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14. Qual é a sua, afinal?


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 14


Qual é a sua, afinal?


 


Na hora do almoço Simas chegou e resolveram preparar um almoço. Quando se sentaram para comer puderam conversar sobre outro assunto que não envolvesse quantidade de tempero ou tempo de preparo.


 


- Gostei da sua casa. Da outra vez não tive tempo de conhecer. – Ela riu do comentário e falou:


 


- Obrigada. Conseguiu descansar?


 


- Sim. E vocês ficaram até tarde por lá?


 


- Fomos embora mais ou menos uma hora depois de você. Se chegasse um pouco mais cedo encontraria com Ron aqui. Parece que ele teve uma emergência no Ministério.


 


- Ele dormiu aqui?


 


- Sim. Às vezes ele dorme aqui.


 


- No quarto de hóspedes?


 


- Essa noite não. Dormiu na minha cama.


 


- Como? – Ele perguntou parando com o garfo no ar. Hermione não acreditava que estava tendo a mesma conversa em menos de um dia.


 


- Isso mesmo que você ouviu.


 


- Vocês... vocês...bem...


 


- Claro que não! Que ideia.


 


- Olha, Mione, sei que não namoramos e tal,... Mas não fico a vontade de saber que ainda dorme com Rony.


 


- Simas, nós estávamos cansados. Não estava a fim de arrumar o quarto de hóspedes...


 


- Certo. Mione?


 


- Sim?


 


- Ainda gosta dele?


 


- Apenas como amigo.


 


- Acha que temos alguma chance? – Simas levantou-se e pegou na mão de Hermione.


 


- Não sei... Nunca agi como daquela vez... Ainda vejo você como amigo... – Ele puxou Hermione pelas mãos fazendo com que ela ficasse em pé. Ela usava um vestido rosa claro estava de rasteirinha. Simas parecia bem mais alto assim Se bem que Draco é mais alto... Que pensamento é esse, Hermione Granger?


 


- Eu sei... Desde que nos vimos e principalmente depois daquela noite não consegui parar de pensar em você, garota. – Ele aproximou-se dela falando de forma que seus lábios apenas roçassem. – Meu corpo estremece quando penso em você – começou e beijar levemente os lábios de Hermione, seu pescoço, sua orelha... Ali parou e sussurrou: - Você me deixa assim... Bobo.


 


- Simas... é melhor terminamos de almoçar...


 


- Tem certeza?


 


- Não,... – ela começou a beijar o pescoço do dele. Suas mãos passaram pelas costas dele. Afastou-se um pouco e começou a desabotoar a blusa de Simas. O peito definido com poucos pelos ansiavam por um beijo. Ele a conduziu até a sala. Hermione continuou de onde parou. Terminou de tirar a camisa. Agora poderia ver melhor o corpo. Da última vez estava escuro. Sim, ele causava sensações boas nela. Começou a beijar o peito nu do rapaz. Sua língua concentrou nos mamilos dele. Enquanto ele apenas tentava chamar por ela. Ela queria comandar dessa vez. Enquanto beijava o corpo dele, começou a abrir o cinto. Já era possível ver o quão excitado ele estava. Desceu as calças e a cueca. Delicadamente ela o empurrou e entendendo a deixa ele sentou-se no sofá.


 


- Você me deixa maluco, garota.


 


- Ainda não viu nada- disse Hermione de forma sedutora próxima à orelha de Simas causando-lhe arrepio. Ela desceu o beijo. Alternava beijo e língua. Ele apenas gemia entregue às carícias. Ela então começou a circundar com a língua toda virilha do rapaz enquanto sua mão massageava o membro já duro. Ela deu uma pequena lambida na ponta e sentiu o corpo dele retesar-se e começou a chupá-lo. Sua boca engolia o pau dele e depois se afastava um pouco. Ele agarrava-se aos cabelos da garota, depois agarrava o sofá. Gemendo e dizendo o nome dela.


 


Simas afastou a boca de Hermione e a movimentou de forma que ela entendesse que era para ficar de pé. Sem retirar o vestido, ele puxou a calcinha para baixo. Abriu as pernas dela e começou a tocá-la. Ela estremeceu ao toque dele. Não poderia ficar em pé por muito tempo. Sentou-se em cima dele. Ele ainda a tocava inserindo mais dois dedos à vagina já molhada de excitação.


 


- Simas...


 


- Mione... Você é uma delícia. – Ela pegou o pau dele e colocou dentro dela. Apoiada nos joelhos, começou a se movimentar em cima dele. Pequenos movimentos circulares. Ela descia e subia... Descia e subia num movimento ritmado.


 


Juntos, gozaram. Ela deitou com a cabeça no ombro dele. Ainda sentia aquele membro dentro si.


 


- Você é uma delícia, garota...


 


- Obrigada. Você também dá para o gasto. – Ele percebeu a brincadeira e riu.


 


- Mione... Dê-me uma chance... Vamos namorar?


 


- Simas... – Ela começou a se levantar, mas foi impedida por ele – Não sei... Não estou preparada... E sei lá... Curto o que temos, mas não é tanto assim para começarmos um namoro.


 


- Não quer nem tentar?


 


- Por enquanto, não. Entende?


 


- Entendo... Falta alguma coisa, né? – Dessa vez ele a empurrou delicadamente e ela saiu de cima.


 


- Desculpe...


 


- Não há razão para desculpar-se. Está sendo sincera. Prefiro assim. – Deu um beijo na testa da garota. – Não sei você, mas estou com mais fome ainda!


 


- Digo o mesmo! Só vou jogar uma água no rosto.


 


- Ok. - Ele vestiu apenas a calça.


 


A campainha tocou e do banheiro Hermione gritou:


 


- Atenda, por favor. Deve ser o Harry!


 


Simas obedeceu e ao atender a porta apenas disse:


 


- Malfoy?


 


****************************************************************


 


- Blaise, precisamos conversar.


 


- Só deixa eu acordar, Draco.


 


- Tenho certeza que depois que eu contar o que tenho para contar você irá acordar. Estou na sala de jantar.


 


Blaise levantou rapidamente. Dirigiu-se ao banheiro e jogou água no rosto. Chegou à sala e a mesa estava posta com o café.


 


- Bom,... Então qual o assunto?


 


- Vou te contar uma coisa. Até agora apenas o ministro sabe. Vou te contar algo que não poderá sair desta sala.


 


- Claro, cara.


 


- Vou te contar o que aconteceu após a guerra e como consegui o perdão do Ministério inglês. 


 


- Sério?


 


- Sim...  Vamos lá então... É uma longa história.


 


****************************************************************


 


Depois de quase duas horas de relato, respondendo perguntas, negando alguns fatos ambos calaram-se.


 


- E para finalizar... Acho que estougostandodaGranger.


 


- Como?


 


- Acho que estou gostando da Granger. Sei lá... Nunca senti nada parecido... Acordo pensando nela, durmo pensando nela... Nos meus sonhos ela está presente. Não consigo suportar a ideia dela com outra pessoa.


 


- Caralho! Realmente você tirou meu sono. A sangue ruim?


 


- Não a chame assim... Só pensava estas coisas porque só sabia pensar aquilo que meu pai queria que eu pensasse. Você ainda acredita na extinção do mundo trouxa?


 


- Nunca parei para pensar nisso. Só acho que o nosso mundo fica ameaçado se eles tomarem conhecimento... Muitas bruxas foram mortas séculos atrás.


 


- O mundo mudou, Blaise.


 


- Apenas para alguns, Draco. No entanto, se gosta da sang... Da Granger vá atrás dela.


 


- Ela está com outro.


 


- Nunca vi um Malfoy desistir tão rápido de seus objetivos.


 


- Nisso você está certo! Vamos marcar um jantar esta semana?


 


- Não posso! Precisarei viajar!


 


- Certo. Mande uma coruja quando voltar, ok? Preciso ir!


 


Draco saiu de casa e facilmente conseguiu o endereço da Granger. Tomou coragem. Respirou e inspirou várias vezes. Colocou a mão para trás escondendo um buquê de flores. Respirou fundo mais uma vez e tocou a campainha.         


 


Não pôde conter a surpresa quando viu Finnigan parado à porta. Ele estava sem camisa, apenas usava calças e o cinto ainda estava aberto quando disse:


 


- Malfoy?


 


Hermione não sabia quem estava na porta, ainda pensando que se tratava de Harry veio correndo ajeitando o cabelo:


 


- Oi, Harry... Você... Draco?


 


- Parece que atrapalho.


 


- Não, não... Só não esperava você aqui. Como soube onde eu moro?


 


- Da mesma maneira que me achou. – Simas ainda parado à porta não gostando nada daquela visita. Draco ainda com um de seus braços para trás. Hermione vermelha tentando contornar a situação.


 


- Ah... Acho que já se conhecem, né? - pergunta idiota!, Hermione.


 


- Sim. – Eles responderam seco ainda se encarando.


 


- Ah claro... Bom íamos almoçar... Quer nos fazer companhia? – Simas olhou bravo para Hermione. Draco sorriu vitorioso vendo a cara de indignação do outro.


 


- Quero sim... – Ao entrar a porta foi fechada e Draco dirigiu-se à Hermione entregando o buquê. – São para você. – Nunca havia feito isso antes. – Não sabia que flor gostava então peguei vários tipos... – Hermione não conseguiu disfarçar a surpresa e a satisfação em receber um buquê tão lindo quanto aquele. Diversas flores de diversas cores.


 


- Nossa... São lindas, Draco. Obrigada, vou só pegar um vaso. Fique a vontade. Também precisamos de mais um prato e vinho! - Isso, Hermione, um vinho para relaxar.


 


Draco foi em direção à sala. O sofá desarrumado, alguma almofadas no chão.  Irlandês filho da puta.


 


- Temos o suficiente aqui. De comida...


 


- Acho que isso é seu – disse Draco estendendo a camisa jogada no chão para Simas.


 


- Não sabia que era tão amigo de Hermione a ponto de visitá-la sem aviso. – Disse Simas puxando a camisa das mãos do loiro. Hermione estava na cozinha e não escutava o embate que acontecia na sala. Ela estava ocupada demais pensando no por que de Draco aparecer lá do nada. Especialmente de encontrá-los naquela situação. Abriu a garrafa de vinho com a varinha e encheu três taças. Antes de servir os visitantes, deu um grande gole e encheu novamente a sua taça.


 


- Não sou tão amigo dela assim. Mas minha intenção é que fiquemos.


 


- E toda aquela história de sangue-ruim?


 


- O passado fica no passado.


 


- Frase estranha para um Malfoy.


 


- E você o quê faz aqui tão a vontade?


 


- Quer mesmo saber? Precisa que eu explique em detalhes? – Simas percebeu a fúria e sabia que tinha atingido Draco. Não entendia a mudança súbita do ex-colega de Escola, mas sabia muito bem a intenção de um homem ao levar flores a uma mulher. – Apenas vim almoçar com minha namorada.


 


- Namorada? Vocês estão namorando?


 


- Sim.


- Não foi o que ela me disse ontem. – Sorriu sarcástico. Ponto para Draco Malfoy.


 


- O-ontem?


 


- Sim. Depois que foi embora ficamos um bom tempo conversando. Venha, Hermione, estava falando para Simas sobre nossa conversa de ontem.


 


- Ah sim... Conversamos depois que você foi embora - Ele falou sobre isso de propósito... Afinal, qual é a dele? - Todos sumiram e acabamos sentando e trocando algumas ideias.


 


- Certo, Hermione. Que tal almoçarmos? – Ele pegou a mão da garota e enlaçou pela cintura. Draco viu com raiva como o corpo dele entrava em contato com corpo de Hermione. Ele seguiu logo atrás, mas não pôde ouvir as palavras sussurradas no ouvido de Hermione. Palavras que a fizeram rir. Ela virou-se pedindo com os lábios próximos ao dele: Para... Nem comece com estas coisas... Não estamos sozinhos.  Draco fechou os punhos e respirou fundo. Será que um dia ele poderia tocá-la daquela forma?


 


Simas sentou-se e Draco viu uma brecha... Adiantou-se para a cadeira de Hermione e puxou para que ela senta-se.


 


- Obrigada, Draco.


 


Mais um ponto para Draco... Mas para ele isso não era nada frente ao que Simas já havia conquistado da garota.


 


O almoço transcorreu tenso. Hermione tentava puxar conversa, mas estas sempre acabam em alfinetadas entre os dois. Depois do almoço parecia que um só ia embora se o outro fosse. Draco teve então uma ideia... Uma jogada que talvez desse certo.


 


- Bom... O almoço estava delicioso, mas preciso ir.


 


- Sério?- perguntou Hermione.


 


- Puxa, que pena, Malfoy! – Draco rapidamente entendeu o sarcasmo do outro.


 


- Bom, Hermione, escrevo uma coruja para você. Que tal almoçarmos esta semana? Se você já não tiver nada marcado com ninguém, claro.


 


- Não, não tenho.


 


- Achei que almoçaria com ele. – apontou para Finnigan.


 


- Ainda estou aqui, Malfoy.


 


- Bom, Draco... Escreva então. Simas trabalha na França... 


 


- Até mais, Hermione. – Despediu-se com um beijo em seu rosto. Ainda sentia o cheiro dele no corpo dela. - filho da puta...


 


Saiu sem se despedir do outro. Ao fechar a porta Simas virou-se para Hermione:


 


- Mas que merda aconteceu aqui?


 


- Sei lá! Nunca imaginei Draco aparecendo aqui!


 


- Draco? Não é mais Malfoy?


 


- Não...


 


- Desde quando?


 


- Desde o momento que ele mostrou ser outra pessoa. Ele veio desculpar-se comigo...


 


- Por que não contou que ficou conversando com ele?


 


- Tínhamos coisa mais importante para fazer.


 


- Rony e Harry sabem disso?


 


- Sabem de algumas coisas...


 


- Não acredito! Depois desse tempo todo um Malfoy vai se interessar por uma nascida trouxa.


 


- Simas... – Hermione aproximou-se dele vendo o quão nervoso estava - ... Ele não está interessado em mim.


 


- E as flores? – ele olhou para mulher à sua frente. Ele passou as mãos pelo cabelo dela. Além de conquistá-la ainda teria um desafiante por perto. E bem mais perto que ele. Percebeu que Hermione titubeou. – Já entendi, Hermione. Melhor eu ir embora.


 


- Não, Simas! Espera! Vamos conversar...


 


- Conversar o quê? Vai negar que ele está interessado em você?


 


- Ele me disse ontem que nunca se apaixonou.


 


- Sempre há uma primeira vez, garota. Só espero que seja sincera comigo. Estou gostando de você.


 


- Claro, Simas. Tudo isso ainda é confuso para mim. Só acho que Draco merece uma segunda chance.


 


- Estou indo.


 


- Não vá...


 


- Preciso voltar à França. Escrevo para você, ok?


 


- Não fique chateado comigo... Eu não esperava... Sério.


 


- Acredito em você, mas também não precisava convidá-lo para almoçar. Não precisa desculpar-se... Não sou seu namorado. Você deixou isso bem claro e Malfoy também.


 


- Simas... Não quero que saia assim...


 


- Melhor eu ir, Mione. Escrevo para você.       


 


Ele deu um breve beijo nela. E aparatou assim que chegou à rua.


 


- Droga – murmurou Hermione. Viu a cara de decepção de Simas assim que ele saiu. Voltou para sua casa e foi fechar a porta quando foi impedida. Abriu rapidamente, perguntando:


 


- Simas?


 


- Não... Malfoy.


 


- Desculpe. Pode entrar. Achei que tivesse ido embora.


 


- Eu fui, mas percebi que esqueci minha carteira.


 


- Sua carteira?


 


- Sim... Deve estar lá no sofá. Seu namoradinho já foi?


 


- Sim. E você sabe que não namoramos.


 


- Não é o que ele pensa.


 


- Conversei com ele sobre isso... – Malfoy se aproximou dela, mas sentia cheiro de homem, queria se controlar, mas não conseguia.


 


- Então é apenas um cara para transar de vez em quando?


 


- Sem comentários, Draco. Se veio aqui para me ofender, por favor, vá embora.


 


- Não mandou o irlandês embora, né? - Melhor você parar, Malfoy... Não eu não consigo. Aproximou-se dela. A cada passo que dava ela dava um passo para trás. Seus olhos pediam que parasse. Ele lia isso, mas não conseguia. Sempre ele teve tudo que queria. Sempre teve a mulher que queria. E agora estava ali, uma bruxa nascida trouxa que mexia com seu coração. E essa bruxa exalava o cheiro de outro. Ele não conseguia parar. – Aposto como implorou para ele ficar. Aposto como implorou para ele te comer. – Ele não continuou. Hermione afastou-se correndo até o vaso com as flores que havia ganhado. Sem pensar ela atirou o vaso na parede.


 


- SAIA DAQUI! Não acredito que te defendi! Você não muda mesmo!  - O barulho de vidro estilhaçado, as flores que havia escolhido com tanto cuidado fez com que despertasse de seu ataque. Hermione caia no chão chorando, pedindo em voz baixa que ele saísse de lá.


 


- Desculpe... Eu...


 


- Cansei de te desculpar, Malfoy. – Ele se ajoelhou perto dela. Que dor era aquela que sentia no coração? Nunca se importou de ver uma mulher chorar.


 


- Desculpe... Eu estou tentando... Às vezes as palavras saem e eu tento... Juro que tento, mas não consigo. Toda a minha educação foi baseada em ofensas, xingamentos, ironias,... – Ele tocou a bochecha da garota. Sentia as lágrimas quentes morrerem em seus dedos. Ela levantou os olhos e encarou os de Draco.


 


- Não sei por que te perdoo. Não sei o que se passa que não consigo ficar sem saber que estamos bem. Que somos amigos. Seus olhos mostram sinceridade, arrependimento,...


 


- Juro que vou melhorar. Você é a única pessoa que me perdoou depois de tudo o que fiz. Não falo daqueles que me apoiaram. Falo daqueles que machuquei.


 


- O que fizeram para você ser tão frio, Draco?


 


- Nasci um Malfoy. – Ele levantou-se e ajudou-a. Colocou-a no sofá e foi arrumar as flores. – Quer que eu as jogue fora?


 


- Não...


 


Depois de arrumar o vaso e recolocar as flores dentro dele. Sentou-se junto a ela.


 


- Eu já venho. Preciso tomar um banho. Fique à vontade.


 


Após alguns minutos ela apareceu. Ele agora podia senti-la sem o cheiro de ninguém mais. Aquele era o cheiro dela. Era o cheiro que o hipnotizava.


 


- Venha. Sente-se aqui comigo, Hermione.


 


Ela aos poucos foi descansando a cabeça no ombro dele. Draco percebeu quando ela adormeceu. Saiu debaixo dela e organizou o quarto. Pegou-a e a colocou na cama. Foi para a cozinha e preparou um jantar. Deixou tudo pronto para que ela jantasse assim que acordasse. Conjurou um pergaminho e escreveu algumas palavras.


 


Foi embora xingando a si mesmo e com a certeza que não merecia uma mulher como Hermione Granger.


 


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Escrevam o que estão achando, por favor???  O que acham que Natasha está aprontando?


Se houver algum erro de formatação, me avisem para que eu possa arrumar! Beijos

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Comentários: 2

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Enviado por Maris em 12/11/2012

E como eu ainda amo tudo isso!!
Relendo pela 3ª vez!! 

Nota: 5

Páginas:[1]
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Enviado por Maris em 11/08/2011

Nossa, como eu ainda amo tudo isso!!

Nota: 1

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