwarts, Cesc?- Perguntou Claire com um sorriso indecifrável nos lábios.


- Acho que Hogwarts não está pronta pra mim... - Saímos atrás da Louise e do Tony rindo do meu comentário, (que eu tenho quase certeza que é verdadeiro) entre os milhões de alunos de Hogwarts que não tinham o que fazer e resolveram ficar no corredor. Tony tinha razão, chegamos bem rápido. Quase me perdi de todo mundo naquele mar de gente na hora de sair do trem.


- Por aqui, Cesc!- Ouvi a voz de Claire e me senti sendo arrastado por ela em direção a uma estátua gigante. Epa! A estátua está se mexendo! E é maior do que eu pensava...


Larguei a mão da Claire pra tapar minha boca grande. Já tava até me vendo dizendo: “Minha nossa! Como tu é grande”. O homem giganorme me mataria e eu não seria famoso e bem sucedido em alguma coisa que ainda não sei o que é, mas que com certeza eu vou descobrir! Seria trágico...


- Minha Nossa! Como tu é grande!- Falou o Zabine. Fala a verdade, é de espantar uma coisa dessas! Ele deve ler pensamentos, mas com certeza não tem nenhum dentro da cabeça. Olhei pro lado e fingi que não conhecia a criatura. – Não é Cesc?- Inutilmente, claro! Olhei pro cara prendendo a respiração, mas ele deu um sorriso bondoso.


- É!- Disse depois de suspirar bem alto - Quantos metros você tem? Três?- Chutei alto, porque, nossa! O cara era enorme!


- Nunca medi, venham se apressem vão acabar perdendo... – O grandão não terminou de falar porque uma garotinha ruiva abraçou o gigante, saída do nada, devo salientar...


-Que saudade Hagrid! Vovó Molly mandou dizer que ficou chateada porque você não passou o Natal com a gente!- Ela fez biquinho, mas logo desfez dando lugar a um sorriso enorme.


Não pude deixar de ser mal-educado. Só estava pagando na mesma moeda, não se engane com esse momento família não! Se você reparar bem ela atropelou a nossa conversa com esse papo de Natal...


- Desculpa cortar o seu barato, foguinho, mas... -Olhei pro gigante de nome Hagrid e permita-me dizer, mas minha desculpa não foi nem um pouquinho sincera. - O que você estava dizendo antes de ser interrompido?- A ruiva me fuzilou, devo avisar que esse olhar não funciona comigo já que eu praticamente vivo com ele estampado na cara? Ignorei legal...


-Ah, ta! Alunos do primeiro ano por aqui!- Ele falou para todos, reparei feliz que eu e o idiota do Tony não fomos os únicos a nos surpreender com o Hagrid. Na verdade só a ruiva, um garoto moreno e outro loiro platinado não se surpreenderam com aquela figura. Quando só ficaram os supostos “Alunos do primeiro ano”, o gigante começou a falar coisas como “Bem vindos”, “Estudar em Hogwarts é uma experiência única!”.


Subimos nuns barquinhos daqueles que parecem os de papel que a gente coloca nas corredeiras criadas pela chuva.


Do grande lago que nós navegávamos deu pra ver que não era nenhum exagero o que o gigante dizia. Hogwarts realmente parecia ser uma escola única!


 

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